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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Até que ponto esse é o Fluminense de 2016?

Esperei que algum jogo para valer acontecer no intuito de poder fazer a comparação entre o fim do ano passado, pré-temporada e início das competições. Achava que veria um Fluminense mais organizado, compacto e que saberia o que fazer com a bola. Minhas expectativas, no entanto, estão se desfazendo. Depois de três jogos algumas coisas melhoraram, mas outras continuam exatamente do jeito que estavam.


A defesa é o maior exemplo dessa dificuldade de dizer se estamos no caminho certo ou no errado. Gostei da saída de bola. Trocamos os chutões pela troca de passes. A transição ainda pode ser mais rápida, mas isso se consegue com o tempo. Na contra mão, continuamos dando bobeira. Mesmo que essa zaga não seja a que esperamos como titular(Ayrton, Nogueira e Gum devem sair para a entrada de Léo, Marlon e Henrique), não podemos deixar que um tapete vermelho seja estendido para que o Vinícius marque o gol da nossa derrota.

Outro ponto positivo é estarmos rodando o jogo. Se não tem espaço na direita, tocamos no meio que manda para esquerda e assim vai. A paciência é mais do que necessária no futebol. As defesas estão cada vez mais armadas e cada vez mais jogadores voltam para marcar. O problema é a hora de achar a brecha. Várias vezes rodamos a bola bastante e na hora de enfiar, o passe saía errado. Principalmente na jogada de linha de fundo. A maioria das bolas acabou sendo passadas com muita força e findando um ataque promissor.

E o Fred? Não sei o que está acontecendo com ele. Ano passado já fez aquele papelão de pedir para sair porque estava nervoso e hoje, no PRIMEIRO JOGO DO ANO, ele está estressado? Que férias foram essas que ao invés de relaxar, enervam? Espero que ele não esteja pensando que o time está aí na hora que quiser. Ridícula a atitude do nosso capitão. Não interessa quem começou a briga, pois a imagem é clara: Fred soca o jogador do Furacão.

Momento da agressão do Fred
Em suma, espero que esse jogo não tenha sido uma prévia de 2016. Ainda tenho esperança de que o Flu terá um bom ano. Quando todos os reforços começarem a jogar é que poderemos saber qual expectativa criar.

Só para não deixar passar, deixo aqui minha mais óbvia opinião: sou 100% a favor dessa liga. Espero que vingue para que possamos usar o Carioca apenas como treino de reservas e Sub20.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

Guia do Campeonato Catarinense 2016

No próximo sábado (30), 10 clubes catarinenses iniciam a briga pelo titulo estadual. Contando com duas equipes na Série A do Campeonato Brasileiro, Chapecoense e Figueirense e três na Série B do nacional, Avaí, Joinville e Criciúma, disparam como principais favoritos ao título.

Depois de dois anos com uma formula de disputa muito criticada, aonde após todas as equipes se enfrentarem em turno único, em 2015 as seis primeiras disputava o hexagonal, classificando as duas melhores equipes para as finais. As outras equipes disputavam um quadrangular, que brigavam contra as duas vagas do rebaixamento para a Série B do Catarinense.


Depois de vencer o campeonato catarinense 2015 nos tribunais, já que o Joinville escalou um jogador irregular e perdendo seis pontos, o que deixou a equipe sem vantagem de jogar por dois resultados iguais nas finais. Tornando o Figueirense maior vencedor da competição, agora com 17 títulos, logo atrás vem o Avaí com 16, Joinville com 12, o Criciúma com 10 e a Chapecoense com quatro títulos.

CLUBES PARTICIPANTES 


AVAÍ: O Avaí Futebol Clube, fundado em 1° de setembro de 1923, é o clube da parte ilhéu de Florianópolis. Há dois anos consecutivos brigando contra o rebaixamento no estadual, o Leão da Ilha vem para 2016 com um time totalmente diferente do time que foi rebaixado no último Brasileirão, porém Raul Cabral foi mantido como o treinador da equipe. Os avaianos veem em Marquinhos Santos - maior ídolo do clube - a esperança de um futuro melhor, porém o camisa 10 ainda se recupera de cirurgia nos joelhos.
Time base: Renan; Renato, João Filipe, André, Vitor Costa; Judson, Caio Cesar, Marquinhos; Rômulo, Willian, Lucas Fernandes. Técnico: Raul Cabral
Estádio: Estádio da Ressacada.
Capacidade: 17.537 pessoas.


