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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Os bumbos e bandeiras não geram a violência!

As festas estão acabando, bandeiras, faixas e bumbos estão perdendo espaço, mas a nossa voz irá continuar firme.

Atingiram a nossa arquibancada, nossa festa se torna cada vez mais inexistente e a culpa é de autoridades que dizem que estimula a violência e eu lhe pergunto? Onde uma bandeira, uma bateria, um mosaico ou algo do tipo provoca dessa forma? Porque perdemos tanto espaço? Uma pergunta difícil de responder ou até sem respostas para nós, com tantas coisas e outros problemas eles vem com sete pedras nas mãos para reprimir nossa maior alegria na arquibancada.

Torcida do Coritiba no Couto Pereira - PR


Um mosaico provocando o rival estimula a violência, mas a violência fora do estádio não é algo incrível, uma faixa com o nome de uma torcida organizada é um ato quase imperdoável e uma bateria? Pena de morte para quem for pego com uma daquela dentro do estádio. As autoridades barram tudo menos oque realmente deveriam barrar.

Mosaico escrito "Meu Freguês" da torcida Palmeirense vetado pela PM
Saudades das festas nas arquibancadas, saudades de uma liberdade de expressão, a nossa arquibancada pede socorro, maldito futebol moderno que fez a essência do futebol morrer, hoje oque resta é saudade. E resta aos mais velhos contar para a nova geração como eram os preparativos para aquelas festas, como era pintar aquelas bandeiras, a correria para levar ao estádio horas antes do jogo, como era competir com o rival no estádio dividido... Saudades.

Tradicionais Bambus que enfeitaram as arquibancadas paulistas na década de 90

no Clássico deste domingo entre Palmeiras x Corinthians a policia proibiu o mosaico da torcida palmeirense com os dizeres “Meu Freguês” se referindo ao maior rival e a policia proibiu alegando que estimularia a violência mas horas antes do jogo uma emboscada a torcedores do Palmeiras não necessitou de mosaico nenhum para acontecer agressões com barras de ferro a mulheres e uma van que vinha na avenida do estado em SP, oque realmente era para proibir os senhores não conseguem.


Na cidade maravilhosa a festa da torcida do fluminense não é tão maravilhosa como antes, o pó de arroz é bastante reprimido nas arquibancadas do ~novo maracanã~  porque? Não sabemos. Como o pó de arroz vai prejudicar algo? se é no Brasil é um crime gigantesco mas fora do Brasil como na Argentina é espetáculo...

Festa do pó de arroz no verdadeiro maracanã na verdadeira torcida do Fluminense
Os bumbos e bandeiras não geram violência, o que gera a violência são suas autoridades.

#M1TO25: 25 anos de Rogério Ceni no São Paulo.



Rogério Mücke Ceni, nascido em Pato Branco (PR), em 1973, e criado em Sinop (MT). Foi nessa cidade pequena no interior de Mato Grosso, que o M1TO começou a surgir. Rogério jogava no time da cidade, mas se você pensa que ele atuava como goleiro, está totalmente enganado. Ceni atuava na linha, era lateral. A saída da linha para ir até as traves, foi "meio sem querer". Em um jogo com os amigos, o goleiro faltou e Rogério foi substituí-lo, foi quando ele percebeu que estava na posição errada. Assim, Ceni decidiu aperfeiçoar suas técnicas como goleiro. Com 16 anos, virou o 3º goleiro de Sinop, entretanto não foi por muito tempo. Em um jogo pelo Campeonato Matrogrossense, os goleiros - tanto o titular, como o reserva - se machucaram, foi a chance de Rogério. E não foi uma chance desperdiçada. Na primeira partida como titular, Rogério defendeu pênalti. Desde então, ele assumiu a titularidade do time de Sinop. Foi a primeira vez na história do Campeonato Matrogrossense que um time do interior de MT levou a taça.

