A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

domingo, 31 de julho de 2016

Fogão vence o Palmeiras e deixa a zona de rebaixamento

Botafogo e Palmeiras enfrentaram-se na noite deste domingo (31), em jogo válido pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Tentando fugir da zona de rebaixamento, o Glorioso surpreendeu e venceu o Palmeiras por 3 a 1. Com a vitória, o Alvinegro, agora com 20 pontos, subiu para a 14ª posição e deixou o grupo dos quatro últimos. O Botafogo volta a jogar já na próxima quinta-feira (4), às 19h15, fora de casa, diante da Ponte Preta. 


Botafogo venceu e subiu na tabela (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)

O JOGO


O Botafogo começou com tudo e fez um primeiro tempo excelente, tanto que, no minuto inicial do jogo, o Alvinegro teve a chance de abrir o placar. Camilo tocou para Canales, que dentro da área passou por Thiago Santos, de bico, finalizar, a bola passou perto do gol. Era do Glorioso a posse de bola. Após muitas trocas de passe, o gol saiu quando Camilo recuperou a bola e tocou para Rodrigo Lindoso, que fez um lançamento espetacular para Neilton. O atacante ganhou disputa com Zé Roberto e bateu cruzado para abrir o placar na Arena. Botafogo 1 a 0. 

Aos 24 minutos, o Glorioso seguiu pressionando. Diogo Barbosa viu Camilo na área e tocou para o meia, que foi desarmado. Aos 26', o Palmeiras assustou pela primeira vez com Zé Roberto, que cruzou e Thiago Santos, de cabeça, marcou. A arbitragem, no entanto, marcou de forma correta o impedimento. Aos 34 minutos, Neilton avançou pela esquerda, driblou de uma só vez Jean e Edu Dracena e tocou na saída do goleiro Vagner para ampliar o placar. Golaço na Arena Botafogo. 

Neilton fez dois gols no jogo (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
O Palmeiras poderia ter diminuído com Erik, aos 40 minutos. O atacante chutou forte e Sidão fez boa defesa. No minuto seguinte, Leandro Pereira recebeu na direita e tentou surpreender o goleiro alvinegro, que com o pé evitou o gol. Aos 44', Roger Guedes arriscou de fora da área e Sidão espalmou, defesaça do goleiro botafoguense. Não houve tempo para mais nada, já que, aos 49', o primeiro tempo chegou ao fim. 

O Glorioso retornou com o mesmo time que encerrou a etapa inicial, porém, apostando no contra-ataque. O Palmeiras aproveitou que o Botafogo diminuiu a intensidade e foi em busca do gol. Aos 4 minutos, Zé Roberto cruzou e Erik, de cabeça, acertou o travessão. Aos 16', Ricardo Gomes foi a obrigado a fazer a primeira alteração no Glorioso. já que Rodrigo Lindoso sentiu e foi substituído por Dudu Cearense. Aos 20 minutos, Dudu chutou de longe e Sidão defendeu tranquilamente. Aos 28', Canales deu lugar ao jovem Vinícius Tanque. Após tanto pressionar, o Palmeiras conseguiu diminuir. Moisés chutou de fora da área e Sidão deu rebote, na sequência, Erik completou de primeira para estufar a rede. 2 a 1.

Aos 36 minutos, Camilo teve a chance de matar a partida. O meia apareceu entre os adversários e, com o pé esquerdo, finalizou, mas Vagner cresceu e salvou o Palmeiras. Aos 40 minutos, Vinícius Tanque sofreu pênalti após ser derrubado pelo goleiro palmeirense. Camilo bateu rasteiro no canto esquerdo e fez o terceiro do Alvinegro. Aos 47', Salgueiro entrou no jogo ao substituir Camilo e foi só. 3 a 1 para o Botafogo. Vitória maiúscula. 

OBSERVAÇÕES

É bom ter um lugar para chamar de seu. No caso, me refiro ao Luso Brasileiro, hoje chamado de Arena Botafogo, a casa do Alvinegro nessa temporada. Com o apoio da torcida, os bons resultados aparecem. Pouco mais de 8 mil torcedores compareceram à Arena, pressionaram o adversário e ajudaram o Glorioso a sair com a vitória. 

Neilton acabou com o Palmeiras hoje. Fez dois belos gols. No primeiro contou com lançamento espetacular de Rodrigo Lindoso. Já no segundo, construiu bela jogada individual e driblou dois em um único lance para marcar. É o artilheiro do time na temporada. 

Airton controla o meio-campo do Botafogo. É titular incontestável. Não à toa tem seu nome gritado pela torcida nos últimos jogos. 

O que preocupa é a preparação física do clube. Joel Carli, Pimpão, Sassá e Emerson Silva, todos estão entregues ao departamento médico. Rodrigo Lindoso passa a ser outra preocupação, pois saiu do jogo com suspeita de lesão. Ricardo Gomes fica com menos opções à disposição. Difícil...

Reprodução/ Twitter
FICHA DO JOGO
Botafogo 3
Sidão, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Santos, Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso (Dudu Cearense), Airton, Bruno Silva, Camilo (Salgueiro); Neilton, Canales (Vinícius Tanque). Técnico: Ricardo Gomes. 

Palmeiras 1 
Vagner, Jean, Edu Dracena (Thiago Martins), Vitor Hugo, Zé Roberto; Thiago Santos, Moisés, Cleiton Xavier (Rafael Marques); Roger Guedes (Dudu), Erik, Leandro Pereira. Técnico: Cuca. 

Estádio: Arena Botafogo (RJ). 
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC). 
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Carlos Berkenbrock (SC). 
Gols: Neilton (18' do 1º T), (34' do 1º T), Erik (32' do 2º T), Camilo (41' do 2º T). 
Cartões amarelos: Canales, Airton, Bruno Silva e Diogo Barbosa (Botafogo); Edu Dracena, Jean e Vitor Hugo (Palmeiras)
Público: 8.477. 
Renda: R$ 254.040,00. 

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 

Palmeiras perde Prass e se perde diante do Botafogo

O Palmeiras, que perdeu Fernando Prass lesionado na Seleção Olímpica, também se perdeu por completo no Rio de Janeiro diante do organizado Botafogo. A derrota custou também a liderança e mesmo a segundo colocação, assumidas por Corinthians e Santos respectivamente. Mais do que a derrota, preocupa mesmo mais uma péssima atuação.

