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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Davi e Golias

Na noite passada, no templo histórico, acontecera um confronto de Davi e Golias. Em campo de São Januário às 22h (horário de Brasília), pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, Vasco da Gama e Corinthians empataram em 1 a 1. De um lado, a persistência de se manter em pé, do outro, a ousadia de poder voar.

Davi, àquele que poucos acreditam ter forças. Assim como o Club de Regatas Vasco da Gama que se mantém vivo após cada dura batalha, passa por uma situação difícil, porém não impossível de ser superada. Enquanto Golias é o gigante e forte.

Em um duelo, o grande pode se apresentar ansioso, mas sua característica de firme e compacto estará presente para deter toda tentativa de domínio e pressão do adversário. A garra do Vasco esteve em campo, seus jogadores apresentavam possibilidades de avanços, chutes e lances importantes, até que o zagueiro Rodrigo foi expulso por irresponsabilidade e desrespeito ao adversário. Nessa hora, aquele time se transformou em um conjunto.

Fonte: vasco.com.br
Em um desenho de tabela pela esquerda do campo, o jogador Nenê projetou o lateral Julio César que invadiu a área e de frente para o goleiro Cássio não desperdiçou. A Colina foi ao delírio, era o golpe certeiro de Davi em Golias. Mas, o grandioso Timão arranhou os corações cruzmaltinos, com um poder de frente fortificado, Lucca pela esquerda, Rodriguinho e Jadson centralizados e Malcon pela direita, este duelo acabou sem perdedores. O corintiano Vagner Love, sozinho, cabeceou para dentro do gol após excelente participação do jovem Lucca na jogada.

As luzes se abaixaram, o Sport Club Corinthians Paulista sagrou-se campeão Brasileiro de 2015 com três rodadas de antecedência, seu sexto título nacional. Enquanto, o Vasco da Gama continua na incessante luta para permanecer na primeira divisão do Brasileirão, ocupa a 19ª posição com 34 pontos em três rodadas para o fim. No próximo domingo (22), o líder enfrentará o São Paulo e neste clássico receberá a sua taça, já o Vasco tem mais uma batalha, visitará o lanterna Joinville, os dois jogos acontecerão às 17h (horário de Brasília).

Fonte: vasconoticias.com.br
Em suma, deve-se acreditar. Acreditar nas chances, na torcida, nos jogos, nos resultados, na tradição, na história... Eu acredito e saiba sou vascaína, muito prazer.

Ficha técnica:

Vasco: Martin Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Julio César; Diguinho (Rafael Vaz), Serginho, Andrezinho e Nenê; Rafael Silva (Jorge Henrique) e Riascos (Éder Luís). Técnico: Jorginho
Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe, Gil e Guilherme Arana; Ralf (Bruno Henrique), Elias (Lucca), Jadson, Renato Augusto (Rodriguinho) e Malcom; Vagner Love. Técnico: Tite

Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Cartões amarelos: Rodrigo, Diguinho (Vasco); Jadson, Edilson (Corinthians)
Cartão vermelho: Rodrigo (Vasco)

Com carinho, Cássia Moura (cassinha_moura)

O tal do ano positivo

Não bastasse o Fluminense ter tido quatro técnicos em 2015, contratações horrorosas e a pior campanha do segundo turno, ainda leio que nosso vice de futebol considerou o ano positivo. Ele pensa que engana a alguém?


Começo do ano, saída da Unimed e muitos pensando que o Fluminense teria dificuldades no campeonato. Mario e Fernando Simone logo arranjam um patrocinador que não tem condições de honrar o compromisso. Vangloriaram-se de ter conseguido um nome forte de maneira rápida. Hoje o presidente da empresa diz que sairá ao final do ano e já não recebemos o dinheiro do patrocínio desde Julho. Excelente negócio.


