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sábado, 31 de outubro de 2015

Ei, G4, voltei e pretendo ficar

Ganso acordou, Michel se revoltou e São Paulo pro G4 voltou.


Após a eliminação da Copa do Brasil, São Paulo foca no G4 do Campeonato Brasileiro e para isso precisava vencer o Sport no Morumbi. E fez a lição de casa, vencendo-o por 3 a 0. 

A maior baixa do Tricolor foi o goleiro Rogério Ceni que sentiu, na partida contra o Santos na última quarta-feira, e foi constatado uma ruptura do ligamento tíbio-fibular do pé. Assim Doriva teve que escolher um "substituto" de Ceni. E para a surpresa dos torcedores, ele escolheu Denis ao invés de Renan - que atuou bem nas partidas que foi escalado com Osório -. Além dessa, o técnico também optou por voltar Rodrigo Caio para zaga (ele vinha jogando como volante) e também optou pela volta de Reinaldo no lugar de Matheus Reis.

Tricolor dominou o início de jogo, Sport tinha muita dificuldade para sair do campo de defesa. Aos 9' Pato cabeceou a bola na trave e em seguida Ganso pegou a sobra na entrada da área e bateu com efeito, a bola passou muito perto da trave. Porém o gol saiu aos 18' com Ganso, após cruzamento de Wesley. O ex-palmeirense cruzou na medida para Ganso que frente a frente com Danilo apenas desviou a bola para o fundo das redes. A primeira chance com perigo do Sport foi aos 33' com Matheus Ferraz. Marlone cobrou falta, após desvio a bola sobrou para Matheus, esse dominou com a mão e chutou fraco em cima do Denis, que fez a defesa. São Paulo teve chance de ampliar o placar com Pato, mas quem fez o segundo gol foi Luis Fabiano. Alexandre Pato tabelou com Ganso e deixou Luis na cara do gol, esse, em sua função de centroavante, manda pro gol. 


A 2ª etapa foi "mais tranquila" para o time da casa. São Paulo foi com a tática de comandar o jogo, já que o placar já estava definido. Tricolor teve chance de fazer o terceiro de novo com Ganso e Michel. Na segunda tentativa de Michel, ele marcou. Bastos finalizou de fora da área, a bola desviou em Ewerton Páscoa. Sem chances para Danilo. Na comemoração, Michel fez o gesto de "shiu" para a torcida que o criticava minutos antes do gol. Sport não conseguiu se impor. Logo, após o terceiro gol, só deu São Paulo até os 40'. Depois no final da partida, Denis fez duas ótimas defesas. E a zaga são-paulina não decepcionou, dessa vez.

Com esse resultado o São Paulo dorme no G4 com 53 pontos e espera o jogo de Santos x Palmeiras, se o Santos empatar ou perder, São Paulo segue em 4º. Próxima partida do Tricolor é domingo (08/11) às 17h no Mineirão contra o Cruzeiro.

FICHA TÉCNICA

Local: Cícero Pompeu de Toledo - Morumbi, São Paulo
Gols: Ganso, Luis Fabiano e Michel Bastos (SP)
Cartões Amarelos: Michel Bastos (SP); Rithely e Wendel (Sport)
Finalizações: 7 do São Paulo e 3 do Sport
Arbitragem: Wagner Reway (MT), auxiliado por Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Bruno Raphael Pires (GO)

SÃO PAULO:
Denis; Bruno (Hudson), Rodrigo Caio, Lucão e Reinaldo; Thiago Mendes, Paulo Henrique Ganso e Wesley; Michel Bastos (Rogério), Luis Fabiano (Alan Kardec) e Pato. Técnico: Doriva

SPORT:
Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ewerton Páscoa e Renê; Rithely, Wendel, Marlone (Neto Moura) e Élber (Hernane); Maikon Leite (Régis) e André. Técnico: Falcão 

O cara certo para o Chelsea

"O único caminho é José"
Poderíamos passar o texto discutindo sobre como Hazard aparenta não querer mais vestir a camisa azul, ou sobre como ninguém entende mais a titularidade de Cahill, assim como a insistência em Zouma como lateral direito. Até sobre como Willian é o destaque positivo, assim como Azpilicueta. Mas esse não é o objetivo aqui. Depois de mais uma derrota, o assunto continua sendo somente um: José Mourinho.

Desde que Mourinho saiu do Chelsea em 2007, Roman Abramovich – dono dos Blues – vem procurando, sem sucesso, treinadores que possam ter uma história tão bem sucedida no clube quanto o português teve. Além de títulos, o treinador se tornou um grande ídolo para a torcida e sua volta era um sonho a partir do dia em que deixou o Stamford Bridge.

Quando seu retorno foi anunciado, no verão de 2013, era como se o time tivesse ganho um título. Camisas eram vendidas nos arredores do estádio, na loja oficial e os torcedores falavam com orgulho que, finalmente, Mourinho estava voltando à casa. Dava para sentir o quanto um dos melhores técnicos do mundo era amado pelo lado azul de Londres. E isso não mudou.

"Bem-vindo à casa, chefe"
Apesar da crise, os frequentadores do estádio continuam cantando seu nome, levando bandeiras e demonstrando que estão ao lado de José. E não adianta chegar com o discurso de que “o Chelsea é maior que qualquer treinador”, a questão não é essa. O motivo de todo esse apoio é a certeza de que não tem ninguém melhor do que ele para esse cargo. Não importa quem venha a substitui-lo – se assim for decidido por Abramovich – ninguém vai amar e se importar tanto com o time como ele.

“Você sabe a história desse clube. Quando os resultados não são bons, acontece a mudança de treinador. Mas quando fui chamado para voltar, me disseram: ‘Nós tivemos muitos treinadores, sabemos que você é o melhor’, declarou Mourinho.


Há poucos meses, em maio, o troféu da Premier League foi merecidamente conquistado pelos Blues. O time era incontestável, assim como o comandante. Mourinho era o melhor do mundo, a equipe saia feliz e os torcedores satisfeitos com o final da temporada. Mas a preparação para o novo ano já dava sinais negativos, assim como a falta de sucesso nas tentativas durante a janela de transferências. O elenco permaneceu quase inalterado, enquanto todos os outros concorrentes se renovaram. Os problemas eram iminentes.

