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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Quem segura os Warriors?


É meus amigos, a temporada é nova mas parece que a história será a mesma. Quem consegue parar Setphen Curry e o Golden State Warriors? Os atuais campeões vem dominando, não só a disputada conferência Leste, mas sim toda a liga, sendo até então, os únicos que não conheceram derrota.

Como já era esperado, Spurs, Clippers e OKC seguem brigando pelas primeiras posições na conferência, com seus principais jogadores mostrando serviço e já desenhando uma belíssima briga até o final da temporada regular.

Vale destacar, a primeira das que devem ser raras, vitória do Los Angeles Lakers aconteceu nessa semana, mas a equipe da Califórnia já coleciona 6 derrotas e segue decepcionando os seus torcedores.


Mais uma semana se passa e, o lado Leste da NBA consegue, de forma inglória, provar para todos que é grande merecedor da fama (infame) que tem de ser muito fraco técnica e competitivamente quando comparado à conferência Oeste. As poucas surpresas positivas que vinham sendo elogiadas durante as primeiras partidas parecem já voltar ao normal, e equipes como o Detroit Pistons e Toronto Raptors mantém suas boas campanhas, mas sem apresentar algo de extraordinário, ou verdadeiramente surpreendente.

Esse aspecto da conferência está fazendo com que os Cavaliers, mesmo sem mostrar todo o potencial que a equipe tem, já esteja liderando a classificação geral, apesar de vir de algumas vitórias mais suados do que se poderia imaginar, como foi o confronto contra o Utah Jazz, quando os atuais vice-campeões precisaram de uma incrível virada comandada por LeBron James já ao apagar da luzes para não saírem de quadra com um revés inesperado.

Já o outro favorito do Leste, o Atlanda Hawks, vem fazendo uma campanha convincente, como já era esperado. A equipe conta, até o momento, com 7 vitórias em 9 jogos, porém já sofreu a segunda derrota memorável da temporada. Na última segunda fez uma grande partida contra o Timberwolves, porém foram derrotados diante de sua torcida em Atlanta por 117 a 107, assim deixando os Cavs assumirem a ponta da classificação mesmo com um jogo a menos.

 

Nas lideranças individuais ainda temos Curry aparecendo entre os líderes de pontuação, com quase 33 pontos de média por partida e lidera facilmente os Warriors para mais uma campanha muito produtiva nesta temporada.

Pedro Henrique | @peeedrito17
Vinicius Fagundes | @Vn_Fagundes

Green Bay Packers: mais que uma franquia

  Terceira franquia mais antiga da NFL. Estádio sempre lotado desde 1960, mesmo diante de temperaturas que chegam a −26 °C. Mais de 300 mil associados. Quatro Super Bowls. Time do atual MVP da liga. Todas essas características já seriam notáveis e impressionantes vindas de qualquer equipe de qualquer campeonato do mundo. Adiciona-se tudo isso ao fato de que esse time tem sede na menor cidade e, consequentemente, menor mercado de toda a National Football League.

A cidade de Green Bay conta com pouco mais de 100 mil habitantes, por isso esse é um daqueles casos em que o próprio time é "maior" que sua cidade. Prova disso é a existência do brasão do Packers no selo oficial do lugar e o apelido de "Titletown", em alusão às conquistas da equipe. O estádio Lambeau Field, também conhecido como ''Frozen Tundra'', possui um enorme complexo e capacidade para 80 mil espectadores, o que o faz do principal ponto turístico da região.


   Muitos devem estar se perguntando: por qual motivo uma cidadezinha do interior do Winsconsin, com tradição rural (daí o apelido de Cheeseheads) sustenta uma equipe de tamanho porte? Por quê eles nunca se mudaram para outro grande centro, onde provavelmente obteriam muito mais lucro? Esse é o ponto, o Packers é a única franquia da NFL que não visa o lucro e não tem apenas um milionário dono, mas sim 360 mil. A equipe vende ações simbólicas desde o seu início para angariar fundos, e a quantidade enorme de acionistas torna impossível que a equipe seja comprada ou realocada, já que é um patrimônio dos cidadãos de Green Bay. Além dessa questão legal/financeira, a paixão dos torcedores e membros da entidade faz com que a mudança daquele pequeno município não seja nem mesmo uma opção.


