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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Fora de casa, São Paulo bate o Figueirense e dorme na 3º colocação

Especial em homenagem ao gol de número 130 do MITO! (saopaulofc.net)

O São Paulo foi a campo nesta quarta-feira após uma série de dois jogos sem vitória. A equipe comandada por Juan Carlos Osório treinou intensamente durante a semana e iniciou o “projeto G4”, visando à vitória nos dois últimos jogos do primeiro turno para não se distanciar dos líderes.

O time não contaria com Michel Bastos (poupado) e Rodrigo Caio (tendinite). Mesmo assim, o técnico Colombiano não teve dificuldades para armar a equipe, já que contava com a volta de Wesley e Alexandre Pato. Uma outra novidade seria a primeira partida como titular de Breno após um período de turbulência na Europa.

Já o Figueirense precisaria quebrar um tabu gigante para derrotar os visitantes. A equipe Catarinense não vence o São Paulo há 10 anos, sendo a última vitória  em 2005 em um 3x1 no Orlando Scarpelli.

PARTIDA:

O jogo começou atrasado alguns minutos, isso por que o quadro de arbitragem aproveitou o momento para se manifestar em pedido de um ajuste salarial. Ainda nesta semana haverá uma reunião entre o conselho de árbitros para decidirem se vão parar ou não. A CBF não se pronunciou ainda.

O primeiro lance de perigo do jogo veio dos visitantes. Em ótima jogada de Thiago Mendes, o volante passou para Luís Fabiano que, de primeira, bateu por cima do goleiro catarinense. A partida se manteve com grandes disputas de bola no meio campo e a todo tempo os laterais de ambos os times eram acionados.

Aos 13 minutos, após uma troca de passe espetacular de todo o time São Paulino, Alexandre Pato cortou para a direita e bateu firme de fora da área no canto esquerdo do goleiro Alex Muralha, abrindo o placar da partida. Foi o nono gol do atacante no campeonato Brasileiro. Diferente do que se esperava, o São Paulo continuou buscando o jogo e nas jogadas de escanteio ia se encontrando e caminhando para o segundo gol.

Alexandre Pato comemorando seu gol com o elenco.
(globoesporte.com)
Nos 25 minutos, em mais um tiro de canto, a bola sobrou para o zagueiro Breno, que chutou ao gol e viu a bola resvalar na mão do defensor do Figueirense. O arbitro marcou o pênalti e Rogério Ceni, firme e seguro no canto esquerdo, ampliou o placar. O goleiro artilheiro chegou ao gol de número 130 na carreira.

O jogo começou a ficar morno e o Figueirense não agredia; tudo que o São Paulo queria para administrar o resto da partida. Com o final da primeira etapa, o Tricolor Paulista ia assumindo a terceira colocação, lembrando que times que brigam pelo G4 ainda jogarão amanha.
Na volta para o segundo tempo o Figueirense adotou um estilo de jogo sujo e começou a apelar para agressividade, tentando tirar do sério a equipe São Paulina. Os jogadores Tricolores desgastavam a bola tocando de lado e buscando os meias.

Aos 13 minutos, Rafael Bastos teve uma excelente oportunidade, bateu em cheio no meio do gol para uma belíssima defesa de Rogério Ceni. O técnico Osório apostou em algumas mudanças para segurar o resultado e, com a entrada de Hudson no lugar de Wesley, manteve um sistema defensivo seguro.

Com o jogo movimentado e o Figueirense ameaçando, as jogadas duras tornaram-se comuns em ambos os lados. Aos 32 minutos o zagueiro Luiz Eduardo exagerou no carrinho e acertou em cheio Rafael Bastos. O recém contratado zagueiro foi expulso imediatamente.
Com a vitória, o São Paulo chegou aos 31 pontos. A próxima partida é contra o Goiás no sábado (15/08/15) no Estádio do Morumbi.  

