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domingo, 20 de dezembro de 2015

Tri#campion5 do mundo, MSN brilha e Barcelona arrasa River

Essa história começou a ser escrita no dia 6 de Junho de 2015, sábado, após uma vitória sobre a Juventus, em Berlim. O Barcelona carimbou lá o seu passaporte para a disputa do Mundial de Clubes. Juntamente com o River Plate, Sanfrecce Hiroshima e o Guangzhou Evergrande. Desses quatro, o time catalão tinha uma responsabilidade maior, um favoritismo alto e na pauta um time mais expressivo.

Més que un club.
 Barcelona 3x0 Guangzhou Evergrande

Um jogo que não tinha Neymar e Messi, o protagonismo caiu nos pés de Iniesta e Suárez. Até então a primeira participação no Mundial de Clubes do uruguaio, ele fez por merecer toda a espera de seis meses de punição e todo o dinheiro gasto pela sua transferência.

A partida em si foi de certa forma sonolenta, os comandados de Luis Felipe Scolari não ofereceram muito perigo ao gol de Bravo. Com alguns brasileiros no time faltava organização dentro de campo, o time só fez se defender e o Barcelona cada vez mais empurrava o Guangzhou para seu campo de defesa.

O preço de jogar e abdicar de atacar com o Barcelona, é que uma hora eles fazem uma infiltração ou uma jogada individual e te deixam com uma mão na frente e outra atrás. A combinação perfeita entre um espanhol e um uruguaio fez o time deslanchar para uma classificação tranquila a final.

Barcelona 3x0 River Plate

Um jogo esperado por todos mesmo antes do apito inicial do Mundial, a disputa entre Sul-americanos e europeus é muito antiga. O River não chegava a uma disputa de Mundial há alguns anos e o Barcelona já havia chegado por quatro vezes, perdendo uma e conquistando três.

Com a volta de Messi e Neymar, o time catalão estava completo, com todas as suas armas e seu arsenal estava repleto de alternativas para furar o bloqueio argentino. O River com uma mistura de garra e vontade marcava forte a saída de bola do adversário nos primeiros minutos. Já o Barcelona tentava sair das fortes faltas e catimba argentina.

Ainda no primeiro tempo depois de um cruzamento na direita, Neymar cabeceou para Messi, o argentino ajeitou no peito e finalizou com um lindo toque de esquerda para vencer o arqueiro do River, 1x0.

O River Plate voltou do intervalo de novo marcando adiantado e com intensidade. A diferença é que, ao contrário dos adversários, o time sul-americano não sabia o que fazer com a bola quando conseguia roubá-la. O técnico argentino fez duas alterações em que nenhuma delas surtiu efeitos.

Numa tentativa desesperada de chegar ao ataque, os argentinos deixaram um espaço para o time catalão. Busquets lançou Suárez, o uruguaio avançou e bateu, a bola ainda resvalou no goleiro e morreu no fundo das redes, 2x0.

Aos 23 minutos, Messi fez jogada individual, tocou para Neymar, que cruzou na cabeça de Suárez para sacramentar o título merecidamente. O uruguaio chegou a uma impressionante marca de cinco gols em dois jogos no Mundial, 3x0.

Fim de jogo, e o Barça se torna o único clube a conquistar três títulos no Mundial da FIFA desde 2000, quando a competição passou a ser organizada no formato atual, com clubes dos seis continentes. Em 2009, a vitória na final foi sobre o também argentino Estudiantes por 2 a 1. Dois anos depois, o time catalão foi campeão com a goleada por 4 a 0 sobre o Santos.

O Barcelona com todas as suas imperfeições na defesa, com problemas na justiça em questão de fazer transferências e inscrever jogadores foi se segurando com o plantel que tinha, todos tem um papel importante. Um meio campo que perdeu Xavi e ganhou a inteligência de Rakitic, era um estilo de jogo visado por seus adversários e com um técnico que soube tirar o melhor de seus jogadores.

Esse time ganhou tudo que poderia ter ganhado, teve seus defeitos como qualquer outro, mas soube suprir com inteligência e ofuscar suas imperfeições. E que, se não foi invencível durante todo o tempo, foi perfeito quando precisava ser.

Saudações catalã - #ViscaElBarça - @_guigoluis

O frustrante 2015 do Nacional FC

O ano do Nacional não foi decepcionante, mas frustrou e muito seu torcedor.

Comemoração do título estadual em 2015.
Após uma série de vitórias seguidas no campeonato estadual e o título, criou-se uma enorme expectativa para o acesso para série C, entretanto, por problemas extracampo, descompromisso de alguns jogadores e incompetência de quem treinava o time, o sonho, novamente, foi por água abaixo.

O início de tudo:

Após ganhar o estadual de 2014 de forma inesperada (quase milagrosa), o treinador Sinomar Naves teve seu contrato renovado e a pré-temporada começou no começo de Dezembro. Jogadores de grife como Thiago Marín, Peter, Rodrigo Ramos e Hiantony vieram para tentar o acesso para 3ª divisão. Veio também à promessa de um planejamento e organização que faltava ao clube.

O treinador Sinomar Naves
Nas primeiras partidas do Estadual e Copa Verde, um time fraco fisicamente e desorganizado venceu as partidas contra times fracos na base do talento. Parecia até que os jogadores não haviam treinado um mês antes do estadual.

