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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Atuação pífia e menos 3 pontos

Torcida comparece no jogo fora de casa (Foto: @Paysandu)
Esta noite (07), o Paysandu entrou em campo para enfrentar o Luverdense, no Estádio Municipal Passo das Emas, pela décima sétima rodada da Série B. Depois de alguns tropeços dentro de casa, o Papão não poderia se contentar nem com o empate e foi ao jogo em busca dos três pontos. Mas o alviverde também precisava dos três pontos, já que pretendia se distanciar da zona do rebaixamento. E foi o time da casa quem conseguiu conquista-los.

O JOGO

O Paysandu começou o primeiro tempo atacando e parecia que assim seria durante todo o primeiro tempo. Mas aos 12' quem abriu o placar foi o Luverdense, Muralha arriscou de fora da área e Emerson falhou, a bola entrou no cantinho. E o Paysandu até tentou se recuperar, mas faltava qualidade, o meio não trabalhava bem, as laterais não funcionavam, os cruzamentos não davam certo. Wellington Junior até tentava jogadas individuais, mas mesmo assim não resultavam em boas chances. Aos 33' Paysandu chegou, à bola desviou e sobrou para Wellington Junior, que mandou para fora. O Luverdense marcava bem e a defesa tirava a bola antes de chegar aos atacantes alviazuis, tentava contra-ataques e se saia bem. Aos 35' Tozin recebeu cruzamento e mandou de cabeça, mas a bola saiu pela linha de fundo.

(Foto: ESPN)
Para o segundo tempo, os dois times voltaram sem alterações. E aos 2' o Luverdense já começou a atacar, Osman bateu da entrada da área e Emerson defendeu em dois tempos. Logo depois, a chance foi do Paysandu, Everaldo recebeu cruzamento, mas cabeceou para fora. Aos 30' Pikachu bateu cruzado na área e ninguém apareceu para completar a jogada, a bola acabou indo para fora. Passados 3 minutos, Tozin chutou de dentro da área com força e Emerson falhou, mas Thiago Martins salvou o gol em cima da linha. Logo depois, Pikachu cobrou falta na área e Gualberto sobeiu sozinho para cabecear, a bola saiu raspando na trave. Aos 38' Edinho deu o passe para Aylon que dividiu com o goleiro Edson, a bola bateu em Paulinho e quase o lateral fez gol contra. Aos 44' Diego Rosa recebeu livre na área e chutou, mas o goleiro Emerson fez a defesa.

Pior do jogo: Emerson, outros jogadores tiveram atuações terríveis, mas o jogador teve uma falha justamente no momento do gol, uma falha que custou 3 pontos.

Comentários: Dado Cavalcanti falhou nas substituições, na primeira substituição tirou o jogador que mais tentou mudar o rumo da partida, Wellington Junior. Deixou o Misael jogar os dois tempos (e mal). Edinho entrou e não acertou nada, errou passes curtos. Já o estreante Everaldo foi nulo em campo, apareceu apenas duas vezes, e não acreditou em algumas jogadas.

Próximo confronto: O Paysandu volta aos gramados na terça-feira (11), às 19h00, no Heriberto Hulse.
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  • PAYSANDU





FICHA TÉCNICA:

Paysandu: Emerson; Pikachu, Thiago Martins, Gualberto e João Lucas; Ricardo Capanema, Fahel e Carlinhos (Aylon); Welinton Júnior (Edinho), Misael e Everaldo (Leandro Cearense). Téc: Dado Cavalcanti.

Luverdense: Edson Kölln; Osman, Luiz Otávio, Everton e Paulinho; Muralha, Ricardo, Adriano Da Matta (Lucas Fernandes) e Diego Rosa; Alipio (Rafael Tavares) e Tozin (Luiz Eduardo). Téc: Sérgio Rocha.

