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domingo, 26 de julho de 2015

Pra ingressar no G4, Lusa busca vitória diante do Tombense

Tombense e Portuguesa farão o primeiro confronto válido por competições oficiais (Foto: Divulgação/EI)

Só nos resta chorar...


Não dá mais. Outra derrota vergonhosa para um time extremamente ridículo em casa. É o fim da picada para o Goiás nesse Campeonato Brasileiro. Entramos definitivamente na zona de rebaixamento, e duvido muito que iremos sair. O lugar com esse time é na segunda divisão. Para os esmeraldinos, só nos resta xingar, protestar, e principalmente, chorar.

Acabou o caô e o tabu: Cirino ressuscita e Flamengo sonha



Depois de um início de ano complicado e cheio de problemas, o Flamengo finalmente parece ter encontrado o caminho das vitórias. Apesar dos desempenhos duvidosos, os jogadores rubro-negros podem se orgulhar dos resultados conquistados. Três vitórias em três jogos no Brasileirão e a esperança de um futuro melhor.

São Paulo derrota o Cruzeiro e cola no G4

Alexandre Pato comemorando seu gol. (saopaulofc.net)

Coxa arranca empate no fim de jogo diante do Corinthians

O Corinthians entrou em campo na tarde deste domingo em busca de somar mais três pontos, já que o Atlético-MG venceu o Figueirense por 1 a 0 e abria a vantagem provisoriamente na liderança do campeonato. O adversário era o Coritiba que amarga à zona de rebaixamento com apenas 10 pontos, não vencendo a cinco jogos.

Foto: globoesporte.com

Um Furacão (de emoções) em Floripa

Weverton, defende pênalti no acréscimos e garante vitória do Atlético. 

No clássico Nordestino, o Timbu foi mais aplicado e venceu

Foto: André Nery/JC Imagem
Em mais um clássico conturbado em Recife entre Náutico e Vitória, o time baiano viu seu concorrente direto virar o jogo e lhe ultrapassar na tabela de classificação. Em tarde de jogo decidido no banco de reservas e Lisca levou a melhor sobre Mancini.

Arsenal vence o Wolfsburg e conquista a Emirates Cup

Arsenal e Wolfsburg se enfrentaram para decidir o título da Emirates Cup. No jogo preliminar, o Villareal venceu o Lyon por 2-0 e ficou com 10 pontos, sendo assim o Arsenal necessitava de um empate ou gols para ficar com o título. Por ser torneio de pré-temporada, o Arsenal jogou mesclando titulares, reservas e promessas como Cech, Wilshere, Adelaide.

O JOGO:

Primeiro tempo foi modorrento, chato de assistir. Wolfsburg teve mais posse de bola, mas o Arsenal que teve as melhores chances. Aos 16 minutos, De Bruyne cruzou, mas o "Lord" Bendtner não conseguiu alcançar. Walcott jogou de centroavante e isso tem que ter fim, pois ele não sabe finalizar cara a cara com o goleiro, teve uma grande chance e o zagueiro travou. Aos 43 minutos, Monreal tocou para Ozil chutar cruzado e quase abrir o placar para o Arsenal. Destaque deste primeiro tempo para a habilidade apurada de Adelaide, promessa recém-contratada vindo do Lens e que tem apenas 17 anos.

Walcott comemorando seu gol
Foto: 101 Great Goals

Fluminense é chapecado pela arbitragem e sai do G4

Mais uma vez, o Fluminense foi prejudicado pelos seus principais inimigos nesse campeonato: a zaga e a arbitragem. No jogo de hoje, contra a Chapecoense, o Tricolor jogou bem e merecia a vitória. Não só merecia como teria caso o juiz Raphael Claus não alterasse tão significativamente o resultado da partida.

O primeiro tempo começou com chances para os dois times. Tanto o time alviverde quanto o tricolor poderiam ter aberto o placar. Acabou que numa saída de bola errada de Edson, o ataque do time da casa pegou nossa zaga desorganizada (ou deveria dizer em seu estado normal?) e fez 1-0. Nem houve tempo para comemoração por parte dos torcedores na Arena Condá, pois poucos minutos depois, o Fluminense empatou com o mesmo Edson que entregou o gol dos adversários com um belo chute de fora da área.