BRUSQUE: O Brusque Futebol Clube, fundado em 1987 e campeã catarinense em 1992, volta a disputar o campeonato da 1ª divisão após o título conquistado da Série B do regional ano passado. A equipe conta com uma boa base da equipe campeã no elenco, além de trazer alguns jogadores já conhecidos da torcida, como o goleiro João Paulo, que veio da Chapecoense e o zagueiro Alemão, que disputou o estadual passado pelo Atlético de Ibirama. Outro destaque está no banco de reservas. Mauro Ovelha, com passagens por vários clubes catarinenses e campeão estadual em 2011, renovou o contrato para comandar a equipe neste retorno à Série A. A principal esperança de gols está em Eydinson, artilheiro da equipe em 2015. O objetivo inicial da equipe é buscar uma vaga catarinense na 4ª divisão nacional. A estreia no estadual será diante do Figueirense, em Florianópolis.
Time base: João Paulo; Alemão, Maurício, Cleyton, Aélson; Éverton Cézar, Carlos Alberto, Assis, Eliomar; Eydison, Giancarlo. Técnico: Mauro Ovelha.
Estádio: Augusto Bauer.
Capacidade: 5.000 pessoas.


CAMBORIÚ: O Camboriú Futebol Clube, fundado em 2004, conhecido como Tricolor da Baixada, volta a disputar o Campeonato Catarinense da Série A depois de dois anos na 2ª divisão. A equipe vai para sua 3ª participação na história, e espera fazer bonito e superar a sua 1ª campanha, em 2012 quando conquistou um modesto 8º lugar. A base do time está na equipe vice-campeã da série B 2015, destaque para o goleiro Rodrigo Rocha, o Lateral Thoni, o Volante Duda e o atacante Brasão. De novidades, estão com destaque o zagueiro Vitor Hugo, os Laterais Badé e Ari, além dos Volantes Xipote e Eurico. A esperança de gols está em Brasão, o “Walter catarinense”. O técnico Rony Aguilar foi mantido na equipe para esta Série A. O objetivo do tricolor é primeiramente garantir vaga na elite, para quem sabe, beliscar algo a mais, como uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A estreia será contra o Metropolitano, fora de casa.
Time base: Rodrigo Rocha; Thoni, Alessandro Lopes, Vitor Hugo, Paulo Meneses; Duda, Serginho Paulista, Eurico, Chiquinho; Lauro César, Cadu. Técnico: Rony Aguilar.
Estádio: Robertão
Capacidade: 2.000 pessoas.


CHAPECOENSE: A Associação Chapecoense de Futebol, fundada em 10 de maio de 1973, e única equipe representante do Oeste Catarinense, busca o pentacampeonato estadual. Depois de garantir permanência na Série A do Brasileirão, após acertar a renovação do técnico Guto Ferreira, garantiu a permanência de quase toda base da equipe titular, perdendo apenas Camilo que seguiu para Arábia Saudita, e Apodi, que chegou a renovar seu contrato, mas acabou negociado com o futebol Russo, mesmo caso do zagueiro Vilson, que acertou sua ida para o Corinthians. Chegaram ao Verdão, o goleiro Marcelo Boeck, os laterais Gimenez e João Lucas, os zagueiros Marcelo e Rafael Castro, os volantes Josimar e Moisés, os atacantes Silvinho, Lucas Gomes, Martín Alaniz e Kempes.
Time base: Danilo; Gimenez, Neto, Thiego, Dener; Gil, Cleber Santana, Neném; Maranhão, Ananias e Bruno Rangel. Técnico: Guto Ferreira.
Estádio: Arena Condá.
Capacidade: 22.000 pessoas.

