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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Com reservas, Chapecoense empata com Ponte Preta na estreia da Sul-Americana.

Wagner abriu o placar no Moises Lucarelli. (Foto: GazetaPress)

O futuro incerto que abraça o Handebol Brasileiro

(Foto: EFE)
Em Dezembro de 2013, o Handebol Brasileiro viveu o momento mais marcante da sua história. Depois de um amargo quinto lugar em 2011 jogando em casa, a Seleção comandada por Morten Soubak se viu pronta para deixar sua marca na história do esporte Brasileiro na base da superação e do talento. O título foi conquistado dentro de um caldeirão vermelho acanhado por 20 mil vozes Sérvias. O apito final foi um alivio à geração que, para muitos, foi e ainda é a melhor da história, conquistando o mundial de forma invicta, ganhando os noves jogos que disputou. Quebrando a hegemonia Europeia, sendo a primeira seleção da América e a segunda nação não-europeia a conquistar o título na história do torneio. O grito de “É Campeão” foi um basta no caldeirão vermelho que mudou as suas cores para o verde e amarelo. As lágrimas misturadas com o suor foram o desabafo das meninas que se apoiaram na canção “Celebrar”, da banda Jammil, para conseguir o tão sonhado mundial.

O otimismo tomou conta dos amantes do Handebol. A esperança de ver o esporte ser valorizado nacionalmente nunca foi tão grande. Quase dois anos se passaram e nada mudou, o que era otimismo se tornou pessimismo. O que era esperança se tornou incerteza. O Brasil ainda está no topo do Handebol Feminino mundial, a Olimpíada do Rio é o sonho de cada jogadora que estão espalhadas pelo velho continente, buscando o alto nível, o sonho da medalha Olímpica jogando em solo Brasileiro nunca esteve tão vivo. Mas, e quando essa geração chegar ao fim? Até lá teremos um campeonato nacional com apenas 6 equipes? Com uma estrutura que beira o amadorismo? Esperando outra forte geração no berço da sorte? O futuro do Handebol Brasileiro é abraçado pela incerteza. 
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