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sábado, 16 de maio de 2015

Após eliminações, Timão bate a Chape

Corinthians e Chapecoense se enfrentaram na noite deste sábado (16) dentro do estádio Fonte Luminosa em Araraquara-SP válido pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo que teve como mandante o alvinegro paulista foi realizado longe de São Paulo porque o Timão foi suspenso por um jogo, tendo que realizar este a mais de 100 km da capital. A suspensão veio por conta dos sinalizadores acendidos no jogo contra o Grêmio ano passado dentro da Arena Corinthians.

Foto: Jean Sandrini

Paysandu perde a segunda na série B

Na tarde de hoje (16), o Paysandu foi para São Paulo enfrentar o Bragantino, na segunda rodada da série B. Os dois buscavam a primeira vitória na competição, e depois de mais um erro de arbitragem, o Paysandu perdeu mais uma.

O JOGO

(Foto retirada do Twitter)

Base do Náutico da vitória no último minuto

Boa noite Alvirrubros! Na tarde deste sábado, o timbu foi até Varginha enfrentar o Boa Esporte no estádio Dilzon Melo. Na raça e na vontade, o elenco alvirrubro mostrou novamente uma bela postura em campo e conseguiu a vitória no último lance do jogo, com gol de Diego e um jogador a menos no campo.

Diego Silva, autor do gol alvirrubro. Foto: Superesportes

Coritiba x Trapalhões: o tabu continua

Em partida válida pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Grêmio foi a Curitiba, onde enfrentou a equipe do Coritiba e perdeu pelo placar de 2 a 0, com duas trapalhadas da zaga que fizeram inveja a Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. O Grêmio segue sem conseguir vencer o Coritiba. O tabu já dura quase 4 (Q-U-A-T-R-O) anos. Seja em casa, ou no Couto Pereira. A última vitória gremista foi em julho de 2011.

Cleber Yamaguchi/Agência Eleven / Gazeta Press
Felipão decidiu mandar a campo o mesmo time que venceu o CRB pela Copa do Brasil no meio da semana. A única alteração foi à saída de Rhodolfo, que sentiu um leve desconforto, para a entrada de Erazo. Yuri Mamute, que havia sido convocado para Seleção Sub20, mas acabou sendo liberado ontem e começou no banco de reservas. O treinador decidiu dar mais uma chance para Pedro Rocha, que fez um grande jogo e foi autor de dois gols na partida contra o CRB.

Ao contrário da partida de quarta-feira, o Grêmio começou o primeiro tempo muito mal. O time marcava bem, mas faltava tranquilidade para trabalhar a bola e envolver a equipe do Coxa, que igualmente marcava muito bem. Aos 26, Thiago Galhardo abriu o placar para o time da casa, após falha defensiva gremista. Pouco depois, aos 33 minutos, Erazo bisonhamente marcou um gol contra. Um gol ridículo. Aos 44 minutos, o Grêmio teve a sua primeira e única chance no jogo até então. Uma oportunidade CLARÍSSIMA de gol com Giuliano e Mamute, que foi desperdiçada. Faltou personalidade à equipe gremista. Um primeiro tempo para se esquecer.
Foto: Jason Silva / Agencia Lancepress!
Na segunda etapa, o Grêmio voltou com mais atitude. Mas ainda não bastava. O Grêmio não criou chances efetivas para reverter o placar. O time ciscava, mas não conseguia de fato se impor e crias boas oportunidades. Não que a equipe do Coritiba fosse boa, mas o Grêmio – como sempre – perdeu para si mesmo.

Péssimo começo de campeonato do Tricolor, que na estreia empatou pelo placar de 3 a 3 com a Ponte Preta. Incrível como o Grêmio caiu de produção. O time, que vinha em uma crescente no Gauchão, viu tudo ir por água abaixo em poucos jogos. A falta de atenção e nervosismo ficou evidente. Todos os gols sofridos nos últimos jogos foram oriundos de erros. Ironicamente, a defesa, que era tão elogiada pela imprensa e torcedores (inclusive por mim), comprometeu o time hoje e em jogos anteriores. Foram trapalhadas horríveis. De gol contra, falhas de marcação a recuos bizarros.