OPINIÃO:

O São Paulo finalmente venceu e voltou a brigar pelo G4 após duas partidas sem vitória. A equipe jogou muito bem, não muito diferente das últimas partidas. Contra o Corinthians nos faltou um juiz competente e contra o Atlético faltou precisão.

Osório mais uma vez apostou em um esquema aberto e contando com o eficiente Alexandre Pato, que não decepcionou e marcou mais uma vez. O atacante vem provando que, mesmo em meio às polêmicas que vai passando seja do lado financeiro ou contratual, anda focado e isso também é uma virtude implantada por Osório, que pediu objetividade e “cabeça focada” aos jogadores.

Muitos torcedores criticaram a ausência do meia-atacante Centurion na partida de hoje. Eu sou contra a essa crítica. Na última partida o argentino errou muitas vezes em lances bobos. É preciso ser justo com todos os atletas e ele não vem merecendo essa titularidade.

Foi especulado durante a semana a contratação do meio campista chileno Valdívia, ex Palmeiras. Sou contra a contratação, pois o jogador é famoso por pipocar e não ser bom de ambiente. Não viria para somar. Já contamos com problemas similares com atletas como Paulo Henrique Ganso e Luís Fabiano, sem falar que é a hora de conter os gastos. Valdívia não viria para receber menos que 300 mil, acredito. Não é necessário sua vinda, que faça uma boa passagem em Dubai ou onde quer que seja.

FICHA TÉCNICA:

Local: Orlando Scarpelli, Santa Catarina.
Publico: 10.301 torcedores.
Renda: R$ 230.980,00.
Arbitragem: Anderson Daronco (RS), Marcelo Bertanha Barison/RS e José Javal Silveira/RS.
Cartões Amarelos: Wesley, Luís Fabiano, Breno, Hudson (São Paulo); Marquinhos, Clayton, Bruno Alves (Figueirense).

FIGUEIRENSE:
Alex Muralha, L. Silva, Marquinhos (Bruno Alves), T. Heleno, M. Pedroso (Sueliton), P. Roberto, Fabinho (Carlos Alberto), João Vitor e Rafa Bastos, Marcão e Clayton. Técnico; Angel Fucks.

SÃO PAULO:
Ceni; Thiago Mendes, Toloi, Lucão e Carlinhos; Breno (Bruno), Wesley (Hudson), Auro, Ganso, Luís Fabiano (Carlinhos) e Alexandre Pato. Técnico; Juan Carlos Osório.

Com todo respeito, Santos vence e afunda Vasco

Jogadores do Peixe comemoram o gol do jogo
Na noite dessa quarta feira (12/08), o Santos recebeu o Vasco na Vila Belmiro e, apesar do placar magro, não teve grandes dificuldades para dominar e vencer a partida, mantendo a ascensão no campeonato.

O Peixe dominou a partida desde os primeiros minutos de jogo, aproveitando um Vasco muito acuado e instável defensivamente. Mas, apesar dos 45 minutos bem movimentados do time da Vila, o placar ficou em branco, já que todas as investidas santistas acabavam com finalizações erradas e, as que foram no gol, Martin Silva não deixou passar.

Na segunda etapa, logo aos 3 minutos de jogo Geuvânio sofreu falta na entrada da área e na cobrança Victor Ferraz acertou um chute magnifico e abriu o marcador na Vila. O panorama da partida permaneceu o mesmo, só o Santos atacava e aos 33 minutos Lucas Lima sofreu pênalti e na cobrança o artilheiro do campeonato Ricardo Oliveira não bateu bem e parou em mais uma defesa de Martin Silva. Mesmo com o erro, Ricardo ainda tem sozinho mais gols que o Vasco na competição.

Para não dizer que só deu Santos os 90 minutos, o time vascaíno chegou com perigo em finalização de Jomar, mas Vanderlei foi muito bem e conseguiu fazer a defesa. No mais, poucas emoções e vitória santista.

O Vasco termina a rodada segurando a lanterna da competição com apenas 13 pontos, já o Peixe subiu para a 11ª colocação, porém espera os resultados complementares da rodada. Agora as equipes voltam à campo pela 19ª rodada no próximo sábado, o Santos viaja para encarar o Atlético Paranaense e o Vasco recebe o Coritiba no Maracanã.

