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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Xepa - 20ª RODADA DO CARTOLA FC

  Fala, Cartoleiro!


        É, amigos.. cartola cada vez mais difícil, resultados imprevisíveis e nervos à flor da pele com aquela troca no último minuto. Nesse ano, tirar mais que 50 pontos é Mito! 


  


CHUCK NORRIS - 20ª RODADA DO #Cartolafc

Agora vai!!

Salve nação cartoleira! Hoje quem vem com as dicas no CHUCK NORRIS é Pedro Henrique. Estou estreando nas Dicas do Cartola aqui no site e espero trazer sorte à vocês e ao nosso time, que não vai bem das pernas.

Após muitas desilusões durante todo o primeiro turno, chegou a hora da redenção! O returno do Brasileirão chegou e agora vamos nos recuperar de todas as frustrações e daqui pra frente, é só alegria!

E quem vai nos ajudar? Com vocês, os escolhidos para uma nova era, de muitos gols, alegrias e SG intacto:

#ESQUADRÃO #CHUCKNORRISRODADA20

PREÇO DO TIME: 158,07
ESQUEMA: 4-3-3

VANDERLEI – Com o Peixe embalado, sem sofrer gols nas últimas partidas e enfrentando o Avaí dentro da Vila, a tendência é de mais uma vez não ser vazado. E mesmo quando exigido, Vanderlei vem fazendo boas defesas.

VICTOR FERRAZ – O lateral do Santos vem fazendo excelentes atuações, tanto defensivas, quanto ofensivamente ao lado direito, tendo Gabriel como parceria. Aparece bem nos cruzamentos e pode pintar uma ASS dele essa rodada, ou até mesmo gol de falta, como na última.

FÁGNER – Jogando em Itaquera contra o Cruzeiro, a tendência é de um Corinthians propondo o jogo e com a má fase do Cruzeiro, Fágner pode aparecer bem ofensivamente.

DAVID BRÁZ – De contrato renovado, o zagueirão do Peixe sempre aparece bem dentro da área para cabecear e além de ter grandes chances de não sofrer gols do Avaí.
FELIPE – Super criticado no começo da temporada, mas apoiado por Tite, Felipe é um dos zagueiros mais rápidos do campeonato, tem excelente senso de cobertura e assim como Bráz, pode pintar dentro da área pra deixar seu golzinho.

LUCAS LIMA – O mito das assistências, que vem embalado depois da grande atuação contra o Corinthians pela Copa do Brasil e mais uma vez, será fundamental para fazer o jogo do Peixe fluir.

GIULIANO – Mesmo fora de casa, o Grêmio já se mostrou um dos times bem mais qualificados taticamente dentro do campeonato e Giuliano vem sendo peça fundamental para isso, pode aparecer gol gol ou assistência.

JADSON – Jadshow, como diz a torcida corintiana. O meia é o cara das bolas paradas no meio campo do Timão, além de sempre aparecer bem para finalizar e contra o Cruzeiro em casa, não deve ser diferente.

GABRIEL – Gabigol, voltando a viver momentos de goleador, já que Ricardo Oliveira vem passando em branco nas últimas rodadas. Marcou na última quarta pela Copa do Brasil e pode deixar mais gols nesse sábado contra o Avaí.

ÉRICK – Érick foi por muitos a principal revelação da última temporada e após começar em baixa esse esse ano, vem de grande atuação contra o São Paulo no Morumbi, e com Goiás enfrentando o Vascão em casa, pode deixar o seu.

GUERRERO – O caÔ acabou, ou não? Guerrero já não marca há um mês pelo Flamengo, mas como o time tem ótimo retrospecto fora de casa no campeonato e vem com treinador novo, o peruano pode se reencontrar com as redes nessa rodada para alegria da nação.

DORIVAL – Talvez com o duelo mais desequilibrado da rodada em mãos, Dorival e todos os santistas, esperam mais uma boa atuação coletiva do Peixe contra o Avaí, rendendo uma boa pontuação para o treinador.

BANCO DE RESERVAS  Cássio, Zeca, Gil, Éderson, Douglas, Vitinho, Pedro Rocha, André, Tite.

