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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Copa da Inglaterra, onde futebol e tradição se confundem

No próximo fim de semana (8, 9 e 10/01), os clubes da primeira divisão inglesa começam a disputar a edição 2015-16 da Copa da Inglaterra. O torneio é simplesmente a mais antiga competição de futebol do mundo. Organizado pela The Football Associatition, a primeira edição foi realizada na temporada 1871-1872 e teve o Wanderers Football Club como primeiro campeão.

A Copa da Inglaterra, ou The FA Cup, é o segundo torneio em importância na terra da Rainha, atrás apenas da Premier League, o campeonato nacional local. A competição também tem o status de ser a mais democrática do país, qualquer clube pode se inscrever, sendo ele amador ou profissional.

Desde a temporada 1922-23, a final é disputada no lendário estádio de Wembley, em Londres. Desde então, a decisão só mudou de lugar na temporada 1969-70, quando o Old Trafford, em Manchester, recebeu a decisão. Entre as temporadas 2000-01 e 2005-06, o Millenium Stadium, em Cardiff, no País de Gales, sediou as finais durante as reformas de modernização do estádio de Wembley.

Entrada de Wembley em 30/12/2015, antes da final da edição 2014-15
entre Arsenal x Aston Villa
A última edição marcou a hegemonia do Arsenal, os londrinos se sagraram bicampeões e ultrapassaram o rival Manchester United no número total de conquistas. Agora os Gunners somam 12 títulos, contra 11 dos Red Devils. O Tottenham com oito taças aparece em terceiro, seguido por Liverpool, Chelsea e Aston Villa, com sete copas cada.

Os clubes da primeira divisão entram no torneio a partir da 3ª rodada, ou 32avos de final, tradicionalmente disputada na segunda semana de janeiro. Todos os confrontos são eliminatórios e os adversários e mandos de campo são definidos por sorteio. No caso de empate, é marcado um chamado jogo “replay” com mando de campo invertido para definir o classificado a próxima fase.

Na atual edição, o Liverpool é o primeiro dos clubes da Premier League a entrar em campo, na sexta-feira (08), os Reds enfrentam o Exeter City, fora de casa. O atual bicampeão, Arsenal, recebe o Sunderland, no sábado (09), no Emirates Stadium.

Ainda no sábado, Norwich City e Manchester City se enfrentam no estádio Carrow Road, em Norwich. O Manchester United fecha a rodada do sábado, recebendo o Sheffield United, no Old Trafford. No domingo (10), o Chelsea recebe o Scunthorpe United, em Stamford Bridge e Tottenham e Leicester fazem um confronto de dois times que brigam na parte de cima da tabela da Premier League no White Hart Lane, em Londres.

Confira todos os confrontos da 3ª rodada:

Sexta-feira, 08/01:

17:55 Exeter City – Liverpool

Sábado, 09/01:

10:45 Wycombe Wanderers – Aston Villa
13:00 Arsenal – Sunderland
13:00 Birmingham City – Bournemouth
13:00 Brentford – Walsall
13:00 Bury – Bradford City
13:00 Colchester United – Charlton Athletic
13:00 Doncaster Rovers – Stoke City
13:00 Eastleigh – Bolton Wanderers
13:00 Everton – Dagenham & Redbridge
13:00 Huddersfield Town – Reading
13:00 Hull City – Brighton & Hove Albion
13:00 Ipswich Town – Portsmouth
13:00 Leeds United – Rotherham United
13:00 Middlesbrough – Burnley
13:00 Newport County – Blackburn Rovers
13:00 Northampton Town – Milton Keynes Dons
13:00 Norwich City – Manchester City
13:00 Nottingham Forest – Queens Park Rangers
13:00 Peterborough United – Preston North End
13:00 Sheffield Wednesday – Fulham
13:00 Southampton – Crystal Palace
13:00 Hartlepool United – Derby County
13:00 Watford – Newcastle
13:00 West Bromwich – Bristol City
13:00 West Ham – Wolverhampton Wanderers
15:30 Manchester United – Sheffield United

Domingo, 10/01:

10:00 Oxford United – Swansea
12:00 Carlisle United – Yeovil Town
12:00 Chelsea – Scunthorpe United
14:00 Tottenham – Leicester
16:00 Cardiff – Shrewsbury Town 

Pelo Grupo 11, Corinthians e Botafogo-PB avançam de fase

E chegamos ao fim da primeira fase da Copinha, pelo Grupo 11 avançaram o Corinthians líder com nove pontos e o Botafogo com cinco. Nunca uma equipe paraibana passou de fase e o Belo conseguiu esse feito. Agora as equipes irão enfrentar os classificados do Grupo 12: Guarani e Paysandu. O Timão irá encarar o Papão enquanto o Belo enfrenta o Bugre. O Corinthians permanecerá em Limeira e o jogo está marcado para sábado dia 09 às 19h45min, enquanto o Botafogo irá para Águas de Lindóia e jogará no mesmo dia às 16 horas.



Foto: Divukgação/Stefano Wanderley
O empate milagroso diante do Tigre deu ao Belo a classificação inédita para a próxima fase da competição. Destaque novamente para Gil, o meio campista do Botafogo que marcou o gol no segundo tempo, dando o ponto salvador para o time paraibano. O clube paulista saiu atrás do placar, mas conseguiu empatar, mas não foi o suficiente para manter a equipe na competição. O time não foi convincente em seus jogos.

INTER DE LIMEIRA 0-3 CORINTHIANS

Foto: Denny Cesare / Código 19 / Estadão Conteúdo
Com superioridade desde o começo do jogo, o Timão passou fácil pelos donos da casa que foi eliminado na competição. Por já estar classificado, Loss deu oportunidade para novos garotos aproveitando para testar a garotada. Claudinho, Rodrigo e Carlinhos foram os garotos que fizeram a rede balançar. Já o Inter de Limeira nada fez, não levou sustos ao goleiro Felipe e se despede da competição sendo o pior elenco do grupo.

ISABELA MACEDO || @ismacedo_
LINHA DE FUNDO || @linhadefuundo

Retrospectiva NFC – Parte I


NORTH:

Minnesota Vikings (11-5)
As previsões eram animadoras para o Vikings em 2015, mas a temporada acabou sendo ainda melhor que o esperado. Poucos apontariam o time conquistando sua divisão após seis anos sem tal feito. Para chegar até aqui, o time contou com a afirmação do QB segundo anista Teddy Bridgewater no ataque, tendo boas e sólidas atuações, cuidando bem da bola e lançando apenas quando necessário. A volta do seu principal jogador, o RB Adrian Peterson, que liderou a liga em jardas corridas após a polêmica suspensão que durou toda a temporada passada, e a evolução da defesa com as aquisições do draft Trae Waynes e Erick Kendricks também foram de extrema importância.
O coach Mike Zimmer implantou um bom plano de jogo baseado no forte jogo terrestre e a fórmula funcionou, sendo coroado com a conquista da divisão após bater o rival Packers em pleno Lambeau Field na última semana. Independentemente do resultado dos playoffs, o Vikings deve estar satisfeito com a grande temporada e crescimento da equipe, sem dúvidas é um time para ficar de olho nos próximos anos.
Muitos não acreditam na equipe nos playoffs devido à falta de experiência, mas um time que tem Adrian Peterson e conseguiu 11 vitórias no ano jamais pode ser desprezado. A dura caminhada começa domingo, recebendo o temido atual vice-campeão Seattle Seahawks em seu estádio, na congelante Minnesota. Duas equipes parecidas, com defesas de respeito, excelentes running backs, corpo de recebedores que deixa a desejar e QBs móveis, em uma partida provavelmente com temperatura abaixo de 0 graus. Pode-se esperar um bom confronto terrestre, que vai definir o sonho de ambos no caminho para o Super Bowl 50.

Green Bay Packers (10-6)
2015 foi um ano estranho para o time de Green Bay. Após uma boa offseason, começar 6-0 na temporada e ser cotado como o favorito ao Super Bowl, a equipe despencou de rendimento após a semana de bye e a verdade é que, por incrível que pareça, a defesa segurou o time e o ataque foi o grande problema.
Até hoje não há certeza sobre a causa da queda brusca no rendimento ofensivo. Alguns dizem que é pela falta do principal WR Jordy Nelson, fora da temporada por lesão ainda nos jogos de pré-temporada. Outros afirmam que o problema eram as chamadas do coordenador ofensivo, lesões na OL e até a forma física do atual MVP Aaron Rodgers e do RB Eddie Lacy. A verdade é que o Packers pós bye de 2015 foi um time de muitas faltas, recebedores marcados, sacks no QB e turnovers. Não fossem boas atuações da defesa, incluindo o surpreendente bom ano de debutante dos calouros Randall e Rollins (1ª e 2ª rodada do draft de 2015), a equipe não teria chegado aos playoffs. Um ano de altos e baixos, com momentos de time vencedor. Como ao bater Seattle em casa na revanche, segurar o Chargers na redzone sem TD e a épica hail mary contra o Lions em Detroit, que talvez tenha sido o momento mais incrível de 2015 na NFL. Isso tudo alternado com apatia, surras levadas por Cardinals e Broncos e uma série de três derrotas em casa contra os rivais de divisão (algo que não ocorria desde 1991).
Questionavelmente, foi a pior temporada da parceria QB/Coach Rodgers e McCarthy. Entretanto, estão nos playoffs e, mesmo diante de todas as adversidades e desconfiança, o time ainda é o mesmo que quase alcançou o Super Bowl ano passado. Aaron e McCarthy já ganharam um Super Bowl juntos, curiosamente passando por situações semelhantes a este ano, como a campanha 10-6, classificação apertada por wild card, lesões e uma defesa forte. Para os supersticiosos, pode ser um bom sinal, mas só descobriremos a partir do próximo domingo às 19h25min, quando o Packers encara o Redskins em Washington nos playoffs. O desempenho do time nessa reta decisiva pode traçar os rumos que a franquia tomará na próxima offseason.

Detroit Lions (7-9)
Para o time de Detroit a temporada foi sim decepcionante. Cotado para disputar o título da divisão, o Lions começou o ano com uma série de derrotas e só no meio da temporada foi conseguindo se ajustar. No final das contas, foi um ano neutro e eles terão a 16ª escolha do draft em 2016.
A torcida sabe que o time era capaz de mais. Com um QB já acostumado com bons jogos na NFL, um RB calouro de segunda rodada que impressionou na pré-temporada e dois dos melhores recebedores da liga. Na prática, o QB Matt Stafford cometeu muitos turnovers e demorou a "entrar no jogo". O RB Abdullah não teve o êxito esperado e Calvin Johnson já não foi mais aquele recebedor que outrora era considerado o melhor da NFL. Já Golden Tate teve boas atuações, até melhores que o seu companheiro de posição. Na defesa, os desempenhos não foram dos mais convincentes, tendo o DL Ezekiel Ansah como seu único grande destaque.
O resultado da temporada, embora não satisfatório, não foi desesperador para os comandantes da franquia, que decidiram manter o coach Jim Caldwell no cargo após a classificação para os playoffs do ano passado na esperança de que o time tenha novamente temporadas como aquela. Entretanto, tudo passa pelas mãos do Franchise QB Matt Stafford, que tem todo o jogo da equipe montado basicamente à sua volta. Será necessário muito trabalho na offseason para acertar esse ataque, além de upgrades na defesa e o melhor desenvolvimento do jogo corrido com Abdullah e o corpo de running backs.

Chicago Bears (6-10)
O ano não foi como os torcedores do Bears esperavam, mas também não foi de todo ruim. A equipe terá a 11ª escolha do Draft em 2016 e já observou a evolução de seu jogo em alguns aspectos, especialmente na defesa e por parte do contestado quarterback Jay Cutler. A chegada do técnico John Fox de Denver sem dúvidas contribuiu para a evolução, mas a falta de peças qualificadas e seguidas lesões de importantes titulares impediram que a equipe alcançasse algo mais. Na defesa, Tracy Porter e Justin Houston tiveram seus bons momentos, no ataque Jeremy Langford se apresentou bem como substituto da estrela Matt Forte quando lesionado. Alshon Jeffery como sempre também deu certa segurança no grupo de recebedores e o time viu surgir uma nova e funcional peça no Tight End Zach Miller.
Este ano era considerado decisivo para a carreira de Jay Cutler em Chicago e o QB se saiu bem, conquistando belas vitórias contra o Packers e Chargers fora de casa, algo incomum nos últimos anos para o Bears. Sem contar que o mesmo não pôde ter o WR Kevin White, primeira escolha da equipe no Draft de 2015, que passou a temporada inteira fora por lesão. Com White machucado e Jeffery também sofrendo com eventuais lesões, a equipe sentiu muito a falta de seu ex-WR Brandon Marshall, que foi trocado a preço de banana para o Jets na última offseason e mostrou ainda ter muita gasolina no tanque.
Reconstruções bem planejadas são feitas a longo prazo, e é o que está ocorrendo com a franquia de Chicago com a chegada do novo e competente técnico. A torcida deve ter paciência para que o time evolua e John Fox consiga implementar sua filosofia de trabalho. Se Jay Cutler mantiver um bom aproveitamento e o time fizer as contratações adequadas para suprir as necessidades, os playoffs não serão mais algo distante para os fãs do Bears.


WEST:

Arizona Cardinals (13-3)
A franquia de Arizona conseguiu superar os erros do ano passado e fez uma campanha incrível nessa temporada. Além de campeão da divisão, a equipe ainda conseguiu a bye-week e ficou com a segunda melhor campanha da conferência.
Com um 11-5 na campanha passada e perdendo para o Panthers logo na rodada de wild card dos playoffs, o Cardinals sabia que precisaria fazer mais e fez: derrotou adversários difíceis, conseguiu boas vitórias, organizou seu ataque, melhorou a defesa e saiu na frente de todos os concorrentes da divisão. Apesar das derrotas para Rams, Steelers e Seahawks, a campanha de Arizona ainda mostra que o time tem capacidade para chegar longe.
Tudo isso só foi possível graças a um jogador em particular: Carson Palmer. O QB teve um 2014 difícil, quando acabou se lesionando em novembro e ficou fora do resto da temporada, vendo seu time sofrer quando perdeu o quarterback reserva, Drew Stanton, e terminou o ano com Ryan Lindley. Em 2015, Palmer não deu chance ao azar, quebrou recordes, destruiu defesas adversárias e é forte concorrente a MVP.

Seattle Seahawks (10-6)
Depois da patética derrota no Super Bowl, que ainda faz Russell Wilson ter pesadelos com lançamento na linha de uma jarda, o Seahawks até conseguiu chegar à pós-temporada, mas não é mais aquela franquia que colocava medo nos adversários como nos últimos dois anos.
O time de Seattle, que havia perdido apenas quatro jogos na temporada passada, acabou tendo dificuldades para se acertar até a semana 10, uma depois da folga. Naquele momento, a campanha era de 4-5 e a vaga para os playoffs chegou a ficar ameaçada. Russell Wilson ainda não é exatamente o QB que convence qualquer um e é inquestionável, apesar de ser óbvio que ele não será substituído. Marshawn Lynch, a maior arma de Wilson, foi a maior ausência de Seattle e, apesar do rookie Thomas Rawls ter cumprido bem sua função, certamente fez falta. Nos playoffs, a vida da franquia não será nada fácil, já que tem pela frente o embalado e campeão de divisão Minnesota Vikings.

St. Louis Rams (7-9)
O Rams, apesar de não ter conseguido nada na temporada, pode até comemorar o fato de ter vencido uma partida a mais do que no ano passado. A franquia de St. Louis conseguiu vencer todos os rivais de divisão, sendo o Seattle duas vezes, e perdeu apenas três jogos em casa, triunfando em cinco. É claro que ainda existem muitos problemas defensivos e ofensivos, coisa que precisa ser revista rapidamente se o objetivo for outro na próxima season.
A maior questão nessa offseason não será a movimentação para a próxima temporada, mas, assim como Raiders e Chargers, a votação de qual franquia se mudará para Los Angeles em breve. O resultado pode e irá alterar os planos, já que uma mudança movimentaria e muito o time.

San Francisco 49ers (5-11)
É impressionante como o 49ers piorou em apenas uma temporada. A franquia, que havia vencido oito jogos ano passado – o que ainda não é bom –, fracassou novamente e teve um desempenho horroroso. A chegada do WR Torrey Smith não foi suficiente para ajudar no ataque, já que o terrível Colin Kaepernick não foi nada eficiente.
O QB, inclusive, teve tantos números negativos que, depois do desastre contra o Rams na Week 8, o 49ers informou que ele havia se lesionado e perderia o resto da temporada, informação que não convenceu. Blaine Gabbert assumiu o posto e não pôde fazer muito pela equipe naquela altura.
Nota-se que a franquia já se movimenta na offseason, principalmente depois da demissão de Jim Tomsula, que foi promovido a head coach em 2015, mas acabou fazendo um estrago no time. Com a sétima posição no Draft, é preciso eleger prioridades para que a escolha seja bem feita.


PLAYOFFS:

Bye-week: Carolina Panthers (seed #1) e Arizona Cardinals (seed #2).

Wild card:
Domingo, dia 10:
Seattle Seahawks (seed #6) x Minessota Vikings (seed #3), 16h.
Green Bay Packers (seed #5) x Washington Redskins (seed #4), 19h40min.

Divisional:
Sábado, 16:
A definir (time de maior seed do wild card) @ Arizona Cardinals, 23h15
Domingo, 17:
A decidir (time de menor seed do wild card) @ Carolina Panthers, 16h05

Finais de conferência:
Domingo, 24-01:
NFC: 21h40

José de Castro e Mariana Sá (@imastargirl).

Real empata com Valencia, demite Benítez e anuncia Zidane como novo técnico



Os últimos dias foram muito agitados no Real Madrid, indo desde o empate com o Valencia por 2 a 2 - resultado que afastou o time dos líderes do Espanhol -, até a demissão de Rafa Benítez e o anúncio de Zinedine Zidane para o novo cargo de técnico do clube.

No domingo (03), no Estádio Mestalla, Valencia e Real se enfrentaram e protagonizaram um jogaço, com polêmica por conta da arbitragem, expulsão e emoção até o apito final. A partida que marcava o duelo dos dois técnicos pressionados - Gary Neville e Benítez -, confirmou nos 90 minutos com o jogo sob grande disputa.

Logo aos 16 minutos, o trio BBC entrou em cena para abrir o placar com Benzema, após jogada espetacular de Bale e Cristiano Ronaldo. Ocorria tudo bem até o último lance do primeiro tempo, quando Pepe fez pênalti em André Gomes e Dani Parejo empatou para os mandantes.



A etapa final foi marcada pela expulsão de Kovacic, que cometeu falta dura em João Cancelo e foi embora mais cedo. Apesar do cartão vermelho para o croata, o time merengue não se abateu e marcou o seu segundo gol aos 36 minutos. Kroos cobrou falta para Bale recolocar o Real na frente do marcador. Mas, um minuto depois, De Paul cruzou e Rodrigo Moreno escorou para Paco Alcácer empatar outra vez, e terminou assim.

Um dia após o empate, Rafa Benítez foi demitido, como muitos esperavam. Ele, que chegou para substituir o italiano Carlo Ancelotti, teve métodos de trabalho e atitudes sempre contestados e tinha seus dias contados. Apenas 25 jogos oficiais, 16 vitórias, cinco empates, quatro derrotas e nenhum título na curta passagem.

Zidane, ídolo francês e ex-jogador do clube - que estava comandando o time B do Real Madrid -, assume a equipe principal e encara o seu primeiro desafio no próximo sábado, às 17h30 (de Brasília), contra o La Coruña, pelo Campeonato Espanhol. O novo treinador recebe o Real na 3ª colocação do Espanhol com 37 pontos e nas oitavas de final da UEFA Champions League.


Por Guilherme Silva

Profissional, aguerrido e confiante: um novo Goiás para 2016

Um novo ano chegou. Novos ares, um clima novo e novas expectativas sobrevoam a Serrinha e a torcida esmeraldina depois de uma temporada fadada ao fracasso como a anterior. O Goiás de 2016 chega para retomar o seu lugar na bancada dos 20 maiores clubes do Brasil no próximo ano, e, dessa vez, com um fator que faltou e penalizou o clube na temporada passada: a experiência.

Enderson Moreira está de volta ao comando, um treinador que, diferentemente dos outros, não irá queimar jogadores da base esmeraldina como fizeram com vários (Felipe Macedo, Paulinho, Arthur, Péricles), pretendeu contratar jogadores com cabeça, veteranos, habilidosos e, acima de tudo, experientes. Ao nosso lado, temos o excelentíssimo diretor de futebol Felipe Ximenes, que em apenas um mês de trabalho já deixou Harlei no chinelo. O Goiás trouxe: Daniel Carvalho (meia, 32 anos, ex-Botafogo), Juninho (lateral, 25 anos, ex-Figueirense), Sueliton (lateral, 29 anos, ex-Joinville), Wendel (volante, 33 anos, ex-Sport), entre outros jogadores.

Goiás se reapresenta visando a nova temporada.
Foto: Globo Esporte.
O que isso significa? Que o clube está se tornando algo que não foi em 2015: profissional. É isso que acontece quando não permitimos que certos "imperadores pinheiristas" digam o que devemos ou não fazer. Estamos sendo tão profissionais que saímos ganhando até na venda de Erik ao Palmeiras, onde ainda teremos 40% dos direitos do atleta e iremos continuar lucrando. Sinceramente, mesmo sendo umas das pérolas do clube, a saída de Erik foi muito positiva financeiramente ao Goiás.

Queremos, novamente com Enderson Moreira, repetir 2012. Aquele ano em que sabíamos que tínhamos uma equipe forte, unida, madura, aguerrida em seus objetivos e com a camisa em que vestiam. O ano em que levantamos títulos e lotamos o estádio várias vezes, porque um time competitivo traz confiança para seus torcedores, fazendo com que seu clube cresça em todos os aspectos. O que move um clube não é o dinheiro, e sim a paixão.

Vamos ter patrocínio master, um fornecedor competente que pagará bem e não atrasarão nos uniformes, além de ter uma boa qualidade. Sim, o Goiás foi uma decepção até no fornecimento de materiais em 2015, além de ter aceitado uma camisa horrorosa. Mas o jogo virou, não é mesmo, Kappa?

Que em 2016 a maior torcida do Centro-Oeste brasileiro possa se orgulhar de ir ao Serra Dourada, abrir o sorriso, abraçar o time e, principalmente, amar o Goiás Esporte Clube novamente. Isso é o que uma torcida de um grande clube do Brasil pode fazer.


Um ótimo 2016 para toda a Nação Esmeraldina!

Wagner Oliveira || @wagneroliveira
Linha de Fundo || @linhadefuundo
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