Com um primeiro tempo que possivelmente foi o pior tempo apresentado no Campeonato Brasileiro, o Verdão não pode reclamar dos dois gols sofridos em jogadas que a defesa parecia de casados e solteiros no churrasco. No primeiro, Zé Roberto nem conseguiu incomodar Neílton. No segundo, o atacante botafoguense deu um corte e passou com muita facilidade.

(Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras)
Entre os dois gols, Sidão praticamente não pegou na bola. Insistindo em lançamentos diretos, o Verdão parecia tentar reviver o estilo que fracassou em 2015. Pagou por isso. A rigor, a única boa jogada foi com Erik, um chute que ficou nas mãos do goleiro alvinegro.

A grande questão era no meio-campo, setor dominado pelos botafoguenses. Sentindo muita falta de Tchê Tchê, suspenso, e Cleiton Xavier, em campo apenas para compor número, faltava controle do setor mais importante do jogo. As substituições no intervalo não corrigiram esse defeito, mas o Verdão voltou melhor e até ensaiou uma ligeira pressão.

Aos poucos, contudo, parecia que não surtiria grande efeito. O gol de Erik premiou mais a vontade do atacante, único que realmente tentou algo de diferente no jogo, do que uma organização coletiva. Muito pouco para quem desejava manter a liderença, mas suficiente para criar uma esperança de empatar a partida, mesmo jogando mal. A esperança, porém, durou pouco. Mais precisamente até Vagner cometer pênalti infantil e Camilo matar a partida, marcando o terceiro de uma justa vitória botafoguense.

O DESTAQUE: Muito mais pela vontade do que por qualquer grande jogada, Erik acabou premiado com o único gol palmeirense do jogo. Foi o único a tentar algo diferente para mudar um jogo em que nada deu certo.

BOLA MURCHA: Mais uma vez principal responsável pela armação alviverde, Cleiton Xavier foi extremamente apático e não conseguiu organizar os ataques palmeirenses. Sidão foi praticamente um espectador na partida. Segue devendo bastante no ano.

Desempolgou

PARANÁ 1 x 1 Ceará

Irregularidade é a palavra que define o Paraná Clube. Fomos todos iludidos quando ganhamos três rodadas seguidas e nos aproximamos do G4. Começamos a fazer contas, parecia tudo caminhar para o melhor, mas a coisa desandou. Em uma sequência relativamente tranquila com três jogos em casa e dois fora, que era para somarmos no mínimo 10 pontos, conseguimos somente três até agora. Os três empates em casa e a derrota inexplicável em Criciúma vão frustrando o sonho Paranista. Resta agora vencermos o vice-lanterna Tupi fora de casa para, pelo menos, fecharmos o turno com uma vitória.

(Foto: Geraldo Bubniak)
A partida contra o Ceará não foi das piores apresentações Tricolores, já que o time se portava bem e tentava criar as chances, mas viu o Ceará abrir o placar com Willian Henrique. A equipe não se abateu e passou a atacar ainda mais. Na primeira tentativa, Robson exigiu boa defesa de Everson. Na segunda, ele bateu e meio sem querer conseguiu mandar para o fundo da rede e empatar o confronto.

O empate deu ainda mais moral para o time Paranista, que pressionou bastante até o fim da primeira etapa. Robson fez boa jogada na direita e serviu Lucio Flavio, porém, como de costume, ele perdeu. Murilo também teve boa chance, semelhante a de Lucio, mas chutou em cima do goleiro.

Na segunda etapa, foi mais do mesmo visto contra Avaí e Paysandu, um time não querendo jogar e outro pressionando, mas não conseguindo criar. Lucio Flavio conseguiu perdeu outra boa chance e Tavares parou na marcação. Mas o lance capital do jogo aconteceu em cobrança de escanteio, quando Jean tocou de cabeça para o gol e o árbitro marcou o famoso "perigo de gol", anulando o tento. No lance, o juiz marcou falta no choque do goleiro Everson com Leandro Silva, que tentava o cabeio, aí eu respondo: não quer contato, fica no gol. É ridícula essa regra do goleiro intocável na grande área, não quer contato vai jogar golfe.
 
Cadê a falta? (Foto: Geraldo Bubniak)
Lucio Flavio foi alcançado por Robson na artilharia do ano, com 12 gols, e eu pergunto: porque renovaram com esse cara? Não disse a que veio até hoje e ainda teve seu contrato renovado até o final do ano que vem. Murilo Rangel é outro que perdeu o encanto e está muito mal. Por outro lado, o mesmo Robson subiu para a 4ª posição na artilharia da competição, com 8 gols, empatado com Bill.

O empate em 1x1 deixou o Tricolor a 6 pontos do 3º e do 4º colocados (a gente faz força para entra no G4). Na terça-feira, a equipe entra em campo em Juiz de Fora para enfrentar o Tupi. Alisson e Murilo tomaram o terceiro amarelo e não jogam. Leonardo e Marcelinho (ou Valber) devem ser os substitutos. Fernando Karanga só deve estar regularizado depois da pausa da competição, portanto, também não enfrenta a equipe mineira.

Fellipe Soares || @_FellipeS
#PRaCima

Tudo azul: CSA vence Parnahyba novamente e segue vivo na Série D

Azul, cor que tem significado relacionado a tranquilidade ou até mesmo serenidade. Porém, o azul teve significado muito diferente e dominante na tarde deste domigo (31) em Maceió, no Estádio Rei Pelé.

No gramado, CSA e Parnahyba lutavam por uma vaga nas oitavas de final da Série D. O Azulão do Mutange tinha a vantagem, já que havia vencido a equipe rival atuando fora de casa pelo placar de 2x1. Curisosamente, ambas as equipes tem a cor azul como predominante e quis o destino que um certo atacante com nome peculiar, que estava no banco de reservas, desse números finais ao duelo.

O JOGO:


(Créditos:Pei Fon/Portal TNH1)
1° TEMPO

A partida começou e o CSA foi logo mostrando quem mandava no Rei Pelé. Aos 8 minutos, em cobrança de falta de Rafinha, o goleiro Fábio, do Parnahyba, saiu muito mal e o atacante Obina cabeceou livre para abrir o placar do jogo. 
Com o gol sofrido, o time visitante partiu com tudo ao ataque e, aos 13', chegou com perigo com o atacante Ricardo Oliveira, que obrigou Jeferson a fazer excelente defesa, assustando o torcedor azulino.