Boa sorte à todos! Que esse turno comece melhor do que como terminou o primeiro.


Pedro Henrique || @peeedrito17
Colaboradores: @rolimpato , @_MFreitas9_ e @afcmarcelo

Um sonho que se tornou realidade: 21 de agosto de 1898

Conquistas, viradas, títulos, ídolos, torcida, caldeirão, respeito, tradição, recordes, história, união, família, paixão, vida... “Vasco da Gama, a tua fama assim se fez...”

Crédito: site CRVG

/+/ Nascia um gigante: “Tu tens o nome de um heroico português” /+/
Há exatos 117 anos, um grupo de jovens, maioria portugueses, se reunia com o objetivo de criar uma associação dedicada à prática de esportes náuticos, especialidade: o remo. O nome do clube seria Vasco da Gama, em homenagem ao saudoso herói português. Nascia assim, de um sonho juvenil, um futuro Gigante. Àqueles jovens não sabiam da metade do poder que tinham em mãos.
Com apenas dois meses, o clube já contava com 250 sócios, o que já era suficiente para começar a disputar os campeonatos de remo. O uniforme vascaíno, usado nas competições seria preto, teria uma faixa branca sobre o peito e com a nossa amada cruz de malta ao centro. O preto representava os mares obscuros das navegações, a faixa branca, o estandarte recebido por Vasco da Gama e a cruz representaria a benção cristã que o povo das Índias havia recebido.
Crédito: site CRVG
A história vascaína já começou de forma revolucionária, em uma época em que o racismo era predominante no esporte, o Vasco da Gama foi o primeiro time a quebrar esse tabu, com muito orgulho. Foi eleito o primeiro presidente “não-branco” da história desportiva brasileira, Cândido José de Araújo. Candinho, como era chamado, ficou por dois anos no mais alto cargo (1904-1906) e foi durante o seu mandato que a equipe de remo vascaína conquistou o seu primeiro campeonato (1905).
Depois do sucesso com as remadas, o Vasco da Gama viu a necessidade de ampliar seus desportos. Após adicionar o tiro em 1910, surgiu o interesse de formar uma equipe de futebol. Então, no dia 29 de novembro de 1915, houve a fundição do Vasco com a equipe Luzitânia SC. O Vasco estreou no futebol em três de maio de 1916, sofrendo uma goleada de 10x1, para o Paladino FC. O gol de honra e primeiro da história cruzmaltina foi marcado por Adão Antônio Brandão.
Crédito: Memória CRVG
Assim começava a vida de um Gigante, mais que um clube, uma paixão! Uma equipe com tanto êxito, tantas vitórias, que lutou contra o racismo e que contava com a torcida excepcional desde sua criação, o Vasco da Gama crescia a cada dia e continua a crescer.

