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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Jogando mal ou jogando bem, o resultado é sempre o mesmo: Empate

Na tarde desse domingo (16), o Sport "reativou" a Ilha do Retiro para enfrentar a Ponte Preta. Com uma partida bem abaixo do esperado e com erros antigos de postura, o Leão empatou mais uma vez e perdeu a chance de se manter ainda mais vivo na luta pelo G-4.

Diego Souza marcando o único gol rubro-negro na partida
(Foto: Superesportes PE)
Depois de dois jogos sendo prejudicados pela arbitragem, enfim, uma partida digna dos homens do apito, mas antes disso um duro protesto da torcida leonina, que vaiou o hino nacional e gritaram "Ah, é Pernambuco" como forma de atingir a CBF. Contrariando as expectativas, o trio pernambucano (que nem deveria ter sido escalado, na minha opinião) fez uma ótima arbitragem e não influenciou no resultado do jogo.

O que influenciou de verdade foi a péssima atuação leonina, que conseguiu iludir o torcedor ao começar bem a partida e rapidamente abrir o placar com Diego Souza após uma bela troca de passes com André. Golaço. Depois disso, a sina se repetiu. Gol cedo, o time recuou e a pressão adversária teve início. O recuo expôs ainda mais as atuações lastimáveis de alguns jogadores e a má atuação do time em geral. Marlone, uma das principais armas ofensivas do Sport, esteve bem abaixo do que pode render e Elber repetiu as péssimas atuações que vem tendo desde seu retorno aos gramados.

O futebol demonstrado na segunda etapa foi lamentável e fator essencial para afirmar que foi a pior partida do Sport no campeonato. A péssima atuação deixou a mostra a falta de qualidade na marcação de Ferrugem ou a má partida dele em termos defensivos, principalmente (muito cedo para julgar). Nas costas do lateral direto era onde se criavam as principais jogadas ofensivas da equipe campineira, que sempre terminavam na procura por Borges. Em um dos poucos ataques da Macaca pelo lado esquerdo, Keno fez boa jogada e deu de presente o gol para Bady, que fez o impossível e perdeu. A resposta rubro-negra foi rápida e no mesmo estilo: Ineficiente. Em um contra-ataque rápido, Rithely deixou André livre, só com Marcelo Lomba a sua frente e ele isolou, perdendo a chance de matar o jogo. E como o castigo sempre tarda mas não falha, no final do jogo, em outra jogada nas costas de Ferrugem, Gilson cruzou para Borges subir alto e não desperdiçar, 1x1.

André disputando a bola
(Foto: Superesportes PE)

Com o resultado, o Leão chegou em sua quinta partida sem vitória e terminou o primeiro turno em sétimo lugar (pior posição ocupada desde o início da competição) com os mesmos 31 pontos do Palmeiras e do São Paulo.

Mesmo com os números "negativos", não há motivos para desespero. O time vem jogando bem na grande maioria das partidas e a hora é de seguir apoiando para que os bons resultados tão frequentes nesse turno inicial retornem às bandas da Ilha do Retiro.


Ficha técnica: Sport 1x1 Ponte Preta

Sport: Danilo Fernandes; Ferrugem, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Rithely, Élber (Régis), Diego Souza e Marlone (Neto Moura); André (Hernane). Técnico: Eduardo Baptista.

Ponte Preta: Marcelo Lomba, Rodinei, Renato Chaves, Pablo e Gilson; Elton e Fernando Bob; Felipe Azevedo (Keno), Bady (Felipe) e Cesinha (Leandrinho); Borges. Técnico: Doriva.

Local: Ilha do Retiro. 

Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-SC). 

Assistentes: Clóvis Amaral e Rodrigo Chaves (ambos de PE). 
Gols: Diego Souza (aos 9 min do 1º tempo) e Borges (aos 36 min do 2º tempo). 
Público: 15.595. 
Renda: R$398.030


Saudações rubro-negras e pelo Sport tudo!

Lucas Lemos | @pqfasisolucas


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         @linhadefuundo

O vexame Brasileiro no mundial infanto-juvenil

Foto: (FIVB)
No domingo (16) a Itália foi campeã do Campeonato Mundial Infanto-Juvenil de Vôlei Feminino com campanha invicta e apenas dois sets perdidos durante toda a competição. Na final, as Italianas passaram por cima dos Estados Unidos por 3-0 (25-20, 25-18, 25-16), coroando o merecido título. 

