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domingo, 20 de setembro de 2015

Parece que o jogo virou, não é mesmo Ceará?

Parece que o jogo virou. 

Uma das coisas mais apaixonantes do esporte mais emocionante do mundo, é que tudo dá voltas, times que estão por cima podem em menos de um mês estarem lá em baixo, e isso é dito como normal. E uma das melhores sensações é quando seu time dá a volta por cima de outro, que a pouco tempo tirou sarro com sua cara e com seu time do coração, no sábado eu voltei a ir ao estádio depois de muito tempo, e parece que escolhi a melhor hora, um jogo cheio de histórias recentes de rivalidades, e cheio de emoção, onde os poucos mais de 14.000 tricolores presentes foram do inferno ao céu em menos de 1 minuto, e o Santa chegou a sua melhor colocação nesse campeonato, quinto, apenas a dois pontos do G4.

Pra aqueles que não se lembram ou não sabem, em 2007 naquela histórica queda da série A para a série D, o Santa recebeu o Ceará, e a torcida alvinegra gritou " Ei Ceará, não tem pena não, afunda essa p**** pra terceira divisão", entre outras "tirações de onda", a equipe do Ceará venceu o Santa e praticamente decretou a queda da equipe coral pra série C. Futebol é futebol, e como torcedor fanático fiquei totalmente desorientado com raiva da situação, mas o tempo passou, e o futebol mudou o jogo, e o Ceará não foi perdoado, nem por mim, nem por toda torcida do Santa.

Gritei, torci, vibrei, xinguei e ao som de " Ei Santinha, não tem pena não, afunda essa p**** pra terceira divisão" fui embalado pela torcida tricolor, e enfim, foi um dos melhores jogos que eu pude presenciar em minha vida, não foi uma decisão de campeonato, nem o jogo que garantiu o acesso, mas a emoção proporcionada foi igual, o Santa mostrou raça de quem quer subir, o que já é suficiente para que seu torcedor tenha orgulho do clube, e não vou mentir, o resultado positivo ao fim da partida ajudou muito!

Martelotte assustou na escalação de Nathan como titular, muitos queriam Raniel, porém o maio campista de muito futuro foi vetado da equipe pela direção, depois da polemica que cercou o atleta após a tentativa de rescindir o contrato com a equipe. No meio do jogo as mudanças do treinador também não agradaram a torcida, mas o Santa contou com um sorte de quem vai conseguir o acesso! A torcida apoiou, e o Santa mostrou que é uma das equipes que estarão entre os quatro primeiros no fim da competição.

O JOGO

O Santa foi para o jogo com a seguinte escalação: Tiago Cardoso, Vitor, Danny Moraes, Diego Sacomam, Allan Vieira, Wellington Cesár, João Paulo, Daniel Costa, Lelê, Nathan e Grafitte. Téc: Martelotte.

No começo do jogo o Santa jogou como time que vai entrar no G4, e o Ceará como time que vai ficar no Z4, a equipe coral chegou 3 vezes cara a cara com o goleiro, um com Nathan, e duas com Lelê, nas três a bola parou no goleiro do Ceará, e a torcida tricolor começou a pegar no pé, mas o Santa não saiu do campo de ataque, Daniel Costa ainda teve uma chance de falta no último lance do primeiro tempo, mas mandou pra fora, e o 0x0 permaneceu no placar.

Antes de começar o segundo tempo, o jogo ficou marcado negativamente com a briga entre a torcida do Ceará e a torcida do Santa Cruz, que foi rapidamente separada por policiais, mas um clima mais tenso começou a rondar a Arena, mas felizmente nada mais grave aconteceu.

O Santa voltou com Diogo Campos no lugar de Nathan pra dar mais mobilidade ao ataque tricolor, e pareceu funcionar, com uma equipe muito mais ofensiva a equipe subiu seus dois laterais para ajudar o ataque, Allan Vieira puxou a marcação e deixou Lelê livre, o ponta entrou na arena e foi derrubado, pênalti. Grafitte pegou a bola e chamou a responsabilidade, e marcou, placar aberto e a torcida coral puxou o grito de " Acabou o caô, o Grafitte chegou, o Grafitte chegou ", mas pra falar a verdade, foi única coisa feita pelo camisa 23. Aos 30 minutos, o Ceará empatou com Ricardinho, depois do chute de fora da área que desviou em Sacomam, e enganou Tiago Cardoso, 1x1.

Aí que Martelotte entrou em ação, começou tirando Daniel Costa para estreia de Vinicius Rechê, o que não fez tanta diferença na tática, mas Grafitte mostrou que estava muito cansado, e Bruno Moraes foi chamado, mas pra surpresa da torcida João Paulo foi o substituído, e o Santa ficou sem meia de criação, o tempo passou e apenas aos 45 minutos o Santa deu alegria a sua torcida, e com o jogador que mais merecia, Vitor, muito criticado pela torcida, recebeu o cruzamento de Allan Vieira e fez de cabeça, Santa virou o jogo e encostou no G4, de quebra afundou o Ceará ... Futebol né amigos.