   Realmente é um caso ímpar na história do esporte, mas que prova que não se trata de "apenas um jogo". Envolve famílias, cultura, tradição e paixão. Por essas e outras, apenas em Green Bay jogadores andam em bicicletas de fãs nos treinamentos, wide receivers e running backs literalmente pulam para a torcida ao fazerem touchdown e um estádio, que tem capacidade para 80% da população de toda a cidade, tem todos os ingressos vendidos há décadas, fazendo com que pais coloquem os nomes de seus filhos já recém-nascidos na fila de espera para conseguirem as entradas, tamanha a demora e demanda. Sem dúvidas, essa equipe formada com o apoio de uma empresa de empacotadores em 1919 é um exemplo para todos os esportes.


   O tão almejado Lombardi Trophy, dado ao campeão da NFL, recebe esse nome em homenagem ao lendário treinador do Packers, Vince Lombardi, vencedor dos dois primeiros Super Bowls em 1967 e 1968.

Após a dura derrota na final da NFC para o Seahawks na temporada passada, neste ano o único pensamento de Aaron Rodgers e seus companheiros é dar a volta por cima e trazer de volta o troféu para casa (o último título foi na temporada de 2010). Atualmente a equipe se encontra com uma campanha de 6 vitórias e 2 derrotas, na liderança da NFC North e, mesmo vindo de duas derrotas contra Panthers e Broncos, o time mantém o sonho vivo, contando com a ajuda de estrelas como Rodgers e Cobb no ataque, e Matthews e o calouro Damarious Randall na defesa.

Um elenco capacitado, onde 49 dos 53 jogadores só vestiram o uniforme de Green Bay, um técnico experiente, estrutura invejável e uma torcida apaixonada. Estes são pontos que ajudam o time na corrida pelo Lombardi Trophy, mas na NFL muitas vezes isso não basta.

O Gigante voltou

O Botafogo de Futebol e Regatas está oficialmente de volta à Série A do Campeonato Brasileiro. Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, foi o lugar que o Glorioso escolheu para retornar à elite do futebol nacional, aliás, lugar de onde nunca deveria ter saído. Com a vitória sobre o Luverdense, o Botafogo sacramentou a subida com um gol solitário, tal qual a estrela que o clube carrega no escudo mais bonito do mundo. 

O jogo do acesso foi tecnicamente fraco. O Luverdense até assustou em alguns lances, inclusive, acertou uma bola no travessão. Mas a noite era do Botafogo, mais precisamente de Ronaldo, que sonhou com o gol do acesso e concretizou. Após assistência de Daniel Carvalho, o atacante, que ainda não havia marcado com a camisa preta e branca, tratou de empurrar a bola para o fundo das redes. Gol chorado. Gol do alívio. Gol da Série A. Foi, sem dúvida, o gol mais importante da carreira de Ronaldo. 

O caminho trilhado pelo Glorioso nessa torturante Série B foi cansativo. Viagens exaustivas, jogadores sentindo o peso do calendário apertado, algumas atuações aquém do esperado e claro, a pressão pelo retorno imediato do clube à elite. No fim, tudo deu certo. E foi mais fácil do que o esperado, contrariando as expectativas. Um dentista, cujo nome jamais deve ser mencionado, entregou o Botafogo no final de 2014 totalmente quebrado, sem perspectiva alguma de melhora para a nova gestão. E aos poucos, Carlos Eduardo Pereira vai conseguindo resgatar a dignidade do Alvinegro. O elenco montado foi finalista do Campeonato Carioca e agora voltou para a Série A com três rodadas de antecedência. Na verdade, o acesso era questão de obrigação, afinal, um clube da grandeza do Botafogo não pode se sujeitar a jogar uma divisão inferior (com todo respeito aos demais clubes participantes). E ele veio por merecimento através de um grupo humilde, batalhador e extremamente unido, que perdeu algumas peças importantes no decorrer da Segunda Divisão, a qual esteve entre os quatro primeiros durante toda a competição. 