Arbitragem: Devarley Lira do Rosário (ES), Fabiano da Silva Ramires (ES) e Edson Glicério dos Santos (ES)

Cartões amarelos: Capanema (PSC)

(@_cassiagouvea || @linhadefuundo)

Exclusividade do Pan-Americano

Muitos esportes disputados no Pan-Americano não fazem parte do calendário olímpico. Mas, não é por isso que brasileiros não se destacam. Muitas medalhas já foram somadas ao quadro do Brasil no Pan-Americano de Toronto, Canadá, graças a estes esportes. Entre eles estão: beisebol, boliche, caratê, esqui aquático, patinação sobre rodas, raquetebol, sotfbol e squash.

Não muito difundido pelo Brasil, infelizmente, o beisebol não teve representante para competição dos Jogos Continentais deste ano.

Enquanto o boliche, lazer para quase todos, trouxe uma surpreendente medalha de ouro. Marcelo Suartz conquistou a inédita primeira posição nos Jogos Continentais para o Time Brasil. O atleta venceu o venezuelano por 201 a 189 pontos, depois de ter conquistado uma medalha de bronze em Guadalajara, 2011. A disputa de boliche pode entrar nos Jogos Olímpicos em 2020, Tóquio.

Muito assistido em filmes, o caratê conquistou três medalhas de ouro e duas de bronze. Douglas Brose, com ótima campanha, teve quatro vitórias em cinco lutas e ficou em primeiro lugar na categoria 60kg. As outras duas douradinhas vieram nas lutas femininas de categoria 55kg e 68kg com Valéria Kumizaki e Natalia Brozulatto, respectivamente. Nas categorias até 50kg e mais de 68kg femininas, Aline Souza e Isabela dos Santos ficaram na terceira posição. Assim, a equipe brasileira foi campeã geral na disputa do caratê. Agora, a equipe brasileira se prepara para defender o título no Mundial de Caratê que acontecerá ano que vem na Áustria.

Crédito: CBK
De pouca repercussão no Brasil, o esqui aquático surgiu nos Jogos Pan-Americanos em 2007. Nesta edição, sediada no Rio de Janeiro, o atleta Marcelo Giardi conquistou o ouro. Porém, nos Jogos de Toronto, os brasileiros não conseguiram boas apresentações e não conquistaram nenhuma medalha. Luciano Rondi, do wakeboard, foi o brasileiro melhor posicionado, terminando a disputa em quinto lugar. Já Felipe Neves da categoria slalom saiu na primeira rodada, terminando as classificatórias na 11ª posição no ranking, não passando para a próxima etapa.

Crédito: COB
Na patinação sobre rodas, o nosso atleta é tetracampeão pan-americano. Marcel Sturner, de 29 anos conquistou a medalha de ouro após ótimas apresentações que envolveram e emocionaram os presentes nas arquibancadas. Na primeira prova de programa curto, Marcel levantou o público com a música da trilha sonora da série cinematográfica Jogos Vorazes e no programa longo, o patinador apresentou uma coreografia embalada pelos Beatles. Após a participação nas três competições continentais anteriores, Marcel apontou como seu último Pan-Americano este no Canadá. A campeã sul-americana júnior de solo dance, disputado este ano no Paraguai, Ana Beatriz Toledo, nos explica um pouco sobre a disputa da patinação artística no Pan.

- A patinação artística é um esporte que possui três modalidades feitas com somente um patinador na pista. No Pan, somente há competição de uma destas modalidades, que é denominada de livre. Sua competição é dividida em duas partes, programa curto e programa longo. O programa curto corresponde a 25% do resultado final da competição com duração de 2 minutos e 15 segundos, e possui seis únicos elementos obrigatórios. O programa longo corresponde a 75% do resultado final da competição com duração de 4 minutos e não possui um número máximo de elementos, mas possui suas obrigatoriedades.

Na patinação feminina, a jovem de 20 anos, Talitha Haas após um bonze em Guadalajara 2011, conseguiu a medalha de prata no somatório das apresentações animadas que apresentaram um grau de dificuldade e marcações consistentes. A patinadora Ana Beatriz, convocada pelo terceiro ano consecutivo para representar o Brasil no Mundial, em setembro na Colômbia, também nos destaca e exalta a importância das conquistas continentais para o esporte crescer no país.

