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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Week 14 da NFL: As primeiras definições dos playoffs


Faltam apenas três semanas para os desejados playoffs e alguns times já garantiram vagas nesse final de semana. Além do Arizona Cardinals, primeiro classificado, o Carolina Panthers conquistou não só seu lugar, mas também a bye-week. O New England Patriots também assegurou sua participação e o título da AFC Leste.

Enquanto isso, algumas divisões seguem bem disputadas, as famosas “terras de ninguém” continuam bem confusas e só devem ser resolvidas no fim da temporada. A disputa pela vaga de Wild Card também está dura e promete fortes emoções.

Minnesota Vikings 20@23 Arizona Cardinals
Mais uma bela atuação da equipe de Arizona, que em casa é praticamente imbatível. Entretanto, o Vikings demonstrou novamente a força da equipe nesta temporada, realizando uma partida de igual para igual com os donos da casa, tendo a chance de levar o jogo para prorrogação no último lance, o que não ocorreu devido à uma péssima chamada do coordenador ofensivo faltando poucos segundos. Bridgewater se encontrou em problemas, sofreu o sack e como a equipe não tinha mais tempos para pedir, o relógio se esgotou, mesmo estando na área que possibilitaria um FG.
Palmer, Johnson e Floyd se mostraram mais uma vez um poderoso trio QB-RB-WR, com atuações acima da média de todos. A defesa de Arizona também teve méritos, limitando o excelente jogo corrido do Vikings a menos de 100 jardas. No lado de Minnessota, o QB Bridgewater teve uma boa atuação, a estrela Adrian Peterson também. Entretanto, fica claro a falta que faz um recebedor de extrema confiança no elenco. Com a derrota o Vikings viu o Packers se isolar na liderança da NFC North e o time de Arizona garantiu sua vaga nos playoffs.

Atlanta Falcons 0@38 Carolina Panthers
O 13-0 do Panthers não é à toa. A franquia do forte concorrente a MVP, Cam Newton, não dá nenhuma chance aos adversários e até nas partidas mais difíceis se destaca, mantendo a invencibilidade semana após semana. Dessa vez não foi diferente e, com a força de sua torcida, o Carolina estraçalhou o Falcons e assegurou sua vaga nos playoffs e a folga na week 1. Já o Atlanta perdeu aquela força inicial e coleciona derrotas nesse fim de temporada.

Washington Redskins 24@21 Chicago Bears
Em jogo apertado, Washington saiu vitorioso na casa do rival. Mesmo a boa atuação de Jay Cutler, que surpreendentemente está tendo um bom ano, não foi capaz para evitar a derrota do Bears. Alshon Jeffery também jogou bem e foi responsável por 107 jardas recebidas e um TD. O time do Redskins contou com Kirk Cousins lançando 300 jardas e boas corridas de seus running backs, além da sólida atuação da defesa. Jordan Reed também se destacou com 120 jardas recebidas e um TD. O Redskins venceu a partida com um simples field goal convertido no último quarto e o erro de um field goal que levaria à prorrogação, do kicker Robbie Gould de Chicago.
Washington agora lidera a NFC East, embora esteja tudo embolado em sua divisão, mas segue firme na corrida à pós-temporada. Chicago desperdiçou em casa a grande chance de aproximar do rival Vikings e se complicou muito na tabela.

Pittsburgh Steelers 33@20 Cincinnati Bengals
A partida era muito esperada principalmente pelo extracampo. Com a péssima campanha do Baltimore Ravens esse ano, a disputa de divisão entre Steelers e Bengals ficou muito mais acirrada e as diversas confusões antes e durante o jogo ditaram o ritmo. Apesar disso, Cincinnati perdeu não só o duelo, mas Andy Dalton e Tyler Eifert logo no início. O QB é o que mais preocupa, já que não há previsão de volta para ele, mas o que anima é que não precisará de cirurgia. Com isso, a vida de Pittsburgh ficou muito mais fácil e a vitória deixa a franquia forte na briga pelo Wild Card.

