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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Retrospectiva 2015: Um ano espetacular

Todas as pessoas tem um pé atrás com o Arsenal, afinal, o time quando acha que vai engrenar destoa e acaba eliminado ou perde a chance de um título. Por oito anos foi assim, até mesmo em Carling Cup (hoje Capital One Cup). Mas em 13/14 e 14/15 finalmente a equipe conquistou o bicampeonato da Copa da Inglaterra. O ano de 2015 (ainda na temporada 14/15) trouxe outro patamar para o time, que já não sofria mais com lesões, tendo uma ótima sequência até atingir o 3º lugar na Liga. Para a temporada 15/16, esperavam-se voos maiores, como uma Premier League ou a tão sonhada Champions League. 

Janela escassa, título e Premier League:

É campeão! (Foto: Metro)
A janela de transferências trouxe apenas o excelente goleiro Petr Cech, ex-Chelsea. E, já no primeiro jogo, pela Community Shield, enfrentou o time onde é ídolo e, com gol de Ox Chamberlain, o Arsenal já começou a temporada 2015/16 com título. O primeiro jogo da Premier League reservou uma derrota inesperada em casa para o West Ham, com falhas de Cech, que já era questionado.

Porém o time se ajeitou, Cech foi se mostrando uma aquisição sensacional, não restando dúvidas de que será o goleiro Gunner por anos, em moldes parecidos com quando Jens Lehmann foi contratado, já acima de 30 anos, para dar uma maior segurança e experiência no gol. Mas nem tudo são flores, já que, na derrota para o West Brom, o Arsenal perdeu Coquelin (volta em final de fevereiro) e Cazorla (fora da temporada) com graves lesões, tendo que apostar em Arteta (que se machucou no mesmo jogo) e em Flamini, caindo em Wenger à responsabilidade por não ter contratado um primeiro volante na janela de verão.

O jogo que seria para ver até onde o Arsenal vai brigar foi contra o City, na 17ª rodada, foi quando o time jogou de maneira espetacular, vencendo apenas por 2-1, podendo ter sido 5-1 tranquilamente. Ali se viu que o Arsenal vai brigar pelo título da Premier League. O baque aconteceu na rodada seguinte, com uma derrota por 4-0 para o Southampton, quando se voltou a questionar o time. Mas tudo ficou normal no último jogo de 2015, vencendo o Bournemouth e assumindo a liderança.

Os destaques nesse ano são Mesut Özil, que é o líder em assistências na Premier League com 16 (oito a mais que o segundo colocado). Já Petr Cech chegou aos 170 clean sheets, quebrando o recorde que pertencia a David James, mas com 200 jogos a menos (isso é válido apenas para a ‘nova’ Premier League) e ainda o tão contestado Giroud, com 10 gols na Premier League e 5 gols na Champions League.

O melhor jogador de 2015 (Foto: Stuart MacFlane)
Fase de grupos da Champions League com extrema emoção:

Já na Champions League, o Arsenal quis dar uma emoção desnecessária a seu torcedor. Começou muito mal com derrotas para Dinamo Zagreb fora e Olympiacos em casa. Com o dever de vencer o Bayern de Munique em casa de qualquer jeito, o Arsenal se lançou ao ataque e numa brilhante exibição venceu e pôde respirar sobre aparelhos. Depois de sofrer 5-1 do Bayern na Alemanha e vencer o Dinamo, devia vencer o Olympiacos na Grécia por pelo menos dois gols de diferença. E em um hat trick impressionante de Giroud, se classificou de maneira espetacular.

Agora o Arsenal enfrentará simplesmente o temido Barcelona, onde tem dois caminhos: se vencer será um feito enorme para cima do melhor time do mundo. Se perder, vai focar todas suas forças na Premier League, onde é líder.

Esperamos que 2016 seja que nem 2015, um ano sensacional. E que venha mais títulos!

Henrique Charão (@ocharao)

Retrospectiva 2015: Chelsea e a montanha-russa azul

O ano de 2015 para o Chelsea Football Club foi de extremos. Na primeira parte, o final da temporada 2014/15 coroou um time merecidamente campeão. Uma equipe equilibrada, onde tudo funcionava e todo o grupo seguia a boa fase. Já no segundo semestre, os Blues mudaram inexplicavelmente. Crise, muitas derrotas e um péssimo futebol apresentado. O Linha de Fundo faz agora uma retrospectiva dessa montanha-russa azul.

Fim de temporada, felicidade e despedidas:

O primeiro semestre do Chelsea foi apenas à coroação de um trabalho consistente e bem feito. A conquista do pentacampeonato deixou na história um elenco bem armado e regular comandado por José Mourinho. Além disso, os Blues ainda levantaram o troféu da Capital One Cup com uma vitória por 2 a 0 sobre o Tottenham.