- Essas medalhas são, sem dúvida, muito importantes para a patinação. Por conta de não ser esporte olímpico tem muitas dificuldades em conseguir um patrocínio ou ao menos um apoio, e como o Pan é o maior evento que inclui outros esportes faz com que essas dificuldades algumas vezes diminuam. Assim, por ser um evento que compõem países da América inteira, o Pan para os esportes não olímpicos é considerada uma Olimpíada, devido à importância que ele tem para esses esportes e países.

Mesmo com ótima campanha na patinação sobre rodas artística, o Brasil não teve participação na disputa de patinação sobre rodas em velocidade.

Infelizmente, também, na disputa de raquetebol, esporte pouco conhecido, não apresentou nenhum representante brasileiro para os Jogos Pan-Americano de Toronto.

No softbol a equipe feminina brasileira, única representante, ocupou a quarta posição. Contentes com o resultado rasparam pela medalha para esta modalidade sem apoio e incentivo em nosso país.

Pouco conhecido dos brasileiros, o squash foi um esporte representado por duas mulheres nos jogos Pan-Americanos deste ano. Thaisa Serafini ficou em quinto lugar e Tatiana Damasio em nona posição. Na competição de duplas, as brasileiras ficaram em quinto lugar e no somatório de equipes feminino, o Brasil ocupou a sétima posição.

Ano que vem, no Rio de Janeiro, estes esportes vão fazer falta pela beleza, originalidade, novidade e torcida que eles carregam. Mas quem sabe, um dia todas as modalidades esportivas consigam o apoio e a representação desejada.

Com carinho, Cássia Moura (@cassinha_moura)

Com a bola toda

Existem esportes que já estão inseridos em nossa rotina. Praticando, acompanhando, ou torcendo, todo mundo já viveu alguma relação com o futebol, o basquete, o handebol e o vôlei. Entendedores de plantão podem apontar como más campanhas nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, Canadá, mas as apresentações durante os Jogos nos despertaram para seguir mais de perto as bases destes esportes, a reformulação dos times e até consagrar a seleção brasileira frente grandes adversários.

O futebol, paixão nacional, teve seu lado de glória e o de desonra. Começando pela notícia boa, as meninas fizeram uma excelente campanha e conquistaram a tão desejada medalha de ouro. Até fazer o povo comemorar com um placar 7 a 1 elas conseguiram, porém foi no jogo contra o Equador, pelo grupo B. Afinal, futebol é coisa de mulher mesmo!

Crédito: Time Brasil
Já os brasileirinhos começaram bem a disputa, vencendo os dois primeiros jogos e empatando o terceiro. Além do futebol masculino jogado em campo, poderia destacar-se algo: a marra, e talvez esta tenha sido o pecado dos meninos. Na disputa da semifinal a seleção brasileira levou uma virada dos uruguaios. O jogo terminou em 2 a 1 e os brasileiros foram disputar o bronze, adiando a conquista da douradinha para além dos já 28 anos de espera.

Segue abaixo campanha do futebol brasileiro no Pan de Toronto.

Feminino
Masculino
Brasil 3 x 0 Costa Rica
Brasil 4 x 1 Canadá
Brasil 7 x 1 Equador
Brasil 4 x 0 Peru
Brasil 2 x 0 Canadá
Brasil 3 x3 Panamá
Brasil 4 x 2 México (semifinal)
Brasil 1 x 2 Uruguai (semifinal)
Brasil 4 x 0 Colômbia (final - ouro)
Brasil 3 x 1 Panamá (final - bronze)

A campanha perfeita foi vista nas quadras. O basquete masculino animou àqueles fãs do esporte para voltarem a acompanhá-lo. Invicto, o time brasileiro seguiu para o jogo da final contra os anfitriões da competição continental, muito confiantes. E foi sem tomar conhecimento do adversário que os brasileiros atropelaram os canadenses por 86 a 71 e conseguiram a tão querida medalha de ouro. Contando com apenas 11 jogadores, porque o armador Raulzinho devido a novo contrato pediu desligamento da seleção, o técnico Rubén Magnano conquista o seu primeiro título, este também é o primeiro feito após criação da Liga Nacional de Basquete (NBB). No final de agosto, a seleção masculina segue para a disputa da Copa América, no México em busca da primeira ou segunda colocação para garantir vaga no Rio 2016, enquanto não decidem se terá vaga direta para o país sede, em reunião marcada para o dia 7 de agosto.