O Santa emplacou três vitórias seguidas e encostou de vez no G4, a dois pontos do quarto colocado o Santa é um dos mais cotados a conseguir o acesso, e tem sua prova de fogo na próxima rodada, quando enfrenta o Sampaio Correa fora de casa. Depois de um turno inteiro, Martelotte provou ser a melhor escolha feita pela diretoria tricolor, e os jogadores estão no mesmo nível.

 Que venham os próximos jogos, mais vitórias e no fim do ano um especial do Acesso, e que Deus perdoe aqueles que acham que futebol é apenas um jogo!

Pra saber mais sobre o Santa, continue comigo no Twitter @HigorCarvalho

Pipita se redime e Napoli goleia novamente


Neste domingo (20/09), o Napoli foi a campo pela quarta rodada da Serie A TIM, contra a Lazio, no San Paolo. O time da casa vinha de grande vitória contra o Club Brugge, já o time da capital vinha de empate com o Dnipro (desse assunto entendemos né? Gosto amargo só de pensar), os dois jogos válidos pela Liga Europa.

O jogo prometia muito, os torcedores napolitanos ainda não haviam se esquecido do jogo pela última rodada do campeonato italiano da temporada passada, onde o argentino Higuaín perdeu um pênalti que colocaria o Napoli a frente no placar e na tabela, colocando-os assim na UCL. Como esperado, começou a mil e com apenas 10 minutos de jogo os dois times tiveram chances de abrir o placar, o Napoli com Higuain, quase um frango de Marchetti. A Lazio com Keita, que na marca co pênalti mandou sobre o gol defendido por Reina. 

Aos 14 minutos o Napoli abriu o placar com o argentino, que recebeu, girou pra cima do marcador e bateu forte e rasteiro no canto direito do goleiro laziale que nada pôde fazer. Após isso, o Napoli começou a dominar completamente as ações da partida, neutralizando a Lazio, que praticamente nem atacou no resto da primeira etapa. Aos 35 Insigne deu um lindo passe para o brasileiro Allan, que cara-a-cara com o goleiro bateu colocado, deslocando o goleiro e fazendo o segundo gol do Napoli. Assim se encerrou a primeira etapa, 2-0 com incríveis 66% de posse de bola do Napoli e a Lazio com nenhuma finalização além daquela aos 10min ao gol de Reina.

Pro segundo tempo, Pioli colocou Felipe Anderson e Milinkovic-Savic, mas não deu muito efeito, logo no segundo minuto d ejogo Higuain fez uma linda jogada, passando por 2 marcadores e chutou, Marchetti deu rebote, a bola foi para os pés de Insigne que só dominou e tocou para o gol "vazio", um gol pra premiar a boa atuação do baixinho da camisa 24, Napoli 3-0. A Lazio continuou sem dar trabalho ao Napoli, tanto que aos 59 Higuain recebeu um presentaço de Hoedt, que tentou recuar para a defesa, mas mandou muito forte, o atacante argentino aproveitou, ganhou da marcação na velocidade e bateu forte, cruzado, na "bochecha" da rede, doppeitta para "El Pipita", fazendo 4-0. Os mais otimistas dizem que com essa partida Higuaín se "redime" pelo pênalti perdido na temporada passada, já outros continuam o culpando...

A primeira vez que os visitantes chegaram com perigo na segunda etapa foi aos 64 minutos, com uma finalização de Milinkovic-Savic, o sérvio mandou na rede, porém, para o lado de fora. Aos 70 minutos quase o quinto, Insigne recebeu do ítalo-brasileiro Jorginho, puxou pra perna direita e bateu, Marchetti fez boa defesa, espalmando para escanteio. Aos 79 veio "la manita", Allan agora foi garçon e serviu Gabbiadini, que só deu um toquinho na saída do goleiro, fazendo o quinto do Napoli. A Lazio só chegou novamente aos 89 com Keita, que obrigou Reina a fazer grande defesa, mandando para escanteio, na cobrança, Milinkovic-Savic acertou o travessão e no rebote, Onazi mandou sobre o gol. O Napoli podia até ter feito o sexto, Reina deu um chutão, Callejón receberia livre na frente do goleiro, mas enquanto a bola viajava o juiz Antonio Damato encerrou a partida.

Segunda vitória na temporada, primeira na Serie A, o Napoli chega a 5 pontos e se encontra na 11° colocação. Segundo 5-0, jogando no 4-3-3, aparentemente Sarri encontrou um esquema e deu uma cara ao time, que jogou tanto hoje quanto na quinta de forma excepcional, isso os dá uma  certa luz de que estamos no caminho certo e que talvez poderemos colher frutos futuramente, mas sempre com humildade, pés no chão. Voltaremos à campo na quarta, contra o Carpi, pela quinta rodada, fora de casa, às 15h45 (Horário de Brasília).

É isso, Forza Napoli Sempre.

Goiás destrói o Joinville no sol de domingo

Fred comemora golaço de bicicleta no Serra Dourada.
Foto: Globo Esporte.
Mesmo depois de uma semana conturbada dentro do Goiás, a equipe esmeraldina conseguiu vencer o Joinville com facilidade de baixo do forte sol da manhã de domingo em Goiânia, e escapou novamente da zona de rebaixamento do Brasileirão. A partida teve direito a volta de Felipe Menezes, gol de bicicleta do "xerifão" Fred e a volta de Erik, que marcou dois gols e desencantou.

