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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Placar enganoso, mas... bola na trave não é gol

Bola na trave, gols perdidos e goleiros inspirados... Assim foi o empate Tricolor em SC.


São Paulo foi para Santa Catarina enfrentar o Joinville, na Arena Joinville. Tricolores se enfrentaram na busca pelos 3 pontos, entretanto saíram com 1 ponto. O resultado foi um empate sem gols, todavia bem movimentado, com bolas nas traves, gols incrivelmente perdidos e uma defesa incrível do Agenor no minuto final de jogo.


Tricolor Paulista já encontrava grandes problemas antes do jogo, além dos quais estão se recuperando de lesão (Rogério Ceni, Luis Fabiano, Lucão, Carlinhos, Luiz Eduardo e Breno), São Paulo não pôde contar com Hudson (suspenso pelo terceiro amarelo) e com Rodrigo Caio (Seleção Olímpica). Apesar das baixas, teve um estreante, Daniel, ex-Botafogo, contratado no final do ano passado, foi submetido a uma nova cirurgia no joelho em janeiro e, finalmente, estreou.

Osório apostou em Wilder pela direita, com Pato e Michel trocando de posições, entre ponta e centro, enquanto Ganso se posicionava atrás para preencher o meio.





O 1º tempo, assim como o 2º foi bem intenso. Foi um empate, entretanto não foi um mal jogo. Joinville precisava ganhar para ficar mais próximo da saída do Z4, e o São Paulo precisava ganhar para entrar no G4. Desde o início da partida foi "toma lá da cá", Joinville tinha uma chance e São Paulo logo em seguida assustava. Os brilhos do jogo foram os goleiros, Renan Ribeiro e Agenor. No final do 1º tempo, após cruzamento Edgar Júnior cabeceou e a bola bateu nas duas traves, mas não entrou, na sequência, Edson Silva tirou. Em seguida, Wesley deu um ótimo passe para Michel, esse saiu na cara do gol, completamente livre, mas finalizou à direita do gol, perdendo um gol incrível, que fez falta para o São Paulo. Logo no início do 2º tempo, Marcelinho Paraíba cruzou, Guti cabeceou e a bola passou à direita do gol de Renan Ribeiro. Em resposta ao lance, Bruno lançou para Ganso que finalizou forte, mas a bola parou no Agenor. Aos 24' Edigar Júnior finalizou na trave, em seguida Kempes chuta e Renan faz defesa. Aos 34' de novo, Edigar Júnior, fez cruzamento, mas a bola não entrou. Na sequência, Marcelinho Paraíba soltou a bomba e bola passou por cima do gol. Aos 41' Daniel apareceu bem pela direita e finalizou cruzado, todavia a bola passou à direita do gol de Agenor. No último minuto de jogo, a torcida são-paulina entendeu o porque de "AgeNeuer", Ganso cabeceou para baixo e deixou Pato na cara do gol, esse desvia para o gol, mas Agenor fez defesa sensacional, em cima da linha do gol.

Com esse resultado o São Paulo vai para 35 pontos. Próximo jogo do Tricolor é contra o Internacional, no Morumbi, sábado (05/09) às 19h30. Além dos inúmeros desfalques, Soberano tem que contar com mais 3 desfalques, Pato, Thiago Mendes e Wesley, suspensos pelo terceiro amarelo. Entretanto, tudo indica que a partida irá ter bom público, já que haverá homenagens para comemorar os 25 anos de clube de Rogério Ceni, que serão completados na segunda-feira (07/09), além de ingresso e uniforme especiais, Ceni receberá duas esculturas. A primeira, que será entregue pelo Aidar, é de aço e vai relembrar defesa feita  na decisão do Mundial de 2005, contra o Liverpool. A segunda, entregue por um sócio-torcedor, é uma maquete do estádio do Morumbi feita em bronze.


