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domingo, 31 de janeiro de 2016

Corinthians vence, mas não convence diante do XV de Piracicaba

Engana-se quem acha que a vitória do Corinthians deu ânimo ao torcedor. O Timão está longe de ser bom igual ao time que terminou o ano de 2015.

Na partida diante do XV de Piracicaba dentro da Arena Corinthians, oficialmente foi aberta a temporada de 2016, pelo Campeonato Paulista.

Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians
Em campo dois alvinegros com uniformes bastante parecidos e chegava até a confundir e ameaçou uma preocupação para não haver confusão dentro de campo, mas o futebol apresentado nem fez questão disso.

No papel duas equipes sendo remontadas, de um lado o atual campeão brasileiro do outro um time tentando se organizar em apenas uma semana.

O Corinthians chegou a ter cobrança de pênalti em um lance marcado de maneira correta, mas a sina de 2016 de perder pênalti bateu em Rodriguinho e ele bateu pra fora. Minutos depois foi à vez do XV assustar e chegou a marcar um gol depois de uma defesa maravilhosa de Cássio, mas de maneira correta o gol foi anulado por impedimento. Os times não fizeram nada além desses dois lances na primeira etapa fazendo menos ainda na segunda.

Quando o Corinthians parecia que iria engrenar, nada fazia. E quando se pedia uma velocidade ao time, Tite não tinha nenhum atacante para contar no banco.

O momento em que Elias apareceu no jogo o gol veio em dividida com o goleiro adversário, em jogada inteligente do paraguaio para não ficar em posição de impedimento, Romero abriu o placar aos 46' do segundo tempo empurrando a bola ao gol.

O paraguaio muito criticado pela torcida vem demonstrando muita raça dentro de campo na medida de seus limites.

Vale-se a recordação e uma superstição, diante do Cruzeiro na estreia do Brasileiro de 2015, foi 1x0 e gol do Romero. Será que vem título Paulista aí? É cedo para falar, o que realmente queremos saber é: cadê o planejamento? Time campeão desmanchado e nenhuma reposição a altura. Aos que chegaram, tomara que venham para somar e quando começarem a jogar, que mostrem serviço em campo.

Pelo Grupo C o XV amarga a lanterna ao lado do Ferroviária, enquanto no Grupo D o Timão lidera ao lado de Água Santa. O próximo jogo do Corinthians será dia 04 às 19h30 contra o Osasco Audax no José Liberatti, clube no qual o Timão tem parceria no futebol feminino. Já o clube interiorano receberá no Barão da Serra Negra o Rio Claro dia 03 às 17 horas.

Isabela Macedo || @ismacedo_

Londrina domina e vence PSTC na primeira rodada

O dia era de sol, o jogo era fora (mesmo que como mandante da partida) e a missão era uma só: estrear com vitória em cima do PSTC. E assim foi a partida na cidade de Arapongas, onde o Londrina mandará alguns jogos até que um dos estádios da cidade fiquem prontos, vitória do Tubarão.

Foto: Wellington Ferrugem
No primeiro tempo, a equipe Alviceleste manteve o controle da posse bola, mas criou poucas chances claras de gol. A primeira oportunidade apareceu quando Luizão pegou a sobra do escanteio e cruzou para Germano, que, um pouco desequilibrado, bateu de perna direita e mandou a bola pela linha de fundo. Outra oportunidade viria a aparecer novamente apenas aos 11 minutos, quando o estreante Oliveira chutou fraco de fora da área e facilitou a defesa do goleiro Lucas.

Apesar de outras chances que Rafael Gava criava, o grande perigo do primeiro tempo veio dos pés de Wellison, que, de perna esquerda, mandou uma bomba e acertou o travessão. O PSTC se fechava atrás e tentava jogar no erro da equipe mandante, e este erro aconteceu aos 39 minutos, quando Luizão deixou a bola escapar nos pés de Caxambu, mas em nada o lance resultou, já que Germano apareceu para cortar. O primeiro tempo terminou e as equipes foram aos vestiários com o placar zerado.

