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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Contagem regressiva para o adeus


A notícia não é das mais surpreendentes para quem acompanha o melhor basquete do mundo. Em carta publicada em site, Kobe Bryant anunciou nesta segunda feira (30/11) que deixará as quadras ao final da atual temporada, após 20 anos de carreira.

"Você deu a um garoto de seis anos o seu sonho de jogar pelo Lakers e eu sempre vou amá-lo por isso. Mas eu não posso amá-lo obsessivamente por muito mais tempo. Esta temporada é tudo o que eu tenho a oferecer. Meu coração pode sentir as marteladas, minha mente pode ficar moída, mas meu corpo sabe que é hora de dizer adeus".

- Trecho da carta publicada por Kobe, em sua despedida do basquete.

Draftado na 13ª posição, em 1996 pelos Hornets, Kobe exigiu jogar em Los Angeles, deixando claro que não atuaria em nenhuma outra franquia na NBA. Jerry West, logo tratou de levar o garoto para Califórnia, numa troca com o pivô Vlade Divac, ídolo dos Lakers na época e começava assim, a trajetória do garoto mais jovem a pisar em quadra na Liga.

Os prêmios individuais sempre fizeram parte da carreira de Kobe, logo no seu primeiro ano, foi o campeão de enterradas no All-Star Weekend, evento que Kobe foi selecionado para participar em 17, das suas 19 temporadas completadas na Liga.

Kobe tem dois títulos de cestinha da Liga nas temporadas 2006 e 2007, 4 MVP´s em All-Star Weekend e em 11 oportunidades, esteve no primeiro time ao fim da temporada.

O camisa 24 também conquistou 5 anéis de campeão, sendo MVP das finais em duas ocasiões, e MVP da temporada regular em 2008. Sem contar as duas medalhas de ouro em Olimpíadas pela seleção americana em Pequim 2008 e Londres 2012.


Recentemente, o astro dos Los Angeles Lakers se tornou o terceiro maior cestinha da história, ultrapassando a lenda Michael Jordan e colocou mais um grande feito na sua lendária carreira.

O lado negativo para vitoriosa carreira de Kobe são as últimas campanhas dos Lakers na liga e as inúmeras lesões que o atrapalharam a ajudar o lado roxo e dourado da Califórnia. Mas sua despedida, já tem data marcada e se nada der errado, será no dia 13 de abril, contra o Utah Jazz.

Mas sem sofrimento antes da hora, ainda restam muitos jogos para os fãs desfrutarem dos últimos momentos da carreira do Black Mamba, que será sempre lembrado, como o Sr. Los Angeles Lakers.

Pedro Henrique  |  @peeedrito17

O Fluminense não deve entregar o jogo


Depois dos resultados da penúltima rodada desse Campeonato Brasileiro, nosso Tricolor chega a ultima partida sem pretensões. Temos a chance de, mais uma vez, terminar como o melhor carioca da competição, mas depois de um segundo turno tão terrível a vitória serviria para levantar o moral do time rumo à Florida Cup.

Acontece que caiu no nosso colo a oportunidade de rebaixar o Vasco. Clube cujo presidente fez questão de deixar claro o desprezo que sente pelo Fluminense em várias oportunidades. A dúvida entre deixar o Figueirense ganhar sem nenhum esforço ou jogar para valer caiu sobre a torcida e, com certeza, está pairando sobre as Laranjeiras. Perder pode até acontecer, pois conseguimos essa façanha por 18 vezes na competição, só não podemos fazer corpo mole e deixar o Figueirense fazer o que quiser.

Devo lembrar que não estou falando de uma instituição qualquer. O Fluminense não é um time qualquer. Temos que recordar que não foram ações como a que alguns torcedores pedem que nos rendeu a Taça Olímpica. O Fluminense é maior do que um simples resultado. Não é à toa que fomos considerados utilidade pública em 1926 (cliqueaqui para ver o decreto). O Tricolor é conhecido por sua lealdade e fidalguia, incapaz de prejudicar os outros para levar vantagem e deve continuar o legado que vem desde sua fundação.