Gabigol brilha de novo e Santos vence Joinville

Gabriel comemorando um de seus gols
Após a boa vitória sobre o Sport no meio de semana pela Copa do Brasil, o Santos recebeu o Joinville na Vila Belmiro na manhã desse sábado (26/07) e precisando da vitória para respirar no campeonato, o Peixe bateu os catarinenses sem muitas dificuldades, com outra boa atuação de Gabriel, que anotou dois tentos.

Pouco objetivo, Bahia empata primeira em casa

O jogo entre Bahia e Botafogo na tarde de sábado pela série B do campeonato brasileiro reunia todos os elementos que compõem um grande jogo: Tradição, bom público, disputa por posições na tabela e rivalidade. Quando a bola rolou tivemos intensidade e luta para compensar a falta de qualidade técnica que por vezes ficava evidente no embate. O resultado foi um jogo bom, emocionante e disputado em alta rotação por muitos momentos.

O Botafogo vinha com uma série de problemas a equacionar: Desde o técnico interino, passando pela recente saída de jogadores importantes, até a utilização de seis jogadores da base para suprir as lacunas do elenco. O recente declínio técnico do líder do campeonato preocupava a torcida alvinegra. No fim das contas o saldo foi positivo: Liderança mantida com um empate contra um adversário direto à subida de divisão fora de casa.

O Bahia de Sérgio Soares também entrou em campo com uma alta dose de desconfiança da torcida tricolor. Time está tentando se reestruturar entre a volta de jogadores importantes [Kieza, Ávine], o declínio de outros [Pittoni, Maxi] e a chegada de novos atletas [Alexandro, Jailton]. O time não tem agradado nas últimas semanas, seja pelos resultados ruins ou pelo desempenho abaixo do aguardado. Neste jogo, mais motivos para o desconfiômetro do torcedor do Esquadrão atingir níveis alarmantes.

O treinador do tricolor tentou surpreender a equipe carioca. Montou a base da equipe durante a semana com Eduardo no time, o que indicava uma grande possibilidade do Bahia abandonar o 4-3-3 da última quarta-feira. No último instante, com a escalação do alvinegro decidida, optou pela entrada do centroavante Alexandro no time. Souza também voltou ao time titular após experimentar o banco por alguns jogos. Nas laterais dois jogadores com características ofensivas: O estabanado e voluntarioso Adriano e o ídolo da torcida Ávine.

O início do jogo refletiu o cenário esperado: O Bahia com um 4-3-3 base alta e com marcação forte no campo defensivo do Botafogo, intensidade nas fases de transição e muitas jogadas pelos lados do campo, sempre procurando o 2 contra 1 sobre o lateral alvinegro. Apesar da postura e do domínio territorial e de posse – tricolor teve 60% de posse acumulada nos 20 primeiros minutos – a produção ofensiva ficou abaixo do desejado, como tem sido praxe nos últimos jogos da equipe. Apenas um chute de Souza de fora da área e um pênalti não marcado em cruzamento de Ávine e o lateral esquerdo Jean desviou com braço. Muita transpiração, pouca inspiração.

Diante da evidente e esperada queda do ritmo inicial, sem a vantagem desejada no placar, Maxi passou a jogar centralizado, atrás da dupla de atacantes, repaginando o time no 4-4-2 losango, com Yuri no vértice defensivo e Real [esquerda] e Souza [direita] como armadores pelos lados. Na nova função em campo o argentino finalizou com perigo uma vez, de esquerda, assustando o goleiro Jefferson.

Souza voltou e melhorou seu desempenho. Mas segue devendo na parte ofensiva

Porém, logo na sequência o Botafogo abriu o marcador no primeiro ataque da equipe. Bola virada com rapidez encontrou o lateral esquerdo Luís Ricardo no mano a mano com Ávine. Ele abriu espaço com um belo drible e chegou à linha de fundo tabelando com Otávio, de cara com Douglas Pires cruzou para o meio e encontrou Luís Henrique livre. O jovem não encontrou dificuldades em finalizar com precisão. Uma ducha de água fria na torcida, mas um castigo merecido para a ineficiência tricolor.

