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sábado, 10 de outubro de 2015

Derrotados na primeira batalha, vivos na guerra

Brasil de Pelotas e Fortaleza entraram em campo no clima da decisão. Durante a madrugada, fogos foram disparados próximo ao hotel onde os jogadores do Leão se hospedaram. Curiosamente, aproximadamente uma quadra depois, segundo informações, localizava-se a concentração da equipe Xavante. Sim, a torcida gaúcha cometeu um equívoco e apimentou mais ainda o primeiro duelo.

O gol da vitória rubro-negra foi marcado no final do primeiro tempo. Aos 43 minutos, a defesa do Fortaleza se atrapalhou após uma cobrança de escanteio. Depois de um desvio de Nena, Cleverson, que tem passagem pelo Leão, ficou com a sobra e mandou para as redes.

Para o Brasil de Pelotas conquistar o acesso, basta apenas um empate. O Fortaleza, por sua vez, precisa de uma vitória por dois ou mais gols de diferença para subir à Série B. Curiosamente, nas vezes que o Leão chegou à fase de mata-mata, jamais saiu em desvantagem para o segundo confronto. Agora, a equipe de Marcelo Chamusca tem que buscar o resultado positivo diante de sua torcida.

Castigo no final

A primeira etapa vinha equilibrada. Chances para os dois lados. O Brasil, por sua vez, investia em jogadas aéreas, que é sua principal jogada ofensiva. Em uma delas, após cobrança de falta, o zagueiro Teco subiu sozinho diante da defesa Tricolor e quase marcou.

Após se encontrar no jogo e se organizar ofensivamente, o Fortaleza passou a assustar. Maranhão sendo travado na hora da finalização foi a primeira investida do Leão. Após boa jogada pela direita, Tinga teve a principal oportunidade dos visitantes na partida. O lateral recebeu de Lúcio Maranhão quase na pequena área, mas mandou por cima.
Corrêa e Diogo Oliveira disputam a bola (Foto: Jonathan Silva/Brasil de Pelotas)
Como dizem, “quem não faz, leva”. Aos 43, pouco tempo depois de ter colocado uma bola na trave de Ricardo Berna, o Brasil de Pelotas abriu o placar. Após cobrança de escanteio, Nena desviou e Cleverson marcou: Brasil 1 a 0.

Xadrez

Para o segundo tempo, o Brasil de Pelotas adotou uma postura defensiva. Sabendo que o Fortaleza iria buscar um gol, a equipe da casa fechou-se em seu campo, dificultando a troca de passes e a armação de jogadas da equipe tricolor. O Xavante apostava numa bola para decidir o confronto.
  
Sem criatividade no meio-campo, o Fortaleza quase não assustou o goleiro Eduardo Martini. Apenas Lúcio Maranhão tentou, por duas vezes, finalizar para o gol. Pio, no final da partida, também chutou, mas o camisa 1 rubro-negro defendeu sem maiores dificuldades.

Quem assustou de verdade foi o Brasil de Pelotas. Por duas vezes, cruzamentos sem direção quase acabavam em gols. Ricardo Berna segurou o primeiro que veio pelo lado esquerdo. Já o efetuado pelo lado oposto, o goleiro tricolor espalmou. Numa saída errada, quase o arqueiro entregava o segundo gol para os donos da casa, mas a defesa consertou.

Opinião

Sim, saímos no lucro. Perder por 1 a 0 “foi bom”, pelo que foi a partida. Agora, não espero missão fácil, apenas confio na qualidade de cada jogador do time. É possível reverter. Não tem nada perdido. Quem tiver pensamento pessimista, por favor, não vá ao Castelão no sábado.

Parabéns aos nossos guerreiros que foram para Pelotas acompanhar o jogo. Por mais que o espaço fosse pequeno, o esforço deles foi recompensado. Representaram milhões que acompanharam pela TV.

Chegou a hora

Pés no chão sempre. Incentivo durante os 90 minutos. Que todos possam ir dispostos para enfrentar a parte final da guerra. Vamos para batalha. Sábado, lugar de Tricolor é no Castelão.