O Torneio Início do Futebol Carioca de 1927 é um exemplo da integridade do Tricolor. No dia seguinte à conquista pela quarta vez do campeonato, a diretoria se deu conta de que o clube havia infringido o regulamento da competição de forma involuntária ao trocar dois jogadores de uma partida para outra quando apenas uma substituição era permitida. Diante da constatação, o Fluminense oficiou espontaneamente à Associação Metropolitana de Esportes Atléticos comunicando a irregularidade e o torneio acabou anulado.

Em 1932, o Flu enfrentava o Olaria e aos 10 minutos de jogo, com o placar em 0-0, o árbitro Luiz Neves apitou um pênalti inexistente a nosso favor. Os próprios jogadores tricolores reconheceram o erro do árbitro e De Mori chutou a penalidade propositadamente para fora. Outra vez o Flu deu uma aula de moralidade no futebol.

O legado dessa instituição centenária não pode ser apagado de maneira tão forte pelos próprios torcedores. Vejo vários criando hashtags para que percamos e li ameaças de cancelamento do sócio-torcedor caso não deixemos o Figueira ganhar. Por favor, Tricolores, não vamos nos rebaixar a um nível tão baixo e sujo do futebol. Somos muito melhores que isso.

Vence o Fluminense usando a fidalguia

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Essas e várias outras histórias estão contados na Bíblia do Fluminense, escrita por Sergio Trigo e lançada no ano passado.

Com time reserva, Palmeiras perde para o Coritiba

A defesa reserva do Palmeiras, formada pelo péssimo Leandro Almeida e pelo ruim Nathan, entregou os gols para o Coritiba e o Palmeiras foi derrotado por 2x0 no Allianz Parque.

A cara do árbitro nessa foto está muito engraçada
(Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras)
Nesse domingo (29), o Palmeiras recebeu o Coritiba no estádio Allianz Parque e perdeu por 2x0, um dos melhores jogadores do Coritiba foi o Leandro Almeida, zagueiro do Palmeiras, já o melhor jogador do Palmeiras não existiu. O público foi o pior do Palmeiras no ano, 15037 pessoas, mas seria o bastante para lotar a Vila Belmiro.

O JOGO

A partida foi ruim, sonolenta e com poucas oportunidades de gol, ou seja, o padrão dos últimos jogos do Palmeiras, mas apesar das partidas sonolentas, a zaga alviverde não deixa o torcedor dormir, afinal, alguém precisa estar acordado para xingar o Leandro Almeida com palavras que eu não posso escrever aqui. 

Aos 23 minutos do primeiro tempo, o Coritiba aproveitou a sua oportunidade de gol depois de uma falha da defesa. Negueba deu um ótimo passe para Juan por trás da desastrosa defesa palmeirense e o atacante deu uma paradinha, deslocou o Fábio e chutou.

O Palmeiras foi incapaz de criar boas jogadas e finalizar para o gol, quando chegou, estava impedido, o atacante gordo Alecsandro foi incapaz de se posicionar em posição legal e a arbitragem anulou o gol corretamente, seria muito bom se o árbitro não tivesse visto.

Segundo Tempo

O segundo tempo começou com Juninho no lugar de Mouche e durante a etapa final o treinador Marcelo Oliveira também trocou Andrei Girotto por Cristaldo. Resumindo: trocou seis por meia dúzia.

O time não mudou nada e continuou jogando muito mal. Não houve chances de gol concretas para ambas as equipes durante o segundo tempo todo. No final, o árbitro deu 5 minutos de acréscimo e Henrique Almeida ampliou para o Coritiba aos 48’, fechando o placar. Os Almeidas foram à razão da derrota do Palmeiras, tanto o zagueiro alviverde Leandro Almeida quando o atacante do Coritiba, Henrique Almeida.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 x 2 CORITIBA

PALMEIRAS - Fábio; Lucas, Nathan, Leandro Almeida e Egídio; Amaral, Andrei (Cristaldo), Allione (Jobson), Kelvin e Mouche (Juninho); Alecsandro. Técnico: Marcelo Oliveira.

CORITIBA: Wilson; Leandro Silva, Wallisson Maia, Juninho e Carlinhos; João Paulo, Alan Santos (Cáceres), Juan (Thiago Lopes) e Negueba; Kleber (Lúcio Flávio) e Henrique Almeida. Técnico: Pachequinho.

