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domingo, 13 de dezembro de 2015

R10, CT e pior campanha do returno. 2015 e o Fluminense

#FechadoComOMario uma das piores hashtags que a internet já viu
No meio do ano, ao final do primeiro turno escrevi um texto esperando uma vaga na Libertadores NO MÍNIMO (leia aqui). Pobre ilusão. Pensava que o Vinícius valia alguma coisa e ainda achava bom ter Lucas Gomes no banco. Acreditava que Enderson iria recuperar o time e a fase era passageira.

Enderson inventou Scarpa na lateral, R10 de falso 9 e me fez achar que sou astronauta
No entanto, como eu mesmo disse quatro meses atrás, esse não era um ano que se esperava muita coisa. O patrocínio com a Unimed acabou e alguns jogadores foram embora. O novo patrocínio master não conseguiu honrar o compromisso e atrasou o pagamento. Demoraram uma eternidade para lançar uma camisa com os novos patrocínios e passamos boa parte do ano com tampões em cima da Unimed. Além disso, tudo era o técnico Cristóvão Borges. Meio de tabela seria lucro.

Quase fomos eliminados do Carioca, Drubscky mal entrou e saiu, Enderson chegou e começou a dar um novo ritmo à equipe. Jogávamos bem, ganhávamos os jogos e estávamos no G4 disputando a liderança. Fui iludido por esses resultados e passei a achar que o péssimo elenco que tínhamos poderia nos levar a Liberta do ano que vem.

Choro do Fred foi marcante. E ainda tem gente que diz que ele quer sair
Veio o segundo turno, os resultados continuaram ruins e mais uma vez mudamos o técnico. Eduardo Baptista conseguiu salvar o Flu na Copa do Brasil, onde não fomos finalistas apenas por causa da arbitragem, e chegou aos 46 pontos com três rodadas de antecedência e evitou o pior.

2015 não foi diferente de 2014 ou 2013. Parece que Peter não aprendeu nada com nosso quase rebaixamento do ano retrasado. Continua confiando nos "scouts" que Mário Bittencourt e Fernando Simone têm, vende as joias de Xerém, forma um time fraco e diz que o ano será de transição. 

Magnata foi trazido com dois anos de contrato e 75 anos de carreira. Baita planejamento
A frase que resume o entendimento de futebol do nosso presidente foi proferida por ele faz pouco tempo na rádio Tupi: "Às vezes é preciso trocar o presente pelo futuro". E ele não falou isso no contexto de vender uma peça importante do elenco para daqui um ano poder trazer um grande jogador, foi para justificar a venda do Biro-Biro para trazer um SUB-15 DO NOVA IGUAÇU. Fica difícil de entender. A frase correta seria: "Estamos trocando uma certeza por uma incógnita". Um garoto de 15 anos não passa de uma promessa e mesmo que venha a se tornar um bom jogador, quanto tempo ele vai ficar no Flu? Um ano? Dois no máximo? Esse negócio foi péssimo assim como foi o do Ronaldinho e de todos os contratados esse ano que não vale a pena repetir o nome desses infelizes.

Peter é bom administrador mas não entende de bola
Pior que a passagem do R10 é só saber que ele vai participar da Florida Cup. A tal vitória do nosso diretor de futebol/advogado/advogado de vários outros times foi um fiasco. Aventuras como essa não devem ser tentadas mais. O coração e a emoção falam mais alto que o pensamento lógico.

Se no futebol a gestão tem sido terrível, fora dele várias coisas são louváveis como a construção do CT, a troca do mascote, a melhoria dos planos de sócio e os investimentos em outros esportes. Vôlei, futsal, natação e salto ornamental vêm crescendo bastante. As atletas do vôlei estrearam pela Superliga B, o futsal tem ganhado títulos em todas as categorias e fomos sede do Troféu Maria Lenk conquistando medalhas.

Outra boa coisa foi à troca do fornecedor de material esportivo. A Adidas estava conosco havia 20 anos, mas o acordo com o Flamengo arranhou a parceria. Mudaremos para a DrySports que é uma empresa ambiciosa, querendo ganhar mercado e que paga mais. Tem tudo para dar certo.

2016 está querendo prometer. Diego Souza, Réver, Wellington Nem e vários outros bons nomes são especulados com força. Caso venham, é bem provável que façamos bonito ano que vem. Uma vaga no G4 ou até mesmo um título. Se a Liga Sul-Minas-Rio vingar, poderemos usar como laboratório e chegar com tudo no Brasileiro.