FICHA TÉCNICA:

SANTOS 1 X 0 VASCO
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)

Data: 12 de agosto de 2015, quarta-feira
Horário: 21 horas (Horário de Brasília)
Árbitro: Emerson Luiz Sobral (PE-CBF-1)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG-FIFA) e Fabiano da Silva Ramires (ES-ESP-2)
Cartões amarelos: Gabriel, Marquinhos Gabriel (Santos); Serginho, Guiñazu (2), Rafael Silva e Thalles (Vasco)
Cartão vermelho: Guiñazu (Vasco)
Público: 12.038
Renda: R$ 281.255,00
GOL: Victor Ferraz, aos 3 minutos do segundo tempo.

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz (Daniel Guedes), Gustavo Henrique (Werley), David Braz e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Geuvânio (Leandro), Gabriel (Marquinhos Gabriel) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Jr.

VASCO: Martin Silva, Madson, Rodrigo, Jomar e Christiano; Pablo Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos (Herrera), Julio Cesar (Rafael Silva) e Jhon Cley; Riascos (Thalles).
Técnico: Celso Roth

Pedro Henrique | @peeedrito17

Santa sofre, mas vence o Mogi no Arruda



Na noite de terça feira (11/08), o Santa Cruz recebeu a equipe do Mogi Mirim no Estádio do Arruda. Embalado pela vitória em cima do Botafogo na última rodada, a equipe tricolor entrou com todo favoritismo e com esperanças de gols da dupla de ataque Grafitte, que retornou triunfantemente no jogo passado marcando o gol da vitória, e Aquino, artilheiro isolado da Série B. E ambos não decepcionaram a torcida coral, que, em um número muito menor comparado ao último jogo, compareceu numa noite chuvosa. O Santa dominou a partida em casa e subiu mais uma posição na tabela, chegando a sétima colocação e ficando cada vez mais perto do G4.

Martelotte é o dono de todo o crédito pela melhora da equipe. Desde que chegou, foram 11 jogos no comando da equipe coral, apenas duas derrotas, dois empates e incríveis sete vitórias, com um aproveitamento de 69,69%, melhor do que qualquer equipe na Série B. O treinador chegou resolvendo todos os problemas que o time tinha antes da saída de Ranatinho, problemas que colocavam o Santa como um dos principais times a serem rebaixados. Hoje a realidade é bem diferente e, para muitos, o G4 é apenas uma questão de tempo. Talvez o G4 não venha, mas não se pode negar, o Santa vive um ótimo momento e Martelotte mais do que ninguém, tem seus méritos pelo bom momento.


O JOGO

O Santa entrou em campo com a seguinte equipe:

Tiago Cardoso, Vitor, Néris, Danny Morais, Lúcio, Wellington, Bileu, João Paulo, Lelê, Aquino e Grafitte. Técnico: Marcelo Martellote.

O Santa já era favorito bem antes do jogo contra o Botafogo. A tabela, o momento do Mogi e o fator casa davam condição a equipe do Santa Cruz de alcançar a vitória e assim se fez. Porém, foi mais difícil do que se imaginou. Mesmo sem Rivaldo, o Mogi Mirim deu trabalho a equipe tricolor e o Santa teve que suar muito a camisa para arrancar os três pontos.

Logo aos 13', Edson Ratinho cruzou a bola e Serginho tentou pôr no contrapé de Tiago Cardoso, que fez um milagre, mas no rebote não teve jeito. Geovane, livre, abriu o placar no Arruda em favor da equipe paulista, causando choque a torcida tricolor. Daí pra frente o Santa tomou conta da partida, tendo maior posse de bola e chegando mais ao campo de ataque e não demorou muito pra dar resultado. Cinco minutos depois, a estrela de Grafitte voltou a brilhar. Depois do cruzamento no escanteio de João Paulo, Danny Morais ajeitou de cabeça e Grafitte só teve o trabalho de tirar a bola do goleiro do Mogi e marcar seu segundo gol em dois jogos após a volta ao Santa Cruz e o empate da equipe tricolor.