San Francisco 49ers 10@24 Cleveland Browns
O retorno de Johnny Manziel deu vida ao já abatido Browns e o time finalmente venceu. O 49ers estava morto, mas passa bem, não conseguiu criar nada e só foi fazer alguma coisa boa no fim do último quarto. A franquia de Cleveland parece ter conseguido colocar Manziel no caminho certo e se apoiará nele nas próximas semanas.

Seattle Seahawks 35@6 Baltimore Ravens
O Seahawks foi a Baltimore e destruiu o fragilizado o time da casa. Em terrível fase, o Ravens foi com o terceiro QB, Jimmy Clausen, já que Schaub foi muito mal à tentativa de substituir Flacco. Aconteceu o que já era esperado, Russell Wilson teve muita liberdade para conduzir o ataque e a defesa de Seattle teve vida fácil parando o adversário.

Indianapolis Colts 16@51 Jacksonville Jaguars
É difícil até tentar explicar o que aconteceu com o Colts. Mais uma vez cometendo um crime, o Jaguars fez incríveis 41 pontos no segundo tempo, virou a partida que começou com vantagem de Indianapolis e levou mais uma vitória para casa. Com 5-8, a franquia de Jacksonville não pensa em playoffs, mas certamente vai calando a boca de todo mundo que achava que era “jogo ganho”. Já o time que uma vez foi de Andrew Luck sofre e muito com a ausência de seu QB.

San Diego Chargers 3@10 Kansas City Chiefs
Olha, a partida foi muito chata. Os dois times tiveram muita dificuldade em concluir qualquer coisa, foi punt pra todo lado, turnover e umas jogadas meio estranhas. O Chiefs garantiu o resultado no segundo quarto e acabou ficando por isso mesmo. Cairo Santos acertou um FG de 40 jardas e errou um de 46. O ponto do Chargers na partida veio também de um field goal, mas de 30 jardas. Enquanto a franquia de San Diego é só decepção, o Kansas City segue em busca pela vaga nos playoffs pelo Wild Card.

Tennessee Titans 8@30 New York Jets
Após a importante vitória diante dos Giants, a confiança dos Jets parece ter aumentado e muito. No domingo, a equipe de New York atropelou o Tennessee Titans e continua na zona de classificação para os playoffs. Ryan Fitzpatrick segue em ótima fase, com três passes para touchdown e nenhuma interceptação. O retorno de Darrelle Revis parece ter feito bem para a defesa, que só permitiu um TD.

Buffalo Bills 20@23 Philadelphia Eagles
Na revanche de McCoy x Chip Kelly (em março, o RB trocou os Eagles pela equipe de Buffalo), quem se deu melhor foi o técnico de Philadelphia. Apesar disso, McCoy não teve uma partida ruim: correu 74 jardas em 20 tentativas e mostrou-se muito motivado. O equilíbrio, que já era esperado, visto que ambas as equipes possuem uma campanha muito irregular, foi à marca do jogo. Incentivadas pelo seu fanático torcedor, as Águias conseguiram uma vitória apertada no finalzinho. Mesmo não sendo brilhante, o ataque dos Eagles foi mais eficiente que os adversários e conseguiu posicionar seu kicker para um fácil FG da vitória, de 30 jardas. Com o bom resultado, os donos da casa ainda mantém vivo o sonho dos playoffs, enquanto os Bills se complicam ainda mais.

Detroit Lions 14@21 St. Louis Rams
O Lions ainda não se recuperou da dramática derrota para Green Bay na semana passada. Em uma partida fraca tecnicamente, Detroit não obteve nenhum destaque individual ou coletivo dos dois lados da bola. Talvez se possa citar a secundária que não deu ao QB adversário Case Keenum uma boa tarde, interceptando-o uma vez. Golden Tate recebeu dois TDs, mas apenas 60 jardas totais. Do lado de St Louis, a capacidade defensiva já é marca registrada da equipe, limitou o Lions a 14 pontos e marcou um TD após retorno do defensor Johnson na interceptação. O calouro RB Todd Gurley deu mais uma amostra do porque ele é o favorito a prêmio de novato do ano. O garoto está voando baixo, teve outra partida de mais de 100 jardas corridas e também correu para dois TDs. Infelizmente, a falta de um QB consistente e um grupo de recebedores confiáveis faz com que o Rams amargue uma campanha modesta de cinco vitórias e oito derrotas. O time possui um elenco com potencial para muito mais, mas a falta do bom ataque aéreo prejudica, nem mesmo a vinda do QB Nick Foles foi eficiente para o time.