/+/ Anos gigantescos: “Vamos todos cantar de coração” /+/
Tenho orgulho de torcer para o time que lutou pelos negros. Que lutou contra tudo e todos. Em 1923, o primeiro título, logo na estreia na primeira divisão no Campeonato Carioca, o famoso "Camisas Negras" saiu vitorioso contra os times elitistas da zona sul.
Crédito: site CRVG
É impossível falar do Vasco e não citar alguns elencos como: Expresso da Vitória, a época de ouro entre 97 e 2000, e o mais recente, Trem Bala da Colina. Na década de 40 e o início da década de 50, o Vasco formou a base da seleção brasileira, com o famoso time do Expresso da Vitória. Títulos cariocas e a primeiro conquista continental de um clube do Brasil. Em 1948, após vencer grandes equipes da América do Sul - a principal era o River Plate de Di Stéfano - o Vasco sagrou-se campeão, do que viria ser a Libertadores da América, em primeira disputa. É interessante o fato histórico conhecido como a “revanche do Brasil” , pois na Copa do Mundo de 1950 o Brasil perdeu para o Uruguai no Maracanã e no mesmo ano, a base da seleção, o Vasco, jogou contra o Peñarol - base uruguaia - e os calou com a vitória por 3 a 0. O Expresso é considerado o melhor time da história do Gigante.
O Expresso da Vitória
Crédito: Memória CRVG
Depois de 50 anos, o Vasco voltaria a conquistar a América. O ano do Centenário certamente foi triunfal, monumental. Um ano antes, o bacalhau ganhava o Campeonato Brasileiro, após duelar contra o Palmeiras - junto do Vasco, eram os melhores times da época - Na semifinal, o cruzmaltino venceu o rival com uma goleada fantástica e uma comemoração animal. Já em 2000, mais um Brasileirão ganho e uma Mercosul, a maior virada da história, novamente em cima do Palmeiras. O estádio Palestra lotado, perdendo de 3 a 0, segundo tempo, um jogador a menos... todos desistiriam, menos o Vasco e assim se deu a vitória mais emblemática, no campo. Felizes são aqueles que viveram esse momento...
Fonte: internet
Em meios a tantas tristezas, decepções, falta de títulos, queda à segunda divisão, o Trem Bala surgiu em 2011, após uma arrancada no Campeonato Carioca e confirmado com a Copa do Brasil. No ano seguinte, uma euforia por voltar a Libertadores, uma grande campanha, que parou em um detalhe, uma bola, um gol perdido... eliminado nas quartas de final. O vascaíno sente um gosto amargo na boca até hoje, no entanto, foi um grito engasgado que ecoou no estádio do Maracanã com a conquista do Campeonato Estadual deste ano.

/+/ Ídolos: “Tua estrela, na terra a brilhar” /+/
Para que toda essa trajetória fosse construída ao longo de mais um século de tradição, foi necessário que grandes jogadores protagonizassem os capítulos desta belíssima história. O Vasco já teve grandes atletas no elenco, que não tinham apenas nome, mas realmente vestiam a camisa e eram o diferencial do time. Ídolo é aquele que faz a diferença no campo e fora dele. Sabendo que são muitos os que fizeram a torcida vascaína ir à loucura, destaca-se alguns que fizeram parte dessa imensa jornada.
Barbosa: esteve no Vasco em dois períodos (1945-1955 e 1958-1960), sendo o jogador que mais vezes atuou com a camisa vascaína. Foi o goleiro do elenco mais vitorioso do clube, o Expresso da Vitória. Pelo Gigante da Colina, Barbosa conquistou, entre 1945 e 1958, seis vezes o título Carioca. Seu grande momento foi durante a conquista do 1º Sul-Americano de Clubes, invicto. O goleiro cruzmaltino também atuou pela seleção brasileira. Trouxe muitos títulos, mas nenhum foi o suficiente para apagar a culpa que carregou, a derrota na Copa do Mundo de 1950 no Maracanã.
Carlos Germano: Foi uma muralha da década de 1990! Um goleiro-paredão fazia qualquer atacante recuar diante da sua presença. Após se aposentar, passou um tempo como treinador de goleiros do clube.
Bellini: Se destacou no período de 1952 a 1962, em que conquistou três títulos cariocas e um torneio Rio-São Paulo. Em campo, o zagueiro era marcante pela sua virilidade, seriedade, competência e disciplina. Seus traços de bravura deram origem a uma estátua, que hoje está presente em uma das entradas do Maracanã. Ícone da história da seleção brasileira, Bellini foi o capitão da seleção de 58 e levantou o caneco da Taça Jules Rimet pela primeira vez para o Brasil.
Mauro Galvão: Chegou ao Vasco com 35 anos, de 1997 a 2000 apresentou ótimo vigor físico, classe e espírito de liderança. O zagueiro capitão ergueu os canecos da Libertadores e do Estadual de 1998, Torneio Rio-São Paulo de 1999 e esteve presente nas conquistas da Mercosul e do Brasileirão de 2000.
Felipe: Começou como lateral esquerdo e mais tarde veio a tornar-se meia. É conhecido como “Maestro”, porque comandava o meio campo vascaíno. Foi campeão brasileiro em 1997 e ganhou a Libertadores de 1998, no Centenário do clube. Apesar de ter jogado no rival, Felipe deixou sua marca e não tem nada que possa apagar isso.
Pedrinho: Começou a escrever sua história junto de seu companheiro, Felipe. Destaques na categoria de base, os canhotos subiram ao time principal em 1995. Depois de tantas vitórias, o meia-atacante Pedrinho saiu para voltar em 2008 e encerar a carreira no clube que o projetou. O querido Pedrinho está eternizado nos corações e bandeira da torcida cruzmaltina.
Juninho Pernambucano: O famoso “Reizinho da Colina” contribuiu imensamente para as grandes vitórias. Ele fez o gol mais importante da conquista da Libertadores da América. Era um excelente batedor de faltas, detinha o poder e a palavra em campo, era exemplo para seus companheiros de time. Juninho encerrou sua carreira no clube, em 2014.
Roberto Dinamite: Roberto foi nada mais, nada menos do que o maior ídolo de todos os tempos da história do clube. No Vasco desde a base, Dinamite sempre foi o artilheiro das competições. Além de ser o maior goleador da história do clube (705 gols), é o maior artilheiro do Campeonato Brasileiro (190 gols), de São Januário (184 gols) e do Campeonato Carioca (279 gols). Após muitos títulos e glórias, Dinamite se aposentou pelo Vasco da Gama e depois veio a exercer o cargo de presidência do clube de 2008 a 2014.
Romário: Foi um artilheiro brilhante. Prata da casa, Romário jogou em uma época fantástica. Foi vendido jovem demais para o exterior, mas retornou em 2000, onde ganhou Campeonato Brasileiro. Fez o gol mil de sua carreira em São Januário.
Edmundo: Carinhosamente apelidado pela torcida de “Animal”, por ser como um predador dentro de campo. Tinha um faro de gol indiscutível, Edmundo deixou sua marca nos anos 1990 e no início dos anos 2000. Aposentou-se em 2008.
Se craque a gente faz em casa, todos os elencos vascaínos da história foram recheados de jogadores ilustres e inesquecíveis, como: Ademir Menezes, Odvan, Donizete, Nasa, Andrada, Cocada, Dener, Domingos da Guia, Geovanni, Leônidas da Silva, Sorato, Tostão, Valdir Bigode, Queixada, Bebeto, Ricardo Rocha, Dunga, Jorginho e muitos outros...