Adeus lanterna

     A reação continua! Ganhando mais três pontos, o Vasco venceu dentro de casa o Sport e conseguiu finalmente deixar a lanterna.

(Foto: ESPN)
   A procura de um milagre para sair da zona de rebaixamento, o time do Vasco entrou dando tudo de si, e só precisou de um minuto para começar a festa! Na jogada pela direita, Madson cruzou na área, Durval afastou mal e a bola sobrou para Nenê, que bateu de canhota, a bola ainda desviou em Ferrugem e entrou, 1x0 para o time carioca. A equipe não perdeu o ritmo depois do gol, com isso aos oito minutos, mais um gol, dessa vez anulado pela arbitragem.
   
   A partir dos 15’ o jogo ficou mais equilibrado no Maracanã, o Sport começava a se achar em campo, armar jogadas e de tanto insistir, o gol saiu. Aos 39’ com um belo lançamento, Marlone entregou a bola para Élber, que matou no peito e finalizou, sem chance para Martín Silva.
  
   A primeira etapa terminou empatada, 1x1. O gol do Leão desestabilizou um pouco o time Cruz-Maltino e, principalmente, o técnico Jorginho, que ficou muito nervoso.

(foto: globoesporte.com)
   Mas é como dizem, o Vasco é o time da virada e a equipe mostrou isso logo aos três minutos do segundo tempo. No escanteio cobrado por Andrezinho, Rafael Vaz cabeceou com estilo e marcou, 2x1 para o time da casa. O Maracanã foi ao delírio, a torcida vascaína acordou e começou a cantar com toda sua força.
  
  Após o gol sofrido, o Sport tentou de todas as formas ir atrás do prejuízo, teve boas oportunidades, mas a Muralha vascaína, Martín Silva, não deixou a bola entrar. Mesmo errando muitos passes, o time carioca conseguiu segurar a vitória, 2x1 para o Vasco que depois de nove rodadas, conseguiu abandonar a lanterna.
  
  Ainda faltam sete vitórias para sair da temida zona de rebaixamento, mas a torcida acredita, confia e torce para que a camisa preta continue dando sorte! Ainda é possível, Eu Escolhi Acreditar!
  
  Na próxima quarta-feira (23) às 22hr o Vasco visita o São Paulo, no Morumbi, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, enquanto o Sport joga contra o Huracán, da Argentina, pela primeira partida das oitavas de finais da Copa Sul-Americana, no mesmo dia e horário.

                                                               Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)


Ficha Técnica:

VASCO: Martín Silva, Madson, Rafael Vaz, Luan e Julio Cesar; Serginho (Jomar), Bruno Gallo, Andrezinho e Nenê (Lucas); Rafael Silva (Herrera) e Leandrão
Técnico: Jorginho
SPORT: Danilo Fernandes, Ferrugem, Matheus Ferraz, Durval e Renê (Danilo); Rithely, Neto (Régis), Marlone e Élber; Maikon Leite (Hernane) e André
Técnico: Daniel Paulista

Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Cartões amarelos: Rafael Vaz e Serginho (Vasco); Renê e Danilo (Sport)

Garotada da base decepciona e São Paulo sai do G4

Breno faz seu 1º gol no São Paulo após 8 anos, mas garotada da base decepciona, e com time misto, Tricolor perde para Avaí.


Após a partida horrível contra a Chapecoense, São Paulo foi para SC em busca da permanência no G4. Mas o "mistão" decepciona e Avaí ganha de 2 a 1.

São Paulo foi a campo com diversos desfalques por motivos diferentes. Vetados pelo departamento médico foram: Alan Kardec e Denis (aprimoram forma física), Luiz Eduardo (edema no joelho), Hudson, Wilder e Ganso (dores musculares). Luis Fabiano e Michel Bastos, suspensos pelo terceiro amarelo. Centurión foi liberado, por problemas pessoais. E Rogério Ceni foi poupado, já que o Tricolor encara o Vasco, nessa quarta-feira (23/09), pela Copa do Brasil.

Assim, Osório apostou nos garotos da base, Lucão, Lyanco, Matheus Reis, João Schimidt e João Paulo. Lyanco estava como lateral direito, enquanto Carlinhos estava adiantado. Ele, Rogério e João Paulo formavam linha de frente. Wesley e J. Schimidt armavam (ou tentavam armar) jogadas, e eram protegidos por Breno. Pato foi poupado e iniciou a partida no banco, entretanto entrou no 2ºT.

Logo no início, percebemos um árbitro fraco e sem controle de jogo. Juiz Jaílson marcou pênalti para o Avaí, em um lance fora da área, e depois de alguns minutos, foi avisado pelo assistente, que não houve penalidade máxima. Então, o árbitro voltou atrás e marcou escanteio. São Paulo tinha problema para manter a posse de bola. Para ajudar, aos 17' Breno foi na bola e Marquinhos acabou indo ao chão, juiz marcou a falta. E na cobrança, Marquinhos cobrou no canto de Renan e marcou o primeiro para o Avaí. Depois do lance, Tricolor teve apenas duas chances de gol. Uma com o Carlinhos, que a bola passou à esquerda do gol, com perigo. E outra com o Breno, que foi o único gol do São Paulo. O zagueiro (atuando como volante) iniciou a jogada, passou para Rogério, esse cruzou, a bola desviou na zaga e sobrou para Breno, que só empurrou para o gol. 