GOLS - Juan, aos 23 do primeiro tempo; Henrique Almeida, aos 48 do segundo.
ÁRBITRO - Igor Junio Benevenuto (MG).
CARTÕES AMARELOS - Kelvin, Negueba, João Paulo, Alan Santos e Lucas.
RENDA - R$ 614.729,50.
PÚBLICO - 15.037 pagantes.
LOCAL - Allianz Parque, em São Paulo (SP).

Pós-jogo escrito por Luigi Berzoini (@LuigiLouco999)

ESPECIAL SÉRIE B 2015: Os melhores da competição


Em 2012 tive a felicidade e proeza de assistir a todos os jogos do Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão do Brasil. Aproveitando as reprises dos jogos, completava as análises de atletas, equipes, para assim poder a cada rodada escolher uma Seleção dos Melhores.

Já esse ano de 2015, não tive como ver e analisar todos os jogos e jogadores, para assim escolher seleção por rodada e na seleção dos melhores do campeonato, apenas juntar os 11 que mais apareceram ao longo da competição, mas consegui pelo menos assistir a 5 jogos por rodada e pude fazer uma avaliação bacana dos melhores e do craque da competição.

Tivemos nesta temporada um nível tático aceitável, onde equipes como Botafogo e América-MG, por exemplo, se destacaram pela sua organização em campo, mesmo não tendo tantos jogadores de renome no cenário nacional, exceto o goleiro Jefferson. No quesito técnico, algumas equipes deixaram a desejar, o que acabou fazendo o nível do campeonato ser abaixo do esperado. Por outro lado, os jogadores, de modo geral, mostraram o que pede esse tipo de competição que é caracterizada pela raça e disposição.

Mesmo com alguns jogos de estádios lotados a média de público geral da competição ainda deixou a desejar por conta de clubes coadjuvantes que levam poucos torcedores ao estádio.

A média geral ficou em 6.377 pagantes por jogo. O Bahia teve a melhor média da competição. Seguido por um G4 de publico assim:

Bahia = 17.796
Ceará = 14.509
Paysandu = 13.737
Vitória = 13.210

Em dados gerais:

Santa Cruz teve o melhor ataque da competição, balançando as redes 63 vezes.

Botafogo teve a melhor defesa, sendo vazada apenas 30 vezes e também quem mais venceu com 21 vitórias.

Listamos aqui alguns atletas que se destacaram e que lutaram para fazer parte da Seleção do Campeonato, logo, deixamos aqui nossa menção honrosa para:

VITÓRIA: Escudero; Junior Fernandez; Rhayner e Ramon;
PAYSANDU: João Lucas e Gualberto;
BRAGANTINO: Jocinei;
SANTA CRUZ: Grafite e João Paulo;
BOTAFOGO: Jeferson;
AMÉRICA: Richarlisson;
LUVERDENSE: Luiz Otávio e Tozin;
SAMPAIO CORREA: Diones e Nadson;
NAÚTICO: Fabiano Eller.

A Seleção do Campeonato da Série B 2015, eleita por @AdsonPiedade, seguiu critérios também de análise de desempenho estatístico, como índice de aproveitamento em passes, finalizações, frequência em jogos, etc.

Assim, chegamos ao seguinte time escalado de forma ofensiva no 4-1-2-3.

Goleiro: João Ricardo (América-MG)

Já está com mais de 50 jogos como titular do Coelho. Na Série B 2015 só ficou de fora de apenas uma partida. O goleiro mostrou frieza, elasticidade e segurança.







Lateral direito: Yago Pikachu (Paysandu)

Nove gols na Série B e é o segundo melhor em cruzamentos certos e está no top-10 de dribles corretos, além de ter sete assistências na temporada.







Zagueiro pela direita: Renan Fonseca (Botafogo)

O símbolo do Botafogo e da Série B 2015. Jogou todas as partidas do clube mostrou-se imune às lesões e ao desgaste físico, além disso, muita disciplina no campo para não levar cartões. Esteve pendurado com dois cartões amarelos por 21 rodadas.





Zagueiro pela esquerda: Wesley Matos (América-MG)

Talvez seja a grande surpresa da seleção. Mas o zagueiro demonstrou no returno uma grande regularidade. Zagueiro de estatura mediana, mas de muito poder de recuperação e bom posicionamento. Além de ir bem ao ataque.



