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domingo, 6 de dezembro de 2015

Cruzeiro perde e encerra a temporada de cabeça erguida

Pela última rodada do brasileirão a Raposa nesse domingo visitou o Internacional em Porto Alegre-RS, no estádio Beira-Rio, partida que marcou a despedida de Mano Menezes e a quebra da invencibilidade cruzeirense de 13 jogos.

O Maior de Minas encerrou a temporada 2015 na oitava posição com 55 pontos, em geral o Time do Povo marcou 44 gols e teve 35 gols sofridos com um aproveitamento de 48,2%.


De férias, o elenco cruzeirense volta ao trabalho dia 6 de janeiro ás 15 horas na Toca II, o primeiro compromisso de 2016 da Raposa é contra o URT em Belo Horizonte ás 17 horas do dia 31 de janeiro jogo válido pelo campeonato mineiro e também o reencontro dos jogadores com a Nação Azul.

Sobre o jogo:

Os minutos iniciais foram de pressão colorada e logo no primeiro minuto a primeira chance de abrir o placar foi da equipe gaúcha com o lateral-direito William, na linha de fundo ele cruzou rasteiro, o zagueiro cruzeirense Grolli se adiantou e tirou a bola, mandando para escanteio.

Aos 8 minutos veio à resposta do time celeste, Marcos Vinicius puxou um rápido contra-ataque e deu um passe para o atacante Willian, o camisa 25 enganou a marcação, deixando a bola para o Uruguaio, que dominou e chutou forte no ângulo direito do gol defendido por Alisson que fez boa defesa.

Aos 13 minutos o time de Argel voltou a assustar quando Paulão sem direção finalizou sobre o travessão celeste, mas os colorados foram balançar as redes aos 25 minutos, Vitinho recebeu cruzamento de Arthur e finalizou com frieza para o gol de Rafael.


As melhores chances da Raposa se resumiam em jogadas com Willian, porém sem sucesso a primeira etapa encerrou com desvantagem no marcador para os mineiros.

Segundo tempo:

A etapa final começou com um jogo equilibrado, porém aos 5 minutos, Willian em jogada com Allano, que entrou no lugar de Willian Farias, Allano tentou driblar o zagueiro, mas o goleiro Alisson se antecipou, evitando um empate da Raposa.


A vantagem colorada aumentou aos 16 minutos, em uma falha de Mayke e Grolli, a bola sobrou para Lisandro López que deu um passe para Vitinho, que marcou seu segundo gol no duelo, a equipe de Argel teve outras oportunidades de ampliar o resultado uma delas com Vitinho e Rodrigo Dourado, porém com vantagem no placar, diminuiu seu ritmo de jogo ofensivo e só administrava a partida até o apito final.

                                                       @Paulinha_CEC

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 X 0 CRUZEIRO

Data: 06/12/2015 (domingo)
Local: estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Público: 34.815 pessoas (29.836 pagantes)
Renda: R$ 715.730,00
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (SC) e Carlos Berckembrock (SC)
Cartões amarelos: Douglas Grolli (CRU)

Gols: Vitinho, aos 25 minutos do primeiro tempo e aos 16 minutos do segundo tempo

INTERNACIONAL: Alisson; William, Paulão, Ernando e Artur; Nico Freitas (Silva), Rodrigo Dourado, Anderson (Bertotto) e Alex (Andrigo); Vitinho e Lisandro López
Técnico: Argel Fucks

CRUZEIRO: Rafael; Mayke (Fabiano), Douglas Grolli, Manoel e Mena; W. Farias (Alano), Willians e Ariel Cabral; De Arrascaeta (Joel), Marcos Vinícius e Willian
Técnico: Mano Menezes

Sport faz grande Série A, mas sentimos que poderíamos ir mais longe


Após grandes e loucos 8 meses, o Brasileirão 2015 está encerrado para a tristeza de muitos. E o Sport que muitos apontavam como um dos rebaixados encerrou a sua temporada com chave de ouro, vencendo na última rodada e quebrando recordes: como a da sua melhor colocação numa Série A na era dos pontos corridos com o 6° lugar e também igualando à marca do Vitória como melhor Nordestino em uma Série A com 59 pontos.

Sem dúvidas o Leão fez um grande Brasileirão e poderia terminar o campeonato entre os 4 melhores se não fosse por diversos fatores seja por conta da arbitragem, da CBF, STJD, ou até por conta da teimosia do antigo treinador (Eduardo Baptista). Mas reclamar para que agora? É lembrar-se do que se passou e ficar de olho na próxima temporada.