Ano que vem é ano de eleições também e a disputa deve ficar polarizada entre Mario Bittencourt e Celso Barros. Sabemos muito bem como os dois conduzem o futebol e como diria a Dilma: "Quem ganhar ou quem perder não vai ganhar nem perder, vai todo mundo perder". Nesse caso a fala faz sentido. Tanto um quanto outro são muito ruins. O jeito vai ser torcer para quem quer que ganhe consiga ajudar o clube.

Três anos sem títulos! Está na hora de virar isso...

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

2015 do Paysandu: O pior ano dos melhores anos

A MONTANHA-RUSSA ALVIAZUL

Após um ano de centenário sem títulos e somente com o acesso a Série B, chegamos em 2015 com esperança de fazer diferente. O pensamento era o mesmo na maioria dos torcedores: ganhar o Campeonato Paraense e a Copa Verde, ir um pouco mais longe à Copa do Brasil e estar entre os 10 da segunda divisão do Brasileiro. Começamos então a retrospectiva desse ano, pelo começo, pelo Campeonato Paraense.

Um começo para esquecer (e não repetir)

  • Campeonato Paraense

O clube começou o Campeonato com vitória, um 4x0 em cima do Gavião Kyikatejê no dia do seu aniversário de 101 anos. Mas a “felicidade” no primeiro turno praticamente acabou aí, o Paysandu ainda venceu a ultima rodada, mas já não valia mais de nada, não pode chegar nem as semifinais do primeiro turno, amargou o terceiro lugar no grupo A2. Veja a classificação:


O título do primeiro turno acabou ficando com o Independente. E o Paysandu buscava vencer o segundo turno, para poder enfrentar o Galo Elétrico e sagrar-se campeão no Paraense 2015. Mas infelizmente não foi bem assim que aconteceu... O Papão até começou o segundo turno com vitória, ganhando do Castanhal, fora de casa, por 1x0. No jogo seguinte veio à primeira derrota do turno, quando o clube perdeu de 2x0 para o campeão do primeiro turno, no Navegantão. Mas depois disso veio o clássico, a chance de jogar o azar para longe, vencendo o 730º RexPa, assim aconteceu, o Paysandu finalmente jogou como se esperava dele e ganhou do rival de 3x1. Na partida seguinte, quando a torcida esperava ver o time embalar, acabou perdendo de 3x1, em plena Curuzu, para o Parauapebas. Mas no fim das contas, o Papão conseguiu se classificar, com um placar maiúsculo, um 9x0 em cima do São Francisco, dentro de casa, um jogo inesquecível que garantiu a classificação para a semifinal. Veja a classificação:


E na semifinal, o Paysandu enfrentou o Parauapebas e se classificou nos pênaltis para a final. Mas o bicolor acabou perdendo a final do segundo turno, perdeu um RexPa por 2x1 e deu adeus ao título, decepcionando a torcida e fazendo-a pensar no futuro incerto do time.

Melhor jogador alviazul do Parazão: Yago Pikachu
Piores jogadores alviazuis do Parazão: Marlon e Aylon

Paralelamente ao Campeonato Paraense, iniciava-se a Copa Verde, campeonato em que o Paysandu havia sido vice-campeão no ano anterior.

  • Copa Verde:
Lance que decidiu o futuro do Paysandu na Copa Verde. (Foto: Cezar Magalhães)
O primeiro adversário do Papão na competição foi o Santos-AP, os placares de 1x1 e 2x0 levaram o clube paraense as quartas de final, onde enfrentaria o Nacional-AM. Nesta fase, o Paysandu eliminou o amazonense, vencendo o primeiro jogo por 4x1 na Curuzu e empatando o segundo jogo em 1x1, na Colina. Na semifinal o Paysandu enfrentaria o maior rival. No primeiro jogo das semifinal, o clube abriu uma boa vantagem, venceu o Remo por 2x0, podendo ainda ter feito um placar ainda maior. Infelizmente, os gols que o time perdeu, acabaram fazendo muita falta no segundo jogo e o time azulino conseguiu devolver o placar, venceu um Paysandu apático e levou o jogo para as disputas de pênaltis, mais uma disputa de pênaltis que tirou do Paysandu a chance de ser campeão da Copa Verde.