Após o gol, o ritmo do CSA caiu dentro de campo. Com a vantagem no placar e a vaga praticamente garantida, já que no agregado o placar estava 3x1, o time pareceu ter se acomodado e não fez muito até o fim da pimeira etapa.

2° TEMPO

E foi a partir do banco de reservas do CSA que as coisas começaram a mudar. Insatisfeito com a atuação de Katê, o técnico Oliveira Canindé promoveu a entrada de Azul. Sim, o nome do atacante azulino é Azul, conhecidência ou não, o atacante foi para a partida.

Na segunda etapa, o CSA voltou decidido a liquidar a partida. Além da entrada de Azul no intevalo, Oliveira Canindé mexeu mais uma vez na equipe e, aos 11 minutos, tirou Washington para a entrada de Didira, que havia voltado a pouco tempo ao clube e foi para o jogo na etapa final.

O INIESTA NORDESTINO ESTÁ DE VOLTA


(Créditos:Pei Fon/Portal TNH1)
Sim, torcedor azulino, ele voltou e com fome de gol. Em seu primeiro lance na partida, aos 13 minutos, Didira de fora da área não quis saber da distância e soltou a bomba, a bola quicou antes de chegar ao alcance do goleiro Fábio e estufou as redes do Parnahyba, festa da Nação Azulina.

O jogador ainda queria mais. Aos 22 minutos, o camisa 19 aproveitou rebote da defesa e finalizou com perigo. Na sequência, Bismarck achou Azul em boa condição e o atacante tocou por cobertura na saída de Fábio, mas Thiago Granja conseguiu tirar quase que em cima da linha.

AZUL

Aos 32 minutos, Rafinha conseguiu achar espaço pelo meio e chutou de muito longe, o goleiro Fábio mais uma vez não foi bem e não conseguiu segurar a bola, que sobrou livre para Azul dominar, tirar do goleiro com a perna direita e balançar as redes com o pé esquerdo.

Fim de papo no Rei Pelé e vaga mais do que garantida e comemorada pelo CSA. Com 3x0 no placar e 5x1 no agregado, o Azulão do Mutange desbancou o Parnahyba, que deu adeus a competição. Agora mais um desafio vem pela frente, já que o time irá jogar contra o Altos do Piauí pelas oitavas de final da Série D.

FORÇA AZULÃO!

Lucas André || @luc4s_andre
Linha de Fundo || @SiteLF

Flu passeia sobre a Ponte

Fluminense FC 31.07.2016

Depois de uma vitória por 3-0 sobre um adversário qualificado, mesmo sendo treinado por Eduardo Baptista, é difícil não dar uma empolgada. Ainda mais quando se vê que um jogador acabando de voltar de lesão e um recém-contratado são os destaques da partida. O estádio cheio e um time reforçado são fatores que certamente levam aos três pontos.

O jogo começou bem morno, com os dois times se estudando. O Flu se mostrava pouco eficiente nas jogadas pelos flancos, principalmente o esquerdo. William Matheus e Samuel são extremamente limitados e não conseguem adicionar nada à equipe. Do outro lado, Scarpa até tentava, mas Wellington Silva teve uma atuação ruim. O jeito era apelar às bolas paradas. Aos 19 minutos, Gustavo Scarpa cruzou na área e Cícero, impedido, abriu o placar. Em vez do time se encher de confiança e ir para cima, o Fluminense deixou a Ponte Preta começar a tomar conta do jogo e passamos por alguns sustos.

Fluminense FC 31.07.2016
Cícero não perdoou e deixou sua marca duas vezes
Foto: Mailson Santana/ Divulgação FFC
Veio o segundo tempo e Levir Culpi fez a alteração óbvia, que espero que seja feita em definitivo para o próximo jogo, colocando Wellington no lugar de Samuel. É impressionante como que o ex-Wellington Silva está jogando bem. Ele vai para cima da marcação, coisa que faltava no nosso time. Logo fizemos uma boa trama pela esquerda e Scarpa cruzou de novo para Cícero marcar. Com o 2-0, Levir teve maior tranquilidade e promoveu a estreia de Danilinho no lugar de um sumido Henrique Dourado. A zaga da Macaca ficou sem referência e os baixinhos do time puderam se movimentar bastante. Em uma dessas, Marcos Junior deu um belo passe para Scarpa, que tentou driblar o goleiro com um tapa muito forte, sorte dele que sobrou para Wellington pegar de primeira, encobrindo João Carlos. Belíssima pintura.

Agora teremos o Internacional pela frente. O time gaúcho está em queda livre e é uma boa pegá-lo nessa situação. Teremos a semana inteira para treinar e espero que os outros reforços fiquem em condição de começar a participar dos jogos. Não criamos muitas chances, mas aproveitamos. Vamos ver se dá para pensar em algo a mais ou se só foi mais um confronto atípico.

Fluminense FC 31.07.2016
Parabéns à torcida que lotou o estádio e empurrou o time para a vitória
Foto: Mailson Santana/ Divulgação FFC
Saudações Tricolores
Matheus Garzon

Sem caô, Flamengo busca o simples para seguir na luta pelo G4

Fotos: Giuliano Gomes / PR Press
 Não foi uma vitória fácil. Apesar dos dois gols marcados, o Flamengo precisou driblar os próprios problemas e conseguiu, com apenas cinco finalizações durante dos 90 minutos, acabar com o frágil Coritiba fora de casa. Assim como no jogo diante do América-MG, o rubro-negro apresentou dificuldades que precisam ser corrigidas, mas que, diferente do que acontecia em outros momentos, têm soluções no próprio elenco.

O Flamengo teve três ausências além de Rodinei, Ederson e Emerson Sheik, que seguem fora por lesão. Jorge sentiu dores ainda no aquecimento no último jogo e ficou fora novamente; Réver, que tem atuado bastante desde que chegou, foi poupado e deu lugar a Rafael Vaz; Héctor Canteros foi emprestado durante a semana e não fará mais parte do elenco.

Logo quando a escalação foi divulgada, observamos alguns pontos importantes no banco. Prontos para jogar, Leandro Damião e Alejandro Donatti apareceram entre os suplentes pela primeira vez. Fernandinho, desastroso contra o América e em quase todas as chances que teve, voltou para a reserva e deu lugar a Everton. Marcelo Cirino, que sentiu as costas semana passada, estava relacionado novamente.

