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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Figueirense se reapresenta para a temporada 2016

Nesta quarta-feira (06), aconteceu no CFT do Cambirela a reapresentação do elenco do Figueirense para dar início à preparação para a temporada 2016.


As caras novas na reapresentação foram os atacantes Guilherme Queiroz, artilheiro da Série C pela Portuguesa; Everton Santos, que estava no Ulsan Hyundai-KOR; os volantes Jackson Caucaia, vindo do Náutico, e Nem, voltando de empréstimo; e, por fim, Tuca Guimarães, que vem para ser auxiliar técnico de Hudson Coutinho.

Outros seis atletas subiram da base para o profissional: Alisson (goleiro); Guilherme (lateral); colombiano Larry Riascos (volante); Hyago Medeiros (meia); Ermel (atacante); e o argentino Yonatan Moralez (atacante).

O Figueirense ainda estuda as contratações de lateral, meias e atacantes. Para suprir a perda de Alex Muralha, o presidente Wilfredo Brillinger disse que só irá em busca de outro goleiro quando o contrato entre Muralha e Flamengo estiver assinado.

Para 2016, o Figueira ainda tem novidades no estádio. Os alambrados metálicos serão substituídos por acrílicos, às cadeiras serão pintadas com cores novas, a iluminação será devidamente melhorada e os bancos de reservas serão modernizados.

Patrick Silva | @figueiradepre

Retrospectiva AFC – Parte II


EAST
New England Patriots
Não tem jeito: o New England Patriots é soberano na AFC East. Pela 12ª vez nos últimos 13 anos, a franquia pôde comemorar o título da divisão. Já na offseason, o Patriots foi, sem sombra de dúvidas, o time mais comentado devido a polêmica do deflategate. A equipe já começou a temporada com uma vitória nos tribunais, com a suspensão da punição a Tom Brady. Extremamente motivado e com um excelente grupo de jogadores, o time começou imbatível, derrotando seus rivais com grande facilidade.

Contudo, não foram poucos os problemas dos Pats ao longo da temporada regular, principalmente se tratando de lesões de atletas importantes. Ainda assim, a franquia conseguiu manter a invencibilidade até a 12ª semana, quando os incontáveis desfalques começaram a pesar.

Mesmo com 38 anos, sendo muito pressionado em campo e sem vários de seus principais recebedores, Tom Brady terminou a temporada regular como líder de passes para touchdown (36), 3º em jardas, 4º no rating e 1º em TD/INT.

Por muito pouco, a equipe de New England não conseguiu terminar a 17ª semana com a melhor campanha da AFC, já que acabou vacilando nos últimos jogos contra dois de seus rivais de divisão. Claramente tirando o pé do acelerador, temendo novas lesões, os comandados de Belichick perderam suas duas últimas partidas e, apesar de garantiram a bye week, acabaram entregando a seed #1 da conferência de bandeja para os Broncos. A recaída das últimas semanas, no entanto, não deve ser uma preocupação para os playoffs, já agora a equipe possui algumas semanas para se recuperar e, quando voltar a campo, terá retornos importantíssimos, como é o caso de Julian Edelman. Impossível não considerar os Patriots como favoritos em tudo que disputam, resta saber se as lesões deixarão a equipe em paz a partir de agora, para que possa repetir o feito da temporada passada.

New York Jets (10-6)
O New York Jets é um caso à parte. A franquia começou na temporada cheia de expectativas e os torcedores acreditaram que neste ano conseguiriam acabar com a hegemonia dos Patriots na AFC East. Os mais otimistas até já sonhavam com a chegada ao Super Bowl. A defesa continuou sendo o principal trunfo do time, já que a dupla Darrelle Revis e Antonio Cromartie prometia torná-la intransponível. No entanto, o problema seguia sendo o ataque. O quarterback Geno Smith, lesionado após confusão no vestiário, deu lugar ao já rodado Ryan Fitzpatrick, que acabou fazendo um trabalho muito bom, carregando o ataque juntamente com o trio Marshall, Decker e Ivory, mas amarelou na hora mais importante.

A equipe, que deste 2010 não consegue chegar aos playoffs, finalmente fez uma temporada consistente e chegou até a última semana dependendo apenas de si para avançar à pós-temporada. A campanha foi realmente muito boa, principalmente se comparada à de anos anteriores. Contudo, na derradeira rodada, os Jets voltaram a ser o que seus apaixonados e sofridos torcedores estão acostumados a ver. A equipe enfrentou seu ex-comandante Rex Ryan, hoje nos Bills, que saiu vitorioso e provou que a lei do ex não perdoa nem na NFL. Fitzmagic virou Fitztragic, interceptado no finalzinho, e, além da bola oval, entregou também a vaga do wild card.

Buffalo Bills (8-8)
No início da temporada, ao assumir o comando dos Bills, o head coach Rex Ryan afirmou publicamente que seu time iria aos playoffs. Decorridas as 17 semanas, a campanha com oito vitórias e oito derrotas não levou a equipe a lugar algum e o técnico não conseguiu cumprir a promessa. O time até figurou entre as equipes classificadas durante alguns momentos. Entretanto, não conseguiu manter nenhuma regularidade.

A verdade é que, de fato, a campanha mediana ficou de bom tamanho para a equipe de Buffalo. O time não está entre os melhores da Liga, mas tampouco esteve entre os mais fracos. Como analisou o técnico: “Acho que o nós temos aqui é ótimo. O problema foi que eu falei demais. Acho que se chegasse aqui e falasse 'nós vamos competir', talvez esse time não seria visto tão mal quanto agora”.

A franquia não conseguiu todas as vitórias que esperava, termina a temporada com a 19ª escolha do Draft e, por causa da grande expectativa que acabou sendo criada, ficou com um gostinho amargo, que foi um pouco amenizado após a equipe derrotar seu rival, Jets, na última rodada, tirando deles também o sonho da classificação. Como dizia o poeta, morreram os dois abraçados.

Miami Dolphins (6-10)
A torcida do Miami Dolphins era uma das mais ansiosas para o fim da temporada, já que a equipe logo deixou de brigar por algo maior e o principal desafio da franquia agora é encontrar um novo head coach. Assim como os demais times da divisão, o Dolphins era cotados para chegar aos playoffs em 2015. Porém, semana após semana, o time foi decepcionando e acabou tendo que se contentar com a 8ª posição no Draft.

A equipe conseguiu algumas boas vitórias, como contra Redskins, Eagles e Titans fora de casa, além de Texans, Ravens e, a grande vitória da temporada, contra o Patriots na última rodada. Entretanto, as derrotas foram maioria e foram elas que marcaram a temporada dos Golfinhos. Contra os rivais de divisão, o desempenho foi pífio: cinco derrotas e apenas uma vitória. A franquia de Miami foi massacrada pelos Bills, atropelada pelos Patriots no Gillette Stadium e não apresentou resistência diante dos Jets.


Os problemas foram constantes ao longo da season: o ataque terrestre não funcionou, a linha ofensiva apresentou dificuldades, a defesa deixou que os adversários conquistassem um caminhão de jardas, o time cedeu quatro safeties nessa temporada (ficando a um do recorde da NFL) e o QB Ryan Tannehill não apareceu em momentos decisivos. Resta saber se na próxima temporada os Dolphins seguirão no marasmo ou terão um futuro mais próspero.


SOUTH
Houston Texans (9-7)
Após duas temporadas longe dos playoffs, a equipe de Houston voltou a vencer a divisão – curiosamente com uma campanha idêntica a do ano passado, quando a temporada acabou em dezembro. Ou seja, mais que uma evolução significativa, a classificação veio em virtude do baixo índice técnico da AFC South.

No entanto, há motivos para comemorar e elogiar: A capacidade de reação da equipe após uma primeira metade da temporada bastante ruim, a retomada da defesa comandada por JJ Watt – que novamente foi um dos destaques defensivos da Liga, mesmo com um desempenho não comparável ao de 2015 e alguns problemas físicos. Também houve a força do ataque, que sobreviveu a desfalques importantes como Arian Foster e indefinição do QB titular no início da campanha. A temporada explosiva do WR DeAndre Hopkins, que quebrou inúmeros recordes da franquia, a consolidação de Brian Hoyer, a campanha positiva dentro da divisão [5-3] e a consistência na hora de garantir a vaga foram decisivas para superar o Colts.

A possibilidade de alcançar o jogo divisional parece bem remota, mas a capacidade de surpreender e conseguir uma reviravolta da equipe texana já foi comprovada neste ano.

Indianapolis Colts (8-8)
Não havia dúvidas entre os analistas antes da temporada regular: O Colts não seria apenas o favorito a vencer a AFC South novamente, como também deveria disputar o título da AFC e concorrer ao Super Bowl. Apesar de ter lutado por vaga nos play-offs até a semana 17 – dependendo de uma combinação esdrúxula de resultados –, a temporada foi bastante abaixo da expectativa criada. Claro, muito em função das seguidas contusões que afastaram não apenas o signal caller Andrew Luck, mas também seu reserva imediato Matt Hassebelck.

A maré de azar foi tanta que a equipe usou cinco QBs diferentes na temporada, um número tão improvável quanto absurdo. Mesmo assim, era de se esperar uma campanha positiva – algo que não ocorreu. O jogo corrido praticamente inexistiu e o ataque unidimensional acabou se tornando presa fácil nos jogos decisivos. A defesa mostrou-se incapaz de segurar os adversários, e as decisões de Chuck Pagano foram quase sempre muito controversas – como o hilário fake punt contra o Patriots. Apesar disso o HC não apenas sobreviveu ao “Black Monday”, como garantiu uma extensão de contrato de mais quatro anos. Sem dúvidas uma decisão que causou mais espanto que a campanha decepcionante da franquia em 2015.

Jacksonville Jaguars (5 -11)
Para um time que não alcança a pós-temporada desde 2007 e vem de campanhas negativas a quatro temporadas consecutivas, a análise da temporada regular de 2015 é mais que positiva, é até animadora: O time conseguiu marcas expressivas, como a terceira equipe com mais TDs ofensivos marcados (35, empatado com Carolina e Arizona) e a 10ª em jardas de passe. Uma clara evolução no ataque capitaneado pelo segundo anista Blake Bortles, pelo RB rookie T.J. Yeldon, pela dupla de Allen’s na recepção – Robinson/Hurns – e pelo TE ex-Broncos Julius Thomas.

Se considerarmos a contusão que fez Yeldon perder jogos importantes, o fato de ser a primeira temporada de Thomas com o time e a inexperiência de Bortles em algumas tomadas de decisões – que custaram 18 interceptações na temporada –, podemos concluir que o desempenho ofensivo poderia ser ainda melhor.  Claro que, em uma liga tão competitiva como a NFL, só um bom ataque não garante sucesso, e na balança do Jaguars ter a segunda pior defesa cedendo pontos pesou muito. Somado aos turnovers e a pouca efetividade do time de especialistas, a campanha empacou em um limite muito baixo, mesmo em uma divisão fraca como a AFC South. Porém, as quatro vitórias em casa são um forte indicativo que a equipe está trilhando um caminho positivo para um futuro próximo, desde que ajustes na defesa sejam implantados imediatamente.

Tennessee Titans (3-13)
Um torcedor do Titans mais otimista enxergaria a temporada de 2015 como uma evolução para a franquia: O time acabou conquistando uma vitória a mais que no último ano. O pessimista enxergaria como um retrocesso: Passou da segunda pior campanha geral para a pior este ano.

O esperançoso vê o lado bom de duas campanhas pífias: o Draft. Se em 2014 foi possível recrutar o promissor QB Marcus Mariota – que teve uma temporada de estreia razoável, com erros típicos de rookie e alguns momentos de exibição de talento latente –, em 2015 talvez seja a hora de reforçar a frágil OL e a defesa (sexta pior da liga em pontos cedidos). O ataque esteve longe da eficiência que se precisa em uma liga como a NFL, principalmente no jogo corrido, algo evidente quando o segundo melhor corredor do time é justamente seu quarterback. Ainda assim há evolução: Delanie Walker e Dorial Green-Beckham provaram que podem ser alvos confiáveis em uma equipe mais equilibrada.


Claro que, para o torcedor que viu apenas um triunfo em casa em cada uma das duas últimas temporadas, isso parece pouco. Se levarmos em consideração os dois recordes de 1-5 dentro da divisão, parece menos ainda. O fundo do poço está tão próximo que o único caminho plausível agora parece ser a subida. 


PLAYOFFS:
Bye-week:
Denver Broncos (seed #1) e New England Patriots (seed #2).

Wild card:
Sábado, dia 09-01:

Houston Texans (seed #4) x Kansas City Chiefs (seed #5), 19h35min.
Cincinnati Bengals (seed #3) x Pittsburgh Steelers (seed #6), 23h15min.

Divisional:
Sábado, 16-01:
A definir (time de maior seed do wild card) x New England Patriots, 19h35

Domingo, 17-01:
A definir (time de menor seed do wild card) x Denver Broncos, 19h40

Finais de conferência:

Domingo, 24-01:

AFC: 18h05

Janaína Wille (@jaanaw_) e Alex Rolim (@rolimpato)
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