A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

2015: O ano do pesadelo rotineiro

Um ano que seria inesquecível. Uma temporada tão cheia de altos e baixos, com tantas alegrias, mas também tantas tristezas. Uma retrospectiva para ficar na história pelo nível que chegamos, pelas conquistas e, ao mesmo tempo, pela queda, o fiasco de um campeonato inteiro.


O início de tudo seria dado por uma eleição. A volta dele. Depois de seis anos longe do poder, ele estaria de volta. Eurico Miranda havia sido escolhido e assumiria novamente a presidência do Vasco. Segundo ele, o respeito voltaria e não cairíamos mais. Deveríamos ter acreditado nele?

O ano começou com a derrota vascaína no clássico contra o Flamengo no torneio amistoso do Super Séries, mas o primeiro semestre não seria tão fácil para os adversários. No Campeonato Carioca, estávamos nas cabeças. Vencendo clássicos, jogando bem. Com Doriva à nossa disposição como treinador, ficamos invictos, fomos líderes, tudo parecia correr muito bem. Algumas peças começavam a ser colocadas em campo, Dagoberto estreava, Bernardo voltava, tudo se encaixava.

Chegamos à final contra o Botafogo e ganhamos a primeira partida por 1 a 0 e na segunda por 2 a 1. Após 12 anos, o Vasco voltou a levantar a taça. Campeão Carioca. Seria esse o início de um no perfeito?


Vasco - Campeão Carioca 2015
Não, não era, e percebemos isso logo no início do Campeonato Brasileiro. As atuações vascaínas não eram tão boas e, depois de oito rodadas sem ganhar, Doriva pediu demissão. Começava aí o desespero vascaíno. Roth foi chamado e a primeira vitória veio com ele. Brotava uma pequena esperança em cada vascaíno. Era o fim do jejum, mas o início de um campeonato que seria marcado na história, mas não de um jeito bom.

Dois dias após o primeiro jogo de Roth, já iniciava julho e, com ele, as vitórias contra Flamengo e Avaí deram um sopro fraco de esperança. Nas três rodadas seguintes, derrotas sem, no mínimo, balançar as redes e chegava o medo da queda. Contra a Chape, jogo totalmente sem rumo: 1x0 com gol de bicicleta de zagueiro. Em Brasília, erros no ataque e azar na defesa, o Vasco era massacrado diante do São Paulo por 4x0. No Sul, na derrota frente ao Grêmio, o Cruzmaltino amargava a penúltima colocação, com nove pontos em 13 jogos.

Chegara o clássico contra o Flu e não era só uma batalha campal, mas disputas externas marcavam o ano contra o time elitista da Zona Sul. O lado direito adquirido pelo clube de Laranjeiras, em 2013, que pertencia ao Vasco desde que Maraca é Maraca, em 1950, foi uma das brigas de 2015. 90% ironia, 10% destino, o Gigante completava 100% de invencibilidade nos clássicos. A conquista da vaga para as oitavas de final da Copa do Brasil contra o time populista animava o torcedor, mas duas goleadas, contra Palmeiras e Corinthians, deixaram a tensão no ar.

Agosto começava com uma certeza: Roth não dá mais. E aí, em minha opinião, o maior erro do Eurico em sua volta: a insistência com o treinador mesmo com derrotas e em tempo de contratar outro técnico, uma vez que o campeonato parou por dez dias. No Maraca, frustrações contra Joinville e Coritiba, na última rodada do turno. Enfim era a gota d'água para Celso Roth. Contra o time paranaense, a primeira vez do "já era, caiu", que se tornou repetido entre muitos.

No segundo turno, Jorginho já começara a treinar o Cruzmaltino e, apesar do resultado não vir, notava-se uma motivação que outrora não víamos. Se no Brasileiro o Vasco declinava, na Copa do Brasil era diferente. Mais uma vez, o Gigante vencia o seu maior freguês do ano.

Setembro e a maior derrota do ano - Inter 6x0 - transformava o caos. Agora já era. Na volta ao RJ, cobranças verbais e físicas ditaram o desembarque. No meio do jogo contra o Atlético-MG, uma certeza: o Vasco ainda não morreu. Nenê, de pênalti, fez o gol e a vibração de um menino no colo do pai deu tal certeza.

Quatro dias depois a vitória em Campinas, começava ali a volta do torcedor. Nos quatros últimos jogos do mês, mais três vitórias. Todas contra Rubros-Negros. Atlético-PR, Sport e Flamengo. A quinta vitória de setembro não veio por causa de erros do juiz diante do Cruzeiro.