O gol só fez o Santa se empolgar mais e a torcida foi com o time. Ainda no primeiro tempo, Danny Morais teve a chance da virada depois de receber um cruzamento de João Paulo, mas o zagueiro mandou a bola ao lado do gol do Mogi. Mesmo assim a virada veio aos 28', quando Lelê entrou na área, o ex jogador do Santa Cruz Leo Bartholo vacilou na marcação e cometeu pênalti no meio campista tricolor. Todos esperavam que Grafitte cobrasse a penalidade, mas Aquino, o cobrador oficial, foi na bola e assustou a torcida presente no Arruda. A bola passou por baixo do goleiro, que quase conseguiu a defesa, mas acabou entrando. Aquino marcou seu décimo gol na Série B, virando assim artilheiro isolado da competição. Sem mais lances perigosos, assim acabou o primeiro tempo.

No segundo tempo o Santa Cruz fez o que de melhor aprendeu a fazer após a chegada de Martelotte: segurar, e bem, o resultado positivo. Ainda contou com as entradas de Luisinho, Moradei e Marlon, e a surpresa ficou mesmo com Grafitte, já que atacante ficou os 90 minutos em campo muito antes do previsto para o jogador.

Local: Estádio do Arruda Auxiliares
Data: 11/082015
Árbitro: Andrey da Silva E Silva
AuxiliaresHeronildo Freitas da Silva e Helcio Araujo Neves 
Gols: Santa: Grafitte 19', Aquino 28'. Mogi Mirim: Geovane 13'


Na próxima rodada o Santa vai a Salvador enfrentar a forte equipe do Vitória e o time tricolor vai ter que jogar muito mais do que jogou para pensar numa vitória ou até mesmo num empate. Por outro lado, uma vitória coloca o Santa a apenas um ponto do G4 dependendo de alguns resultados de outras equipes. 

O Santa chega bem mais confiante a esse confronto depois de ótimos resultados e principalmente após a chegada de Martelotte. A equipe Coral entrou de vez na luta pelo acesso e, por que não, do inédito título da Série B? A torcida está ao lado da equipe e desse jeito o Santa pode ir cada vez mais longe.

Continue informado pelo meu Twitter @HigorCarvalho

Náutico vai até Salvador e fica no empate com o Bahia

Boa tarde alvirrubros! Na noite de ontem (12/08), o Timbu foi até Salvador enfrentar o Bahia pela 18ª rodada. O jogo foi um show de marcação e gols perdidos pelo alvirrubro pernambucano, o resultado final, 1x1. O gol marcado pelo Náutico foi de Patrick Vieira e pelo Bahia foi de Vitor.

Bahia x Náutico, 1x1. Foto: Cassio Zirpoli

Botafogo vence o ABC e se mantém no G4 da Série B

O Botafogo recebeu o ABC no Nilton Santos na noite desta terça, dia 11. O jogo foi válido pela 18ª rodada da Série B. Pressionado, o time carioca precisava vencer de qualquer jeito se quisesse continuar na zona de classificação para a Série A. A dupla Neilton e Navarro desencantou e marcou os gols da vitória botafoguense. Com o resultado, o Glorioso manteve-se no G4, com 33 pontos. O próximo adversário é o vice-líder América-MG, sábado, às 16h30min, em Minas. Confronto direto.