Crédito: Time Brasil
No basquete feminino, as meninas apresentaram uma campanha equilibrada, porém não suficiente para ocupar o primeiro lugar no pódio. Derrotadas pelas canadenses, na semifinal, as brasileiras foram disputar e perderam a medalha de bronze para a seleção cubana. Assim, nosso basquete feminino terminou em quarto lugar no Pan-Americano de 2015.

Segue abaixo campanha do basquete brasileiro no Pan de Toronto.

Masculino
Feminino
Brasil 92 x 59 Porto Rico
Brasil 69 x 75 Estados Unidos
Brasil 79 x 64 Venezuela
Brasil 62 x 57 Porto Rico
Brasil 93 x 83 Estados Unidos
Brasil 73 x 54 República Dominicana
Brasil 68 x 62 República Dominicana (semifinal)
Brasil 63 x 91 Canadá (semifinal)
Brasil 86 x 71 Canadá (final - ouro)
Brasil 62 x 66 Cuba (quarto-lugar)

O esporte preferido dos brasileiros deveria ser o handebol. Campanhas perfeitas deram medalha de ouro para seleção brasileira feminina e masculina na competição. Nossas meninas se tornaram pentacampeãs dos Jogos Pan-Americanos, após voltarem para o segundo tempo da final contra a Argentina, mais preparadas tecnicamente e emocionalmente, assim, venceram por 25 a 20 e terminaram na primeira colocação. Agora treinam para o Mundial que acontecerá no mês de dezembro na Dinamarca.

Já os meninos brasileiros, enfrentaram um jogo com muitas emoções. Também contra a Argentina, o destaque foi o goleiro Maik que fez grandes defesas. As duas seleções fizeram uma final equilibrada e com necessidade de tempo extra para o desempate da partida. E foi assim que terminando por 29 a 27 a grande final de handebol masculino resultou na medalha de ouro para nossa seleção, com um saborzinho de vingança pelo último Pan-Americano disputado. O time Brasil de handebol guarda boas expectativas frente aos Jogos Olímpicos de 2016, depois de uma oitava posição no Mundial disputado em janeiro no Catar, somam-se as conquistas, o primeiro lugar dos jogos continentais.

Segue abaixo campanha do handebol brasileiro no Pan de Toronto.

Feminino
Masculino
Brasil 38 x 21 Porto Rico
Brasil 34 x 17 Porto Rico
Brasil 48 x 12 Canadá
Brasil 38 x 18 Uruguai
Brasil 34 x 19 México
Brasil 48 x 18 República Dominicana
Brasil 40 x 22 Uruguai (semifinal)
Brasil 34 x 24 Chile (semifinal)
Brasil 25 x 20 Argentina (final - ouro)
Brasil 29 x 27 Argentina (final - ouro)

Nesse período de julho, tivemos muitas seleções de vôlei de quadra brasileiras. Mas a quantidade de representantes do time Brasil foi devido ao choque de competições importantes. No masculino, a seleção se dividiu em duas, uma parte iniciou a preparação para a Liga Mundial. Este grupo continha os atletas mais experientes e famosos da seleção de vôlei, mas não foi o suficiente para conquistar o título, caindo nas fases finais disputadas no Ginásio do Maracanãzinho, Rio de Janeiro. Enquanto o vôlei do Pan foi composto por sua maioria de atletas novos, uma espécie de time B. Estes, por sua vez, tiveram um bom resultado, terminando a competição em segundo lugar.

A seleção feminina teve a mesma tática, montar duas seleções para cumprirem com o calendário. A primeira foi disputar o Grand Prix, com fases finais nos Estados Unidos e a segunda foi representar o Brasil nos Jogos Continentais de Toronto. No Pan, a seleção não contou com a oposta Sheila que foi poupada, inclusive do Grand Prix, e durante os jogos necessitou ter maior cuidado com a ponteira Jaqueline, que sentia dores fortes nas costas. Mesmo com empecilhos a seleção brasileira conseguiu a classificação direta para a semifinal. Porém, a mesma coisa aconteceu no Grand Prix e no Pan-Americano, as seleções brasileiras femininas terminaram na segunda posição com a medalha de prata ao serem derrotadas pela seleção estadunidense.