Na volta para o segundo tempo, a equipe visitante gastou a primeira substituição, entrou Chimba no lugar de Lucão e a substituição não fez efeito, já que o PSTC continuava apático, esperando um erro do Tubarão para guardar o seu gol. Apesar disso, aos 10 minutos, após troca de passes pelo meio, Afonso finalizou de fora da área, mas viu o chute parar nas mãos de Marcelo Rangel.

Vendo que o time não conseguia evoluir suas jogadas pela meia cancha, Claudio Tencati decidiu mexer, trocou um dos estreantes, Oliveira, por um velho conhecido da torcida, Paulo Roberto. Este foi o divisor de águas da partida, já que o jogador deu outra movimentação ao meio campo do Londrina e de seus pés saiu o passe para o gol quando ele lançou a bola, Bruno Batata matou no peito e estufou as redes para alegria dos 3094 torcedores presentes. A partida seguia pouco movimentada e com poucas chances para ambos os lados até que o PSTC marcou, mas a alegria durou pouco, pois o auxiliar marcara impedimento de Afonso.

Deste lance em diante, o PSTC decidiu atacar e movimentar a bola sempre pelo meio. Vendo a deficiência de sua equipe, mais uma vez Claudio Tencati trocou seus atletas, tirou Bidia e colocou o experiente Jumar, justamente com a intenção de proteger sua zaga e evitar que a bola chegasse com facilidade à sua área defensiva. A substituição surtiu efeito e fez que o Londrina corrigir a má postura defensiva. Com a partida controlada, o Tubarão mais uma vez se atirou ao ataque e de novo e dos pés de Paulo Roberto saiu um cruzamento que resultou no gol de Rafael Gava, aos 46 do segundo tempo. Partida finalizada e primeiro oponente do ano derrubado.

Ficha técnica:
Londrina: Marcelo Rangel, Romário, Silvio, Luizão e Paulinho; Bidia (Jumar), Germano, Leandro Oliveira (Paulo Roberto) e Rafael Gava; Wellison e Bruno Batata (Netinho). Técnico: Claudio Tencati.

PSTC: Lucas, Lorran, Márcio Barbosa, Tyron e Índio. Mekelelê (Arthur), Neto, Caxambu, Alex Santos (Rafael Lemes); Lucão (Chimba) e Afonso. Técnico: Reginaldo Vital.

Público e renda:
Pagante: 2769
Total: 3094
Renda: R$ 44460

Próxima partida:
Londrina x Toledo
20h00min - Estádio dos Pássaros (Arapongas)

Ninguém segura: Sampaio vence superclássico contra Moto Club

No primeiro teste de maior dificuldade nesse ano, o Sampaio acabou aprovado. Em um jogo muito disputado e equilibrado, a Bolívia Querida bateu o rival Moto Club por 1x0 e chegou a terceira vitória seguida. Além disso, segue sem sofrer nenhum gol na competição.

O jogo começou tão quente quanto o clima maranhense. Com faltas duras e boas jogadas para os dois lados, os dois goleiros começaram a trabalhar desde cedo. Quando Fernando Santos conseguiu boa jogada pela lateral e bateu, a bola parou na trave.

As boas defesas, porém, não evitaram o gol de Edgar, que soltou uma bomba de fora da área e acertou o ângulo para delírio do Castelão, que recebeu um bom público nesta tarde. 1x0.

Sampaio bateu o Moto por 1x0 (Foto: Elias Auê)
Jogo foi muito brigado no Castelão.
(Foto: Sampaio Corrêa)
Após o intervalo, o jogo seguiu com o mesmo ritmo: muito pegado, marcação e as duas equipes dispostas a atacar. Ainda que o placar fosse favorável, o Sampaio seguia no ataque querendo matar o jogo.

Depois de quinze minutos travados, com muitas faltas e divididas, o Tubarão começou a achar mais espaços para atacar e chegou a marcar o segundo gol com Guilherme Santos, mas a arbitragem marcou impedimento.

Nos minutos finais, nova polêmica: em chute de fora da área de Pedro Gusmão, a bola chegou a tocar a mão do zagueiro Luiz Otávio, porém o árbitro mandou seguir e a vitória magra no superclássico foi mantida, juntamente com a invencibilidade da Bolívia Queria e da sua defesa.