Melhor jogador alviazul da Copa Verde: Bruno Veiga
Pior jogador alviazul da Copa Verde: Aylon

Os fracassos nas competições que eram consideravelmente mais “fracas” que as que teríamos de enfrentar ainda, nos fazia pensar no pior. Alguns torcedores cravavam a queda para a terceira divisão e a eliminação quase que precoce na Copa do Brasil. Mas o ano ainda nos traria novas emoções...

A MELHORA BICOLOR

  • Copa do Brasil

Oitavas de final: Paysandu x Fluminense (Foto: Fernando Torres)
Na Copa do Brasil, o primeiro adversário do Papão foi o Águia Negra-MS e quase houve complicação no primeiro jogo, mas o empate nesse jogo e a vitória por 2x0 no segundo garantiram o Paysandu na fase seguinte. Aos poucos as coisas foram mudando e, nessa competição, só sopravam bons ventos. Na segunda fase, venceu os dois jogos do ABC, o primeiro por 1x0 e o segundo por 2x1 e se classificou para a terceira fase da competição, onde o clube enfrentaria o Bahia, e apesar de o time ter sido quase que uma pedra no sapato do Paysandu este ano, o clube paraense passou por mais um, surpreendendo a todos. Aplicou um 3x0 no primeiro jogo que nos deixou perder o segundo jogo por 2x0 sem que houvesse perigo eliminação. A queda veio nas oitavas de final, quando o Paysandu enfrentou o Fluminense. O primeiro jogo, o clube deu tudo de si e por pouco não voltou com a vitória para casa, voltou com um 2x1. Foi uma das derrotas mais comemoradas do ano, pois ainda havia como reverter... Mas o segundo jogo acabou sendo bem diferente do que o torcedor alviazul sonhava e a eliminação veio com outro 2x1 num Mangueirão lotado.

Melhores jogadores alviazuis da Copa do Brasil: Yago Pikachu e Capanema
Pior jogador alviazul da Copa do Brasil: Carlinhos

Com as coisas melhorando, a torcida passou a ficar mais exigente e quando via que poderia ir mais longe, não queria outra coisa se não chegar lá... E claro que, depois de tudo, a eliminação acabou sendo dolorosa. Mas a verdade é que Copa do Brasil foi uma grata surpresa, não imaginávamos chegar aonde chegamos depois de perder dois campeonatos de nível inferior a esse.

  • Campeonato Brasileiro: Série B

Primeiro turno:

O campeonato brasileiro foi à verdadeira surpresa do ano. Mas começou de um jeito difícil... O primeiro jogo do campeonato foi contra o Botafogo e o Paysandu estreou perdendo, fez um gol anulado injustamente e acabou sofrendo o gol mais tarde. E na partida seguinte: novo erro de arbitragem e nova derrota. Até que na terceira rodada, o Paysandu chegou a sua primeira vitória, em cima do Ceará. E daí pra frente foram sete rodadas sem perder, com apenas um empate. Sendo uma vitória no último minuto em cima do Vitória, num dos jogos mais lembrados do primeiro turno. Na décima rodada o Papão chegou até ser líder provisório do campeonato:


A torcida bicolor se animou, fazia tempo que não via o clube assim. Mas logo depois, viu o time enfrentar uma baixa significativa, a montanha russa bicolor havia voltado à ativa. Foram quatro jogos sem vitória, sendo apenas um deles um empate. Mas o lobo voltou a uivar, na 15ª rodada, venceu o América-MG, do grande e inesquecível técnico Givanildo, por 2x0 no Mangueirão. A reação pareceu ter parado aí, porque nos últimos 4 jogos do primeiro turno, o Papão empatou 1 e perdeu outras duas...

Melhor jogador alviazul do primeiro turno: Ricardo Capanema
Piores jogadores alviazuis do primeiro turno: Edinho e Augusto Recife

Segundo turno:

Foto: Pedro Martins
No segundo turno, o Papão estreou com vitória, num dos jogos mais emocionantes do campeonato para o torcedor bicolor, o Paysandu ganhou de 3x2 do Botafogo e calou o Engenhão. Depois desse jogo, o clube paraense ainda ficou seis jogos sem perder, sendo apenas dois deles empates. Até que na 27ª rodada, os rumos do alviazul mudaram... E desta vez foram seis sem vencer, um mês difícil para o torcedor que imaginava ter a chance de ver o time de volta a elite do futebol brasileiro. Depois de um mês triste, o clube fez o torcedor voltar a sorrir, aplicando uma goleada de 5x1 em cima do CRB, fazendo o torcedor acreditar que não era impossível... Mas essa felicidade durou pouco, no jogo seguinte o Paysandu perdeu e diminuiu ainda mais suas chances de acesso. Pouco a pouco, as esperanças foram se esvaindo... E o clube que nos fez acreditar no acesso, não acreditou mais em si. Na ultima rodada, não havia mais chances e o time alviazul amargou a 7ª colocação no campeonato.