Segue abaixo campanha do vôlei de quadra brasileiro no Pan de Toronto.

Masculino
Feminino
Brasil 3 x 0 Colômbia
Brasil 3 x 2 Porto Rico
Brasil 2 x 3 Cuba
Brasil 3 x 1 Peru
Brasil 3 x 0 Argentina
Brasil 3 x 2 Estados Unidos
Brasil 3 x 0 Porto Rico (semifinal)
Brasil 3 x 2 Porto Rico (semifinal)
Brasil 2 x 3 Argentina (final – prata)
Brasil 0 x 3 Estados Unidos (final – prata)

Das quadras para as areias, o vôlei também foi bem representado. Algumas duplas preferiram seguir no Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Então a responsabilidade de representar as cores do Brasil ficou para as duplas formadas por Lili e Carol e Álvaro e Vitor.

A dupla feminina ficou com a medalha de bronze ao serem derrotada pela seleção argentina na semifinal e vencer da equipe canadense, dona da casa. Invictos, a dupla masculina chegou para disputar a medalha de ouro com a seleção mexicana, mas saiu derrotada por 2 a 1 e ficou com a prata. Agora, todas as duplas brasileiras de vôlei de praia se preparam para continuar as etapas do Circuito Mundial, inclusive no Rio de Janeiro, em setembro que servirá como evento-teste para os Jogos Olímpicos.

Segue abaixo campanha do vôlei de praia brasileiro no Pan de Toronto.

Feminino
Masculino
Brasil 2 x 0 Nicarágua
Brasil 2 x 0 Aruba
Brasil 2 x 0 Chile
Brasil 2 x 1 Venezuela
Brasil 2 x 1 Costa Rica
Brasil 2 x 0 México
Brasil 2 x 1 Uruguai
Brasil 2 x 0 Uruguai
Brasil 1 x 2 Argentina (semifinal)
Brasil 2 x 0 Cuba (semifinal)
Brasil 2 x 0 Canadá (bronze)
Brasil 1 x 2 México (prata)

Com carinho, Cássia Moura (@cassinha_moura)

Apenas esperanças

Nem todos esportes são acompanhados fielmente, mesmo em Jogos Pan-Americanos. O atletismo, pela desculpa de existir várias provas simultâneas, o tênis de mesa e de quadra, assim como a maratona aquática, pela demora das disputas e a ginástica de trampolim pelo desconhecimento dos espectadores. Mas se todos são esportes olímpicos e o Rio de Janeiro é a sede do próximo, cabem aos interessados às repercussões desses, em Toronto, Canadá.

O atletismo, grande esperança de medalha para o time do Brasil nos Jogos Pan-Americanos não alcançou suas metas, em conquistas de medalhas, nem recordes batidos. Foram conquistados 13 pódios, sendo que o hino brasileiro foi tocado apenas uma vez, na vitória dos 5000m rasos com Juliana dos Santos.

Fabiana Murer, grande nome do atletismo moderno brasileiro ficou com a prata ao não conseguir bater a meta dos 4,85m no salto com vara. Na segunda posição do pódio também ocuparam Julião Ronald (lançamento de disco), a equipe masculina do revezamento 4 x 100m, Adriana da Silva (maratona), Erica de Sena (marcha atlética-20km) e Keila Costa ao bater o salto triplo de 14,5m. Caio Bonfim conseguiu a medalha de bronze na marcha atlética masculina de 20km e com ele vieram outras conquistas de terceiro lugar, como, Flávia de Lima nos 800m rasos, Luiz Alberto de Araújo (decatlo), Vanessa Spindola (heptatlo), Jucilene de Lima e Julio César de Oliveira no lançamento de dardo.