Jogar a Série B não é nada legal, muito pelo contrário, mas a sensação de retornar à Primeira Divisão jogando bola, sem precisar de fatores extra-campo, é maravilhosa. Aquele gol do Sassá aos 50 minutos do segundo tempo sobre o Vitória, a goleada sobre o até então invicto Náutico no Recife, o hat-trick do menino Luis Henrique em seu primeiro jogo como profissional, o oportunismo de Rodrigo Pimpão, o surgimento de um novo artilheiro, o uruguaio Navarro, quantos momentos bacanas o Botafogo viveu apesar de estar na Série B? 

Dois jogadores em especial foram os símbolos da volta por cima: Jefferson e Renan Fonseca. O melhor goleiro do Brasil não se destacou somente pelos 70485860 milagres que realizou. Sua presença em campo foi fundamental para transmitir a confiança necessária. Capitão e atual ídolo, Jefferson optou pela permanência, mesmo tendo propostas tentadoras de outros clubes do Brasil e do exterior. Mas não, ele quis ficar, recebeu condições para isso e aceitou o desafio de levar o Botafogo de volta ao lugar que lhe é justo. Seu companheiro de equipe, o zagueiro Renan Fonseca pode não ser aquele baita zagueiraço, e ele sabe que não é. Mas atuou de forma segura, com seriedade, como um jogador de sua posição deve atuar. Esteve pendurado durante inúmeros jogos, porém, tomou o terceiro cartão somente com o acesso garantido. 
   
Agora, o objetivo é o título da Série B. Pode não ser o título relevante que boa parte dos milhões de botafoguenses espera, mas se dá para ganhar, por que não? Sábado temos um encontro marcado no Nilton Santos. O ingresso eu já garanti. 



Ei você aí, o Bota já subiu, o Bota já subiu! 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca).

Leão é engolido por Coelho no Independência


FOTO: Bahia Noticias
Vitória perde duelo de seis pontos contra o América, mas se mantém vivo na luta pelo acesso.

O JOGO

Logo aos 3 minutos, o Vitória chegou com perigo ao gol de João Ricardo, o leão mostrava que queria mais uma vitória longe de Salvador. E após bom passe de Vander, Diego Renan chutou forte e a bola passou perto.

Aos 5 minutos, o América-MG respondeu com Richarlison, que deu lindo chapéu em Mattis e tentou outro em sequência, mas a zaga se recuperou antes da finalização. 

Mas, Toscano em outro lance fez de chutar e enganou o marcador, conseguindo chegar no fundo do campo e servindo Diego Lorenzi para fazer 1 a 0 aos 16 minutos.

Aos 37 minutos, Rhayner, que já havia levado cartão amarelo, recebeu a segunda advertência após um carrinho por trás e foi expulso facilitando ainda mais a vida do Coelhão.

Aos 45 minutos, Marcelo Toscano praticamente matou o jogo, recebeu em profundidade, na esquerda, e mandou uma bomba indefensável para Gatito.

Segundo Tempo

Na segunda etapa, o técnico Vagner Mancini resolver mexer na equipe e trocou Enganador Ken por Jorge Wagner.

A melhor chance do Vitória no segundo tempo foi aos 21 minutos. Em cobrança de falta, Jorge Wagner levantou a bola na área e o zagueiro Ramon cabeceou pela linha de fundo. 

O Vitória passou a ficar mais com a bola, mas sem força ofensiva.

O Coelho que se postava bem compactado, voltou a aumentar seu ritmo e, aos 30 minutos, Richarlison ampliou. 

O bom Pablo ex Oeste fechou o caixão Rubro Negro em tabela com Toscano que estragou com o jogo, e um chute cruzado venceu o goleiro Gatito.

Paysandu desperdiça mais uma chance de lutar pelo acesso

Hoje o Paysandu chutou para mais longe a chance de voltar à elite do futebol brasileiro. O clube paraense precisava vencer o lanterna, e já rebaixado, Mogi Mirim, para aumentar suas chances, mas esta noite, o alviazul não conseguiu mais que um empate no interior de São Paulo.