A culpa está em todos. Desde os jogadores que não conseguem render dentro de campo e alguns até parecem entrar sem vontade de jogar, até a comissão técnica e os que administram o clube. A única forma de sair desse buraco é a união, a confiança no trabalho que é desenvolvido e tudo que está sendo construído há dois anos. Apostem na filosofia de José Mourinho e deixem com que ele tenha uma carreira longa e duradoura no Chelsea ou o demitam e comecem tudo de novo, persistindo no mesmo erro e só aumentando a lista de treinadores dos últimos anos, que já é extensa.


“Acho que é hora do clube agir de forma diferente. Marcar uma posição, uma posição de estabilidade – de confiança. Três meses atrás, estávamos todos juntos em um ônibus com os títulos. Acho que é hora de ficarmos juntos no final da tabela”, comentou José.

Keep the Blue flag flying high!
Luiza Sá (@luizasaribeiro)

Braga vence fora e segue vivo na briga pelo acesso

Em um jogo muito ruim e com jogadas de perigo criadas basicamente através de bola parada, o Bragantino venceu o Atlético-GO no Serra Dourada e encostou no grupo de cima. O gol foi de Moisés, ainda no primeiro tempo. O sonho do acesso é possível.

O próximo jogo do Massa Bruta será em casa contra o virtualmente rebaixado Mogi Mirim precisando vencer para entrar de vez na briga pelo acesso. O Atlético-GO vai enfrentar o CRB em um duelo de desinteressados e praticamente sem riscos de queda.

Em jogo de muita disposição e pouca técnica, Bragantino arrancou vitória importante.
(Foto: Globo Esporte)

O JOGO

Jogando em casa, foi o Atlético-GO o criador da primeira chance de perigo no jogo. Logos aos 3 minutos, Júnior Viçosa cabeceou com muito perigo para o gol de Douglas. A pressão inicial, porém, ficou nisso.

Aos poucos o Bragantino equilibrou o jogo e também assustou o gol do goleiro Márcio, ainda que em lances de bola parada. Foi assim, inclusive, que os paulistas marcaram seu gol: em cobrança de escanteio, Moisés subiu livre e testou no canto de Márcio. 1x0.

Com o gol, o Massa Bruta recuou e o Atlético passou a comandar o jogo, mas com muita dificuldade na criação de jogadas que realmente assustassem a meta de Douglas. Aos 39, o Dragão conseguiu balançar as redes, mas o bandeira assinalou impedimento e anulou o gol.

A segunda etapa foi de pressão total do Atlético, que mesmo sem grandes pretensões no campeonato buscou o empate a todo custo. Aos 7 levou muito perigo em cruzamento pela esquerda.

O Bragantino, no contra-ataque, também assustava. Foram duas ótimas chances: um gol perdido praticamente embaixo da trave e outro lance que Márcio saiu bem e impediu o segundo gol dos paulistas.

Nos quinze minutos finais veio a pressão dos goianos, mas o Braga se segurou, manteve o placar de 1x0 e ainda sonha com o acesso, especialmente se vencer os próximos duelos contra concorrentes do Z4 (Mogi Mirim e Ceará).

CHUCK NORRIS - RODADA 33 DO #CARTOLAFC

Salve, salve Nação Cartoleira e leitores do Linha De Fundo.

Vai continuar ou vai desistir? Nessa reta final é a hora que bate o desânimo em muitos cartoleiros sem chances em suas ligas privadas, na hora que afunila e restam poucos com chance de alcançar o pódio final. Chuck Norris - nosso inspirador - jamais aprovaria tal atitude. Portanto, atentem-se às nossas dicas pois nosso time está na posição 20.003 da Liga Nacional - o objetivo desse ano é ficar entre os 10.000 e passar dos 2 mil pontos. São trezentos pontos em SEIS rodadas, uma meta não muito AUDACIOSA mas não tão simples. 

E essa rodada promete muitas emoções, inclusive com a 'decisão' do campeonato entre os alvinegros Galo e Timão. Sem medo de arriscar, eis o nosso ESQUADRÃO deste fim de semana:

#SEMHASHTAGPRANÃOZICAR


MARCELO LOMBA: Goleiro com mais defesas difíceis [disparado] no campeonato enfrenta um ataque pouco efetivo e desesperado, a melhor combinação possível. 

GALHARDO: Grêmio tentando confirmar vaga matemática na Libertadores contra um Flamengo em crise e com grupo abalado após punições. Lateral que finaliza bastante, dá assistências e que pode EMULAR a LEI DO EX; Não tem como deixar de fora.

FRED: Nome e média de matador, apesar de ser zagueiro. Meio improvável o Goiás segurar o SG contra o Internacional, mas apostaremos na boa bola parada ofensiva do defensor. Se o time goiano quer realmente escapar da B, precisará de uma boa atuação de um de seus destaques.

RENATO CHAVES: Zagueiro com boa média de roubadas de bola sempre é uma boa opção. Se combinar isso com bom jogo áereo, chance de SG, mando de campo e briga pelo G-4 torna OBRIGAÇÃO tê-lo no time. IN MACACA WE TRUST!

MARCELO OLIVEIRA; Com os desfalques da equipe gremista deverá ser escalado inicialmente no meio-campo. Isso significa mais chances de arremates, roubadas e assistências em um jogo que PARECE favorável à equipe da casa. 

GIULIANO: O Flamengo vem remendado na meia cancha, cheio de volantes e desentrosado. Giuliano deve atacar bastante e finalizar muito. Queremos gols e assistências para turbinar nossa pontuação.

DÁTOLO: É o jogo da HONRA do Galo. Independência lotado e aquela atmosfera de última chance. Desafio perfeito para o homem da bola parada e do chute de fora contra uma defesa sólida. Acredito que o Galo vença mesmo que isso não signifique a taça no fim de ano.

MARQUINHOS GABRIEL; Bastante escalado aqui no Chuck por ser um meia versátil e que joga PRATICAMENTE como atacante. Fase iluminada e joga mais próximo do gol que Lucas Lima.  Mesmo sem o Santos confirmar a equipe é certeza que MG10 estará em alguma posição do time.