São Paulo começou o 2ºT com mais alguns sustos. Marquinhos cobrou falta, Eduardo Neto arriscou o chute e o travessão salvou o Tricolor. Osório mudou o time, colocou Thiago Mendes e Pato, que não fizeram absolutamente nada em campo. Em resposta de nenhuma finalização do São Paulo, o Avaí fez o segundo e o último da partida. Marquinhos tocou para Léo Gamalho na área, que passou para Anderson Lopes, esse dominou, e bateu no canto esquerdo. A zaga são-paulina, assistiu os jogadores do Avaí trocarem passes dentro da área. Renan ainda teve que salvar o São Paulo em uma bomba de Pablo. Assim terminou a partida.

Os jogos da rodada foram todos favoráveis para o São Paulo, com a derrota de Santos, Grêmio e Flamengo, além do empate do Internacional, o Tricolor só precisava da vitória para permanecer no G4. Entretanto, não fez tua parte. Poupou diversos jogadores, e os garotos da base, que finalmente tiveram a chance, não a aproveitaram. Assim, Tricolor permanece com 42 pontos, mas em 5º lugar, já que o Palmeiras venceu e está com 44. 

Com esse "bolo" que está a disputa pelo G4, São Paulo pega o Palmeiras, adversário direto pela luta na vaga da libertadores, no domingo (27/09), às 16h, no Morumbi. Todavia, quarta-feira (23/09), São Paulo recebe o Vasco pelas quartas de final da Copa do Brasil.  É uma semana de jogos decisivos, e esperamos que o time jogue como jogou contra o Grêmio e não como jogou nas duas últimas partidas.

FICHA TÉCNICA
Local: Estádio da Ressacada, Florianópolis - SC
Cartões Amarelos: Everton Silva, Emerson e Anderson Lopes (Avaí); Renan Ribeiro, Carlinhos e Rogério (SP)
Gols: Marquinhos e Anderson Lopes (Avaí); Breno (SP)
Arbitragem: Jailson Macedo Freitas (BA), auxiliado por Alessandro A. Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira (ambos BA)

AVAÍ:
Vagner; Everton Silva, Antônio Carlos, Emerson e Romário; Adriano, Eduardo Neto, Rudnei (Tinga) e Marquinhos (Pablo); Renan Oliveira (Anderson Lopes) e Léo Gamalho. Técnico: Gilson Kleina

SÃO PAULO:
Renan Ribeiro; Lyanco (Bruno), Rodrigo Caio, Lucão e Matheus Reis; Wesley, Breno e João Schimidt (Thiago Mendes); Carlinhos, Rogério e João Paulo (Alexandre Pato). Técnico: Juan Carlos Osório

Palmeiras renova freguesia com o Grêmio

Nesse sábado (19), o Verdão jogou no Pacaembu e renovou a freguesia com o Grêmio. 
Para celebrar os 73 anos da arrancada heróica, o Palmeiras entrou no Pacaembu
com uma bandeira do Brasil e um militar, do mesmo jeito que entrou em 1942.
(Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)
O Palmeiras recebeu o Grêmio no Pacaembu e, como de costume, venceu de novo e renovou a freguesia com a equipe gaúcha. O clube mandou o jogo no Pacaembu porque o Allianz Parque recebe o cantor Rod Stewart neste fim de semana. Mas não tem problema, já que Stewart vai dar show no nosso estádio, o Verdão decidiu dar show no Pacaembu e vencer o Grêmio por 3x2. 

Na véspera dos 73 anos da arrancada heroica, o clube alviverde jogou no mesmo palco da final do Campeonato Paulista 1942, ano em que, depois de tanta perseguição e pressão política para o clube mudar de nome e poder continuar existindo, o Palmeiras venceu por 3x1 fazendo o São Paulo fugir de campo e se consagrando campeão paulista de 1942. 

"Não nos querem Palestra, pois seremos Palmeiras. E nascemos para ser campeões"
73 anos da Arrancada Heroica 
O JOGO 

O Palmeiras começou o jogo bem, preencheu o campo de defesa do Grêmio e pressionou a equipe gaúcha, que não teve tranquilidade na saída de bola. A pressão fez o gol sair rápido, aos 6 minutos, na bola parada. O tricolor fez falta perto da lateral esquerda e Robinho cobrou para o zagueiro Vitor Hugo cabecear aproveitando saída errada do goleiro Tiago. 

O zagueiro Vitor Hugo abriu o placar para o Palmeiras.
(Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
O Palmeiras soube ter a partida nas mãos. Thiago Santos desarmava jogadores do ataque gremista e a postura da equipe gaúcha deixava o Verdão explorar a velocidade de Gabriel Jesus e Barrios. 

Desta forma, o Verdão quase fez o segundo em escanteio. Porém, o Palmeiras afrouxou a marcação e aos 20 minutos tomou empate em um erro bizarro da defesa. Nesse momento, o torcedor ficou muito bravo e xingou meio mundo. 

O jogo que estava na mão passou a ficar equilibrado e, depois do gol, o time do Grêmio também melhorou, chegando a quase virar o jogo, porém, o lance estava impedido para o alivio da torcida palmeirense. 

