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domingo, 30 de agosto de 2015

Vasco: A vergonha do futebol carioca no Brasileiro

   Num momento crítico da competição, o Vasco perdeu mais uma em casa, para o Figueirense. Os catarinenses somaram mais três pontos, enquanto o time carioca só soma vergonha e desespero.   


    A equipe da casa começou pressionando, com isso, logo no primeiro minuto houve uma chance, mas Riascos bateu cruzado, para fora. O Vasco marcava bem e não permitia a saída de bola do Figueira, isso animava a torcida, que gritava muito. O time carioca jogava bem, tinha boas oportunidades, mas não conseguia aproveitá-las. Poucos minutos depois, os catarinenses cresceram, o jogo se equilibrou e ficou mais emocionante. As duas equipes tiveram boas chances, mas pecaram na hora de dar o último toque e perderam muitos gols.

   A primeira etapa terminou 0x0, oportunidades houve, só faltou o capricho e a calma para finalizar.


   O segundo tempo foi menos movimentado, os times entraram com menos ritmo. Muralha fez mais algumas boas defesas, foi o grande destaque da partida, a salvação do Figueirense. Depois dos vinte minutos o Figueira passou a atacar menos, não conseguia passar do meio-campo, enquanto o time Cruz-Maltino atacava como podia, empurrado pela torcida. O time carioca, como de costume, não era feliz nas finalizações, perdeu muitas oportunidades e começou a se desesperar em campo.
  
  O filme de terror vascaíno veio aos 48 minutos, no contra-ataque Clayton lançou para Marcão que, na saída de Martín, chutou rasteiro e marcou, para alívio dos catarinenses e desespero vascaíno.

  Assim acabou a partida, 1x0 para o Figueirense, que somou três pontos e pôde respirar. Enquanto isso, o Vasco está cada vez mais afundado na lanterna e quase sem esperanças de conseguir se livrar do rebaixamento. A vergonha já faz parte da vida do vascaíno. Com tanta frustração é difícil de acreditar no “time da virada”, para sair dessa situação, no momento, só um milagre!
   
Na quarta-feira (02) o Vasco enfrenta o Internacional, no Beira Rio, às 19:30. Já o Figueirense recebe o Grêmio em casa, na quinta-feira (03), às 21hr.
                                                           
                                                               Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)

Ficha Técnica:
VASCO: Martín Silva; Jean Patrick (Thalles), Anderson Salles, Luan e Christiano; Pablo Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos (Romarinho) e Nenê; Rafael Silva e Riascos (Andrezinho)
Técnico: Jorginho
FIGUEIRENSE: Alex Muralha; Leandro Silva, Bruno Alves, Thiago Heleno e Marquinhos Pedroso; Dener, Paulo Roberto (Fabinho) e João Vitor (Yago); Clayton, Dudu e Alemão (Marcão)
Técnico: René Simões
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Cartões amarelos: Guiñazu e Luan (Vasco); Bruno Alves, Marquinhos Pedroso, Alex Muralha e Yago (Figueirense)

5 jogos e 4 derrotas


Mais uma vez o Fluminense perdeu. São quatro derrotas nos últimos cinco jogos pelo brasileiro. O time não é nem sombra daquele que chegou a disputar a liderança com o Atlético. Não bastasse os jogos horrorosos, estamos agora na sétima posição.

A culpa é de quem?

(Foto: Divulgação/Chelsea)
O que está acontecendo com o Chelsea neste início de temporada é, no mínimo, inacreditável. Nem o mais pessimista dos torcedores poderia prever um desempenho coletivo tão pobre e a grande queda de rendimento de jogadores importantíssimos para o título da Premier League no último ano. Depois de mais uma derrota, dessa vez para o Crystal Palace, a equipe se encontra perdida e cheia de problemas.

Ivanovic talvez seja a melhor - ou pior - imagem dessa mudança. O lateral foi muito importante na temporada 14/15 e nesse ano simplesmente não consegue fazer uma boa partida. Praticamente todos os gols sofridos pelos Blues – e já são 9 até agora em apenas 4 jogos – saem pelo lado do sérvio.

Outro destaque negativo é Cahill. O titular da seleção inglesa se mostra inseguro e com muita dificuldade nos jogos aéreos. A boa fase da defesa na última temporada talvez tenha minimizado as limitações do zagueiro, mas ele dá claros sinais de que não pode seguir como titular.

Fàbregas e Willian andam apagados e pouco contribuíram até agora. O primeiro, rei das assistências na campanha do título inglês, é inconstante e não tem mais a mesma eficiência que tinha quando chegou a Londres. Já o segundo não consegue criar e parece sentir falta de seu companheiro, Oscar, que está lesionado.