Lateral esquerdo: Diego Renan (Vitória)

O jogador chegou ao leão e foi visto com desconfiança pelo torcedor. Taxado de gordinho, o lateral passou de coadjuvante para protagonista na Série B 2015 e conseguiu no final superar João Lucas do Papão e Rafael Carioca do Paraná Club.



Volante: William Arão (Botafogo)

Jogou futebol para brigar entre os cinco melhores de toda competição. Recebeu votação considerável para ser o craque. Volante demonstrou uma regularidade incrível e futebol moderno.






Meia esquerda: Alan Mineiro (Bragantino)

Meia já negociado com o Corinthians, Alan tinha sido o craque da Série A2 paulista, desbancando jogadores como Marcelo Toscano hoje do América e Pereira hoje no Vitória. Não recebeu nenhum voto, mas esteve sem duvidas dentre os melhores e foi o melhor meia do campeonato.




Meia direita: Luisinho (Santa Cruz)

Outro atleta que despontou no returno da competição e lutou bola a bola jogo a jogo com Toscano para ser o garçom da competição, o rei das assistências.







Atacante pela direita: Kieza (Bahia)

O que jogou esse atacante foi brincadeira, levou rodadas sem atuar e marcar na Série B. Talvez seja dono do melhor índice de aproveitamento do campeonato. Outro que lutou pelo posto de Craque da Série B 2015.




Atacante pela esquerda: Marcelo Toscano (América-MG)

Jogador versátil que tanto sabe servir como finalizar, tanto tabelar quanto driblar, só faltou fazer chover na Série B 2015.




Centroavante: Zé Carlos (CRB)

Esse, vocês já conhecem, o oficio dele é fazer gols. Faz a bola namorar com as redes dos goleiros adversários varias vezes. Conhece como poucos os caminhos. É o artilheiro da Série B 2015.










Técnico: Givanildo Oliveira (América-MG)

O lampião, rei do sertão. O rei também de acessos em campeonatos brasileiro da segunda divisão. Nada mais justo.







Revelações:
  • Luis Henrique
  • Richarlison
  • Ramon

O primeiro despontou maduro com apenas 17 anos de idade, entrou no time do Botafogo e jogou como gente grande.


O segundo despontou no returno no time do América MG com um nível de jogo alto, despertando interesse de vários clubes do futebol Europeu e luta por uma vaga na seleção olímpica.


O terceiro é um zagueiro de 19 anos que joga como veterano, tem semelhança de jogo com o experiente Durval do Sport Recife. Ramon, do Vitória, foi o terceiro melhor zagueiro do Campeonato da Série B 2015.



O CRAQUE:

Em votação estavam: Alan Mineiro, Marcelo Toscano, Willian Arão, Yago Pikachu e Kieza.

E de forma acirrada o lateral artilheiro foi eleito o craque da competição por méritos.

Conduz um clube de massa e de muita cobrança há anos. Lateral que além de ajudar na defesa consegue ser Ídolo, craque do time e artilheiro.

Parabéns Yago Pikachu, foi eleito em votação e por mim, @AdsonPiedade, o melhor jogador do campeonato da Série B 2015.



É isso aí Galera!

Boas Festas a todos...

Por @AdsonPiedade / @CassioNSantos

Foco, fé e justiça

Uma reação tardia ainda é uma reação. É nisso que se baseia a nossa equipe após a vitória inesperada pra cima da Chapecoense na Arená Condá. Jogo em que finalmente conseguimos encontrar o que precisávamos para vencermos os jogos, obter uma evolução no meio de campo, aproveitar os contra-ataques e continuar mantendo de fora os jogadores que não dão a mínima para a camisa que estão vestindo.

Erik comemora primeiro gol da partida em cima da Chapecoense.
Foto: globoesporte.com

A fé pelo milagre

Fala, Turma da Fuzarca!

Ontem, em São Januário, pude ver a coisa mais incrível desde o momento no qual comecei assistir a um jogo de futebol.

A FESTA DE UMA FAMÍLIA.
Uma final às avessas, sem ter outro lado brigando, apenas o Vasco. Poderia ser o jogo do rebaixamento. A chuva quis atrapalhar a busca pela salvação, mas o Vasco tem como lema brigar contra tudo e todos, e foi assim, derrubando todos os Santos, o da Vila Belmiro e o São Pedro, que o Gigante conseguiu a vitória.  