  • MOGI MIRIM
  • 1X1
  • PAYSANDU





O JOGO

O primeiro tempo começou com ataque do Paysandu, aos 10’, o time chegou à frente, Yago Pikachu cruzou para o meio da área e Welinton Júnior dominou e bateu de primeira, a bola acabou subindo e foi por cima do gol. O Mogi respondeu no minuto seguinte, Michel Tiago cruzou, a zaga rebateu e a bola sobrou para Keké, que chutou cruzado, mas a bola acabou saindo. O time mandante demonstrou uma superioridade no jogo e se buscava mais que o Paysandu. Mas quem abriu o placar no Romildão foi o clube visitante, aos 17’ Leandro Cearense cruzou para Betinho, que cabeceou no canto direito, Daniel até tocou na bola, mas não conseguiu evitar. Passados três minutos, o Mogi deu sua resposta, Franco cobrou escanteio e Pablo cabeceou no canto, Emerson pulou esticando os braços e fez uma grande defesa, impedindo alvirrubro de conseguir o empate. Aos 33’ o Sapo chegou de novo, Michel Tiago cobrou lateral para área e Jô desviou de cabeça, mas Emerson apareceu para fazer a defesa. No minuto seguinte o Paysandu respondeu, num contra-ataque perigoso, com boa troca de passes, Welinton Junior chutou rasteiro e Daniel defendeu. O clube ainda teve chance de ampliar, mas não conseguiu ser eficiente, o primeiro tempo acabou com o placar “magro” ao seu favor.

(Foto: Estadão Conteúdo)
No segundo tempo, novamente, foi o Paysandu quem começou atacando, aos 2’, João Lucas cobrou falta direto para o gol, mas a bola acabou saindo do seu destino. Aos 7’ o Mogi Mirim chegou, a defesa do Papão afastou com Emerson, mas o time mandante conseguiu mandar a bola de novo na área e Thomas Anderson desviou de cabeça e Emerson apareceu novamente para fazer a defesa. O Paysandu voltou aparecer cinco minutos depois, Welinton Júnior recebeu pelo lado esquerdo e chutou com força, de dentro da área, mas Daniel espalmou. Aos 26’ o Mogi deu um banho de água fria no torcedor alviazul, Keké fez uma grande jogada, depois de receber a bola, conseguiu fazer um elástico e cruzar para Carlos Gabriel, a bola foi divida com João Lucas e acabou sendo um gol contra, mas o árbitro não considerou como um. Os times inverteram os papéis, o time que, pela lógica, deveria buscar mais jogo, era quem menos buscava. E aos 43’ o Sapo ainda perdeu sua chance de virar, Everaldo cruzou na segunda trave e a bola passou por Emerson, sobrou para Carlos Gabriel, que bateu a bola de joelho e não conseguiu marcar o gol, mesmo sem goleiro. E o jogo acabou assim: Mogi Mirim 1x1 Paysandu.

"A gente precisava das quatro vitórias, mas deixamos escapar mais uma chance de ouro para brigar pelo acesso. Esse empate elimina nossas chances. Fizemos o gol e paramos de jogar" - Yago Pikachu.

Palavra da colunista: O jogo dos erros. Erraram os jogadores, errou o técnico. Paysandu e Mogi inverteram seus papéis, o time que deveria jogar para buscar o acesso, jogou bem menos que o time que já estava rebaixado. Dado pecou nas substituições, mas também não tinha muita escolha, quem esteve em campo não lutou pelo que, nós torcedores, queríamos e entregou os pontos cedo demais. Depois que fez o gol, considerou o jogo ganho e esqueceu que ainda tinha mais um segundo tempo inteiro para jogar, esqueceu que 1x0 não garantia nada. E não garantiu. Welinton Junior foi provavelmente uma das substituições mais contestáveis de Dado no ano, o técnico retirou um dos melhores jogadores em campo para botar um dos jogadores que mais atrapalhou o Paysandu ao longo do ano, tirou um atacante para botar um volante e ainda deixou dois atacantes com características bem parecidas. O empate custou caro, custou uma chance de se aproximar do G4... Nesta reta final, o Paysandu pareceu se esforçar para não subir e têm cumprindo tal meta.