É verdade que nos últimos jogos da temporada o time passou a ganhar apertado, sempre com uma dose de sofrimento durante as partidas. Mas, mesmo assim, era quase impossível desmerecer o grupo. Hazard foi o melhor jogador da temporada, Matic ditava o ritmo do resto da equipe, Terry jogou todas as partidas e teve um desempenho memorável. Diego Costa e Cesc Fàbregas caíram como uma luva no grupo e foram o artilheiro do time e o líder em assistências, respectivamente. Eram só elogios.

O começo do ano também foi marcado por despedidas. Didier Drogba deixou o clube pela segunda vez e Petr Cech decidiu que queria seguir seu caminho com outra cor de camisa, a do Arsenal. Foi um fim doloroso para o torcedor. Nunca é fácil dizer adeus a um ídolo, mas os dois, independente do rumo, estão eternizados.

LEIA MAIS: Um Chelsea campeão 

Janela ruim e início de temporada pior ainda:

A aposta do Chelsea na janela de transferências do verão foi à manutenção do elenco campeão. Ideia, na teoria, boa, mas na prática um verdadeiro desastre. A reposição de algumas peças e, ao menos, um reserva de qualidade são essenciais para um time que deseja se manter no topo, mas parece que Abramovich não sabe disso. 

Tudo começou com uma pré-temporada muito abaixo do esperado. O rendimento nunca é ótimo nesse período, mas dava para notar algo diferente do normal. Inclusive a derrota para o Arsenal na Community Shield. Alguma coisa precisava ser feita, mas não foi o que aconteceu. Chegaram Falcao Garcia, Baba Rahman, Begovic, Kenedy, Pedro e Djilobodji e nenhum deles mostrou porque merece vestir a camisa azul.


De campeão a 14º colocado. Essa é a realidade do Chelsea hoje. Com 20 pontos em 19 jogos, os Blues tentam sua recuperação. Na verdade, tentam agora. Com o baixo rendimento da equipe, José Mourinho foi demitido e Guus Hiddink chegou em seu lugar. A união contra o português deu certo, mas parece que os jogadores passaram tanto tempo jogando sem vontade, que agora terão trabalho para voltar à antiga forma. Esperamos dias melhores.


Keep the Blue flag flying high!

Luiza Sá (@luizasaribeiro)

O que deu errado na temporada do Ravens


A 20ª temporada do Baltimore Ravens na NFL não foi à festa que o torcedor esperava. Depois de cair bravamente para o New England Patriots no confronto divisional dos playoffs, muitos acreditavam que esse seria o ano dos corvos. Entretanto, uma série de fatores acabou definindo o que seria um desastre.

O fim da caminhada foi decretado e agora a franquia já começa a pensar no ano que vem. O que antes era uma das melhores defesas da Liga já não consegue render como antes. No ataque, Joe Flacco continua sem conseguir convencer que é um quarterback de elite, mas não há indícios que ele vá perder seu posto de titular. Além disso, John Harbaugh precisa pensar nas peças para repor o elenco, que acabou com muitos buracos.

Perdas da off-season e Draft:

O problema começou antes mesmo da temporada. Durante a off-season, peças importantes foram perdidas, como Torrey Smith, que decidiu ir para o San Francisco 49ers, e Haloti Ngata, trocado com os Lions.

No Draft, o WR Breshad Perriman, foi à primeira escolha e chegou para ser titular, mas acabou lesionado posteriormente. Javorius Allen, selecionado na quarta rodada, não esperava ser utilizado esse ano, mas as lesões de Justin Forsett e Lorenzo Taliaferro acabaram colocando o rookie como RB. Carl Davis, Za'Darius Smith e Tray Walker acabaram no elenco principal, mas não tiveram destaque.

Lesões e problemas para John Harbaugh:


As lesões acabaram sendo as piores inimigas do Ravens. Entre as principais perdas estão Dennis Pitta, que não consegue se livrar das lesões, Terrell Suggs logo na primeira semana, Steve Smith na semana 9 e Justin Forsett e Joe Flacco na semana 11. Além desses, o rookie Breshad Perriman também se machucou e deixou a posição de WR com um vazio enorme.

O mais impressionante é que o Baltimore saiu sem nenhum jogador lesionado em apenas uma partida, que foi a da semana 16 contra o Steelers. Tirando essa, o time perdeu alguém em todas as outras, o que explica muito a campanha ruim.