Faz 25 anos que o Morumbi abriu as portas para Rogério Ceni e nunca se arrependeu. Após fazer um teste no dia anterior, Rogério Ceni foi contratado pelo São Paulo em 7 de setembro de 1990. Entretanto, Rogério ficou um bom tempo na reserva, já que o atual goleiro era o tão consagrado, Zetti. Em 1996, Ceni não tinha mais paciência em ser banco, foi quando deu uma entrevista dizendo "Espero que pensem em mim, com o mesmo carinho que eu penso no São Paulo", naquela época, ele era um jovem, e nem passava em sua cabeça, que depois de alguns anos, sob as traves do Tricolor, jamais iria querer sair de lá. 1 ano após a entrevista, saiu o primeiro gol, em 1997 no dia 15 de fevereiro, contra União São José no Campeonato Paulista. Porém, foi em 98 quando Rogério teve a chance que tanto queria, ser titular. Além da titularidade, Rogério também conseguiu seu primeiro (de muitos) títulos com a camisa Tricolor, o Paulista de 98.

Em 2004, depois de 10 anos fora da Libertadores, São Paulo voltou para ela. Na decisão por pênaltis, Rogério fez o gol dele e defendeu 2. Tricolor foi para as quartas, mas não foi campeão nesse ano, houve questionamento contra o goleiro e uma falha contra o Palmeiras, nada parecia dar certo... Todavia em 2005, na final da Libertadores, São Paulo x Atlético - PR, o Tricolor venceu por 4 a 0 e foi campeão. Após a partida, Rogério desabafou: "Pra não dizer que eu ganhei um título só na reserva, 11 anos esperando e hoje aconteceu. É Tri! Esse é meu time de coração, eu jogo aqui faz 15 anos. Eu precisava desse título." 

Dia 17, de dezembro de 2005, São Paulo foi para Yokohama, no Japão, para conquistar o TRI-MUNDIAL. O Tricolor e Rogério foram com essa intenção e voltaram para o Brasil com o dever cumprido. Liverpool estava a 11 jogos sem tomar gol, até enfrentar o São Paulo. Aos 26' do 1ºT, a invencibilidade do time inglês, caiu. Mineiro marcou o gol, que levou os são-paulinos a loucura. Mas não achem que foi apenas o Mineiro, teve outra estrela nesse, ele, Rogério Ceni. A defesa, que recentemente virou escultura, da falta cobrada por Gerrard e que tinha endereço certo, entretanto, encontrou uma muralha, chamada Ceni, na frente. Não é à toa que Rogério foi escolhido o melhor jogador da partida. 



Os títulos de Rogério Ceni no São Paulo, são:


Os gols? 131 e contando! O centésimo? Em cima do maior rival. 


Último jogo do Rogério está marcado para dia 6 de dezembro, desse ano. Acredito que eu, como são-paulina, não preciso dizer quanta falta, ele fará. Um dos únicos jogadores que realmente joga por amor ao clube, não por amor ao dinheiro. Nas fases ruins, nas fases "mais ou menos" e nas fases ótimas de títulos, ele sempre estava lá, botando a "cara para bater". Além de ser um dos melhores goleiros do mundo, ainda é, também, o melhor líder dentro de campo. Obrigada por ter compartilhado 25 anos da tua vida com nós, Rogério. Te amamos!



Estão deixando a gente sonhar


O Campeonato Brasileiro tem sido uma montanha russa para o Flamengo. Com Luxemburgo fazíamos contas para ficar fora do Z4. Já Cristóvão trouxe o chato meio da tabela e parecia que seria só isso mesmo. Ai veio Oswaldo. O treinador chegou, trouxe sua ousadia e mudou a ideia do time para o resto da competição. Os jogadores se motivaram e já pensam no próximo passo. Acabou o ano? Nem pensar.

Neste domingo (6), o Flamengo entrou no gramado sagrado do Maracanã para enfrentar o Fluminense. O tricolor não podia imaginar tamanha pressão e o rubro-negro logo abriu o placar aos 8 minutos com o aniversariante do dia e ex jogador do adversário Emerson Sheik. No cruzamento, Wallace desviou a bola com a mão, o que torna o lance indiscutivelmente irregular. O ritmo não diminuiu e Kayke, que deu uma de Papai Noel e desencantou em Natal, recebeu um passe perfeito de Pará e fez um golaço aos 13'.