CRICIÚMA: O Criciúma Esporte Clube (CEC), fundado em 13 de maio de 1947 com o nome de Comerciário Esporte Clube, é a agremiação mais vitoriosa do futebol de Santa Catarina. Detentor das maiores glórias do futebol catarinense, o Criciúma foi o primeiro e único clube de Santa Catarina a conquistar o título da Copa do Brasil, em 1991, de forma invicta. É o único clube catarinense a participar de uma Copa Libertadores da América, alcançando a fase de quartas de final. O Criciúma é o 4º maior vencedor do Campeonato Catarinense, atrás apenas do Figueirense, Avaí e Joinville.
Time base: Luiz; Ezequiel, R. Silva, D. Giaretta e Marlon; Barreto, J. Afonso, D. Moreira, Élvis e Roger; Bruno Lopes. Técnico: Roberto Cavalo.
Estádio: Heriberto Hülse.
Capacidade: 19.000 pessoas.


FIGUEIRENSE: O Figueirense Futebol Clube, fundado em 12 de junho de 1921, é o clube da parte continental de Florianópolis e que em 2016 defende a hegemonia de títulos catarinense: 17 títulos, um a mais que o rival Avaí. Vindo de um 2015 onde lutou contra o rebaixamento no Brasileirão, o Figueira decidiu manter no cargo o técnico Hudson Coutinho. As principais perdas para a temporada são Thiago Heleno e Alex Muralha. Há a possibilidade do Figueira jogar parte do estadual com o time sub-23 por conta da Copa Sul-Minas-Rio.
Time base: Junior Oliveira, Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves, Marquinhos Pedroso; Jocinei, Jackson Caucaia, Yago, Carlos Alberto; Clayton, Everton Santos. Técnico: Hudson Coutinho
Estádio: Orlando Scarpelli.
Capacidade: 19.584 pessoas.


GUARANI DE PALHOÇA: A Sociedade Esportiva, Recreativa e Cultural Guarani, o popular Guarani de Palhoça, foi fundado em 15 de fevereiro de 1928. O bugre palhocense que foi rebaixado em 2015, estará nessa edição do Catarinense graças à desistência do Atlético Ibirama. Somente em novembro o clube foi informado de que iria participar da competição, e montou seu time às pressas. O técnico da equipe é Sergio Ramirez, que já teve várias passagens pelo futebol catarinense. Com poucos recursos e pouca ajuda dos que vivem na cidade e até dos pouquíssimos torcedores, a meta é somente se manter na elite do futebol catarinense.
Time base: Tiago; Dema, Baggio, Vagno, Capa; Jackson, Adriel, Alex Maranhão; Cecel, Naldinho, Hélio Paraíba. Técnico: Sergio Ramirez.
Estádio: Renato Silveira.
Capacidade: 5.081 pessoas.


INTER DE LAGES: O Esporte Clube Internacional de Lages, fundado em 13 de junho de 1949, mais conhecido como Leão Baio, participa pela segunda vez consecutiva o Campeonato Catarinense, depois de se destacar em 2015, a equipe garantiu a 4° colocação no estadual e ainda ganhou as vagas na Série D e Copa do Brasil. Os destaques da equipe são Valdo Bacabal que voltou ao Colorado, depois de disputar a série C pelo Tombense, e André Gava, com passagem pelo Criciúma, vindo também da equipe da equipe mineira.
Time base: Neto Volpi; Weriton, Cristian, Petterson, James; Bruno, Michel Schmoller, Parrudo, André Gava; Valdo Bacabal e Gustavo. Técnico: Waguinho Dias.
Estádio: Vidal Ramos Junior.
Capacidade: 7.620 pessoas.


JOINVILLE: O Joinville Esporte Clube (JEC), fundado no dia 29 de janeiro de 1976, é o terceiro clube com mais títulos da competição. O Tricolor do norte catarinense vem, pelo terceiro ano consecutivo, buscando chegar à final da competição - assim como 2014 e 2015. Apesar do rebaixamento para a Série B do Brasileirão 2016, o JEC manteve PC Gusmão como treinador e reforçou a equipe com alguns atletas. A torcida tricolor terá a tranquilidade de contar com o goleiro Agenor, que foi um dos destaques da Série A do Brasileirão em 2015 e permanecerá no clube em 2016.
Time base: Agenor; Mário Sérgio, Bruno Aguiar, Rafael Donato e Diego; Kadu, Diones, Diego Felipe e Thomás; Mariano Trípodi e Fernando Viana. Técnico: PC Gusmão.
Estádio: Arena Joinville
Capacidade: 20.160 pessoas.