Buscando acertar a marcação, a equipe alviverde viu Lucas como o melhor caminho para atacar e o lateral-direito quase não errou cruzamentos. 

Aos 31, Barrios recolocou o Palmeiras a frente do Grêmio e o Verdão voltou a dominar o jogo, tendo chances com Gabriel Jesus aos 37 e Barrios aos 41, porém as chances não foram concretizadas. O primeiro tempo terminou 2x1 para o Palmeiras.

Barrios foi o autor do 2° gol alviverde.
(Foto: André Lucas/Gazeta Press)
Segundo Tempo

Na volta ao 2° Tempo, Zé Roberto saiu e entrou Egídio, mas o que fez a diferença no Palmeiras foi a intensidade para atacar. O menino Jesus não perdoava nenhum marcador (Deus perdoa, Jesus não) e as alterações do treinador Roger não adiantaram de nada, já que a marcação alviverde não deixava o Grêmio tocar a bola. 

Mais presente no campo do adversário, o Palmeiras ampliou o placar aos 14 minutos com Rafael Marques. Robinho roubou a bola, tabelou com Barrios e cruzou para Gabriel Jesus, que deixou a sobra para Rafael Marques fazer o 3°. 

Rafael Marques foi o autor do 3° gol alviverde.
(Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)
O Grêmio começou a ir para o ataque e fez Prass fazer grande defesa. Porém, aos 39, Amaral (tinha que ser ele mesmo) colocou a bola na mão e o juiz deu pênalti pro Grêmio, que diminuiu e o jogo terminou 3x2.

Ainda bem que Amaral só jogou 10 minutos.
(Foto: Palmeiras Mil Grau)

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 3 X 2 GRÊMIO
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 19 de setembro de 2015, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (SC) e Bruno Raphael Pires (GO)
Público: 21.257 pagantes
Renda: R$ 971.475,00

Cartões amarelos: Arouca e Thiago Santos (Palmeiras); Bressan; Lucas Ramon e Marcelo Oliveira (Grêmio)

Gols:

PALMEIRAS: Vitor Hugo, aos seis, e Barrios, aos 31 minutos do primeiro tempo; Rafael Marques, aos 14 minutos do segundo tempo
GRÊMIO: Luan, aos 20 minutos do primeiro tempo; Luan (pênalti), aos 40 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Jackson, Vitor Hugo e Zé Roberto (Egídio); Thiago Santos e Arouca (Amaral); Rafael Marques, Robinho (Allione) e Gabriel Jesus; Barrios

Técnico: Marcelo Oliveira
GRÊMIO: Tiago; Lucas Ramon (Bobô), Bressan, Erazo e Marcelo Oliveira; Walace e Moisés; Pedro Rocha (Yuri Mamute), Douglas e Fernandinho (Everton); Luan

Técnico: Roger Machado

AVANTI PALESTRA!!SIGAM PALMEIRISMO NO TWITTER 

Esse pós-jogo foi dedicado especialmente aos colunistas gremistas do Linha de Fundo Janaína Wille e Henrique Charão. Um abraço para os amigos!! Avanti Palestra!!

Luigi Berzoini || Colunista do Palmeiras || @LuigiLouco999 

Em jogo quente, Santos cai em Itaquera


Na manhã desse domingo (20/09) o Santos foi à Itaquera enfrentar o líder do campeonato. Nos últimos três encontros dos dois na temporada, só deu Peixe. Mas dessa vez, o jogo pegou fogo, não só pela temperatura, mas também por polêmicas com arbitragem e por fim, vitória corintiana.

O Santos veio quase com sua força máxima para o jogo, apenas com Marquinhos Gabriel no lugar de Geuvânio. O Corinthians por sua vez, contou com Yago na lateral esquerda, e o que parecia ser "a mina de ouro" para o ataque santista, se tornou o grande trunfo corintiano na partida.

O JOGO

Uma primeira etapa "infernal" para a defesa santista. Não só pelos quase 40° de sensação térmica, mas pela grande pressão do ataque corintiano, que ditou o ritmo da partida nos primeiros 45 minutos e parou, por pelo menos três vezes, em grandes defesas do goleiro santista, que segurou o empate.

Na segunda etapa, as coisas se equilibraram. O Santos conseguiu tocar a bola e diminuir a pressão no jogo, mas mesmo assim ofensivamente, pouco fez. Muito pelo contrário, desde os primeiros minutos da segunda etapa, o time santista se mostrou muito satisfeito com empate e confortavelmente administrava a partida.

O Corinthians quando chegava, era pra valer. Vanderlei seguiu parando todas as chances de Love, Malcon e Jadson, e quando Renato Augusto conseguiu vencer o goleiro santista, parou na trave.

Quando tudo se encaminhava para um empate, o jogou esquentou ainda mais. Aos 34 minutos, Love sofreu pênalti de Zeca na pequena área. Muita confusão, reclamação e após longos 6 minutos da paralisação, lambança da arbitragem que expulsou David Braz. Na cobrança, Jadson deslocou Vanderlei e abriu o placar.


