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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Tão combatido, jamais vencido: Retrospectiva do Cruzeiro 2015

Mais uma temporada chegou ao fim, e que tal relembrar os momentos mais marcantes para os cruzeirenses durante o ano de 2015, pode comparar o Cruzeiro 2015 como uma fênix, literalmente a Raposa renasceu das cinzas, da dor e sofrimento, para força e superação.


Por mais que encerramos o ano sem títulos tivemos momentos inesquecíveis na Copa do Brasil, Libertadores, Campeonato Mineiro e Brasileirão.

O inicio do ano:

Todo torcedor cruzeirense realmente pensou que a temporada 2015, seria semelhante como foi nos dois últimos anos, porém sofremos com uma diretoria totalmente desorganizada e as principais contratações “desesperadas” e desnecessárias, dinheiro mal gasto, e o principal, o clube estava sendo comando por mercenários, o que foi de certo modo um total desrespeito com o torcedor.

Transformações na diretoria foram o principal para a mudança dentro da Toca II, e não podemos esquecer-nos das polêmicas com a saída de Marcelo Oliveira que apesar de ter sua marca na história da Raposa, estava em má fase e pegou uma sequência de derrotas preocupante, e a eliminação no Mineiro e Libertadores de forma “humilhante” entrou na conta de Marcelo, o que apressou sua saída do time mineiro.


Chegada de Luxemburgo em Belo Horizonte, especificamente no Cruzeiro, o jogo de estreia deu uma chama de esperança para o torcedor celeste, porém foi apenas fogo de palha, a decepção chegou algumas rodadas depois e o mais deprimente foi a forma que saímos da Copa do Brasil, foi realmente um vexame a eliminação dentro de casa contra o Palmeiras de Marcelo Oliveira.

Mais uma vez mudança no comando celeste, Mano Menezes chegou e renovou as forças do Cruzeiro e relembrou o futebol da Raposa e reviveu jogadores que andavam sumidos durante o campeonato, Mano alcançou a marca de 13 jogos de invencibilidade, e o mais importante tirou a equipe da zona da confusão da tabela, mas no final do ano abandonou o barco quando decidiu ir para China.

Porém vamos relembrar por etapas o retrospecto celeste, dos piores aos bons momentos do Time do Povo.

Campeonato Mineiro:

O Campeonato Mineiro foi o primeiro de alguns dos confrontos que encontraríamos durante o ano e também uma amostra de como seria a temporada 2015.

A Raposa fez sua estreia no mineiro em Governador Valadares contra o Democrata, o time ainda passava por adaptações com saídas e entradas de jogadores, apesar de tudo isso a equipe que ainda era comandada por Marcelo Oliveira começou com o pé direito a competição, após arrancar a virada celeste em Valadares.


O desempenho da Raposa foi até razoável com três empates, uma derrota e sete vitórias durante as 11 rodadas, mas quando parecia que o time tinha se encontrado a fase de eliminatórias chegou e a história foi completamente diferente, principalmente a eliminação pelo Atlético-MG nas semifinais.

Libertadores:

Os momentos mais marcantes sem dúvida foram nos jogos da Copa Libertadores, o retrospecto da Raposa na fase de grupos foi um tanto positivo com dois empates, três vitórias e apenas uma derrota, terminando a fase de grupos na liderança do Grupo 03 com 11 pontos, e nas oitavas de final o primeiro adversário da equipe mineira foi o São Paulo.

Quando o assunto é mata-mata, Cruzeiro e o Tricolor Paulista tem um longo histórico de confrontos diretos e já era de se esperar um jogo completamente emocionante pela tradição que ambos possuem na competição.

A primeira partida foi no estádio Morumbi, onde o time celeste perdeu por 1x0 com gol do argentino Centurión, porém o jogo de volta seria na Toca III e a postura dos jogadores cruzeirenses surpreendeu a todos, durante os 90 minutos a Raposa foi totalmente superior e não foi de propósito que venceu por 1x0 com gol de Damião, mas no placar agregado estava 1x1, o que significa pênalti: Fábio brilhou, Gabriel Xavier resolveu e desse modo emocionante aposentamos o goleiro Rogério Ceni, que até fez boas defesas, mas não impediu a eliminação paulistana.


