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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

APAGÃO! Em casa, São Paulo é derrotado pelo Santos.

  • Com direito a forte chuva e apagão, Tricolor vê sonho de título inédito ir pelo ralo. 
Mesmo com a chuva e frio, torcida aproveitou do apagão
para fazer um bonito show de luzes.
foto; arquibancadatricolor.


A última quarta feira ficará marcada na memória dos torcedores São Paulinos como um dos dias mais trágicos na história do Clube. Se já não bastassem às péssimas condições de jogo, com o gramado encharcado, partida paralisada após um apagão de 22 minutos, o elenco não obteve sucesso nas finalizações.

O jogo começou bem movimentado, com a equipe Santista acionando o tempo inteiro as laterais do campo com Gabriel e Marquinhos. O técnico Dorival Junior foi inteligente e soube explorar bem as fraquezas dos mandantes.

Entretanto, era o São Paulo quem possuía melhor domínio de jogo, visando o gol e tentando impedir o avanço dos visitantes. Contudo, a esperteza de Daniel Guedes e a velocidade de Gabriel colocaram o Santos na frente do placar após uma falha de posicionamento do setor defensivo Tricolor.

No momento do gol, às arquibancadas preenchidas brandiam o silêncio da torcida, que não esperava tamanha oscilação do time. Mesmo assim, o São Paulo buscava a resposta e em algumas oportunidades com Luís Fabiano pode incendiar o jogo novamente.

Não demorou e com a pressão pós gol, o time soube reagir. Em uma belíssima jogada, Michel Bastos mandou no peito de Alexandre Pato, que fez um domínio excepcional, finalizando de bico no canto esquerdo do goleiro Santista. Com o empate, a esperança de uma virada motivava a torcida, que cantava novamente.

O jogo se manteve acelerado, e mesmo com a forte chuva, os elencos entregavam-se o tempo todo em cada jogada. Com o final da primeira etapa, a expectativa era de um segundo tempo melhor, e no gramado, a drenagem do Morumbi fazia o possível para diminuir o estrago causado pela chuva.



Na volta ao segundo tempo, nada mudou. A chuva e os erros permaneceram, e não demorou para que o Santos ampliasse o placar. Em uma jogada de escanteio, Rogério Ceni escorregou, e ao tentar voltar para o gol viu Ricardo Oliveira finalizar rasteiro no cantinho com muita habilidade. A excelente fase reflete sempre no ótimo posicionamento do atacante.

Abalado, desnorteado, e em poucos minutos, o São Paulo tomou novamente outro gol. Era a cereja do bolo Santista, onde os torcedores ecoavam no estádio “1..2..3... São Paulo é freguês”.

Sem rumo, Doriva optou ainda por algumas alterações, que não vingaram. A equipe continuou perdendo muitas oportunidades e viu o Santos por o pé, a perna e o corpo todo na final. Com o fim do jogo, somente um milagre reverterá à situação São Paulina.

A equipe teria que jogar tudo que não jogou toda a temporada. E então fica a incógnita; se não jogaram o ano inteiro, por que jogariam agora contra o melhor mandante do Brasil? Não sobram mais motivos para acreditar. É rezar para o ano acabar logo, enquanto ainda resta uma base.

Exigir reformulações e planejamentos que venham visar o bem da equipe. Não acredito que o técnico Doriva ficará por muito tempo. Sua filosofia não convence, e não existe mais paciência da torcida com o elenco. Logo, isto é sinônimo de estádio vazio e críticas demasiadamente. O São Paulo volta à campo neste domingo, dia (25/10/15), fora de casa contra o Coritiba, partida válida pelo Brasileirão.


FICHA TÉCNICA:

Local: Morumbi, São Paulo.
Publico: 26.434 mil torcedores.
Renda: R$ 1.500.367,00.
Arbitragem: Raphael Claus, Rogerio Pablos Zanardo e Carlos Augusto.
Cartões Amarelos: Lucão, Centurion, Luís Fabiano, Thiago Mendes; São Paulo. / Marquinhos Gabriel; Santos.

SANTOS:
Vanderlei, Daniel Guedes, Werley, David Braz, Zeca, Thiago Maia, Renato, Lucas Lima, Gabriel (Paulo Ricardo), Ricardo Oliveira (Gustavo Henrique), Marquinhos Gabriel (Neto Berola)
Técnico; Dorival Junior.

SÃO PAULO:
Rogério Ceni; Bruno, Rodrigo Caio, Lucão e Matheus Reis (Reinaldo); Luiz Eduardo (Centurion), Thiago Mendes e Ganso; Michel Bastos (Kardec), Alexandre Pato e Luís Fabiano 
Técnico; Doriva.     


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