E não acabou por aí, 3 minutos depois Lucca que estreava com a camisa do Corinthians, puxou contra-ataque e encontrou Elias, o camisa 7 cruzou para Jadson, que contou com escorregão da zaga santista e com muita tranquilidade, dobrou o marcador.

Grande vitória para o Corinthians, abrindo 8 de vantagem para o Galo na liderança e péssimo resultado para o Peixe, que estaciona nos 40 pontos e vê o G4 cada vez mais distante.

Agora a equipe corintiana terá uma semana livre de trabalho, para enfrentar o Figueirense fora de casa no próximo domingo. O Peixe não descansa, quarta feira joga com o mesmo Figueirense, porém em partida válida pelas quartas de finais da Copa do Brasil e depois, recebe o Internacional na Vila Belmiro.


FICHA TÉCNICA 

CORINTHIANS 2 x 0 SANTOS


Data: 20 de setembro de 2015, domingo
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra (SP)
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Alex Ang Ribeiro (SP)
Público: 41.748 pagantes
Renda: R$ 2.649.100,00
Cartões amarelos: Elias e Felipe (Corinthians); Ricardo Oliveira, Marquinhos Gabriel, Neto Berola e Lucas Lima (Santos)
Cartão vermelho: Werley, no banco, e David Braz (Santos)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)


GOLS: CORINTHIANS: Jadson, aos 40 minutos do segundo tempo, e aos 43
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Yago; Ralf, Jadson, Elias (Cristian), Renato Augusto e Malcom (Lucca); Vagner Love (Danilo). Técnico: Tite.
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Marquinhos Gabriel (Leandro), Ricardo Oliveira (Paulo Ricardo) e Gabriel (Neto Berola). Técnico: Dorival Jr.
Pedro Henrique  |  @peeedrito17

LIBERA A CERVEJA

Em um país onde tudo ocorre, os superiores se preocupam com coisas inexpressivas. Cerveja nos estádios seria algo que deveria ser repensado?

Movimento ''Libera a cerveja'' ganha forças alem das fronteiras.

Liberar ou não, qual a questão?  Por que não permitir a famosa cerva no estádio? Leis ridículas são impostas pelos superiores achando que algum torcedor com um copo na mão é pior que algum bandido armado cometendo crimes pela cidade, a cerveja é o companheiro do torcedor. O que adianta proibir o consumo dentro do estádio, mas algumas horas antes das partidas os bares aos arredores das canchas continuarem a venda, os torcedores vão beber sim de qualquer forma, então porque não permitir logo?
Torcida do Coritiba aderindo o movimento 
Muitas torcidas aderiram o movimento lutando pelos direitos do torcedor, querem voltar aos poucos as alegrias que sumiram no novo  ~PADRÃO FIFA~,  Sushi, sorvetinho e daqui a pouco até champanhe com caviar serão os acompanhamentos dentro das arenas, tiraram o futebol dos Brasileiros e agora querem tirar até a famosa loira gelada.

Nos Estados Unidos a cerveja é liberada e a mídia apoia por incrível que pareça, dizem que é um bom avanço para o esporte e paparicam as atitudes dos torcedores na terra do Tio Sam mas no Brasil é algo para ser revisto. É algo surreal, quem for pego bebendo deve ir para a cadeia, o país é ridículo, deixou de ser o país do futebol para ser o país das atitudes ridículas em relação ao esporte.

Cerveja nos Estados Unidos é liberada.
Em algumas capitais brasileiras ainda possuem gente que pensam ou ao menos tentam, em Minas Gerais a venda de bebidas alcoólicas foram legalizadas pelo Governo do Estado, uma vitória e um suspiro para o futebol Brasileiro, em São Paulo uma votação foi agendada para ver se pode ou não a venda dentro dos estádios, enquanto não se concretiza as torcidas continuam aderindo o movimento “LIBERA A CERVEJA’’ e quando for liberada será mais que uma vitória para os torcedores, será uma vitória para o Futebol Brasileiro que perdeu aquele seu posto de país do futebol por suas atitudes ridículas.
Torcida do Figueirense e sua faixa
Deixem o menino futebol respirar, beber e torcer, na copa para agradar os gringos ela foi liberada e agora para agradar os donos da casa, por que não ser também? ou a visão lá fora do nosso país é mais importante do que o agrado dos nossos próprios torcedores?

LIBERA A CERVEJA!

Em jogo tenso, Bayern vence Olympiacos na Grécia

A estréia fora de casa do Bayern foi boa e ruim ao mesmo tempo. Pela primeira partida da Uefa Champions League contra o Olympiacos, da Grécia, o Bayern conseguiu uma vitória por 3-0 contra os donos da casa, em Pireu.



Antes do início da partida, o confronto de polícias e torcida foi intenso. A diretoria bávara aconselhou seus torcedores a não viajarem para a Grécia, pois "sabiam" que iria aconteceu alguma coisa relacionado a torcida, e aconteceu. De acordo com a imprensa da Alemanha, torcedores saíram do estádio sem ao menos ver o jogo. 

O estádio lotado fez com que os jogadores do time grego se sentissem empolgados, o que resultou em ataques do Olympiacos, mas sem muito perigo para o arqueiro Neuer. Os times fizeram um primeiro tempo bem tenso. O Bayern atacou bem mais que o Olympiacos, mas quando não pecava na finalização, o goleiro grego fazia ótimas defesas. 