Scarpa e Marcos Junior foram informados que seriam dispensados no começo do ano. Ao invés de valorizar a base nossos dois incompetentes dirigentes preferiram contratar jogadores da famigerada lista de scouts. Antônio Carlos, João Felipe, Breno Lopes, Giovanni, Victor Oliveira, Pierre, Lucas Gomes, Osvaldo, Wellington Paulista, Magno Alves... Todos vieram e acrescentaram o que? Despesas na folha de pagamento. Mas você pode pensar que esses jogadores assinaram contrato só por 2015. Era o mínimo que se esperava, não é? Mario e Fernando tiveram uma ideia melhor. Magno Alves? Final de 2016. W. Paulista? Final de 2017. Gum? 2019. A visão de futuro dos dois é impressionante.


Preciso falar do Ronaldinho Gaúcho?  Veio com discurso de que era o Campeonato Brasileiro era o título que faltava, Peter falou que a contratação do R10 era a vitória do Bittencourt... Saiu pela porta dos fundos sem fazer um gol, dar uma assistência ou pelo menos cobrar um escanteio que não fosse às mãos do goleiro adversário. Perdemos jogos em sequência, saímos da briga pelo título para a luta contra o rebaixamento. 10 pontos no segundo turno, trocamos de técnico de novo, mas o ano foi bom, não é mesmo?


Espero que Peter Siemsen esteja prestando atenção no que esses dois vêm fazendo e os demita ao final do campeonato. Essa diretoria amadora do futebol precisa ser extinta. Não podemos achar normal tantas falhas seguidas desses que estão onde estão apenas para benefício próprio. 2016 será a mesma coisa se Mário Bittencourt e Fernando Simone continuarem.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Conversamos em 2016


O verdadeiro desafio de um colunista é, de tanto em tanto tempo, colocar em palavras o que muitos normalmente não conseguem. Pegamos euforia e decepção e temos que encontrar a forma certa de dizer “sei que você sente isso, pois me sinto assim também”. Pode parecer simples, mas é uma tarefa que, muitas vezes, demanda uma série de coisas complexas.

Quando começamos um novo ano, a expectativa de chegar a dezembro (ou próximo disso) com o grito de “É Campeão” pronto para sair da garganta são enormes. Será que dessa vez vai, nos perguntamos. Muitas vezes a ambição não é tão grande, pensamos em disputar objetivos menos concorridos. Cada um com sua ideia.

Então parei para pensar em expectativas. Hoje, após mais um empate, dessa vez contra o Santos fora de casa, vejo que todas elas acabaram cedo demais. Sem mais chances de Libertadores, o Flamengo viu, novamente, aquela pontinha de esperança se apagar por pura incompetência. Mais um ano de planejamentos, desejos, promessas e... Expectativas.

Sim, poderíamos estar hoje disputando ponto a ponto pelo lugar no G4. Poderíamos estar mostrando que toda a reestruturação do clube e a política de austeridade deram resultado antes do esperado. Mas faltou apenas uma coisa. Faltou “rubronegrismo” dentro do Flamengo.

Usemos nosso ano para mostrar exatamente o que foi a partida contra o Santos, pois ela define basicamente o que fizemos até aqui. Começamos o campeonato com uma desconfiança tremenda graças à decepção no Carioca (no caso do jogo contra o Orlando City). Só que aí aconteceu o que sempre é perigoso: o Flamengo reagiu – ou fingiu reagir.

Começamos a jogar bem, fizemos coisas boas aqui e ali, cumprimos nosso papel. Mas sempre tentamos ignorar aquela pontinha errada – que, mais cedo ou mais tarde, consome todo o resto. No jogo, as finalizações erradas. No ano, as escolhas erradas. Então, depois de um feito extraordinário, vem aquele choque de realidade para dizer “vocês ainda não estão prontos”. E não estamos.

Teremos mais três jogos pela frente e, possivelmente, nenhum será no Maracanã por venda de mando de campo. A provável despedida de casa contra o Goiás – desconsiderando o amistoso de aniversário – é exatamente o que o clube poderia ter sido dentro de campo em 2015. Mesmo com limitações, um time que, unido, tenta.