Mesmo com a eliminação na Copa do Brasil, o Vasco escolhia acreditar e foi assim nas últimas quinze rodadas, com apenas uma derrota, logo contra o Flu, em novembro. E, mais uma vez, o "já era, acabou".
   

De volta a São Januário, o empate heroico, mas amargo, contra o Corinthians e a vitória diante do Santos, era o retorno do Caldeirão pulsante e temido.

Na última rodada, o Vasco dependia de resultados externos, mas, assim como nas duas outras quedas, o Gigante não fez seu papel. Assim, decretava a ida para Sibéria, ou, pior, para a Série B. Terceira vez em oito anos.

Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)
Matheus Freitas (@_MFreitas9_)

O Atlético de Madrid de sempre

Há quatro temporadas muitas pessoas ainda não tinham o conhecimento da grandeza do Atlético de Madrid. Mesmo sendo considerado o terceiro melhor da Espanha, atrás somente dos gigantes Real Madrid e Barcelona, a “fama” mundial de ser temido só começou a partir do dia 27 de dezembro de 2011. Nessa data, tudo mudaria dentro do clube, já que a chagada de um novo treinador era tratada como prioridade naquela ocasião. O nome de Diego Simeone foi um pouco inesperado, por ser um jovem treinador que ainda não tinha tanta experiência.

A chegada de Simeone foi importantíssima para o clube, visto que, na ocasião, o time estava em uma situação complicadíssima, já que só havia conseguido 19 pontos de 51 disputados. No dia 7 de janeiro de 2012, Simeone teve seu primeiro jogo. O resultado foi um empate que saiu com o sabor de vitória, sem contar que o duelo ocorreu na casa do adversário. Mesmo com tantos problemas no início, Diego conseguiu arrumar a casa e logrou chegar ao céu com a conquista da UEFA Europa League.

Já na temporada seguinte, 2012/13, Diego Simeone teve seu primeiro ciclo completo e, novamente, surpreendeu a todos ao conquistar a Copa do Rei contra seu maior rival, Real Madrid. Naquela ocasião, o time tinha como líderes o brasileiro Miranda, o uruguaio Diego Godín e os atacantes Diego Costa e Falcão. A torcida colchonera foi ao delírio, já que, além de ganhar uma final emocionante, quebrou um tabu de 14 anos sem vencer o Real. O Atlético ainda levou a Super Copa contra o campeão da Champions, que naquela ocasião era o Chelsea.

Naquela altura, Diego Pablo Simeone estava sendo tratado como uns dos melhores ou, porque não, o maior treinador da história do Atléti, mas a consagração mesmo só veio na temporada 2013/14. Simeone mostrou a força do Clube Atlético de Madrid para o mundo ao conquistar a Liga Espanhola e conseguir chegar até a final da maior competição de clubes do mundo: a UEFA Champions League.

Novamente teríamos que disputar a final com nosso maior rival. Entretanto, dessa vez o resultado seria diferente. O belo espetáculo apresentado pelas duas equipes acabou com o título indo para as mãos do Real. Apesar da derrota, a festa tomou conta das ruas de Madrid. Uma semana antes da disputa da Champions, o Atléti foi campeão da La Liga em cima do Barcelona, o que foi um feito histórico, já que o Atlético não conquistava o título há 18 anos.

A temporada 2013/14 não será apagada nunca da memória dos torcedores, que sempre apoiaram o time em todos os momentos. Depois da festa, veio o ano seguinte que, para muitos, foi considerado o ano da “ressaca”. O rendimento caiu e, sem dúvidas, a saída de vários jogadores importantes, como as de Diego Costa, Felipe Luís, Courtois, Diego e David Villa, acabaram influenciando na “pobre” temporada do clube.

No Campeonato Espanhol, terminou em 3º lugar com 14 pontos atrás do Real Madrid e a 16 do FC Barcelona, campeão da Liga. O Atlético foi eliminado nas quartas de final da Copa do Rei e também na Champions, caindo para o Real.

Temporada de 2015/2016. O que esperar?

A verdade é que essa temporada está muito parecida com a do ano passado. O Campeonato Espanhol chega na 17ª rodada e o Atlético conquistou 35 pontos. No último ano, o clube de Madrid estava exatamente com os mesmos pontos. Na Champions League, terminamos o grupo em primeiro lugar com 13 pontos, igual a 2014/15.