Em tarde muito inspirada de Rafael Vaz e com movimentação grande de Guerrero, o Flamengo sofreu para conseguir criar chances contra o Coritiba. Além de ter um meio-campo oscilando muito, as laterais sofreram bastante, principalmente o lado de Chiquinho, e também não foram eficientes. Enquanto o ataque não conseguia nada e a defesa se colocava em situações ruins, o Mais Querido viu um adversário com muitos problemas e que não soube aproveitar as falhas para marcar.

Após um primeiro tempo bem fraco, a etapa final melhorou bastante e o Flamengo começou a mostrar que não sairia de Curitiba sem sua quarta vitória em quatro jogos no Couto Pereira. Aos 6 minutos, Mancuello deu um passe espetacular para Guerrero, que esperou o tempo certo e mandou direto para o fundo da rede, colocando 1 a 0 no placar.

Fotos: Giuliano Gomes / PR Press
Precisamos falar sobre Paolo Guerrero. O peruano vivia um momento extremamente ruim, em uma má fase que fez muita gente questionar se o investimento havia sido a maior burrada da atual gestão rubro-negra. Porém, entre a decepção e o fim do caô surgiu uma Copa América Centenário. Guerrero voltou com outro espírito, uma leveza de dar inveja e uma vontade de provar seu valor que há muito a torcida esperava. Desde seu retorno, foram seis jogos, quatro gols e duas assistências, chutando o velho caô para bem longe.

Depois de sofrer o gol, o Coritiba se lançou inteiro para o ataque e o Flamengo começou a precisar muito de Rafael Vaz. Foi então que o capitão Juan sentiu dores na panturrilha e foi substituído pelo estreante Donatti, que fez uma partida consistente e deu mais segurança na zaga. Atualmente, o rubro-negro tem quatro zagueiros fortes e eficientes, o que dá a Zé Ricardo diversas opções muito boas e que podem mudar de acordo com o adversário.

Foi do banco de reservas que saiu o gol da vitória. Marcelo Cirino, aos 17 minutos, e Cuéllar, aos 37', entraram para mudar a característica da equipe e, já nos minutos finais da partida, colocaram o 2 a 0 no placar. O camisa 26 deu um passe incrível e deixou o criticado Cirino na cara do goleiro, ele não desperdiçou e mandou direto para o fundo da rede.

Depois de muitos jogos tentando fazer o mais difícil, o Flamengo finalmente escolheu se segurar no simples. Mesmo sem jogar um futebol de encher os olhos, o rubro-negro tem conseguido conquistar pontos e se manter na briga pelo G4, que é o principal objetivo por enquanto. É evidente que atualmente temos um elenco forte e que ainda não tem todas as peças disponíveis, mas que em breve estará completo e pode trazer ao torcedor esperança por algo a mais nessa temporada. Basta seguir no caminho simples e eficiente.

Quarta-feira (3), o Flamengo terá um grande desafio pela frente. Voltando a Arena Pantanal, o Mais Querido enfrenta o Santos, adversário direto pela vaga no G4. Atualmente, o rubro-negro soma 30 pontos, está na quinta posição e na cola dos quatro primeiros colocados.

Mariana Sá || @marigarboggini 

Um empate com gosto de vitória

Na noite deste sábado (30), o Vila foi até a Curuzu enfrentar o Paysandu, ambas as equipes estão na parte de baixo da tabela. O Papão chegou a abrir uma vantagem de 2 a 0 no primeiro tempo, mas ao iniciar a segunda etapa, o Tigre voltou com outra postura e foi atrás do resultado. Em noite iluminada dos atacantes Tiago Luís e Moisés, com dois gols cada, a partida ficou igual, 2 a 2. Moisés ainda teve chances de fazer o hat-trick e liquidar a partida para o Vila Nova. Os goleiros Saulo e Emerson tiveram bastante trabalho.




Saindo atrás do placar e com um primeiro tempo horrível, o Vila Nova novamente dormiu no ponto. Com chances reais de levar os três pontos da partida, o time não soube aproveitar e o empate ficou de bom tamanho. Esse ponto veio em boa hora, já que as equipes do Z-4 encostaram no Tigre. Ao vencer o Bahia, o Bragantino foi a 20 pontos e se aproximou do Vila, que estava com 21. O pensamento do time era somente um: vencer ou vencer.

Porém, o Vila entrou desatento e levou dois gols com falhas da zaga, essa que é como uma mãe para os adversários. Há jogos a equipe vem tomando gols bestas que não poderia levar. Enfim, acontece. Agora é se recompor, já que o time terá apenas um dia para descansar para a próxima partida. Vamos fechar o turno diante do Joinville no OBA e, se o Vila Nova quiser se distanciar da zona de degola, será preciso vencer o clube de Santa Catarina. O JEC ocupa a 18° lugar na tabela de classificação, mesma pontuação que Goiás, na 16° colocação, e Tupi.



O Vila Nova foi claramente prejudicado pela arbitragem, já que, em um lance que o goleiro Emerson derrubou Feijão na entrada da área, o juiz além de marcar simulação ainda amarelou o lateral do Tigrão. Nesse ponto agradeço, pois o jogador não vem se destacando no time e isso prejudica a defesa colorada. Assim como o lateral, Jean Carlos, Magno Silva e Victor Bolt serão desfalques do Tigre para o fechamento do primeiro turno.

Bolt voltou de suspensão contra o Paysandu, mas voltará a cumprir punição. Não dá para entender, Victor Bolt é bom jogador, porém, precisa colocar a cabeça no lugar e tomar cuidado com os cartões. O Vila Nova vai precisar dele. O empate ficou de bom grado e Moisés voltou a ser decisivo para a equipe, assim como foi em 2015. Ele voltou desacreditado por boa parte da torcida após ficar um tempinho sem jogar, ninguém iria imaginar que chegaria jogando desta forma. Em dois jogos, o "Profeta" marcou três gols. 

Com 22 pontos conquistados, o Vila recebe o Joinville, em Goiânia, na próxima terça-feira (2) às 19h15, no Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA). Após essa partida, o Tigre só volta a jogar em casa depois de 25 dias, quando recebe a equipe do Náutico. O Vila Nova, que completou na última sexta-feira (29) 73 anos, espera o apoio dos torcedores para esta partida.


"Juntos somos fortes"

É vencer ou vencer no Santa Cruz


Depois de duas mudanças e indefinição sobre o horário, o Botafogo-SP já sabe quando jogará frente ao Ypiranga-RS. Será neste domingo (31), às 19h, no Estádio Santa Cruz, por solicitação da TV Brasil, emissora responsável por transmitir a partida. O jogo é de total importância para a equipe tricolor de Ribeirão Preto, que está há quatro partidas sem vencer e há dois jogos sem fazer gol.