METROPOLITANO: O Clube Atlético Metropolitano, fundado em 2002, conhecido como Verdão do Vale, vai para a sua 11ª participação seguida na 1ª divisão catarinense. Desde que subiu pela 1ª vez à elite, nunca mais saiu. E para essa 11ª participação, a equipe terá um obstáculo já enfrentado pelo clube em outra oportunidade: Jogar todo o campeonato fora de Blumenau, assim como em 2008. Na oportunidade, a equipe mandou os jogos em Brusque e Timbó, onde conseguiu sua melhor campanha na história: Um 4º lugar, e uma inédita vaga na Série C do Brasil. Esse ano, o motivo pela saída de Blumenau, é o mesmo que 2008: Reformas no estádio do SESI, desta vez, visando ser sede de treinamentos para as Olimpíadas. Mas, a casa escolhida para mandar os jogos, é outra. Estádio João Marcatto, em Jaraguá do Sul, distante 60 km de Blumenau. Para esta temporada, o grande destaque da equipe está no banco de reservas: Valdir Espinosa, técnico campeão mundial em 1983 com o Grêmio, será o responsável para comandar a jovem equipe verde e branca. Com poucos remanescentes da vergonhosa campanha na Série D 2015, o Metrô trouxe vários atletas, na sua maioria, debutantes no futebol barriga verde, com destaque para os velhos conhecidos zagueiros Élton e Alexandre Carvalho, o volante Renan Wagner, e o atacante Thiaguinho, junto com as contratações dos meias Peu e Téssio e do atacante Rafinha.  Com um elenco jovem, o objetivo do clube é novamente incomodar os grandes, buscar a vaga na Série D do nacional e beliscar uma vaga inédita na Copa do Brasil. A estreia no estadual será diante do Camboriú, na sua nova casa, em Jaraguá do Sul.
Time base: Samuel Portugal; Thiago Ryan, Luan, Élton, Juninho; Iago, Pink, Bruno Medeiros, Harrison, Bruno Britto; Matheus de Paula. Técnico: Valdir Espinosa.
Estádio: João Marcatto.
Capacidade: 10.000 pessoas.

REGULAMENTO: Os 10 clubes se enfrentam em turno e returno, aonde os campeões de cada turno realizam a final em jogos de ida e volta, a equipe com melhor campanha durante toda competição além de decidir a grande final em casa, joga por dois resultados iguais. Se uma equipe vencer ambos os turnos, ficará com o título. As duas equipes com piores campanhas nos dois turnos serão rebaixadas para a Série B em 2017.

PRIMEIRA RODADA
Sábado (31/01)
Chapecoense x Inter de Lages – 17h00min na Arena Condá.
Guarani de Palhoça x Joinville – 19h30min no Estádio Renato Silveira.
Domingo (01/02)
Criciúma x Avaí – 17h00min no Estádio Heriberto Hulse.
Metropolitano x Camboriu – 17h00min no Estádio João Marcatto.
Figueirense x Brusque – 19h30min no Estádio Orlando Scarpelli.

Frederico Kuhnen || @Fred_Metro2002
Leonardo Fernandes || @leo_fernandes_9
Marcelo Weber || @acfmarcelo
Patrick Silva || @figueiradepre

Guia do Paranaense 2016


Neste final de semana, inicia-se o Campeonato Paranaense de 2016, o pontapé inicial será dado já no sábado, dia 30 de janeiro. A final está marcada para os dias 1 e 8 de maio. Essa que será a centésima segunda edição deste torneio estadual de clubes e contará com a presença de 12 times, organizado e regimentado pela Federação Paranaense de Futebol (FPF).

O campeonato garante o direito a uma vaga na Série D conforme o desempenho e pontuação final das equipes, exceto os que disputam o Campeonato Brasileiro das Séries A e B, e o Maringá, que garantiu vaga pela Taça FPF 2015. Já os três primeiros colocados disputarão a Copa do Brasil de 2017.