Porém, o que muda dessa temporada para a do ano passado é que o Atlético investiu mais em jovens jogadores, o futebol apresentado até agora foi muito bom e pode sim dar esperanças ao torcedor colchonero.

As entradas de Vietto e Carrasco deram ao time uma nova cara. Ainda há muito chão a ser percorrido, mas o Atlético já está mostrando que pode e deve disputar pelo título da La Liga e até mesmo chegar longe na UEFA Champions League.

Texto escrito por, Alzemir Neto colunista do Atlético de Madrid.

Twitter:

Alzemir Neto: @NeetoMoraes96
Linha de Fundo: @linhadefuundo

Inter: Do céu ao Inferno em 365 dias

Um ano que era para marcar o Tri da Libertadores, mas que depois foi focado a Copa do Brasil e ao Brasileirão. Que ao final do campeonato foi focado única e exclusivamente a vaga da Libertadores. Foi um 2015 muito frustrante para os colorados, dentro de campo um time que parecia algo extraordinário, mas que no fundo não conseguia suplantar nem os times do Z4. Vergonhas dentro e fora do gramado também marcaram o ano colorado. Trocas de técnicos sem explicação, 5x0 vergonhoso para o rival, jogadores desrespeitando camisa e até doping foram as manchas no Inter. Mas não só de coisas ruins foram o ano, crias da casa foram destaques dentro de campo, além do Penta campeonato em cima do rival.

Retrospectiva do Internacional em 2015
(Foto: Deive Pazos)
Inicio empolgante

O Inter começou com um inicio promissor e um projeto de encher os olhos de qualquer torcedor, até os mais céticos acreditavam que o Tri era possível. Reforços de peso foram à marca do Inter. Trouxe Réver para ser o xerife da zaga, Vitinho e Lisandro López para qualificar o ataque e Anderson como principal contratação do ano colorado, além destes Nilton, Nico Freitas e o lateral Léo foram contratados para completaram a lista.

Anderson foi contratado a peso de ouro, mas não apresentou muita qualidade.
(Foto: Deive Pazos)
De todos os nomes citados acima nenhum conseguiu se firmar por completo no time, pode se dizer que Vitinho foi deslanchou na reta final do Brasileirão. Nico Freitas, Léo e Lisandro López não vão seguir no próximo ano devido ao baixíssimo rendimento apresentado.  Réver não mostrou nenhuma tranquilidade em campo, mas permanece para 2016, assim como Anderson e Nilton que apresentaram uma pouca melhora e se espera ainda muito deles.

Rodízio, Celeiro de Craques e Surto

O comandante que iniciou o projeto no Internacional, Diego Aguirre, tinha uma filosofia pouco convencional, fazia um revezamento do elenco colorado onde colocava a equipe titular em jogos mais importantes e a equipe reserva, junto com jogadores do sub23, para os jogos do estadual. Essa peculiaridade fez com que alguns jogadores fossem se destacando, Valdivia, Willian, Rodrigo Dourado e Geferson. 

Valdívia, Dourado e Willian foram as maiores surpresas do time.
(Foto: Deive Pazos)
O ultimo citado teve oportunidades graças a um momento ÚNICO, que nunca mais se repetirá no solo gaúcho. O fato pitoresco veio do famigerado Fabrício, onde ele esqueceu toda e qualquer etiqueta e mandar a torcida para longe. Não satisfeito por ter feito obscenidades para a torcida ele retirou o manto colorado, jogou no chão e tratou a torcida, companheiros de clube e toda e qualquer pessoa que tenha afeição ao Inter, como lixo. O ato foi tão inadmissível que o Inter não pensou duas vezes, rescindiu o contrato e ele foi "tomar novos ares" sem se desculpar.

Passando o evento fatídico e no embalo do revezamento e tendo como Valdivia e Nilmar como principais motores do time, o time colorado conseguiu um feito, que no futuro seria o maior do ano, o Penta Campeonato Gaúcho. O Inter conseguiu manter um bom rendimento nos jogos mata-mata e na final jogou com excelência e no agregado venceu o confronto contra o Grêmio por 2x1. Mais um caneco para o lado vermelho do Sul.

Moral alta, Queda e Derrocada

Derrotas em Libertadores, Copa do Brasil e Grenal desmotivaram a equipe.
(Foto: Deive Pazos)
O título estadual fez com que o time e a comissão técnica ganhassem uma força gigantesca, fizesse uma grande partida contra o Galo mineiro e ganhando pela imprensa brasileira status de melhor equipe do Brasil. Passando do Galo o Inter teve um confronto muito difícil com o Santa Fé e no Beira Rio ele conseguiu sua vaga e firmar como o melhor time da Libertadores.