#FechadoComOLeão

Rafael Alves – @rafaelalvessg_

“(...) Escolha uma estrada e não olhe... Não olhe pra trás”

As fracas esperanças da Venezuela

Um sonho para qualquer fã de futebol espalhado em qualquer lugar no mundo é ver o seu país entre as 32 seleções que jogarão a Copa do Mundo de Futebol. Uma competição que mexe com até aqueles que não gostam tanto de futebol, mas em época de Copa param para ver o esporte que mais move corações em todo o planeta. O sonho dos venezuelanos também é esse, mas será que esse sonho está próximo?


Seleção venezuelana tenta surpreender e ir para a Copa do Mundo.
Foto: conmebol.com

Até o fim – Engenheiros do Hawaii (Parte 1)

É difícil ter que iniciar um texto assim. Por mim, isso já teria acabado desde 2010, mas não podemos reclamar do que passou. São seis anos lutando contra tudo e todos para conquistar o acesso à Série B. Em algumas vezes, nem chegamos próximos do objetivo. Porém, em duas oportunidades, choramos a dor da perda de um ano. Sinto uma atmosfera diferente. Torço que essa história mude e passe a ter um final feliz.

Chegamos ao mata-mata da Série C. Sou sincero, assumo: primeira vez que enfrentamos um clube com uma torcida presente. Não estou tirando méritos de Oeste e Macaé. Além de tudo, esses clubes foram campeões da competição em 2012 e 2014, respectivamente. A diferença do Brasil Pelotas é o fanatismo e a paixão das arquibancadas. É uma das armas da equipe Xavante.

Fortaleza me surpreendeu. Positivamente, aliás. Quem era capaz de adivinhar que o time embarcaria rumo ao Rio Grande do Sul uma semana antes da partida? Só tenho que aplaudir a diretoria, responsável pela inteligente ideia. Equipe treinou a semana inteira. Creio que a preparação, além de definir os titulares, visou também à adaptação dos atletas ao clima da região gaúcha, pois sabemos a diferença térmica entre os estados.

“Minhas raízes estão no ar, minha casa é qualquer lugar...”

Deixando um pouco a parte futebolística, devo destacar a importância da torcida. Será excesso sair da nossa cidade numa terça-feira e saber que só chegará ao destino na hora do jogo de seu time do coração? Para mim, isso é amor. A caravana da Leões da TUF percorreu cerca de 4.500 km até chegar a Pelotas. Pelas redes sociais, assistimos aos vídeos onde todos se mostraram felizes e confiantes. Espero que esse espírito contagie o time.

Ontem, muita gente também se deslocou ao Rio Grande do Sul. Reparei que todos saíram confiantes. Isso é ótimo. Aqui, vejo alguns amigos ansiosos, tensos e nervosos. Pois é, estou incluso neste grupo. Não criei expectativa por superstição pessoal. Troquei isso por otimismo. Creio que a partida não será fácil, mas temos um time forte e competente, o que me deixa “tranquilo”.

Apaga tudo

Sobre o jogo, eu tenho minha opinião: não será fácil. Sabe a nossa campanha da primeira fase? Apaga tudo! Agora, assim como o Brasil de Pelotas, temos 50% de chances de acesso. É uma nova competição nascendo para o Fortaleza. Outra história, diria um comentarista que conheço. Sim, estamos preparados. Só que não devemos tirar os pés do chão.

Fortaleza está preparado para a batalha (Foto: divulgação)
Marcelo Chamusca não deve realizar mudanças na equipe. O esquema será o mesmo 4-2-3-1 utilizado desde o retorno do Everton ao time titular. Sendo assim, o Fortaleza deve começar o jogo com Ricardo Berna; Tinga, Lima, Adalberto e Thallyson; Auremir, Corrêa, Maranhão, Daniel Sobralense e Everton; Lúcio Maranhão. Na minha opinião, é o que deve ser feito. Nada a questionar sobre isso.

Recado final

Para todos os Tricolores que estão, assim como eu, ansiosos: não podemos deixar isso nos prejudicar. Pensamento positivo, mas sempre com os pés no chão.
Aos guerreiros que foram ao Rio Grande do Sul: parabéns! Espero que voltem com o resultado positivo na mala e em paz!

Para toda Nação, que tenhamos saúde para acompanhar a primeira batalha de uma guerra de 180 minutos.

“Não vim até aqui pra desistir agora...”
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