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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Fora de casa, São Paulo é derrotado pelo Santos.

Tricolor chega à sétima derrota como visitante e vê vaga do G4 ameaçada. 

Equipe São Paulina não se encontrou na partida. (globoesporte.com) 

O São Paulo foi a campo nesta ultima quarta feira tentando quebrar um tabu de 6 anos sem vencer na Vila Belmiro. A última vitória do Tricolor foi em 2009, em uma espetacular partida que terminou 4x3 para os visitantes. Porém, a equipe do Morumbi tinha um dado importante ao seu favor, não tomava gol há quatro jogos e tinha a volta do artilheiro Alexandre Pato.

O Santos por outro lado, vinha de 12 jogos de invencibilidade jogando em casa, sendo 8 vitórias consecutivas. Às ausências de Geuvânio e Lucas Lima eram às principais baixas da equipe Santista, que teria que apostar nas demais opções para manter o tabu.

PARTIDA:

O São Paulo fez de tudo na ultima partida, menos jogar futebol. A equipe montada por Juan Carlos Osório contava com uma gama de desfalques e o técnico colombiano teria que surpreender novamente para enfrentar um adversário que também almeja o G4. Ainda sem Rogério Ceni, que está com edema e inflamação no adutor, o seguro Renan Ribeiro ficaria responsável mais uma vez por proteger às redes Tricolor.

Entretanto, é impossível se manter organizado e estruturado quando seus companheiros de sistema defensivo não possuem habilidade suficiente se quer para vestir a camisa, quem diria jogar um clássico de tal grandeza. Antes do primeiro gol, o Santos possuía maior controle de bola e não permitiu o avanço dos visitantes, fechando-os em seu esquema tático.

Não demorou para que o Tricolor entrasse na roda, e após uma falta boba e falha defensiva, David Braz de cabeça marcou para a equipe Santista, que só confirmava seu favoritismo. Erros de passes aconteciam a todo instante para ambos os lados, e se destacava quem errasse menos.

Aos 43 minutos, em uma falha infantil e juvenil do lateral Reinaldo, Gabriel lançou a bola para Rafael que chutou no canto direito do goleiro Renan marcando o segundo gol do Peixe. O guarda redes Tricolor ficou na reclamação com o arbitro alegando falta de ataque. O lance foi limpo e o gol legal.

Com o final da primeira etapa, o pequeno número de torcedores do São Paulo presentes largavam a tona xingamentos para o lateral esquerdo Reinaldo. Na volta a segunda etapa, Osório muda a formação tática na qual deveria ter começado e aposta em Michel Bastos e Wesley para um time mais ofensivo.

As alterações não foram suficientes e não surtiram efeito tático. E novamente, não demorou para que o Santos ampliasse o placar em mais uma falha defensiva Tricolor. O jovem zagueiro Lyanco viu Ricardo Oliveira ganhar a frente e não o acompanhou, atitude que acarretou em gol e prato cheio de zoações para o rival.

O jogo se manteve morno, o Santos ainda teve boas oportunidades, mas já satisfeito com o placar, não insistiu em ampliar. Aos 42 minutos, o atacante São Paulino, Rogério, fez uma excelente jogada e tocou para Michel Bastos, que encheu o pé no travessão.

Essa foi a única boa e real chance Tricolor na partida. Com a derrota, o São Paulo está ameaçado de terminar a rodada fora do G4, já que um dos concorrentes direto a vaga, o Flamengo, joga nesta quinta feira. A próxima partida da equipe do Morumbi é um duelo difícil contra o Grêmio neste domingo (13/09/15) na Arena do Grêmio.

OPINIÃO:

Com mais uma derrota fora de casa o São Paulo viu o sonho que já era difícil se tornar impossível. O título do campeonato brasileiro ficou distante com mais uma derrota. São 13 pontos de diferença para o primeiro colocado, que é o Corinthians. O próprio Osório reconheceu que o time agora briga apenas pela ultima vaga do G4.

É uma pena, pois falta de aviso não foi. A diretoria do São Paulo mais uma vez, com ausência de planejamento, joga uma temporada completamente no lixo. Foi pedido a chegada de reforços para o setor defensivo desde do fim do ano passado. Cobranças e opções não faltaram, mas a arrogância do senhor Carlos Miguel Aidar, senhor cujo dispenso comentários, insistiu que o São Paulo não precisava de zagueiros, que tinha ótimas opções formadas da própria base.

O São Paulo mostrou hoje e comprovou que é apenas um time que joga em casa. Uma equipe mediana que não alcançará nada mais que a quarta colocação no campeonato. Está muito inferior aos demais candidatos e corre sério risco de perder a vaga nas próximas rodadas, onde seus adversários são oponentes direto pela briga.

Com apenas 29% de aproveitamento em clássicos nesta temporada, é preciso uma reformulada e a chegada de novos jogadores, que façam jus ao nome e instituição São Paulo e de alguma forma cative os demais jogadores.

A redenção do time está na Copa do Brasil, título nunca conquistado. Este troféu, amenizaria a pressão da torcida com o elenco e seria uma boa ocasião para o encerramento da carreira do goleiro Rogério Ceni, que não merecia finalizar sua historia no clube de tal forma, jogando ao lado de tantos jogadores medíocres.

FICHA TÉCNICA:

Local: Vila Belmiro, São Paulo.
Publico: 5.552 torcedores.
Renda: R$ 342.290.
Arbitragem: Luiz Flavio de OliveiraEmerson Augusto de Carvalho e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa.
Cartões Amarelos:  Wesley; São Paulo. Thiago Maia; Santos.

