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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Os brasileiros na NBA 2015/2016

No Brasil, o basquete nunca foi tradição, porém nos últimos anos com a chegada da NBB a pratica e valorização do esporte aumentou. A National Basketball Association (NBA) dará inicio a temporada regular 2015/2016 - a 70ª da história; dia 27/10 e contará com 09 brasileiros em quadra. O país nunca teve tantos representantes, mas ainda é o que tem menos jogadores competindo. Conheça-os:

Cristiano Felício: O mineiro de 23 anos deixa as quadras brasileiras depois de atuar duas temporadas pelo Flamengo, o ala-pivô assinou contrato com o Chicago Bulls por dois anos. O jogador já usou as cores canarinho tendo sua melhor campanha em 2011 nos jogos Pan-americanos. Convidado para jogar a Liga Verão de Las Vegas pelo Bulls, fez com que o jogador brasileiro assinasse o contrato após o “comprometimento e potencial” serem observados de perto pelos cartolas americanos.

Cristiano Felício
Leandrinho: Atual campeão da NBA 2014/2015 com o Golden Warriors teve seu contrato renovado por mais uma temporada. O ala-armador de 32 anos que já jogou pela seleção brasileira e NBB fará a sua 13ª temporada pela NBA. Em 2003 no draft ele foi o 28º; já passou por cirurgias no joelho e terminou a temporada passada com média de 7,1 pontos por partida.

Leandrinho
Marcelinho Huertas: Depois de quatro temporadas no basquete espanhol pelo Barcelona, Marcelinho assinou contrato com o Los Angeles Lakers, sendo sua primeira passagem pela NBA. O armador de 32 anos já teve conquistas importantes com a camisa da seleção brasileira. Foi ouro nos Sul-americano de 2006 e Jogos Pan-americanos de 2007. Pela Copa América, o jogador possui dois ouros 2005 e 2009 e com prata em 2011. 

Marcelinho Huertas
Bruno Cabloco: O representante brasileiro mais novo em quadras, Bruno de apenas 20 anos vai para a sua segunda temporada vestindo as cores do Toronto Raptors. Em 2014 foi o 20º escolhido no draft. O ala jogou pouco na temporada passada, mas quando precisou fez bons jogos, teve o nome gritado pela torcida e se espera muito do brasileiro na nova temporada.

Bruno Cabloco
Anderson Varejão: O ala-pivô não completou a temporada passada devido a uma lesão, o jogador de 33 anos foi obrigado a abandonar na metade. Em 2004 foi escolhido pelo Orlando Magic no draft não chegou a jogar e foi direto para o Cleverland Cavaliers onde permanece até hoje. Esta será a 12ª temporada do jogador na NBA. 

Anderson Varejão
Tiago Splitter: Primeiro brasileiro a levantar o caneco da NBA em 2013/2014, o pivô trocou o San Antonio Spurs pelo Atlanta Hawks nesta nova temporada. Pela seleção brasileira o catarinense de 30 anos foi ouro nos Jogos Pan-americanos de 2003; pela Copa América foi prata em 2001 e 2011 e ouro em 2005 e 2009. Em 2010 quando jogava pelo basquete espanhol, o jogador ganhou o prêmio de melhor jogador (MVP).

Tiago Splitter
Raulzinho: Em 2013 o armador foi escolhido pelo Utah Jazz na 47ª posição do draft, mas optou pelo basquete espanhol. Agora o mineiro de 23 anos retorna ao Jazz para enfim fazer a sua estreia na NBA.

Raulzinho
Lucas "Bebê" Nogueira: O carioca foi escolhido no draft de 2013 pelo Boston Celtics. Possui duas medalhas pela seleção brasileira nas categorias de base: prata e bronze. Chegou ao Toronto Raptors na temporada passada, mas fará a sua estreia oficial no time este ano.

Lucas Bebê
Nenê Hilário: Um dos atletas mais gigantes e ágil da liga, o paulista de 33 anos e 2,11 de altura chega a sua 5ª temporada pelo Washington Wizards. Foi o sétimo selecionado no geral do draft de 2002. Sua temporada passada não foi uma das melhores e promete recompensar neste ano.

Nenê Hilário
Ao todo dos 09 jogadores temos apenas 08 clubes que contarão com brasileiros em quadra, alguns mais experientes do que outros que ainda farão a sua estreia na liga. Vale agora é torcer para que algum brasileiro consiga levantar novamente o caneco e manter o ritmo de representantes campeões que veem das duas últimas rodadas.

Façam as suas apostas, pois irá começar mais uma temporada da NBA!

ISABELA MACEDO | @ismacedo_
LINHA DE FUNDO | @linhadefuundo 

Campeonato Carioca: Saudosismo de um torneio aniquilado

Já escutei muitas críticas sobre estaduais, muitas certas e adequadas sobre a extensão dos torneios, outras bem ranzinzas de alguém que parece nunca ter vivido a magia desse campeonato. O carioca sempre foi considerado o estadual mais charmoso do Brasil com total mérito, afinal de contas qual torneio da três títulos no mesmo
e tem emoção em sua grande parte? Pois é.

Estaduais são a alma do futebol, campeonatos onde pais geralmente levam seus filhos para começarem a acompanhar e se apaixonar
por seus clubes, é onde a rivalidade regional aflora, e onde acontecem boa parte dos jogos mais memoráveis. Qual tricolor não comemorou o antológico gol
de barriga de Renato? Existe flamenguista que esqueceu da falta do Pet aos 43 do segundo? E a cavada de Loco Abreu, dando o título de 2010 para o Botafogo?