Ah sim! Já ia esquecendo-se de como foi o último capítulo do Sport nesse brasileirão, então vamos lá, pois a partida em si foi bem sonolenta, digno do que valia (NADA) a partida para ambas as equipes. E mesmo assim o Sport ainda tomou susto da Ponte Preta no Moisés Lucarelli, mas venceu por 1x0 com o gol do camisa 87 Diego Souza após o interminável Durval fazer um lançamento para o meia dominar com categoria, ganhar a disputa com a zaga e mandar para as redes.


Após o gol, a partida ficou mais truncada. E mesmo assim o Leão segurou bem a vantagem no placar fechando o campeonato com mais uma vitória fora de casa (curiosamente a 2° vitória). E com a 6° colocação, o Sport garantiu uma premiação de R$ 1,4 milhões, além da pré-vaga na Copa Sul-Americana do ano que vem, inserido como o “Brasil 1” - o que, na teoria, pode garantir um confronto contra uma equipe mais frágil na fase nacional do torneio.

Bom, eu não poderia deixar de fazer a minha menção honrosa que vai para o atacante André que terminou o campeonato sendo o artilheiro do Sport na Série A calando a boca de muitos críticos (até dessa pessoa que vos escreve), que se despediu dessa forma da torcida rubro-negra antes de voltar para o Atlético-MG.


Sem esquecer-se do muralha Danilo Fernandes, do xerife sorrisão Durval, Wendel, Rithely, Diego Showza e Marlone que sem dúvidas foram os grandes pilares dessa campanha que deixa a torcida orgulhosa só que com um sentimento que poderíamos nos classificar para a Libertadores 2016.

Enfim... Agora é pensar já na próxima temporada, pois o Sport tem estrutura para fazer mais um grande campeonato até porque mostrou isso nesse Brasileirão 2015. Então até o próximo cazá cazá no Brasileirão e abraços.

PELO SPORT TUDO!

Despedida recheada de gols


Vindo de ressaca após o vice-campeonato na Copa do Brasil, o Santos recebeu o Atlético PR na Vila Belmiro neste domingo (06/12), em jogo válido pela última rodada do Brasileirão 2015. Com um time recheado de garotos, os meninos da Vila brilharam e o Peixe bateu o Furacão por 5-1 encerrando bem sua participação no campeonato.

Já sem pretensões no campeonato, Dorival Jr resolveu poupar os veteranos do elenco, como nos casos de Renato e Ricardo Oliveira e dar chance para os garotos Alison e Serginho no meio de campo da equipe santista e colocou outros jovens jogadores durante a partida, que mostraram serviço e contribuíram para vitória.

O JOGO

Para quem esperava uma partida morta, sem muitas emoções, as equipes logo trataram de mostrar o contrário desde o início e protagonizaram uma partida movimentadíssima na Vila Belmiro.

Logo aos 11 minutos, o Furacão saiu na frente com o zagueiro Cleberson que subiu sozinho na pequena área após cobrança de escanteio. Mas nem deu tempo de comemorar muito, logo em seguida, Gabriel enfiou linda bola para Geuvânio, que furou e deu sorte, ficando com gol vazio para empatar a partida.

O jogo cresceu em produtividade, com chances para os dois lados, mas foi o Peixe quem aproveitou melhor, com Gabriel, que recebeu assistência de Geuvânio para retribuir o primeiro gol e virar a partida e levar a vantagem para o intervalo.


Na segunda etapa, um caminhão de gols dos meninos da Vila. Aos 14 minutos, Lucas Lima e Victor Ferraz fizeram uma jogada que ficou marcada durante toda temporada, pela direita e a bola chegou para Gabigol, anotar mais um na partida.

Já com a vitória nas mãos, Dorival deu oportunidade aos garotos Fernando Medeiros e Vitor Bueno e a dupla entrou mostrando serviço. Fernando iniciou a jogada no meio campo, deu bom passe para Gabriel que achou Vitor Bueno dentro da área, para fazer o seu primeiro gol com a camisa do Peixe e o quarto da partida.

E pra fechar com chave de ouro, um golaço. O menino Vitor Bueno tabelou com Lucas Lima, com direito a passe de calcanhar e tudo, levou até a linha de fundo e achou Geuvânio livre, livre dentro da área pra dar números finais ao placar, 5-1.