Ingresso comemorativo para jogo de sábado
FICHA TÉCNICA
Local: Arena Joinville, SC
Cartões Amarelos: Kempes, Guti, Edson Ratinho e Marcelinho Paraíba (JEC); Edson Silva, Thiago Mendes, Wesley e Pato (SP)
Posse de bola: 45% do Joinville e 55% do São Paulo
Finalizações: 21 do Joinville e 8 do São Paulo
Arbitragem: Rodolpho Toski Marques, auxiliado por Fabricio Vilarinho da Silva e Guilherme Dias Camilo

JOINVILLE
Agenor; Mário Sérgio, Bruno Aguiar, Guti e Diego; Naldo, Fabrício (Danrlei), Kadu (Kempes), Edson Ratinho, Marcelinho Paraíba; Edigar Junio (Silvinho). Técnico: PC Gusmão

SÃO PAULO
Renan Ribeiro; Bruno, Lyanco, Edson Silva e Reinaldo (Matheus Reis); Thiago Mendes, Wesley, Ganso e Michel Bastos (Daniel); Alexandre Pato e Wilder (Centurión). Técnico: Juan Carlos Osório


Dor

    Fala, Turma da Fuzarca!

        Quem dera que a minha dor fosse tão curta como essa do título. Mais uma vergonha, revolta, indignação, frustração, estamos vivendo um pesadelo acordados. Não vou direcionar culpa aos jogadores. Faço menção a quem os colocou lá.


Bragantino é premiado pelo futebol e vence o Vitória de virada

FOTO: Gazetapress
O JOGO

Robert colocou o Vitória na frente do placar aos 5 minutos quando aproveitou um cruzamento traiçoeiro de Diego Renan que se chocou no travessão e voltou para o artilheiro que se valeu do bom posicionamento.

O Vitória controlava o ímpeto do Bragantino que mesmo sem quatro titulares foi para dentro do do lider.

Aos 32, Jocinei cruzou para o desvio de Lincom, levando perigo para a meta do time baiano. No final do primeiro tempo, Jocinei tentou de longe e Gatito Fernández ficou com a bola.

Segundo Tempo

Logo no começo do segundo tempo, Alemão tabelou com Alan Mineiro e bateu forte na bola para quase empatar o jogo em Bragança Paulista. 

O time da casa ficava com a posse de bola e o Vitória buscava contra ataques rapidos.

E num desses contra ataques a melhor chance do jogo foi desperdiçada por David do Vitória por duas vezes no mesmo lance, depois de uma linda arrancada de Pereira que o deixou em condições de invadir e marcar, mas o garoto perdeu força na explosão e na volta da bola aos seus pês definiu mal a jogada.

A insistência do time da casa deu resultado aos 34 minutos, quando Moisés fez o cruzamento e Diego Maurício apareceu por entre a zaga do Vitória para finalizar e empatar o jogo.

O Vitória foi ao ataque nos minutos finais de partida, mas parava nas defesas do goleiro Douglas. O Bragantino conseguiu espaço para criar chances e virou o jogo aos 45, com Chico, após cobrança de escanteio.

RESUMO

Resumir o Vitória? Ah, ??? Esporte Clube Vitória.

É isso aí Galera!

Por @AdsonPiedade 

FICHA TÉCNICA:
BRAGANTINO 2 X 1 VITÓRIA

BRAGANTINO - Douglas; Alemão, Gilberto, Éder Lima e Moisés; Renan (Diego Maurício), Wigor, Jocinei e Alan Mineiro (Chico); Jobinho (Rodolfo) e Lincom. Técnico: Wagner Lopes.

VITÓRIA - Gatito Fernandéz; Diogo Mateus, Vinícius, Kanu e Diego Renan; Marcelo Mattos, Pereira, Jorge Wagner (David) e Vander (Amaral); Rhayner (Flávio) e Robert. Técnico: Vagner Mancini.

GOLS - Robert, aos seis minutos do primeiro tempo. Diego Maurício, aos 35 e Chico aos 45 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Diego Almeida Real (RS)

CARTÕES AMARELOS - Moisés, Renan, Alemão e Wigor (Bragantino). Kanu, Vinícius, Pereira e Diogo Mateus (Vitória).

RENDA - R$ 10.930,00

PÚBLICO - 851 pagantes

LOCAL - Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP).

Mano Menezes: nossa última esperança


O mês de setembro começou bem para á Raposa atendendo finalmente o pedido da torcida cruzeirense, Gilvan na tarde de terça-feira demitiu Luxa e Isaías Tinoco. É para glorificar de pé!!

Depois de tantos resultados negativos de Luxemburgo,o torcedor finalmente consegue ver um ponta de positividade para a equipe estrelada nesse campeonato.

  Mano Menezes vai treinar o Cruzeiro pela primeira vez em sua carreira e já conduz a equipe celeste nessa quarta-feira onde irá apenas assistir o jogo contra Ponte Preta ás 19:30.O novo técnico cruzeirense pareceu satisfeito em comandar o Maior de Minas em suas declarações "Para mim é uma honra trabalhar em clube grande como é o Cruzeiro. Estou realizando um antigo sonho", disse Mano.