Se para as Italianas a campanha representa otimismo para o futuro, o mesmo não acontece com o Brasil. A seleção de Luizomar de Moura se despediu do Peru com um melancólico 11º lugar após a medalha de Bronze na edição passada. O último titulo da seleção verde e amarela na categoria foi em Atenas, 2009. Antes disso, o Brasil subiu no lugar mais alto do pódio duas vezes, em 2005 e 1997. A edição de 2011 foi superada pela atual como a pior campanha Brasileira na história da competição. Naquele ano o Brasil terminou em sexto. 

O futuro do vôlei brasileiro é incerto. As impressões são as piores possíveis, mas, para muitos, tudo está no caminho certo. 

Histórico do Brasileiro em Mundiais infanto-Juvenis:

2015 - 11º lugar
2013 - 3º lugar
2011 - 6º lugar
2009 - 1º lugar
2007 - 5º lugar
2005 - 1º lugar
2003 - 3º lugar
2001 - 2º lugar
1999 - 2º lugar
1997 - 1º lugar
1995 - 4º lugar
1991 - 2º lugar
1989 - 2º lugar

No país da corrupção, não há o absurdo

No país da corrupção, aprendemos desde cedo que não há o "absurdo". Para vários jornalistas, sem isenção nenhuma de liberdade de expressão, com opiniões sempre embasadas em interesses comerciais e políticos, as reclamações sobre arbitragem nesse já manchado Campeonato Brasileiro de 2015 são fruto de uma teoria da conspiração guiada por paixões clubísticas. 

Fonte: WordPress.com
Será que em 2005 esses mesmos "profissionais" munidos do microfone, assistidos por uma audiência enorme, também achavam que Edilson Pereira de Carvalho era fruto da imaginação fértil de torcedores? E, nesse mesmo ano, um certo árbitro que me envergonha por ser meu conterrâneo, tirou na mão grande um título do Internacional. O mesmo que tirou do Santos em 1995. Porque devo acreditar em lisura quando provas mostram que o esquema do caso Héverton da Portuguesa em 2013 foi armado para livrar certos clubes cariocas do rebaixamento? Sem falar nas aberrações dos anos 80 com Aragão e José Roberto RATO.

O até então presidente da CBF há seis meses atrás está preso, junto com vários outros dirigentes do mundo do futebol. O atual mandatário não irá aos Estados Unidos acompanhar o amistoso da seleção nacional que ele comanda por medo de ser posto atrás das grades pelo FBI e escuto de todos os lados que as reclamações são choro de perdedor e que tudo não passa de teoria da conspiração? Depois de tudo o que foi supracitado, por que devo acreditar que está havendo isonomia e que tudo não passa de erros comuns de arbitragem, mesmo que todos os erros beneficiem apenas um clube?

Estamos em 2015 e vemos uma tentativa de certos homens de bem tentarem limpar o Brasil. A curva da ética e honestidade tende a ser crescente mesmo que em passos de tartaruga. O futebol vai na contramão. FIFA, CBF, empresários, apostadores, juízes e até alguns técnicos e jogadores são cada vez mais vistos sob olhares de desconfiança. 

Não dá mais para ficarmos calados diante de tamanha imundice. Isso seria ser conivente com o que vem acontecendo.

Ah que bom seria um campeonato sem CBF, STJD, Corinthians, Flamengo e Fluminense. Já seria um ótimo começo nos livrar dessas cinco instituições que são a escória do futebol brasileiro. Sem dúvidas, pelo menos a credibilidade deste novo torneio seria bem maior. E claro, que também se faça uma faxina geral nos apitadores. Nem todos são corruptos, mas 100% são incompetentes e despreparados.

Sobre o roubo de ontem, digo, jogo contra a Chapecoense, que sirva de combustível para buscar um segundo turno ainda melhor. E que o Corinthians e sua corja, imploda. E leve com ele toda a sujeira que há nesse meio falido do futebol. 

Por @RobertoDabes

LUTO! Por um Futebol limpo e honesto


Quanto vale o futebol? Quanto vale ir dormir pensando no dia seguinte que seu time entrará em campo pra jogar bola? Quanto vale acordar cedo na expectativa? Quanto vale sair de casa com antecedência, com grupo de amigos pra chegar cedo e gritar ao mundo que você é torcedor? E finalmente, quanto vale assistir seu time ser descaradamente prejudicado por erros infantis de arbitragem ou o rival direto ser beneficiado com mesmos erros?