Como já se esperava, vitória do Verdão

Hoje a Veterana venceu e convenceu, aplicou um 2 a 0 no Boa Esporte com direito a show, mas muitas falhas nas finalizações, que possibilitariam um placar mais elástico. Essa foi a primeira vitória sobre o adversário desde que se estabeleceu em Varginha, quando passou a ser o rival direto no Sul de Minas.

A Caldense abriu o placar aos seis minutos com um gol de Tiago Azulão, e foi um pouco pressionada até os 36', quando Marcelo Régis, para “matar o jogo” ainda na primeira etapa, fez o segundo.


No segundo tempo, a Veterana começou a administrar o resultado, deixando o Boa atuar mais livremente e explorar as pontas com Léo Baiano, que se aproveitava das dificuldades defensivas dos laterais do Verdão. Muitas bolas alçadas na área para o elemento surpresa Thaciano finalizar, ou o centroavante Welder tentar colocar a bola para dentro do gol.

Ewerton Maradona e Jefferson Feijão saíram com câimbras para a entrada de Thiago Marin e Andrezinho. A partir deste momento, o time de Poços de Caldas começou a pressionar o Boa em busca do terceiro gol, que acabou não saindo.


O próximo jogo é em Belo Horizonte contra o Atlético-MG, a vitória é muito importante para dar uma confiança maior ao elenco e mostrar que o time tem condições de chegar ao titulo ou a vaga na Série D.

 ARRIBA CALDENSE!

Francisco Junqueira Borja || @BorjaFrancisco_
Linha de Fundo || @linhadefuundo

Clássico de freguês único

O ano começou e mais uma vez, as rosas já começaram a chorar. Não adiantou provocar, não adiantou colocar torcida única, não adiantou ficar gabando título de Série C e nem de divisão de acesso de estadual, não adiantou nem contratar jogador fraco que fez gol bonito, pois quem manda no estado e no campeonato é sempre o mesmo. É melhor começarem a tirar o olho do sangue e colocar o olho no futebol. Só uma dica mesmo.

Goiás vence Vila Nova e começa o Goianão com o pé direito.
Foto: Globo Esporte.
Não deu outra. A torcida do Vila Nova nem conseguiu lotar o estádio como eles dizem que sempre fazem e o Goiás nem sentiu a pressão. A equipe colorada até começou com melhor posse de bola no início na partida, mas a defesa bem posicionada com Deivid Duarte e Wesley Matos deu conta do recado. O que mais assustava era a bola aérea do Vila, que obrigou o goleiro Renan a fazer duas grandes defesas.

Aliás, Renan nunca deixa de ser Renan. Um mito. Fez outra grande atuação hoje nos dois tempos da partida e o ataque do Vila, que estava sem Wendel Marketing Lira e com Frontini completamente apagado, não conseguiu dar sustos. Já o Verde armava todas as boas jogadas nos pés do grande Daniel Carvalho, que não errava passes, diferentemente do Felipe Menezes que tínhamos ano passado. Agora temos um camisa 10 de verdade.

A minha grande dúvida no rendimento do ataque estava em Rafhael Lucas, mas isso está caindo aos poucos. O jogador soube aproveitar bem quando a bola veio em seu pé marcando um golaço e só não marcou o segundo graças ao goleiro do Vila Nova. Patrick também sempre sendo uma referência no meio de campo, onde o Goiás praticamente ganhou o jogo.

Muitos criticavam até o Wagner, mas ele substituiu bem o volante Wendel (fora do jogo por uma virose) e deu inclusive uma bela assistência para um dos gols. Patrick jogou pouco doente, mas foi um dos melhores da partida ao lado de Carlos, que perdeu o avô poucas horas antes do jogo, mas também fez sua parte. Isso mostra o quanto o elenco é acolhedor, cabeça firme, guerreiro, forte e tem tudo para ser um dos melhores da história do Goiás.

Elenco do Goiás comemora vitória no clássico nos vestiários.
Foto: Twitter Oficial do Goiás E.C (goiasec_oficial).