O perigo do two minute warning:

Chegam os dois minutos finais do jogo e o torcedor, vendo uma vantagem no placar, pensa que o time não pode ficar completamente nulo. Com o Baltimore, essa tranquilidade passou muito longe. Diversas partidas acabaram decididas apenas no final, incluindo as que o Ravens venceu.

Tirando contra Cardinals (18-26), Seahawks (6-35) e Chiefs (14-34), as outras sete derrotas foram definidas por seis pontos ou menos, sendo que todas vieram de viradas no two minute warning. Nas cinco vitórias, o placar sempre teve apenas três pontos a mais do que o adversário, com exceção da partida contra o Cleveland Browns, definida em um bloqueio de field goal retornado pra touchdown com o cronômetro zerado.

Steve Smith não irá se aposentar:


Steve Smith Sr anunciou nesta quarta-feira (30) que ficará mais uma temporada em Baltimore. Depois de se lesionar na Week 8 contra o San Diego Chargers, o wide receiver resolveu que abandonará a ideia de se aposentar no fim dessa temporada e jogará novamente em 2016 para encerrar a carreira da forma que merece.

É a notícia que os torcedores do Ravens precisavam. O número 89, que está desde 2001 na Liga, se destacou apesar do momento ruim do time. O WR conseguiu manter os números acima da média e recebeu inúmeros pedidos, inclusive de seus treinadores, para reconsiderar a aposentadoria. Com isso, Smith terá mais uma chance de levar o tão sonhado anel do Super Bowl para casa.

O que esperar de 2016:

Com o fim da temporada regular, o Baltimore Ravens entra de férias, mas o planejamento do ano que vem precisa ser feito desde cedo. Em 2015, a equipe acabou tendo seus problemas fortemente sinalizados e precisa correr atrás de soluções. É fato que o Ravens não pode ter um elenco comparável com Patriots, Packers e afins, mas não foi tendo o melhor time que vencemos em 2012.


É importante fazer um Draft inteligente, assim como jogadas calculadas com o Free Agency. Investir nas trocas também pode ser um movimento bom, mas com cuidado para não cometer os mesmos erros de agora.

Melhorar a defesa é o principal, pois só assim o ataque pode começar a trabalhar. Sim, é necessário que o time seja eficiente, assim Flacco conseguirá driblar suas próprias deficiências. Faltou, principalmente, encontrar força quando as derrotas começaram a surgir.

O Baltimore Ravens precisa lembrar a luta de cada um e a luta do grupo como disse Ray Lewis antes do jogo contra o Chargers, “1-6 não define quem vocês são. O que define o que são é o que fazem quando estão com 1-6”. Hoje, com 5-10, o que eles farão? Go Ravens.


Mariana Sá || @imastargirl 

Mensagem especial dos esportes

O esporte tem um poder transformador gigantesco. Ele condiz para um crescimento psicológico, social e espiritual. A garra contida em qualquer modalidade desportiva tem a capacidade de encorajar todos para vencer os obstáculos da vida. Inclusive, transmite muitos ensinamentos, como nos Jogos Olímpicos Mundiais Especiais.

Extraordinário. Palavra com forte cunho para a apresentação deste evento esportivo ao mundo. Os Jogos Especiais acontecem alternadamente em edições de verão e inverno, de dois em dois anos. Abraçam a todos, principalmente as pessoas com deficiência intelectual, porque a missão deles é desenvolver a autoconfiança, o relacionamento interpessoal e o sentido de realização em milhões de habilidades diferentes.
Jogos Olímpicos Mundiais Especiais 2015. Foto: Divulgação
No verão de 1968, em Chicago, o ensinamento de uma professora de Educação Física atingiu os 26 estados do Canadá e Estados Unidos, para a competição desportiva pontual de atletismo, hóquei e natação. Os números da primeira edição se multiplicaram, já são mais de 200 países e 30 esportes envolvidos nos Jogos Especiais.

A alegria e a amizade desenvolvem condições físicas e capacidades motoras em treinos e apoios oferecidos durante todos os anos para os mais de 2,5 milhões de atletas e famílias envolvidos.  Entretanto, é preciso competir e desenvolver o compromisso de conceder oportunidades iguais para todos participantes conquistarem seu espaço social.
Foto: Divulgação
A determinação ensinada pelo esporte fez Eunice Shriver ser reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional por seu movimento dos Jogos Mundiais Especiais que alcançou a 47ª edição em 2015. A cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, durante 25 de julho e 2 de agosto foi palco do ciclo de inclusão mundial. Dentre os sete mil atletas participantes dos 177 países em 25 modalidades, apenas 38 esportistas eram brasileiros. O Brasil contou com pequeno incentivo público e ajuda de custo para a viagem do governo, a mesma proporção da delegação enviada.