O próximo jogo do tricolor será sábado (23/05), às 21h na Arena, contra o Figueirense. O Grêmio precisa se recuperar, já que teve duas partidas tecnicamente fáceis, mas conquistou apenas um ponto.

FICHA TÉCNICA:
CORITIBA: Bruno, Norberto, Leandro Almeida, Welinton, Ivan, João Paulo, Hélder, Rosinei, Ruy, Thiago Galhardo (Wallyson), Rafhael Lucas (Negueba). Técnico: Marquinhos Santos.

GRÊMIO: Marcelo Grohe, Matías, Erazo, Geromel, Júnior (Mamute), Walace (Fellipe Bastos), Marcelo Oliveira, Maicon, Giuliano, Luan, Pedro Rocha (Everton). Técnico: Felipão.

ARBITRAGEM: Ricardo Marques Ribeiro;
AUXILIARES: Guilherme Dias Camilo e Marcio Eustáquio Santiago.
GOLS: Thiago Galhardo (CFC) e Erazo (GRE, contra).
CARTÕES AMARELOS: Ruy e Norberto (CFC); Marcelo Oliveira, Geromel e Maicon (GRE).
PÚBLICO: 13.715 torcedores;
RENDA: R$ 262.550,00.

Janaína Wille | @janainawille

Steven Gerrard: meu eterno Capitão Fantástico

"É muito estranho. Eu sempre temi por esse momento, e hoje estou aqui absolutamente devastado por pensar que não jogarei diante dessa torcida novamente. Preciso dizer o meu último ‘obrigado’ a cada um desses torcedores, que se sobressaem sobre qualquer outro". Assim Steven Gerrard encerrou seu último discurso como jogador do Liverpool em Anfield. Acredite, capitão, você não é o único a estar devastado.



Não vi Rush, Callaghan, Hunt, tampouco Dalglish. Não vi os gloriosos anos 70 e 80. Não sofri em Hillsborough. Não vi sequer uma Premier League. Mas tive o privilégio de ver Steven Gerrard. Que homem! Um jogador longe de ser um atleta comum. Caracterizado pela disposição e lealdade, Gerrard nos remete à essência do futebol. Ao longo dos últimos 17 anos, o menino transformou-se num homem com rugas, colecionou troféus e impressionou o mundo da bola por sua liderança e lealdade, em tempos de megacontratos.

Eu sempre vi torcedores apaixonados por seus ídolos. Aquele orgulho, brilho no olhar, aquela sensação de ter alguém que realmente te representa. Eu também queria ter o meu. Mas nenhum me satisfazia por inteiro. Foi quando eu conheci Steven Gerrard. Ah, Stevie e sua elegância em campo. Sem deixar de lado a força, a garra. Um atleta de uma técnica incrível e que não desistia de nenhuma bola. Atributos que em si já são invejáveis. Mas Stevie vai além: possui uma índole irreparável. Um caráter forte. Um amor raro pelo time e torcedores. É um líder natural, dentro e fora das quatro linhas. Algo tão lindo e que faz o futebol ser aquilo que amamos. Eu havia encontrado o meu ídolo. Um ídolo com todas as características que eu mais prezo.

A história vencedora de Gerrard todo mundo já conhece. O menino, aficionado pelo Liverpool desde que nasceu e que perdeu o primo em uma das maiores tragédias que o futebol já viu – o Desastre de Hillsborough –, cresceu e tornou-se um dos maiores nomes do futebol mundial. São 28 anos de Liverpool, quase 17 como profissional. Mais de 700 jogos e 185 gols pelo clube, muitos destes com a braçadeira de capitão. Foram inúmeras propostas irrecusáveis de times como Barcelona e Milan que ele recusou. José Mourinho admitiu que, por três vezes, tentou contratar Steven Gerrard – no Chelsea, no Inter e no Real – e obteve sempre a mesma resposta: não. Um “sim” poderia ter feito dele um jogador ainda melhor, mais reconhecido e, certamente, com a carteira mais recheada, mas o amor ao clube falou mais alto.