BIRO-BIRO: Temporada magnífica de uma das revelações do campeonato. Arma o time, finaliza e cobra as bolas paradas. Referência técnica. Contra o desesperado JEC deve ter muitas chances de marcar gols.

PRATTO: Não parece uma boa opção à primeira vista - enfrentará a MELHOR defesa do campeonato e será marcado por um zagueiro de seleção brasileira. Mas o galo deve partir pro abafa, e isso significa muita bola na área pro URSO - exatamente como ele gosta. Em um jogo que a arbitragem deve ser bem pressionada um pênalti maroto também não faria mal.

LUAN: Curado de lesão que o afastou da última rodada volta em um jogo bem adequado. Roger sinaliza com a possibilidade de escalá-lo como centroavante - melhor ainda. Como bônus, muitas faltas sofridas e participação nos lances ofensivos.  Não tem como deixar fora.

ROGER: O técnico gremista ficou muito chateado com as últimas atuações do time e deu entrevistas mostrando o incômodo. Planeja uma atuação para apagar a má impressão das últimas semanas. Acreditamos nisso.

BANCO DE RESERVAS: Grohe, Rodinei, Geromel, Rodrigo e Carlinhos; Ganso, Otávio e Valdívia; Gabigol, Gabriel Jesus e Willian.

Boa sorte a todos!

Alex Rolim || @rolimpato 

Colaboradores: @M_Freitas9_ , @afcmarcelo e @peeedrito17

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

XEPA - 33ª Rodada do Cartola FC

   Fala, Cartoleiros!


      O horário de verão chegou, e com ele vêm o sinal que o Brasileirão está acabando, levando o Cartola ao fim. É aquela hora de dar a aceleração final, então, siga as dicas do Linha de Fundo, não faça igual ao Gum e não acabe jogando a chance para fora.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Precisamos falar sobre Fred

Fred chegou no Fluminense em 2009 a peso de ouro, não parecia ter a cara do clube, era um cruzeirense confesso e, apesar de boa estreia marcando dois gols, não teve um início bom no clube. Logo começou a ser cobrado, o time vivia uma crise sem fim e o rebaixamento era realidade, cenário perfeito para o mesmo pegar sua mala e ir embora. Mas ele não foi.

Ficou e puxou um time que salvou o Fluminense da Série B depois de estar 98% nela e, no
ano seguinte, participou do título Brasileiro de 2010, que foi a coroação do time de guerreiros criado no ano anterior. Fred, aos poucos, começou a entender o que era Fluminense e, principalmente, a sentir isso.

Em 2011 viveu nova polêmica com organizadas, e era outro provável adeus, que para sorte de todos não aconteceu. Ficou e mais uma vez respondeu em campo, levando o time para a Libertadores novamente. Em 2012, enfim o protagonismo merecido. Em um brasileiro brilhante, conduziu o Flu ao tetracampeonato, marcando três gols no jogo decisivo contra o Palmeiras. Foi a confirmação da idolatria.

Em 2014, depois de uma Copa ruim, foi perseguido por todo país, mas encontrou apoio em sua casa, na família que se tornou o Fluminense. Novamente em campo se recuperou e terminou artilheiro do Brasileiro. Em 2015, sem Unimed, davam sua saída como certa. Outros considerados ídolos foram, ele não. Aceitou abaixar o salário e fazer parte da reconstrução do clube. Botou o coração em campo, virou técnico, virou torcedor, virou pai dos mais novos do time e, principalmente, se tornou uma frente de resistência quando se trata de ídolos em seus clubes.

Ontem o Fluminense perdeu em campo, mas ganhou fora. Viu um ídolo sem condições de jogo estar na partida, fazer gol e dar seu máximo com a camisa tricolor. Quando seus pais contam a história do Flu, citam que viram Samarone, Telê, Assis e Washington. Agora, vocês quando contarem a história tricolor para seus filhos poderão dizer que viram Fred.

Santos atropela São Paulo e vai à final


O Santos recebeu o São Paulo em partida válida pela semi finas da Copa do Brasil e confirmou o favoritismo. Após vencer a primeira partida por 3-1 fora de casa, o Peixe repetiu o placar dentro da Vila Belmiro, somando assim 6-2 no agregado.

A partida foi resolvida em apenas 23 minutos e em três contra ataques fulminantes. Ricardo Oliveira abriu o placar aos 11, Marquinhos Gabriel com um golaço anotou o segundo e aos 23 Ricardo fez mais um, sacramentando o jogo e a classificação.

Daí pra frente, o Peixe até chegou algumas vezes e acertou a trave com Marquinhos Gabriel, mas o ritmo claramente caiu e os santistas apenas administraram a partida.

Na segunda etapa, o São Paulo melhorou mas sem muito brilho, conseguiu apenas diminuir o placar com Michel Bastos e o placar da primeira partida se repetiu.


O Santos eliminou a equipe são paulina pela 7ª consecutiva em partidas de mata-mata e lá se vão 15 anos da última vez em que a equipe do Morumbi conseguiu eliminar o Peixe em qualquer competição.

E desde 2000, o Santos é dos clubes paulistas com mais decisões disputadas. Entre Brasileirão, Paulistão, Copa do Brasil e Libertadores, o Peixe já some 16 finais, e das últimas 15 que disputou, levou a taça em 9 oportunidades.

SANTOS X PALMEIRAS

Agora na grande final, teremos clássico paulista pela primeira vez na história da Copa do Brasil. As partidas só acontecerão nos dias 25/11 e 2/12, e com todo esse tempo até a decisão, é impossível dizer quem chegará melhor para grande decisão.

FICHA TÉCNICA:

SANTOS 3 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP) 

Data: 28 de outubro de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília) 
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP) 
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse, ambos de São Paulo 
Cartões amarelos: SÃO PAULO: Luis Fabiano, Matheus Reis. 
Renda: R$ 840.010,00 
Público: 13.932 torcedores
GOLS: SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 11 e aos 23, e Marquinhos Gabriel, aos 20 minutos do 1º tempo.
SÃO PAULO: Michel Bastos, aos 26 do 2º tempo.

SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes (Chiquinho), Werley (Gustavo Henrique), David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Geuvânio); Marquinhos Gabriel (Alison), Gabriel e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior
SÃO PAULO: Rogério Ceni (Dennis); Bruno, Lucão, Lyanco e Matheus Reis; Rodrigo Caio, Paulo Henrique Ganso e Michel Bastos; Alexandre Pato, Alan Kardec (Centurión) e Luis Fabiano (Wesley). Técnico: Doriva.
Pedro Henrique  |  @peeedrito17

Guerreira, Chapecoense vence River Plate mas é eliminada da Copa Sul-Americana.

Bruno Rangel marcou os dois gols do Verdão, que acabou eliminado da Copa Sul-Americana. (Foto: Marcio Cunha/Gazeta Press)

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Por todos os dias da minha vida



Gosto de ouvir a história sobre o dia seguinte ao que nasci. Era um 19 de julho e meus pais não poderiam estar mais felizes depois que eu e minha irmã gêmea chegamos ao mundo. Como todo bom pai que gosta de futebol, o meu nos colocou em frente à televisão para assistir o primeiro jogo do Flamengo de nossas vidas. A expectativa pelo resultado era grande e os dois, imagino eu, mal poderiam esperar para que nós seguíssemos o caminho dessa paixão. No auge do desespero, quando a Portuguesa marcou seu terceiro gol naquela fatídica partida, comecei a chorar. Só Deus e meu inconsciente sabem o motivo, mas depois de mais um grito animado do narrador, eu não dei mais sossego. Resultado: Portuguesa 3x0 Flamengo e uma Mariana bem irritada.

Não lembro ao certo quando ocorreu, mas sei que contra o Grêmio dei meu primeiro passo para a eternidade dentro do Maracanã. Sei que vencemos e que naquele dia eu decidi que não queria passar um instante sequer longe daquele lugar e daquele esporte. Os anos que se seguiram não foram diferentes e meu maior prazer sempre foi ver meu Flamengo brilhar. Tudo que eu precisava era minha família ao meu lado, o rubro-negro em campo e todo o meu amor.


Lembro-me das tardes que passei assistindo futebol com meu avô. Ele, botafoguense, já havia desistido de me fazer seguir seus passos, já que desde muito pequena meu coração já batia por outras cores. Eu contava minhas experiências no Maracanã e ele lembrava as épocas boas do seu time. Já faz pouco mais de seis anos que não posso mais ter essas conversas.

Meu avô me deixou em 2009. Coincidentemente ou por força de um destino que serei eternamente grata, esse também foi o ano em que vi meu time ser campeão brasileiro pela primeira – e por enquanto única – vez. Muitas pessoas não entendem bem o que é ser realmente e intensamente apaixonado por futebol. Eu explico.

Amar um clube está longe de ser a tarefa mais fácil do mundo. É necessário dedicação, esforços que nem imaginamos, paciência – e muita – com diversas coisas e muito, mas muito amor. Não é gostar de mentira, uma paixão da boca para fora. É um dos sentimentos mais verdadeiros e bonitos do mundo.

Tudo isso, essa força e esse amor, que muitas vezes parece não fazer muito sentido, viram recompensa quando algo extraordinário acontece. Nós sofremos – bastante – com as derrotas, mas é para reerguer um time que o torcedor está lá. Nós o puxamos para cima quando necessário e pulamos junto nas horas boas. Ser torcedor é enxergar momentos que justificam essa loucura toda até em pequenos detalhes.

A grande arrancada que o Flamengo conseguiu no segundo turno de 2009 foi justamente poucos meses depois que tudo desmoronou. E o poder do futebol, eu garanto, ninguém no mundo tem ou terá. Quando faltavam palavras para consolar, o esporte dizia, em sua própria língua, que tudo ficaria bem. Seis anos depois, posso dizer que sim, ficou.

Já ouvi muitas vezes que o futebol não leva a lugar algum, não é importante ou não traz felicidade real. Tolos são aqueles que acreditam nisso. Infelizes são as pessoas que desconhecem o poder de transformação e de cura que 90 minutos podem trazer. Naquele ano, peguei toda dor que estava dentro de mim e, pelo menos naquele espaço de tempo, joguei tudo para fora em um desesperado e aliviado grito de “é campeão”.

Ninguém pode medir o amor do outro ou o que um time significa para alguém. Não podemos enxergar sentimentos ou explicar coisas que apenas o coração poderia transcrever. Como explicar a um leigo a sensação de entrar no estádio e ouvir o reconfortante som da torcida? Como botar em palavras o que é, depois de meses de lágrimas de dor, colocar para fora apenas aquelas de extrema felicidade? Isso não se explica, apenas se sente.


Por isso, neste dia 28 de Outubro, desejo a todos aqueles que têm o Flamengo em suas vidas um incrível Dia do Flamenguista. Que todas as derrotas fortaleçam nosso amor e as vitórias sejam recompensas de um sentimento incondicional. Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer.

Por todos os dias da minha vida, até que a morte nos separe.

Mariana Sá || @imastargirl 

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Querido Flamengo

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Está bom para quem?


Lá em agosto, quando o Flamengo começou a levar gols de escanteio em todos os jogos, o zagueiro César Martins disse, mais de uma vez, que não era um problema. Hoje, quando o time praticamente não entra em campo ou não consegue colocar a bola no fundo da rede, outras peças do elenco se juntam ao jogador em declarações de um mundo colorido que não existe. A atual realidade do rubro-negro é, e provavelmente ficará mais, preocupante.

No jogo contra o Figueirense, há duas rodadas, o time claramente não entrou em campo. Já no duelo contra o Internacional, poucos minutos de consciência mostraram que é possível sim voltar a ser metade do que aquela equipe que venceu seis jogos seguidos foi. Mas o baixo controle emocional pesou depois do gol e todas as tentativas foram em vão. Detalhe: são os mesmos jogadores em todas as etapas do processo.

Contra o Corinthians, jogo que muitos acreditaram que seria um massacre, o Flamengo até conseguiu encaixar um bom jogo, mas, como não se ganha sem marcar gols, foi impossível vencer. O que Oswaldo de Oliveira citou na coletiva, após a partida contra o Inter, como “detalhes acabam decidindo as partidas a favor ou contra” são detalhes que são exaustivamente repetitivos. Perdemos de apenas 1-0 do líder do campeonato, fora de casa e com um a menos? Sim, mas não é motivo para orgulho.

