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domingo, 8 de novembro de 2015

Inter: Vitoria polêmica e esperança nenhuma.

O Inter  do Argel não joga nada, absolutamente NADA, mas sabe-se lá como ele consegue os resultados, não construiu nada, não tabelou, não teve nada no meio campo, não conseguiu aproximação, Inter foi um zero a esquerda taticamente. Muito balão, muito lance fortuito e um gol casual são as características do time de Argel.

Após o jogo, o clima ficou tenso e os times partiram para as vias de fato.
(Foto: Deive Pazos)

Sampaio joga mal e fica no empate diante do Oeste

A quarta posição da série B trocou de dono por várias vezes nessa rodada. Não faltaram pretendentes: Bragantino, Bahia, Náutico e Santa Cruz trocaram de lugar várias vezes até deixar a vaga aberta para o Sampaio Corrêa, que precisava apenas vencer o fraco Oeste para entrar no desejado grupo de acesso.

O clima armado foi de final de campeonato, de decisão. Porém, foi no sentido negativo da coisa: a equipe maranhense não assimilou bem a oportunidade, sentiu a pressão e fez um jogo bem abaixo da média, jogando fora mais uma oportunidade para entrar no lugar que busca desde a primeira rodada.

Sampaio Corrêa x Oeste, Série B (Foto: Reprodução / Premiere)
Sobrou vontade, faltou organização: Sampaio se perdeu no próprio desespero.
(Foto: Globo Esporte)

O primeiro tempo ainda foi razoável: o Tubarão dominou bastante a posse de bola e criou algumas oportunidades, especialmente usando Válber e Nadson. O gol parecia questão de tempo e veio com o zagueiro Plínio, mais ou menos na metade da primeira etapa.

Nem com o gol o Oeste se abriu e praticamente não assustou Rodrigo Viana em todo primeiro jogo. No segundo tempo o time rubro-negro também não parecia muito disposto a mudar o panorama, até que em uma falta de longe Rodrigo saiu mal do gol, trombou com o zagueiro e a bola morreu dentro do gol – um lance digno de pelada.

Oeste surpreendeu o Sampaio Corrêa com gol de Rafael Martins
Oeste pouco atacou, mas conseguiu seu gol e conquistou um ponto importante fora de casa.
(Foto: Futebol Interior)

O gol sofrido foi cedo (eram menos de oito minutos da segunda etapa), mas o ambiente de decisão fez parecer um gol aos 40 do segundo tempo. Desesperado perdendo pontos em casa, o Tubarão foi com tudo para o ataque.

A maneira desordenada, porém, gerou mais lances para os visitantes que tiveram duas chances incríveis para marcar o segundo gol cara a cara, sem marcação. Desperdiçaram ambos, ainda que no primeiro Rodrigo Viana tenha se redimido da falha no gol de empate.


O tropeço foi feio e desanimou a torcida, mas ainda nada está perdido. O próximo jogo contra o Atlético-GO passa a ser decisivo para as pretensões do Sampaio Corrêa que, ironicamente, vai torcer pelo Oeste, adversário do concorrente direto Santa Cruz, em Recife.

Vitória para deixar o sonho vivo pela Libertadores

O último jogo dessa 34° rodada foi recheada de emoção por parte dos rubro-negros pernambucanos que acompanharam a partida entre Sport x Grêmio na Ilha do Retiro. Nesse confronto direto o Leão levou a melhor contra os tricolores gaúchos e seguem vivos por uma vaga na Copa Libertadores da América.

(Foto: Globoesporte.com)
Os poucos mais de 11 mil torcedores que compareceram a Ilha, viram um primeiro tempo de muita marcação e pouco os espaços. E quem começou a assustar na partida foi o Sport, após Diego Souza rolar para o atacante André que bate na entrada da área, a bola passou ao lado do gol já com Marcelo Grohe batido no lance.

Diante de vários erros pelo lado rubro-negro, o tricolor gaúcho começou a gostar do jogo, mas o único lance de perigo passou pelo pés do meia Giuliano que fez jogada pela ponta direita e cruzou rasteiro para o centro. Luan pegou de primeira, no contrapé de Danilo Fernandes, que se esticou todo para evitar o que parecia gol certo.

(Foto: Gazeta Press)
O segundo tempo iniciou num ritmo frenético e bem jogado apesar de poucas chances claras de gol. E foi o Leão que acabou furando a barreira tricolor aos 24 minutos, quando Diego Souza encontrou um passe de cabeça para André. O atacante chegou antes de Grohe para desviar para o gol.