New Orleans Saints 24@17 Tampa Bay Buccaneers
Jogando longe de casa, o New Orleans Saints conseguiu uma importantíssima vitória, no domingo. Além de conquistar a vitória, Drew Brees alcançou uma marca histórica: o quarterback chegou ao seu TD de número 421, passando o lendário Dan Marino e tornando-se o quarto na história da NFL, atrás apenas de Peyton Manning (539), Brett Favre (508) e Tom Brady (423).
Os Saints tiveram Drew Brees como destaque, além do WR Marques Colston, que conseguiu dois TDs e 36 jardas, chegando ao TD de número 71 da conexão Brees-Colston. Pelos Bucs, Jamies Winston terminou o jogo com um TD, 182 jardas e completou 18 de 32 passes. Ambas as equipes ainda sonham com os playoffs. A missão é mais complicada para a equipe de New Orleans, que possui uma vitória a menos.

Oakland Raiders 15@12 Denver Broncos
O Raiders vive. Mais uma vez surpreendendo todos, a franquia de Oakland venceu no clima hostil de Denver e ainda tem uma pequena chance de ir aos playoffs. A ótima virada quando o placar estava 12x0 foi depois de um segundo tempo muito mais organizado, o que ocorreu muito em função de Khalil Mack, que foi o destaque disparado da partida com seis tackles, cinco sacks e um fumble forçado. Os Broncos agora seguem buscando uma boa colocação na pós-temporada, já que é quase certo que conseguirão a classificação.

Dallas Cowboys 7@28 Green Bay Packers
O Green Bay conquistou outra uma vitória e foi mais fácil do que a semana passada. Contra o Cowboys, que não consegue fazer nada na temporada e sente uma falta absurda de Romo, o Packers funcionou tão bem em todos os setores que Aaron Rodgers não precisou fazer muito. O QB foi coadjuvante e ainda assim passou para dois TDs.

New England Patriots 27@6 Houston Texans
Após duas rodadas com resultados nada satisfatórios, o New England Patriots voltou a sentir o gostinho da vitória. Além da vitória, a franquia pode comemorar outras duas conquistas: a equipe de Foxboro sagrou-se campeã da AFC Leste pela 7ª temporada consecutiva e pela 23ª vez na história, e, com as derrotas de Broncos e Bengals, os Pats assumiram a liderança da Conferência Americana e agora voltam a depender apenas de si mesmos para conseguirem a folga na primeira rodada e o mando de campo nos playoffs.
Diferentemente do que aconteceu na semana anterior, contra os Eagles, o ataque dos Patriots fez uma partida segura, sem falhas. Com isso, a defesa dos Texans, que vinha de boas partidas, teve dificuldades para segurar Tom Brady e companhia. Muito se especulou durante a semana se Gronk jogaria. O TE não só jogou (ainda que com snaps limitados) como foi decisivo e segurou um dos dois passes para touchdown lançados por Brady.

New York Giants 31@24 Miami Dolphins
Segue a sequência de Monday Nights decididos por apenas uma posse de bola, o que evidencia a disputada temporada da NFL (que novidade!). Este MNF teve toques especiais, pois além de ser um jogo importantíssimo para o Giants, contou com uma bela aparência retrô da equipe de Miami em suas vestimentas e marcas no campo. Outro destaque foi o primeiro duelo entre os grandes amigos Odell Beckham e Jarvis Landry, que jogaram juntos em LSU e se enfrentaram pela primeira vez na NFL justo em um horário nobre. New York conseguiu a vitória e embolou de vez a NFC East, mas foi suado, com a liderança trocando de mãos diversas vezes. Pior para o Miami, que se despede de chance de playoffs e mais uma vez tem um logo trabalho pela frente na offseason, a gerência da franquia parece não acertar ano após ano.
Dentro de campo, o encontro deve ter inspirado os dois amigos, que mesmo em times diferentes somaram juntos a incrível marca de 18 recepções, 265 jardas e dois TDs. Odell Beckham mesmo em sua segunda temporada apenas coleciona recores e é imparável nas big plays. Eli Manning demonstrou porque ele possui dois anéis de campeão, atuando em alto nível lançando para 337 jardas e quatro TDs. O seu rating foi quase perfeito, de 151,5 (o máximo é 153,8). Pelo Dolphins, Lamar Miller correu bem, para 89 jardas e dois TDs e Tannehill teve uma atuação razoável, sem ser interceptado. A vitória dá muita moral para o Giants na busca dos playoffs e preocupa os adversários, que sabem muito bem do que essa equipe é capaz de fazer quando chega o mês de janeiro.