Como fechamento total do ano, teremos eleições dia 7 de dezembro, logo após o fim do Brasileiro. Quanto a isso, torço para que seja feito o melhor pelo Flamengo, já que nenhuma chapa é mais importante que o clube.

Nada do Flamengo, tudo pelo Flamengo.

Mariana Sá || @imastargirl 

De virada é mais... Perto da Libertadores

Com golaço de Michel, gols de Kardec e Luis, São Paulo vira o jogo e volta para o G4.


Tricolor que sonhava com G4 e o Galo que queria permanecer na vice-liderança foram a campo no Morumbi, após uma paralisação de 10 dias do campeonato. São Paulo sem Rogério e com "novo" técnico, Milton Cruz, venceu a partida de virada por 4 a 2.

A primeira etapa foi bem "truncada" no meio de campo. Houve chances para os dois lados, mas nenhuma das duas equipes soube utilizá-las. Já o segundo tempo, parecia outra partida. Os jogadores voltaram "ligados no 220", com muito mais perigo de gol do que na 1ª etapa. O mandante teve chances com Luis Fabiano - que completou nesse jogo 350 jogos com a camisa Tricolor - e Ganso. Porém, foi Luan, do Atlético-Mg que fez o primeiro gol. Após cruzamento de Tiago, Luan, totalmente livre dentro da área, apenas emendou para o gol. Foi logo depois do gol sofrido que Milton Cruz fez as mudanças que levaram o São Paulo à vitória. O técnico interino mudou Rogério por Pato (que estava sumido em campo) e Bruno por Kardec. Esse, empatou o jogo. Thiago Mendes enfiou a bola para Luis Fabiano, ele tentou encobrir Victor, o goleiro fez a defesa e no rebote, Alan estava lá para mandar para o fundo das redes. Porém, o segundo gol do Atlético também foi graças à mudança de Levir. Thiago Ribeiro tinha acabado de entrar no lugar de Pratto, quando driblou Rodrigo Caio e cruzou para Dátolo que colocou o Galo na frente, mais uma vez. Thiago estava impedido, mas o bandeira não percebeu. Porém, com menos de 1 minuto do gol do visitante, Michel fez um golaço de fora da área. Thiago Mendes tocou para o meia, que dominou de calcanhar e, sem deixar cair, mandou uma bomba. Victor, adiantado, apenas olhou a bola entrar. São Paulo teve mais chances com Ganso, Rogério e até com o próprio Michel. Mas quem fez o penúltimo da partida foi Kardec, novamente. Após cruzamento de Rogério, Alan apenas completou para o gol. Quando o jogo já estava indo para os acréscimos, Tiago derrubou Rogério na área. Penalidade máxima, que Luis Fabiano converteu.

O Tricolor subiu em campo, vestindo uma camisa em solidariedade às vítimas do desastre de Mariana, pela barragem rompida, em MG, e da tragédia de Paris, devido aos atentados terroristas, na França. Também teve torcedor inesperado no meio da torcida são-paulina, Osório, ex-técnico do time, estava no Morumbi e vibrou junto com os gols e a vitória Tricolor. O colombiano também deixou claro que pode voltar para o clube, um dia.

Com esse resultado, São Paulo tira o Santos do G4 e vai para 56 pontos, ocupando a 4ª posição. A próxima partida do Tricolor é domingo (22/11), contra o campeão, Corinthians, às 17h, na Arena Corinthians.