No segundo tempo Samir vacilou, acabou fazendo pênalti logo aos 8 minutos e Jean diminuiu para o Fluminense. Entretanto, o Flamengo não se abalou, voltou a pressionar e fechou o caixão aos 22 minutos com uma jogada estranha finalizada por Paulinho de cabeça. O 3x1 no placar refletiu bem o que se viu em campo e a superioridade rubro-negra era evidente.

O destaque positivo da partida foi Pará. O lateral direito demorou para se encaixar, mas agora vai mostrando  serviço e agrada a torcida. Por outro lado, ninguém mais aguenta Wallace. O capitão é irresponsável, inconstante e não tem pulso para ser o principal nome do time. Mais uma vez fez besteira e quase entregou o resultado.


Hoje estamos em 6º na tabela. Dois pontos separam o Flamengo do G4, objetivo que muitos acreditavam ser impossível. Dois pontos nos separam de um 2016 que pode ser diferente. Com o empenho do elenco hoje, todos têm condição de jogar em várias posições e desempenhar seus papéis bem. O time, antes contestado por suas deficiências, pode trazer a classificação para casa.

A próxima partida é contra o Cruzeiro na quinta-feira no Maracanã. Sem Everton (expulso no fim do jogo), Canteros e Márcio Araújo, além de Guerrero e Jorge que estão com suas seleções e Ederson ainda lesionado, Oswaldo terá que se virar para armar a equipe.

Ih! Libertadores qualquer dia "tamo" ai!


FICHA TÉCNICA 
FLUMINENSE 1 X 3 FLAMENGO
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) 
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG) 
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Marcio Eustaquio Santiago (MG)
Público: 55.999 presentes 
Cartões Amarelos: Douglas, Pierre, Osvaldo, Wellington Paulista, Marcos Júnior e Wellington Silva (FLU) / Wallace, Canteros, Márcio Araújo, Kayke, Everton e Samir (FLA) 
Cartão Vermelho: Everton (FLA) 
FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva. Gum, Henrique e Gustavo Scarpa; Pierre (Marcos Júnior), Jean, Douglas e Cícero; Osvaldo (Gerson) e Michael (Wellington Paulista). TÉCNICO: Enderson Moreira
FLAMENGO: Paulo Victor, Pará, Samir, Wallace (César Martins) , Armero (Paulinho); Márcio Araújo (Jonas), Canteros, Alan Patrick e Everton; Emerson Sheik e Kayke. TÉCNICO: Oswaldo Oliveira
Mariana Sá || @imastargirl

Respeita o moço: Willian brilha e Cruzeiro goleia o Figueirense

 Essa manhã foi um daqueles dias históricos para o Cruzeiro,essa semana o Mineirão completa 50 anos "digamos que ganhou um bom presente".Mano Menezes começou com o pé direito em seu jogo de estréia,o grupo cruzeirense não teve piedade dos catarinenses e com gols de Willian e Vinicius Araújo definiram o placar.

Sobre o jogo:

  A partida começou com á Raposa que por surpresa estava com boa troca de passes se movimentando muito em campo colocando pressão no Figueirense desde o princípio,o resultado dessa postura ofensiva apareceu logo no início da partida,quando Pará cobrou lateral na área,Fabinho afastou de mau jeito e Willian ajeitou e mandou pro fundo das redes,abrindo o placar no Mineirão,começando assim o show do atacante Willian e goleada dos cruzeirenses.

  Cruzeiro superior em campo teve muitas chances de gol perdidas,já o Figueirense estava tentando se encontrar no jogo,praticamente não finalizou no primeiro tempo,ao contrário do time cruzeirense que partiu pra cima sem medo e ainda na etapa inicial ampliou o placar com golaço de Willian Bigode que jogou fácil essa manhã,o camisa 25 recebeu pela esquerda,cortou pro meio,invadiu a área e chutou,indefensável para Alex Muralha que até caiu pro canto certo,mas não foi possível impedir essa pintura.Os celestes tiveram chances de aumentar o placar ainda na primeira etapa,porém erravam no último passe,com acréscimos a primeira fase é encerrada.