O JOGO

O Botafogo entrou em campo na 5ª posição e, portanto, sabia que vencer era obrigação. Com Daniel Carvalho como titular, o Glorioso tinha a posse de bola, mas pecava no último passe, que chegava sem qualidade. Aos 12 minutos, em bobeira de Willian Arão, que tocou mal, o ABC recuperou a bola e partiu em um contra-ataque mortal. Edno, ex-jogador do Botafogo, não desperdiçou a ótima oportunidade e tratou de abrir o placar. ABC 1 a 0. O gol não intimidou o Botafogo, que minutos depois empatou. Navarro, de cabeça, fez um belo gol após lance que parecia despretensioso, isso aos 21 minutos. Era o empate botafoguense. A virada veio aos 30 minutos. O goleiro Saulo deixou o lateral na fogueira e Daniel Carvalho roubou a bola. O meia deu uma assistência ao atacante Neilton, que apenas empurrou para o gol. O primeiro tempo acabou 2 a 1.

                    O uruguaio Navarro comemora um de seus gols (Foto: Vitor Silva/SS Press)

O segundo tempo seria ainda melhor. Aos 9', Navarro fez seu segundo gol no jogo e o terceiro do Botafogo na partida, também de cabeça, após cruzamento na medida de Daniel Carvalho, um dos destaques. Típico gol de camisa 9. O ABC não teve forças para reagir e, com isso, o Botafogo apenas administrou o resultado. A vitória veio em boa hora. Trouxe alívio antes de um confronto direto importante.

OBSERVAÇÕES

Daniel Carvalho, mesmo acima do peso e sem condições de jogar a partida inteira, é bem melhor que o Octávio.

Navarro mostrou que é bom na bola aérea. Vai ser útil demais ao Botafogo. Neilton também será fundamental.

Impressiona como Willian Arão caiu de rendimento. O cara consegue errar passes simples. O gol do ABC saiu após um erro de passe dele.

Botafogo segue invicto no Nilton Santos na Série B.

FICHA DO JOGO

Botafogo 3
Jefferson, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Diego Giaretta, Thiago Carleto; Serginho, Willian Arão, Daniel Carvalho, Diego Jardel (Octavio); Neilton (Elvis), Álvaro Navarro (Luis Henrique). Técnico: Ricardo Gomes.

ABC 1
Saulo, Reginaldo, Luizão, Leandro Amaro, Marcílio; Fabio Bahia, Michel Wellington (Bruno), Rafael Miranda, Bismarck (Rafael Oliveira); Fabinho (Rafinha), Edno. Técnico: Ademir Fesan. 

Estádio: NIlton Santos (RJ).
Árbitro: Luiz César de Oliveira Magalhães (CE).
Assistentes: Nailton Junior de Sousa (CE) e Vaneide Vieira de Gois (CE).
Gols: Edno (12' do 1º T), Navarro (21' do 1 ºT), Neilton (30' do 1º T), Navarro (9' do 2º T).
Cartões amarelos: Luis Ricardo (Botafogo); Reginaldo, Leandro Amaro e Fabinho (ABC).
Público: 6.435.
Renda: R$ 64.415,00.

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Vitória mantém liderança da Serie B após bater a Luverdense

Foto: Divulgação
Vitória atuou fora de casa, mas num estádio que até certo ponto era neutro. Jogou um primeiro tempo aceitável, mas irritante. E um segundo tempo ruim, mas sabendo aproveitar as chances criadas.

O JOGO
               
O primeiro tempo foi equilibrado. O Vitória buscava as jogadas pelos flancos, mas as chances não apareciam graças à zaga do Luverdense.

O lance mais claro de gol foi pelo lado do rubro-negro. Aos 15 minutos, Escudero arriscou de longe, a bola foi desviada e sobrou para Mattis que deu uma linda bicicleta, mas a bola foi para fora.

O Luverdense tentava aproveitar os contra-ataques, mas a lentidão no raciocínio do ultimo passe privilegiava a linha alta da defesa do Vitória.

Segundo tempo

A etapa final começou como uma reprise do primeiro tempo, mas a Luverdense passou a levar mais perigo.

Aos 6 minutos, Rogério chutou colocado e Edson fez uma defesa linda impedindo o primeiro gol do Vitória.

Já aos 16’, foi a vez de Gatito Fernandez fazer bela defesa depois de uma cabeceada á queima-roupa de Luis Eduardo.

A partir daí, a Luverdense começou a pressionar o Vitória.