Espera-se que seja desejo para o ano olímpico brasileiro a disseminação dos valores dos Jogos Olímpicos Mundiais Especiais. A união dos povos para competições sem discriminação, com mais paz, alegria, amor, saúde e espírito competitivo.

“Posso vencer. Mas se não conseguir, que seja corajoso para tentar.”

 Lema dos Jogos Olímpicos Mundiais Especiais

Com carinho, Cássia Moura (@cassinha_moura)

Alegrias e agonia: O 2015 do Figueirense

Caos, sofrimento, agonia e alegria. Essas quatro palavras podem definir o 2015 do Figueirense. E aqui no Linha de Fundo, você acompanha um breve resumo de como foi o ano alvinegro.


O 2015 começou - como sempre - com o fraco Campeonato Catarinense. Com uma primeira fase cheia de altos e baixos o Figueirense não conseguia apresentar um futebol aceitável, e, além disso, vivia a indefinição de um goleiro. O problema do arqueiro foi resolvido rapidamente, após Alex Muralha receber uma chance, e não largar mais. Porém, o futebol ainda não era aquele que o torcedor esperava. E mesmo com um futebol ruim, os adversários eram piores, e o Figueira se classificou para a próxima fase.

Na segunda fase, aí sim! Jogou bem, apenas uma derrota, mas empatava muito. E por causa desses empates, ficou só em segundo na classificação. Foi à final, e quis o destino, que o adversário fosse o mesmo da edição anterior: o Joinville.

A final do campeonato foi uma das finais mais mal jogadas que já esteve no Catarinense. Dois times que pareciam não querer vencer o jogo. Com isso, a única coisa que poderia acontecer eram dois horríveis 0x0. Tanto em Florianópolis, quanto em Joinville. Os dois placares iguais deram o título ao JEC, mas uma denúncia vinda da Federação Catarinense dava conta de que o clube do Norte de SC havia escalado um jogador de forma irregular. A denúncia foi confirmada, o Joinville foi julgado e condenado em todas as instâncias, e o Figueirense foi declarado o campeão estadual.

A campanha deste ano na Copa do Brasil foi considerada muito boa em relação às campanhas das edições anteriores. O Figueirense eliminou Princesa de Solimões-AM, Avaí, Botafogo, Atlético-MG, e só caiu para o Santos nas quartas de final.

O Brasileirão com certeza foi à parte mais caótica de 2015. Logo na primeira rodada, tomamos uma "tunda" de 4x1 para o Sport. Tá certo que estávamos com o time reserva jogando, mas era uma amostra grátis do sofrimento que vinha por aí. Já com o time titular, é claro que o futebol jogado tendia a melhorar. Melhorou, mas não foi nada tão significante.

Tínhamos garra e raça. Isso até Argel Fucks receber e aceitar o convite que recebera do Internacional. Mas sabe aquele ditado que diz que nada é tão ruim enquanto possa piorar? Então... Quem o Figueirense contratou pra ser novo técnico? René Simões! Eu juro que tento entender a cabeça dos dirigentes do Figueira, mas nunca consigo. Fala sério, quem em sã consciência contrata René Simões em pleno 2015? Ainda bem que viram a burrada que fizeram, e logo o demitiram.

Hudson Coutinho, que até então era o interino, assumiu efetivamente como técnico, e com ele voltou um pouco da garra de antigamente. Um pouco. Ganhamos jogos na base do desespero. Bem jeito do Figueirense, mesmo. Essa ansiedade de se vai ser rebaixado ou não, só acabou na derradeira última rodada. Disputando contra Avaí, Vasco e Goiás, o Figueirense foi quem se salvou, e com gol do sempre contestado e às vezes amado, Marcão.

Retrospecto do Figueirense em 2015:

 69 jogos
 27 vitórias
 19 empates
 23 derrotas
 78 gols pró
 77 gols contra
 48,3% de aproveitamento

Para terminar: Não fomos rebaixados, legal, beleza, maravilha. Mas agora, eu cansei de todo santo ano estar lá brigando contra o nojento rebaixamento. Acho que já tá mais do que na hora do Figueirense começar a pensar em coisas maiores. Sei que a calculadora que a CBF e Rede Globo usam para dividir as cotas é toda errada, mas essa desculpa de falta de dinheiro já é mais velha que andar pra frente. O Figueira com pouco dinheiro já montou bons times que foram muito competitivos. Quer ser maior? Para de pensar pequeno. Chega de contratar esses jogadores "Zé Coquinho" que acham nos times do interior de Santa Catarina. Estuda melhor o mercado! Não há mais lugares para amadores no futebol.

Patrick Silva | @figueiradepre
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