Depois do fim da partida, ficou claro que o clássico pode ter até torcida única, mas também tem um freguês único e essa freguesia é eterna. Não digam que Goiás e Vila não é mais clássico. Desde quando clássico se resume em número de vitórias? Clássico se resume em rivalidade, torcidas grandes mostrando paixão ao clube e isso não mudou. Mesmo sempre com uma completa superioridade esmeraldina sobre o maior freguês do Brasil (não estou brincando). São 110 vitórias do Goiás, contra 47 vitórias do Vila e 55 empates. Não existe vantagem maior no país.

O próximo compromisso é na Serrinha, contra a Aparecidense. Jogo mais difícil que o desse domingo, e é a hora da torcida fazer a sua parte. Lugar de esmeraldino é no estádio.

E choram as rosas!

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @linhadefuundo

Muito calor e pouco futebol, Lusa empata sem gols em sua estreia na A2

Portuguesa empata sem gols com o Barretos, no interior paulista (Foto: Lucas Ventura/NetLusa)
A Portuguesa foi até Barretos enfrentar a equipe da casa, em busca do acesso para a elite do futebol paulista. E o resultado foi decepcionante, tanto para os jogadores, quanto comissão técnica, quanto torcedores que até se retiraram do estádio Fortaleza antes do término da partida. E não viram o soar final do apito aos 90 minutos.

O resultado foi decepcionante e não apenas para um lado, se a Lusa tinha algum favoritismo antes da bola rolar, com ela rolando e ao fim do jogo, a decepção foi dos mandantes. O BEC teve poucas chances, mas as melhores do jogo, acertando a trave do goleiro Douglas por duas vezes no decorrer da partida.

Se o Barretos estava acostumado ao clima da cidade e ao campo de jogo, a Portuguesa tinha que se virar com o entrosamento e a falta de jogadores que fizeram com que o técnico Estevam Soares tivesse que escalar uma equipe totalmente remendada para a estreia no certame. O lateral esquerdo Anderson, o zagueiro Rafael Zuchi titulares da equipe obrigaram o técnico a fazer o improviso do zagueiro Luan Peres na lateral esquerda, e do experiente volante Ferdinando na zaga.

O BEC e a Portuguesa fizeram um jogo tecnicamente muito fraco, mas pela Lusa, com os desfalques, calor e pressão exercida pelos mandantes pode considerar o resultado um "bom resultado". O BEC por ter enfrentado uma das equipes que postula uma das vagas a série A1, pode também considerar o empate um bom resultado.

O próximo compromisso da Portuguesa pelo Paulista da A2 é com o Juventus, às 20 horas.

Escalações:

BARRETOS: Júnior; Lucas Mendes (William Cordeiro), João Vitor, William Mineiro e Cleydson; Diogo Margazão, Ualisson Picachu, Lídio e Norton (Almir Dias) e Luciano Mandí; Jorge Préa (William Santos). Téc. Vilson Tadei

PORTUGUESA: Douglas; Digão, Talis, Ferdinando e Luan Peres; Renan, Milton Jr (Diego Gonçalves), Matteus, Boquita (Marcelo Labarthe); Moacir (Guilherme) e Dominic. Téc. Estevam Soares

O brilho da garotada gremista na estreia do Gauchão 2016

Foto: Felipe Nyland/Agência RBS
Na tarde deste domingo (31/01), enfrentaram-se no estádio Centenário, em Caxias do Sul, Brasil de Pelotas e Grêmio. Em um primeiro tempo de muitas dificuldades, o Tricolor viu o Xavante abrir o placar logo cedo com Cléverson. Contudo, os jovens gremistas brilharam e garantiram os primeiros três pontos à equipe no Estadual 2016.

Considerado a terceira força do Rio Grande do Sul, o Brasil de Pelotas manteve a base da equipe que subiu à Série B do Brasileirão e já começou o Gauchão com um grande desafio: enfrentar o Grêmio. Cumprindo punição de perda de um mando de campo, o Brasil foi ao Centenário, em Caxias do Sul, tentar começar a temporada com um bom resultado. Os comandados de Rogério Zimmermann, que já está no cargo há mais de dois anos, entraram determinados a repetir a façanha do ano passado, onde derrotaram o Tricolor, na ocasião, em plena Arena.