SANTOS:
Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato e Marquinhos Gabriel e Rafael Longuine (Serginho); Gabriel (Marquinhos) e Ricardo Oliveira (Nilson).
Técnico; Dorival Júnior.

SÃO PAULO:
Renan Ribeiro; Bruno, Lyanco, Edson Silva e Reinaldo; Thiago Mendes, Hudson (Wesley) e Ganso; Wilder (Michel Bastos), Alexandre Pato (Centurión) e Rogério
Técnico; Juan Carlos Osório.


Em jogo iluminado, Criciúma é derrotado

Na noite desta terça (08) o time do Criciúma recebeu o Vitória no Majestoso. A noite foi de festa nas arquibancadas, porém não dentro de campo. O jogo foi válido pela 24º rodada do campeonato, lembrando que o clube catarinense está com um jogo a menos por conta do adiamento do jogo contra o Atlético-GO.



O jogo

O jogo começo com posse de bola para o time da casa. O time era empurrado pela torcida e infelizmente logo após o primeiro ataque levou um gol por falha própria. Aos 2' de jogo, numa cobrança de escanteio, a zaga falhou e deixou o atacante Rhayner sozinho na área, assim o atacante aproveitou e abriu o placar. Nisso o time carvoeiro começou a reagir, lutava a cada ataque. Aos 43' o juiz marcou falta à favor do clube da casa. Lucca foi para a cobrança, mas a bola ficou na barreira. O time do Vitória investiu no contra-ataque. Diego Mateus avançou pelo lado, botou na frente para Rhayner que aproveitar para marcar o seu segundo gol na noite. 

Na volta para o segundo tempo o técnico Petkovic substituiu o atacante Jefferson por Roger Guédes. Durante o segundo tempo o tigre jogou mais determinado, a garra que vinha das arquibancadas era grande. Cada chute a gol era motivo para aumentar a voz do torcedor no HH. Tanto que aos 12' Róger Guedes recebeu no lado esquerdo, avançou e cruzou. A bola tocou em Diego Renan e encobriu o goleiro Gatito Fernández.


O jogo seguiu com as duas equipes determinadas e com raça. Aos 19' David fez uma jogada pelo lado direito e botou na área. Rafaelson ficou de frente para o goleiro do Criciúma e cutuca, de carrinho, sozinho. Luiz cai para o lado e faz uma bela defesa. Aos 27' veio um suspiro de alívio. Lucca batou no meio da área, na frente da pequena área, e o zagueiro Wanderson botou a bola pra dentro do gul numa cabeçada. Criciuma 2x2 Vitória. 

Logo após o empate, a torcida literalmente deu uma luz ao time. Os torcedores acenderam as lanternas dos celulares e o Majestoso se transformou em uma festa. Com as lanternas acesas e cantando junto com a barra Os Tigres, os carvoeiros empurraram o time que muitas vezes chegou perto, muito perto de marcar. Porém aos 41' o time visitante marcou mais uma vez. Vander recebeu no lado direito e mandou um chute cruzado fora do alcance do goleiro Luiz. O árbitro levantou os braços finalizando Criciúma 2x3 Vitória.

O nível de jogo do clube catarinense melhorou em comparação com os jogos anteriores. O time que antes jogava muito recuado, atuou de uma maneira mais ofensiva, porém foi condenado pelas próprias falhas.

A torcida se mostrou presente, quase lotando o estádio. Tal acontecimento foi possível por causa de uma promoção do clube. 




Uma crítica pessoal aos ''torcedores'' que compareceram ao jogo. Para aqueles que foram (mesmo na promoção) e apoiaram do início ao fim do jogo, dando a vida na arquibancada, parabéns, é disso que o clube precisa, graças à vocês a festa na arquibancada se tornou mais linda. Agora, para aqueles que foram ao jogo e ainda reclamaram de ter gasto 90 centavos para assistir um bom jogo, o clube não precisa de vocês. O objetivo da torcida é apoiar, gritar, empurrar o clube. A torcida também tem o direito e dever de ser consciente da situação do clube e criticar é claro, mas aqueles ''torcedores'' amargos não tem direito nenhum de críticar. Primeiro apoie, depois, se for necessário, critique.


FICHA TÉCNICA PARA CRICIÚMA 2X3 VITÓRIA

Local: Estádio Heriberto Hulse, SC
Data e horário: 08/09 às 19h00

Público: 14.041
Arbitragem:  Vinícius Gonçalves Dias Araújo, auxiliado por Daniel Cotrim de Carvalho e Diogo Morais.
Cartões amarelos: Guilherme Mattis, Diego Renan, Amaral, Rhayner (Vitória); Marcão, Natan (Criciúma)
Cartões vermelhos: Marcão (Criciúma).


Criciúma (02): Luiz; Jonas (Maicon Silva), Wanderson, Willian Rocha, Guilherme Santos; Wellington, Marcão, Natan (Douglas Moreira); Lucca, Neto Baiano e Jefferson (Róger Guedes).
Técnico: Petkovic.

Vitória (03): Gatito Fernández; Diogo Mateus, Guilherme Mattis, Ramon, Diego Renan; Amaral, Flávio (Euller), Pedro Ken (Jorge Wagner), David (Vander); Rhayner e Rafaelson.
Técnico: Vagner Mancini.


''VOCÊ NUNCA VAI ENTENDER O QUE É NOSSA PAIXÃO'' 


Letícia Figueredo
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