Outra aposta de medalha era no tênis de mesa e assim se concretizou. A equipe brasileira conquistou sete medalhas e pela primeira vez uma mulher representante do Brasil subiu ao pódio na disputa. Gustavo Tsuboi, Hugo Calderano e Thiago Monteiro, na disputa por equipes, conseguiram a primeira posição no pódio. Este lugar, ocupado novamente por Hugo Calderano na sua conquista individual. A equipe feminina, Gui Lin, Cardine Kumahara e Ligia Silva ficaram no segundo lugar, assim como, Gui Lin e Gustavo Tsuboi nas disputas individuais. O terceiro lugar do pódio também foi espaço para brasileiros, com Cardine Kumahara e Thiago Monteiro nas disputas individuais. O curioso que se pode observar é que na disputa individual masculina o pódio foi todo verde e amarelo, as três posições foram ocupadas por brasileiros. E no feminino, teve a dobradinha canarinho no pódio. É a hegemonia brasileira no tênis de mesa!

Crédito: Time Brasil
Tantas medalhas do tênis de mesa e essas não conseguiram incentivar a equipe de tênis de quadra. A dupla representante brasileira Paula Araújo e Beatriz Haddad terminou em quarto lugar geral na competição.

Na maratona aquática, Carolina Bilich após disputar 400m e 800m em piscina partiu para natação em águas abertas e terminou na décima posição. Luiz Arapiraca Lima conseguiu uma boa quinta colocação na prova masculina que contou com a desistência de Samuel Menegon, devido ao mal-estar.

De todas as ginásticas, a menos conhecida é a ginástica de trampolim. Saltos e acrobacias sobre a cama elástica deram a sexta posição geral para Camilla Lopes e uma última posição inesperada para Carlos Ramirez Pala.

Além do atletismo, estes esportes tiveram suas finais nos últimos dias de Pan-Americano. Olímpicos sim, mas não muito acompanhados devido baixa repercussão destes, temos o dever de apresentar os brasileiros representantes para os futuros jogos.

Com carinho, Cássia Moura (@cassinha_moura)

Como andam os campeões estaduais no Brasileirão?

Os campeonatos estaduais e regionais já acabaram há algum tempo, o Brasileirão chegou e as quatro séries disputadas já estão em andamento (A à D). Mas como os campeões dos torneios de inicio de temporada se encontram atualmente?

Os dois melhores campeonatos com certeza foram a Copa do Nordeste e a Copa Verde, as finais de ambos deixaram o público do Brasil todo antenados para acompanhar, até quem não tinha o canal que transmitia em sua TV pegou link na internet para não perder o bom espetáculo. Mas o torneio que foi mais equilibrado foi o Campeonato Paulista.

Pela Copa Verde, Remo e Cuiabá fizeram uma final espetacular: 4 a 1 para o time do norte do país no jogo de ida e uma virada sensacional do time Dourado por 5 a 1 na volta. Além disso, o Cuiabá saiu vencedor do Campeonato Mato-grossense. Hoje o clube disputa a Série C e não vai bem, o time verde e amarelo corre chances de cair para a Série D, esta na qual o Remo conseguiu uma vaga ao vencer o Campeonato Paraense, deixando de ser um clube sem divisão. O time Azulino vai indo bem até o momento da primeira fase e com certeza lutará pelo acesso a Série C.

As Copas regionais tem sido um sucesso que estão com o projeto de voltar a Copa Sul-minas para a próxima temporada.

Ainda focando no norte do país, o Nacional foi Campeão Amazonense e luta pela vaga na próxima fase da Série D, o time tem elenco bom para brigar, mas o técnico não está disposto a cooperar na missão.

O Campeonato Cearense contou com Fortaleza e Ceará na final e o time que leva o nome da capital do estado saiu vitorioso e hoje briga por uma vaga de acesso para a Série B, esta que está o time do Vozão que hoje briga para não cair para a Série C. E mais, o time preto e branco do Ceará saiu campeão da Copa do Nordeste diante do Bahia que hoje luta para encontrar uma sequência e subir a elite do futebol brasileiro.

O Bahia saiu campeão do Campeonato Baiano diante do Vitória da Conquista que não tem divisão. Isso mesmo o vice-campeão baiano não tem divisão devido a uma falha grotesca do regulamento local. O Vitória deveria ficar com a vaga para a Série D e quem garantiu o acesso foi o quarto colocado. Isso mesmo, o vice-campeão ficou com a vaga para a Copa do Brasil e Copa do Nordeste para o próximo ano, e o resto da temporada passando por um time da várzea. Triste realidade e vergonhoso o regulamento que falhou nisso.