   Apesar de ter "fama de retranqueiro" Mano Menezes é um treinador experiente,o primeiro treinador a experimentar um esquema tático mais ofensivo,taticamente flexível.Frio e calculista podemos assim definir o seu estilo de jogo,mesmo sem atuar em nenhum clube,Mano Menezes esteve aprofundando mais sobre o futebol em Portugal,o que significa que poderá ensinar seus novos aprendizados com o time celeste.

       Desejamos boas vindas ao novo técnico do Cruzeiro,que ele possa fazer um bom trabalho e honrar a história da Raposa,reconhecer os erros e mudar,fazendo com que 2015 seja menos constrangedor para os cruzeirenses e que possa fazer história no Cruzeiro, porque o que será feito em seu comando será também nossa história.

@Paulinha_CEC

MANO MENEZES
Nome completo: Luiz Antônio Venker Menezes
Nascimento: 11/06/1962 (Passo do Sobrado-RS)
Carreira: Guarani, de Venâncio Aires-RS (1997-2002), Brasil de Pelotas-RS (2002), Iraty-PR (2003), Guarani, de Venâncio Aires-RS (2003), 15 de Novembro-RS (2003-2004), Caxias (2004-2005), Grêmio (2005-2008), Corinthians (2008-2010), Seleção Brasileira (2010-2012), Seleção Brasileira Olímpica (2012), Flamengo (2013), Corinthians (2014) e Cruzeiro (desde 09/2015)
Títulos: Campeonato Gaúcho 2002, 2006 e 2007; Campeonato Brasileiro Série B 2005 e 2008; Campeonato Paulista 2009; Copa do Brasil 2009

Com hat-trick do uruguaio Navarro, Botafogo goleia e volta a ser líder

Na noite desta terça (01), em jogo válido pela 22ª rodada da Série B, o Botafogo goleou o Atlético-GO no Nilton Santos por 4 a 0. Com o triunfo, o Glorioso, que finalmente aproveitou uma rodada favorável, voltou a ser líder da competição, com 39 pontos. O próximo adversário do Alvinegro é o vice-líder Vitória, sábado, às 15h, fora de casa. O duelo vale a liderança.  

O JOGO

O Botafogo sabia que qualquer resultado que não fosse a vitória poderia empurrar o time para fora do G4 da Série B. Ciente de que vencer era obrigação, a postura da equipe no jogo foi outra, muito diferente das últimas atuações. O Botafogo dominou o jogo e não encontrou dificuldades diante do Atlético-GO, que vinha de respeitáveis oito jogos sem perder. 

A primeira chegada botafoguense aconteceu aos 5 minutos, com Tomas, surpresa na escalação. Ele recebeu na entrada da área, se livrou da marcação e chutou sem levar perigo. Aos 9', o Botafogo assustou o Dragão. Avenida Carleto cruzou da esquerda e achou Navarro, que se antecipou à marcação e desviou a bola, que passou rente à trave. O Glorioso seguia pressionando. Aos 11', Elvis, na área, cabeceou no contrapé do goleiro Márcio, mas a zaga salvou o que seria o primeiro gol tirando a bola de cima da linha, praticamente. No minuto seguinte, Willian Arão arriscou da intermediária e a bola passou perto, levando perigo. O gol era questão de tempo. 

Aos 22 minutos, Navarro aproveitou escanteio e subiu bem para cabecear no canto esquerdo do goleiro Márcio. Botafogo 1 a 0. Aos 24', o Alvinegro ampliou em boa jogada coletiva. Elvis fez belo lançamento para Navarro, que ajeitou a bola para Willian Arão chutar de primeira. 2 a 0. 


Navarro comemora seu primeiro gol no jogo (Foto: Vitor Silva/SS Press)

Só dava Botafogo na partida. Aos 27 minutos, Avenida Carleto quase fez o terceiro após rebote. No lance seguinte, Renan Fonseca, após escanteio, cabeceou com perigo. Aos 33', Tomas foi lançado e chutou cruzado, para defesa de Márcio. O Botafogo diminuiu um pouco o ritmo, permitindo que o Atlético saísse para o jogo. 

