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terça-feira, 31 de maio de 2016

Em noite dourada no Serra, CRB vira e vence

Uma vitória talvez mentirosa, mas importante.


O Regatas foi tentando se impor no jogo de forma mais defensiva, tomou o gol e tentava ir ao ataque, mas era sempre barrado ou não se encontrava lá na frente. Fabinho marcou o gol do Vila Nova em jogada que Dakson tentava sair para o jogo, mas o adversário ganhou a posse e achou Fabinho livre na esquerda, que de primeira chutou e Juliano nada podia fazer.

No segundo tempo, um jogo horrível, os times pareciam se contentar com o resultado. O CRB foi tentando ir, mas se preocupando em não tomar mais. O Vila, que vem de quatro derrotas seguidas e no último sábado perdeu de virada em um clássico no mesmo estádio, foi tentando como podia. Frontini chegava ao ataque e tentava de qualquer forma marcar o gol, até que o CRB achou dois gols.

Na primeira, Magrão encontrou Adalberto na área em cruzamento e na segunda Galdezani achou Rodolfo. Rodolfo e Adalberto não haviam marcado ainda pelo CRB, e de criticados, passaram a ser exaltados hoje pela atuação precisa no ataque quando foram acionados.

Análise

Certo que a vitória de virada do CRB hoje foi um grande resultado e que o time buscava, no mínimo, dois pontos dessas duas rodadas de jogos fora de casa, acabou já conseguindo três nessa.

Mesmo com o resultado, era evidente que teríamos reclamações sobre algumas peças do time. Uma dessas é Neto Baiano, que não se encontra e que talvez seja substituído por um atacante de velocidade, já que ele nem conseguir ganhar bolas aéreas consegue. Porém, ai que fica a pergunta: por quem ele seria substituído? É um jogador que não consegue atacar bem mesmo com sua fama, mas apoia bem defensivamente, com raça. E o CRB também tem deficiência em jogadores de velocidade, já que Luidy é titular e Rodolfo é o único na reserva que tem essas características.

Verdade que há um desconforto do torcedor também com a carência de opções no banco de reserva, já que o CRB tem apenas dois meias de armação e os dois são titulares, sempre substituídos na segunda etapa por jogadores de outras posições.

Empate amargo na "província"

Há exatamente três jogos, após o duelo contra o Bahia, o Paraná não marcava, eram mais de 270 minutos e falei que “procurávamos gols”. Essa falta de gols era proveniente da falta de criação da equipe de Claudinei Oliveira. Robson estava mal, Valber mal e Nadson não conseguia carregar o time nas costas toda hora. Depois disso, marcamos quatro gols em dois jogos (Sampaio e Oeste) e a parte ofensiva do time voltava a funcionar. Hoje mudo a afirmação para “Achem o gol”, porque o que perdemos de gols hoje não foi brincadeira.

Sem Nadson e Valber, lesionado e suspenso respectivamente, a expectativa para ver como o Tricolor iria se comportar em campo era grande. As alternativas mais claras e lógicas eram ou a escalação de dois meias, Marcelinho e Murilo, ou avançar Diego Tavares para o meio, colocar Leandro Silva na direita e pôr um meia. Claudinei optou pela segunda opção e escalou o seu famoso 4-2-3-1 com: Marcos; LSilva, João Paulo, Pitty (#VoltaAlisson) e RCarioca; Uchoa, LOtávio, DTavares, Murilo e Robson; Lucio Flavio.

Foto: FuturaPress
Pouco antes da bola rolar, a luz do estádio apagou e a partida atrasou. Os refletores voltaram, o jogo começou e o Tricolor em cima do Londrina. Diego Tavares precisou somente de dois minutos para invadir a área pela direita e tentar o passe Lucio Flavio, mas Marcelo Rangel interceptou e impediu a abertura do placar. Não demorou muito e os refletores apagaram novamente. O famoso time de província, como diria o poeta Durval Lara Ribeiro, ou simplesmente Vavá. Nessa brincadeira de acende e apaga luz, o Tricolor perdeu dois jogadores, Marcos e Rafael Carioca saíram para as entradas de Wendell e Fernandes.

Depois de 15 minutos sem luz, o jogo foi reiniciado. As equipes tentavam voltar a impor seu ritmo, Pitty meteu uma bola contra o próprio patrimônio que quase matou metade da torcida paranista, e eis que surgiu Robson para ilumir a noite londrinense. Numa falha bizarra da zaga, ele saiu na cara do goleiro, deu um corte que quebrou no mínimo umas três vértebras e tocou pro gol livre. 1x0 Tricolor. Como de costume: recuamos. Mesmo jogando cautelosamente, o segundo quase veio. Murilo Rangel bateu de longe e a bola explodiu no travessão.

No segundo tempo foi o Londrina que começou em cima e de cara conseguiu um pênalti um tanto quanto duvidoso. Na minha opinião nada clubista, o atacante já dobra a perna antes do Wendell tocá-lo, sendo assim segue o jogo. Keirrison foi pra cobrança e WENDELL PEGOU. Infelizmente, não muito depois o mesmo Keirrison conseguiu empatar a partida. E foi aquela velha história: faz gol – recua – toma gol – sai louco. A estratégia poderia ter dado certo, mas aí vieram os gols perdidos.