FICHA TÉCNICA
Local: Cícero Pompeu de Toledo - Morumbi, São Paulo
Gols: Kardec (2), Michel Bastos e Luis Fabiano (São Paulo); Luan e Dátolo (Atlético-Mg)
Finalizações: 18 do São Paulo e 8 do Atlético
Posse de bola: 48% São Paulo e 52% do Atlético
Arbitragem: Leandro Vuaden, auxiliado por Carlos Barkenbrock e Marcelo Bertanha Barison

SÃO PAULO:
Denis; Bruno (Kardec), Rodrigo Caio, Lucão e Carlinhos (Reinaldo); Hudson, Thiago Mendes, Michel Bastos e Ganso; Pato (Rogério) e Luis Fabiano. Técnico: Milton Cruz

ATLÉTICO MINEIRO:
Victor; Marcos Rocha, Tiago, Jemerson e Patric; Leandro Donizete, Rafael Carioca, Giovanni Augusto e Dátolo; Luan (Carlos) e Pratto (Thiago Ribeiro). Técnico: Levir Culpi

Chapecoense vence Internacional e se garante na Série A 2016

Ananias marcou o único gol da partida. (Foto: Marcio Cunha)
A partida marcada para as 19h30min desta quinta-feira (19), em virtude da forte chuva e do apagão na Arena Condá, atrasou 50 minutos para seu início. Com a bola rolando, melhor para a Chapecoense, que venceu por 1x0, garantiu vaga na elite em 2016 e calou Argel Fucks.

Guto Ferreira teve tempo para preparar a equipe para o duelo contra os gaúchos, sem poder contar com Gil suspenso, ganhou ainda os desfalques do goleiro Danilo, com corte no joelho, Neto com lesão na coxa e Bruno Rangel com desconforto muscular, deram lugar a Bruno Silva, Vilson, Neto e a grande novidade, Nivaldo com 41 anos defendendo a meta do Verdão.

Do lado Colorado, Argel Fucks também teve problemas para escalar a equipe, sem contar com Alex, Réver, Valdívia, Eduardo Sasha, Rafael Moura e Geferson machucados, além de Nilton e Wellington suspensos após serem flagrados no exame antidoping.

O JOGO

Com o campo encharcado, o primeiro tempo começou com o Internacional pressionando, aos 2 minutos, Vitinho cruzou para D’Alessandro, que mandou para longe. A resposta da Chapecoense veio aos 7 minutos, quando Cleber Santana pegou de primeira após cobrança de escanteio, Thiego desviou no caminho, assustando Alisson.

Aos 24’, Anderson deixou Vitinho livre com Nivaldo, o atacante chutou, mas pegou mal e desperdiçou a chance de abrir o placar na Arena Condá. A chuva voltou e esfriou os minutos finais, terminando com placar em branco a primeira etapa.

Em respeito as vítimas na França, as equipes respeitaram um minuto de silêncio antes da bola rolar. (Foto: Marcio Cunha)
Com a bola rolando no segundo tempo, assim como no primeiro, quem partiu para cima foi o Internacional. Aos 4 minutos, Ernando chutou cruzado, Nivaldo bem colocado jogou para escanteio, na cobrança, Rodrigo Dourado cabeceou forte, para outra grande defesa do goleiro de 41 anos. Aos 5 minutos foi à vez da Chapecoense assustar, Maranhão fez belíssima jogada, deixou Ernando para trás e chutou colocado, passando muito perto do gol de Alisson. A rede balançou aos 8 minutos, Tulio de Melo recebeu e finalizou, o bandeira percebeu o atacante adiantado anulando o gol do Verdão.

Aos 17 minutos, Tulio de Melo foi derrubado por Juan sem bola, o árbitro assinalou falta e expulsou o zagueiro Colorado, que já havia recebido amarelo na primeira etapa. Após muita reclamação dos gaúchos, Cleber Santana rolou para Dener, que acertou cruzamento na cabeça do pequenino Ananias, que subiu mais que a zaga e abriu o placar, enlouquecendo a Arena Condá. O resultado era péssimo para o Internacional, partiu para cima, esbarrando na forte defesa Chapecoense, e após 4 minutos de acréscimo, o árbitro apitou pela última vez, e com o 1x0 no placar, o Verdão garantiu sua permanência matemática na Série A 2016.