No segundo tempo, o Bayern fez jus as finalizações. 51' da segunda etapa, Thomas Müller marcou um gol digno de sorte e inusitado. O meia recebeu de Vidal na ponta direita e "cruzou", sim, bem entre aspas. O inusitado do lance foi que a bola acabou indo para o fundo do gol, surpreendendo não só o Müller, mas a torcida e ao técnico Guardiola.

O Olympiacos começou a atacar, Ideye finalizou bonito, mas Neuer fez uma ótima defesa mandando para escanteio.O time grego foi para o ataque com tudo, Salino cara a cara com Neuer finalizou para fora, susto para a torcida bávara.Aos 88', Gotze marcou o segundo gol após um cruzamento de Coman, estreante na UCL pelo Bayern. Perto do fim da partida, Coman faz boa jogada e é derrubado na área, pênalti para o Bayern. Müller foi para a bola, e guardou, agora por querer. Após o pênalti o juiz decretou o final da partida, Bayern vence por 3-0. 

O Bayern entra em campo novamente neste sábado, contra o Darmstadt, fora de casa, pela Bundesliga. Na Uefa Champions League, o próximo compromisso é contra o Dínamo no dia 29 de setembro, na Allianz Arena.

Ficha Técnica

Olympiacos FC: Roberto - Elabdellaoui, Manuel da Costa, Siovas e Masuaku; Leandro Salino, Kasami, Cambiasso (66’ Fortounis) e Alejandro Domínguez (61’ Hernâni) – Pardo (81’ Sebá) e Ideye.
Reservas: Kapino, Botía, Vouros, Finnbogason.

FC Bayern: Neuer - Lahm, Boateng, Bernat e Alaba; Thiago Alcántara, Xabi Alonso (77’ Kimmich), Vidal (77’ Götze) e Douglas Costa - Lewandowski (59’ Coman) e Müller.
Banco: Ulreich, Rafinha, Javi Martínez, Rode.

Chelsea vence com direito a Gabriel caindo na armadilha de Diego


Desde pequena fui ensinada a fugir das provocações, meus pais diziam que não valia a pena e a chance disso acabar se tornando mais prejudicial a mim do que a quem as fazia era grande. Bem, foi exatamente isso que aconteceu com Gabriel Paulista no derby Chelsea x Arsenal, válido pela Premier League.

José Mourinho e Arsene Wenger, que recentemente tem sido os principais personagens desse confronto, ficaram apenas como coadjuvantes. Preciso comentar o aperto de mão entre os dois, que criaram uma relação de (mais) ódio desde que o português afirmou que o francês era um “especialista em fracassos”. Voltando, os atores principais de mais um capítulo dessa história foram Diego Costa, Gabriel e o árbitro Mike Dean.

A superioridade do Chelsea durante quase todo o jogo pouco foi mencionada. Os Blues tiveram 63% de posse de bola, 22 finalizações, sendo 7 no gol, contra apenas 9 dos Gunners, sendo 2 no alvo. Mas para os torcedores do lado vermelho, parece que as expulsões foram o único motivo para a derrota por 2-0, além de Diego ser um criminoso e tudo isso.

Mourinho foi preciso quando afirmou na entrevista coletiva pós-jogo que o principal requisito para ganhar clássicos é o controle emocional. Sem isso, o jogador pode facilmente se perder e acabar prejudicando seu time. Foi o que aconteceu com Gabriel. 

“Eu acho que joguei contra o Arsenal 15 ou 16 vezes e só uma vez eles não reclamaram. Não sei porque, talvez seja porque eles ganharam. Todas as outras partidas eles têm razões para isso. Joguei meu primeiro derby como treinador em setembro de 2000 e eu lembro das minhas palavras para os meus jogadores: ganhem o derby e tenham controle emocional. Joguei clássicos na Espanha, em Portugal, na Inglaterra, Itália, e eu sempre repito as mesmas palavras. Para ganhar derbys você precisa ter controle emocional”, afirmou o comandante Blue.

Ao entrar na pilha do hispano-brasileiro, o brasileiro perdeu a cabeça e não contou com a orientação de nenhum companheiro para afastá-lo da confusão. Costa se aproveitou do desequilíbrio, como faz desde que jogava na Espanha, provocou mais, Gabriel tentou dar um coice nele, o bandeirinha viu, Mike Dean entrou em cena e, assim, aconteceu a primeira expulsão do Arsenal. Poderíamos até entrar na discussão se o centro-avante dos donos do Stamford Bridge é desleal em alguns momentos, porque sim, já aconteceu. Mas esse não é o ponto. 

O camisa 19 é aquele tipo de jogador que ou você ama ou odeia. Ama quem o tem em seu time, odeia quem não tem. Toda partida os adversários tentam virar o jogo e atingi-lo com seu próprio veneno. Diego tem pavio curto, todos sabem, mas quando o brasileiro naturalizado espanhol devolve, a repercussão é quase comovente. Não brinquem com o demônio, é o que dizem por aí.