Por Mariana Sá (@imastargirl), José Neto e Janaína Wille (@jaanaw_).

Joinville 2015: Um ano para ser esquecido


O ano de 2015, sem dúvidas, foi um ano atípico para o Joinville Esporte Clube. O tricolor do norte catarinense começou a temporada com esperança e projetos, conquistou o título estadual, entrou em uma polêmica - que ainda vai render - foi muito mal na janela de transferências e terminou o ano na lanterna do Brasileirão, juntando os cacos para a próxima temporada. Vamos relembrar o ano de 2015 do JEC!

O INÍCIO DA TEMPORADA:

Um ano com tudo para ser o melhor ano da história do JEC, foi um verdadeiro desastre, mas não desde o início. O Joinville iniciou o ano com a cidade em festa: acesso à elite do futebol brasileiro com direito a título, derrubando o favoritismo do Vasco da Gama, que era o mais cotado a ser o campeão da competição.


A Série B conquistada pelo tricolor em 2014, animou a cidade toda e trouxe a esperança de uma boa temporada. O JEC conseguiu manter uma parte da base campeã para o Campeonato Catarinense (alguns jogadores eram emprestados e retornaram aos seus clubes) e reforçou os setores que sofreu com a perda de atletas.

CAMPEONATO CATARINENSE:

O campeão da Série B de 2014 foi a campo na estreia, em casa, contra um de seus maiores rivais: o Avaí. O JEC abriu dois gols de vantagem e acabou cedendo o empate. Normal? Não. Mas é compreensível... Os jogadores tiveram uma temporada brilhante no ano anterior, conquistaram o título mais importante da história do clube e estavam voltando de férias. Na 2ª rodada, um novo empate contra o fraco Atlético Ibirama, no mínimo, inaceitável pra uma equipe que disputaria a elite do futebol brasileiro.

                                     

Na 3ª rodada, uma vitória magra sobre o Marcílio Dias, "espantou" o empate - mas não por muito tempo. Um empate na quarta rodada, fez com que o tricolor entrasse numa turbulência. O JEC visitou o Inter de Lages, empatou a partida e houve uma desavença entre o goleiro Ivan e o treinador Hemerson Maria. O ex-treinador do JEC, resolveu colocar o ídolo no banco na rodada seguinte, o goleiro rejeitou, e pronto: a 1ª polêmica no ano e o goleiro teve seu contrato rescindido. O campeonato Catarinense seguiu e o Joinville não fez uma campanha tão boa quanto deveria, mas conseguiu uma classificação no hexagonal final na 6ª colocação junto com Chapecoense, Figueirense, Metropolitano, Criciúma e Inter de Lages (respectivamente).

Goleiro Ivan em um dos seus jogos pelo JEC
Ao final do estadual, o JEC conseguiu se superar e se sagrou Campeão Catarinense em cima do Figueirense dentro de campo, mas a decisão não foi exatamente ali. O alvinegro da capital catarinense resolveu recorrer aos tribunais (No tapetão? Que feio...) alegando uma irregularidade no contrato de André Krobel (lateral direito da base do JEC), que havia sido relacionado para uma partida, mas não chegou a atuar. A Federação Catarinense de Futebol (FCF) não soube resolver e a situação foi parar na CBF. JEC campeão em campo, Figueirense no tribunal. Mas o título no tribunal que foi para o papel. E foi a 2ª polêmica no ano.

O elenco tricolor levantou a taça e comemorou o título conquistado em campo
COPA DO BRASIL:

Quando a fase é ruim, nada colabora. Na Copa do Brasil 2015, o Joinville foi eliminado logo na primeira fase da competição.