Próximo confronto: Sexta-feira (13), as 21h00, no Mangueirão - Paysandu x Luverdense

FICHA TÉCNICA:

PAYSANDU: Emerson; Yago Pikachu, Fernando Lombardi, Pablo e João Lucas; Ricardo Capanema, Augusto Recife (Carlinhos) e Roni (Misael); Welinton Júnior (Fahel), Betinho e Leandro Cearense. Técnico: Dado Cavalcanti

MOGI MIRIM: Daniel; Michel Tiago, Pablo, Renato Camilo e Dieguinho; Anderson Rosa, Franco (Gustavo Costa), Romarinho e Thomas Anderson (Carlos Gabriel); Jô e Keké (Everaldo). Técnico: Toninho Cecílio

Árbitro: Daniel Nobre Bins (RS)
Assistentes: Carlos Henrique Selbach e Élio Nepomuceno de Andrade Júnior (ambos do RS)
Cartões amarelos: Pablo, Anderson Rosa, Franco (Mogi Mirim); Roni, Ricardo Capanema, Augusto Recife e Fernando Lombardi (Paysandu)
Cartão vermelho: Ricardo Capanema (Paysandu)

(@_cassiagouvea || @linhadefuundo)

"Temos a obrigação de voltar", diz presidente da Lusa após reunião da A2


O presidente da Portuguesa Jorge Manuel Gonçalves, juntamente com o vice de futebol Antonio Ribeiro, participaram nesta segunda-feira na sede da Federação Paulista de Futebol, do conselho técnico do Campeonato Paulista da Série A2, do qual a Portuguesa irá participar.

Na reunião, que contou com representantes dos 20 clubes participantes, foi decidida a fórmula de disputa. No torneio desse ano, apenas duas equipes conquistarão o acesso para a A1 e seis times serão rebaixadas para a A3. A explicação dada pela federação é enxugar o número de times para o próximo ano. E ter apenas 16 times na peleja. 


Devido a isso, então os representantes dos clubes então definiram o formato de disputa. Serão 19 rodadas todos se enfrentam, os oito melhores classificados por índice técnico farão as quartas de final em jogos de ida e volta. Depois semifinais, também em ida e volta e finalmente os finalistas vão obter o acesso num jogo único. Caíram as seis equipes que tiverem a pior campanha.

Os 20 presidenres dos clubes foram representaram seus clubes na sede da FPF (Foto: Lucas Ventura)
O presidente da Portuguesa, Jorge Manuel Gonçalves não se preocupa com o mata-mata, mesmo a equipe sendo eliminada recentemente neste módulo de disputa da Série C e não conseguindo o acesso para a B o mandatário lusitano confia no acesso. “Com qualquer uma das fórmulas, nós temos a obrigação de obter o nosso retorno”, disse ao repórter Lucas Ventura, do Portal Net Lusa.

Jorge Manuel se mostra confiante e ambicioso com acesso
(Foto: Globoesporte.com)
O cartola ainda elogiou a formula de disputa adotada. “Dentro do que foi estabelecido, acho que ter mata-mata dá para ter um resultado mais objetivo. Acho uma boa fórmula”, complementou.

Ceará: partida para mostrar respeito

Eu sempre gosto de lembrar uma frase que o lateral Samuel Xavier disse quando foi Campeão Cearense 2014: "Se não for difícil, não é Ceará". E é verdade. Desde a 6° rodada da Série B, o Ceará estava na zona de rebaixamento. E não era somente na zona do rebaixamento, estávamos na lanterna da competição. Chegamos a ter 12 pontos de diferença para o primeiro fora da zona de rebaixamento.

Entra técnico, sai técnico e a pergunta pairava ainda sobre o torcedor: Quando é que o Ceará começará reagir para sair desse "inferno"? Ou não teremos mais chances? Já podemos "enrolar a bandeira"? NÃO! Disse a torcida, o time e o Lisca.

Lisca chegou e mudou totalmente a cara do time jogar. Não precisou sair jogador, não precisou entrar jogador, somente uma "injeção" de moral, emocional e confiança para o time começar a dar liga. Na sua primeira partida, perdeu de 3x0 para o Criciúma, depois disso veio à arrancada (a carroça desembestou): Botafogo, Boa Esporte, Mogi Mirim, ABC e Bragantino.

O Ceará entrou em campo hoje (35° rodada) para enfrentar o time paulista pensando unicamente em vencer, aliás, as duas equipes só tinham um objetivo já que o Bragantino está brigando para entrar no G4. E o time mostrou porque merece a confiança da torcida. Logo aos 21 minutos do primeiro tempo, Alex Amado recebeu na linha de fundo cruzou para Wescley pegar de primeira e marcar o primeiro gol do Alvinegro de Porangabuçu. Após o primeiro gol o time tirou o pé e deixou o Bragantino dominar a partida, mas sem sustos.