Após um empate sem graça fora de casa contra o Mogi Mirim, o tricolor voltou a trabalhar na terça-feira (26) treinando em dois períodos no Santa Cruz. Uma das maiores preocupações do treinador Marcio Fernandes é em relação a carência gols e aos jogadores de frente. Homens de confiança do treinador, Danilo Bueno e Alemão, que contribuíram e muito para os 18 gols do Botafogo na competição, não estão mais no clube. O primeiro, um dos destaques no meio campo, foi vendido para o futebol do Chipre na semana passada. Já Alemão brigou com torcedores ao sair substituído no jogo contra o Macaé e a diretoria afastou o jogador por seu comportamento grosseiro.

O Botafogo-SP contará ainda com desfalques na sua zaga titular. Caio Ruan, com lesão muscular na coxa, é desfalque certo; já o outro titular, Mirita, está em fase final de recuperação e também deve ser ausência. A zaga deve ser novamente formada pelos garotos Filipe e Matheus Mancini, que na última partida contra o Mogi Mirim deixaram uma boa impressão para a torcida e para o treinador Márcio Fernandes. Os outros contundidos são os meias Vitinho e Baratella, esses já há mais tempo no departamento médico.

DESFALQUE INEXPERADO
Um problema que surgiu para o treinador Márcio Fernandes nos últimos dias, mais precisamente na quinta-feira, foi a venda do lateral direito Samuel Santos para o futebol europeu.

O jogador vinha sendo um dos
destaques do time na Série C
O lateral que se destacou na campanha do tricolor de Ribeirão durante a Série D de 2015 e vinha fazendo boa Série C esse ano. Ele foi vendido para o Marítimo, time da primeira divisão do futebol de Portugal. Samuel é o terceiro titular que foi negociado com o futebol europeu nessa semana. Além dele, o Botafogo já tinha perdido Danilo Bueno para o Chipre e Alemão para o futebol russo. Será a primeira passagem de Samuel pela Europa.

FICHA TÉCNICA.
Botafogo – Neneca; Daniel Borges, Filipe, M.Mancini e Pituca; Rodrigo Thiesen, Derli, Zotti e Serginho; Isac e Diogo Campos. Técnico: Márcio Fernandes.

Ypiranga-RSCarlão; Márcio, Negretti, Carlos Fárias e Laerte; Daniel, Marcelo Labarthe, Sander e Danilinho; Tulio Renan e João Paulo. Técnico: Leocir Dall’Astra.

Arbitragem de: José Woshington Da Silva(PE). Assistentes: Ramires Santos Candido(ES) e Rafael Bastos Cardoso (PA)

Transmissão: TV Brasil

Ceará empata em partida bastante disputada

O Ceará enfrentou o Paraná fora de casa pela penúltima rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro da Série B. O resultado foi bom, mesmo com a vitória do líder Vasco, que impediu o Vozão de alcançá-lo nessa primeira parte do Brasileirão. Porém, vale lembrar que o objetivo principal da equipe alvinegra é o acesso e os 7 pontos de vantagem para o quinto colocado nessa atual rodada são de extrema importância.


William Henrique foi o destaque da partida e se emocionou após o gol marcado. (Foto: Divulgação/ Paraná Clube)
Os torcedores alvinegros, que estavam acostumados a reclamar dos jogos do time fora de casa, estão surpresos positivamente com as últimas duas atuações. O time se impôs jogando longe de seus domínios e isso era o que se esperava da equipe. Esse é um ponto importante para o técnico Sérgio Soares, que deixa bem claro para os outros clubes que o Ceará está ai, vai brigar pelo acesso e, quem sabe, pelo título da Série B até o fim.

O Ceará, então, foi à partida com alguns desfalques e sem alguns jogadores poupados pela sequência de jogos. Bill, com lesão de grau dois, deve voltar a atuar apenas depois das Olimpíadas; Eduardo foi poupado e é preocupação para a equipe alvinegra desde já, pois Tiago Cametá é o reserva e a torcida não tem qualquer confiança nesse jogador. Depois dessa partida, também ficou claro que Cametá não parece querer muita coisa, já que, quando descia para o campo de ataque adversário, voltava andando, como se o time não precisasse dele para compor a defesa.

Toda a equipe foi destaque, todos fizeram o que tinha de ser feito, menos Tiago Cametá, que pelo menos não nos prejudicou igual sua última partida em que foi titular. O principal nome foi William Henrique, que precisava mostrar serviço e mostrou, marcou um golaço e estava se esforçando em campo, excelente jogo. O confronto poderia ter terminado com resultado favorável a equipe alvinegra, mas empate está de bom tamanho e a vice-liderança do primeiro turno já está garantida.

Na próxima rodada, o Ceará vai enfrentar a equipe do Vasco, às 21h30, na Arena Castelão. Até o momento já foram vendidos mais de 20 mil ingressos e torcida irá comparecer em peso, mesmo com o jogo sendo em um horário surreal para uma terça-feira.

Elétrico, Galo vence e convence

Alô amigo atleticano, leitor, sócio-torcedor do Linha de Fundo, como diria Tony Garrido, por muito tempo vocalista do Cidade Negra: “todo mundo espera alguma coisa, de um sábado à noite, sábado à noite tudo pode mudar”.  E certamente para nós atleticanos, nesse sábado a noite tudo mudou contra o valente Santinha, voltamos de fato a observar uma atuação convincente. Sim o Galo Doido voltou, e como voltou.

Fonte: Portal Superesportes.
Marcelo Oliveira lançou o time em uma formação diferente da habitual, em um típico 4-4-2, mais tradicional impossível com Victor, Carlos Cesar (Patric, que foi bem demais na sua posição de origem), Leonardo Silva, Erazo, Fábio Santos compondo a linha defensiva.

Na volância, Rafael Carioca e Donizete alinhados ao centro: com o primeiro mais à esquerda, e o segundo mais à direita. Ambos eram responsáveis pela construção de jogadas, cada um ao seu estilo. Se Carioca com sua elegância habitual cadenciava a saída de bola pela esquerda, juntamente dos experientes Fabio Santos e Robinho, Donizete de maneira muito inteligente imprimia ritmo, com uma saída muito rápida pela direita com os explosivos Carlos Cesar (depois mais ainda com Patric) e Maicossuel.