A verdade é que o Chelsea venceu por 2-0 e ganhou confiança para seguir no campeonato. Ivanovic voltou a jogar bem, Hazard teve seu brilho e deixou seu gol aos 90 minutos, Fàbregas deu mais uma assistência – no primeiro gol, de Zouma, aos 52 – e, se Diego Costa ainda não encontrou sua forma ideal para marcar a quantidade de gols que marcou na última temporada, voltou a infernizar os adversários, buscar jogo e fazer a diferença.

Keep the Blue flag flying high! 
Luiza Sá (@luizasaribeiro)

Bahia joga mal, mas segura Sampaio Corrêa e se mantém no G4

Mesmo jogando na Arena Fonte Nova, onde está invicto nesta Série B, o Bahia tem mais a comemorar do que o Sampaio Corrêa no empate por 1x1 nesta tarde de sábado. Apesar de sair na frente com Kieza, de pênalti, foi o Tubarão que criou as melhores chances. O resultado mantém a distância entre os dois times, com a equipe baiana dentro do G4.

Na próxima rodada o Tubarão recebe o Santa Cruz em mais um confronto direto pelo grupo de acesso. Já o Tricolor de Aço pega a Luverdense fora de casa. Ambos precisam vencer para aproveitar o confronto direto de Vitória x Paysandu.

Kieza protege a bola: atacante teve vida difícil diante do Sampaio Corrêa. (Foto: Globo Esporte)

O JOGO

Mais de 19 mil pessoas, quarto lugar do campeonato e a invencibilidade dentro da Arena Fonte Nova não foram suficientes para intimidar o bom time do Sampaio Corrêa nesta tarde. Muito pelo contrário: foram os maranhenses que tomaram as rédeas do jogo.

Com menos de dez minutos duas boas chances foram criadas, sendo uma com Nadson e uma com Jheimy. O Bahia até tinha mais a bola, mas não conseguia criar contra um visitante bem postado e que explorava bem os contra-ataques.

Quando a torcida já começava a perder a paciência, o Bahia conseguiu um pênalti importante em jogada pela esquerda que foi bem batido por Kieza, deslocando Rodrigo Viana. 1x0.

Perdendo o jogo, não restava outra opção que não fosse partir para o ataque ao Sampaio Corrêa. Nadson perdeu boa chance logo no primeiro minuto do segundo tempo, mas a pressão inicial não demorou a dar resultado em um dos gols mais esquisitos do torneio, com direito a um incrível bate-rebate e finalização de Jheimy. 1x1.


Com o empate, a partida ficou ainda melhor. Motivado pela força de sua torcida, o Bahia foi ao ataque, mas deixando uma ótima opção para os contra golpes do visitante. As melhores chances foram do Tubarão. Edgar saiu cara a cara com Douglas, contudo acabou errando o tapa na bola e perdeu a melhor oportunidade.

Oeste domina, mas apenas empata contra o Bragantino

A rodada ajudou com tropeços de Bahia, Paysandu e Vitória. Era a chance que o Bragantino precisava para encostar novamente no pelotão da frente e mostrar que ainda quer buscar o acesso, chance essa jogava pela janela pelo Massa Bruta. O empate por 1x1 ainda foi lucro para um time que pouco fez para merecer a vitória.

Mantendo seus 39 pontos, o Bragantino segue sete pontos abaixo do Bahia, que é o quarto colocado. Tem boa chance de recuperação na próxima rodada quando recebe o Boa Esporte no Nabi Abi Chedid. O Oeste foi a 33 pontos e continua está oito pontos acima do Z4.

Mazinho empata no final do jogo para o Oeste, que foi superior durante toda partida. (Foto: ESPN)
O JOGO

Quem assistiu ao jogo certamente confundiu as aspirações dos dois times na tabela. O Oeste foi muito superior durante todo tempo e, mesmo marcando seu gol no final, tem muito mais a lamentar os pontos perdidos.

O primeiro tempo foi completamente dominado pelo time rubro-negro. Foram chances de gol perdidas aos montes. Na principal delas, Mazinho, o mesmo carinhosamente apelidado de Messi Black, deixou Wagninho na cara do gol, mas o atacante se atrapalhou com a bola e perdeu grande chance.

Outras boas chances foram criadas pelo time da casa, todas bem defendidas por Rafael. Quando o goleiro do Braga falhou ao sair mal do gol, contou com a sorte para ver a bola passar rente à trave.

O segundo tempo manteve a mesma história do primeiro: Oeste atacando, Bragantino se defendendo como era possível. Mas o futebol costuma pregar peças e ser injusto. Mesmo superior em todo primeiro tempo e perdendo boa chance logo ao primeiro minuto da etapa final, foi o Bragantino quem marcou em seu único ataque do jogo. Alan Mineiro recebeu na entrada da área e bateu cruzado para vencer Leandro Lopes.

Depois de marcar, o Massa Bruta se encolheu de vez. E o Oeste continuou em cima, martelando e perdendo gols. Apesar de ver o tempo passar, o gol ia amadurecendo. Em mais uma das ironias que o futebol adora, o empate veio justamente do baixinho Mazinho, de cabeça. O relógio já apontava 32 minutos de jogo.

A pressão final veio como esperada, mas o Braga conseguiu se segurar e sai comemorando o empate. Não pela classificação, mas pelo que jogou hoje – ou, melhor, pelo que deixou de jogar.
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