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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A hora do pesadelo - Parte: QUATRO

Depois da última rodada ficou mais do que comprovado que o Stoke City nesse ano de 2016 continuará com o seu campeonato a parte, disputando um melhor posicionamento no meio da tabela. O time ainda não obteve uma sequência positiva diante dos líderes da Premier League, pelo contrário, dos quatro jogos até agora contra os cinco melhores colocados da Premier League - Tottenham, Manchester City, Arsenal e Liverpool. O time de Stoke foi derrotado e por um placar elástico em todos os jogos, na última terça feia (27) os Potters viajaram até a cidade de Liverpool para enfrentar os Red's que atualmente ocupam a vice-liderança do campeonato e mostraram o porquê tem o melhor ataque da temporada. Com a derrota o Stoke City manteve os 21 pontos conquistados mas caíram para a 13ª posição.

Peter Crouch
Destaque para Peter Crouch que foi relacionado como titular. (Foto:TheMirror)
Para este jogo, Mark Hughes para muitos ousou um pouco na escalação. O gales acabou optando por Peter Crouch que fez o papel de centroavante fixo, recuando o veterano J.Walters que vinha desenvolvendo esse papel. Walters acabou formando a trinca dos três meias atacantes ao lado de Allen e Diouf, Algo que repercutiu mais do que a derrota do time, foi a insistência do técnico em manter um dos melhores jogadores do time na reserva, Shaqiri mais uma vez não saiu do banco de reservas nem para o aquecimento, o treinador não comentou sobre o caso.

ESQUEMA TÁTICO



A proposta do time do Stoke City ficou clara desde o ponta pé inicial, dar um pouco mais a posse de bola para o adversário e apostar nos contra-ataques. Com uma defesa bem solida e com volantes que fizeram bem a recomposição durante todo o jogo o resultado em si refletiu o que foi o jogo, o adversário foi superior em todos os quesitos.

Aos 11' após uma bobeira da zaga na saída de bola, Pieters aproveitou e cruzou a bola para área, com a marcação mais reforçada no centroavante P.Crouch, o veterano Walters se antecipou na jogada e desviou a bola para o gol, abrindo o placar em Anfield Road.

J.Walters abrindo o placar. (Foto:TheMirror)
Após o gol o time da casa mudou muito o seu comportamento em campo, esse foi um dos erros do Stoke City, não conseguiram manter a proposta de jogo e a zaga cometeu erros cruciais para a mudança de resultado ainda no primeiro tempo. Aos 35' Lallana recebeu um passe de Mané dentro da área, a zaga não antecipou a jogada e o atacante do Liverpool em dois lances chutou cruzado e empatou a partida.

A virada era só uma questão de tempo, os visitantes tentaram cadenciar mais a partida visando o fim do primeiro tempo para acertar alguns pontos, mas após uma triangulação do lado do campo entre Lallana, Milner e Firmino, a bola sobrou nos pés do atacante brasileiro e chutou colocado para dentro do gol, o goleiro Grant nada pode fazer, já que a bola bateu nas duas traves antes de entrar.

Firmino virando o jogo. (Foto: The Guardian)
Os Potters voltaram para o segundo tempo sem mudanças e com a mesma proposta de jogo, só que dessa vez apostaram mais nos cruzamentos, só no segundo tempo foram sete cruzamentos para área com a intenção de obter sucesso em alguma cabeçada milagrosa de P.Crouch, mas foram os Reds que ampliaram o placar, aos 60' Henderson achou Origi na lateral do campo, o Belga cruzou a bola rasteira para a área e o volante Imbula tentou interceptar a bola, mas cometeu a infelicidade e fez o gol contra, ampliando a vantagem do Liverpool.

Imbula marcando contra. (Foto:TheGuardian)
Com o terceiro gol sofrido na partida, os Potters ficaram entregues em campo, Mark Hughes promoveu uma substituição poupando o volante Whelan e colocando o meia atacante Ramadan Sobhi, para dar ritmo de jogo para o jovem, mas o atacante mal tocou na bola durante o restante do jogo. Aos 70' o jovem zagueiro Shawcross recuou mal a bola, o atacante Sturridge interceptou a bola e com frieza não perdoou e sacramentou o placar com o quarto gol do Liverpool.

Com a derrota diante dos Reds, o time de Stoke City chegou à quarta partida sem vitória, um momento que pode ser comparado com o filme clássico: A hora do pesadelo.

Na próxima rodada os Potters terão outro grande desafio, já que o jogo será em Londres contra o atual líder Chelsea, é um cenário perfeito para encerrar o ano quebrando esse pequeno jejum dessa temporada e quem sabe finalmente conseguir um bom resultante diante do melhor time da competição.

COME ON POTTERS!

Por: Yuri Ramos || Twitter: @yuriramosq

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O 2016 do Inter de Lages: Ano histórico para o Colorado de Santa Catarina

2016 foi um ano prestigiado para o Colorado da Serra Catarinense. Sua primeira participação da história na Copa do Brasil e no Campeonato Catarinense, a classificação parecia ótima para o Inter de Lages, porém só parecia mesmo.