O tricolor sentiu o golpe e por pouco não sofreu o segundo logo após Ewerton Páscoa cabecear à queima-roupa fazendo que Marcelo Grohe fizesse uma grande defesa. Depois foi a vez de Danilo Fernandes fazer grande defesa em arremate forte de Giuliano de dentro da área. O lance foi comemorado como um gol pelos atletas e pela torcida rubro-negra.

Ainda deu tempo para o atacante Pedro Rocha ser expulso, deixando o Grêmio com um a menos e sem forças para tentar sair de Recife com 1 ponto na bagagem.

Com o resultado favorável, o Sport sobe para o 7° lugar com 52, igualando a marca dos anos de 2008 e 2014 em campeonatos brasileiros na era dos pontos corridos e está a 2 pontos do G4 nesse brasileiro. Na próxima rodada, o Leão visita a equipe do Cruzeiro no estádio do Mineirão às 17 horas (horário de Brasília). Já o Grêmio estacionou na 3° posição com 59 pontos e na próxima rodada recebe o Fluminense na Arena do Grêmio às 19h30.

||Fernando Junior||

O silêncio ensurdecedor

Foto: Flamengo
Hoje, como sempre, coloquei minha velha camisa rubro-negra e fui para o Maracanã, minha tão conhecida e acolhedora casa. Rezei por uma vitória no caminho, senti o clima da torcida e entrei pedindo por um dia que eu não esqueceria. E bem, não esquecerei.

A opção das torcidas organizadas para protestar pela volta dos cinco jogadores afastados foi ensurdecedora. O assustador silêncio foi a ordem, e aqueles que ousassem desobedecer e apoiar seriam ameaçados, atacados e xingados, como aconteceu mais de uma vez. Quarenta e cinco minutos de vazio por pura pressão, além dos outros quarenta e cinco tomados por palavras ruins.

Lembro-me de todas as ocasiões que ganhamos partidas graças à força da Nação. Por muitas vezes tínhamos elencos horrorosos, mas nem nos momentos mais difíceis nós os largamos. Porque? Pois, antes de tudo, estava o Flamengo. Antes de qualquer briga de egos e interesses políticos, estava o amor e a necessidade de nunca abandonar o clube do coração.

Meus gritos desesperados não eram apenas de incentivo ao time, mas um pedido de socorro que ecoava pelo estádio aos torcedores que não aguentavam mais ficarem calados. Olhei para os lados implorando pela Nação que me encantou tantas vezes. Vi, com lágrimas nos olhos, o laço de amor mais bonito e sincero rasgando-se aos poucos. E doeu demais.

Ao mesmo tempo, em campo havia um Flamengo quebrado internamente, mas que deixou as feridas abertas para o vestiário e mostrou serviço, mesmo que estivesse tudo errado do outro lado. Os inicialmente mais criticados tentaram se redimir como puderam e, mesmo assim, levaram vaias até antes mesmo da bola rolar. Não houve apoio – nem aos outros. Não houve reconhecimento do bom resultado. Não houve nada.

Quando o placar marcava 1-0 e eu ainda lutava internamente contra a vontade de ir embora, olhei para minha prima de seis anos. Ela me chamou e disse “quando o Flamengo fez o gol, meu coração bateu mais forte” e sorriu. Foi nesse momento que eu lembrei porque o vermelho e o preto colorem meu coração. O mesmo time que foi xingado o jogo inteiro era aquele que conseguia deixar uma criança cada vez mais apaixonada.

Não são cinco irresponsáveis que me farão abandonar meu time. Não são torcidas organizadas, que nunca se uniram para apoiar, que se juntam para criticar que vão me obrigar a vaiar e deixar os gritos de apoio para a hora que lhes convém. Eu vou ao Maracanã pelo Clube de Regatas do Flamengo. Todo o resto vai embora, só o meu Flamengo fica.

Protestar? Acredito que seja válido e muito, é inclusive necessário. Mas protesto não é agredir os outros, não é largar seu time do coração no momento que ele precisa. Cantamos sempre alto “vou te apoiar até o final”. Não é uma organizada que diz quando é o final. Meu apoio não é para cinco idiotas, é para a única certeza de felicidade no meu coração.

Foto: Flamengo
Vencemos e precisávamos vencer. Restam quatro jogos para o fim de um longo e tenebroso ano. O elenco está totalmente rachado, as eleições deixam tudo cada vez pior e as incertezas já pairam sobre 2016. O que esperar? Só peço minha felicidade de volta.