Metrô descarrilha novamente e adia sonho do acesso

Após a humilhação em Foz do Iguaçu, o Metropolitano voltou pra Blumenau diferente. Diferente porque Pingo foi demitido, e para o lugar dele, o já conhecido César Paulista. César que trabalha no Metrô há anos, inicia a sua 4ª passagem pelo Metrô como comandante. Foi a escolha mais sensata para o cargo. 1º porque César conhece o elenco, inclusive, ele indicou alguns atletas desse time; 2º porque ele já é funcionário do clube, portanto, conseguimos economizar com o salário de Pingo e comissão técnica que saiu. E 3º porque é arriscado trazer um treinador que não conhece o elenco, cobraria $20mil por mês e com tão poucos jogos pra fazer. César não é o nome certo, mas é o nome ideal pro momento do time. A missão não era nada fácil: VENCER os 4 jogos restantes da 1ª fase e ainda torcer por tropeços. E César chegou mudando o time titular. Durante a semana fez várias mudanças, principalmente nas laterais, sacando Arlan e Gilton e testando Altino, Mazinho ou Juninho. Saiu também do 4-4-2 pra se arriscar no 4-3-3, com um time mais veloz e ofensivo, mas deixando mais espaço pros contra ataques. Colocando Juliano na meiuca e Joílson no ataque, ao lado de Lima e Ariel.

Lance do 1º gol do São Caetano. Róbson(11 de Azul) cruzou livre para Jô cabecear e abrir o placar para o azulão. Detalhe que Jô era marcado por 2 jogadores do Metrô
Mas pro início de jogo, César preferiu manter o 4-4-2, sendo que Joílson faria papel de um meia ofensivo. Manteve Arlan e botou Mazinho na LE no lugar de Gilton. O início de jogo reascendeu a esperança da torcida, pois o Metrô precisando mais do resultado, começou melhor, com mais volume de jogo. A mudança de atitude dos jogadores era visível nos primeiros minutos de jogo. O São Caetano chamava o Metrô para seu campo, e o Metrô se lançava ao ataque. Mas como nos últimos jogos, sem objetividade. A equipe sempre errou o passe final, o cruzamento, o passe pra gol. Chegava na área do goleiro Saulo e desperdiçava o ataque. Assim como semana passada, o São Caetano começou a gostar do jogo, chegando bem nos contra ataques e levando perigo ao gol de Córdova. E foi aí que o Metrô começou a ceder à pressão azul. Não demorou muito para que, após algumas tentativas e chutes a gol, o São Caetano abrisse o placar. Numa falha de marcação de Arlan, Róbson apareceu livre e sozinho na esquerda e cruzou para Jô, artilheiro ca série D cabecear e aprir o placar no ABC paulista. Detalhe que tinha 2 jogadores marcando Jô, e nenhum conseguiu tirar a bola para fora do campo. Com o placar contrário, o Metrô deveria se lançar ao ataque pra tentar empatar logo. Mas o time conseguiu errar novamente, um erro bizonho, mesmo lance do 3º gol do São Caetano há 2 semanas atrás. Num erro na saída de bola, Jô agora retribui a assistência a Róbson, que dribla Alexandre Carvalho e amplia o placar. 2x0 em 1 minuto. A partir daí, o Metrô se descontrolou e não conseguia fazer jogadas de ataque. Final de 1º tempo 2x0 pros paulistas