Primeiro Tavares aproveitou a bola na grande área, saiu na cara do gol e mandou pra fora. Depois foi a vez de Robson receber na área, limpar o zagueiro e isolar. Mais uma pra Tavares, Marcelinho o achou entrando sozinho e ele mandou em cima do goleiro. Voltamos com Robson: a bola do escanteio, sobrou pra ele bater dentro da pequena área e o goleiro pegou. 1x1 com gosto amargo em Londrina.

Faltou pontaria ao Tricolor: 12 chutes, 1 gol
Fonte: Footstats
Pra não falar que só tivemos coisas ruins nesse jogo, tivemos alguns destaques na equipe paranista. Primeiramente o goleiro Wendell, que ganhou todas por cima, fez boas defesas e ainda pegou um pênalti. Lucas Otávio também fez outro grande jogo no meio e tem tudo para ganhar a vaga de Uchoa quando Jean voltar ao time. Até o apagado Murilo fez um jogo razoável. Por outro lado, Fernandes foi muito mal e Pitty novamente muito inseguro, Alisson tem que entrar no lugar dele para ontem. Amanhã de manhã a equipe já parte rumo a Goiânia, onde enfrenta o Vila Nova na sexta-feira.

Devagarzinho estamos chegando, para cima deles, Tricolor!


Fellipe Vicentini | @_FellipeS

Remão vacilão

Na noite da última segunda-feira, o Remo recebeu o ASA de Arapiraca no Estádio Olímpico do Pará, pela Série C do Campeonato Brasileiro. Jogando em casa e diante de torcida, o Leão fez feio e perdeu o jogo por um a zero, se complicando na tabela do Grupo A.
O Remo não sabe o que é vencer há dois meses, exatos sete jogos, e agora, além de deixar a torcida irritada, o técnico Marcelo Veiga também se mostrou bastante insatisfeito com a equipe azulina em campo. Com a derrota de ontem, o Remo caiu para oitavo no seu grupo e só tem um ponto.

A partida começou com pressão do ASA, que chegou a assustar com dois escanteios seguidos. Eduardo Ramos tentou chegar ao ataque, mas o ASA surpreendia sempre com contra-ataques rápidos. Aos dezessete minutos, Jeferson Baiano de cabeça fez aquele que seria o único e derradeiro gol da partida.

O ASA foi superior e o Remo saiu de campo vaiado pela sua torcida
Fonte: globoesporte.com/pa
No segundo tempo, o ASA estava mais fechado em campo e o Remo um pouco desesperado. Lucas Garcia empurrou Jeferson na área e o juiz não marcou nada (GRAÇAS A DEUS). Porém, Igor acertou a bola com a mão na área do ASA e o juiz também deixou passar. Miopia, descaso ou despreparo, esses erros de arbitragem foram o ápice do segunda etapa desse jogo horrível para o Leão azul. Antes do fim, Eduardo Ramos lançou boa bola na área, Lucas desviou e João Victor, de bicicleta, acertou o travessão.

REMO
Fernando Henrique; Murilo, Brinner, Max e Fabiano; Lucas Garcia, Yuri, Allan Dias e Eduardo Ramos; Fernandinho e Ciro.

SUPLENTES
Douglas Borges, Ítalo, Henrique, Michel Schmöller, Chicão, Alisson, Hericles, João Victor e Silvio

ASA
Thiago; Junior, Williames José, Rayan e Igor; Jorginho, Diogo, Ramalho e João Paulo; Jeferson e Klenisson

SUPLENTES
Ferreira, André Nunes, Edson, Gilmar, Aurélio, Bruno, Kessi, Ivan e Jailton

PRÓXIMO JOGO
No próximo domingo, o Remo enfrentará o River-PI, no Almeidão, em Teresina. 

Texto: @Angel_Caldeira

Desabafo de um desgastado esmeraldino

Esperei alguns jogos para que que pudesse fazer esse desabafo. Queria achar o momento certo para fazê-lo e, depois de mais uma derrota vergonhosa como essa, não tive como segurar. Esse é um desabafo de um esmeraldino cansado de tantas decepções e lastimáveis derrotas que vem acontecendo com o nosso time. Gostaria imensamente que esse texto chegasse nas mãos do presidente Sérgio Rassi.


Pra quem não sabe, no ano passado, eu fazia parte de um movimento chamado "Democracia Esmeraldina". Era um movimento que visava obter uma democracia dentro de nosso clube, com a garantia de direito à voto para os sócios-torcedores. Depois de uma derrota desastrosa para o Corinthians, resolvi fazer um protesto na página do movimento pedindo a demissão do treinador Arthur Neto, que todo mundo já sabia que não daria certo no cargo e já era sua terceira derrota consecutiva em três jogos. O Goiás se afundava na zona de rebaixamento e era a hora de agirmos. O problema foi que publiquei na página o número de celular do presidente. Resultado: milhares de torcedores foram xingar Sérgio Rassi em seu número pessoal.

Aquilo me fez mal e me trouxe consequências. Fui expulso de um site que eu adorava escrever, tive meu nome manchado dentro do meu próprio clube e quase levei processo. Ainda está vivo na minha mente o momento em que o sobrinho do presidente me ligou me ameaçando de levar o caso na justiça. Pedi desculpas e assumi meu erro. Sérgio me perdoou e o assunto morreu ali. 

Antes do meu pedido de desculpas, o Goiás soltou uma nota de esclarecimento falando sobre o ocorrido e, é claro, saindo em defesa do presidente. A torcida foi para os comentários e sabe o que reparei? Pelo menos 90% dos esmeraldinos estavam do lado do movimento e queriam ainda falar umas poucas e boas para o presidente, mesmo sabendo que minha atitude foi imoral. Sabe o que acho engraçado dessa situação? Eu fui homem de assumir o meu erro e pedir desculpas. Levantei a cabeça e tentei reconstruir minha vida profissional depois de um episódio triste. Consertei meu erro e aprendi com ele. Sabe o que o Sérgio Rassi não fez? Não fez o que eu fiz. E já tem três anos. Não pediu desculpas para a torcida e não consertou os erros que ele cometeu. Quer dizer, pode até ter se lamentado, mas fez mais promessas e não consegue cumpri-las.


Continua iludindo o torcedor. Continua fazendo do Goiás uma equipe pequena, medíocre, fraca. Continua apostando em treinadores fracos e dirigentes ruins. A diferença entre Sérgio Rassi e eu é que parece que o nosso presidente não quer aprender. Tem medo de assumir o seu erro. Só ele sai prejudicado? Não. Nós todos saímos. Não acha que já sofremos demais, senhor presidente? 

Sérgio Rassi quis me processar por eu ter feito algo que o prejudicasse, porém, ele nunca parou pra pensar o quanto ele prejudica vários esmeraldinos dentro do clube. Fiz do Goiás a minha vida desde que nasci. Não tem nada mais prazeroso do que ir no Serra Dourada e voltar com uma vitória. É dessas vitórias que saem o meu bom humor, a minha alegria, o meu sorriso. Não só meu, mas de vários esmeraldinos. Quando escolhi ser jornalista, vi uma oportunidade não só de fazer o que gosto, mas de poder falar do meu clube, de poder estar mais perto dele e de me sentir parte dele. O problema é que esses últimos anos não tem sido tão bons assim para mim. Só vi derrotas. Derrotas essas que me faziam ficar estressado, deprimido e com vontade de xingar meio mundo. Foi nesse ódio que eu cometi o erro de divulgar o número do presidente. 


Quando me falam que tenho que seguir a vida, largar de futebol, fazer outras coisas, bem que tenho vontade. A questão é que não consigo. Viver sem Goiás, viver sem futebol, não se complementam a minha personalidade, porém, muitos outros torcedores já fizeram isso. O espírito de torcedor deles morre, porque eles estão cansados de se iludir, de serem tratados como lixo. Do jeito que as coisas andam, eu tenho medo de um dia isso acontecer comigo. Não consigo me imaginar desse jeito, mas nós esmeraldinos já estamos sangrando demais, virando chacota nacional e isso é extremamente triste. É pior do que escanteio curto. 

Se por acaso o senhor presidente estiver lendo isso, espero que simplesmente não sinta raiva, mas que se arrependa de verdade. Tome atitudes de verdade. Mande Enderson Moreira embora, pois todos nós já vimos que ele não consegue mais ser o mesmo de antes. Cobre mais de Felipe Ximenes sobre as contratações de peso que nos prometeram e, se ele não conseguir, mande-o embora também. Troque essa preparação física, pois todo mundo já passou pelo Departamento Médico, inclusive Daniel Carvalho, nosso melhor jogador, passou por lá três vezes. Salve o pouco de dignidade que restou do senhor com a torcida esmeraldina. Salve o Goiás de mais uma vexame nessa temporada. Salve seu nome, pois sei que o senhor não gostaria de ser reconhecido como o pior presidente da história.


E que Deus abençoe o Goiás Esporte Clube.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Chuck Norris LF - 5ª rodada: Para embalar de vez

Toda ousadia será recompensada! O Chuck foi relativamente bem rodada passada, subimos de posição em todas as ligas exceto na liga privada do Linha de Fundo, onde caímos da quarta para a quinta posição. Nosso trio de ataque marcou gols, mas o que ferrou foi um deste gols ter sido CONTRA. Felipe Azevedo, por essa façanha, ficará um bom tempo na geladeira. Nossos laterais outra vez MITARAM (estamos especialistas na posição), nosso goleiro não foi vazado e só um zagueiro negativou. Com pequenos ajustes, vamos DECOLAR de vez nesta rodada. Hora de priorizar pontuação mesmo sem esbanjar cartoletas (C$146,03) vamos armar um time bastante forte.

João Ricardo [América] – João Ricardo tem sido um dos goleiros mais regulares do Brasil desde a Série B 2015, tendo outra temporada de destaque no estadual e Copa do Brasil e efetuou SETE defesas difíceis – um ótimo número. O América ainda não conseguiu passar um jogo sem ser vazado, acredito que esse seja o dia – os times de Eduardo Baptista costumam ir muito mal fora de casa, defeito desde os tempos de Sport e Fluminense.

Fagner [Corinthians] – Grandes resultados trazem grandes responsabilidades. As laterais tem a melhor média de ponto por posição do Chuck, não podemos deixar a PETECA cair. Por isso vamos investir em Fagner, que tem a segunda melhor média de pontos de todo Cartola esse ano. Menor pontuação dele foi 6,60 justamente na última rodada; é uma das principais armas ofensivas do time, que ataca demais pelo lado direito além de ser excelente nas roubadas de bola. Em um clássico dentro de Itaquera, é BARBADA ter Fagner no seu time.

Ernando [Internacional] – O internacional tem uma das melhores defesas da temporada e Ernando é um dos principais destaques dela. Não será jogo fácil, mesmo no Beira Rio, o Furacão tem uma ataque insinuante com o rápido Ewandro e aposto em algumas roubadas de bola. Com sorte, um golzinho de LAMBUJA já que ele também sobe bem ao ataque.

Sueliton [América] – Outro do América-MG que está na zona de rebaixamento e levou gol em TODAS as partidas do brasileiro? Palmas, palmas, não criemos PÂNICO. Nossa equipe especializada do DADICO (Departamento de Análise de Dados Internos do Cartola e Oráculo) apontou Sueliton como uma aposta segura nessa rodada. Mesmo sem SG, só negativou em uma rodada (-0,30), possui média boa de RB para zagueiro, só levou um cartão e costuma chegar bem na bola aérea – algo que ainda não aconteceu na Série A. Se o América não levar gol, ele MITARÁ com certeza e valorizará se você ainda quiser amealhar algum lucro. Nosso parceiro PATRÃO CARTOLEIRO também acreditou na indicação. "TAMO" JUNTO.

Victor Luís [Botafogo] – O lateral do Palmeiras, que está emprestado ao Botafogo, já é HABITUÉ do Chuck; terceira rodada em cinco que ele veste a 6 de nosso escrete. Chega bem na frente, finaliza e rouba muita bola. Nunca negativou no game fantasy. Esperando o quê pra escalar?

William Arão [Flamengo] – Na dúvida entre MessiAraújo (pelas roubadas de bola) e OzilPatrick (pelos gols e assistências), optamos por Arão, que faz tudo isso, joga de área a área e ainda está com moral de capitão com o interino Zé Ricardo. Aposta pra ser o MIZERAVÃO da rodada.

Fernandes [Botafogo] – O meia alvinegro reúne boas qualidades para o Cartola: chega bem ao ataque, participa muito do jogo e é um monstrinho na marcação. Sem a ajuda de Lindoso, seu papel no time cresceu e tem tudo para ir bem no Mané Garrincha. Está escalado pelo nosso confrade XEPA LF FC.

Giovanni Augusto [Corinthians] – O novo esquema de Tite nos deixa numa dúvida danada de qual meia corintiano escalar nessa rodada: Marquinhos Gabriel (lei do ex); Guilherme (melhor fase) ou Giovanni (assistências e bola parada)? Decidimos manter Giovanni porque ele está nos devendo um golzinho. É hora de pagar ou sai do time.

Sasha [Internacional] – Outro que foi está nos devendo um golzinho, mas segue prestigiado porque tem participado bem do ataque colorado e conseguido pontuações razoáveis. Porém, a gente quer é bola na rede.

Victor Rangel [América-MG] – Tem feito uma temporada muito boa, sendo a principal referência ofensiva do time do mestre Giva. E olha que tá jogando meio BALEADO. Se por acaso for vetado, substituiremos por ALECGOL. Olho no noticiário até fechar o mercado. *BREAKING NEWS: ALECGOL também não está confirmado como titular. Com isso vamos de BRUNO POWER RANGEL no comando de ataque.

Keno [Santa Cruz] – Não estou levando muita fé no Santinha nesse jogo. Clássico contra rival DESESPERADO é sempre perigoso, é hora que o time sobe no salto e cai do cavalo (da zebra, no caso). Mas vou ser conservativo e, mesmo ignorando o artilheiro Grafite (que já marcou em clássico esse ano... só que CONTRA), Keno vai estar representando a multidão coral que lotará o mundão do Arruda. Está iluminado, confiante, na melhor temporada da vida. Se alguém vai se destacar no Santa, acredito que será ele.

Givanildo [América-MG] – O Rei do acesso, o homem de títulos em todas as regiões do Brasil, o cara que enquadrou o almofadinha Paulo Bento na última rodada merece estar no Chuck sem justificativa nenhuma. É a BARSA do futebol brasileiro, a reserva moral que nos resta após o 7x1. E pra quem não concordar, aqui ó:
 

Alex Rolim - @rolimpato - #BBMP

Xepa LF - Rodada #5

  Fala, Cartoleiros!

      Senhoras e Senhores, cá estamos depois da nossa pior apresentação no ano; 39 pontos. Porém, não abaixaremos a cabeça nunca e esperamos manter a média das três rodadas anteriores.


      Como já dissemos outrora, o Xepa fez uma pontuação abaixo do esperado e venho por meio desta demonstrar minha insatisfação com o sistema defensivo. Por outro lado, Ewandro, Kieza e Everton ajudaram o nosso time.

       Essa quinta rodada é a última em que o Xepa formará, por obrigação, um time abaixo de 100 cartoletas. A partir da próxima escalação o preço do elenco terá o valor máximo de 115 cartoletas. Sem mais delongas, vamos ao que interessa:

                                                              XEPA LF FC


   Goleiro: Wilson (Coritiba) – Jogando em casa, o Coritiba é o franco favorito diante da Chapecoense. Acreditamos que o Wilson possa fazer DD’s e ainda sair com o SG.
   
    Lateral: Rodinei (Flamengo) – Ano passado foi o melhor lateral do Cartola. Esse ano não vem decepcionando e as fracas alas do Vitória podem deixar brecha para Rodinei.

    Lateral: Victor Luís (Botafogo) – Destaque positivo do Botafogo nas últimas rodada, o lateral terá pela frente o Cruzeiro. A Raposa não vive grande fase e o lateral botafoguense pode se dar bem pelo setor direito do Cruzeiro.

    Zagueiro: Danny Morais (Santa Cruz) – A maior dúvida do Xepa. Custando menos de uma cartoleta, o defensor do Santa jogará o clássico contra o Sport, no Mundão do Arruda.

    Zagueiro: Vilson (Corinthians) – Sem os principais jogadores, o Santos não parece oferecer perigo ao time do Parque São Jorge. Com isso, Vilson foi unânime na escolha dos zagueiros.

    Meio-Campo: Fernandes (Botafogo) – O meio-campista do Glorioso vem fazendo boas apresentações no Campeonato Brasileiro e, diante do Cruzeiro, o jovem botafoguense pode repetir sua boa atuação.

    Meio-Campo: Andrigo (Inter) – Após gerar revolta dos Cartoleiros com a frase “Jogo pelo Inter, não pelo Cartola”, muitos de nós, amantes do Cartola, pensamos em não mais o escalar, porém, sem muitas opções na meiúca, Andrigo foi o escolhido diante do Atlético-PR.

    Meio-Campo: G.Augusto (Corinthians) – Um dos destaques no ano passado, o ex Galo rege o meio campo do Timão e é um dos mais escalados nessa rodada.

    Atacante: Felipe Vizeu (Flamengo) – Contando com o azar do Guerrero, seu substituto sempre entra e da conta do recado. O jovem artilheiro não irá decepcionar o Xepa.

    Atacante: Victor Rangel (América-MG) – Talvez no jogo mais desagradável da rodada, o goleador do Coelho é a aposta de gol, uma vez que a Ponte não fez nenhum jogo bom fora de casa.

    Atacante: Grafite (Santa Cruz) – Grafite e mais 11. Só isso basta.

   Técnico: Gilvanido Ferreira (América-MG) – O comandante do Coelho tem boas chances de pontuar, uma vez que o treinador é a média geral dos seus comandados.

                   Com esses jogadores, com esses Mitos, o XEPA VAI MITAR!

  abçs, Galera,

     Matheus Freitas        @_MFreitas9_
      
       Linha de Fundo     @SiteLF

Aquecimento Olímpico: Tênis de Mesa

A chuva e o frio foram pretextos primordiais na formação de diversos esportes e não foi diferente com o tênis de mesa. Considerado um dos mais populares no mundo, o ping-pong como era intitulado o tênis de mesa, é igualmente conhecido como o esporte com o tipo de bola mais rápida do mundo podendo chegar a mais de 200km/h.

O tênis de mesa é composto pela bola, feita de material sintético celulóide ou plástico, com diâmetro de 40mm, cujo peso é de 2,74g de cor laranja ou branca. A raquete que pode ser de qualquer tamanho, forma ou peso e a mesa no formato retangular com 2,74 de comprimento, 1,52 de largura e 0,76 de altura.

O sistema de disputa individual é feito por sete games de 11 pontos cada, no caso de empate, vence quem abrir dois pontos. A partida por equipes contém cinco games, também de 11 pontos. 

Gustavo Tsubói (Foto: reprodução)
Lá vem história...

As primeiras aparições do Tênis de Mesa que se tem registro foram na Inglaterra, no século XIX ainda nomeado como ping-pong. Era jogado em mesas de sinuca, raquetes eram livros e a bola era de tênis normal. O grande salto dado pelo esporte veio em 1890, com a introdução da bola de celulóide. Já como "Tênis de Mesa", o esporte foi modernizado até que em 1926 foi criada a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF) que naquele mesmo ano foi disputado o primeiro mundial. Os orientais são as grandes potências no esporte. Uma das provas disso é que desde 1955 uma atleta não-asiática não conquista um mundial Feminino no individual. 

Com tanta popularidade já era hora de ser incluído no programa olímpico. E o debute ocorreu em 1988, em Seul, com os asiáticos conquistando nove das 12 medalhas em disputa naquela edição.

RIO 2016

O número de atletas no individual não passará de 70 e cada país só pode ter dois representantes.
Hugo Calderano e Gustavo Tsubói serão os representantes brasileiros mesclando juventude com experiência. Calderano, 19 anos, é a jovem revelação do Tênis de Mesa brasileiro. Ouro no Pan de Toronto é o atual 63º do ranking mundial. O outro representante brasileiro é o experiente Gustavo Tsubói, paulista de 30 anos, que participará de sua terceira Olimpíada.

No feminino o Brasil será representado pela Gui Lin e Caroline Kumahara. Gui Lin nasceu na China e se naturalizou, jogando em Londres 2012. Kumahara é paulista e tem 20 anos. Com 16 anos disputou o individual em 2012. Na competição por equipes ainda faltam ser definidas as duas últimas vagas, uma em cada naipe.

Chineses naturalizados já é rotina no Tênis de Mesa na maioria dos países. O número de atletas com dupla nacionalidade na Rio 2016 será absurdo e não é por menos. São os grandes favoritos.

Gui Lin (Foto: reprodução)

Local da competição: Rio Centro - Pavilhão 3

Com área de 23.000 m², o Pavilhão 3 do Riocentro receberá as partidas de tênis de mesa dos Jogos Rio 2016. A instalação conta com quatro mesas oficiais de competição.

Alberto Almeida (@Albertosanttos)




segunda-feira, 30 de maio de 2016

Patrão Cartoleiro - Rodada #5

Senhoras e senhores, meninos e meninas, cartoleiros e cartoleiras, seres racionais e fãs do Craque Neto, sejam bem vindos a mais um capítulo do melhor patrão do Brasil, porque afinal de contas, que patrão ajuda mais do que eu? Vocês que subestimaram o patrãozinho, viveram uma ressaca enorme na rodada passada e pensando: "Porque eu não escutei o Patrão?". Pois é. Agora está aí chorando na zona de rebaixamento da sua liga. Porém, aguente firme. Ainda dá tempo de recuperar e o Patrão está aqui para te ajudar.


Patrão na última rodada:

Como eu já disse na introdução, quem seguiu minhas dicas fez uma rodada acima do esperado. A equipe do Patrão fez 71.69 pontos e disparou várias posições nas suas respectivas ligas. Já deixo aqui meus agradecimentos ao jogadores Ewandro, do Atlético Paranaense, Arrascaeta, do Cruzeiro, Luan, do Grêmio, e vários outros que mitaram nessa rodada. Papai ama todos vocês. 

Melhores times para apostar - 5ª rodada:

FLAMENGO - Sim, eu sei. Esse time do Flamengo não está jogando o ouro da bola como era esperado e todos sabemos que o Muricy só teve problemas de saúde porque não seguiu as dicas do Patrão e negativou no Cartola, porém, após a primeira vitória do Mengo na rodada passada, a equipe rubro-negra vêm com um novo ânimo e irá com força para derrubar o Vitória jogando em casa. Eu não apostaria muito na defesa, mas no meio de campo e no ataque, a tendência é que possa render.

BOTAFOGO - Vamos colocar mais um time carioca? O Botafogo é outra boa equipe para se apostar nessa rodada, pois vem querendo se recuperar da derrota no clássico e pega um Cruzeiro fraco e despreparado. Os alvinegros não tem lá das melhores defesas, então, aposte mais no ataque.

AMÉRICA-MG: Os americanos são poderosos, não é? No Brasil, nem tanto, mas essa rodada podem até ser. A equipe mineira está louca para conseguir sua primeira vitória nessa edição do Brasileirão e terá uma oportunidade enfrentando a Ponte Preta. É provável que façam uma partida mais segura e saiam com os três pontos.

Escalação - 5ª rodada:

É uma rodada complicada. Não posso negar. Vai se difícil apostar em defensores que não percam muitos pontos e até estou com receio em alguns atacantes. Apesar de tudo, temos que ter um pouco de sorte toda rodada e esperamos ter novamente.

GOLEIRO:

Nome: João Ricardo
Clube: América (MG)
Preço: C$ 7,23
Com essa cara de "Vou pegar você nessa noite", o goleiro João Ricardo vem de boas atuações com a camisa do América e pode ser uma aposta agradável para essa rodada. Se não tomar gols, sua equipe irá valorizar bastante e sua pontuação também. É, para mim, o melhor nome para ser o guarda-redes.

LATERAIS:

Nome: Rodinei
Clube: Flamengo (RJ)
Preço: 12,37
Um bom analista me disse que o Vitória não marca bem pelas laterais, então, aposte num lateral do Flamengo. Rodinei é uma boa opção e pode ser bem útil nessa partida. Com boas atuações, tem um preço "salgadinho" no mercado do Cartola, mas tem chances de fazer a diferença e esperamos até que descole uma assistência.

Nome: Uendel
Clube: Corinthians (SP)
Preço: C$ 12,27
O lateral corintiano Uendel está de volta ao nosso time no Cartola. Com mais uma vitória em casa, o Timão jogará um clássico difícil contra o Santos na Arena Corinthians, porém, o time da casa é favorito para vencer e pegará um Santos que vive um momento crítico no ataque. Uendel deverá ter facilidade na marcação e é sempre um atleta participativo.

ZAGUEIROS: 

Nome: Emerson Santos
Clube: Botafogo (RJ)
Preço: C$ 3,75
Tá bem variado o sistema defensivo, não é? É hora de continuar assim e colocar o zagueiro Emerson Santos, do Fogão. O atual momento do ataque cruzeirense não é dos melhores, por conta disso, Emerson é uma boa aposta pois pode valorizar mais seu time e tem um preço bem pequeno. Sempre bom economizar no sistema defensivo para gastar bem no ofensivo.

Nome: Sueliton
Clube: América (MG)
Preço: C$ 7,65
Voltando para os jogadores do Coelho, é hora de entrar Sueliton. Um dos principais defensores do time mineiro também tem que ter espaço na sua escalação e ele será o principal defensor dessa rodada. Tem um preço agradável e também tem grandes chances de fazer uma ótima atuação.

MEIAS:

Nome: Guilherme
Clube: Corinthians (SP)
Preço: C$ 15,06
Volta o Corinthians para o nosso time e dessa vez Guilherme pintará na nossa escalação. O meia vem de boas partidas nesse ano e será um dos principais jogadores dessa rodada, já que pode fazer a diferença nesse clássico contra o Santos. É finalizador e bom de dar assistências.

Nome: Bruno Silva
Clube: Botafogo (RJ)
Preço: C$ 7,13
Olha mais um do Fogão na nossa tela: é a vez de Bruno Silva. Jogador barato e participativo no meio de campo alvinegro, pode fazer a diferença nesse jogo contra o Cruzeiro e ser uma boa ligação com o ataque. Se pintar um gol desse cara aí, muita gente vai me agradecer.

Nome: Willian Arão
Clube: Flamengo (RJ)
Preço: C$ 13,56
Willian Arão é o meia que vai fechar o seu meio de campo. Não por ser o último, mas por ser um volante ótimo na marcação e também bem influente no ataque. Ao lado de Mancuello, é um dos favoritos da torcida flamenguista nesse ano e já fez seu espaço no clube. Na partida contra os baianos, será bem útil.

ATACANTES:

Nome: Vitinho
Clube: Internacional (RS)
Preço: C$ 9,59
O Inter também terá um compromisso que pode ser vantajoso e porque não colocar um atacante matador? Vitinho é o nome dele. Na partida contra o Atlético Paranaense, o garoto pode fazer a diferença novamente por ser um dos principais nomes ofensivos dos gaúchos. Esperamos que honre nossos cartolas, querido Vitinho.

Nome: Keno
Clube: Santa Cruz (PE)
Preço: C$ 23,77
Você que acha que no Santinha só existe Grafite, está enganado. Keno é outro atacante que está fazendo seu nome nessa edição do Brasileirão e na partida contra o Sport Recife, um clássico pernambucano, é provável que ele consiga fazer outro bom jogo. É caro, mas é um bom nome. Grafite também é, mas preferimos variar um pouco nessa rodada.

Nome: Ribamar
Clube: Botafogo (RJ)
Preço: C$ 7,45
Outro bom atacante para essa rodada é Ribamar, principal nome ofensivo dos alvinegros nesse Brasileirão. Marca muitos gols e pode não ter dificuldades para furar a defesa cruzeirense, que vem de má fase. Além de goleador, é bem rápido também. Vai ser um diferencial a mais.

TÉCNICO:

Nome: Givanildo Oliveira
Clube: América (MG)
Preço: C$ 5,26
Para completar, Givanildo será seu comandante nessa rodada. O técnico famoso por "coçar o saco" não vai deixar que seus jogadores façam o mesmo e espera conseguir o primeiro triunfo seu no comando do América. Vamos lá, tiozão Givanildo. Contamos com você.

Preço do time: C$ 125,09.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Um novo Flamengo?

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
Neste domingo (29), o Flamengo conquistou uma inesperada vitória contra a Ponte Preta em Campinas. O Mais Querido, que teve semana conturbada e alguns problemas no caminho, conseguiu quebrar um longo e incômodo tabu, já que, depois de quase onze anos, o Fla voltou a vencer a Ponte, sendo que há dezessete não o fazia no Estádio Moisés Lucarelli.

Não foi fácil conseguir chegar de cabeça erguida no gramado pontepretano. A conturbada semana rubro-negra, que teve Muricy Ramalho pedindo para sair e confusão envolvendo César Martins, que foi covardemente cercado por alguns "torcedores" e hostilizado, quase pedindo para não jogar, contribuiu para que o clima da partida fosse de muitas dúvidas.

A estreia de Zé Ricardo no comando deu ao torcedor uma preocupação a mais, mas certamente ela veio acompanhada de um pouco de esperança. Campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior deste ano, o treinador conhece bem algumas peças que hoje compõe o elenco e poderia utilizá-las da melhor forma.

Com isso, o treinador pediu a volta de César Martins, já que Juan está lesionado e, com a saída de Wallace, apenas o jovem Rafael Dumas é zagueiro de origem; manteve Márcio Araújo no meio e colocou Willian Arão ao seu lado, deixando Mancuello e Cuéllar no banco de reservas – escolha questionável, mas compreensível pela falta de tempo disponível para mudar o esquema; e deixou Paulo Victor, que alegou dores lombares, fora até do banco, finalmente colocando Alex Muralha em campo.

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
Vamos deixar gols polêmicos e expulsões questionáveis de lado, pois reclamações ou comentários não mudam o marcado pelo juiz. Focaremos apenas no que importa: a recuperação do Flamengo em 45 minutos. Se em outro momento levássemos gol logo aos 11 minutos, era fato que o time não conseguiria virar o placar. Entretanto, a reação não só foi rápida, como eficiente e sem grandes momentos de desespero.

O gol contra da Ponte Preta em seguida igualou novamente o placar. Graças a Alex Muralha e a ótima atuação defensiva de Léo Duarte – que impressiona e muito pela maturidade – e César Martins – calando pelo menos por agora os críticos –, o Flamengo controlou o primeiro tempo e conseguiu já no fim a virada com um golaço de Jorge, que mesmo contestado conseguiu um bom desempenho.

Mesmo melhor, Zé Ricardo preferiu fazer alterações seguras, já que não podia arriscar os três pontos. Com isso, o segundo tempo foi de pressão adversária, mas ainda assim podemos tirar pontos positivos disso. Foi uma grande partida da defesa, que viu o ataque fazer burradas e ainda assim não perdeu a vontade. Foi muito positivo e importante ver isso agora.

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
É um novo começo para o Flamengo, porém, estamos enfrentando um momento que precisa de muita calma e cuidado. Se por um lado é possível começar novamente, por outro é tarde para uma reação demorada. Quinta-feira já teremos mais um desafio contra o Vitória e Zé Ricardo pode aproveitar o que viu nesse último jogo.

Mariana Sá | @imastargirl 

A regra é clara: Fora de casa é empate

A chance de conseguir a primeira vitória fora de casa era grande, afinal o jogo era contra o Joinville, que nas três primeiras partidas não conseguiu sequer um resultado a seu favor. Mesmo com a partida sendo fora de casa, o Tubarão se organizou e, antes da bola rolar, Tencatti anunciou que o time por ele comandado não entraria em campo para empatar ou sair derrotado. 

O início do primeiro tempo foi fraquíssimo, poucas jogadas trabalhadas ou tentativas de se chegar ao gol; destaque apenas para a finalização de Cléo Silva, que passou à direita do gol defendido por Marcelo Rangel. Em compensação, os 15 minutos finais desta etapa foram alucinantes. Aos 35 minutos, surge boa chance para o Londrina quando Rafael Gava finalizou com direção ao gol e a bola acertou o braço de Bruno Aguiar, em seguida ainda carimbou o travessão. Na sequência do lance, Keirrison dominou de costas para o gol adversário e foi agarrado pelo lateral do tricolor catarinense; o árbitro nada marcou e, no contra-ataque, Juninho recebeu sozinho dentro da área pra abrir o placar.

O lance do gol em si não teve irregularidade, mas a sequência de dois pênaltis para o Tuba, em que nenhum foi marcado, é para no mínimo ser questionado. Se no primeiro lance o zagueirão pulasse para tentar desviar com o braço junto ao corpo, nada deveria ser questionado, mas o atleta pula com os braço abertos mostrando no mínimo que ou não estava atento ao que fazia ou que estava mal intencionado, uma vez que todo defensor sabe dos riscos de saltar para desvio com os braços abertos; há de se questionar também a marcação do outro defensor que, sem nenhuma possibilidade de chegar a bola, agarrou o K99 e cometeu uma falta não assinalada pela arbitragem.

Se não bastaram os lances citados anteriormente para deixar o primeiro tempo com uma cara pelo menos diferentes dos 30 primeiros minutos, o Londrina ainda empatou com um belo cabeceio de Keirrison, este teve o faro de atacante e adiantou a marcação para desviar o cruzamento de Jô.

Foto: Divulgação/JEC
O segundo tempo começou tão fraco quanto o primeiro, as equipes pouco procuravam espaços para jogadas mais agudas e por consequência o nível de criação foi baixo, até os 14 minutos quando Diogo Roque deu uma pancada para Oliveira praticar bela defesa. Se os primeiros 20 foram pouco disputados e pouco ofensivos, destes mesmos minutos em diante o que se viu foi um Joinville tentando acelerar o jogo, pressionando saídas de bola e finalizando de fora da área, há de destacar a finalização de Paulinho Dias que obrigou o goleiro Alviceleste a sujar sua farda. Daqui em diante a pressão que a equipe da casa exerceu foi grande, tanto em jogadas de toque de bola quanto em jogadas de toque próximas à área Londrinense, quanto de finalizações de fora da área. O time de Claudio Tencatti se fechava e buscava o contra-ataque para fazer o seu gol e liquidar a partida, tentativas que até a marca dos 40 minutos surtiam pouco efeito, ainda tivemos chance de vencer com Rafael Gava que mesmo após driblar o goleiro ainda conseguiu acertar a bola no zagueiro e que um minuto depois ainda forçou Oliveira a defender um chute rasteiro que buscava o canto do goleirão.

Em mais uma partida, o sentimento foi de que a vitória esteve muito perto e jogamos a chance de conseguir 3 pontos fora de casa foi jogada fora, desta vez ou por vontade de se consagrar ou por desespero em querer matar a partida e não ter olhado para o lado, tendo a possibilidade de simplesmente passar a bola para um companheiro melhor colocado que com certeza mataria a partida. Há de se destacar o progresso que vem sendo conseguido pelo equipe desde o final do paranaense, o time saiu de uma derrota na estreia para 2 empates contra equipes recém rebaixadas da série A e uma vitória diante de um dos grandes do nordeste. Creio que este time das primeiras rodas mesmo mostrando sua evolução ainda tem muito a progredir e devido à sua estabilidade, pode chegar até mesmo próximo ao G4 no final da competição. Diferente da equipe do Joinville que vaiou o técnico Hemerson Maia durante vários momentos e ao final da partida direcionou alguns protestos à figura do professor, tais atitudes são explicadas pela campanha do tricolor catarinense que até agora não venceu no campeonato e está na 17ª colocação.

Foto: Salmo Duarte/ Agência RBS
Joinville (1) x (1) Londrina

Público total: 1995 torcedores
Renda: R$ 23.905,00

A equipe da casa comandada por Hemerson Maia veio a campo com Oliveira, Everton Silva, Bruno Aguiar, Victor Oliveira (Adriano) e Júnior; Naldo, Paulinho Dias, Juninho (Murilo) e Pereira (Diones); Fernando Viana e Cléo Silva.

Já o Tubarão, de Claudio Tencatti assim foi escalado: Marcelo Rangel, Igor Bosel, Sílvio, Matheus e Léo; Germano, Diogo Roque (Bidia), Zé Rafael (Leílson), Rafael Gava, Jô (Paulinho Moccelin) e Keirrison.

Na próxima rodada, o Joinville viaja a Juiz de Fora para enfrentar o Tupi, na terça feira às 21h30, e o Londrina faz um jogo cheio de rivalidade contra o único adversário paranaense deste campeonato, o Paraná, dentro de casa, também na terça às 19h15.

Vitor Guimarães || @VitorBatata3
Linha de Fundo || @SiteLF
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