Mariana Sá || @imastargirl 

O jogo das decepções

Acho que se tem uma coisa que aprendi nesses 17 anos de vida e que detesto quando acontece, é criar expectativa de algo que no fundo, você sabe que não vai dar certo, mas seu coração fala mais alto do que a cabeça, você se deixa levar, e se dá mal com isso. Não foi diferente dessa vez. É incrível como uma vitória nos faz tão bem a ponto de acharmos que podemos ser os donos do mundo, mas uma derrota nos deixa tão mal que nos faz lembrar de coisas que poderiam ter sido diferentes se nossas atitudes fossem melhores.

Eu, como em todo jogo do Goiás esse ano, gritei, xinguei e, quando empatamos o jogo no final do primeiro, aquela expectativa de que podíamos fazer mais e vencermos veio. Até porque não era qualquer jogo. Era um jogo contra o Flamengo e, por mais que eu provoque demais os flamenguistas que eu conheço, não posso negar que é um clube enorme e que é um grande rival para 99% dos esmeraldinos. Ganhar aquele jogo, sinceramente, me deixaria nas nuvens de tanta felicidade.


Não era qualquer jogo, pena que ninguém viu isso.
Foto: Globo Esporte.
Porém, vi um segundo tempo que preferia não ter visto e, dessa vez, não gritei, não xinguei, pois eu ficava lembrando do quanto aquele jogo significava pra mim, e depois do quarto gol que sofremos, só pensei em todas as decepções que passei esse ano, não só com futebol, mas com tudo. Pensava nos jogadores também e imaginava como estava a cabeça deles ao saber que estavam decepcionando, mais uma vez, a torcida do Goiás.

Via decepções até do lado adversário. Torcida xingando e protestando de tudo quanto é canto. Não entendia o porque daquilo, mas eu só pensava que as decepções não iriam acabar por ali. Não só pra mim, mas para muitos outros. Quando a decepção vêm, a vontade de fazer algo que te deixa alegre ou de falar com alguém que você gosta, cresce, e muito, mas você sabe que isso só pode piorar as coisas. 

Eu poderia dizer que não quero criar mais expectativas de nada, mas isso é automático. Por mais que eu não queira, eu acabo criando. Por mais que eu leve pauladas toda vez, eu acabo me levantando, e daí que eu me pergunto se isso é bom, porque sei que uma hora ou outra, vou cair novamente, e a cada queda parece ser pior.

De uma coisa eu sei, no próximo jogo, contra o Coritiba, eu vou estar lá. Se ganharmos, provavelmente eu ficarei muito feliz e, provavelmente, criarei expectativa, mas pelo menos quero estar preparado pra queda dessa vez. Quero estar ciente de que, aconteça o que acontecer, vai ser o melhor pro clube em que eu escolhi amar até o último instante da minha vida.



Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @linhadefuundo

A freguesia que nunca acaba

                                O Maraca é nosso! (Foto: Jorge Rodigues)

Leão soma mais três pontos no Moacyrzão

FOTO: Globo Esporte
Apesar da vitória Rubro Negra, a partida foi bem emocionante no Moacyrzão. O Vitória não jogou tão bem e deixou o placar em aberto até os acréscimos do segundo tempo. 

O JOGO

O Vitória saiu na frente aos 10 minutos de jogo, Vander recebeu de Rafaelson e chutou forte de fora da área, vencendo o goleiro Rafael.

O Macaé foi timidamente ao ataque, mas sem conseguir ser efetivo. 

O Macaé teve sua chance da primeira etapa com Pipico que entrou livre na área, mas cabeceou muito mal. Antes o atacante ja havia pego em impedimento uma três vezes.

Já no final da primeira etapa o goleiro Fernandez bateu roupa num chute de Juninho, Douglas Assis desperdiçou o rebote

Segundo Tempo

Na segunda etapa, o Macaé se lançou ainda mais ao ataque com a entrada de mais um atacante.

Os donos da Casa atacava com impeto dessa vez, mas por outro lado deixava muito espaço por não fazer compactação ofensiva.

No entanto essa desorganização do Macaé, não foi aproveitada pelo Vitória que também dava espaços na sua defesa.

Então, o jogo ficou la e cá e com o placar em aberto.

Depois, Vander quase marcou um golaço, após bela arrancada, mas finalizou para fora.

Só nos acréscimos que em fim o Vitória conseguiu matar o jogo e antes disso teve 2 minutos de paciência para rodar a bola e encontrar o espaço para Rahyner sair sozinho com o goleiro reserva do Macaé, uma vez que o titular foi expulso pelo arbitro quando salvou uma cabeçada do zagueiro Kanu e depois o agrediu com um chute

Rhayner desceu com velocidade, limpou o goleiro e tocou para o gol vazio, selando a vitoria do Vitória.
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