Onze grandes títulos: uma Liga dos Campeões, uma Liga Europa, 2 Supercopas Europeias, 2 Copas da Inglaterra, 3 Copas da Liga Inglesa e 2 Supercopas da Inglaterra. Não ganhou nenhuma Premier League, é verdade. Mas e daí? Isso mostra que nem os maiores homens são perfeitos.

É duro pensar que hoje Stevie deu seu último tapinha na tradicional placa que fica no corredor que leva ao campo de Anfield. Que foi a última vez que ele pisou nesse gramado. O último YNWA ouvido. As últimas palmas recebidas. As últimas faltas magistralmente cobradas. A última vez que ele carregou a braçadeira de capitão. Hoje se encerra uma era da vida desta lenda e também da minha. Que por sinal, foi muito feliz! Com certeza os gritos de Steven Gerrard ainda ecoarão nos pilares de Anfield Road por muitos anos. E certamente, para lá ele ainda voltará inúmeras vezes, seja como torcedor ou até mesmo jogador ou técnico.

Hoje morreu um pouquinho do futebol e não foi só Anfield que sentiu a tristeza deste dia, foi no mundo inteiro. O capitão fantástico foi sábio até na hora de sair. Soube reconhecer que não era mais o mesmo. É óbvio que os últimos meses não foram brilhantes. A famosa escorregadela que, para muitos, lhe custou o desejado título inglês e o “passe” para o gol do Suárez, que deixou a seleção inglesa de fora  já na primeira fase do Mundial em 2014, devem ter mexido com ele e acredito que ele seja daqueles que guarda mais facilmente os momentos maus que os bons.

Foto: LiverpoolFC
A tarde deste sábado (16/05) foi marcada por tributos intermináveis ao mito Steven Gerrard, tanto antes, como após o jogo. A despedida do estádio, que por tantos anos foi a sua casa, entretanto, não saiu como planejado. A derrota para o sempre estraga-prazeres Crystal Palace foi muito dolorida. Os reds saíram na frente com um gol de Lallana. O empate londrino veio ainda no primeiro tempo com Puncheon e a virada aos 15 do segundo tempo com Zaha. Ao apagar das luzes, Murray ainda ampliou. Com a derrota, o Liverpool perdeu matematicamente a chance de se classificar para a Champions League e tem como incerta a vaga na Liga Europa. O último jogo do capitão fantástico com a camisa do Liverpool será no próximo domingo (24/05) às 11h contra o Stoke City, fora de casa.

Desde janeiro, quando foi anunciada a saída de Gerrard, cada jogo tem sido uma despedida. Agora, chegamos à semana derradeira. A última do ídolo no clube. Ninguém está pronto para vê-lo fora de Liverpool, isso é fato. Eu duvido até que algum dia estejamos. O último remanescente do Milagre de Instambul se despede. O jogador que viu tantos outros ídolos, como Torres e Suárez, deixando o clube seguirá seus exemplos. Mas uma coisa é certa: o Liverpool nunca deixará Steven Gerrard.

Você jamais caminhará sozinho, capitão. 

Somos todos Gerrard! Foto: LiverpoolFC



Janaína Wille | @janainawille

Gerrard: YOU'LL NEVER WALK ALONE!

Se você perguntar para as pessoas o porquê elas amam tanto o futebol, provavelmente você receberá inúmeras respostas que irão te emocionar. Com alguns jogadores de futebol, eles jogam porque gostam e tem um retorno financeiro muito grande. Uma pequena parcela dos jogadores fazem parte de uma exceção dos que jogam por amor e que tem uma linda história por trás para contar.


A tarde deste sábado (16) foi marcada pelo último jogo de Gerrard atuando pelo Liverpool, já que o jogador irá para o Los Angeles Galaxy na próxima temporada aos 34 anos. O meia começou sua carreira nos gramados do Anfield Road e está de saída deixando 708 jogos e 10 canecos levantados e um motivo especial por amar tanto os Reds. Como se esquecer da triste história de Hillsborough, onde 96 torcedores não voltaram para casa? Gerrard esteve presente nesse jogo junto com um primo, e os dois sonhavam em serem jogadores de futebol e atuar pelo clube que amavam: O Liverpool. Mas um deles não voltou pra casa, e Gerrard voltou sozinho sem o seu primo, Jon-Paul que tinha apenas 10 anos.

