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domingo, 17 de maio de 2015

São Paulo se mostra abatido com a eliminação e perde em Campinas.

São Paulo perde 3 pontos importantes na 2ªrodada do Brasileirão.
São Paulo jogou contra a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, de portões fechados. O Tricolor procurava se recuperar da recém-eliminação na Copa Libertadores, mas Renato Cajá estragou seus planos.

Além de não poder contar com Carlinhos, que está se recuperando de uma contratura na coxa, Tricolor ainda teve mais alguns desfalques. Michel Bastos, que foi poupado para fazer reforço muscular e a dupla, Lucão e Boschilia, que estão na Austrália junto com a Seleção Brasileira Sub-20, Souza foi relacionado, mas não pode atuar. Milton Cruz apostou então em um meio de campo congestionado, tentando valorizar a posse de bola, porém o Tricolor sofreu muitos contra-ataques.

Galo desconhece ressaca e massacra o Fluminense

Desde a final da Copa do Brasil 2014 o Galo não tinha uma vitória tão tranquila e esmagadora quanto à de hoje (17). A recepção calorosa que a insana torcida alvinegra proporcionou aos atletas na última quinta após ser precocemente eliminado da Libertadores, mesmo jogando melhor nos dois jogos de mata-mata, parece ter tido um efeito motivacional para os jogadores, pois mostraram que não houve ressaca e nem abatimento. O foco agora é total no Brasileirão. Parecia que estavam tentando retribuir o apoio e carinho, presenteando a Massa com uma bela vitória. E conseguiram.

Zagueiro Jemerson fez dois gols e liderou a vitória mineira por 4 a 1 Foto: Adalberto Marques/Agif / Gazeta Press
Fonte: Adalberto Marques/Gazeta Press

Inter e Avaí fazem jogo morno no Beira-Rio

Internacional e Avaí se enfrentaram na noite deste domingo no Beira-Rio pelo Brasileirão. Veja como foi o jogo:

(Eduardo Moura)

Furacão conhece a primeira derrota

Defesa rubro-negra não conseguiu conter Bruno Henrique, atacante esmeraldino. (Foto: Ag. Estado)
Com um Serra Dourada de portões fechados, Atlético dominou o Goiás, mas não conseguiu traduzir as boas oportunidades em gols.

Todas as atenções da partida estavam voltadas ao camisa 18 do Atlético, porém Bruno Henrique ofuscou o ex-esmeraldino e garantiu a vitória ao time da casa após falhas da defesa rubro-negra.

O Atlético vem evoluindo gradativamente na temporada e no jogo deste sábado, mesmo saindo derrotado pelo placar de 2x0, fez uma boa partida. Com mais intensidade no primeiro tempo e boa movimentação o Atlético desperdiçou boas oportunidades com Walter e Douglas Coutinho que acabaram parando em Renan.

Um dia para esquecer. O VILLA foi massacrado em Southampton.



SOUTHAMPTON 6 X 1 ASTON VILLA

SISTEMA TÁTICO DAS EQUIPES:

SOUTHAMPTON – Entrou trabalhando dentro de um 4-5-1, mas com muita dinâmica e diversas variações bem treinadas e sincronizadas, como 4-1-4-1 sem a bola e 4-4-2 ou 4-4-1-1 quando atacava.

ASTON VILLA – O treinador Tim Sherwood continuou a jogar dentro de um 4-3-2-1, com sua linha reta de três volantes. Linha essa diferente do praticado no futebol brasileiro, pois eles não utilizam losango no meio e esses volantes jogam em linha. Na variação Delph virou um ponta esquerda para compensar a falta de avanços do improvisado Hutton.

ESTILO DE JOGO:

SOUTHAMPTON – Trabalhou com bloco alto. Isso fez com que o Villa errasse muito passe na saída de bola que resultaram em alguns gols sofridos.

ASTON VILLA – O time mais uma vez conseguiu jogar com bloco alto e compactação ofensiva, mas os jogadores estavam dispersos diante de um adversário ligado no 220.

MARCAÇÃO:                                                                       

SOUTHAMPTON – Utilizou marcação pressão, mesmo goleando não tirou o pé.

ASTON VILLA – Utilizou marcação por zona.

Mutatis Mutandis: Bahia busca ajustes

Não restam dúvidas sobre o bom trabalho de Sérgio Soares no Bahia de 2014. O treinador soube transformar um elenco renovado - entre peças desacreditadas pela torcida e jovens recém-promovidos da base – em um time vibrante, intenso e que assimilou rapidamente conceitos atuais do futebol que andava desprezados no Fazendão. Poucos jogadores foram contratados, nenhum da “nata” do futebol nacional. Mesmo assim o clube cumpriu as metas estabelecidas para a primeira parte da temporada e, tivesse copado a Lampions League, teria alcançado um semestre perfeito, algo que o clube não obtém desde o longínquo ano de 2001.

Mas vieram as derrotas para o Ceará e algumas feridas ficaram expostas: O time tinha um bom padrão, mas era previsível; faltavam alternativas para modificar panoramas adversos durante as partidas; o esquema principal [4-4-2] estava engessado e fácil de ser anulado; o treinador rodava pouco o elenco em jogos importantes e utilizava sempre os mesmos reservas nas mesmas funções. Some-se a esses fatores a dificuldade financeira e estrutural do clube para garimpar rapidamente reforços que suprissem as carências do time e a contusão que deve afastar o principal jogador durante o primeiro mês de campeonato brasileiro e voilá (ele): O espectro sinistro da desconfiança subiu no telhado.

Bruno Henrique desencanta, e Goiás supera Atlético-PR

O jogo de hoje no Serra Dourada terminou com um suspiro de alívio para os torcedores esmeraldinos. Com o estádio vazio por conta de uma punição que o Goiás teve de cumprir, todos só olhavam para Walter, ex-jogador do Goiás, que era um jogador para desencantar na partida, mas outro jogador brilhou mais na partida, e deu a vitória para o time goiano.

Bruno Henrique marca dois gols, e Goiás vence Furacão
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