O time que estava em alta rotação, correndo muito e focado totalmente na libertadores, sofreu um baque e teve uma pausa durante um mês durante a Copa América. Após o retorno o Internacional foi eliminado pela sua falta de vontade, ganhou no Beira Rio por um placar magro e no México sofreu um baile com direito ate gol contra. Resultado final Tigres 3 x 2 Inter.

Eliminado, com uma folha cheia de altos salários, o Inter precisou cortar gastos salariais. Nilmar voltou ao mundo Árabe e Aranguiz foi vendido para a Alemanha, o atual treinador também foi mandado embora, pois a dolorosa derrota ainda machucava na direção. Três dias depois da saída do técnico, o Inter entrava em campo para a partida mais vergonhosa da sua vida, pois o Inter sofreu 5 a 0 do Grêmio, e o "fato novo" tinha ido por água a baixo.

Era Argel: Eliminações, Doping e Perda da Vaga.

O Argel pegou a responsabilidade de blindar o elenco e elevar a estima do time, tarefa difícil depois do Grenal vexatório. Seus primeiros passos foram difíceis, pois o time balançava em vitorias e derrotas fora de casa. Quando o elenco conseguiu encaixar uma sequencia de três vitorias contra adversários difíceis, novamente o Inter sofreu uma queda, eliminação na Copa do Brasil para o Palmeiras.

Eliminado de duas copas em um curto espaço de tempo, o momento colorado estava longe de amenizar, por mais que o clube ainda estava invicto em casa, isso não tranquilizava o elenco. O ambiente estremeceu mais ainda quando os volantes Nilton e Wellington foram pegos no exame antidoping por usar um diurético proibido, fazendo os focos negativos voltarem ao Beira Rio, onde teste surpresas eram feitos e boatos que outros jogadores estavam dopados eram constantes. Porém, todos os resultados foram negativos e o elenco podia tentar aliviar a tensão.

Nilton e Wellington foram flagrados no Doping e desfalcaram o colorado nas ultimas rodadas.
(Foto: Deive Pazos)
Argel assumiu o Inter na última rodada do primeiro turno e, de fato, fez a equipe crescer de rendimento. Os números estão aí para provar. O Colorado encerrou o segundo turno na segunda colocação foram 19 rodadas e 35 pontos. O Inter lutou até a última rodada, mas acabou fora do G4, pois alguns pontos do primeiro turno foram desperdiçados e consequentemente a Libertadores de 2016 foi perdida para o São Paulo por dois pontos de diferença.

Projeção para 2016

2016 será um ano de foco no campeonato de nacional.
(Foto: Deive Pazos)
Inter agora tenta se organizar e focar no Brasileirão título que não vence desde 1979. O clube dispensou jogadores caros e que pouco utilizava, trouxe alguns jogadores para compor o grupo, mas o principal "reforço" foi a manutenção do contrato de Vitinho que vai ficar mais um ano no Beira Rio. Agora o Inter vai ao mercado a procura de jogadores de meia a um centroavante, Damião é o mais cotado a retornar ao clube gaúcho.

Que 2016 seja muito melhor que o ano de 2015, pois se mantiver a queda de qualidade, não teremos muitas esperanças, nem mesmo no regional.

Ismael Schonardie | @Ismahsantos

O que 2016 guarda para o Dragão

Saudações Rubras Negras!

Com um fracasso no Campeonato Goiano e na Copa do Brasil, o Atlético encerrou seu 2015 em uma posição incomoda no brasileirão da série B, preocupando seus torcedores. Então, o que esperar para 2016? Será que o Atlético terá condições de brigar contra um rival milionário? Eu digo que sim, meus caros colegas, temos razões para acreditar que a próxima temporada será de glórias para nosso rubro negro!

Elenco

Uma inspiração para a equipe de 2016, com 5 remanescentes.

Como bem sabem o comandante da locomotiva rubro negra versão 2016 será um velho conhecido, e querido, pelo torcedor. Wagner Lopes terá a árdua missão de levar a equipe de Campinas para o topo do estado e a elite do futebol brasileiro e, para alcançar os objetivos da temporada, ele contará com parte considerável do elenco do ano passado e diversos reforços cujos nomes são mantidos em um cofre dentro da sala de Adson Batista, diretor de futebol, para que não apareça nenhum entrave na negociação.