Reprodução Twitter Inter de Lages
Campeonato Catarinense

O Inter que fez belas atuações nos jogos de pré-temporada contra Glória-RS, Figueirense e Avaí, fez um ótimo primeiro turno, mas decepcionou no segundo. Mesmo assim, em teoria, tinha feito um bom Catarinense. Isso, até o momento que declararam a Chapecoense como campeão da Sul-Americana, assim abrindo uma vaga para um time catarinense na Copa do Brasil 2017. E a equipe que se classificou foi o Brusque, sendo que o Inter de Lages ficou a apenas um ponto de diferença para o Brusque. O Catarinense foi bom, mas poderia ter sido ótimo.

Série D

O Inter montou um time de bons jogadores. Neto Volpi no gol, Marcelinho Paraíba comandando o meio-campo, no ataque os jovens Júlio César melhor jogador do Inter de Lages na Série D e Gustavo em ótima fase e marcando vários gols.

Enfrentou Linense, São Paulo-RS e PSTC-PR na fase de grupos. No primeiro turno o time jogou mal, fazendo apenas um ponto em três jogos. No segundo turno o time deslanchou e se classificou em primeiro do grupo com um gol de falta de Marcelinho nos últimos minutos contra o Linense em Lins.

Na primeira fase pegou o Caxias, time gaúcho e tradicional. Mas surpreendentemente, passou de fase com facilidade fazendo 2x1 em Caxias e um 0-0 em Lages. O jogo em Caxias foi a melhor apresentação do time na Série D e uma das melhores do ano, juntamente com o 3x0 em cima do Criciúma no Catarinense.

Jogo contra o Ituano

Quis fazer um texto especial para essa partida. Em uma segunda-feira com chuva e meu pai hospitalizado fui ao jogo. E começou muito mal. O Inter entrou dormindo em campo e levou de cara 2x0 com dois golaços do Ituano. E então a estrela de Marcelinho Paraíba juntamente com Petterson brilhou. Dois cruzamentos de Marcelinho para dois gols do zagueiro. E Gustavo marcou a virada para 3x2. O erro do Inter foi nesse momento. Ao invés de recuar Waguinho deixou o time livre em campo, podendo atacar quando quiser. E nisso o Ituano controlou completamente o jogo e venceu surpreendentemente por 5x3. E então teve o segundo jogo em Itu. Depois da horrível atuação em Lages, se esperava mais uma goleada do Ituano. Mas foi diferente a partida. Com bola na trave e tudo mais, o Inter venceu por 1x0. Deixando a competição com seus altos e baixos, mas deixando a desejar com certeza.

Foto: Nilton Wolff / Inter de Lages Oficial
Copa do Brasil

O Inter de Lages pegou o time mais forte que podia pegar, o Sampaio Corrêa. Era esperada a eliminação na primeira fase. O primeiro jogo em Lages foi um controle total da 'Bolívia Querida'. O time de Petkovic estava bem entrosado e marcou dois gols, eliminando o jogo de volta. Porém aos 41'/2T, Romarinho marcou, dando a esperança de haver o segundo jogo. Na segunda partida, o Inter de Lages venceu por 1x0. Placar que foi inútil e o Inter acabou sendo eliminado da sua primeira participação na Copa do Brasil.

Em 2017 se espera muito do Inter de Lages. Tem calendário o ano todo e terá que montar um time competitivo. Porém, até agora, o planejamento está sendo às cegas. Torcedores não sabem quem serão os atletas e nem técnico. O que nos resta é esperar para saber como será o 2017 do Leão Baio.

Wilson Manoel || @leaobaiodepre
Linha de Fundo || @SiteLF 

O 2016 do Botafogo: Do título da Série B a vaga na Libertadores

Reprodução: Twitter Botafogo
O Botafogo iniciou a temporada 2016 sob desconfiança, por parte da imprensa e principalmente por parte de seus torcedores. O clube, então campeão da Segundona, tinha como objetivo principal para o ano manter-se sem sustos na Série A do Brasileirão. Para isso, dispensou boa parte do elenco que venceu a Série B e trouxe novos jogadores, muitos desconhecidos e que haviam se destacado em times de menor investimento não só do Brasil, como por exemplo, as apostas certeiras Diogo Barbosa e Joel Carli. Dentre os erros, atletas como Salgueiro, Lizio, Anderson Aquino e Geovane Maranhão. A ideia era montar um elenco competitivo, mas que fosse, ao mesmo tempo, barato, afinal, o Alvinegro enfrentava uma situação financeira delicada, o que comprometia bastante as finanças do clube.

Sob o comando de Ricardo Gomes, mantido após o bom trabalho em 2015, o Glorioso teve como primeiro teste o Campeonato Carioca. Com muita dedicação, os comandados do treinador conseguiram chegar à final do estadual contra o Vasco. O Botafogo acabou mais uma vez sem o título, que de novo ficou com a equipe de São Januário, no entanto, a torcida pôde ver em campo um time esforçado e que se doou ao máximo. O reconhecimento foi imediato.