Melhor jogador alviazul do segundo turno: Emerson
Piores jogadores alviazuis do segundo turno: João Lucas e Carlos Alberto.

No inicio só pensávamos em não cair, depois em ficar entre os dez, pouco a pouco a ambição aumentou e o torcedor só pensava no acesso, chegou até a pensar em título. Foram inúmeras justificativas, inúmeras histórias criadas, tudo para tentar justificar o não acesso. “Botaram o pé no freio”, “os jogadores não queriam subir”. A verdade é que pela razão, torcedor nenhum queria subir, preservava o pensamento realista de que era preciso se reestruturar para enfim subir, era preciso ampliar o planejamento, era preciso mudar, não podemos mais montar um time no meio do campeonato. Mas, é verdade também que a emoção sempre se sobressaía... E ah, como era bom imaginar o Paysandu de volta a Série A do Campeonato Brasileiro. Não foi dessa vez que o acesso veio e não, não veremos o nosso clube na primeira divisão em 2016. Nós sofremos ao longo do campeonato, mas acreditamos que lá na frente nós possamos voltar a sorrir. Só esperamos que não demore tanto assim... Esse ano foi para nos fazer acreditar que podemos, foi para renovar a nossa crença no Paysandu. O pior dos melhores anos: e os melhores estão chegando novamente.

O 2015 conturbado do Flamengo


O Flamengo de 2015 foi extremamente irregular. A equipe viveu uma enorme montanha-russa e oscilou bastante durante o ano, o que resultou na eliminação do Carioca, da Copa do Brasil e na colocação ruim no Campeonato Brasileiro. Vamos à retrospectiva:

Carioca:

Apesar de não ser parâmetro para muita coisa, o Carioca acabou mostrando como seria o ano rubro-negro. A expectativa estava alta, já que a disputa começou antes do campeonato. Com as brigas de Fla-Flu e FERJ, Vasco e Botafogo, a tensão esteve presente em boa parte do torneio. Para completar, polêmicas dentro e fora de campo não faltaram. Teve censura, confusão, arbitragem estranha e muita discussão.

Nenhum jogo foi convincente, mas o Flamengo acabou ganhando onze partidas, empatou três e perdeu apenas uma, chegando à semifinal. O time, entretanto, acabou eliminado pelo Vasco em uma partida patética do Mais Querido, o que foi só o início das dificuldades do ano.

Copa do Brasil:

A Copa do Brasil foi igualmente decepcionante. Na primeira fase, o Flamengo teve que disputar as duas partidas contra o Brasil de Pelotas – a primeira foi 2-1 – e acabou passando graças à vitória por 2-0 no Maracanã. Já a segunda rodada, contra o Salgueiro, foi resolvida logo no primeiro jogo com o resultado de 2-0 fora de casa. Contra o Náutico, o Mais Querido encontrou dificuldades em seus domínios, empatou por 1-1 e acabou só conseguindo a classificação em Pernambuco com o 0-2 no placar.

Aí chegaram as oitavas. O Flamengo pegou o Vasco e fez como em quase todos os confrontos contra o rival no ano: não jogou. A equipe rubro-negra foi muito mal, perdeu o primeiro jogo e empatou de forma ridícula o segundo, perdendo a classificação e Cristóvão.

Campeonato Brasileiro:

O Brasileirão ficou longe de ser o que todos esperavam ainda mais depois da Copa América. Além das frequentes polêmicas por conta da arbitragem, o Flamengo se colocou em posições complicadas por não conseguir encontrar a regularidade. O time foi do Z4 até o G4, sonhou com a Libertadores e acabou o ano em 12º. Com 14 vitórias, quatro empates e absurdas 19 derrotas, o rubro-negro perdeu a chance de alcançar objetivos maiores por incompetência.