Em seguida, nas quartas de final o rival da vez foi o River Plate, que para essa decisão lotou o Monumental de Nuñez com mais de 60 mil torcedores presentes, mas os jogadores argentinos que fizeram uma partida totalmente apática deparam com um Cruzeiro maduro e equilibrado dentro de campo, dessa maneira o time azul encontrou um gol com Marquinhos no segundo tempo.

A Raposa jogava pelo empate no jogo de volta, mas fez uma partida totalmente contrária do primeiro jogo, pareceu que só estava o River em campo e com uma vitória merecida a equipe argentina venceu por 3x0 com gols de Sánchez, Maidana e Téo Gutierrez, e assim o Cruzeiro se despediu da Libertadores e de Marcelo Oliveira.

Copa do Brasil:

Já nas oitavas de final, a equipe que naquele momento era treinada por Luxemburgo, fez seu primeiro jogo pela Copa do Brasil contra o Palmeiras.


Apesar de uma postura ofensiva no jogo de ida, a Raposa ainda encontrava problemas com chances de gols desperdiçadas e falhas nas jogadas, e foi com os erros que surgiu o primeiro gol palmeirense com Cleiton Xavier, o empate cruzeirense veio dos pés de Leandro Damião, o gol da virada do porco veio com Rafael Marques.

No jogo de volta, ainda restava esperança do lado azul e branco, até porque era necessário fazer apenas um gol para passarmos de fase, mas Gabriel Jesus, Barrios marcaram o triunfo do verdão, os gols de misericórdia da Raposa foram feitos por Alisson e Vinicius Araujo, perdemos dentro de casa e nos despedimos de forma “vergonhosa” da Copa Do Brasil.

Brasileirão:

Com a eliminação da Copa do Brasil, o único foco da Raposa deveria ser no Campeonato Brasileiro, mas a irregularidade ainda andava lado a lado com o time mineiro.

No dia 2 de junho, Vanderlei Luxemburgo assumiu o comando celeste, em busca de reencontrar o bom futebol do Cruzeiro, porém ao decorrer do Campeonato Brasileiro vimos um comando instável e o que transparecia é que havia problemas internos dentro da Toca II.

A paciência com Luxa acabou no jogo contra o Santos, quando perdemos dentro do Mineirão por 1x0, apesar da derrota naquela noite aconteceu dois pontos positivos: Luxemburgo saiu, e a Nação Azul saiu do Mineirão com um “pacto de fidelidade”,  o que se resumia a apoiar o time incondicionalmente, pelo fato de torcemos pro Cruzeiro e não para técnicos e jogadores e o principal a Raposa é maior do que qualquer crise, técnico ou jogador, foi onde também saiu o lema “Time do Povo”.


Começamos o mês de setembro com o “ direito”, quando recebemos a noticia que Mano Menezes assumiria o comando celeste, frio na barriga e muita fé, porque ali estava nossa ultima esperança, e depois de tantos erros durante o ano, finalmente um acerto. Mano restaurou aquele clima de união dentro da Toca II e o mais importante reviveu os resultados positivos do Cruzeiro, em três meses tirou a equipe da parte mediana da tabela, e colocou numa posição melhor e a poucos pontos do G4, nos deixando até sonhar com Libertadores.

Infelizmente, a temporada 2015 não terminou como planejamos, e mais uma vez houve mudanças na parte técnica, Mano Menezes não resistiu à proposta da China e deixou Minas, e a Raposa sem perder tempo elegeu Deivid como novo treinador do Maior de Minas, apenas uma coisa que desejamos que continuem com essa postura de um gigante dentro de campo.

Expectativas 2016:

Apenas esperamos que em 2016, o Cruzeiro permaneça com essa postura e que cada jogador que vim e aqueles que já estão, reconheçam o peso da camisa do Cruzeiro, que possa fazer por onde e honrar nossa história.

Almejamos títulos, brigar pela parte cima de cada campeonato que participamos, união e muita alegria para cada torcedor da Raposa e o principal, esperamos que 2016, seja diferente de 2015.


Apesar de tudo, ou talvez por causa de tudo, conte sempre com seu torcedor Cruzeiro, até 2016.