As equipes voltam a campo no próximo domingo, a Chapecoense viaja para Florianópolis, aonde enfrenta o Figueirense no Orlando Scarpelli, às 17h. No mesmo dia e horário, o Inter receberá o Grêmio, no Beira Rio.

A vitória diante do Colorado teve um gostinho especial para o torcedor Chapecoense, já que no comando da equipe estava Argel Fucks, que após declarações ainda como técnico do Figueirense garantiu que no dia que perdesse para o Sandro Pallaoro, presidente do Verdão, encerrava sua carreira como treinador. E agora Argel, qual será seu destino?

Argel Fucks qual será o futuro com a aposentadoria? (Foto: Sirli Freitas)
Vale lembrar também o show tático que Guto Ferreira deu nos gaúchos, forte marcação e saídas em velocidade garantiram os três pontos e a permanência na elite em 2016, mostrando para um treinador ultrapassado e fraco como Vinícius Eutrópio, como é a Chapecoense.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

O grito de “É CAMPEÃO” merecido

Ao som dos fogos de artifícios, de comemorações, de vibrações, de enfim soltar o grito de é campeão que escrevo o texto. Passa-me um filme em minha mente neste momento. Momento este que me recordo de tudo o que eu vivi ao lado do meu Corinthians neste ano de 2015.


Como esquecer o dia 25 de janeiro onde gritávamos é campeão para o time do Timão na Copinha? Sentimento de felicidade de poder erguer mais um caneco debaixo do sol quente dentro do Pacaembu! Naquele dia eu e meus amigos de jogo já falávamos um para o outro: Seremos campeões esse ano de algum campeonato!

Então veio o Campeonato Paulista e uma eliminação dentro de casa diante do rival de forma invicta! Isso mesmo, ser eliminado de maneira invicta é ridículo. Começaram a valorizar de forma absurda a Libertadores e fomos eliminados por um time teoricamente mais fraco que o nosso. A ganância nos eliminou. E ainda fomos eliminados da Copa do Brasil, ambas as eliminações na Arena.

E vamos ser sinceros uns com os outros, muitos (inclusive eu) acharam que o time nem chegaria a disputar uma vaga na Libertadores em 2016 esse ano. Mas esquecemos, e graças a Deus lembramos que temos um comandante em nosso time: Adenor Leonardo Bacchi, vulgo Tite! Que homem, graças a ele que conquistamos esse título brasileiro.

Na humildade de cada jogo que passava foi que construímos a conquista. Um homem conseguiu reunir um elenco e introduzir novos jogadores sem que a união fosse destruída. Nosso time não tem estrelinha, isso nunca foi perfil do alvinegro, nós temos ELENCO!

O Coringão foi adiando vários jogos para tirar de dentro do peito do torcedor a alegria e euforia de poder gritar   “É campeão”. Depois de 35 jogos, sendo 23 vitórias, 08 empates e apenas 04 derrotas e 12 pontos acima do vice-líder, uma campanha sensacional para poder erguer a taça faltando ainda três rodadas de antecedência.

Apesar de todas as eliminações que tivemos esse ano, eu e meus amigos não estávamos errados ao falar que seriamos campeões este ano em algum momento. Fomos de maneira incontestável, porque jogamos bem para isso!

Foto: Agência Estado
Comemora torcedor Corintiano, nós jogamos um futebol maravilhoso, vencemos jogos desacreditados no começo do campeonato, humilhamos o galo dentro do horto, temos a melhor campanha como visitante, a melhor como mandante, o melhor saldo de gols, a melhor defesa e o melhor ataque. Nós somos melhores do que todos os outros adversários neste campeonato. Nós merecemos e vamos gritar muito ainda É CAMPEÃO em 2015.

Somos HEXACAMPEÕES BRASILEIROS, somos CORINTHIANS!

1990 – 1998 – 1999 – 2005 – 2011 – 2015

CORINTHIANS para sempre é o que nós iremos ser, é a fiel bando de loucos do Timão ♪

ISABELA MACEDO | @ismacedo_
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