Já o técnico Roger Machado, que comandou o time titular em seu terceiro teste no ano de 2016 – diante do Danúbio, os gremistas ficaram no empate por 1 a 1; e contra o Avaí, os reservas também empataram – ainda não pôde contar com Giuliano, que sofreu uma lesão no pé; Ramiro, com uma entorse no tornozelo esquerdo; e o zagueiro Fred, que segue sem ser registrado no BID. O jogo, além de marcar a estreia da equipe no Campeonato Gaúcho, foi também o primeiro do lateral Wallace Oliveira, vindo do Chelsea, com a camisa tricolor.

Foto: Felipe Nyland/Agência RBS
O Grêmio até começou tentando impor seu ritmo de jogo. O Brasil de Pelotas, porém, abriu o placar logo aos oito minutos de jogo com Cléverson, após falha coletiva da defesa tricolor. A forte marcação xavante e certo nervosismo dificultavam a reação gremista. Os problemas para furar o bloqueio da equipe de Rogério Zimmermann eram claros. Nas poucas oportunidades que o Grêmio teve, não levou perigo. Até os 42 minutos, quando Luan roubou a bola, passou para Maicon e recebeu dentro da área, sem marcação. O atacante chutou rasteiro no canto direito de Martini. Brasil-PEL 1 a 1 Grêmio.

Não satisfeito com o rendimento da equipe na etapa inicial, Roger resolveu mudar o time, promovendo a entrada de Pedro Rocha e alterando o posicionamento de Maicon, que passou a jogar mais recuado, qualificando a saída de bola tricolor. A melhora da equipe foi instantânea. Aos dois minutos, veio à virada com Everton, de cabeça, após bela jogada e cruzamento de Luan. A partir de então, o Grêmio seguiu dominando as ações do jogo e, com a nova postura, voltou a jogar em um nível mais elevado, lembrando as boas atuações que encantaram os torcedores em 2015. Aos 14 minutos, Pedro Rocha sacramentou a vitória com um gol de méritos coletivos. Maicon recebeu boa bola, se livrou do marcador e deu sua segunda assistência na partida ao lançar Pedro Rocha dentro da área, que chutou no canto direito de Martini. O Xavante até tentou esboçar uma reação, mas nada conseguiu fazer para evitar a derrota.

Após um primeiro tempo pouco produtivo, o técnico Roger fez a leitura certa do jogo e, a partir do momento em que Maicon voltou à sua função, o time cresceu. A equipe segue entrosada e o que era de se esperar, visto que pouquíssimas peças mudaram em relação aos jogadores que terminaram a temporada de 2015 como titulares. O grande destaque do jogo fica para a garotada: Luan, o jogador diferenciado e que já vinha sendo o grande nome da equipe, contribuiu com um gol e uma assistência e agora vira preocupação, já que deixou o campo lesionado; Everton, além do gol de hoje, fez uma excelente pré-temporada e acredita-se que deverá assumir a titularidade no ataque ao lado de Luan, ao menos provisoriamente; e Pedro Rocha matou a partida, resta agora saber se, finalmente, conseguirá repetir boas atuações ou continuará sendo irregular. O grande ponto negativo da equipe é a bola aérea defensiva. Mais uma vez a zaga teve problemas, não conseguiu se defender com tranquilidade e falhou em momentos de bola alçada na área. 

Foto: Felipe Nyland/Agência RBS
Após essa primeira rodada, o Tricolor ocupa, momentaneamente, a segunda colocação do Gauchão 2016, juntamente com a equipe do Glória, com três pontos. O Brasil de Pelotas é o 12º colocado, ao lado do Veranópolis. O Grêmio volta aos gramados na quinta-feira, às 19h30min, contra o Aimoré, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo. Já o Xavante vai ao Antônio Veira Ramos, no mesmo dia e horário, enfrentar o Cruzeiro.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL-PEL: Eduardo Martini; Wender, Leandro Camilo,Teco e Xaro; Leandro Leite, Washington, Moisés (Galiardo) e Diogo Oliveira; Cléverson (Marcos Paraná) e Nena (Ramon). Técnico: Rogério Zimmermann.
GRÊMIO: Marcelo Grohe; Wallace Oliveira, Pedro Geromel, Kadu e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon (Moisés), Edinho (Pedro Rocha) e Douglas; Everton e Luan (Bobô). Técnico: Roger Machado.