Do que adianta arrumar os problemas antigos se novos acabam surgindo sempre? Como elogiar a atuação de um time que se desestabiliza depois de levar gols, perde peças importantes por puro descontrole emocional e não consegue fazer o básico do futebol, que é marcar gols? Não há nada de elogiável nisso.

Hoje faltam apenas 18 pontos para serem disputados no Campeonato Brasileiro. São apenas seis jogos, sendo três fora e três – com possibilidade de virarem dois, já que talvez o clube precise vender o mando de campo por conta de um show no Maracanã – em casa:

Grêmio – fora
Goiás – casa
Santos – fora
Ponte Preta – casa
Atlético-PR – fora
Palmeiras – casa


Oswaldo insiste em dizer que ainda dá pra sonhar com G4 e que o time está mentalmente e numericamente capacitado para entrar na Libertadores. Olhando os confrontos, quatro são contra equipes que estão acima da nossa colocação na tabela e dois diante dos que estão próximos ou no Z4. Como confiar numa equipe que oscila tanto e não consegue se encontrar mais em campo? Essa é a pergunta que fica para os próximos jogos.

Mariana Sá || @imastargirl 

Week 7 da NFL: Invencibilidades e preocupações


Mais uma semana se passou e, mais uma vez, a NFL presenteou todos os seus fãs com uma rodada de jogos incríveis. Parece que foi ontem que a bola oval voou pela primeira vez na temporada 2015/16. Entretanto, já passamos da Week 7 e, enquanto algumas franquias seguem massacrando seus adversários, outras, a cada nova semana, encontram mais motivos para preocupar-se.

Enquanto vitórias inesperadas aconteceram, como as de Jaguars e Dolphins, outras equipes que eram esperadas na pós-temporada acabaram confirmando a má fase e praticamente deram adeus de vez aos playoffs.

Das equipes invictas, Bengals, Broncos e Packers estavam na bye week, além do Chicago Bears. Com isso, apenas Caroline Panthers e New England Patriots tiveram que se preocupar em manter a invencibilidade. As duas franquias venceram bem e seguem com o 6-0 na NFL.

Seattle Seahawks 20@3 San Francisco 49ers
A franquia de San Francisco deixou a reação na semana seis mesmo. Jogando em casa, o time viu o Seahawks abrir 17x00 e só conseguiu pontuar com um field goal no segundo tempo. Enquanto isso, os companheiros de Russell Wilson fizeram sua parte, garantindo mais uma importante vitória. Destaque positivo vai para a boa defesa de Seattle, que não vacilou, ao contrário de Kaepernick, que errou bastante, como sempre, e ainda sofreu incontáveis sacks. Não está fácil para o 49ers.

Buffalo Bills 31@34 Jacksonville Jaguars
Sim amigos, o Jaguars venceu e você não está lendo errado. No jogo disputado em Wembley, Londres, a franquia de Jacksonville conseguiu vencer o Bills e ainda dominou a partida por preciosos minutos. Por incrível que pareça, o jogo não foi tão ruim assim e ainda rendeu 65 pontos no total. O Buffalo, que agora está com 3-4 em sua campanha, ainda pode sonhar com as chances nos playoffs.

Minnesota Vikings 28@16 Detroit Lions
Jogar fora de casa costuma ser bem difícil para os Vikings. Nos últimos quatro jogos foram exatamente quatro derrotas e duas ocorreram nessa temporada. Dessa vez, a equipe ia a Detroit para enfrentar os Lions, e conseguiram uma vitória por 28–19.

Com boa atuação do seu lançador, Teddy Bridgwater, que alcançou 316 jardas aéreas no jogo, para dois Touchdowns, Minnesota liderou o jogo durante todo o segundo tempo. Sempre que se via em apuros, o excelente RB Adrian Peterson conseguia aliviar para o time. A linha secundária da defesa continua sendo um ponto positivo e teve mais uma boa atuação, Destaque dessa vez para a linha defensiva, que ofereceu 7 sacks ao Quarterback rival, Matthew Stafford.

Os Vikings lideram a NFC Norte, pela primeira vez em 3 anos. A campanha é de 4 vitórias e 2 derrotas. Os Lions chegaram a sua sexta derrota em sete jogos e seu próximo adversário será o Kansas City Chiefs.

New Orleans Saints 21@27 Indianapolis Colts
O New Orleans Saints mostrou que a vitória diante do até então invicto Falcons na rodada passada não foi pura sorte. Diante do Colts, a equipe confirmou a boa fase e conquistou uma importantíssima vitória fora de casa. Com o jogo corrido da equipe inspirado, Drew Brees guiando a equipe em ótima partida e a defesa forçando três turnovers, ficou muito difícil para os Colts, que chegaram a estar 27 pontos atrás do placar. No final, a equipe de Indianápolis ainda conseguiu reagir, somando 21 pontos, porém, não foi o bastante para Andrew Luck e companhia evitarem a segunda derrota consecutiva.

Pittsburgh Steelers 13@23 Kansas City Chiefs
Quem achou que o raio cairia duas vezes na mesma franquia pode esquecer. O Steelers seguiu usando seu terceiro QB, Landry Jones, e acabou se dando mal, diferentemente da semana passada. Já o Chiefs comemorou finalmente uma vitória depois das cinco derrotas consecutivas. Ainda é visível que o time tem deficiências para conseguir marcar os touchdowns, mas, por sorte, Cairo Santos está lá para converter os field goals e dar ao Kansas os pontos necessários.

Houston Texans 26@44 Miami Dolphins
Na mesma semana que o Jaguars venceu uma, os Dolphins mostraram que não estão mortos e que o apocalipse se aproxima. Alguma coisa muito louca dominou o ar de Miami e o QB Ryan Tannehill FEZ UM JOGO PERFEITO. Isso mesmo, Tannehill atingiu a marca de maior número de passes completados seguidos, escreveu seu nome na história da liga, teve seu melhor desempenho da carreira e errou apenas um dos 19 passes que deu na partida. Os golfinhos mostraram que estavam possuídos pelo, como diria Rômulo Mendonça, ritmo da Ragatanga e destruíram o Texans.