/+/ Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal: “Tua imensa torcida é bem feliz” /+/
            Paixão passada de pai para filho, de avô para neto, de geração em geração o Club de Regatas Vasco da Gama envolve todas as idades em um amor infinito. São 117 anos de belas histórias que contemplam a tradição grandiosa deste time que muito ensinou e também aprendeu com sua torcida. O Vasco da Gama é vivo graças a sua apaixonada família cruzmaltina!


Vasco da Gama

Com 117 anos de história
O time de tradição e respeito
Tornou-se imortal.

A família do Expresso da Vitória
Tem a cruz de malta no peito
Exaltando esta paixão mundial.

No seu batismo, o pendão
Carrega o amor mais antigo
Juntos, para apoiar e ganhar.

Ao teu lado até o fim, com emoção.
Na base, foi meu primeiro amigo
E prometo nunca te abandonar!

Turma da Fuzarca, Casaca!
Somos campeões de terra e mar
O sentimento nunca vai parar!

Na alegria e na dor, no Maraca
Ou em São Januário, vou delirar
Quando o time da Colina for brilhar!



Saudações vascaínas, Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1), Bia Pessôa (@biapessoaguiar), Cássia Moura (@casinha_moura) e Matheus Freitas (@_MFreitas9_)


Pra decidir em casa!

(Foto: Divulgação)
Na noite de hoje (20), o Paysandu jogou o primeiro jogo das oitavas de final contra o Fluminense, no Maracanã. De um lado o time da série B que nunca tinha chegado tão longe na Copa do Brasil (quarta fase), do outro lado um time da séria A que já havia sido campeão. A certeza era de um jogo bem difícil. E foi um pouco mais fácil para o Papão do que se esperava, o futebol se mostrou injusto e o time da casa acabou ficando com a vitória.

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