ARBITRAGEM: Luis Teixeira;
AUXILIARES: Rafael da Silva Alves e Julio Cesar dos Santos.
GOLS: Cléverson (BRA); Luan, Everton e Pedro Rocha (GRE).
CARTÕES AMARELOS: Washington, Teco e Leandro Camilo (BRA); Wallace Oliveira, Kadu, Edinho, Marcelo Grohe e Maicon (GRE).


Janaína Wille | @janainawille

Na estreia do Pernambucano, Sport perde para o Salgueiro no Cornélio de Barros


E foi dada a largada para o Campeonato Pernambucano 2016 com Salgueiro x Sport abrindo os trabalhos pelo hexagonal do título. E igualmente ao ano passado, o Carcará do Sertão bateu o Leão da Ilha em seus domínios por 1x0 gol marcado por Cássio.

Sem muito que falar, o Sport foi lento, sem muita criação e muito chutão. Já o Salgueiro que mantém a base desse ano desde o início do ano passado, aproveitou disso para marcar aos 12 minutos, após cruzamento que partiu da direita, a bola passou por toda a defesa do Sport e Cássio ficou com o gol escancarado e marcou para o Carcará. E o primeiro tempo só aconteceu isso e nada de mais.


Na segunda etapa, o time do Salgueiro ficou tocando a bola tranquilamente enquanto o Sport quando tinha a redonda em seus domínios ia todo afobado ao ataque para tentar empate, e quase conseguiu marcar. Aos dez minutos do segundo tempo, o meia Mark González sofreu falta na entrada da área e na cobrança, Túlio de Melo chutou rasteiro, a bola desviou na barreira e foi para o gol só que o goleiro Luciano fez uma grande defesa com o pé esquerdo evitando o que seria o gol do Sport.


Completamente recuado e querendo segurar o placar, o Sport tentava furar a defesa do Salgueiro, mas não conseguia e na 2° vez que teve a chance de empatar, o Leão parou mais uma vez no goleiro Luciano após o cruzamento de Mark González para Túlio de Melo que subiu mais que todo mundo e novamente o goleiro do Carcará fez uma grande defesa.

E com toda essa pressão do Leão da Ilha, o Carcará conseguiu segurar o placar e os três pontos. Na próxima rodada o Sport irá enfrentar na Ilha do Retiro a equipe do América quarta-feira às 21h30m. Já o Salgueiro irá enfrentar o Santa Cruz no estádio do Arruda, na quinta-feira às 20h30m.

Por: || Fernando Junior ||

VISÃO TÁTICA de: Vitória 3 x 0 Jacuipense


O Leão estreou no Campeonato Baiano de 2016 vencendo uma equipe frágil tecnicamente, mas com uma boa organização tática. E o Visão Tática trás para os leitores detalhes táticos do jogo escrito com linguagem técnica básica, focada no torcedor que se diverte assistindo partidas de futebol e que acaba não enxergando tais questões. E não deixamos também de mostrar um pós-jogo e deixar nosso pitaco na famosa RESENHA.

SISTEMA TÁTICO DAS EQUIPES:

VITÓRIA – Está trabalhando sempre dentro de um 4-2-4, sistema que quando o time tem a bola não sofre variações, mas em compensação na segunda linha de quatro jogadores há uma troca de posições constantes entre os atletas. E os dois volantes de forma alinhada Amaral e Farias ficam como opção de retorno de bola para fazer a pelota circular em U.


JACUIPENSE – O treinador do adversário entrou para atuar dentro de um 4-2-2-2 como na imagem capturada. No entanto durante a partida, o time se postava também em um 4-2-4, fruto da amplitude que o Vitória conseguia no seu também 4-2-4. Isso forçava os atacantes do time da Jacuipense se espalhar em cada flanco enquanto os meias avançavam para tentar barrar a saída de bola do Vitória pelos volantes.