No segundo tempo o time voltou mais ligado, e após cobrança de escanteio, Rafael Costa subiu no segundo andar para aumentar a vantagem, 2x0. Mas, tudo o que envolve o Ceará tem que ter emoção no meio, e em uma bola dentro da grande área, Cametá tentou cortar e acerta a perna do jogador e o árbitro marcou pênalti. Alan Mneiro bateu, mas pra fora, ao lado esquerdo do goleiro Everson.

Após o pênalti perdido pela equipe do Bragantino a torcida apoiou mais ainda o time alvinegro. Foram 17.390 pessoas gritando e apoiando o time do Vovô. E essa torcida ainda seria premiada com a boa substituição do Lisca. Alex Amado foi sacado para a entrada do Siloé, o atacante, que já tinha marcado dois gols no jogo anterior, fez bela jogada pelo meio, tocou para Ricardinho que cruzou baixo, a defesa cortou mal, a bola bateu no travessão, Rafael Costa tentou ampliar de cabeça, mas o goleiro espalmou para o meio e o oportunista Siloé estava lá para marcar o terceiro gol Alvinegro, descontando o placar do primeiro turno, 3x0.

O Ceará agora enfrenta o Vitória na 36° rodada. O time baiano perdeu para o América-MG por 4-0 e jogará pra cima do Alvinegro para tentar confirmar sua ida a Série A 2016. Mais um jogo difícil para nós. Mas estamos aqui apoiando e confiando: que venha o Vitória.

Público no PV;
Público pagante: 16.481
Não pagante: 909
Renda: R$ 239.724,00

Gols da Partida:


Saudações Alvinegras

Airton Cláudio - @Airton1914

Bolívia Querida vence e segue na cola do G4

O tropeço contra o Oeste ainda estava engasgado, mas a reta final da série B não permite lamentações. O Sampaio Corrêa assimilou bem e entendeu seus erros para voltar ao Castelão nesta noite de terça-feira e vencer sem sustos o Atlético-GO por 2x0.

O cenário do jogo era muito semelhante aquele enfrentado no último sábado: em casa, com apoio da torcida, chance de voltar ao G4 e um adversário que ainda briga contra o rebaixamento. O desafio, mais do que a obrigatória vitória, era não jogar tão mal como em sua última apresentação, especialmente na etapa decisiva.

O primeiro tempo também foi muito parecido com o jogo diante dos paulistas, mas isso foi ponto positivo. Com amplo domínio desde o começo do jogo, a Bolívia Querida pressionou bastante o time goiano. Se não eram muitas chances claras de gol, também não permitia grandes investidas do adversário.

O gol de Válber, logo aos 11 minutos, deu a tranquilidade que o Sampaio precisava para praticar um bom jogo. Edgar fez boa jogada e cruzou para boa conclusão do experiente meia tricolor. Era o que o Tubarão precisava para trabalhar bem a bola e dominar sem sustos o primeiro tempo.

Jogadores do Sampaio comemoram: vitória mantém sonho do acesso vivo.
(Foto: Futebol Interior)
A grande dúvida que pairava na torcida durante o intervalo era como voltaria o time para o segundo tempo. Diante do Oeste, um apagão de cinco minutos custou o resultado e tirou o time do G4. O apagão voltou a aparecer no Castelão, mas dessa vez foi do goleiro rival: Márcio errou na saída e deixou a zaga na fogueira. O Tubarão não perdoou a falha e matou com o criticado Douglas, substituto do artilheiro Jheimy.

O segundo gol deu uma segurança ainda maior ao time e a torcida que, juntos, não passaram momentos de perigo durante praticamente todo o jogo. No final o Dragão até tentou pressionar, especialmente com chutes de fora. Nada, porém, passou por Rodrigo Viana que teve noite segura.

Ainda deu tempo de ver o “Messi Nordestino” voltar aos gramados após lesão: Pimentinha entrou em campo e ainda conseguiu criar alguns lances para animar a torcida. Nada de muito perigoso, é verdade.

Com a vitória o Sampaio segue vivo na briga. Joga fora de casa no próximo sábado, contra o Bragantino, precisando vencer para voltar ao G4. O Santa Cruz, concorrente direto, enfrenta o líder Botafogo e pode perder pontos.
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