Ficam no clube os goleiros Márcio e Marcos, na zaga teremos Lino e Marllon, para o meio contamos com Pedro Bambu, Marcus Winícius, Caíque, Luís Fernando e Jorginho e, no ataque, temos Júnior Viçosa que no momento está isolado na comissão de frente do Dragão.

O clube já tem acordos verbais com cinco jogadores, sendo dois laterais, dois jogadores de meio campo e um atacante, e projeta mais três reforços para a estreia no Campeonato Goiano, dia 30 de Janeiro às 17h contra o CRAC no Serra Dourada.

Bismark e Ednei
Dentre os reforços, é muito provável que teremos dois jogadores que jogaram juntos ano passado no ABC, tratam-se de Bismark - um ótimo meia que pertence ao Fluminense e que viria por empréstimo -, e do lateral direito Ednei que foi oferecido e despertou o interesse de Adson Batista. Os outros reforços são mantidos em absoluto sigilo, mas conhecendo nosso diretor de futebol não faltarão criatividade e qualidade nos mesmos.

Estádio



Antônio Accioly? Olímpico? Serra Dourada?

Nada de concreto ainda de respostas, o Atlético iniciará a temporada no mesmo palco que o recebeu ano passado, o Serra irá receber na primeira rodada o jogo entre Atlético x CRAC na abertura do Goianão 2016. Mas e toda aquela promessa sobre o Antônio Accioly? Relaxa amiguinho, segundo o idealizador do projeto, Professor Alcides, a toca do Dragão estará apta a receber jogos a partir da 4ª rodada do certame estadual, que será contra o Anápolis. Porém, existem documentos a conseguir para a liberação do estádio para jogos oficiais e isso pode demorar um pouco, mas paciência torcida, o Accioly voltará.

Tá mas e por que você citou o Olímpico?

O estádio Olímpico está em fase final de construção há vários anos e precisará de alguém que tome de conta, já que o governo provavelmente irá arrendar o estádio. Os dirigentes rubro-negros não descartaram que o Dragão mande jogos no segundo maior estádio de Goiânia e, não se assustem, caso o Atlético mande os jogos da série B por lá.

Previsão

Tudo leva a crer que a previsão do tempo atleticano para 2016 seja um clima agradável, com sol, mas com a presença de algumas nuvens que não devem atrapalhar o final de semana de nenhum atleticano!

É muito cedo para falar em título ou em acesso, obviamente, já que teremos adversários muito qualificados em todas as competições e bem mais estáveis financeiramente, mas vejo o ano de 2016 como não via desde a série A, com um Atlético forte e mordedor!

Week 16 da NFL: penúltima semana da temporada regular


A Week 16 foi uma das mais loucas da temporada. Teve clássico na AFC North, Patriots deixando todos os torcedores revoltados, Colts perdendo as chances de playoffs, Raiders dando adeus ao ídolo, Panthers perdendo a invencibilidade e muito mais.

Para completar, essa semana ficará para sempre marcada no coração dos fãs brasileiros da NFL, que, pela primeira vez na história, terão um representante nos playoffs. Cairo Santos e o Kansas City Cheifs estarão na pós-temporada e prometem ser mais do que só uma franquia classificada. Para completar o maravilhoso momento, o Chiefs ainda pode ser campeão de divisão dependendo de uma combinação de resultados. Que ano.

Falta apenas uma semana. Quem sobreviverá?

San Diego Chargers 20@23 Oakland Raiders
Apesar da vitória, os fãs do Raiders saíram do “Coliseum”, ou “Coliseu”, com lágrimas nos olhos. Além da possível troca de cidade da franquia, que pode ir para Los Angeles, a partida marcou não só o possível último jogo em Oakland, mas também a despedida de Charles Woodson de casa. O jogador anunciou aposentadoria nas últimas semanas e fará sua última partida no encerramento da temporada regular.
Com a bola em jogo, as duas equipes lutaram muito pela vitória e fizeram um confronto muito equilibrado. Quando uma franquia se destacava, a outra logo chegava perto e não deixava a vantagem ficar muito grande. Tanta disputa levou a partida para a prorrogação, que começou com um FG de Oakland na primeira posse e um ótimo trabalho defensivo quando o Chargers entrou em campo, deixando a vitória no Coliseu.
Vocês me receberam de braços abertos como se eu nunca tivesse ido embora. Apesar deste ser meu último jogo no “Coliseum”, saibam que nunca deixarei vocês. Vai Raiders!”. – Charles Woodson