Isso tudo aconteceu em estaduais, no nosso querido, e talvez finado, carioca. Claro que em todos lugares o valor do campeonato decaiu nos últimos anos, não são mais considerados tão importantes como outrora, mas ainda eram motivo de muitos sorrisos em domingos de Maraca. Em 2014 começou o falecimento com a mudança de formato que 'acabava' com as Taças Guanabara e Rio, pontos corridos onde os pequenos quase não podem sonhar e onde os grandes chegam sem muita vontade de ganhar.

Daqui alguns meses começará outro campeonato carioca, talvez só no nome, afinal Flamengo e Fluminense, devido a divergências com a FERJ, irão participar com times alternativos, onde Vasco e Botafogo jogarão com a obrigação de irem para a final. Será um título? Sim, mas sem vitória, todos perdem.

Fim de uma era. Obrigado, Chamusca

Alguns acham que o fracasso do acesso passou por ele. Dependendo do discurso, até concordo. Quem lê meus textos lembra que eu pedi Pio como titular para o confronto decisivo diante do Brasil de Pelotas. Na minha opinião, ele demorou a colocá-lo em campo. Só que o tema a ser tratado aqui é outro.

Marcelo Chamusca saiu ano passado, mas não demorou. Voltou ao Fortaleza após a demissão de Nedo Xavier e deu conta do recado. Foi o treinador que nos ajudou a quebrar o jejum de 13 jogos contra o rival e também a conquistar o emocionante título cearense diante dos mesmos.

Marcelo Chamusca dirigiu o Fortaleza em 2014 e 2015 (Foto: Bruno Gomes/Agência Diário)
Se errou ou não, fica a critério de cada torcedor. O importante, agora, é lembrar os bons momentos proporcionados ao longo de quase dois anos. Desejo-lhe boa sorte em sua carreira e muito sucesso também! Acima de tudo, é um batalhador e merecedor de vitórias. 
Obrigado por tudo, Marcelo Chamusca!

Nomes cogitados

Até agora, somente três treinadores foram cotados para assumir o Fortaleza. Pelas redes sociais, Sérgio Soares é o preferido.

Além dele, Flávio Araújo, que conseguiu o acesso à Série C com o River-PI, e Marcelo Veiga, autor do mesmo feito pelo Botafogo de Ribeirão Preto, também foram lembrados.

Opinião

Sérgio Soares é o melhor do mercado. Entre os três cogitados, é o melhor. Devido ao tempo que passou no comando do rival, conhece bem o futebol do nosso estado e também da nossa região.

Espero que a diretoria trabalhe com cautela e escolha o melhor para o Fortaleza. Confio na qualidade da nossa cúpula e tenho certeza que tudo será bem estudado.

#FechadoComOLeão

Rafael Alves - @rafaelalvessg_

"Pra nós é sempre um time campeão"


Foi doloroso, foi sofrido, demorou pra eu tomar coragem em vir aqui sentar e escrever algumas palavras para descrever um pouco da minha angústia, tristeza e sofrimento passados naqueles 90 minutos da partida entre Portuguesa e Vila Nova, no dia 17 de outubro de 2015. Na partida de volta das quartas de final da Série C, que valia para Lusa um acesso para a Série B. Uma partida onde a Lusa não teve a sorte almejada por aqueles quase 18 mil torcedores gritando e apoiando a Portuguesa até o fim, mesmo sabendo que era praticamente impossível. Fomos vencidos, mas não saímos derrotados. 



O Vila Nova venceu, mereceu em campo a classificação fez dois gols e organizou-se. Enquanto a Lusa, desorganizada, não achava nada, em compensação a torcida lusitana achava forças, sabe lá Deus de onde ,para continuar apoiando os jogadores que bravamente mesmo errando passes, sendo infantis e falhando, tentavam com ímpeto honrar o manto rubro-verde. Sem sucesso. Os dois gols do adversário, antes dos 20 minutos acabaram com a crença do acesso lusitano, em 2015. Não acabaram, aliás até aumentaram, com o amor de cada lusitano pela Rubro-verde, e resgataram o orgulho ferido de 2013, com o escândalo do rebaixamento enigmático que perdura até hoje. Não conquistamos o acesso, mas conquistamos de volta, o orgulho, e toda a união que esse clube já mostrou um dia está voltando a ser demonstrado agora. 



Como diz um dos nossos hinos "Você faz parte de uma grande família, que muito pode se orgulhar", de fato, pudemos sim nos orgulhar da união que houve entre torcida, diretoria, comissão técnica, jogadores e patrocinadores e com certeza haverá em 2016, a credibilidade voltou. Também diz no outro hino (sim, a Lusa é tão grandiosa que são necessário dois hinos para contemplar tamanha a beleza deste clube), "Vitória é a certeza, da tua força e tradição. Em campo, a Portuguesa, pra nós é sempre um time campeão", em campo não tivemos o resultado matemático, não conquistamos o acesso, mas aquele time, foi o time que para muitos no começo do ano nem existiria, devido há tantas crises e problemas. E a Portuguesa se levantou e resgatou o orgulho do torcedor e por isso TODOS nós fomos campeões. 


EU HOJE CHORO DE ALEGRIA, PELO QUE PRESENCIEI DE BOM SÁBADO. VOLTAREMOS, EM 2016. #SOMOSTODOSLUSA

Por Rodrigo Ferreira

Twitter @eurodriferreira | @linhadefuundo
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