LEIA TAMBÉM: Steven Gerrard: meu eterno Capitão Fantástico

Confiram o texto de Gerrard:

“Toda vez que eu dirijo em Anfield, eu desacelero para um rastreamento como passar pelo Shankly Gates. Meus olhos são atraídos para a Hillsborough Memorial. Eu vejo as homenagens aos noventa e seis fãs do Liverpool que nunca retornaram da FA Cup semi-final em 1989. Eu vejo os lenços deixados por fãs que visitam, sinais de respeito que se encontram ao lado de coroas de flores colocadas por famílias cujas lágrimas nunca irão secar. Eu vejo a chama que arde sempre, recordando ao mundo que os noventa e seis nunca, nunca serão esquecido.
Eu olho para baixo e vejo os nomes daqueles que caíram sobre a Leppings Lane End, nunca mais se levantaram. Meus olhos param em um nome. Jon-Paul Gilhooley, dez anos de idade, o mais jovem dos que morreram pela equipe que ele amava. Um menino cuja vida foi tirada da mesma forma que estava começando. Esmagado até a morte em uma posição imprópria para seres humanos. Eu sabia quem era Jon-Paul. Ele era o meu primo. Um arrepio percorre minha espinha. Eu faço o sinal da cruz e dirijo.
Sempre que eu via os pais de Jon-Paul durante os meus dias de Trainee da Juventude, em Anfield, me davam uma determinação extra para ter sucesso. Pouco antes de fazer a minha estreia pelo Liverpool, eles disseram: "Jon-Paul estaria tão orgulhoso de você." Durante o jogo, eu senti que Jon-Paul estava olhando para mim, satisfeito que eu estava cumprindo um sonho que ambos compartilhavam.
As famílias são muito boas se apoiando mutuamente. Em Liverpool, você nunca andará sozinho. Nossa famosa canção é mais do que uma sequência de palavras e uma grande sintonia, é um pacto entre as pessoas. Nós estamos juntos em tempos bons e ruins. As pessoas que administram o Grupo de Famílias de Hillsborough merece muito louvor. Eles querem justiça e eles simplesmente não vão desistir, o que é completamente certo. Há famílias em todo o Liverpool com um lugar vazio na mesa, e no andar de cima do quarto intocado. Essas famílias merecem justiça. Eu apoio totalmente a campanha, porque eu quero mesmo. Devemos saber exatamente o que aconteceu em Hillsborough, e quem foi à culpa. Deverão ser tomadas medidas contra os responsáveis ​​que deixeram noventa e seis pessoas inocentes morrerem. Meu primo morreu em Hillsborough, e ele não teve justiça. Quando eu aquecer em Anfield, eu vejo o "Justiça para o 96" no banner e eu aceno apaixonadamente no acordo. O governo deve realizar uma investigação adequada. Só então as famílias dos noventa e seis sentarão em casa e irão chorar, sabendo que a justiça foi feita. Só então eles podem ter túmulos de seus entes queridos sabendo que alguém foi trazido para dar conta dessa terrível tragédia. Uma tragédia que poderia ter sido evitada.
Hillsborough: nunca devemos permitir que isso aconteça novamente. Ninguém deve perder uma vida ou um parente em uma partida de futebol. Toda vez que eu ver o nome deJon-Paul no mármore frio fora do Shankly Gates, eu irei encher com saudade e raiva. Eu nunca deixei ninguém saber isso antes, mas é verdade: Eu jogo para Jon-Paul.”

Torcida do Liverpool homenagiando o capitão! 
O jogo para a despedida foi válido pela penúltima rodada da Premier League contra o Crystal Palace e os Reds perderam por 3 a 1. É óbvio que a derrota não era o melhor para se acontecer na tarde deste sábado já que para o ídolo camisa 8 uma vitória seria a melhor forma de deixar o clube europeu. Mas é bem verdade que essa derrota não tem tanta importância diante das lágrimas que escorreram nos olhos dos torcedores e da saudade que sentirão de Gerrrard.

Obrigada, capitão! Você será eterno. YOU'LL NEVER WALK ALONE!

ISABELA MACEDO | @ismacedo_
Linha de Fundo | @linhadefuundo

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