Luis Eduardo, aos 27’, recebeu a bola sozinho, com o gol aberto e chutou para fora.

O Luverdense ainda tentava cruzamentos na área do Vitória, mas Guilherme Mattis estava inspirado e conseguia tirar todas as bolas.

Wagner Mancini interviu e colocou Vander e Jorge Wagner nos lugares de Flávio e Pedro Ken, respectivamente.

Aos 37’, Jorge Wagner acertou um belo lançamento para Vander que, sozinho, deu uma cabeçada certeira para o gol, sem chances para Edson.

O Vitória conseguiu sacramentar o triunfo aos 46’. Diego Renan recebeu na grande área um passe perfeito do Meia Elton, bateu o zagueiro no domínio e bateu forte, a bola ainda bateu no goleiro Edson e entrou.

RESUMO
                                                                       
O que vem chamando a atenção nas ultimas cinco partidas do Vitória é uma oscilação muito grande de rendimento dentro dos jogos, mas ainda assim o time continua a pontuar, com exceção do jogo contra o Náutico. O sistema de jogo 4-1-3-2 e 4-3-3 que é muito mais a cara de Mancini, sofre com o pouco tempo de adaptação e entendimento por parte dos atletas. Mas é visível a boa solidez da dupla de zagueiros do leão, que é quem segura toda essa oscilação do conjunto nos jogos. Vale ressaltar também, que a baixa qualidade técnica dos adversários, soma muito nesse fato que levantei acima. Esperamos que o time volte atuar bem e de forma consistente. No entanto na SÉRIE B o que vale mesmo é ganhar os três pontos, e quando esses três pontos costuma a vir mesmo com o time não apresentando um futebol razoável e moderno, prova também que com ajustes de treinos e no elenco, é possível se vencer uma competição de pontos corridos, mesmo estando no Nordeste do País. Agora é lotar o Barradão, respeitar o Santa antes de a bola rolar e quando o juiz apitar o inicio do jogo entrar com espírito e determinação para vencer o jogo, pois o Vitória esta devendo em jogos de confrontos direto e vem dois deles em sequencia.

É isso ai galera!

Por @adsonpiedade

FICHA TÉCNICA
LUVERDENSE 0 x 2 VITÓRIA

LUVERDENSE - Edson; Osman, Everton, Luiz Otávio e Paulinho; Muralha (Lucas Fernandes), Ricardo, Da Matta e Diego Rosa (Bruninho); Alípio e Tozin (Luiz Eduardo). Técnico: Júnior Rocha.

VITÓRIA - Gatito Fernandez; Diogo Mateus (Euller), Guilherme Mattis, Ramon e Diego Renan; Amaral, Flávio (Vander), Pedro Ken (Jorge Wagner) e Escudero; Rogério e Elton. Técnico: Vágner Mancini.

GOLS - Vander, aos 38, e Diego Renan, aos 46 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Tozin, Osman e Luiz Eduardo (Luverdense); Vander (Vitória).
ÁRBITRO - Rodrigo Alonso Ferreira (SC).
RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.
LOCAL - Arena Pantanal, em Cuiabá (MT).

CHUCK NORRIS - 18ª RODADA DO #CartolaFC

Salve, salve, nação cartoleira e leitores do Linha De Fundo.

O Chuck Norris teve um desempenho aceitável na última rodada. Fizemos 70,75 pontos, mas ficou a sensação de que deveria ter sido melhor. O MITO da rodada, Luan, estava entre nossos cotados, no banco de reservas, mas foi preterido por Thiago Ribeiro. Por isso sempre é importante dar uma olhada nas opções do banco. Tem boas dicas lá também.

