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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Precisamos falar sobre Fred

Fred chegou no Fluminense em 2009 a peso de ouro, não parecia ter a cara do clube, era um cruzeirense confesso e, apesar de boa estreia marcando dois gols, não teve um início bom no clube. Logo começou a ser cobrado, o time vivia uma crise sem fim e o rebaixamento era realidade, cenário perfeito para o mesmo pegar sua mala e ir embora. Mas ele não foi.

Ficou e puxou um time que salvou o Fluminense da Série B depois de estar 98% nela e, no
ano seguinte, participou do título Brasileiro de 2010, que foi a coroação do time de guerreiros criado no ano anterior. Fred, aos poucos, começou a entender o que era Fluminense e, principalmente, a sentir isso.

Em 2011 viveu nova polêmica com organizadas, e era outro provável adeus, que para sorte de todos não aconteceu. Ficou e mais uma vez respondeu em campo, levando o time para a Libertadores novamente. Em 2012, enfim o protagonismo merecido. Em um brasileiro brilhante, conduziu o Flu ao tetracampeonato, marcando três gols no jogo decisivo contra o Palmeiras. Foi a confirmação da idolatria.

Em 2014, depois de uma Copa ruim, foi perseguido por todo país, mas encontrou apoio em sua casa, na família que se tornou o Fluminense. Novamente em campo se recuperou e terminou artilheiro do Brasileiro. Em 2015, sem Unimed, davam sua saída como certa. Outros considerados ídolos foram, ele não. Aceitou abaixar o salário e fazer parte da reconstrução do clube. Botou o coração em campo, virou técnico, virou torcedor, virou pai dos mais novos do time e, principalmente, se tornou uma frente de resistência quando se trata de ídolos em seus clubes.

Ontem o Fluminense perdeu em campo, mas ganhou fora. Viu um ídolo sem condições de jogo estar na partida, fazer gol e dar seu máximo com a camisa tricolor. Quando seus pais contam a história do Flu, citam que viram Samarone, Telê, Assis e Washington. Agora, vocês quando contarem a história tricolor para seus filhos poderão dizer que viram Fred.

Santos atropela São Paulo e vai à final


O Santos recebeu o São Paulo em partida válida pela semi finas da Copa do Brasil e confirmou o favoritismo. Após vencer a primeira partida por 3-1 fora de casa, o Peixe repetiu o placar dentro da Vila Belmiro, somando assim 6-2 no agregado.

A partida foi resolvida em apenas 23 minutos e em três contra ataques fulminantes. Ricardo Oliveira abriu o placar aos 11, Marquinhos Gabriel com um golaço anotou o segundo e aos 23 Ricardo fez mais um, sacramentando o jogo e a classificação.

Daí pra frente, o Peixe até chegou algumas vezes e acertou a trave com Marquinhos Gabriel, mas o ritmo claramente caiu e os santistas apenas administraram a partida.

Na segunda etapa, o São Paulo melhorou mas sem muito brilho, conseguiu apenas diminuir o placar com Michel Bastos e o placar da primeira partida se repetiu.


O Santos eliminou a equipe são paulina pela 7ª consecutiva em partidas de mata-mata e lá se vão 15 anos da última vez em que a equipe do Morumbi conseguiu eliminar o Peixe em qualquer competição.

E desde 2000, o Santos é dos clubes paulistas com mais decisões disputadas. Entre Brasileirão, Paulistão, Copa do Brasil e Libertadores, o Peixe já some 16 finais, e das últimas 15 que disputou, levou a taça em 9 oportunidades.

SANTOS X PALMEIRAS

Agora na grande final, teremos clássico paulista pela primeira vez na história da Copa do Brasil. As partidas só acontecerão nos dias 25/11 e 2/12, e com todo esse tempo até a decisão, é impossível dizer quem chegará melhor para grande decisão.

FICHA TÉCNICA:

SANTOS 3 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP) 

Data: 28 de outubro de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília) 
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP) 
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse, ambos de São Paulo 
Cartões amarelos: SÃO PAULO: Luis Fabiano, Matheus Reis. 
Renda: R$ 840.010,00 
Público: 13.932 torcedores
GOLS: SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 11 e aos 23, e Marquinhos Gabriel, aos 20 minutos do 1º tempo.
SÃO PAULO: Michel Bastos, aos 26 do 2º tempo.

SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes (Chiquinho), Werley (Gustavo Henrique), David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Geuvânio); Marquinhos Gabriel (Alison), Gabriel e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior
SÃO PAULO: Rogério Ceni (Dennis); Bruno, Lucão, Lyanco e Matheus Reis; Rodrigo Caio, Paulo Henrique Ganso e Michel Bastos; Alexandre Pato, Alan Kardec (Centurión) e Luis Fabiano (Wesley). Técnico: Doriva.
Pedro Henrique  |  @peeedrito17

Guerreira, Chapecoense vence River Plate mas é eliminada da Copa Sul-Americana.

Bruno Rangel marcou os dois gols do Verdão, que acabou eliminado da Copa Sul-Americana. (Foto: Marcio Cunha/Gazeta Press)
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