Comemoração pós o gol. (FOTO: GE)
Enquanto a chuva caia, o Vasco lutava para não cair. A torcida esquentava São Januário, até depois do momento de mais êxtase - o mais bonito de todos os tempos - quando os jogadores passaram pelo meio da massa, um verdadeiro incentivo, uma prova de que, queiram ou não queiram, o Vasco sempre viverá.

Os apaixonados foram os mesmos que em 1927 construíram São Januário, levaram o clube à virada mais bonita da história, e ergueram o Gigante chamado Club de Regatas Vasco da Gama. Pode ser com o sol ou chuva, se amar-te for loucura, seremos todos uns loucos sem cura.

O campeonato ainda não acabou. Acredite. Já éramos vistos como mortos, chegamos até a última rodada vivos. O palco da batalha será a mesma de 2011, quando saímos felizes de lá.

Senhor, sob a insígnia da Cruz da Ordem de Cristo, que inspirou os navegadores nos descobrimentos, mostrai ao Vasco o caminho da vitória.”

                                    

Matheus Freitas    @_MFreitas9_   // @linhadefuundo

Coxa vence mais uma e está praticamente garantido na Série A de 2016

H. Almeida marcou seu 12º gol com a camisa Alviverde
(Coritiba/Divulgação)

Atuando fora de casa em um jogo dramático e muito tenso, o Coritiba venceu o Palmeiras no Allianz Parque e praticamente garantiu a permanência na Série A de 2016.

Essa 3ª vitória seguida foi extremamente fundamental para o Coxa chegar à última rodada dependendo apenas de si. Somente com uma combinação de resultados improvável nos derruba para a Série B. Um empate contra o Vasco no próximo domingo diante da torcida Coxa-branca, já basta para o Verdão se livrar da maldita Série B.

Coritiba sai na frente com Juan

Negueba que havia ficado de fora do jogo contra o Santos, retornava ontem à equipe. O camisa 7, juntamente com H. Almeida e Kléber Gladiador. Pelo lado do Alviverde paulista, uma equipe totalmente alternativa, já que o Palmeiras está priorizando a final da Copa do Brasil.

Já com a bola rolando, Palmeiras e Coritiba esbarravam na dificuldade de fazer a bola rolar devido à grande chuva que caiu em São Paulo durante a tarde de ontem.

Precisando da vitória, o Coritiba foi para o ataque. Aos 5' João Paulo cobrou falta na área e o goleiro Fábio tirou a bola com um soco. Com a partida muito presa no meio campo, a partida seguia morna até o 23'. Negueba arrancou em velocidade e deu um passe magistral para Juan, o camisa 55 entrou em velocidade e por trás da defesa palmeirense, saiu cara a cara com Fábio, e com muita frieza e tranquilidade abriu o placar para o Coritiba. Festa da torcida Coxa-branca que foi ao estádio e cantou alto durante os 90 minutos.

Aos 34' o Palmeiras até chegou a marcar, porém Alecsandro estava impedido. Lance corretamente anulado pela arbitragem. Após o lance palmeirense, o Coritiba quase aumentou o marcador com Henrique Almeida depois de boa jogada de Negueba. Aos 37', João Paulo cometeu falta no meio-campo e tomou cartão amarelo, este que o tira da última partida diante do Vasco.

Antes do final da 1ª etapa, Henrique Almeida puxou para o meio e chutou fraco nas mãos de Fábio. Final de um primeiro tempo em que o Verdão não jogou bem, mas saiu com a vantagem no marcador.

Coritiba segura à pressão e mata a partida no final

Na volta para o 2º tempo, o Coritiba estava disposto a sair de campo com os 3 pontos. Com Goiás e Vasco ganhando seus respectivos jogos, somente a vitória interessava a equipe Coxa-branca.

Porém com a equipe palmeirense perdendo a partida, o ex-técnico do Coritiba, Marcelo Oliveira voltou para o segundo tempo com Juninho no lugar de Mouche, só que a mudança teve pouco efeito. O Coritiba com a vantagem no placar, acabou ficando muito recuado e dando muitos espaços para a equipe paulista. O Palmeiras apenas tentava levantar bolas na área e consagrava os zagueiros Walisson e Juninho, que ganharam todas no alto. Aos 16' o Palmeiras partiu para o ataque de vez, com Andrei Girotto dando lugar para Cristaldo. Já o Coritiba agiu 2 minutos mais tarde, com Thiago Lopes no lugar de Juan.