E o Campeonato Pernambucano contou com Salgueiro e Santa Cruz na final, o time Coral saiu vencedor e está no meio da tabela da Série B. O time Carcará luta por uma vaga na primeira fase da Série C para brigar pelo acesso.

Já o Goiás saiu campeão do Campeonato Goiano e hoje tem fortes chances de ser rebaixado a Série B, enquanto o vice-campeão Aparecidense luta para tentar passar de fase na Série D.

Falando um pouco do futebol do sudeste. O campeão estadual Paulista foi o Santos que não anda bem na elite do Brasileirão e ameaça o coração do torcedor com uma possibilidade de ir para a Série B. Enquanto o vice-campeão Palmeiras vai fazendo um bom campeonato e encontrando um time competitivo com o comandante Marcelo Oliveira.

O Galo Doido saiu-se campeão do Campeonato Mineiro e é líder absoluto da elite do Brasileirão, o vice-campeão Caldense tem praticamente a vaga garantida na próxima fase da Série D, e é favorito a subir de divisão. Ainda falando dos mineiros, o Cruzeiro que foi campeão do Brasileirão nos últimos dois anos não faz uma campanha satisfatória esse ano.

No Rio, Vasco e Botafogo fizeram a final e o campeão Cruzmaltino com o futebol que anda apresentando está praticamente rebaixado. Ou o Vascão acorda enquanto é tempo, ou cairá para a Série B. Já o Botafogo vice-campeão andava fazendo uma boa campanha na Série B, mas o ritmo do time alvinegro começou a cair e já vê os adversários na cola da estrela solitária.

No Campeonato Paranaense, Coritiba foi derrotado na final e hoje tem grande possibilidade de ir para Série B, enquanto o campeão Operário faz uma boa campanha na Série D e irá brigar por uma vaga de acesso a Série C. O Altético Paranaense correu sérias chances de cair no estadual, mas no Brasileirão começou bem, chegou a ser líder e hoje luta por uma vaga de acesso a Libertadores.

Já o Campeonato Catarinense deu o que falar, com a bola rolando o Joinville foi campeão, no tribunal o Figueirense levantou o troféu. E aí, como fica? O JEC amarga à zona de rebaixamento e esteve nela durante todo o Campeonato Brasileiro. Saiu da lanterna quando PC Gusmão chegou ao time e deu vitória e animo ao torcedor jequeano. O Figueirense faz um campeonato razoável e está no meio da tabela almejando nada.

Quem lutou no quadrangular final do Catarinense e lutou para não cair foi o Avaí que começou fazendo um Brasileirão bom, mas hoje já está chegando perto da zona de rebaixamento para a Série B. A Chapecoense ficou em terceiro e é o melhor catarinense na elite do Brasileirão.


No Rio Grande do Sul pra variar a dupla GreNal fez a final do Gaúchão e o Internacional saiu-se vitorioso, priorizou a Libertadores e caiu na semifinal e está no meio da tabela do Brasileirão. Até o tão comentado treinador Aguirre foi dispensado do time Colorado. O vice-campeão Grêmio mais uma vez mostrou que de imortal não tem nada e hoje está duas posições a frente do rival apenas.

O reflexo que temos é que nem todos que foram bem nos estaduais hoje vão bem a seus respectivos campeonatos. Quem foi bem hoje está mal e vice-versa. Poucos times estão conseguindo manter o mesmo ritmo. Além do Brasileirão, agora é hora de começar as fases que deixam o torcedor de cabelo em pé e sem unha nas mãos com a Sul-americana e Copa do Brasil.

Ainda temos uns quatro meses de bola rolando para alegrar o torcedor brasileiro pelos quatro cantos do país, e no futebol tudo pode acontecer e muita coisa ainda pode mudar.

VIVA AO FUTEBOL DE CADA DIA! 

Isabela Macedo | @ismacedo_
Linha de Fundo | @linhadefuundo



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