Conforme já adiantei na descrição do posicionamento dos volantes, Robinho e Maicossuel eram os extremos dessa linha de quatro. O Rei das Pedaladas (como pedalou) ora flutuava da esquerda para o meio, como um legítimo armador, ora se infiltrava no ataque formando um trio virato com Pratto e Fred. Já Maicossuel compunha mais o meio campo, e era certamente a principal válvula de escape dos atleticanos. O camisa 70 imprime um tipo de jogo com muita aceleração, muita velocidade, e muita intensidade: dribles curtos, arranque e busca pelo 1-2. Esse tipo de percepção de jogo é fundamental, pois Maicossuel tem o poder de com um, dois dribles desmontar um sistema defensivo, fato que ocorreu várias vezes.  

Em um sistema de marcação individual, o drible tem o poder de provocar um efeito dominó nas perseguições adversárias, visto que o encaixe de marcação é quebrado, enquanto na marcação por zona, um drible bem executado é capaz de abrir clareiras, espaços para penetração e para infiltrações.
Mapa de Calor  do Maicossuel. Fonte: Footstats.
Ainda sobre o “Mago”, sua importância ao time é fundamental, em 2014 e em 2015, longe dos holofotes de Tardelli, Pratto, Luan, Guilherme e Giovanni Augusto, o ponta era fundamental para Levir Culpi justamente pelo fato dele ter essa capacidade de retenção e ser o cara a quebrar uma defesa bem montada. Em 2014, nos dois 4-1 contra Flamengo e Corinthians, as jogadas de gols nascem de dribles de Maicossuel, deixando um Guilherme livre, um Luan livre, um Tardelli livre. Enquanto em 2015 com Maicossuel no primeiro turno o time de Levir Culpi sobrava no brasileirão, com ele na engrenagem o Atlético foi o melhor time do Brasil, e sua volta mesmo ainda sem o ritmo ideal está sendo fundamental.  

E finalmente na frente, atuando de fato como uma dupla Fred e Pratto. Fred mais posicionado dentro da área, executando o pivô, jogando de costas para o Gol, e Pratto com mais liberdade de flutuação arrastando consigo um volante, um zagueiro adversário, com a liberdade para aproveitar seu potente chute, chegando sempre de frente para o gol.

O jogo começou como se esperava, pressão alvinegra e como se esperava uma tendência a jogadas pelas laterais, seja com a bola rolando mas principalmente na bateria aérea nas bolas paradas (Leo Silva, Erazo, Fred e Pratto – Força Aérea digna de Top Gun, Ases Indomáveis), logo no primeiro minuto de jogo Maicossuel encontrou Erazo livre, que cabeceou por cima da meta, aos quatro minutos em escanteio pela esquerda Fabio Santos centrou a bola no primeiro pau, Robinho desviou e encontrou Maicossuel livre do outro lado, outra chance desperdiçada.

Passados os 10 primeiros minutos de intensa pressão, o Santa Cruz com seus quatro volantes de maneira muito inteligente, com pressão variada e com boa troca de passes conseguiu controlar o ímpeto alvinegro. Milton Mendes, excelente treinador, explorou a deficiência desse esquema. Com Robinho, Fred e Pratto em campo, por mais que os três se esforcem na composição defensiva, não há agressividade na marcação, ou seja, quando o Santa se desvencilhou da pressão inicial, teve controle da bola, trocou muitos passes, sempre saia jogando, contudo como dessa vez o posicionamento defensivo estava bem desenhado, tal posse era infrutífera, tanto que os perigosos Keno e Grafite, não receberam bolas em condição de finalização, principalmente.

Entretanto, como mais uma das ironias pregadas pelo destino ou simplesmente pelo Futebol, aos 22 minutos do primeiro tempo, a qualidade do Santa na saída de bola foi seu próprio veneno, pois se Robinho, Fred ou Pratto não tem a explosão necessária para incomodar, Maicossuel tem. Zagueiro com a bola, andando calmamente pelo lado esquerdo da defesa do time de Recife, Fred fecha a opção de passe, Maicossuel dá o bote certeiro, acelera com suas passadas largas, rapidíssimas, encontra Robinho que com um toque e muita clarividência assiste a Fred, que cara a cara com o bom Tiago Cardozo, para nas mãos do goleiro porém no rebote Robinho com raiva estufa as redes do time de recife, nem se tivessem três goleiros a bola seria parada. Galo 1 x 0 Santa.

Pressão na bola, ataque ao espaço. Ação defensiva de Maicossuel, Clarividência de Robinho ao achar Fred 
É claro que o time de Marcelo Oliveira não faz questão nenhuma de ter a bola em seus pés, mas ao mesmo tempo consegue através da inteligência de seus jogadores ser incisivo em estocadas rapidíssimas, com 3,4,5 toques na bola apenas. Para ilustrar, em certo momento do jogo, especificamente aos 30 do primeiro tempo o Santa chegou a ter 63% de posse, o que é muita coisa, mas até aquele momento o Atlético teve três chances claras e controle do espaço. O Galo de Marcelo, não tem nada a ver com o time pragmático de Aguirre, e o time plástico de Levir, a cada jogo que se passa, esse Galo das 7 vitórias em 9 jogos, me traz lembranças do time de Cuca, que da mesma forma não fazia questão nenhuma de ter a bola, mas acabava por controlar o jogo através de uma pressão incrível no espaço. Um exemplo claro foi aos 35 min do primeiro tempo, nova saída errada do Santa, Donizete rouba a pelota, passa ao centro para Fred, cercado por quatro jogadores, consegue com um toque descobrir Patric que com sua explosão tem toda uma Afonso Pena para atacar.

Novamente ataque ao espaço. Fred é atacado diretamente por três jogadores, comum quarto fazendo a cobertura e mesmo assim acha Patric em velocidade com todo um corredor
O segundo tempo começa e o Atlético apresentava maior tranquilidade para trocar passes, com a vantagem do placar não acelerava tanto o jogo, e aos poucos foi equilibrando a estatística de posse de bola, controlando todas as ações, ocupando o campo ofensivo sempre com 9 , 10 jogadores abafando o Santa que encurralado não fazia muita coisa. O segundo tempo do Atlético foi exemplar muito nesse sentido, se na primeira etapa o Santa tinha a bola, na segunda nem isso. A imagem abaixo comprova de maneira definitiva a supremacia territorial do time de Marcelo Oliveira, dois laterais projetados dando amplitude ao time, armação com os volantes, Fred e Pratto fora da área, duas paredes auxiliando na posse pelo centro enquanto Robinho e Maicossuel se esgueiravam entre os zagueiros adversários atacando os espaços em suas costas que eventualmente apareceriam.