O caso de Hazard talvez seja o mais difícil de explicar. O belga, principal jogador do time na temporada passada, é praticamente invisível dentro de campo. Não ajuda e parece ter preguiça de jogar. Para um atleta que tem potencial para ser um dos melhores do mundo em pouco tempo, o camisa 10 precisa mostrar muito mais futebol para voltar a almejar um destaque.

Taticamente os Blues estão uma bagunça. Isso pôde ser observado mais uma vez justamente na derrota por 2-1 para o Palace dentro de casa. Em certo momento, só os defensores arriscavam chutes ao gol. Os visitantes – que tem um time muito bem organizado – aproveitaram bem esse momento para abrir o placar e, mais tarde, ganhar o jogo.

Os destaques positivos são Courtois, Azpilicueta e Kenedy. O último fez sua estreia com a camisa azul atuando na lateral esquerda – sim, você leu certo, lateral esquerda – e acabou arrancando elogios de José Mourinho. Cesar Azpilicueta foi fantástico, mas eu tirei ele porque queria dar mais profundidade para o lado. Jogar sem um lateral esquerdo e com um jovem indo mais à frente, como Kenedy fez. Ele tem uma boa personalidade e isso era o que precisávamos no momento. O Kenedy foi responsável por uma melhora no time.”


Talvez a razão para tamanha queda seja o fato de o Chelsea quase não ter se reforçado durante o período de transferências. Hoje talvez seja mais fácil analisar o time de Londres e jogar contra, neutralizando os pontos fortes. A esperança de melhora poderia até ser depositada em contratações, mas a janela se encerra no próximo dia 1 – nos outros lugares da Europa é dia 31, mas é feriado bancário na Inglaterra, por isso fecha apenas no dia seguinte.

Não há ninguém para culpar, exceto por nós mesmos. A prévia da dificuldade que poderíamos enfrentar com esse elenco veio na segunda parte do último campeonato, mas Mourinho e cia demoraram para perceber e aceitar as limitações. Torcemos por dias melhores.

Keep the Blue flag flying high!
Luiza Sá (@luizasaribeiro)

E o jogo lá, Diego?

(Foto: Flamengo)
Foram quatro dias sem saber ao certo o que esperar. Quatro dias de reflexão para entender o que é impossível de explicar. Depois da derrota para o Vasco na quarta-feira, que nos eliminou da Copa do Brasil, foi difícil encontrar palavras diferentes para dizer o igual. Preferi não dizer nada, pois não havia nada para ser realmente dito.

Desgastado, o Grêmio não sai do empate diante do Coritiba


Em uma manhã de festa, onde os 46 mil torcedores presentes, juntamente com os heróis da conquista, comemoraram os 20 anos do Bicampeonato da Libertadores, Grêmio e Coritiba enfrentaram-se na Arena, em jogo válido pela 21ª rodada do Brasileirão, e empataram sem gols. 
Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Os 20 anos do bi da Libertadores na ótica do herói


Danrlei; Arce, Rivarola, Adílson e Roger; Dinho, Goiano, Carlos Miguel e Arílson; Paulo Nunes e Jardel; Felipão. Que torcedor não lembra desse time? Das conquistas? Do sangue nos olhos? Do amor recíproco que fazia a camisa Tricolor transforma-se na pele dos jogadores?

EMPATE COM SABOR AMARGO CONTRA O SUNDERLAND

Foto: Divulgação

ASTON VILLA 2 X 2 SUNDERLAND

SISTEMA TÁTICO DAS EQUIPES:

SUNDERLAND – Entrou trabalhando dentro de um 4-3-3, com variação defensiva de 4-5-1. Na segunda etapa, o treinador alterou toda sua forma de atuar passando a por dois centroavantes e jogando com duas linhas de quatro, 4-4-2.

ASTON VILLA – Entrou trabalhando dentro de um 4-3-2-1, tanto com a bola e sem ela, existia também um revezamento nítido pelo lado direito entre Westwood e Bacuna hora um era volante e o outro atacante. Na segunda etapa, quando o treinador TIM tirou Bacuna e colocou Gil, o time passou a jogar no 4-1-4-1.

ESTILO DE JOGO:

SUNDERLAND – Trabalhou com Bloco médio e marcação zonal no primeiro tempo. No segundo tempo iniciou com bloco alto

ASTON VILLA – O Villa iniciou marcando em bloco alto, mas também por zona e foi assim por todo jogo.

MARCAÇÃO:                                                      

SUNDERLAND – Marcou por zona e só pressionava após a linha do meio de campo, isso na primeira etapa.

ASTON VILLA – Marcou por zona e marcação forte.
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