O confronto entre paulistas e catarinenses, foi melhor para os paulistas. No jogo de ida, no Novelli Júnior, o Ituano venceu por 3x0. Já no jogo de volta, na Arena Joinville, o JEC venceu por 1x0, mas não foi o suficiente para avançar na Copa do Brasil.

CAMPEONATO BRASILEIRO:

Após 28 anos, o Joinville Esporte Clube retornou à elite do futebol brasileiro e foi ao Maracanã - o maior palco do futebol mundial - visitar o Fluminense. O tricolor catarinense teve Naldo expulso logo aos 20 minutos da etapa inicial, mas conseguiu segurar a pressão do tricolor carioca até os acréscimos da etapa final, que foi quando Vinícius acertou um belo chute sem chances para o goleiro Oliveira, que havia sido o melhor jogador em campo daquela partida. Na segunda rodada, um empate contra o Palmeiras, e na terceira, um passeio do São Paulo no Morumbi. Nessa situação, o JEC se encontrava na lanterna da competição com apenas um ponto somado.

Fred e Guti disputando a posse de bola
Nas rodadas seguintes, as derrotas para Atlético Paranaense e Chapecoense, derrubaram Hemerson Maria do comando tricolor. Adilson Batista chegou e rebaixou o JEC. Ué!? Na 5ª rodada? Sim! Na 5ª rodada... No papel, o Joinville tinha uma boa equipe e só faltava alguém para fazer o ataque funcionar e o time se encaixar. Adilson Batista, que veio para ser o cara que solucionaria os problemas, só os aumentou. Com a janela de transferências aberta, o superintendente de futebol, César Sampaio, deu "carta branca" para Adilson fazer o que bem entendesse com o elenco. E foi aí que o Adilson nos rebaixou!


Oliveira, que vinha em boa fase, foi substituído por Agenor - que deu conta do recado. Bruno Aguiar, até então, capitão e titular absoluto, foi barrado. Suéliton, melhor lateral direito do campeonato estadual e Jael, artilheiro da conquista da série B, voltando de lesão, dispensados. Não foi só isso, mas as principais besteiras iniciais foram essas. Dias depois, o JEC começou a contratar a pedido de Adilson Batista. A torcida não "comprou o peixe" do Adilson, que trouxe atletas por amizade e transformou o clube, numa panelinha dele. Os jogadores contestados pela torcida e até pela imprensa, foram mantidos até o último dia de Adilson Batista no clube.

Com a situação insustentável, Adilson Batista foi demitido junto com Cesar Sampaio (superintendente de futebol) após 10 jogos, seis derrotas, dois empates e duas vitórias, com um aproveitamento de apenas 26,6%. O JEC já não podia contratar mais jogadores da série A, e o Adilson montou um elenco de amigos dele com jogadores como Fabrício e Douglas Silva, que foram liberados pelo Vasco da Gama sem dificuldades. O novo nome anunciado para tentar salvar o JEC, foi o de PC Gusmão como treinador e João Carlos Maringá, ídolo da torcida no passado, para superintendente de futebol. O carioca conquistou o respeito da torcida, recuperou a garra do Coelho e fez o que pode com o que tinha no elenco.

PC Gusmão foi o homem que (quase) salvou o JEC do rebaixamento
Antes do PC Gusmão, o Joinville já havia feito 35 contratações e dessas, 21 não foram úteis (a maioria já saiu do clube antes do fim do campeonato) e algumas outras foram contestadas. Mesmo com essa dificuldade, PC Gusmão fez o que pode, ele sentiu o JEC e a torcida sentiu isso. O esforço do comandante tricolor quase deu certo, mas não foi suficiente graças aos erros anteriores e o coelho foi rebaixado com duas rodadas de antecedência após a derrota de 2x1 para o Vasco da Gama. Mesmo com o rebaixamento, o treinador teve seu contrato renovado devido ao desempenho que teve no comando do tricolor.