No 2º tempo, César trocou Ariel que tava desaparecido no campo por Thiaguinho. Iria ganhar em velocidade. E o 2º tempo começou com o São Caetano controlando o jogo. E enrolando. Já o Metrô, pressionado e nervoso, cometia muitas faltas, oque atrasava mais ainda o reinício do jogo. Aos 11 minutos, em uma das poucas chances de ataque verde, Thiaguinho conseguiu um escanteio. Juliano cobrou, e encontrou Alexandre Carvalho, que cabeceou para estufar as redes do Azulão. O Metrô descontou, e com isso voltou ao jogo, e começou a pressionar em busca do empate. Mas sempre desperdiçadas. César então, trocou Joílson que estava apagado no jogo e cansado, e colocou Giso, atacante para pressionar mais em busca do ataque. O São Caetano controlava o jogo e enrolava a partida. O time que havia abdicado do ataque, desceu pouco. Mas nesse pouco, em mais uma falha grotesca da zaga, Jô, de novo ele, girou e chutou em cima de Córdova, que aceitou e acabou frangando. 3x1 pro time da casa, e o Metrô desanimou. Com pouco mais de 15 minutos para tentar algo, o Metrô abalado foi ao ataque mas parou 2 vezes. Uma em uma grande defesa de Saulo em um chutaço de Mazinho de fora da área, e outro parou na trave, quando Alexandre Carvalho desperdiçou mais um gol. No fim, São Caetano tocou a bola esperando o apito final, enquanto o Metrô... Descarrilhou mais uma vez. Final de jogo, São Caetano 3x1 METROPOLITANO

Considerações:

- O Metropolitano mais uma vez perdeu pra ele mesmo. Entregamos os 6 gols dos 2 jogos pro São Caetano. A defesa mostrou um festival de bizonhisses.

- O time do São Caetano não tem nada de especial. Só tem um time ajeitado, que aproveita as chances. E é um time sem estrelas. Coisa que no Metrô parece ter. Muita estrelinha pra pouco espaço

- O time mostrou que o problema não era Pingo. O time é fraco mesmo, não tem defesa, o meio sempre é dominado pelo adversário e o ataque... AAAh, o ataque... Lima não toca na bola. E quando toca, erra. Parece que nossa grande aposta, não passa de um jogador fraco, em fim de carreira, que se sustenta apenas pelos bons tempos de Joinville. Aliás podiam trocar ele por Trípodi né? Fica a dica pra 2016...

- Ainda temos uma remota( e põe remota nisso) de classificação. As contas na teoria são simples. A gente ganha as 3 últimas, torce pro São Caetano ganhar pelo menos mais 2, e empatar a outra E torce pra Lajeadense x Volta Redonda terminar empatado. Se tudo isso acontecer, estamos dentro. Mas convenhamos, como disse o narrador do EI, "Chances matemáticas eles têm, mas futebolisticamente não". Falou tudo. Não jogamos NADA nessa série D, aliás, a última vez que eu vi o Metrô jogar bem, foi contra o Criciúma láá no começo de Março. De lá pra cá, 13 jogos, 1V 2E 10D.

- Ou seja, como diz o meu amigo Wagner, colunista do Goiás: "É mais fácil eu achar Petróleo na minha casa, do que esse time se classificar". Uma pena. Agora é esperar se terá a Copa SC mesmo, ou Metropolitano, depois de 7/9 só em Fevereiro. Triste pensar nisso.

Indignação, Frustração. E por aí vai. São esses o sentimento dessa Série D. Um time tão badalado, cheio de expectativas, com um currículo de dar inveja nas outras equipes da série D, chegar a esse ponto. Quando falaram que esse ano não bateríamos na trave novamente, eu imaginava em um golaço. Enfim o acesso. Mas tão isolando a bola na arquibancada. Parabéns aos envolvidos. Mas lá estaremos nós, construindo novamente os trilhos do Metrô pra 2016. Quem sabe é o nosso ano #7?

- Todas as ações feitas pela diretoria pra semana que vem, saiu pela culatra. 1º, transferiram o jogo contra o Foz do Iguaçu sub19 para as 11 da manhã. Pra fugir dos jogos da série A, e lotar o estádio. 2º resolveram fazer uma Feijoada do clube, no sábado. Meio que um esquenta pra domingo, imaginando que teríamos bons resultados até lá. Pois é, a diretoria fez oque pôde e oque não pôde para dar condições pra esse elenco. E eles vacilaram. Nem meia hora depois da derrota de hoje, já cancelaram a feijoada, já que não tem clima algum pra "comemorar". E eles já sabem que no domingo pode botar o ingresso lá em baixo... Não passará de 200, 300 o público. Mas EU, eliminado ou não, jogando de manhã, tarde ou a noite; Sol, Chuva, Temporal, Quente ou Frio; estarei lá, apoiando a diretoria. E o meu clube. Porque a saudade de ver o meu time no estádio impera, e porque como diz o nosso hino: VOU COM ELE ATÉ O FIM!



Agora só um milagre daqueles nos salva-rá. Alguém acredita?(Fonte: Futebol Interior)

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