Washington Redskins 38@24 Philadelphia Eagles
Com a vitória sobre o rival de divisão, Washington leva a disputada NFC East e garante sua passagem para a pós-temporada. Em mais um bom jogo do QB Kirk Cousins, lançando para 365 jardas, 04 TDs e sem interceptação, tendo seu tight end Jordan Reed alcançando 129 jardas recebidas e 02 TDs, o Redskins saiu de campo com uma vitória fácil, tendo o Eagles assustado apenas nas primeiras campanhas e em outros raros flashes durante o jogo. Mesmo com Bradford jogando razoavelmente bem, NADA funcionou na equipe da casa, que passou a vergonha de sofrer mais de 30 pontos para um rival, perder a vaga nos playoffs e sair vaiado do Lincoln Financial Field. DeMarco Murray se mostrou uma das contratações mais fracassadas da temporada, tendo em vista o dinheiro gasto no running back. Um time cheio de erros ofensivos e defensivos, turnovers, falta de sincronia e uma defesa cansada cheia de espaços, esse é o resumo do Eagles de Chip Kelly nesta partida e em boa parte da temporada.
A verdade é que o time não mereceu mesmo alcançar os playoffs e a vaga caiu nas mãos do menos cotado no início da temporada, porém o Redskins foi evoluindo, apresentando um jogo consistente ao longo das semanas e alcançou o feito. Resta saber qual será o futuro de Chip Kelly e seus comandados, até mesmo Bradford, pois após fazer muito barulho, o técnico e suas contratações não surtiram efeito, com o esquema de jogo ineficiente e já batido e alguns problemas no vestiário.

Carolina Panthers 13@20 Atlanta Falcons
Jogando como azarões, os Falcons tinham a ingrata missão de derrotar a única equipe invicta no torneio. O jogo começou e tudo indicava que os Panthers, liderado por Cam Newton, alcançariam mais uma vitória. Já no primeiro drive a equipe de Carolina não teve dificuldades e, com uma campanha de pouco mais de quatro minutos, logo alcançou a endzone, inaugurando o marcador.
O que aconteceu a partir daí foi praticamente um novo jogo. O ataque dos Falcons esteve bem e as duas equipes não comprometeram defensivamente. Venceu a imposição do ataque do time da casa, que, com o apoio da torcida, derrotou o último invicto da temporada.

Pittsburgh Steelers 17@20 Baltimore Ravens
Ainda que esteja em crise, o Ravens não deixou que o clássico mais disputado da NFL perdesse suas características. O Steelers esbarrou muito na defesa de Baltimore, que finalmente funcionou e conseguiu auxiliar bem o novo ataque formado pelo QB Ryan Mallett, recém-contratado da franquia. O jogo foi todo equilibrado, mas uma interceptação em Big Ben resultou em field goal do time da casa e acabou definindo a vantagem até o fim da partida.

Dallas Cowboys 6@16 Buffalo Bills
Na estreia do QB Kellen Moore como titular pelos Cowboys (o 4º QB da temporada), apareceram os mesmos problemas já conhecidos por todo mundo. Como era um jogo de dois eliminados, muitos jogadores jovens apareceram para ver se podem conseguir um espaço no roster para temporada que vem. O QB do time texano começou muito bem, conectando passes longos para o WR Brice Butler, que foi destaque. Mas chegando à redzone, FG. Bills conseguiu um TD com Karlos Williams, e no último drive do primeiro tempo chegou até a linha de 4yds, mas Tyrod Taylor foi interceptado pelo CB Deji Olatoye. Os 3º e 4º quartos o Bills dominou uma defesa cansada dos Cowboys, marcando um TD em corrida longa de Mike Gilislee. Kellen Moore depois de um bom começou, caiu demais e até foi interceptado.

San Francisco 49ers 17@32 Detroit Lions
Equilíbrio. Essa é a palavra que definiria os dois primeiros quartos do jogo. 49ers, liderados por Gabbert, incomodavam a equipe de Detroit, que não deixava por menos e trocava vantagem no marcador.
Porém, a equipe de Santa Clara não aguentou o ritmo do jogo e, pouco a pouco, foi cedendo espaços e vendo os Lions abrirem vantagem e se distanciarem no placar. O jogo foi tecnicamente bom dentro da limitação dos dois times, que já não tem chances de playoffs.

Cleveland Browns 13@17 Kansas City Chiefs
Depois de ficar no “quase” na temporada passada, o Chiefs chegou aos playoffs e, como dito anteriormente, Cairo Santos escreveu seu nome na história do esporte. O jogo foi calmo e Kansas conseguiu controlar com facilidade o Browns, não deixando que os adversários ameaçassem tanto o resultado.