@Paulinha_CEC

Corinthians 2015: Campeão dos campeões

Nosso 2015 foi maravilhoso. Contamos com a volta do técnico Tite e, mais uma vez, ele foi essencial em nossa campanha. Em 71 jogos disputados, foram 44 vitórias, 16 empate e 11 derrotas; 123 gols feitos contra apenas 56 sofridos, totalizando um saldo de 67 gols e um aproveitamento fantástico de 72%.

Comemoração do elenco dentro do São Januário
PRESIDÊNCIA:

Em fevereiro ocorreram as eleições no clube. Com a situação no comando do Corinthians, Mario Gobbi deu adeus ao cargo que foi entregue a Roberto de Andrade.

Mario Gobbi e Roberto de Andrade
ELENCO:

Além da volta do campeão Tite, contamos com o retorno de Emerson Sheik, que estava emprestado, mas seu contrato acabou em junho e ele foi para o Flamengo. O meia Cristian voltou e praticamente não foi utilizado neste ano. Outro que voltou ao elenco depois de empréstimo foi Rodriguinho. Chegaram Stiven Medonza, Edílson, Edu Dracena, Lucca, Rildo e Vagner Love.

Perdemos Fabio Santos, que foi para o México; Petros foi para o Betis na Espanha; e Guerrero, que trocou o Corinthians pelo Flamengo após o vencimento do contrato. Apesar do atacante ter dito que no Brasil só jogaria pelo Timão, ele aceitou proposta maior que a do alvinegro e nos trocou. E, cá entre nós, o peruano deve ter se arrependido e muito da troca feita. Bem feito ao mercenário.

FLORIDA CUP:

A Florida Cup, realizada nos Estados Unidos, contou com Fluminense e Timão para o lado verde e amarelo e Colônia e Bayer Leverkusen representando a Alemanha.

Nos dez dias, o Corinthians contou com uma derrota para o Colônia (1-0) e uma vitória em cima do Bayer Leverkusen (2-1), não sendo suficiente para levantar o caneco.

Em terceiro lugar, o Timão deu adeus ao torneio de verão com o atacante Guerrero sendo o artilheiro e melhor jogador da competição.

AMISTOSO:

Que amistoso maravilhoso tivemos esse ano. Nosso adversário foi o coirmão inglês Corinthian-Casuals, clube que inspirou o nome do Timão. A equipe veio ao Brasil demonstrando muita simpatia, humildade e paixão pelo nosso povo. Deram uma lição sobre marketing, pois em apenas UMA SEMANA visitaram a instituições, venderam várias camisas, jogaram bola em plena Praça da Sé, foram à quadra da Gaviões da Fiel, visitaram Copacabana, assistiram jogo dos meninos da base em Barueri, realizaram treino aberto na Arena Corinthians por apenas 1 kg de alimento a ser doado e vão gravar um documentário sobre a vinda ao Brasil. Eles podem ser armadores, mas deram um baile sobre humildade.

O resultado em campo já era esperado, 3x0 para o time brasileiro, mas para os torcedores foram essenciais nesse amistoso. O clube, que nos inspira e passou pelo o que passou, hoje, infelizmente, está na sétima divisão, mas merece nossa atenção. Estaremos sempre contigo, Corinthian!

Elencos do Corinthians e Corinthian-Casuals
COPINHA:

Para vencer a Copinha precisamos passar por oito jogos, sendo três na fase de grupos e os outros cinco em mata-mata. Foram 26 gols feitos, apenas 4 sofridos e levantamos a taça. Quem tem mais tem NOVE títulos.

O artilheiro da competição foi o Gabriel Vasconcelos com oito gols. O garoto começou o campeonato na reserva e foi ganhando titularidade definitiva no time principal. Matheus Cassini foi o vice-artilheiro com cinco gols.

Elenco campeão da Copinha
PAULISTA:

A primeira fase do campeonato foi muito boa. Em 15 jogos tivemos 11 vitórias, quatro empates e NENHUMA DERROTA. Foram 28 gols contra 10 sofridos. No mata-mata eliminamos a Ponte Preta por 1-0 em casa e, na semifinal, o time foi eliminado de maneira INVICTA. Isso mesmo, algo sem nexo, porém real. Sem perder nenhum jogo no Paulistão, fomos eliminados diante do rival Palmeiras nos pênaltis dentro da nossa casa, algo que não dá para esquecer.