Os 12 times jogam entre si em turno único. Os oito melhores passam para as quartas de final e fazem partidas de ida e volta até a definição do título. Desta vez, os dois últimos colocados da primeira fase caem automaticamente para a Divisão de Acesso 2017, diferente do ano passado aonde os quatro últimos colocados disputaram o Torneio da Morte.

Confira os participantes da edição de 2016:

ATLÉTICO-PR:
O Atlético reviu a política de contratações dos anos anteriores e foi ao mercado. Trouxe sete jogadores: os zagueiros Thiago Heleno e Paulo André, os laterais Pará e Léo, o meia-atacante Vinícius e os atacantes André Lima e Anderson Lopes. Manteve ainda os destaques de 2015, casos do goleiro Weverton, do volante Otávio, do meia Nikão e do atacante Walter. Por conta de uma decisão política, o Atlético passou a desprezar o Estadual a partir de 2013. O vexame no Paranaense de 2015, o jejum de títulos e o risco de perder a eleição no final do ano passado fizeram a diretoria rever a estratégia. O cenário local volta a ter importância e, com o time principal, o Rubro-Negro busca levantar a taça, algo que não acontece desde 2009. O Atlético estreia fora de casa contra o atual campeão Operário.

CASCAVEL:
Criado há oito anos, o time do Oeste paranaense faz seu segundo ano consecutivo na elite estadual. A campanha do ano passado superou as expectativas da direção aurinegra, que esperava apenas brigar contra o rebaixamento, mas alcançou as quartas de final do torneio, até ser eliminado pelo Coritiba. A meta é avançar às semifinais. Sem destaques individuais, o Cascavel aposta na força do grupo e na chance que os jovens jogadores têm de utilizar o Estadual como vitrine para futuros contratos. Alguns jogadores já passaram por equipes de ponta, como o zagueiro Américo e o volante Hildo, ambos defenderam o Figueirense, e o meia William, atleta do Coritiba entre 2011 e 2012. O Cascavel estreia fora de casa contra a equipe do Coritiba, no Estádio Couto Pereira. Esse que será o primeiro jogo aonde a bola vai rolar pelo Paranaense de 2016.

CORITIBA:
Com 37 títulos, o Coritiba é o maior campeão do estado. O Coxa começou a década com quatro conquistas seguidas, todas em cima do rival Atlético. Porém, há dois anos não triunfa e, na temporada passada, foi arrasado pelo Operário na decisão do título. Um título estadual servirá para recuperar também a equipe da campanha ruim no Brasileiro, quando lutou contra a degola. O Coritiba manteve a base da equipe que terminou 2015 e ainda fez algumas contratações. A principal baixa é no ataque, que ficará sem Henrique Almeida, artilheiro do time no Nacional, com gols que livraram o Coxa da Série B. O lateral-direito Ceará chegou e Leandro e Vinícius, ex-Palmeiras, farão companhia no setor ofensivo a Kléber Gladiador e Negueba. O comando técnico da equipe esse ano será de Gilson Kleina, que iniciou a carreira no Coritiba, quando deixou a condição de preparador físico para tornar-se auxiliar-técnico, em 1999. Volta ao velho lar para retomar a carreira após passagens irregulares por Palmeiras, Bahia e Avaí. A estreia da equipe Alviverde será em casa contra o Cascavel.

FOZ DO IGUAÇU:
O "Azulão da Fronteira" foi fundado no ano de 1996 e desde então sua melhor campanha aconteceu na última edição do Campeonato Paranaense (2015). O time ascendeu à divisão de elite do estado após o pedido de licença do Arapongas em 2014. Uma das expectativas para a próxima temporada é fazer uma ótima campanha no estadual para novamente agarrar a vaga para Série D do Brasileiro. O azulão fará sua estreia contra o Toledo, fora de casa. 