Vamos ao Esquadrão dessa rodada, que seguirá nossa arrancada entre os times TOP da liga Nacional:

#CHUCKNORRISRODADA18 #RUMOAOS100PONTOS

Remo é líder isolado do grupo e melhor equipe da série D

Remo e Nacional conseguiram trazer um bom público para Arena da Amazônia nesta segunda feira, 10
Fonte: globoesporte.com/pa
Na última segunda-feira, 10 de agosto, Remo e Nacional colocaram em jogo mais uma vez a sua rivalidade. A Arena da Amazônia recebeu um bom publico e as equipes não deixaram a desejar em campo. O leão paraense levou a melhor com um gol marcado no final do segundo tempo e agora é líder isolado do grupo A1 da série D. Com essa vitória o Remo se tornou a equipe com o melhor aproveitamento da competição.

O jogo começou bastante pegado, a equipe do Nacional estava marcando bem os jogadores do Remo, muitas faltas foram cometidas e o meio de campo embolado nos fazia notar certo nervosismo das duas equipes. Aos dez minutos as equipes ganharam ritmo de jogo e o Nacional foi quem pressionou mais. Fernando Henrique, goleiro do Remo, tem feito grandes atuações e nesse jogo não foi diferente. Em uma ótima defesa, espalmou pra fora um chute forte de Peter e salvou o leão azul de levar gol. 

Eduardo Ramos novamente foi um dos destaques da partida e responsável pela criação das jogadas do Remo
Fonte: globoesporte.com/pa 
Eduardo Ramos mais uma vez foi um dos destaques da partida, puxando contra ataques e com arrancadas, colocava os jogadores em ótimas oportunidades de finalização, como fez com o Alex Ruan, que cruzou rasteiro na área, mas Leo Paraíba não chegou a tempo de chutar para o gol. O Remo já não estava mais intimidado no jogo e armava constantes contra ataques regidos pelo maestro Eduardo Ramos, mas como já é de praxe, infelizmente, o Remo sempre pecava nas finalizações e nos últimos toques. No segundo tempo, o Nacional veio mais defensivo, mas o jogo continuou bastante equilibrado. Os goleiros tiveram bastante trabalho e fizeram uma partida muito boa. Até então, a “culpa” pelo empate estava nas mãos deles, já que as duas equipes criavam e buscavam o gol com frequência. Nos últimos dez minutos da partida, com medo de tomar um gol no final do jogo, o técnico do Remo, Cacaio, fechou mais equipe tirando um atacante e um meia. Entraram no jogo o volante Felipe Macena e o lateral direito Levy. Apesar de tornar a equipe mais defensiva, o Remo conseguia criar contra-ataque e pressionar o Nacional que acabou se encolhendo dentro de campo e em um descuido da defesa do Naça, Eduardo Ramos puxou o ultimo contra-ataque do jogo, aos 48 minutos do segundo tempo e achou Levy na ponta direita que chutou certeiro no gol e deu ao Remo a vitória tão suada desse jogo. Jogo esse que ao ver do técnico Cacaio, foi o melhor do Remo até agora e em minha opinião, foi o jogo mais equilibrado e difícil.

Levy foi o autor do gol que deu ao Remo a vitória e a liderança isolada do grupo A1
Fonte: globoesporte.com/pa 
PROXIMO JOGO

O próximo jogo do Remo é na próxima segunda-feira, dia 17, contra o Náutico-RR, em Roraima. Remo e Nacional voltam a se enfrentar dia 22, às 18h30, no Estádio Arena Verde, em Paragominas.

REMO
Fernando Henrique; Ilailson, Henrique, Max e Alex Ruan; Leandro Santos, Chicão, Eduardo Ramos e Juninho (Levy); Whelton (Aleílson) e Léo Paraíba (Felipe Macena).

NACIONAL
Rodrigo Ramos; Maurício Leal, Gilson e Robinho; Peter, Dênis, Lusmar (Felipe Manoel), Danilo Rios, Charles e Romarinho (Lídio); Júnior Paraíba.

Texto por: Angel Caldeira
@Angel_Caldeira

#111AnosGloriosos de Botafogo!