Não sei o que é pior, a eliminação diante do rival em casa ou a eliminação ser de maneira invicta... Coisas que só a Federação Paulista consegue com os seus campeonatos.


LIBERTADORES:

O Corinthians começou na pré-libertadores, enfrentando o Once Caldas da Colômbia, e sua caminhada foi bem tranquila, com 4-0 no jogo de ida e na volta 1-1. Classificado, entrou para o Grupo 2 da fase de grupos.

Teoricamente o que era pra ser mais fácil foi mais difícil e vice-versa. Em um grupo com San Lorenzo-ARG, São Paulo e Danubio-URU, o Timão venceu quatro jogos, teve um empate e uma derrota. Com 13 pontos, foi líder com nove gols marcados contra três sofridos.

Nas oitavas de final, o adversário foi o Guaraní do Paraguai, time do qual todos desdenhavam e davam o alvinegro como classificado na próxima fase. A arrogância foi tanta que entraram de nariz empinado em ambas as partidas e perderam as duas por 2-0 e 1-0.

A comissão técnica deixou o Paulista de lado para focar totalmente na Libertadores e Guerrero chegou a anunciar que o Corinthians só queria os títulos grandes. Que vergonha tudo o que ocorreu nessa época. A arrogância foi tanta que tivemos a eliminação em ambos os campeonatos, sendo um deles invictos... Ainda bem que aprenderam né?

COPA DO BRASIL:

A participação no torneio foi lamentável. Entramos nas oitavas de final devido a participação na Libertadores e já fomos eliminados pelo Santos. O time da baixada santista venceu os dois confrontos por 2-0 e 2-1.

BRASILEIRÃO:

Foi bonito, foi, foi hexa, foi CORINTHIANS ♪♪ OITENTA E UM pontos, 24 vitórias, nove empates e apenas cinco derrotas. Nossa campanha foi tão boa que quebramos recordes, já que, na era dos pontos corridos, ninguém conseguiu fazer o que fizemos. Fomos além, jogamos e erguemos a taça com mérito. Nenhum time conseguiu uma pontuação tão alta, ser o melhor mandante e visitante, o melhor ataque e defesa e nós conseguimos.

Fomos ousados, tivemos vitórias maravilhosas: Os 3-0 em cima do Flamengo lá no Maracanã foi excelente devido ao que aquele jogo proporcionava extracampo; vencemos o vice-líder Atlético Mineiro nos dois jogos; o Sport foi o melhor adversário, o único que jogou de igual para igual conosco, eles até venceram um jogo, porém o 4-3 dentro da Arena Corinthians foi jogo de tirar o torcedor do sério; sobrou até para o time da Vila Sônia que se acha aqui na capital paulistana, o chocolate foi tanto que marcamos um gol para todos os títulos conquistados, 6-1 foi pouco e até jogador pipoqueiro (Luis Fabiano) estava pedindo para o Timão parar o ritmo; vencemos os dois contra o Vasco e, além de vê-los sendo rebaixados novamente foi dentro do São Januário, soltamos oficialmente o grito de É CAMPEÃO!

Gil o melhor zagueiro; Elias melhor volante; Jadson e Renato Augusto os melhores meias, além disso, RA foi eleito o melhor jogador do campeonato, se tornando o craque do Brasileirão; e Tite o melhor treinador. O gol de Lucca em cima do São Paulo foi eleito o mais bonito.

Comemorando o hexa

TITE:

Nossa regularidade só foi possível graças ao treinador Tite, que, apesar de eliminações medonhas na Libertadores e Copa do Brasil, continuou apostando na base do elenco, na união e de que aquele time podia mais. Nosso treinador é tão bom que faz jogadores que antes eram só criticados jogarem bola, se dedica a todos, tanto faz se é reserva ou não, ele faz um coletivo ser único. A FAVELA É AQUI e NÓS SOMOS TODOS CORINTHIANS! Obrigada, Tite, por amar tanto nosso Corinthians e fazer tudo o que você faz por nós. Ao todo já foram dois Campeonatos Brasileiros, um Paulista, Libertadores, Recopa e Mundial.

Mosaico em homenagem ao Tite
VAI CORINTHIANS!

ISABELA MACEDO | @ismacedo_
LINHA DE FUNDO | @linhadefuundo
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