ESTILO DE JOGO:

VITÓRIA – O Vitória de Mancini está sempre trabalhando em bloco médio. Muito visível à concentração no segundo terço do campo (o central) ocasionando um dos maiores defeitos do sistema no momento, pois ocorre tanto sem a bola como quando tem a bola. A falta de pressão na marcação de saída de bola e na parte ofensiva também é fruto dessa concentração. Abrindo precedentes para o chamado estilo engessado no padrão de jogo, tornando previsível, sem o fato novo do homem surpresa e infiltração. Esse estilo de jogo acaba impactando em resumo na transição ofensiva e defensiva do time.

JACUIPENSE – A Jacuipense alternava entre bloco alto e baixo. Quando o time cansou um pouco, por exemplo, tentou negar espaços dentro do seu próprio primeiro terço do campo.

MARCAÇÃO:
                                                              
VITÓRIA – Utilizou marcação zonal, pouca pressão, bloco médio todo no segundo terço do campo, com pequenas perseguições dos extremos contra os laterais do adversário.

JACUIPENSE – Utilizou marcação individual em alguns setores e zonal em outros. O balanço defensivo era bem executado, sofreu pouco contra ataques.

JOGO DE POSIÇÃO:

AMPLITUDE - Muito importante no jogo de posições, ele visa alargar a marcação do oponente e criar espaços. Vejam duas imagens:


Esse lance termina num chute perigoso de Marinho, mas notem que o portador da bola Amaral fica sem mais opções porque Maicon não lê o jogo corretamente no último terço do campo para fazer amplitude, gerando mais espaços para Vander fazer a aproximação.


Essa jogada com Maicon deslocado iria abrir um espaço a mais no centro, uma vez que o meia extremo adversário que estava o acompanhando teria que continuar ou ele mesmo poderia chegar na cara do goleiro. E Vander ao ver o buraco às costas dos volantes iria se aproximar para receber o passe.

PROFUNDIDADE - dar profundidade ao ataque é tentar fazer com que o último defensor adversário quebre a compactação defensiva, em linha por exemplo. Isso folga o jogo para os companheiros efetuar a movimentação de chegar por trás.


Por fim, o jogo posicional que também consiste nos números de sistema como 4-5-1, por exemplo, que varia para 4-2-3-1, 4-1-3-2, 2-4-1-3, 4-3-3 etc... Tem na amplitude e profundidade o objetivo de fazer movimentações para a criação de apoios livres, a posição corporal de recepção da bola tem a intenção de acelerar a circulação e da velocidade no passe.

NA PRANCHETA


Na prancheta desenhamos uma forma que entendo que Mancini pode treinar para melhorar a transição ofensiva e serve para a defensiva também do time, obtendo o chamado padrão de jogo, já que ele concentra seu jogo no segundo terço do campo. É criar superioridade numérica nos flancos e tentar triangulações sem os meias atacantes, visando chamar a atenção da marcação adversária. Logo, os meias atacantes podem e devem se tornar o fator surpresa sem a bola e dar mais profundidade ao time, enquanto os atletas postado no outro flanco dão amplitude para inversões de bola. Já que nossos volantes não chegam à área para finalizar e nem tem bom arremate de longa distância e passam longe de criadores de jogada, sobrecarregando os dois mais avançados, Real e Maia.

DO JOGO:

Primeiro Tempo
Fumaça se deslocou bem na área e obrigou Fernando Miguel a fazer boa defesa aos 15 minutos.
Aos 29 minutos Maia abriu o marcador em boa bola escorada por Marinho depois de um bom passe de Vander.

Segundo Tempo
Aos 14 minutos, após receber passe de Tiago Real, Marinho finalizou por baixo do goleiro rival.
Aos 23 minutos, o goleiro Fernando Miguel defendeu uma penalidade máxima cobrada por Tiago Orobó.
Alípio fechou o placar em jogada iniciada por William Henrique, o atleta marcou o terceiro do Vitória aos 32 minutos.