TORCIDA:
Torcida do JEC lotando a Arena Joinville
Em campo, o JEC fez feio, mas nas arquibancadas, deu show. A torcida do Joinville foi fiel ao tricolor até o último lance do último jogo do Campeonato Brasileiro. Mesmo com a pífia atuação do tricolor catarinense, a torcida não deixou de comparecer nos jogos em casa e fora de casa. Como exemplo disso, temos a estreia contra o Fluminense, encheu o setor destinado ao JEC no Maracanã.

Capa de divulgação do jornal 1976
Um dos destaques na torcida foi o grupo Sou JEC. Durante toda a temporada 2015, mesmo sem ajuda financeira do clube, o grupo se mostrou disposto a incentivar o Joinville e conseguiu mobilizar uma grande parte de seus seguidores a aderirem às campanhas lançadas. O Sou JEC distribuiu um tipo de jornal com materiais exclusivos sobre o JEC, o 1976 - em alusão ao ano de fundação do Joinville Esporte Clube. O grupo lançou também a campanha Sou JEC Até o Fim, que foi adotado pelo perfil oficial do clube e a campanha VoltAremos como forma de incentivo ao clube para retornar à série A na próxima temporada.


Eu vou ao próximo jogo, e depois ao próximo, e ao próximo. Porque o amor que sinto por você, JEC é maior do que qualquer derrota e está acima de qualquer divisão. Sim, eu sei que não estamos passando por um bom momento, mas também sei que eu faço parte da torcida mais apaixonada de Santa Catarina e não é agora que vamos desistir. Sempre estarei com você, Joinville.

Chegamos à série A juntos, e juntos vamos até o fim!

Nós, do Sou JEC, lançamos hoje a campanha de incentivo “#SouJECAtéOFim”. Nossa ideia é usar a força das redes sociais para mostrar que a torcida está junto com o time até nos momentos mais difíceis.

Se você quiser colaborar, pode gravar um vídeo ou fazer uma foto de incentivo, e publicar nas suas redes sociais usando a hashtag #SouJECAtéOFim. Vamos fazer um compilado e pretendemos que esse material chegue até os jogadores.


  • Campanha "VoltAremos": A campanha foi divulgada com o seguinte texto:

"Um time que representa uma cidade, a nossa cidade. As nossas cores nos destacam em meio à multidão, o preto e branco da zona sul, o vermelho da zona norte. Vamos mostrar para todos que aqui nós levamos a serio o ato de torcer. Não é agora que vamos desistir.

Propomos a todos os torcedores irem com o rosto pintado no próximo jogo do tricolor na Arena. Este será um ato que mostrará que #‎voltAremos e que não iremos abandonar o NOSSO time, o time da NOSSA cidade, o time que NOS representa.

Podem nos tirar a Série A, mas não nos tirarão o amor que sentimos pelo nosso tricolor. #SouJECAtéOFim"


O Sou JEC também pode ser encontrado no facebook através do endereço:


A BARCA E AS PREPARAÇÕES PARA UM 2016 DIFERENTE:


A primeira barca já partiu, e nela foram os jogadores Arnaldo, Dankler, Geandro, Lucas Crispim, Marcelo Costa, Bruno Furlan, Marion e Willian Henrique. Diego Felipe e Diones chegaram e Bruno Aguiar teve o seu contrato renovado por mais duas temporadas. Domingues foi para o Novorizontino, Marcelinho Paraíba foi para o Oeste. Anselmo e William Popp receberam propostas de clubes europeus e podem não ficar no Joinville para a temporada 2016. Na situação atual, o elenco que iniciará a temporada de 2016 é o seguinte:

Goleiros: Agenor, Matheus e Jhonatan;
Laterais: Mário Sérgio, Héracles, Edson Ratinho e Diego;
Zagueiros: Bruno Aguiar, Guti e Danrlei;
Volantes: Diones, Anselmo, Naldo, Kadu e Luiz Meneses;
Meias: Luiz Júnior, Gustavo Sauer, Ítalo e Willian Popp.
Atacantes: Rafael Furlan, Fernando Viana, Welinton Júnior, Mariano Trípodi e Mateus Silva.

Segundo João Carlos Maringá, o Joinville deve contratar, aproximadamente, mais 12 atletas na próxima temporada. Que o JEC de 2016 não cometa os mesmos erros de 2015 e volte a trazer muitas alegrias a todos os seus torcedores!