New York Jets 23@30 New England Patriots
Essa tarde de domingo marcou o encontro entre o melhor ataque da Liga em jardas aéreas (New England) contra a melhor defesa no mesmo quesito (Jets). O confronto ainda marcava um duelo importante pela divisão AFC Leste.

Após o inicio da partida, os Patriots mostraram problemas com os drops de seus recebedores, especialmente de Brandon Lafell, que estava estreando na temporada. O jogo terrestre da equipe de Boston foi quase inexistente, conseguiram apenas 30 jardas pelo chão, e pela primeira vez na história quem liderou esse quesito foi o Quarterback Tom Brady. O MVP do último Super Bowl também conseguiu 355 jardas pelo ar, em 34 passes acertados. Ele foi decisivo na virada no último quarto de jogo.

A equipe de New York se recuperou de um fumble no início do jogo e conseguiu dar trabalho. Ryan Fitzpatrick teve um jogo decente e completou 22 dos 39 passes tentados, alcançando ainda dois TD's. O Running Back Chris Ivory, que lidera a AFC em jardas terrestres, conseguiu correr para 41 jardas contra os Patriots. O baixo número foi devido a uma lesão na panturrilha ainda no primeiro tempo. Além das lesões, as faltas também atrapalharam os Jets, que viram sua segunda derrota na temporada.

Cleveland Browns 6@24 St. Louis Rams
O Rams conseguiu impor seu jogo cedo e acabou definindo o resultado rápido, o que foi feito, principalmente, graças a grande atuação do RB Todd Gurley. A grande indecisão do Browns na escolha do QB titular acabou atrapalhando novamente e a franquia de Cleveland só conseguiu pontuar em dois field goals.

Atlanta Falcons 10@7 Tennessee Titans
E o prêmio de pior jogo ruim da semana vai para esse confronto. A partida foi praticamente inteira de interceptações, punts e falta de pontos. Quando a gente achava que alguma coisa mais legal ia acontecer, a campanha acabava morrendo no meio. O resultado mostra bem a situação vivenciada no Tennessee.

Tampa Bay Buccaneers 30@31 Washington Redskins
Esse foi aquele típico jogo que você começa a assistir achando que será terrível. Quando todo mundo viu a vantagem de 24 pontos pro Buccaneers no placar, a maior parte dos torcedores já pensou “acabou né”. MAS NÃO. O Redskins tirou forças sabe-se lá Deus de onde, conquistou a maior virada da história da franquia e conseguiu bater o Tamba Bay por um ponto de vantagem. E ainda tem gente que diz que NFL não é maravilhoso.

Oakland Raiders 37@29 San Diego Chargers
No primeiro encontro entre as equipes após anunciarem um plano bilionário para um estádio conjunto, a casa era do San Diego, mas quem brilhou foi o time de Oakland.

Com Derek Carr lançando 3 TD's em 289 jardas e uma defesa que conseguiu converter em 10 pontos as duas interceptações de Phillip Rivers, Oaklan chega a sua terceira vitória em seis jogos e está em segundo lugar na divisão AFC Oeste. Os torcedores da equipe se animaram ao ver o time liderando a partida por 37-6, no início do último quarto, e nem os 23 pontos sofridos foram capazes de tirar essa derrota dos Raiders.

Já San Diego, que teve boas atuações contra os candidatos a ir a pós-temporada, Steelers e Packers foi presa fácil para a defesa rival. Chegando a Red Zone apenas no último quarto, o kicker Nick Novak foi responsável pelos 6 pontos inicias do time. A defesa também não foi bem e conseguiu força um punt adversário apenas na parte final do terceiro quarto. O desfalque de Antonio Gates não pode servir de desculpa para a terceira derrota seguida do time de San Diego, que parece dar adeus novamente ao sonho dos playoffs.

Dallas Cowboys 20@27 New York Giants
O New York Giants conseguiu aproveitar os erros do rival e chegou, neste domingo, à liderança da divisão Leste da NFC – que está pegando fogo. A equipe de Dallas decidiu começar o jogo com o QB Matt Cassel, após três derrotas consecutivas de Brandon Weeden. Entretanto, em linguagem popular, trocou seis por meia dúzia: Matt Cassel lançou três interceptações e não conseguiu fazer a equipe redescobrir o caminho da vitória. Dos 27 pontos alcançados pelo Giants, o ataque da equipe marcou apenas um TD e quem garantiu mesmo a vitória foi a defesa e os special teams.

Philadelphia Eagles 16@29 Carolina Panthers
Com direito a Cam Newton quebrando recorde na NFL e a defesa dando espetáculo, os Panthers venceram em casa os Eagles, no Sunday Night Football, por 27 - 16, e chegaram a um improvável início de 6-0 na temporada.

Newton lançou para pelo menos um Touchdown e correu para pelo menos um. Foi a quarta vez que ele atingiu essa marca na temporada e a 28ª na carreira, sendo assim o segundo quarterback com esses números na história de toda a NFL. Nem as 3 interceptações lançadas por ele acabaram com a alegria de Carolina, já que o jogo terrestre foi muito bem, em especial Jonathan Stewart, que correu para 119 jardas.

Pelo lado dos Eagles, correu 97 jardas, sendo 63 delas em um Touchdown. O problema da equipe foi em pontuar após forçar turnovers do adversário, foram apenas 6 pontos depois do erro adversário. Embora tenha incomodado no terceiro quarto, os Eagles não ficaram perto de tirar a invencibilidade dos Panthers. Mesmo longe de ser brilhante, Sam Bradford não pode ser considerado o culpado, já que foi sackado cinco vezes e seus recebedores cometeram erros cruciais para a terceira derrota na temporada.

Baltimore Ravens 18@26 Arizona Cardinals
Treze jardas e uma conversão de dois pontos separaram os Ravens do tão esperado 2-5. A equipe de Baltimore, mais uma vez, teve a chance de empatar nos minutos finais, mas Joe Flacco novamente errou em um momento chave e jogou, literalmente, a vitória nas mãos do adversário. Os Cardinals, que não tem nada a ver com isso, fizeram um bom jogo e, ainda que tenham vacilado em jogadas importantes, não deixaram que os visitantes confiassem que era possível virar. Péssimo para os corvos, que fazem uma temporada tenebrosa, e ótimo para o Arizona, que segue sonhando com playoffs.