Não havia tempo para lamentar a perda do Carioca, uma vez que o clube estrearia na semana seguinte no principal desafio do ano, a Série A. Já no primeiro jogo, o Botafogo foi derrotado pelo São Paulo reserva pelo placar mínimo. Foi o suficiente para que muitos já decretassem como certo mais um rebaixamento do clube. O primeiro turno do Alvinegro foi realmente fraco, justificando todas as expectativas negativas. O Glorioso chegou a ocupar a lanterna da competição. Quando não era o último colocado, ocupava a zona de rebaixamento ou lutava para não integrar o grupo com os quatro piores times. Com vários jogadores lesionados, dentre eles o ídolo Jefferson, e com um elenco carente para a disputa do Brasileiro, a diretoria se viu forçada a trazer novas peças que pudessem suprir algumas posições. Mais uma vez o departamento de futebol acertou ao contratar jogadores como Sidão, Alemão, Victor Luis e Camilo, que deram nova cara ao time e logo se tornaram titulares absolutos. O Botafogo também dividia as atenções com a Copa do Brasil, torneio no qual o clube chegou as oitavas de final, sendo eliminado de forma traumática pelo Cruzeiro.

Com jogadores chegando para reforçar o elenco, bem no meio do Brasileirão, após o fim do primeiro turno, Ricardo Gomes resolveu deixar o Glorioso para acertar com o São Paulo. A saída serviu apenas para alimentar o negativismo de inúmeros torcedores e jornalistas, que insistiam em cravar uma nova queda do clube. E foi aí que uma reviravolta surgiu. A diretoria preferiu investir em Jair Ventura, que já fazia parte da comissão técnica. O jovem treinador, filho do ídolo Jairzinho, assumiu o comando do Alvinegro na vigésima rodada. Jair logo mostrou a que veio ao montar um Botafogo ousado e surpreendente, improvisando jogadores e apostando em uma defesa sólida. Sob o comando do novo técnico, o Botafogo escalou a tabela de classificação e deixou de brigar pelo rebaixamento, passando a mirar objetivos maiores, como uma vaga na Libertadores, que tornou-se viável após mudanças da Conmebol. De quatro, o número de equipes classificadas para a principal competição do continente aumentou para seis. O Glorioso passou então a emplacar vitórias seguidas, algumas com gols nos minutos finais, como os triunfos sobre Figueirense, Santa Cruz e Atlético-MG. Além disso, a defesa botafoguense foi a menos vazada do segundo turno, com apenas nove gols sofridos em 19 jogos. Com um elenco mediano, mas esforçado, o Botafogo, de forma merecida, concretizou o sonho que parecia improvável. Após derrotar o Grêmio fora de casa por 1 a 0, o clube, quinto colocado com 59 pontos, confirmou sua quinta participação na Libertadores.

Reprodução: Twitter Botafogo
O elenco montado e a efetivação de Jair Ventura foram fundamentais para que o Botafogo obtivesse sucesso no final da temporada. Mas outro fator, tão importante quanto os já citados, foi determinante: a Arena Botafogo. Sem o Estádio Nilton Santos à disposição (entregue ao Comitê Olímpico), o estádio da Portuguesa, na Ilha do Governador, tornou-se solução e virou a casa do Glorioso durante boa parte do ano. Sem a necessidade de realizar viagens desgastantes, a Arena era vista como pesadelo pelos adversários. Mais um ponto positivo para a gestão de Carlos Eduardo Pereira, que mais acertou do que errou em 2016. Além da classificação a Libertadores, a política de austeridade adotada foi essencial para o equilíbrio das finanças. Salários foram pagos em dia, muitas vezes antes da data. O clube, que tanto sofria com penhoras, voltou ao Ato Trabalhista.

Bom, para 2017, o Botafogo tem um desafio ainda maior. Com Carioca, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Libertadores no caminho, um elenco mais forte, cascudo e com mais opções, deverá ser formado. Isso não significa, porém, que a política de austeridade que vem sendo adotada, seja esquecida. A base do Glorioso, que se sagrou campeã estadual e brasileira, é mais uma interessante opção para Jair Ventura, que segue no comando. O clube retornará ao Estádio Nilton Santos, que agora, terá de fato uma identidade botafoguense. Com apoio da torcida, o processo de reconstrução do Alvinegro tornar-se-á ainda mais eficiente. 

Rincón chega à Juventus para superar desconfiança e batalhar

Venezuelano chega em Turim (foto: Standard.co.uk)
Em negociação que já se arrastava há dias, a Juventus praticamente definiu todos os detalhes para a chegada do venezuelano Tomás Rincón na capital do Piemonte. O primeiro jogador nascido no sul-americano país a assinar com a Velha Senhora chega do Genoa e, após superar os exames médicos, o desafio inicial é a desconfiança coletiva de muitos torcedores. Afinal, ele pode ser útil?