Cuidado com o Antônio Accioly

Cuidado, muito cuidado.

Ao final do campeonato brasileiro de 2015, uma luz no fim do túnel surgiu para o Atlético Goianiense em forma de suor, cimento e um professor. Uma esperança chamada Estádio Antônio Accioly, em um projeto que transformaria a casa do Dragão em um estádio para 20048 pessoas, parte do projeto que já está em andamento está sendo viabilizado pelo diretor de futebol amador do Atlético, Professor Alcides, que está tirando do próprio bolso para recuperar a parte demolida do nosso querido estádio.

Estádio Antônio Accioly
Projeto para o novo Estádio Antônio Accioly
O primeiro parágrafo foi lindo, música para os ouvidos rubro-negros, ter seu velho estádio de volta praticamente sem custo algum para o clube é realmente maravilhoso, porém isso só é a metade do projeto. O que preocupa grande parte da torcida atleticana são alguns entraves financeiros que o final de 2015 guardou e que, em 2016, será bem pior.

"Ah Wendel, mas você disse que o Accioly viria praticamente sem custo, o que a crise financeira tem com o estádio?"

Calma pequeno gafanhoto, com essa crise financeira devido ao pagamento das dívidas relacionadas à gestão anterior e também ao pagamento de encargos ao governo federal, nosso Dragão fica sem recursos financeiros para montar um bom time e, quem sabe, até mesmo tendo que dar adeus até mesmo a algum diretor do clube. MAS, CONTUDO, PORÉM, ENTRETANDO, surgiu uma proposta para o presidente do clube, Mauricio Sampaio, que transformaria o Estádio Antônio Accioly em um shopping de mesmo nome, preservando a identidade da área. Os valores e contrapartidas dessa proposta serão discutidos na próxima reunião do conselho atleticano, onde a decisão final sobre a nossa casa será tomada.

CCT do Dragão
Houve uma reunião de alguns torcedores no estádio com uma posição contrária que a transformação em shopping e a favor do projeto do professor Alcides, nessa reunião esteve presente o presidente do clube que esclareceu algumas duvidas e, durante uma delas, ele indagou o representante dos torcedores se caso a construtora negociasse a construção de um novo estádio para 15000 pessoas na área do CCT Urias Magalhães o movimento ainda seria contra o projeto, logo podemos inferir que talvez, talvez, exista a possibilidade de um novo estádio ser uma das contrapartidas e é quase certo que o Dragão teria uma boa renda durante um bom tempo, se não vitalício, na área do Accioly, viabilizando o clube e o transformando sustentável sem a dependência de dirigentes ricos.

"Tudo bem Wendel, mas por que no início do texto você pediu cuidado?"

Devido aos fatos, amigo leitor, em nossa diretoria temos uma parcela que não sabemos a posição sobre a reforma do estádio ou qualquer outro projeto e temos o professor Alcides, que é um homem extremamente forte na diretoria, que está agindo sozinho na reforma do Accioly e contando com um apoio futuro da presidência que ele ainda não tem. Em entrevistas, ele diz que tem absoluta certeza que o estádio será reformado mesmo sem possuir uma autorização para isso, e se caso a proposta do professor não for à escolhida, o que acontece com todo o dinheiro que ele investiu? Provavelmente quem perderá será o próprio Atlético e não temos de onde tirar recurso para tal.

Agora o "muito cuidado" é com certo movimento partindo da torcida, que apoia incondicionalmente a reforma do Accioly mesmo se não for a opção mais viável, para eles, parece que o Atlético pode declarar falência, mas o Accioly tem que estar de pé. Esse movimento tem ganhado os ouvidos do idealizador do projeto do estádio, Professor Alcides, e o perigo mora na parte política dessa história toda. Pode surgir uma "esquerda atleticana" que pode acabar nos levando a ruína novamente.

Atlético x Ceará - Série B 2009 - Serra Dourada
Não sejamos contra o projeto do professor Alcides para o Accioly, mas isso não quer dizer que devemos ser contra outro projeto que seja melhor para o Atlético e que o torne sustentável.

Eu sou a favor do Atlético, eu quero viver futuras conquistas com ele seja onde for, em Campinas ou no Urias.

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