Ocupação de Espaço e Amplitude. 9 jogadores encurralam todo time do Santa. Apenas Erazo não aparece na tela.
Tanto que aos 22 minutos da segunda etapa, em uma jogada lindíssima foi desenhado o gol mais bonito dessa edição do Brasileirão. Robinho, Fred, Robinho, Patric, Fred. Sete toques na bola, pura magia, triangulação de manual, lance de vídeo-game. Um Tik-Taka que deixaria Pep Guardiola orgulhoso.  Galo 2x0 Santa.

Sequência do Segundo Gol. Pintura.

Com o resultado na mão, aos 24 minutos Marcelo sacou Pratto para dar mais ritmo de jogo ao Menino Maluquinho Luan, ao mesmo tempo dar mais solidez à defesa, visto que Luan compõe com maestria o lado direito da defesa alvinegra, e ao mesmo tempo da vitalidade ao ataque, velocidade, fato que àquela altura do jogo era o que importava, ter os contra-ataques, visto que Milton Mendes já havia partido para o tudo ou nada sacando dois volantes para a entrada de dois meias. 

E tal proposta, como num passe de mágica se concretizou instantaneamente. Patric rouba a bola, encontra Robinho que com muita habilidade achou Luan com o calcanhar, o maluquinho devolveu a Patric que se esgueirava pelo meio, que de primeira encontrou esticou para Robinho. Com espaço no 1x1 Robinho apresentou à cobra coral seu cartão de visitas mais marcante, as famosas pedaladas. Em um lance parecido ao que o apresentou para o mundo, as oito pedaladas em Rogério, no distante ano de 2002, Robinho dançou em cima do zagueiro, quatro passadas de pé por cima da bola, rolinho, por debaixo da saia do marcador, a bola escapou um pouco, mas o Deus da Raça, Patrimônio eterno do Galo, nosso menino maluquinho, acreditou, e empurrou a pepita para o fundo do Gol. Nosso guerreiro mais valioso apontou para o joelho operado, bateu a mão no peito, gritou aqui é galo, chorou por alguns segundos. Galo 3x0 Santa aos 26 do segundo tempo, fatura liquidada.

Fonte: Portal Superesportes
O jogo de hoje mais do que nunca demonstrou um Atlético como todos gostamos de assistir, um time elétrico, ligado no 220, agredindo o adversário o tempo inteiro, sem parar no embalo da torcida, no pulso do Horto.

Fonte: Globo.com

Os comandados de Marcelo Oliveira ao longo da peleja conseguiram depurar os erros iniciais, controlaram a partida brilhantemente, e com uma vitória contundente mandaram um recado ao Brasil: O Galo Doido voltou, agora elétrico, em chamas! Estamos vivos, mais do que vivos na briga pelo Título Brasileiro. Que venha o Morumbi, que venha o São Paulo.

#AquiéGalo

Por: @Mhfernandes89 

Arsenal vence as estrelas da MLS

Na noite da última quinta-feira (28), foi realizado o jogo das estrelas da MLS. Todo ano, a liga norte-americana convida um clube para um amistoso diante de uma seleção formada pelos seus principais jogadores. Dessa vez, os All-Stars, que contaram com Pirlo, Kaká, David Villa e Drogba, enfrentaram o Arsenal.

Akpom fez o gol da vitória do Arsenal. Foto: Today Sports
Arsène Wenger, técnico dos Gunners, aproveitou o confronto amistoso para dar minutos a alguns jovens do elenco e promover algumas estreias. Rob Holding, recém-contratado junto ao Bolton, começou entre os titulares formando a defesa ao lado de Bielik. Uma linha de frente formada por Oxlade-Chamberlain, Wilshere, Campbell e Walcott prometia muita velocidade.

Logo aos 12 minutos, Joel Campbell sofreu falta dentro da área e o árbitro assinalou o pênalti. O próprio costa-riquenho converteu bem a cobrança e abriu o placar para os londrinos. No time da MLS, sobrava qualidade, porém faltava condicionamento físico e as consagradas estrelas do futebol sofreram com a velocidade dos Gunners. Mas, ao final do primeiro tempo, a insistência venceu a velocidade. Drogba teve que finalizar três vezes para finalmente superar Cech e empatar o confronto.

Na volta para a etapa complementar, os técnicos modificaram bastante suas equipes. Wenger promoveu a estreia de Granit Xhaka com a camisa do Arsenal, o volante foi contratado antes mesmo da Eurocopa junto ao Mönchengladbach. Zelalem, Willock, Iwobi e Reine-Adelaide, jovens promessas dos Gunners, também tiveram seus minutos em campo.

O confronto previa uma disputa de pênaltis caso o resultado fosse de igualdade. E quando parecia que as cobranças penais estavam definidas, aos 42 minutos, Chuba Akpom, outro jovem promissor do Arsenal, apareceu para fazer o segundo gol dos londrinos e dar números finais a partida.

Dando continuidade na preparação para a temporada, a delegação do Arsenal segue em solo norte-americano. No domingo (31/07), enfrenta o Chivas Guadalajara, do México, no Estádio StubHub Center, em Los Angeles. Após a rápida turnê pelos Estados Unidos, os Gunners viajam até a Escandinávia, onde enfrenta o Vikingur, dia 05/08, em Stavanger, na Noruega, e o Manchester City, dia 07/08, em Gotemburgo, na Suécia.

Lucas Felipe (@lsouza73)

Paysandu cede empate e Dal Pozzo deixa o comando

Foto: Rodrigo Pinheiro - @RodrigoPinhro
Na noite deste sábado (30), o Paysandu foi à Curuzu enfrentar o Vila Nova, numa partida válida pela décima oitava rodada da Série B. O time goiano estava com a mesma pontuação do alviazul, tornando este jogo um confronto direto, onde a vitória era de extrema importância.

O Paysandu começou a parte pressionando, porém só conseguiu levar perigo ao adversário aos 15', quando Lucas chutou da entrada da área e a bola acabou passando por cima do gol alvirrubro. O Vila tentou responder, mas esbarrava na defesa do mandante.