J. MALUCELLI:
A manutenção da base da equipe e do treinador Ary Marques são trunfos do Jotinha para a temporada 2016. Em 2015 o time terminou a primeira fase na vice-liderança, mas acabou batido nas quartas de final pelo Foz do Iguaçu. A expectativa é seguir disputando a fase eliminatória e alcançar as semifinais. O J. Malucelli todo ano consegue reunir jogadores experientes, atraídos pela boa estrutura e pagamentos em dia. Os atletas mais conhecidos são o zagueiro Leandro Silva, que jogou a Série A de 2015 pelo Coritiba, o meia Tomás Bastos, campeão da Série B pelo Botafogo, e o também meia Dinélson, com passagens por Paraná e Coritiba. Na estreia o Jota visita o Paraná.

LONDRINA:
Completando 60 anos de fundação neste ano, o Tubarão vem à caça de mais uma taça de campeão estadual. E não é pra menos ter-se essa expectativa por parte do alviceleste, afinal o clube cresceu (e muito) desde o início da gestão de Sérgio Malucelli. Após sagrar-se campeão no ano de 2014 e ter conseguido o sonhado acesso à segunda divisão nacional, nada além de uma boa briga pelas primeiras posições e o título estadual, pode ser esperado de um dos clubes mais tradicionais do interior do estado. Uma das grandes armas do time de Claúdio Tencatti pode ser o estádio Vitorino Gonçalves Dias, que passou por reformas e vai ser utilizado no Campeonato Paranaense após a terceira rodada. O Londrina fará sua estreia contra o PSTC, na cidade de Arapongas já que o estádio Jacy Scaff (estádio do café) e também o VGD passam por reformas. 

MARINGÁ:
Fundado em 2010 com a intenção de recolocar o nome da cidade na elite do futebol estadual, o time da cidade canção tem deixado seu torcedor ansioso para a temporada que terá início neste fim de semana. Em dois anos de primeira divisão do estado o time já conseguiu alcançar um segundo lugar no ano de 2014 e uma boa campanha em 2015. Com vaga garantida na Série D de 2016 (por ter vencido a taça FPF 2015), a zebra tricolor pretende chegar pelo menos ao título do interior e manter uma boa base para o Campeonato Brasileiro. O Maringá faz o primeiro jogo no estádio Willie Davids contra o Rio Branco de Paranaguá.

OPERÁRIO:
Das reuniões de trabalhadores e ferroviários, surge em 1912 o Operário Ferroviário Esporte Clube. O segundo clube mais antigo do estado acumula poucos títulos, mas o título de 2015 é a prova de que a equipe pontagrossense vem se estruturando para ser uma das forças do interior paranaense. Atual campeão estadual, o fantasma alvinegro vem assombrar os mesmos adversários que na temporada passada o subestimaram e tiveram de vê-lo ganhar seu primeiro título estadual com requintes de frieza contra o Coritiba, dentro do Couto Pereira. O Operário tem seu primeiro desafio a cumprir dentro de casa contra o Atlético Paranaense, no Germano Krüger.

PARANÁ:
Sina dos últimos tempos, o Paraná está reconstruindo sua equipe. É o primeiro início de temporada sob o comando do grupo Paranistas do Bem, que elegeu o presidente Leonardo Oliveira em setembro do ano passado. A equipe está sendo formada em torno de jogadores experientes como o goleiro Marcos (39) e o volante Fernandes (30) e conta com as novidades Válber (meia), Dick (lateral) e Nadson (meia-atacante). Claudinei Oliveira foi franco sobre as pretensões da equipe para a temporada. De acordo com o treinador, o foco dos paranistas está na Série B. O Estadual servirá de campo de testes para ajustar o time para a missão de conquistar o acesso para a elite na nona tentativa consecutiva – o Tricolor foi rebaixado em 2007 no Nacional. A equipe tricolor estreia em casa contra o J. Malucelli.

PSTC:
Fundado em 1994 por um grupo de empresários na cidade de Londrina, o PSTC surgiu com a intenção de aprimoramento técnico de atletas de futebol. O clube já revelou grandes nomes do futebol brasileiro e até mundial, como por exemplo, o lateral direito Rafinha do Bayern, Kléberson Campeão Mundial de 2002 pela seleção e Jádson, ex Corintiano. Atual campeão invicto da segunda divisão do Campeonato Paranaense o PSTC vem para sua primeira temporada na elite estadual tentando se manter e revelar outros nomes para o futebol. O PSTC dará início ao campeonato enfrentando o Londrina, em Arapongas.