Por Mariana Sá (@imastargirl), Rômulo Vieira (@suppervieira) e Janaína Wille (@jaanaw_).

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Avante, Brasil! Próxima missão: Rio 2016

           O esporte também celebra a paz. O Conselho Nacional do Desporto Militar decidiu há 20 anos organizar na cidade de Roma os primeiros Jogos Mundiais Militares de Verão com o intuito de celebrar os 50 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Este ano, a sexta edição dos Jogos aconteceu na cidade de Mungyeong, na Coreia do Sul, no período de 2 a 11 de outubro.
Fonte: globoesporte.com
            A equipe militar brasileira teve a sua maior delegação dos Jogos e ficou no segundo lugar geral com 84 medalhas, sendo 34 de ouro, 26 de prata e 24 de bronze. O conjunto do Brasil ficou atrás da seleção russa que somou 135 medalhas e a frente dos chineses, porque conseguiu conquistar duas medalhas de ouro a mais do que eles. Algo bastante singular do quadro geral dos Jogos Militares é encontrar a equipe representante dos Estados Unidos na 23º posição, mas isto tem uma explicação, o país não tem uma cultura de aliar a competição de esportes as forças armadas.

            Enquanto, o Brasil tem adotado um incentivo que está trazendo muito resultado para as competições esportivas. Desde 2008 existe o Programa de Atletas de Alto Rendimento que conecta esporte olímpico e forças armadas, disponibilizando ao atleta um apoio financeiro e técnico. Nos Jogos Militares de 2011, na cidade do Rio de Janeiro os primeiros resultados foram apresentados, conquistamos um total de 114 medalhas e a primeira colocação geral da competição. Este ano, nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, o Programa ganhou maior visibilidade, devido aos atletas que prestavam continência ao receber medalhas.

            A esperança de sucesso no Rio 2016 também está implantada no resultado do Programa de Atletas de Alto Rendimento, pois quase 90% do pódio de Mungyeong estará presente ano que vem na cidade Olímpica. De acordo com o Brigadeiro chefe da delegação brasileira e diretor do Departamento de Desporto Militar no Ministério da Defesa, Carlos Augusto Amaral, a meta para o próximo ano é completar a equipe olímpica com cem militares e conquistar dez medalhas. Dos mais de cem países e quase sete mil atletas participantes, fomos destaques na natação com 28 medalhas ganhas, no judô conseguimos cinco douradas em um total de onze vitórias, no vôlei tivemos ouro no masculino e no feminino e no futebol, o primeiro lugar do pódio ficou apenas para as mulheres.

Equipe brasileira
Fonte: Agência Brasil/Ministério da Defesa
            Dos mais de 280 brasileiros participantes, pode-se destacar nesses jogos Mundiais Militares de Verão, a já conhecida nadadora Etiene Medeiros, a Sargento da Marinha conseguiu quatro medalhas de ouro e duas de prata. Apresenta-se o esgrimista Renzo Agresta que participou de seu primeiro campeonato mundial e conquistou uma medalha de ouro no sabre. A estreia da competição de golfe contou com o prestígio da dupla brasileira Lucas e Luciana que alcançou o primeiro lugar do pódio. Além, das disputas dos esportes militares que renderam 3 ouros em um total de onze medalhas conquistas.

            O esporte também celebra a união. Nesta sexta edição dos Jogos Mundiais Militares, pela primeira vez aconteceu a disputa dos Jogos Paramilitares. O Brasil teve quatro representantes e a vitória de uma segunda colocação no arremesso de peso com André Rocha. Assim, continua o planejamento de crescimento do desporto militar brasileiro e mundial para os próximos Jogos em 2019 na cidade de Wuhan, China.      

Com carinho, Cássia Moura (@cassinha_moura)

Voltamos a fase da impaciência

Novamente aconteceu algo que seria estupidez descartar: uma derrota. Não adiantou os novos ânimos, a torcida lotar o estádio, apoiar, cantar, sendo que a equipe do Goiás, mesmo com vontade de vencer, mostrou total despreparo e perdeu um jogo que poderia ter sido definido no primeiro tempo.

A torcida compareceu em peso com esperanças de que Danny Sérgio fosse o nosso "salvador". Foi uma solução caseira bem precipitada, mas sendo a única opção restante, pois nem Jesus quis vir ajudar o Goiás com o trio do diabo na diretoria. No início do jogo, vimos um time com vontade de vencer (não podemos negar), e isso era algo que não estávamos vendo com o Artur Neto. O problema é que a falta de competência e entrosamento da equipe resultou na perda de três pontos importantes.

Goiás erra muitos gols e completa 5 jogos sem vencer.
Foto: Globo Esporte
A primeira chance clara de gol do Goiás veio nos pés de Zé Love, depois, Bruno Henrique tentou marcar após receber a bola de frente para o gol, em seguida, Fred cobrou falta com perigo, e ainda vimos Patrick e Erik terem oportunidades. O problema de todos esses lances é que o goleiro Fábio levou a melhor em todos eles. Isso resultou numa seca de gols no primeiro tempo e uma preocupação tremenda no intervalo.

É claro que o grande mérito do jogo foi do goleiro cruzeirense que fez uma ótima atuação, porém, foi a visível a falta de competência e qualidade nas finalizações dos jogadores esmeraldinos. O Cruzeiro levava mais perigo quando chegava ao ataque, e no segundo tempo, Willian deu um belo chute obrigando Renan a fazer um milagre, ou pelo menos tentar, porque a bola foi pra cima e Arrascaeta completou para a rede.

Cruzeiro marca no início do segundo tempo e vence.
Foto: Globo Esporte.
Voltamos, novamente, naquela fase que vivemos com Julinho Camargo, logo quando ele chegou ao Goiás. A vontade de vencer era explícita, mas a ruindade e incompetência não permitiam que nós ganhássemos os nossos jogos. Sofremos muito, e agora, acho que teremos que esperar o time de Danny Sérgio ganhar entrosamento, mas o problema é que o tempo pode ser curto demais para isso. O rebaixamento está na porta do Goiás, e colocando o dedo na campainha.

Não foi só o ataque que pecou ontem. Vi um meio de campo totalmente desentrosado, errando muitos passes, fazendo jogadas sem criatividade e insistindo numa bola aérea sem nenhum risco para os mineiros. A defesa do Goiás estava completamente desorganizada, dando os espaços necessários para o Cruzeiro fazer o seu jogo. Uma atuação com a cara da diretoria: horrorosa.

Ainda tivemos aquelas apresentações de terror após o apito final: torcedores arremessando cerveja nos jogadores, polícia batendo em quem vê pela frente, marginais quebrando as vans e procurando briga com a torcida cruzeirense. Tive que ver até tiros disparados e roubo de churrasquinho. 

Não sei nem o que falar também do escândalo do Felipe Menezes querendo agredir torcedor. Acho que ele não sabe que é o que queremos fazer com ele desde que ele voltou ao Goiás. E o Hailé, então? Deu pra xingar até a mãe do repórter porque foi questionado. Isso é o que um ditador faz. Ele não aceita ser questionado. Esse é o dono do Goiás. E ainda tem gente que acha exagero quando peço para esse senhor esnobe e arrogante bater as botas.

Parabéns aos esmeraldinos que foram ontem ao Serra Dourada. Infelizmente, nós sofremos com a injustiça da bateria, e com o amadorismo do time. É difícil isso, mas está cada vez mais difícil de voltar ao estádio. E preparem os cintos porque a queda vai ser feia.





Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @linhadefuundo

Galo usa Ponte para chegar ao líder

Depois de uma partida bizarra contra o Sport na penúltima rodada (18), o Galo voltou a vencer no campeonato e manteve a distância de 8 pontos para o Corinthians.

A esperança do torcedor, é a de que o time tenha usado a Ponte para chegar ao líder. Será preciso vencer todos os seis jogos restantes e ainda torcer por mais dois tropeços do PCC Paulista. Até porque nas únicas vezes em que o alvinegro do Parque São Jorge deu indícios de que não venceria, a CBF com seus árbitros pau mandados, fizeram o serviço. E não eximo de culpa também o Atlético, que mesmo sendo assaltados algumas rodadas, como por exemplo contra Chapecoense e Atlético-PR, teve jogos dignos da campanha de 2005. Como esquecer os vacilos contra times minúsculos como Joinvile e Cruzeiro? Mas agora, é tudo ou nada! Vai ou racha! 

Jemerson ficará fora de duelo contra o Corinthians no domingo
Fonte:Pedro Vilela / Getty Images

Cruzeiro vence fora de casa e fica a seis pontos do G4


       O compromisso da Raposa nesse domingo foi com o Goiás, em partida válida pela 32° rodada, a equipe mineira manteve sua invencibilidade de 8 jogos e conquistou mais um ponto fora de casa com gol de Arrascaeta e está a 6 pontos do tão sonhado G4, já os goianos conseguiu sua quinta derrota consecutiva e segue na luta contra o rebaixamento.

Sobre o jogo:

   O confronto começou com a Raposa tendo mais domínio do jogo e
valorizando a posse de bola e evitando erros desnecessários, uma tática usada pelos cruzeirenses para evitar desgaste físico devido as dimensões do campo, porém o time do Goiás aproveitou o fator casa e foi pra cima do time visitante e só não abriu o placar, graças á um noite inspirada do goleiro Fábio que fez milagres durante a partida, as melhores oportunidades esmeraldinas foram com Bruno Henrique, Erik e Zé Love.

                  O Time do Povo teve boas chances de balançar as redes com o atacante Willian que depois de tumulto na área, após cobrança de escanteio, a bola sobra nos pés do camisa 25 que finalizou para fora e sem muitas emoções o primeiro foi finalizado.

Segundo tempo:


      Para a etapa final os cruzeirenses voltaram mais ofensivos e organizados taticamente, e na primeira oportunidade abriu o placar em Serra Dourada, aos 6 minutos Willian “Bigode” arriscou de longa distância, Renan deu rebote e o Uruguaio oportunista cabeceou para o fundo das redes: 1X0 Cruzeiro.

     O gol deu fôlego ao Maior de Minas e com saídas rápidas de bola, continuou incomodando a defesa esmeraldina, e quase ampliou o resultado com Willian na entrada da área mas finalizou mal, e com Arrascaeta que quase faz seu segundo gol na partida, após receber passe de Marcos Vinicius, na grande área e cabeceou para fora.

             O empate não era um  resultado favorável para os goianos, porém  eles precisavam correr atrás do prejuízo, e somar um ponto, seria melhor do que perder três, assim Danny Sérgio fez algumas substituições no time o deixando mais ofensivo, obrigando o capitão cruzeirense a fazer ótimas  defesas evitando igualar o placar construído pelo time mineiro. Apesar da equipe do Goiás lutar para reverter o placar, os mineiros souberam administrar o marcador.

            Cruzeiro somou mais três pontos e continua na 11° colocação, seu próximo duelo será contra o Avaí  em Santa Catarina ás 19:30hrs no sábado e o Goiás na 18° colocação enfrentará o Internacional em  Serra Dourada, no domingo ás 19:30 hrs.

    @Paulinha_CEC


FICHA TÉCNICA

GOIÁS 0 X 1 CRUZEIRO

Local: estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)

Data-hora: 25/10/2015 – às18h (de Brasília)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Francisco Chaves Bezerra Junior (PE)
Renda/Público: R$ 112.740,00 / 12.393 pessoas 

Gol: Arrascaeta – 6’/2ºT (0-1)
Cartões amarelos: Erik, Arthur, Bruno Henrique, Patrick (Goiás); Paulo André, Fabrício, Willians, Ariel Cabral (Cruzeiro)

GOIÁS: Renan; Gimenez (Wesley – 41’/2ºT), Felipe Macedo, Fred e Diogo Barbosa; Patrick, David e Arthur (Murilo – 10’/2ºT); Erik, Bruno Henrique e Zé Love (Juan – 30’/2ºT). Técnico: Danny Sergio.

CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Paulo André, Bruno Rodrigo e Fabrício; Willians (Marquinhos – 21’/2ºT), Henrique e Ariel Cabral (Charles – 32’/2ºT); Marcos Vinícius, Arrascaeta e Willian (Leandro Damião – 41’/2ºT). Técnico: Mano Menezes.
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