Com a vitória, o Peixe terminou o campeonato na 7ª colocação, com 58 pontos. Já os paranaenses, encerram sua participação com 51 pontos e o 10º lugar.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 5 X 1 ATLÉTICO-PR

Data: 6 de dezembro de 2015, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (PE)
Assistentes: Sergio Campelo Gomes (MA) e Ubiratan Bruno Viana (RN)
Cartões amarelos: ATLÉTICO-PR: Deivid.
Renda: R$ 124.970,00
Público: 3.836 torcedores.
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)

GOLS:
SANTOS: Geuvânio (2), aos 13 do 1º tempo e aos 34 do 2º tempo. Gabriel (2), aos 28 do 1º tempo e aos 14 minutos do 2º tempo. E Vitor Bueno, aos 28 do 2º tempo.
ATLÉTICO-PR: Cleberson, aos 11 minutos do 1º tempo.

SANTOS: Vladimir; Victor Ferraz, Werley (Leonardo), Gustavo Henrique e Zeca; Alison (Fernando Medeiros), Leandrinho, Serginho (Vitor Bueno) e Lucas Lima; Gabriel e Geuvânio. Técnico: Dorival Júnior.

ATLÉTICO-PR: Rodolfo; Eduardo (Barrientos), Vilches, Cleberson e Roberto; Otávio, Deivid, Bruno Pereirinha (Hernane) e Sidcley (Bruno Mota); Crysan e Walter. Técnico: Cristóvão Borges.

Pedro Henrique | @peeedrito17

Lágrimas de amor, gritos de alívio


Pego a velha camisa amarela do Bruno no armário. Quantas memórias ela me traz. A melhor de todas me coloca de volta no Maracanã, palco de tantas emoções malucas e intensas. É difícil controlar os sorrisos involuntários e as lágrimas que chegam quando me lembro deste dia 6 de dezembro de 2009. Tudo começa bem antes da bola rolar.

Em casa, depois de tantas contas e simulações de tabela, finalmente não precisávamos mais disso. A única coisa que faltava era a vitória, qualquer uma. Tudo seria nosso outra vez. Com tensão aparente e muita esperança, minha família estava reunida, como sempre, e apoiávamos uns aos outros nessa loucura chamada Flamengo. Que semana nervosa, que dia intenso. Como esperar quando seu time pode ser campeão brasileiro no fim da tarde?

Olho para a faixa do Hexa, que continua pendurada em meu quarto. Sair do Maracanã depois de um título e correr atrás da faixa era tradição entre os torcedores. Olhar para ela e para os nomes atrás me faz lembrar os heróis do título, os nomes que nunca poderão ser apagados da nossa história.



O capitão, que acabou com sua carreira no ano seguinte, mas dentro de campo nunca deixou que ninguém duvidasse de seu potencial. Ronaldo Angelim... O magro de aço sabia o que fazia e, mais do que ninguém, merecia cada segundo daquela emoção. Angelim teve problemas tão graves naquele ano que poderia ter de amputar a perna. Já imaginou aquele 2009 sem sua segurança, simplicidade e luz? Pet, que, mesmo já velho, voltou por amor, porque queria, acima de tudo, colocar o Fla no topo novamente. Cobrava escanteios como ninguém, honrava o manto da mesma forma. Adriano. A dimensão da admiração que tinha era proporcional a seu talento. O Imperador, por ser um completo apaixonado, deixou de lado seus problemas e, com o empurrão da torcida, lutou. Tantos outros fizeram parte, tantos nomes que nem acreditamos que pudessem ser tão importantes, mas fizeram por nós o que outros não puderam.

O sufoco na entrada, com direito a gás de pimenta, foi esquecido rapidamente quando tudo começou. Do alto da arquibancada vi tudo acontecer. Quando Douglas Costa bateu e Roberson fez, nós percebemos que emoção não poderia faltar, nem na última rodada. Ninguém conseguia respirar direito, era difícil até pensar. Menos de dez minutos depois, Pet cobrou escanteio, a bola sobrou na área e David Braz bateu. Seu primeiro gol no campeonato, seu gol histórico. O balançar das redes fez o Maracanã vibrar, tremer e a arquibancada explodir de emoção. Nós simplesmente sabíamos: nossa hora havia chegado.