RIO BRANCO:
A expectativa do Leão de Paranaguá é modesta. No ano passado, por pouco não acabou rebaixado para a Segunda Divisão do Estadual. Este ano, apesar do baixo investimento no elenco, a esperança é cumprir campanha mais regular e não passar sustos. Classificação para a fase final será um bônus. O elenco do Rio Branco mescla apostas, algumas encontradas em uma peneira com atletas amadores, e jogadores rodados em Paranaense. O goleiro Edvaldo já defendeu o Cianorte, o meia Rodrigo Jesus passou pelo Operário e o volante Élber e os atacantes Luccas Barreto e Douglas jogaram no Coritiba. Uma das figuras conhecidas é o volante Marcos Paulo, que já atuou em Coritiba e Paraná. O Rio Branco estreia fora de casa contra o Maringá.

TOLEDO:
Em atividade desde o ano de 2004, os Porcos Selvagens têm poucas glórias em seu currículo. Uma delas foi o alcance da primeira divisão paranaense em 2008 como campeão do acesso. Vice-campeão da segundona em duas oportunidades o Toledo volta para a primeira divisão com o objetivo de se manter e por que não galgar a vaga para Série D que resta para os clubes interioranos. A estreia dos Porcos Selvagens vai acontecer dentro de casa contra o vice-campeão do interior, o Foz do Iguaçu. 

PRIMEIRA RODADA:
Sábado:
Coritiba x Cascavel no Couto Pereira às 19:30
Domingo:
Toledo x Foz do Iguaçu no 14 de Dezembro às 17h
Operário x Atlético-PR  no Germano Krüger às 17h
Londrina x PSTC no Estádio do Café às 17h
Maringá x Rio Branco no Willie Davies às 17h
Paraná x J. Malucelli no Durival Britto ás 19:30

Texto feito por:
@Andreysuldovski - Andrey Suldovski
@VitorBatata3 - Vitor Guimarães

PAULISTÃO 2016: Novidades, preparações e destaques

Enfim o torcedor Paulista poderá voltar a roer as unhas, perder a respiração e sofrer com os ataques cardíacos. A bola irá rolar no Paulistão 2016 com algumas mudanças. A ideia é diminuir a quantidade de times para o ano seguinte, já que atualmente são 20 equipes. Por esse modo SEIS participantes irão cair para a Série A2 da competição e apenas DOIS times subirão, totalizando 16 equipes para a temporada seguinte.

O formato será o mesmo utilizado nos dois últimos anos: Quatro grupos com cinco times que irão enfrentar os adversários dos demais grupos em 15 rodadas. Apenas os dois primeiros de cada grupo avançarão para as quartas de finais jogando entre si em um único jogo. A semifinal será entre o vencedor do A x B e C x D. Apenas a final ocorrerá em dois jogos, ida e volta. Os jogos irão ocorrer entre os dias 30 de janeiro até a grande final dia 08 de maio.

GRUPO A: Botafogo, Linense, Oeste, Santos e São Bento.


Pelo grupo A o atual campeão manteve uma boa base, mas com as perdas de Geuvânio e Marquinhos Gabriel no setor ofensivo e Werey na zaga, o Peixe ainda busca o reforço de um zagueiro e sonha com o retorno de Robinho, mas com o camisa 7 ou não, o time entra forte na competição.

Na briga pela segunda colocação, o Botafogo larga na frente como principal candidato, mas Linense e Oeste também podem beliscar uma classificação. Já o São Bento, não deve chegar muito longe e se contentará com sua briga contra o rebaixamento.

GRUPO B: Ituano, Novorizontino, Palmeiras, Ponte Preta e São Bernardo


No grupo B o favoritismo fica por conta do Palmeiras, que mais uma vez conta com um elenco ótimo, não só em quantidade, mas em qualidade também. Porém, com as atenções divididas com a Libertadores da América, o Verdão pode abrir espaço para Ponte e Ituano (que vem de boas campanhas nos últimos anos) brigarem com mais fôlego pela classificação.