Indianapolis Colts 18@12 Miami Dolphins
Em uma partida fraquíssima, os Colts derrotaram os Dolphins em Miami. Contudo, ainda dependem de um pequeno milagre, mais precisamente dez resultados favoráveis, para avançar aos playoffs. Os visitantes logo tomaram a frente no placar, com um safety – que foi, inclusive, o quarto cedido pelos Dolphins na temporada. A defesa dos Colts conseguiu, ao todo, 06 sacks e 10 tackles atrás da linha de scrimmage, o que dificultou consideravelmente a vida de Ryan Tannehill.

New England Patriots 20@26 New York Jets
Em Nova York, venceu quem realmente foi a campo interessado na vitória. Apesar do delicioso clima de rivalidade, que sempre é marca do confronto, o primeiro tempo foi morno. Os Jets aproveitaram o cochilo dos visitantes – que, claramente, já estão com a cabeça nos playoffs – e anotaram um touchdown, com Brandon Marshall, e um field goal; enquanto os Patriots haviam apenas chegado a um FG, com o Sr. Automático Gostkowski. Com uma linha ofensiva cheia de desfalques, e ainda com a lesão de Sebastian Volmer no começo da partida, os Jets conseguiram pressionar muito Tom Brady.
Após um primeiro tempo sofrível, tanto da defesa como do ataque, a equipe de New England pareceu ter acordado na etapa final e devolveu a esperança ao torcedor patriota. No two minute warning o ataque finalmente fez o que todos estão acostumados a ver e os Patriots empataram a partida, levando para a prorrogação.
O overtime foi um desastre total para os Pats. E olha que até começou bem, com a equipe vencendo no cara ou coroa. Entretanto, uma atitude equivocada rendeu ao time a sua terceira derrota na temporada: a equipe escolheu começar defendendo – vale lembrar que, na NFL, cada equipe tem direito a uma posse de bola, mas a partida é encerrada no caso do touchdown.  Os Jets avançaram e mataram o jogo. Decepcionante para a torcida de New England, levando em conta todo o esforço da equipe para levar a partida à prorrogação.

Chicago Bears 26@21 Tampa Bay Buccaneers
As duas equipes entraram em campo sabendo que a partida não valia nada, mas acabou sendo um jogo interessante para assistir. As franquias erraram em alguns aspectos, o que justifica que ambas estão fora da pós-temporada, mas conseguiram marcar alguns TDs e equilibraram o resultado por conta dos field goals.

Houston Texans 34@6 Tennessee Titans
QUEM PARA BRANDON WEEDEN? Primeira vitória do QB em 12 jogos começando como titular e logo uma vitória acachapante contra um possível 1st pick do draft, ainda mais sem o QB Marcus Mariota. O jogo já começou com o RB Antonio Andrews sofrendo um fumble que foi retornado pra endzone. Foi tanta facilidade dos Texans que Weeden numa 3rd and goal correu 10yds pra endzone. Mais uma vez tivemos um show do WR DeAndre Hopkins, pro bowler, e uma defesa completamente dominante. Agora os Texans precisam vencer os Jaguars, caso sejam derrotados, necessitam de nove combinações para perderem a divisão para os Colts.

Jacksonville Jaguars 27@38 New Orleans Saints
Em um jogo de dois eliminados, Drew Brees se prevaleceu sobre Blake Bortles. Os Saints começaram a todo vapor, com TD's longos e interceptações de uma das piores defesas da história da NFL. Mas a evolução de Blake Bortles nessa temporada é absurda, se mostrando um franchise QB, tendo uma bela sintonia com os seus WR's. Destaque para o WR Brandin Cooks, que passou das 100yds no primeiro tempo, além de 01TD. Os Jaguars enfrentam os Texans, já os Saints enfrentam os Falcons.