O Palmeiras chegou com muito perigo ainda com Leandro Almeida e com Lucas, que deu um lindo chapéu em Juninho e bateu de esquerda na entrada da área, obrigando Wilson a fazer grande defesa. Os minutos finais não passavam, e o Coritiba chegava muito pouco ao ataque. O Coxa chegou ao ataque com Kléber (que finalmente fez uma partida extraordinária), que recebeu e bateu de fora da área para boa defesa do goleiro palmeirense.

Quando tudo indicava que a partida terminaria 1x0 mesmo para o Coritiba, João Paulo tocou para Thiago Lopes, que arrancou em velocidade pela intermediária, e encontrou Henrique Almeida livre, em condição legal. O camisa 91 soltou a bomba e decretou a vitória Coxa-branca fora de casa. 2X0 e uma gigantesca respirada na tabela de classificação.

A equipe Alviverde fecha o Brasileirão de 2015 no próximo domingo, 6 de Dezembro. Quando recebe o Vasco no estádio Couto Pereira. As chances de rebaixamento são mínimas, porém existem. Sabendo disso, o técnico Pachequinho convoca a torcida para lotar o Couto Pereira. O técnico Alviverde, ainda fez questão de elogiar a equipe Coxa-branca pelo modo como vem atuando nas rodadas finais do campeonato. “O grupo está muito bem nos últimos jogos, em todos os aspectos, técnico, tático, até mental. Colocamos para os atletas que eles tinham condições e eles estão de parabéns pelo comportamento que tiveram dentro de campo”, disse o treinador.

Depois de 3 vitórias seguidas, resta muito pouco para que Pachequinho consiga operar o milagre de nos manter na Série A de 2016.

Valeu Coxa!!!

Texto feito por:
@Andreysuldovski

Estamos sem novidades

(Fonte: O Globo)
Mais um domingo, mais um jogo que terminamos com a mesma sensação. Não temos novidades para contar sobre a partida, que ficou em 3-0 para o Atlético-PR. Foi a mesma defesa ridícula e totalmente nula, o mesmo ataque que nada faz e um baile adversário dentro de campo. Sem treinador, sem vontade, sem rumo. É assim que o Flamengo está hoje.

Nem Jayme de Almeida, que está como treinador nesse fim de temporada após a saída de Oswaldo de Oliveira neste sábado, entendeu e fez duras críticas após a partida. O ex-jogador rubro-negro disse na coletiva: “O time entrou, jogou, mas foi impressionante a falta de interesse e respeito com a camisa do Flamengo. Não é vergonha perder para o Atlético-PR, mas a forma que perdemos foi muito feia. Não me lembro na minha vida profissional ter perdido desse jeito. O que pode fazer é pedir desculpa ao nosso torcedor”. E tem que pedir desculpas pelo ano inteiro.

O que Jayme disse hoje já está sendo cansativamente repetido por aqui e por outros torcedores. O elenco entra sem querer fazer nada, ninguém chega ao campo para se dedicar e fazer valer a confiança depositada. O time perde por incompetência, por burrice e por falta de interesse.

A saída de Oswaldo, em minha opinião, era muito necessária, porém não nesse momento. Falta tão pouco para terminar a temporada que foi um risco grande mandá-lo embora agora. Samir foi o primeiro a ir embora, muitos devem e precisam seguir seu caminho. O elenco inteiro necessita de uma reformulação, desde o treinador até o reserva do reserva. Está tudo errado.

Faço as palavras de Jayme as minhas. A falta de respeito com a camisa do Flamengo já passou dos limites. Agora especulam milhões de nomes para todas as partes do time, mas pra que se tudo continuar assim. O jogo contra o Palmeiras, no domingo que vem, será para um Maracanã mais decepcionado do que nunca. No dia do aniversário do hexa, o rubro-negro precisa encontrar alguma inspiração para não decepcionar mais uma vez.

Mariana Sá || @imastargirl
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