A RESENHA

Em resumo foi um jogo de poucas chances claras criadas pelas equipes, raras jogadas bem tramadas e conclusões limpas e bem executadas. O time do Vitória parece que tem se preocupado muito em cumprir a parte tática, ou melhor, aprender esse novo formato, e esquece da parte de imposição de jogo. Os contra ataques não surtem efeito pelo falta da transição ofensiva que é quem dita como será executada tal ação após a retomada da bola. Na opinião desse colunista o mais eficiente no time foi o goleiro Fernando Miguel, seguido de Arthur Maia e Marinho. Tenho gostado da valentia de Vander com a bola e sua busca de melhorar o passe e o jogo solidário. Para o Campeonato Baiano e o Campeonato dos Clássicos contra o rival, precisamos de mais uma peça, o 9. Mas para que possamos fazer uma competição nacional sem sustos e jogando para meio da tabela, o clube precisa trazer três grandes jogadores além do citado acima. É um inicio de ano mais consistente que o de 2014 e 2015, mas, bem abaixo ao do ano de 2013.

É isso ai Galera!

Por: @AdsonPiedade
Foto: PórtalipiráFM

FICHA TÉCNICA
Campeonato Baiano – 1ª rodada
Vitória 3 x 0 Jacuipense

Local: Estádio Manoel Barradas – Barradão
Gols: Arthur Maia, Marinho e Alípio
Arbitragem: Luis de Almeida Santos, auxiliado por Carlos Eduardo Bregalda Gussen e Dijalma Silva Ferreira Junior.

Vitória: Fernando Miguel; Maicon Silva, Ramon, Guilherme Mattis e Diego Renan; Amaral (Marcelo), Willian Farias, Tiago Real e Arthur Maia (Alípio); Vander e Marinho. Técnico – Vagner Mancini

Jacuipense: Rodolpho; Edson Pacujá, Uesles, Edson e Jeferson; Dalmar, Léo Maceió, Muller, Marcel (Juninho Bahia) e Tiago Orobó; Jonatha Fumaça (Fagner). Técnico – Clebson Araújo.

Braga passeia em Jundiaí e larga bem na A2

Apontado como um dos grandes favoritos a buscar o acesso para a elite do paulistão, o Bragantino não decepcionou e, mesmo jogando fora de casa, goleou o Paulista por 4x1 neste sábado. Uma estreia segura em um dia que a zebra atacou nos jogos dos principais times dos estaduais.

O jogo começou animado em Jundiaí: logo aos quatro minutos o juiz marcou pênalti para o Braga que Lincom, que acabou de retornar do Corinthians, bateu e marcou o primeiro do time de Bragança Paulista. A resposta poderia ter vindo logo na sequência em outro pênalti, porém a cobrança de Tony foi muito ruim e a bola passou longe.

Lincom retornou marcando gol.
(Foto: Futebol Interior)
A penalidade desperdiçada desanimou um pouco os donos da casa que, mesmo com muito mais posse de bola, pouco conseguia criar para incomodar o goleiro Felipe. O jogo passou a ficar enrolado no meio, com muitos erros de passe e faltas.

Quando parecia que os times iriam para o intervalo com o 1x0 no placar, o Braga conseguiu uma boa escapada pela direita do campo de ataque e o cruzamento encontrou Thiago Santos livre de marcação. Ele se esticou todo e conseguiu concluir a jogada, marcando o segundo dos alvinegros.

O panorama do primeiro tempo se repetiu na etapa final: o time de Jundiaí dominava a posse de bola e tentava furar o bloqueio do Massa Bruta, mas sem conseguir criar muitas jogadas. O jogo passou a ficar chato e sem lances de perigo, em parte com contribuição do calor pelo horário do jogo.

Paulista de Jundiaí x Bragantino  - Série A2 do Campeonato Paulista (Foto: Sandro Zeppi/ TV TEM)
Calor prejudicou o jogo na segunda etapa, que só teve emoção nos minutos finais.
(Foto: Globo Esporte)
Os quinze minutos finais deram uma animada. Aos 33 minutos, Vinícius marcou de cabeça e, no minuto seguinte, veio o quarto gol do Bragantino. Já nos acréscimos e também de cabeça, Brener marcou o gol de honra do time de Jundiaí. 
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