Copa Verde:

O choque veio: Com alguns erros de arbitragem e muita desorganização, o time levou um sono 4x1 do Paysandu em Belém, resultando na demissão (injusta ou não) de toda comissão técnica.

Fininho bem que tentou, mas...
Aderbal Lana assumiu o time e deu, ao menos, um padrão a equipe que se demonstrava um bando em campo: Quase sempre num 4-3-1-2, um time reativo que marcava forte no meio campo e esperava o talento de Wanderley (Jr Paraíba), Charles e Fininho. Sempre com linhas baixas, o time recuperava a bola e acionava seu trio ofensivo. Além disso, a bola parada era um forte. Entretanto, quando tinha posse de bola, abusava de ligações diretas, já que seu trio de volantes tinha uma fraca saída de jogo.

Já no jogo de volta, em Manaus, um 1x1 que demonstrou muita luta e eficiência, renovando as esperanças do torcedor.

Copa do Brasil:

Após um empate por 0x0 em Manaus contra o Bahia, onde o time perdeu muitos gols, foi para a Bahia buscando a vitória.

Com o reforço de Charles, o time jogou um absurdo, mas foi garfado pela arbitragem, e acabou sendo derrotado por 3x2. A esperança aumentava a cada jogo pelo rendimento do time. Não dava show em campo, mas era eficiente e sabia se portar em campo.


Estadual:

15 vitórias seguidas, melhor defesa, craque da competição (Charles) e um dos melhores ataques. Esse foi o Nacional no Amazonense. Venceu sem sustos o campeonato do primeiro semestre. O título coroou o belo trabalho de Aderbal Lana.


Série D:

''Estava bom demais pra ser verdade''. É o que resume o Nacional na série D. Após uma tranquila campanha no estadual, o time dispensou ídolos da torcida como Leonardo e Fininho, fez uma série de contratações (sem nexo algumas), aumentando egos no elenco e rachando o time. Lana parece ter perdido o vestiário com excessivas cobranças e não soube montar o time para o segundo semestre. Danilo Rios, ídolo da torcida e principal contratação, não jogou 1/5 do que sabe e foi duramente criticado. Aquele ''bando em campo'' do início do ano voltou.

Nacional 0x1 Remo. Lamentável.
Com um pífio terceiro lugar, perdendo as partidas em Manaus para Rio Branco e Remo, e não vencendo adversários fracos fora de casa como Náutico e Vilhena, o time sucumbiu e foi eliminado ainda na primeira fase. O time de ''R$ 500 mil'' parece ter perdido para si mesmo, o que doeu ainda mais no coração dos nacionalinos.

O planejamento para 2016 já começou, é aguardar para perceber, desta vez, sem criar expectativas (ou não).

Heriberto Cunha. O novo treinador do Nacional FC.
Um abraço, Gabriel Antony

@gabrielantony_

Tênis 2015: O melhor de Novak Djokovic e o pior de Rafael Nadal

2015 foi um ano de consagração de um lado e declínio de outro. O grande destaque foi o número 1 do mundo, o sérvio Novak Djokovic, que venceu três dos quatro Grand Slams da temporada, fora outros grandes títulos. O declínio veio por conta de Rafael Nadal, um dos maiores tenistas de todos os tempos teve uma temporada muito abaixo do seu nível, e decepcionou seus fãs.

(Getty Images)
Logo no começo do ano, no Australian Open, o domínio de Novak Djokovic já começou a ser construído. O sérvio conquistou o torneio pela quinta vez na carreira. Depois começou a sequência de Masters 1000, onde Djokovic venceu seis no ano, e se tornou o tenista a mais vencer Masters 1000 numa temporada na era aberta. Enquanto isso, Federer começava a se reinventar e afastar qualquer chance de aposentadoria.

Em Garros o Sérvio chegou como favorito, derrotando inclusive o maior campeão do torneio nas quartas, o espanhol Rafael Nadal. Mas na final encontrou o suíço Stan Wawrinka com uma esquerda inspirada e acabou mais uma vez perdendo o título no saibro francês. Em Wimbledon, Novak Djokovic se redimiu e venceu o mais tradicional torneio do tênis fazendo uma grande final contra Roger Federer, que é um dos maiores ganhadores do grand slam junto de Peter Sampras. Fechou o ano repetindo a mesma final no US Open e no ATP Finals, vencendo ambas.

Ainda se tornou o único tenista a vencer o ATP Finals por quatro vezes consecutivas. Andy Murray, número 2 do mundo, teve um bom ano, vencendo dois Masters 1000 e tirando a Grã-Bretanha de uma fila de 79 anos sem vencer a Copa Davis.

Brasileiros têm bom ano na ATP e WTA

(EFE/Leonardo Muñoz)
Thomaz Bellucci fez seu segundo melhor ano da carreira, vencendo um ATP 250 e encerrando a temporada como 37° do rank da ATP. Entre as mulheres o destaque foi à pernambucana Teliana Pereira, que encerrou o ano em 43° no rank, e com dois títulos de WTA, em Bogotá e Florianópolis. Desde 1988 uma brasileira não conquistava um título desses.
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