Aos 42', o técnico Ricardo Gomes foi obrigado a mexer no Glorioso. Avenida Carleto sentiu e foi substituído por Jean. Aos 48 minutos, o juiz encerrou o primeiro tempo. 

O Botafogo voltou para o segundo tempo com outra alteração: Elvis saiu para a entrada de Diego Jardel. O jogo caiu de intensidade e o Atlético-GO tinha mais posse de bola, porém, com pouca criatividade, não conseguia criar chances claras. Até que aos 8 minutos, Navarro recebeu na área, driblou o zagueiro Rafael e, cara a cara com Márcio, fez o terceiro gol botafoguense. 

Aos 15 minutos, Helton Leite mandou a bola para escanteio após chute cruzado de Willie. No minuto seguinte, Samuel recebeu bom cruzamento mas cabeceou por cima do gol. Era uma excelente oportunidade para o time goiano. Aos 19', Navarro recebeu ótimo passe de Tomas e fez o quarto gol do Botafogo, o terceiro seu na partida. 

Aos 21', o Dragão arriscou, com Pedro Bambu, que mandou para fora. Aos 26', Tomas chutou de fora da área, obrigando o goleiro Márcio a espalmar. Juninho arriscou um chute rasteiro de fora da área, aos 33 minutos, mas Helton Leite defendeu. Neilton, aos 35', também com dores, teve que sair para a entrada de Fernandes. O Botafogo apenas administrava o placar. Aos 47', o árbitro encerrou a partida. Vitória importante, que não só encerrou uma sequência negativa como reconduziu o Glorioso à liderança da competição. 

         Festa da torcida que foi ao Nilton Santos em noite chuvosa (Foto: Vitor Silva/SS Press)

OBSERVAÇÕES

Navarro deixou claro que a posição de centroavante tem dono. Foi o melhor jogador do Botafogo no jogo. Fez 3 gols e ainda deu assistência. É bom jogador, inteligente.

Achei que a escalação de Roger Carvalho trouxe mais segurança ao time, que não sofreu gols. Pode ser titular no restante da competição. 

Aliás, nessa Série B disputadíssima, é essencial fazer gols e não levar para fortalecer o saldo. 

Foi o melhor jogo do Botafogo desde que Ricardo Gomes assumiu o time. Até o Tomas, que só havia feito aquele gol contra o Fla, ainda no Carioca, e mais nada, jogou bem. 

Aleluia! O Botafogo enfim venceu um jogo em rodada favorável. Por isso choveu no Rio de Janeiro. 

FICHA DO JOGO

Botafogo 4
Helton Leite, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Roger Carvalho, Thiago Carleto (Jean); Serginho, Willian Arão, Elvis (Diego Jardel), Tomas; Neilton (Fernandes), Álvaro Navarro. Técnico: Ricardo Gomes. 

Atlético-GO 0 
Márcio, Éder Sciola, Samuel, Rafael, Danilo Tarracha; Feijão, Washington (Recife), Pedro Bambu, Jorginho (Thiago Primão); Wéverton Gomes (Juninho), Willie. Técnico: Gilberto Pereira. 

Estádio: Nilton Santos (RJ).
Árbitro: Jose Claudio Rocha Filho (SP). 
Assistentes: Marco Antonio de Andrade Motta Junior (SP) e Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP). 
Gols: Álvaro Navarro (22' do 1º T), Willian Arão (24' do 1º T), Álvaro Navarro (8' do 2º T), Álvaro Navarro (19' do 2º T). 
Cartão amarelo: Pedro Bambu (Atlético-GO).
Público: 3.667. 
Renda: R$ 60.650,00. 

Por: Gabriel De Luca. @biel_dluca. 

Quem não sai do zero, sai do G4

Esta noite (01), o Paysandu foi ao Castelão enfrentar o Ceará. O jogo dos extremos, de um lado, o até então, vice-líder da série B, do outro, o até então, lanterna da competição. Mesmo na situação que o time cearense se encontrava, o Papão não poderia subestimar a equipe, já que todo o time que entra na zona de rebaixamento, faz de tudo para sair. O ideal para o alviazul, seria a vitória, tendo em vista que a parte de cima da tabela tem uma distância muito pequena entre os 8 primeiros times do campeonato, estão com pontuação bem próxima. Mas o Ceará também precisava da vitória e não poderia nem imaginar perder dentro de casa. E o empate, que era longe de ser o melhor para ambos, foi o que veio.
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