12 de agosto de 2015: o Botafogo comemora hoje seus 111 anos de vida. Uma instituição centenária, que usa e abusa da emoção em sua bela e gigante história. São ídolos incontáveis, tais como Garrincha, Nilton Santos, Jairzinho, Gérson e tantos outros. Vou parar por aqui para não humilhar os outros clubes que contam nos dedos os ídolos que possuem. #indiretasdobem¹
Eu poderia falar também que foi o Botafogo, o clube responsável pela maior goleada da história do futebol brasileiro: um acachapante 24 a 0 sobre um extinto time chamado Mangueira.


Poderia dizer também que é o Glorioso o clube que mais cedeu jogadores à Seleção Brasileira. Inclusive, se por um acaso, o Brasil é penta, muito se deve ao Botafogo de Futebol e Regatas, que possui participação efetiva nessas conquistas.

O escudo, para quem não sabe, foi eleito o mais bonito do mundo. E nem precisa de letra para ser reconhecido: basta uma humilde, mas imponente estrela solitária. E o que falar do hino? Ele toca e o olho já lacrimeja. Mascote? Serve tal de Biriba, simpático cão preto e branco, amuleto da sorte? Até isso o clube possui.

Bom, é verdade que o momento não é lá muito bom. Mas com garra, humildade e união, o time estará de volta ao lugar que jamais deveria ter saído: a elite do futebol brasileiro. Sem tapetões, STJD e coisas do tipo. A volta vai ser no campo, jogando bola. #indiretasdobem²

"Momentos ruins eu já vivi, mas nunca parei de cantar, e esse fogo no meu peito, que nunca vai se apagar..." Canto da torcida.

É verdade também que nesses últimos anos, a falta de títulos relevantes tem incomodado bastante os botafoguenses. Dizem as más línguas que, por isso, o clube é pequeno. Bem, acho que, com uma história tão magnífica como a que foi apresentada no início desse texto, não dá para dizer que o Botafogo é pequeno, né?

Não, ele não é pequeno. Ele é gigante. Um gigante inflamado por 4 milhões de torcedores apaixonados, todos escolhidos a dedo. Sofrimento, esperança, pessimismo, sim, todas essas características acompanham os alvinegros, por anos, anos e anos. Há coisas que só acontecem com o Botafogo, para fazer jus à emoção que é torcer por esse time. Aliás, é um orgulho enorme torcer por esse time, ilustre, que desafia a lógica, dribla a facilidade e flerta com o impossível (ou quase impossível). Os momentos inesquecíveis são muitos: a Conmebol, em 1993, o título brasileiro de 1995, em pleno Pacaembu, os mais de 100 mil torcedores no Maracanã, em 1999 (última vez que o estádio recebeu um público desses), a chegada de Seedorf, à volta a Libertadores... É um prazer acompanhar esse clube tão místico, cheio de histórias para contar. Falo em alto e bom som que sou botafoguense, apaixonado, extremamente feliz.


"O Botafogo tem tudo a ver comigo: por fora, é claro-escuro, por dentro, é resplendor; o Botafogo é supersticioso, eu também sou. O Botafogo é bem mais que um clube - é uma predestinação celestial. Seu símbolo é uma entidade divina. Feliz da criatura que tem por guia e emblema uma estrela. Por isso é que o Botafogo está sempre no caminho certo. O caminho da luz. Feliz do clube que tem por escudo uma invenção de Deus." Armando Nogueira, jornalista.

“Assim é o botafoguense. Eles não sofrem, se purifica. Os invejosos desafiam, dizem que os alvinegros são poucos. Equívoco; são relíquias. E preciosidade não se encontra às pencas no boteco da esquina.” Autor desconhecido.

#111AnosGloriosos

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Saudações alvinegras!

Paysandu perde para Criciúma por erro individual

Depois de uma derrota para o Luverdense, o Paysandu entrou em campo num esquema diferente, o técnico Dado Cavalcanti resolveu não insistir nos três atacantes fora de casa. Essa noite o adversário era o Criciúma, um concorrente direto e a vitória seria ideal. Mas mais uma vez perdeu a chance de subir posições, sofrendo a derrota no fim do jogo.

O JOGO
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