Cada grito nervoso simbolizava o desespero. Cada chute errado de Adriano ou defesa gremista era um ataque. Mas o futebol... Ele escreve certo por linhas muito tortas. O relógio marcava 24 minutos do segundo tempo. Pet, mais uma vez, no escanteio. Tudo parou em nossa volta. A bola ia subindo e o silêncio tomou conta. O gol de cabeça de Angelim simbolizava não só a virada no placar, mas a superação dele, o título, o grito enlouquecido da torcida e as lágrimas de 40 milhões de apaixonados. Ninguém tinha mais dúvidas ali.


O apito final foi o fim da tensão. Abracei desconhecidos, pulei na arquibancada, gritei, amei, chorei. Olhava para minha família e não tinha um que conseguia segurar as lágrimas. No telão, "Flamengo Hexacampeão Brasileiro" era estampado. 17 anos depois, estávamos no topo novamente.

O último herói, e talvez o mais improvável, foi Andrade. O ídolo rubro-negro que caiu de paraquedas no comando técnico foi tudo que precisávamos. Sua simplicidade refletia no que era passado. Em um elenco cercado de estrelas, Andrade nunca deixou que um fosse mais importante do que o outro. O que importava era achar qualquer um livre para marcar, não interessava quem.


Hoje, seis anos depois, seguro todas as coisas que tem um significado gigante para mim, vejo imagens marcantes daquele dia e é difícil segurar a emoção. Seis anos, seis títulos, seis milhões de razões para nunca desistir. É pelo amor que sinto, pela necessidade, por todos os momentos que vivemos juntos. É para, por e pelo Flamengo.

Mariana Sá || @imastargirl

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Marcionílio Pinheiro: uma década de saudade

Domingo, 4 de dezembro de 2005, Botafogo e Fortaleza jogavam pela última rodada do Campeonato Brasileiro daquele ano. No duelo, a disputa por uma vaga na Copa Sul-Americana do ano seguinte. A partida foi vencida pelo alvinegro carioca por 2 a 0. Cerca de 20 torcedores do Leão se deslocaram até a cidade maravilhosa para assistir ao jogo.

Entre eles, estava Marcionílio Pinheiro Gomes, de 28 anos, presidente da Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF). Totalmente contrário a qualquer tipo de violência, Marcionílio era bastante conhecido pelo seu comportamento. Uma pessoa simples, cuidadosa e simpática. Como comecei a frequentar estádio naquele ano, tenho algumas recordações que pretendo levar para minha vida inteira.

Falei com Marcionílio pela primeira vez numa tarde de domingo, enquanto ele preparava a TUF para o jogo daquele dia. Tinha apenas 9 anos de idade na época. Quando cheguei até ele, fez questão de largar tudo para me cumprimentar e perguntar o meu nome. Em seguida, respondeu: "Rafael? O meu é Marcionílio". Logo, eu falei: "Marci... Como?". "Marcionílio!" - completou-o em tom de bom humor. Assim começava minha admiração pelo presidente.

Outra recordação que encaro como um dos maiores aprendizados que tive ocorreu numa manhã de domingo, quando eu e alguns componentes da TUF nos reunimos na antiga sede social para conversar e organizar a torcida para o jogo da tarde. Tudo ia bem, até chegar à notícia de que uma senhora estava passando mal bem próximo de onde estávamos. Marcionílio, num gesto quase automático, largou tudo e foi ajudá-la. Assim que a mesma se recuperou, foi até a sede para conversar com o nosso presidente.

Marcionílio decidiu ir ao Rio de Janeiro após receber um resultado positivo na faculdade. Seu irmão, Addler Pinheiro, chegou a pedir para ele não ir, mas o sentimento pelo Tricolor de Aço falou mais alto. A viagem foi tranquila na ida. Após o apito final, o pior aconteceu.

O ônibus onde estavam Marcionílio e os demais torcedores foi cercado por criminosos. Armados, atacaram o veículo e dispararam contra o mesmo. Dois tiros atingiram o presidente, sendo um na barriga e outro no pescoço. Infelizmente, ele não resistiu. Não resistiu ao que ele tanto era contra. Não resistiu por uma atitude covarde.

Banner de homenagem a Marcionílio Pinheiro (Foto: GRES Leões da TUF)
Dez anos se passaram. A saudade só cresce. Entre seus familiares e amigos, restam as boas lembranças de um homem totalmente dedicado a tudo. Sim, é triste saber que não podemos contar com sua presença física, mas a popular frase reflete no nosso comportamento nos estádios: "No peito de cada TUF bate o seu coração".

"Morre um homem, nasce uma lenda"
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