Para São Bernardo e principalmente para o modesto Novorizontino, resta uma forte briga contra o descenso, já que este ano o número de rebaixados aumentou para 6.

Grupo C: Audax, Capivariano, Ferroviária, São Paulo e XV de Piracicaba;


A Ferroviária é a atual campeã do Paulista Série A2, garantiu seu lugar na elite do futebol regional e tentará brigar por algo, o time se vê forte e bastante preparado para a disputa. O São Paulo contará com o novo comandante Bauza e a volta de Lugano, a equipe virá forte, porém estará com os olhos voltados para a Libertadores.

O XV de Piracicaba vem com algumas perdas de seus jogadores que irão desfalcar nesse inicio de campeonato e o treinador Claudinho já anunciou “Tenho que arrumar tudo em uma semana”. A vida não está fácil para o alvinegro de Piracicaba que terá tempo curto para se preparar.

Já o Capivariano vem com uma preocupação para os números que irão ser rebaixados, isso preocupa o time que entrará em campo em estado de alerta. O Audax vem sem muita novidade do que foi na temporada passada e tentará fazer de tudo para conseguir uma vaga para a próxima fase.

Grupo D: Água Santa, Corinthians, Mogi Mirim, Red Bull Brasil e Rio Claro;


O maior campeão do Paulista, o Corinthians jogará totalmente diferente do que foi visto o ano passado. Depois de desmanches em principais setores do elenco, o time vem modificado e o que tranquiliza o torcedor é a permanência de Tite no cargo. O Mogi Mirim não mostra por onde fará uma boa competição, foi rebaixado no ano passado para a Série C do nacional e não mostrou muita mudança em sua equipe.

Água Santa que subiu no ano passado para a elite do futebol Paulista, fez uma pré-temporada bastante convincente jogando no México e goleando em seus amistosos. E como não falar do time mais chato do campeonato? O Red Bull Brasil é o time mais encardido, que sempre dá trabalho aos seus adversários. Olho neles, porque o time de Campinas sempre apronta quando menos se espera. Já o Rio Claro ainda está tentando se preparar em sua pré-temporada, o time ainda move pauzinhos para contratar jogadores e não anda fazendo bons jogos por enquanto.

DESTAQUES!

Tite e Bauza                                                  

Os treinadores de Corinthians e São Paulo estão no centro das atenções da mídia e principalmente dos torcedores. Tite mais uma vez terá muito trabalho em remontar o elenco Corintiano, desta vez, tendo que tirar leite de pedra em algumas posições e pode ter dificuldades durante o primeiro semestre.

Já Edgardo Bauza, chega com promessas de reorganização, num São Paulo que sofreu com diversas turbulências fora e dentro de campo durante a última temporada, e agora vai para sua primeira competição sem o ídolo Rogério Ceni, mas conta com a volta de Lugano para recuperar o ímpeto competitivo da equipe junto ao seu treinador.

Promessa de gols!

A dupla Ricardo Oliveira e Gabriel prometem chuva de gols pelos lados da Vila Belmiro. Orquestrados por Lucas Lima, os atacantes do Peixe esperam repetir os bons números da última temporada e entram forte na briga pela artilharia do campeonato.

Já Alan Kardec inicia o ano com esperanças de regularidade e bola na rede diante os torcedores são-paulinos. Após perder boa parte da última temporada, o atacante voltou nas últimas partidas e mostrou que pode ser o substituto ideal para Luis Fabiano, que deixou o tricolor rumo à China.

Boas apostas!

Erick deixou o Goiás para reforçar o ataque palmeirense e já tem uma grande oportunidade de mostrar serviço para os torcedores. O garoto tem tudo para começar com o pé direito e brigar por uma das posições entre os 11 titulares da equipe.

Jonathan Calleri chega ao São Paulo por empréstimo de seis meses e se repetir as boas atuações que teve com a camisa do Boca, pode dar muito trabalho para todas as defesas na competição, para depois realizar seu sonho de jogar na Europa, pela Inter de Milão.

ISABELA MACEDO || @ismacedo_
PEDRO HENRIQUE || @peeedrito17
LINHA DE FUNDO || @linhadefuundo
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