Botafogo arranca empate em Salvador e segue líder da Série B

Na tarde deste sábado, dia 25, Botafogo e Bahia empataram em 1 a 1 na Fonte Nova pela 14ª rodada da Série B do Brasileiro. Com o resultado, o Botafogo continua líder da competição, agora com 28 pontos. O próximo adversário do Glorioso (já sob o comando de Ricardo Gomes) é o Criciúma, terça, dia 28, às 21h50, no Nilton Santos.

O JOGO

O Bahia, jogando em seu estádio, onde tinha 100% de aproveitamento no campeonato até então, encurralou o Botafogo no início da partida com uma marcação adiantada. Pressionando, o time baiano tentava abrir o placar em jogadas pelos fundos do campo. Aos 3 minutos, Yuri cruzou nas mãos de Jefferson.

Até os 9 minutos, o Bahia ditava o ritmo do jogo. Porém, aos 10', o Botafogo chegou pela primeira vez ao ataque com Gegê, de fora da área, que fez boa jogada individual. O meia chutou e o goleiro Douglas Pires defendeu. Aos 13', Souza roubou a bola e também de fora da área arriscou, obrigando Jefferson a fazer bela defesa.

Aos 15', aconteceu o lance polêmico do jogo. Ávine, no rebote cruzou, mas a bola tocou no braço do lateral alvinegro Jean. Pênalti claro não marcado a favor do Bahia, que reclamou demais. O Botafogo jogava muito atrás. Aos 26', Maxi Biancucchi avançou pela intermediária e tentou cruzar para Alexandro. Luis Ricardo, atento, cortou na hora certa. No minuto seguinte, Maxi Biancucchi resolveu aparecer de novo. Desta vez, na entrada da área, o argentino chutou e acertou a bola na rede pelo lado de fora do gol.


Aos 28 minutos, o Botafogo abriu o placar. Luis Ricardo fez boa jogada pelo lado direito, mais ao fundo e tocou para Octávio, que devolveu a bola. O lateral encontrou Luis Henrique na área e tocou para o atacante, que só ajeitou o corpo para fazer o gol. Botafogo 1 a 0. Linda tabela alvinegra.


    Luis Henrique comemora seu gol (Foto: Felipe Oliveira/ AGIF/ LANCE!Press)

Futebol é uma caixa de cerveja: Quem não faz, toma

Nessa noite de sábado (25), Atlético-MG e Figueirense se enfrentaram pela 15ª rodada do Brasileirão. Figueira se comportou bem durante boa parte da partida, mas com gol de pênalti do argentino Lucas Pratto, o Galo venceu pelo placar de 1x0.

Seleção de ouro

Parabéns meninas! (Foto: GE)
Depois da grande decepção no Mundial, nossas meninas foram para os Jogos Pan-Americanos com apenas um objetivo: trazer o ouro de volta para casa. Com grande parte do elenco que caiu nas oitavas-de-final diante da Austrália na Copa do Mundo, a Seleção Feminina de Futebol mostrou mais uma vez quão especial e talentosa é.

Mesmo sem Marta, nossas jogadoras entraram em campo para vencer e destruíram no Pan do início ao fim. Detentora do título de país mais vencedor nessa categoria, a Seleção queria voltar a vencer depois da derrota para o Canadá em Guadalajara em 2013, quando ficou com a prata, e foi para Toronto cheia de garra e determinação.

O domínio brasileiro começou na fase de grupos, já que a estreia foi com vitória por 3-0 sobre a Costa Rica. Já diante do Equador, o arrebatador 7-1 canarinho deu mais força, o que refletiu no 2-0 sobre o Canadá. Foram três vitórias incontestáveis, o melhor desempenho no torneio e um show de bola. Com isso, a semifinal e a final não poderiam ser diferentes.

Contra o México, as meninas venceram bem por 4-2 e garantiram lugar na quarta final seguida – sendo que, das cinco finais já disputadas, o Brasil não participou de apenas uma. As adversárias eram da Colômbia, time que venceu duas partidas na fase de grupos, empatou com Trinidad Tobago e bateu a anfitriã Canadá na semifinal.  Embaladas e buscando melhorar o desempenho depois do quarto lugar no México em 2013, as colombianas prometeram uma partida difícil.

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