Polêmicas:

Essa foi à palavra que mais rondou a Gávea no último ano. Não satisfeito com o drama contra a FERJ no início do ano e os problemas com arbitragem no Brasileiro, o Flamengo ainda conseguiu acrescentar mais uma polêmica a lista do ano. O “Bonde da Stella” ultrapassou até a ampla tolerância do Flamengo e todos os cinco jogadores – Paulinho, Everton, Pará, Alan Patrick e Marcelo Cirino – foram afastados. O clima no campeonato já era péssimo, mas a reintegração apressada acabou deixando a torcida revoltada. O que aconteceu fora de campo acabou movimentando bem mais do que o que houve dentro.

Elenco:

Assim começou o ano.
Esse é um dos tópicos mais complicados de trabalhar. O elenco teve mudanças constantes durante o ano e diversos fatores acabaram atrapalhando a regularidade que era tão esperada. No geral, os nomes eram bons, mas na prática não funcionou.

Para o gol, Paulo Victor e César, os únicos que jogaram esse ano, são extremamente criticados e não se sabe o futuro da posição. Os dois falharam diversas vezes e provavelmente não ficarão com a titularidade. Na zaga, é difícil saber quem é o menos pior entre César Martins, Wallace, Samir e Marcelo. Todos os defensores são dúvida – ainda bem – e, se tudo correr como esperado, nenhum deve ser titular ano que vem. A lateral também é um problema sério, sendo Jorge o único com índice de rejeição baixo. Pará, Ayrton e Armero devem sair ou seguir no banco.

O meio-campo é onde mora o segundo problema. Dos volantes, nenhum é inquestionável e todos já foram fortemente reprovados por razões diferentes. Márcio Araújo, Jonas, Canteros e Luiz Antônio não convenceram e devem ser substituídos em 2016. Na armação, Almir é o mais rejeitado. Alan Patrick e Everton acabaram ficando queimados com polêmicas e não se sabe o futuro de ambos. Ederson tem aprovação, mas a quantidade de lesões preocupa. Jajá, que acabou introduzido no meio do campeonato, talvez acabe emprestado para ganhar experiência.

No ataque, Paulinho é muito questionado, Marcelo Cirino deve permanecer a pedido de Muricy, Guerrero certamente ficará – e, esperamos, melhorará ano que vem –, Kayke se mostrou uma boa opção, Nixon ficou machucado durante boa parte do campeonato e não tem futuro definido, Emerson Sheik teve contrato renovado e Gabriel novamente não conseguiu se firmar e deve sair.

Treinadores:


O Flamengo começou 2015 como terminou 2014: com Vanderlei Luxemburgo. Ainda no início do ano, o técnico anunciou que Deivid e Jayme de Almeida seriam seus auxiliares, o que não foi visto com bons olhos como ele esperava. Luxa ficou por dez meses no comando do futebol, mas acabou demitido pelo trabalho ruim.

Cristóvão Borges foi à aposta da vez. Na procura por segurança, o treinador acabou sendo o que muitos esperavam: conservador e devagar. Pelo Brasileiro, acabou deixando a equipe no meio da tabela e colecionou derrotas estúpidas. Na Copa do Brasil, acabou eliminado nas Oitavas.

Então veio Oswaldo de Oliveira e renovou as expectativas. O técnico rubro-negro deu esperança ao torcedor, levou o time ao G4 e fez milagre com um elenco confuso. Entretanto, a felicidade não durou muito e o desempenho coletivo acabou caindo bruscamente de produção. Foram muitas derrotas na reta final e Oswaldo acabou demitido na 36ª rodada.

Eleições:

O clima tenso das eleições já começou bem antes da votação. É fato que a gestão de Eduardo Bandeira de Mello é exemplo para os clubes brasileiros, mas suas escolhas, que estão longe de serem ruins, acabaram colocando em segundo plano o principal dentro do Flamengo: o futebol. Depois de muito debate, acusações e expectativa, Bandeira foi reeleito com 1632 votos, muito mais do que na última eleição e mais do que o dobro comparado a Wallim Vasconcelos, segundo colocado. Em 2016, o presidente prometeu que consertará os erros e aprimorará o que fez de bom.


O que esperar para 2016:

É difícil saber o que esperar para o ano que vem. Considerando que tivemos diversas quebras de expectativa esse ano, 2016 já começa sob extrema cautela. Muricy Ramalho foi anunciado na última semana e já começa uma movimentação pesada nos bastidores para reformular efetivamente o elenco. Poucos sobreviverão e a expectativa é que Muricy corte os descompromissados e imponha o estilo “acabou a palhaçada”. Veremos.

Mariana Sá || @imastargirl

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