Segundo tempo:

  Parecia um novo Cruzeiro em campo,um time irreconhecível comparado ao futebol apresentado nas últimas partidas,o time estrelado voltou para o segundo tempo com os mesmo jogadores do início da partida.A Raposa não se conformou com o placar construído no primeiro tempo e voltou com o mesmo foco,vencer,mais além de tudo apresentar um futebol que dá gosto de se ver,a harmonia entre jogadores e torcedores fez com que o ambiente ficasse ainda mais agradável.

  Com ataque letal o grupo mineiro deu abertura na goleada aos 15 minutos,com Vinicius Araújo que depois de perder tantas chances claras de gol,se "redimiu" fazendo o terceiro gol,Willian chega na linha de fundo e cruza para Vinicius,que de peixinho cabeceou para as redes.A equipe de Mano Menezes teve duas oportunidades desperdiçadas com Allano e Vinicius Araújo que foram parados no goleiro do Figueirense.

  Parecia bom demais para ser verdade,a zaga resolveu falhar e Marquinhos Pedroso apareceu,João Vitor mandou na área,Fábio e o atacante Marquinhos se atrapalharam,melhor para Pedroso que cabeceou para o gol.Os cruzeirenses não se intimidaram pelo acontecido e mantiveram sua participação no duelo.Minutos depois em jogada que começou com Marquinhos que rolou para Willian chutar de chapa e fazer o HAT TRICK.Minutos após o gol "Bigode" aparece novamente fazendo seu quarto gol na partida,em bela jogada individual de Marquinhos que virou para Willian lacrar o passeio cruzeirense.Em grande vantagem,a Raposa diminuiu seu ritmo de jogo,apenas controlando a partida aguardando o apito final.Fim da partida na Toca III.

 Notável a superioridade do atual campeão brasileiro,que pegou a responsabilidade do inicio ao fim da partida,organizado em campo,marcou melhor e finalizou melhor.Willian,o nome do jogo estava há 156 dias sem marcar gol,desencantou nesse domingo com quatro lindos gols,espantando a má fase,fazendo a torcida cruzeirense se lembrar de 2013,e do ano passado quando o Figueirense perdeu pelo mesmo placar para o grupo cruzeirense.

 Cruzeiro chega 28 pontos,na 13° colocação passando o Figueira que está na 15° colocação com 26 pontos,próximo confronto da Raposa é contra o Flamengo no Maracanã na quinta-feira as 21hrs,onde o torcedor já espera ver um espetáculo como foi visto neste domingo.Os jogadores devem sempre pensar no topo,pois o Cruzeiro é um gigante incontestável.

                                               @Paulinha_CEC

CRUZEIRO 5x1 FIGUEIRENSE
Motivo: 23ª rodada, Brasileirão 2015
Data/hora: 06/09/2015, às 11h
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Auxiliares: Marcos Welb Rocha de Amorim (BA) e Jucimar dos Santos Dias (BA)
GOLS: Willian, 3'1ºT (1-0); 28'1ºT (2-0), Vinícius Araújo, 15'2ºT (3-0); Marquinhos Pedroso, 20'2ºT (3-1); Willian, 26'2ºT (4-1), 29'2ºT (5-1)
Cartões amarelos: Alex Muralha, Thiago Heleno, Sueliton, Bruno Alves (FIG)
Cartão vermelho: Não teve.
Público/Renda: 39.040 pagantes/R$1.228.560,00

CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Manoel, Bruno Rodrigo e Pará (Fabrício); Willians, Henrique e Ariel Cabral; Allano (Marquinhos), Willian e Vinícius Araújo (Marinho). Técnico: Mano Menezes

FIGUEIRENSE: Alex Muralha; Sueliton, Bruno Alves, Thiago Heleno e Marquinhos Pedroso; Dener, João Vitor, Fabinho e Rafael Bastos (Yago); Clayton (Juninho) e Thiago Santana (Elias). Técnico: René Simões
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