Green Bay Packers 8@38 Arizona Cardinals
O Packers foi surrado pelo Arizona em Phoenix. Parecia um jogo de profissionais contra amadores em certos momentos. O time da casa foi totalmente dominante, após um primeiro quarto que terminou 0 x 0, Green Bay se descarrilou com diversos three and outs, drops, interceptação na endzone e fumbles retornados para TD, erros em sequência que jamais são permitidos em jogos da NFL. Méritos ao Cardinals que impôs a Aaron Rodgers a pior derrota de sua carreira. O ataque que vinha muito bem recentemente manteve um bom jogo, mas sem grandes números, o maior destaque vai para a defesa, que forçou 09 sacks, 04 fumbles, 01 interceptação e marcou 02TDs.
Com a vitória, Arizona garante a folga na primeira rodada dos playoffs e ainda pode terminar em primeiro da NFC após a derrota do Panthers. Já o Packers, está garantido nos playoffs, mas terá que mostrar muita evolução após essa derrota para poder sonhar com qualquer sucesso no mata-mata. Na próxima e última rodada, Green Bay recebe o Vikings no Sunday Night Football, valendo o título da NFC North e, consequentemente, uma melhor colocação nos playoffs.

O aniversariante Carson Palmer perdeu uma aposta e teve que entrar em campo com essa roupa para o aquecimento antes da partida contra o Green Bay Packers.
St. Louis Rams 23@17 Seattle Seahawks
De maneira surpreendentemente, o St. Louis Rams, jogando fora de casa, venceu, com autoridade, a equipe do Seahawks. Destaque para a defesa, que conseguiu frear as investidas do adversário, e também para o jogo corrido da equipe. O Seahawks ainda tentou se recuperar no final da partida, mas inutilmente.

New York Giants 17@49 Minnesota Vikings
A NFL é uma liga de alto nível e por isso não são raros os resultados surpreendentes. Alguns ocorreram no domingo. Não no SNF. Sem seu principal jogador de ataque – o WR Odell Beckham Jr que cumpria suspensão imposta pela liga – o NY Giants foi até Minnesota e sequer serviu de sparring para o Vikings. Dominantes nas trincheiras, com um jogo corrido consistente e uma defesa que não perdoou os erros do QB Eli Manning [foram 03INTs no jogo, uma retornada para TD] a equipe local passeou no TCF Stadium [último jogo da temporada regular no estádio, pois ano que vem será usada uma nova casa pela franquia, em fase final de construção].  O QB Teddy Bridgewater fez um jogo bem tranquilo enquanto o RB Adrian Peterson foi novamente peça decisiva no ataque dos Vikings. Os nova-iorquinos não têm mais chances de disputar à pré-temporada - fato que se repete pela quarta temporada seguida. O Vikings não apenas está garantido nos playoffs como pode vencer a NFC North em confronto direto com o Green Bay Packers no próximo domingo.

Cincinnati Bengals 17@20 Denver Broncos
As duas primeiras campanhas ofensivas do Bengals foram um manual de como um ataque deve se portar mesmo comandadas pelo QB reserva, AJ McCarron. Campanhas duradouras (mais de 7 minutos), conversões de terceiras descidas, passes e corridas equilibradas... Resultado: 02TDs e 14 a 0 para os visitantes, um resultado surpreendente até então contra uma das melhores defesas da NFL, jogando fora de casa.
Os times foram para o intervalo com o placar de 14 a 3 para o Bengals, mas a conversa de vestiário parece ter surtido efeito lá em Denver. Na volta, os donos da casa mostraram porque é uma das melhores defesas da NFL e Brock Osweiller deu mais motivos para apostarem na sua titularidade. Mesmo assim, a partida foi para a prorrogação com o erro do chute de 42 jardas de McManus no último lance. Na prorrogação o Broncos conseguiu converter um field goal em seu primeiro drive e na campanha decisiva do Bengals a defesa apareceu novamente, com muita pressão e recuperando um fumble que garantiu a vitória e a vaga nos playoffs, para delírio da torcida.
Cincinatti sai de cabeça erguida, pois lutou o jogo todo contra um grande adversário, mas a eventual perda da folga na primeira semana dos playoffs pode atrapalhar muito a equipe, pois seu QB titular Andy Dalton não deve voltar a tempo. Entretanto, a fórmula para a vitória mesmo com McCarron está no vídeo do início do jogo de hoje, com uma defesa forte e um ataque muito sincronizado. Do lado de Denver a equipe está, no momento, garantindo a folga da primeira semana, mas tudo depende da última rodada e com uma derrota o time pode até mesmo classificar-se de Wildcard, perdendo todos os benefícios. A grande dúvida fica por parte da lenda Peyton Manning, será que ele volta para sua última disputa de playoffs? Se ele tem condições ou se a comissão técnica não vai preferir Osweiler, só o tempo dirá, o importante é que o time garantiu o seu acesso.


Por: Janaína Wille (@janainawille), Mariana Sá (@imastargirl), Alex Rolim (@rolimpato), José de Catro Neto, Marcilio Viana (@MarcilioVM).
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana