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domingo, 17 de janeiro de 2016

Presidente do CRB confirma renovação com a Caixa e busca por novo reforço

Foto: Thiago Davino
Dentro de campo o elenco do CRB ainda busca o melhor futebol após dois amistosos, com uma derrota e uma vitória diante do Itabaiana. Fora dos campos, a direção do clube segue a todo vapor para buscar mais um reforço, além de confirmar a renovação de contrato com a Caixa Econômica Federal.

Em entrevista a Rádio Gazeta, o presidente executivo do Galo, Marcos Barbosa, confirmou que a instituição financeira, que patrocina o clube há dois anos, seguirá estampada na camisa alvirrubra.

Está confirmado, é oficial. Acredito que na próxima quinta ou sexta-feira, estarei indo até Brasília para assinar esse contrato. Continuamos com o patrocínio da Caixa” afirmou o mandatário regatiano.

Ainda não se sabe se o valor será mantido, reduzido ou terá reajuste. No entanto, com a renovação, o CRB deverá ter garantido mais R$ 500 mil, dividido em parcelas que seguem até o final da temporada.
Foto: Thiago Davino - Minuto Esportes
Financeiramente reforçado, o clube pretende continuar trazendo peças que melhorem o elenco comandado por Mazola Junior. Segundo o presidente, mais um reforço deve ser anunciado esta semana.

A gente nunca pode descartar reforço. Se o treinador precisar, a gente avalia e vai atrás. Estamos procurando um meia, que pode ser anunciado nos próximos dias” completou.

O CRB encerrou a fase de amistosos com dois testes diante do Itabaiana, sendo uma derrota por 3 a 0 em Sergipe e vitória por 1 a 0 no Rei Pelé. Apesar do futebol, que não foi dos melhores, a comissão técnica e dirigentes apontaram que o tempo curto de treinos faz com que o time ainda não tenha engrenado.

Sendo assim, a próxima semana será fundamental para a preparação do clube, que já estreia no próximo domingo no Campeonato Alagoano. O Galo recebe o Murici no Estádio Rei Pelé, às 16h00.

No fim do túnel, uma nova chance

Olá, sou o Felipe, sou o mais novo colunista da equipe. Sou torcedor do Clube de Regatas Brasil, que é mais conhecido por todo mundo como CRB. O Galo da Praia venceu ontem seu primeiro jogo em 2016, um amistoso contra a equipe do Itabaiana-SE, o placar foi de 1 a 0, gol do volante Glaydson Almeida já na segunda etapa. O próximo compromisso do CRB é dia 24 de janeiro, onde fará sua estreia no Campeonato Alagoano, a partida será no Estádio Rei Pelé ás 16h00 (horário local).

Bom, como é meu primeiro post como colunista do Linha de Fundo, vou contar pra vocês sobre minha paixão pelo Regatas, em especial falarei de um dos jogos mais inesquecíveis da minha vida, aconteceu na última rodada da fase de grupos do Brasileiro da Série C de 2013, onde o CRB até os 49 minutos do segundo tempo estava sendo rebaixado pela primeira vez a Série D, mas com um gol sofrido e salvador de Léo que nos livrou do rebaixamento.

Era um 13 de outubro, décima oitava rodada do Brasileiro Série C 2013. Naquele dia, o CRB podia ser rebaixado e ao mesmo tempo se classificar com uma combinação de resultados, o adversário era o já rebaixado Baraúnas-RN, a obrigação era vencer e vencer, não poderia ter outro resultado. Começou o jogo, era bem evidente que o planejamento de jogo era ser ofensivo o jogo todo, muitas chances perdidas no primeiro tempo, inclusive houve até um gol do CRB anulado. Enquanto um atacava, o outro defendia e tentava jogar com contra-ataques perigosos, mas o 0 a 0 seguiu, e o primeiro tempo acabou.

No segundo tempo, e logo aos 4 minutos, o atacante Denilson em cruzamento de escanteio, sobe e marca de cabeça. A torcida ainda comemorava quando aos 9 minutos, Fabinho Cambalhota recebia na intermediária, ajeitava e colocava a bola no ângulo do goleiro do CRB, era o empate de 1 a 1, dois minutos depois, aos 13’, Thiago Alagoano recebia na direita, entrava na área sem marcação e virava o jogo para a equipe potiguar, 2 a 1. Aos 34’, Denilson marcava outra vez de cabeça, outra vez com um cruzamento de Paulo Sérgio pela direita, era o empate e permanência, 2 a 2. Todos temiam um possível gol do Baraúnas, mas aos 49’ com um cruzamento pela esquerda, o Léo invadiu a pequena área e com um leve toque com os pés, salvava o CRB.

Denilson marcou 2 gols na partida.
Espero que gostem do meu trabalho, tentarei passar informações sempre a vocês. Um abraço!

Patriots eliminam os Chiefs e vão para a final da AFC, pela 5ª vez consecutiva


De um lado, o New England Patriots, franquia com o maior número de torcedores no Brasil; de outro, o Kansas City Chiefs, do kicker Cairo Santos, o primeiro brasileiro a entrar na NFL. Sem sombra de dúvidas, uma partida que mexeu profundamente com o fã do futebol americano no Brasil e gerou uma enorme expectativa ao longo da semana. Confirmando o favoritismo, os Pats venceram pelo placar de 27 a 20 e agora avançam à final da Conferência Americana, pela 5ª vez consecutiva, onde irão enfrentar o vencedor do jogo entre Broncos e Steelers, que ocorrerá hoje (17/01), às 19h40, em Denver.

Após conseguir a seed #2 da AFC e folgar na primeira semana dos playoffs, o New England Patriots voltou a campo neste sábado (16/01), às 19h35min, diante do Kansas City Chiefs, no Gillette Stadium, no jogo que abriu o Divisional Round de 2016. Já os Chiefs, conquistaram o seed #5 para os playoffs pela AFC e enfrentaram os Texans, seed #4, no sábado passado, em Houston. Os visitantes aplicaram um esmagador 30-0 e avançaram na pós-temporada para enfrentar Tom Brady e companhia.


Esta foi à primeira vez em que Patriots e Chiefs duelaram pelos playoffs da NFL em toda a história. Contudo, na temporada regular foram, ao todo, 33 jogos entre as duas equipes, com o Chiefs tendo a vantagem nos números: 17 vitórias, 13 derrotas e três empates. Entretanto, em Foxborough, a vantagem é patriota, com 10 vitórias, seis derrotas e dois empates.

Os Patriots tiveram uma semana nada normal. Chandler Jones, um dos jogadores defensivos mais importantes, teria passado mal e acabado em um hospital após consumir droga sintética e pouco treinou durante a semana. Tom Brady esteve com problemas no tornozelo e Bill Bellichick apareceu com olho roxo. Rob Gronkowski também não passou a semana em sua melhor condição, sentindo dores no joelho e nas costas.

Mas, os problemas não fizeram parte somente da semana dos Patriots. Os Chiefs também estiveram cheios deles. Justin Houston e Tamba Hali foram poupados de alguns treinos durante a semana, após jogarem no sacrifício contra o Houston Texans. Jeremy Maclin sofreu uma grave torção nos ligamentos do tornozelo e o RB Spencer Ware também tem um problema no tornozelo.


Desde o início, o New England Patriots mostrou-se superior e acabou ficando na dianteira do placar durante todos os 60 minutos de jogo. Com a volta de jogadores importantes como Edelman e Gronkowski, o time em nada pareceu aquele que terminou a temporada regular em baixa. O Kansas City Chiefs até tentou bravamente lutar, mas a experiência de New England, associada aos jogadores extremamente qualificados e à sua torcida, que tornou o Gillette Stadium ensurdecedor, foi determinante para a grande vitória.

Logo de cara, os Pats já mostraram que seria difícil para os Chiefs. Com seus reforços antenados em campo, Brady comandou o time rumo à endzone e, com um passe para o monstro Gronkowski, conseguiu um touchdown já na primeira campanha da partida. Em seguida, o ataque dos visitantes foi a campo e, depois de 17 jogadas, precisou contentar-se com um field goal de 34 jardas, convertido com facilidade por Cairo Santos.

No segundo quarto, quem voltou a movimentar o placar foram os donos da casa, com um TD terrestre de Tom Brady. O quarterback correu 10 jardas, no entanto, ficou a meia jarda da endzone. Ele mesmo definiu a jogada, ultrapassando a linha com um mergulho e ampliando ainda mais a vantagem patriota. Tal qual aconteceu no primeiro quarto, os Chiefs responderam com um drive longo, que culminou em mais um FG de Cairo Santos.


Com a posse de bola na volta do intervalo, os Chiefs começaram animados, foram ciscando, avançando entre os defensores patriotas, durante cinco minutos, até que um fumble colocou tudo a perder. Tom Brady não perdoou o vacilo dos adversários e, com uma conexão de 16 jardas com Rob Gronkowski, os Patriots, mais uma vez, dilataram o placar. Para tentar uma reação, os visitantes precisavam pontuar a todo custo. E, no finalzinho do terceiro quarto, com uma conexão de 10 jardas entre Alex Smith e Albert Wilson, os Chiefs conseguiram entrar na endzone, pela primeira vez na partida, e diminuíram a desvantagem para 21 a 13.

No último quarto, os Patriots estiveram próximos de praticamente sacramentar a vitória já no início, mas conseguiram apenas dois field goals, de 40 e 32 jardas, chutados pelo Sr. Automático Stephen Gostkowski. Logo depois, Duron Harmon conseguiu interceptar Alex Smith, porém, o turnover não foi convertido em pontuação e, com o ânimo renovado após a ineficiência dos Pats em definir a partida, os Chiefs seguiram vivos, tentando o crime. Com um mergulho do RB Charcandrick West para a endzone, os visitantes chegaram a se empolgar. No entanto, a virada ainda era difícil de acontecer. Cairo Santos chutou o onside kick, no minuto final, mas Gronkowski acabou ficando com a bola e com a vaga na final da Conferência Americana da NFL.


O grande destaque da partida foi o QB Tom Brady que, como de costume, brilhou em momentos decisivos, teve liberdade para pensar e jogou com sangue nos olhos. Ele completou 28 dos 42 passes tentados, para um avanço de 302 jardas, dois touchdowns e nenhuma interceptação. Julian Edelman, que esteve fora do time, por lesão, durante várias semanas, liderou o time em recepções. Gronk anotou dois touchdowns e se tornou o TE com mais recepções para TD na história da NFL nos playoffs.

Apesar de cair diante dos Patriots, nada apaga o ano sensacional que teve o kicker brasileiro Cairo Santos. Em sua segunda temporada na liga, o jogador conseguiu avançar para a pós-temporada e ainda venceu o primeiro jogo. Um grande feito, que serve de inspiração e é motivo de grande orgulho para todos os brasileiros.


Janaína Wille | @janainawille

Arsenal, uma história!

O ano era 1886, o expediente na famosa fábrica de armamentos Woolwich Arsenal Armament Factory havia terminado. Mas os trabalhadores não falavam da alta demanda que a fábrica tinha com a possibilidade eminente de mais guerras serem declaradas pela Europa e o resto do Mundo.

A fábrica Woolwich Arsenal
O assunto era bem mais leve. Cansados de fabricar armas que tiravam vidas de inocentes e que traziam mais tristeza do que alegrias, alguns trabalhadores começaram a pensar em algo para se distrair, se esvair daquele ambiente pesado, esquecer a pólvora e o ferro com que as armas eram fabricadas.

Na Inglaterra, o foot-ball se difundia cada vez mais, o esporte era utilizado como melhor forma de diversão, simples, fácil de jogar. Era só encontrar algo redondo e chutar, dois grupos se formavam, duas traves eram improvisadas e o jogo começava. Sem armas, sem guerra, só uma bola e uma rivalidade saudável, uma chance de derrotar o adversário sem precisar sujar as mãos com pólvora.

As tardes de setembro eram frias, mas agradáveis, um típico clima do outono londrino que propiciava bons encontros. Os dias são mais curtos nessa época do ano em Londres, de modo que a noite já começava a cair quando os trabalhadores saíam da fábrica. A ideia do grupo de operários de transformar os jogos sem compromissos em um time ficava cada dia mais forte.

Até que no dia 30 daquele mês, foi oficialmente fundado o Dial Square Foot-ball Club. A semana de treinos foi intensa, o ambiente era de expectativa e ansiedade, dentro de 11 dias teriam seu primeiro jogo e os adversários do Eastern Wanderers estavam curiosos para saber o que os fabricantes de armas poderiam apresentar.

O mês do Natal chegou, as primeiras decorações começavam a aparecer, o ambiente não podia ser melhor para a estreia do recém-criado Dial Square FC. No dia 11 daquele mês, os dois times entraram em campo e não se sabe se os operários da fábrica eram realmente bons, ou se os jogadores do Eastern Wanderers não acreditavam que um bando de operários podia derrotá-los e não deram o melhor de si. Mas o desfecho foi uma incrível vitória por 6 gols a 0 em favor do Dial Square. O ambiente entre os fabricantes de armas não podia ser melhor e a notícia correu pela cidade.

Os primeiros atletas do Dial Square FC
Londres vivia aos pés da realeza e as origens das pessoas eram muito valorizadas, o grupo de trabalhadores então resolveu homenagear a nobreza e sua origem mudando o nome para Royal Arsenal. O que começou como mera diversão para se esvair das responsabilidades na fábrica passou a ficar cada vez mais sério e a exigir mais comprometimento dos envolvidos.

Durante cinco anos, o Royal Arsenal viajou pela cidade e pelo país, desafiando clubes e jogando campeonatos e taças amadoras. Aquilo que era diversão virou parte da vida dos trabalhadores, então em 1891 o clube resolveu buscar ainda mais suas origens mudando mais uma vez o nome do clube, dessa vez passou a se chamar Woolwich Arsenal, remetendo o nome diretamente a fábrica onde tudo começou e difundindo seu nome pela Inglaterra.

Foi nesse mesmo ano que decidiram que era hora de levar as coisas mais á sério, o sucesso do clube praticamente os obrigou a se profissionalizar e tentar um lugar nas ligas principais do país. O sonho virou realidade em 1893 quando o Waolwich Arsenal entrou para a segunda divisão inglesa. A virada do século foi ótima para o novo clube Londrino e onze anos depois de entrarem no futebol profissional alcançaram a primeira divisão em 1904.

Arsenal Stadium, em Highbury
Henry Norris era o prefeito da cidade metropolitana de Fulham no ano de 1910 e um grande fã do foot-ball, era conselheiro do Fulham FC, mas queria ir mais além. O Woolwich Arsenal passava por dificuldades financeiras na primeira divisão e abriu venda de suas ações, na esperança de conseguir dinheiro e não declarar falência. Norris viu ai sua oportunidade, comprou a maioria das ações e se tornou dono e presidente do clube.

Norris percebeu que o clube precisava se mudar, estava muito ligado a fábrica de armas e não agregava torcedores por toda Inglaterra. Henry era muito amigo do arcebispo Randall Davidson e conseguiu sua assinatura para ficar com o terreno onde estava a St John’s College of Divinity em Highbury. Foi nesse local que em 1913 foi inaugurado o Arsenal Stadium e no ano seguinte o clube retirou o Woolwich do nome e passou a se chamar apenas Arsenal Foot-ball Club.

Em 1919, a liga de foot-ball voltaria com as atividades após o término da primeira guerra mundial. Henry serviu como oficial de recrutamento na terceira artilharia de Middlesex. Sua contribuição foi tamanha que ele foi nomeado cavaleiro da corte real e recebeu o título honorário de coronel pelos serviços prestados a Rainha.

A liga de futebol precisava definir os participantes da primeira divisão depois que paralisou a temporada de 1914-15 em decorrência da guerra. A influência do agora cavaleiro Sir Henry Norris foi determinante para o Arsenal ter um lugar na elite do futebol inglês, desbancando em uma votação na liga o Tottenham, que veio a se tornar o maior rival do clube no decorrer da história.

A entrada de Wembley, em 30/05/2015
96 anos se passaram dos episódios narrados, o cenário agora é o vestiário do lendário Estádio de Wembley, reformulado para se tornar um dos templos do futebol mais modernos do mundo. Alexis, Walcott, Ozil, Ramsey e o resto do elenco aguardam ansiosos pela hora de subir ao gramado e escrever mais um capítulo da história do clube.

Dono de 11 títulos da Copa da Inglaterra, torneio que já era disputado quando os operadores da fábrica de armas decidiram se reunir para jogar bola e se divertir, o Arsenal teve no dia 30 de maio de 2015 a chance de alcançar a hegemonia na competição, chegar ao 12º título e passar os rivais do Manchester United.

A tarde era agradável em Londres, Wembley recebia mais de 80.000 torcedores de Arsenal e Aston Villa, o clima de decisão tomou conta da cidade. E o maior de Londres não decepcionou seus aficionados, uma vitória tranquila por 4 a 0 garantiu a festa dos Gunners e a cidade foi pintada de vermelho em uma comemoração sem hora para terminar.

Os trabalhadores da Woolwich Arsenal Armament Factory em 1886 jamais imaginariam tamanha festa, jamais pensariam que o que começou como uma simples diversão se transformaria no maior clube de futebol de Londres. O sonho de simples operários fabricantes de armas e de um cavaleiro inglês condecorado depois da primeira guerra mundial virou realidade.

Os Gunners mantiveram suas origens, mas hoje travam batalhas dentro do campo de futebol, sua principal arma é a vontade de vencer, seu principal alvo é o gol, seus principais soldados usam chuteiras e sua principal motivação é a torcida. O Arsenal segue como o clube inglês há mais tempo na primeira divisão inglesa, desde que Sir Henry Norris colocou o time na elite em 1919 e agora é maior campeão da Copa da Inglaterra, o primeiro e mais antigo torneio de futebol do mundo, que assim como o Arsenal, manteve suas tradições e se mantém vivo até hoje.
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