De vigor físico e dinamismo, Rincón não passou despercebido na última temporada e na metade atual onde tem se destacado com a camisa 88 do Genoa. O meio campista de 29 anos assina com a Juventus depois de um conflito com a Roma pelo seu futebol em um contrato por empréstimo (custando cerca de € 2 milhões) com obrigação de compra em junho (custando cerca de € 7 milhões) e vem para tentar resolver uma questão significante na faixa central de campo da Juve: A do roubo de bola e ocupação de espaços adicionados à saída de bola.

Com Marchisio, Khedira e Pjanic no meio de campo como titulares não importa o esquema, os três têm interceptações como opção defensiva, mas nunca dando bote e pressionando o adversário como característico. Usando como base o 4-3-1-2 tático de Allegri nos recentes jogos, Sturaro tem sido usado e bem em diversos jogos, mas não representa a qualidade com a bola nos pés que poderia fazer a líder render ainda mais. Imaginando um 4-3-1-2 com Rincón na função de terceiro pelo lado esquerdo no meio, o venezuelano seria uma ajuda para Marchisio na saída de bola, cobertura para Alex Sandro com seus avanços agudos pela faixa (agora lesionado) e cobrir Pjanic que joga mais a frente, sem tanta necessidade de marcação, até pelo pulmão privilegiado do chamado "General" pelos tifosi do Genoa. O jogador deve ser oficializado em alguns dias, já que a janela de transferências abre após a virada do ano e aí seu contrato será depositado, mas está tudo definido entre todas as partes envolvidas.

É difícil dizer se vai dar certo ou não, mas Rincón não é o único movimento que acontece em Turim nos recentes dias; Hernanes parece bem encaminhado com o Genoa no caminho inverso da negociação, enquanto ainda se tenta avanços com o Zenit por Witsel, cogitado desde junho, mas que segue firme nos punhos dos dirigentes da equipe de São Petersburgo; Mandragora deve ser emprestado ao Pescara para jogar de fato, após a lesão sofrida pouco antes da sua chegada na campeã italiana. Com um toque sul-americano, uma pitada a mais, a líder busca reforçar-se, mesmo que inicialmente a torcida torça o nariz para a negociação, atrás do melhor desempenho coletivo e individual e obter sempre os três pontos, até porque vencer não é importante, é a única coisa que conta.

CRB e CSA: Rivalidade pode ter filme repetido


Após uma suposta negociação de Zé Carlos e CSA para 2017, os clubes e torcida aguardam ansiosos a próxima temporada. Por outro lado há rumores de que o meia João Paulo Penha, ex-CSA e camisa 10 do clube no estadual de 2016, estaria negociando com o clube praiano. No calendário já estão garantidas duas partidas no estadual e duas na fase de grupos da Copa do Nordeste, verdadeira promessa de um bom ano para as duas equipes.

O filme pode ser repetido, mas com personagens diferentes

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Júnior Amorim e Nicácio em 2007
Júnior Amorim (esquerda) e Nicácio (direita) jogaram no CSA após ter jogado no Regatas. Ambos atuaram juntos em 2007 na Série B, a maior dupla da história do clube em competições nacionais. Foram 14 gols do camisa onze, e 15 gols do camisa nove na edição daquele ano. Nicácio foi contratado pelo CSA em 2016, marcou três gols em apenas 10 jogos na equipe, participando da campanha de acesso do clube para o Brasileiro da Série C.

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Nicácio não foi tão marcante no CRB como Júnior Amorim. Somando os gols marcados na Série B e estadual, ele tem ao todo 43 gols marcados em três temporadas no clube, um recorde que nenhum jogador bateu neste século pela equipe jogando de forma consecutiva, claro. O atacante além de titular e certeza de usar a camisa 11, se tornou capitão da equipe em 2008, ano em que se tornou artilheiro do estadual e viu o clube ser rebaixado para a Série C, na qual voltou em 2010 para disputar e marcou um gol, aumentando sua conta para 44 gols. Após sair do CRB em 2008, foi contratado pelo CSA para disputar o segundo turno do estadual de 2009, causando revolta por parte dos regatianos.

Os novos personagens

Na Série B de 2015, Zé Carlos e Daniel Cruz eram os atacantes do CRB. Zé se tornou o artilheiro da competição, já Daniel Cruz marcou apenas três gols pela equipe. Podendo reviver o ataque de 2015, a direção azulina anunciou a contratação de Daniel Cruz, e pode estar encaminhando a contratação de Zé Carlos, xodó no time do Regatas.

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Daniel Cruz foi anunciado no club
Não se foi dada muita importância por parte dos Regatianos na contratação de Daniel Cruz, já que o atacante não teve brilho no clube. Zé Carlos em boa parte dos times que jogou, saiu brigado com diretoria ou torcida. No CRB não foi diferente e parece que nunca será. No ano de 2015, o atacante estava na lista dos relacionados para uma partida contra o Sampaio Corrêa na 37ª rodada da Série B, mas acabou ficando de fora já no dia do jogo por conta de uma conversa com o presidente Marcos Barbosa. Em 2016 novamente houve discussão entre Zé Carlos e diretoria após questões extracampo com familiares do presidente.

Fechando com chave de ouro – vitória que reflete o 2016 do Tottenham

2016 foi um ano promissor para os Spurs (Foto: Divulgação/Tottenham)
Na partida que fechou 2016 para o Tottenham, o time do norte de Londres foi até o sul da Inglaterra, onde visitou o Southampton, no St. Mary's Stadium. Apesar dos bons resultados nos últimos jogos, os Spurs entraram em campo pressionados, já que nenhum dos seus adversários diretos tropeçou no Boxing Day. O Manchester United, inclusive, foi um destes que venceram e igualou o número de pontos momentaneamente. Essa pressão, contudo, não fez diferença no fim e o time conseguiu um grande resultado.

Com a necessidade de vencer, Maurício Pochettino mandou a campo uma equipe sem muitas surpresas, alinhada no 4-2-3-1  Lloris; Walker, Dier, Vertonghen e Rose; Wanyama, Dembélé, Eriksen, Sissoko e Alli; Kane. Desta vez, Alderweireld sequer foi relacionado, sem conseguir ter uma sequência que esperava e mantendo a linha de defesa que mais atuou até então. Em contrapartida, Sissoko finalmente teve a oportunidade que esperava e começou como titular, após deixar boa impressão entrando no decorrer das partidas.

Mesmo antes de a bola rolar, podíamos prever a dificuldade que este adversário iria impor, já que enfrentaríamos um time de características parecidas e defesa consistente. E assim foi nos primeiros minutos, quando o Southampton partiu para o ataque, conseguindo uma falta pelo flanco esquerdo. Na cobrança, Davis mandou para área, van Dijk ganhou pelo alto e desviou no canto de Lloris, abrindo o placar.

Essa superioridade do adversário durou aproximadamente 15 minutos e, até então, poucos imaginariam uma diferença tão grande no placar final. Com marcação pressão, os Saints dificultavam as transições, criavam as melhores chances e não possibilitavam que os Spurs colocassem em pratica seu estilo de jogo possessivo, até que o empate viesse. 

Dele Alli scores the equaliser
Alli empatou o jogo também de cabeça (Foto: Getty Images)
O primeiro gol aconteceu em uma jogada manjada: um dos flancos, como de costume, foi fundamental para construção da jogada ofensiva. O que fugiu do comum, foi Alli aparecendo na jogada aérea e, aos 19' e após o cruzamento de Sissoko da esquerda, deu início a sua grande atuação individual marcando de cabeça.

Depois do gol, o Tottenham definitivamente entrou em campo, cresceu no jogo e tomou as rédias da partida. No fim da etapa inicial, os visitantes tiveram a posse de bola na maior parte do tempo, mais presença no campo de ataque e incomodou a defesa adversária, mas o equilíbrio prevaleceu e o placar seguiu igualado. 

A etapa complementar foi totalmente oposta e o time de Londres fez por merecer o resultado. Após a cobrança de escanteio de Eriksen, Kane marcou o terceiro gol de cabeça da partida e o segundo do time, logo aos 7 minutos. Dois minutos depois, o camisa 10 teve a chance de ampliar no pênalti sofrido por Alli, mas isolou. 

No lance, Redmond ainda foi expulso, o que teoricamente deixaria as coisas mais fáceis. Em alguns momentos, porém, faltou competência aos Spurs, que desperdiçaram boas chances, não mataram o jogo e mantiveram o jogo emocionante até o fim – Lloris, principalmente, contou com a sorte em alguns erros na saída com os pés. Além do pênalti, Eriksen carimbou a trave de Foster, que ainda espalmou um chute de longe de Wanyama. A falta de eficiência sugeria mudanças e Poch custou a perceber isso.


Dele Alli celebrates scoring the equaliser
Alli foi o melhor em campo e fechou o placar (Foto: Reuters)
Embora tenha demorado para mexer, o técnico foi competente ao fazer uma substituição previsível, já que Sissoko não correspondeu às expectativas e não conseguiu dar o impeto ofensivo que se esperava. O sul-coreano entrou e, com poucos minutos em campo, Son marcou o terceiro gol, praticamente garantindo a vitória. O quarto veio logo na sequência, quando Rose roubou a bola no campo no campo de defesa, puxou o contra-ataque e tocou para Alli, que transformou a vitória em goleada. Southampton 1-4 Tottenham.

O último jogo antes do Réveillon fez jus ao ano do time londrino. Levando em conta o fim da última temporada e o início da atual, o Tottenham chegou aos 71 pontos em 2016 e foi o segundo time que mais pontuou na Premier League, atrás apenas do Chelsea neste quesito. Com o resultado, o time chegou aos 36 pontos nesta edição, mantém na 5ª colocação e segue na briga por algo melhor na competição  Por quê não sonhar com o título?

#COYS

Por: Marcelo Júnior

Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @LFEuropa

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Tudo normal no Boxing Day

Está cada vez mais difícil escrever sobre o Chelsea, pois em nenhum jogo tem novidade sobre o time, além da escalação, o time segue sua toada de vitórias, alcançou 12 seguidas e está a uma de igualar o recorde do Arsenal (13 vitórias seguidas na mesma temporada).

A vítima dessa vez foi o Bournemouth, em Londres. Sem Diego Costa e Kante, suspensos, e Oscar vendido para o futebol chinês, Conte foi obrigado a mudar o time. Fabregas e Pedro foram promovidos ao time titular, com o já tradicional 3-4-3 do técnico italiano, o Chelsea foi com: Courtois; Azpilicueta, David Luiz e Cahill; Moses, Fabregas, Matic e Alonso; Willian, Hazard e Pedro. 

David Luiz é outro atleta recuperado por Conte, e faz uma grande temporada. Fonte (Reuters)
Com Pedro substituindo Diego Costa, os Blues ganharam muito em movimentação ofensiva, com um ataque leve e intensas trocas de posição. O time até começou com certo pragmatismo, esperando o adversário, mas em pouco tempo isso mudou. Após troca de passes, Pedro recebeu de Fabregas e mandou um lindo chute, cobrindo o goleiro Boruc e abrindo o placar em Londres. O restante do primeiro tempo foi de poucas chances, Courtois fez boa defesa depois de um bom chute de Wilshere, e Fabregas cobrou falta com perigo.

À segunda etapa mal começou, o Bournemouth nem teve tempo de levar a campo as mudanças de seu técnico e com 2 minutos Hazard sofreu pênalti. Cobrado com perfeição pelo mesmo, sem chance pra Boruc. Diferente do primeiro tempo, o Chelsea tentou o terceiro gol durante todo o jogo, Willian e Moses até tiveram suas chances, mas o artilheiro improvável da noite voltou a marcar. Pedro puxou contra-ataque do campo de defesa, limpo a marcação e bateu, a bola desviou no zagueiro e entrou lentamente, pra fechar o placar. 

Pedro vai provando que é muito útil ao elenco. Fonte (Getty Images)
Após mais uma vitória, o Chelsea mantém seis pontos de vantagem para o Liverpool. Porém essa vantagem chega a ficar em segundo plano quando se pensa no feito do time de Antonio Conte. Doze vitórias consecutivas em um campeonato de tal equilíbrio como a Premier League é surreal, sofrendo apenas dois gols. Outro ponto a ser exaltado é a recuperação de Pedro e Moses, que fazem um grande campeonato. Em um campeonato dos badalados Klopp, Mourinho e o "melhor do mundo" Guardiola, Conte prova que muito trabalho e pouca mídia são mais eficientes. 

O Schalke de 2016 e o que esperar de 2017

O que o torcedor do Schalke espera para 2017? Bom, é uma ótima questão. Mas para pensar nisso, é necessário ver os erros e acertos e analisar a campanha deste ano que está terminando. O ano de 2016 foi repleto de decepções e vexames, assim como alguns outros no passado recente.

O time não engrenou, seja lá qual for o técnico. No fim da temporada 2015-16, foi comandado por André Breitenreiter, que o premiou com apenas uma vaga para a Europa League em uma campanha de altos e baixos. O Schalke entrou em 2015 com boas chances de se classificar à Champions e fazer uma boa campanha na Europa League, enquanto na Copa da Alemanha já havia sido eliminado.

Markus Weinzierl (Reprodução: Site oficial do Schalke 04)
Após a eliminação vergonhosa diante do Shakhtar, entre altos e baixos conseguimos segurar a quinta colocação da Bundesliga nas últimas rodadas, graças às vitórias cruciais diante de Hannover e Hoffenhein. Após o término, Horst Heldt (gerente) e André Breitenreiter (técnico) saíram, dando uma perspectiva de renovação. Ambos foram substituídos por Christian Heidel e Markus Weinzierl, respectivamente.

Além destas mudanças, o Schalke saiu em busca dos reforços e conseguiu jogadores pontuais, como Embolo que fez ótima Eurocopa e Naldo experiente. Além de Konoplyanca, Bentaleb, Stamboulli, Coke e Baba Rahman. A princípio, o objetivo inicial era a classificação para a principal competição europeia, mas as coisas não aconteceriam como o planejado...

Breel Embolo em ação pelo Schalke (Reprodução: Site oficial do Schalke 04)
Com um início ruim na Bundesliga, o Schalke emplacou uma série de cinco partidas sem vencer, o que fez com que o time se distanciasse do pelotão da frente e ao menos nas primeiras rodadas as posições na tabela fosse decepcionante. A primeira vitória veio apenas na sexta rodada, com uma atuação de gala de Breel Embolo - que anotou dois gols -, goleou o Borussia Mönchengladbach, por 4-0. No entanto, a empolgação com o novo atacante durou pouco, já que no jogo seguinte saiu lesionado.

O time de Gelsenkirchen seguiu em disparada após essa vitória. A partir daí, construiu uma série invicta de 12 partidas sem perder, contando partidas das três competições que o time disputava no momento. Mas a série foi interrompida de forma rude pelo Leipzig e com contribuição do juiz caindo na malandragem de Tino Werner. Depois disso, em nenhuma ocasião o time de o Schalke saiu com os três pontos, caindo para a décima primeira colocação.

Nas duas outras competições que o Schalke disputa o time vai bem. Na Europa League teve uma das melhores campanhas e provavelmente terá caminho fácil diante do PAOK. Já na Copa da Alemanha, após eliminar o Nurnberg, enfrentará o Sandhausen e é cotado como favorito para passar de fase. Alguns torcedores sem tanta paciência talvez já coloquem a culpa do desempenho no técnico. Claro, ele errou em escolhas e escalações, mas é necessário lembrar que o time sofreu muito com lesões. No ataque, por exemplo, os três jogadores que são referência dentro da área estão machucados e só voltam em 2017.

Última decepção do ano, derrota diante do Hamburgo (Reprodução : Site oficial do Schalke 04)
O Torcedor Azul-Real pode e deve esperar um ano melhor que o que estamos nos despedindo. Claro que um trabalho novo não tem frutos de um dia para o outro, mas o caminho já está sendo traçado. O time já tem uma formação tática definida, o 3-5-2, que trouxe uma boa série invicta e uma segurança defensiva melhor é um ponto positivo visto à dificuldade de encontrar um padrão tático nos últimos anos. Outro ponto positivo é a renovação, garotos como Avdijav e Kehrer estão tendo oportunidades e provavelmente alguns jogadores mais velhos estejam de saída do time como Huntelaar e Aogo.

Na Bundesliga, resta ao Schalke correr atrás de ao menos uma vaga na segunda competição mais importante da Europa, já que a primeira ficou mais complicada. Porém, a chance de levantar algum caneco ainda existe - a Liga Europa e Copa da Alemanha estão aí e os mineiros são alguns dos favoritos em ambas. Mesmo sendo considerado por muitos como de segundo escalão, voltar a conquistar um título seria muito bem-vindo à gloriosa história do clube.

Derrota na supercopa – acabou o mundo?

Na última sexta-feira (23) Juventus e Milan disputaram a Supercoppa Italiana em Doha. Em tese nem tinha que haver disputa, tinham que entregar a taça para a Juventus visto que fomos campeões do campeonato e da Coppa...

Pensamento de torcedor a parte, vamos lá!

O jogo

Allegri colocou a Juventus em campo em um 4-4-2 da seguinte forma: Buffon; Lichtsteiner, Rugani, Chiellini, Alex Sandro; Khedira, Marchisio, Sturaro; Pjanic; Mandzukic, Higuain.

Iniciamos o jogo muito bem, tivemos chance de fazer 2x0 facilmente se não fossem as boas intervenções do inspirado Donnarumma. Chiellini veio como um cavalo após cobrança de escanteio e abriu o placar para a Juve na primeira etapa.

Quando estávamos muito bem na partida um evento mudou todo o panorama: Alex Sandro sentiu uma lesão muscular e teve de ser substituído por Evra. Infelizmente o francês que é um cara bem legal, importante no vestiário e tem muita história no futebol acabou tomando um baile do espanhol Suso, fazendo com que o time rossonero concentrasse todas suas jogadas perigosas de ataque por aquele setor.

Chiellini cabeceando para abrir o placar da Supercopa da Itália. Foto: Juventus.com
Em jogada do espanhol pela esquerda, Bonaventura conferiu de cabeça e empatou o jogo.

Após isso tivemos um jogo igual, com chances para ambas as equipes. Sturaro, que vem jogando bem, teve algumas chances. O volante italiano novamente apresentou bom futebol.

Destaques negativos ficam por conta do já citado Evra, Mandzukic, Pjanic e Dybala.  Acredito que nessa pausa por conta das festas de final de ano Allegri tem que começar a pensar em uma forma da Juventus jogar mais solta, integrando Dybala 100% nos jogos.

O argentino é peça fundamental nas pretensões bianconeri.

Após prorrogação, tivemos disputa de pênaltis. Buffon defendeu o penal cobrado por Lapadula, Mandzukic mandou a bola no travessão e Donnarumma defendeu a cobrança de Dybala. Milan venceu as cobranças por 4x3.

Considerações – essere o non essere, questo è il dilemma.

Tem-se um time que pode se dar ao luxo de perder um título na Itália é a Juventus. Não há menosprezo nessa afirmação. Ano passado ganhamos as três competições (campeonato, Coppa e Supercoppa) e fomos eliminados para o Bayern nas oitavas da UCL.

Já no ano em que chegamos à final da UCL, perdemos a Supercoppa pro Napoli. Espero ver o cenário se repetir, com resultado diferente no crepúsculo europeu.

Essa derrota serve para tentarmos progredir, mantendo a liderança folgada do Italianão e mirando o Porto.

Em nenhum momento eu imaginei que a Juventus menosprezou o Milan, bem como não acredito que há menosprezo ao Porto.

Bastou a derrota para os veículos de comunicação na Itália soltarem todas as notícias “polêmicas” sobre a Juventus que estavam guardadas há um tempo:

a) Allegri será mandado embora, contrataram Leonardo Jardim (Monaco), Paulo Sousa (Fiorentina) e Eusebio Di Francesco (Sassuolo).

b) Dybala não renovará, vai para o Real Madrid, Barcelona, Chelsea, United, City, São Bernardo, Mogi Mirim e Portuguesa.

c) Evra irá embora;

d) Juventus busca contratação de James Rodrigues, Witsel, Draxler (este já transferido para o PSG), Schneiderlin, Hamsik, CR7, Messi e pasmem: Maxim Tsigalko, o craque bielorusso do Championship Manager 01/02!

Allegri é pressionado pela imprensa italiana após o jogo. Foto: Juventus.com
Caros amigos bianconeri, vamos sempre manter os pés no chão e não deixar a soberba tomar conta dei nostri cuori. O Milan é um dos três grandes da Itália, continua gigante. Nos últimos 30 anos foi o time que mais rivalizou conosco, vem fazendo um bom trabalho de base e não há vergonha em perder um título para eles.

A imprensa esportiva italiana gosta tanto (ou mais) de polêmica que a imprensa esportiva brasileira. Disso vocês tirem uma base.

Lembro que o Milan estava engasgado conosco desde a última final da Coppa Itália, que este título os tirou de uma fila de cinco anos e que, antes da Juventus emplacar as cinco vitórias dos campeonatos italianos, eles foram os últimos campeões (com Allegri no comando).

Faço essa janela para valorizarmos tudo o que ganhamos, para darmos valor aos últimos campeonatos, Coppa, Supercopas. Estamos no caminho certo.

Acho que Allegri precisa arrumar um jeito de Pjanic, Dybala e Higuaín jogarem juntos e bem. Torço para que Alex Sandro (um tanque, um cavalo pela esquerda) tenha uma breve recuperação, tal como Dani Alves e que nossos jogadores fiquem saudáveis!

Não acabou o mundo! Continuamos a principal força da Itália, mas agora com essa derrota para nos lembrar de sempre que, Juventus é igual trabalho, suor e vitória. Qualquer elemento fora dessa equação não nos serve.

Buon 2017 a tutti gli amici, a tutti i bianconeri!

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Quem falar que o golaço de Mkhitaryan estava impedido é clubista

Que gol foi esse? (Getty Images) 
E digo mais, o Manchester foi mais uma vez muito prejudicado pela arbitragem tendenciosa, deve ter dinheiro russo por trás disso. Agora falando sério, mais uma vez dominamos o jogo, o meio campo seguro e criando muitas oportunidades. Mérito para Carrick, que trouxe um equilíbrio emocional à equipe, sem loucuras e com muita tranquilidade ele vai dando condições para Herrera e Pogba jogarem livres de pressão e com isso o time vai cada vez melhor. Assim como vinho, Carrick vai melhorando com os anos que passam.

Se Carrick toma conta silenciosamente do time não podemos falar o mesmo do nosso viking, Ibra. Ele vem dominando nossa dianteira e não dá brecha para ninguém. São 11 gols nos últimos dez jogos, com três assistências e também por três vezes o melhor em campo. Cada vez mais, o Manchester vai ficando com a cara de Ibra, uma arrogância legal de quem sabe que é um dos melhores do mundo e deixa esse personagem crescer, no último dia do ano Ibra pode ultrapassar Messi como maior goleador do ano, Messi tem 51 gols e nosso camisa 9 tem 50, pra cima deles Zlatan!

O Viking saiu na caça do pequeno argentino pela artilharia de 2016, só um gol os separa. (Getty Images)

É verdade que o gol do Sunderland de Borini foi um golaço, mas esse tipo de bate-rebate na nossa área não é aceitável. Logicamente esse gol vai para conta de Fellaini, que entrou em campo e pra variar tomamos um gol. Ele pode até não participar do lance, mas sua presença em campo já dá vantagem ao adversário, já virou folclore. Vou acabar comprando uma camisa dele!

A equipe está muito consistente e nesse jogo Blind foi premiado com um gol. (Getty Images)
Que gol foi aquele de Mkhitaryan, e nem me venham falar de impedimento, o gol foi lindo! Puskas nele, ou melhor, acho que deveria trocar o nome do troféu de gol mais bonito para “Prêmio Mkhitaryan”, que Puskas que nada. Muito parecido com um gol de Zico na época do Kashima, é o tipo de gol que vai ser lembrado por muitos e muitos anos.

No último dia do ano, enfrentaremos o Middlesbrough, no Teatro dos Sonhos. Olhando a tabela, parece um jogo fácil, mas se tratando de Premier League a gente já sabe né.

Até a próxima e Glory Glory Manchester United! (algumas pessoas me perguntaram o significado do GGMU, por isso, hoje vai sem ser abreviado).
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