Finalmente, a pressão alviazul teve sua recompensa. Aos 32' Tiago Luís recebeu um cruzamento e mandou um chutaço para o gol, marcando um golaço. Três minutos depois, o Vila perdeu uma grande oportunidade de empatar o jogo. Victor Bolt finalizou pela ponta esquerda, mas a bola acabou saindo pela linha de fundo.
Comemoração de Tiago Luís (Foto: Rodrigo Pinheiro - @RodrigoPinhro)
O visitante não se abalou com o gol e passou a pressionar em busca do empate. E justamente quando estava melhor em campo, o Paysandu ampliou o placar, levando a torcida alviazul a loucura. Aos 46' Tiago Luis recebeu infiltração de Mailson, deu uma cavadinha e marcou seu segundo gol.

No segundo tempo, o Vila Nova tomou o controle da partida. Levava perigo ao clube paraense inúmeras vezes e tinha suas jogadas comandadas por Jean Carlos. Aos 11' depois de muitas tentativas frustradas, o alvirrubro conseguiu diminuir o placar. O gol começou nos pés de Victor Bolt, que cruzou para Moisés cabecear firme e marcar.

Jean continuou comandando as jogadas do time goiano. Entretanto, era Moisés quem estava destinado a acabar com a festa da torcida do Papão. Aos 27' Fabinho deu lançamento para Moisés chutar cruzado e rasteiro na saída do goleiro Emerson, empatando a partida. 

Ao fim da partida, Gilmar Dal Pozzo deixou o comando técnico. E o Paysandu será comandado por Rogerinho Gameleira na próxima partida.

Palavra da colunista: A defesa que por um tempo se manteve a mais compacta do campeonato, neste jogo, com certeza, esteve longe de seus grandes dias. Gualberto totalmente sem ritmo, se saiu mal demais. Lombardi, como sempre, dando mais chutão que jogando. Edson Ratinho, ou Avenida Edson, entrou bolas de graça, perdeu todas no um contra um. João Lucas, o menos pior, entretanto, é sempre bom lembrar que não quer dizer que tenha ido bem. Faltou ousadia e no primeiro tempo só olhava Jefferson Feijão jogar.

Capanema defendeu muito bem, desarmou e jogou como de costume. Jhonnatan voltou a ser o jogador do ano passado, aquele que se esconde no jogo e que quer ser sempre o herói, esquecendo muitas vezes de fazer sua função. Já Lucas teve uma atuação incrivelmente ruim, o que esperamos é que seja apenas uma fase de adaptação do jogador como volante.

Tiago Luís, além dos dois gols, parecia estar inspirado, apesar de alguns erros, se apresentava para jogar e se saiu bem. Maílson jogou bem, demonstrou que tem qualidade, mas que ainda não está preparado fisicamente e por isso cansou cedo demais. Leandro Cearense certamente o teste de paciência do torcedor bicolor, preguiçoso, fazendo falta o tempo todo, desperdiçando chance por falta de malícia. Simplesmente incompressível estar em campo.

Quanto aos que entraram depois, Raí quer resolver tudo sozinho e isso atrapalha muito o desempenho dele. Roniery entrou bem melhor do que Ratinho jogou e Alexandro jogou pouquíssimo tempo.

Próximo confronto: Nesta terça-feira (02), o Paysandu enfrenta o Criciúma no Heriberto Hülse, às 19h15, no confronto válido pela última rodada do primeiro turno da Série B.

sábado, 30 de julho de 2016

Náutico vence com placar magro e cola no G4


O Náutico recebeu o Tupi-MG na sexta-feira (29/07) na Arena de Pernambuco e com algumas difilcudades saiu com o placar mínimo. O gol foi marcado pelo estreante Léo Santos, que na sua primeira partida como profissional, já deixou seu primeiro gol.
Renan abraça companheiro salvador da partida. Foto: Marlon Costa

O início do primeiro tempo foi uma tristeza, pois nenhum dos dois times criou nada. O Timbu que tinha essa missão, já que o time mineiro estava todo retrancado, porém mesmo com dois meias de criação, nada de bom saiu. 

O jogo estava concentrado no meio e as válvula de escape acabaram sendo as pontas com Nem e Rony, já os dois abriam e davam a Hugo e Renan Oliveira a responsabilidade de armação. No andamento da etapa inicial, o time visitante começou a abrir espaços para as jogadas alvirrubras e pelo menos três chances claras de gol foram criadas, por falta de pontaria e pelo arqueiro adversário estar em boa noite, o Timbu não conseguiu abrid o placar, ficando apenas no quase.

Na volta e logo no início, saiu o GOL do Náutico. Nem recebeu e cruzou para a área, o zagueiro cortou errado e a bola sobrou para o estreante Léo Santos que enfiou a porrada, fazendo a bola estufar as redes, para a alegria alvirrubra. Com o gol o Náutico relaxou, até demais e começou a deixar o Tupi gostar do jogo. O técnico Gallo tirou os dois meias de criação, um grande erro, pois assim o Náutico perdeu sua movimentação no meio e começou a ter dificuldades para ir ao ataque que ficou na velocidade dos jovens atacantes. O Tupi não conseguiu muita coisa pois o time alvirrubro estava bem concentrado para a importante vitória.
Léo Santos admitiu que esqueceu como foi o seu primeiro gol. Foto:  Reprodução TV Globo

O Náutico cumpriu o planejamento para os dois jogos em casa, foram duas vitórias seguidas e parte para a terceira contra o Oeste na terça-feira (02/08) às 21h30 (horario de Brasília). O jogo será importantissimo para o returno e mais ainda para ficar na cola do G4. O destaque da partida foi a quantidade de jovens que terminaram no time do Timbu, Joazi, Eduardo, João Ananias, Léo Santos, Nem e Rony, 4 da base do Náutico. Misturando os jovens com os experientes Hugo, Renan, Júlio César, Rodolpho, Rafael Pereira, Gaston, o nosso glorioso vai longe no campeonato.

Escalação:
Náutico: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo e Gaston; João Ananias, Maylson (Léo Santos), Renan Oliveira (Daniel Morais) e Hugo (Ygor); Jefferson Nem e Rony. Técnico: Alexandre Gallo.

Tupi-MG: Rafael Santos; Marcel (Pedrinho), Gabriel Santos, Rodolfo Mol e Luiz Paulo; Filipe, Renan, Marcos Serrato (Vinícius Kiss), Jonathan e Octávio (Maxwell); Giancarlo. Técnico: Estevam Soares.

Árbitro: Jailson Macedo Freitas.
Assistentes: Elicarlos Franco de Oliveira e José Carlos Oliveira dos Santos.

Marcus Lamenha
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana