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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Criciúma bate Avaí na estreia do Catarinense

Neste domingo (31), o Criciúma enfrentou o Avaí, estreando no Campeonato Catarinense. O jogo aconteceu no Heriberto Hulse, às 17h00min, e o que foi visto em campo agradou muito a torcida carvoeira, que se mostrou presente assim como a avaiana.


O time da casa começou com basicamente o mesmo elenco do último jogo, quando o Criciúma enfrentou o Cruzeiro pela Primeira Liga. A única alteração foi à substituição de Ricardinho por Élvis.

O jogo começou com dois times de igual para igual, mas, depois de pouco o tempo, o tigre se tornou mais agressivo, jogando com raça, tudo que a torcida pediu. O tricolor vinha investindo muito em contra-ataques e Luiz, que no último jogo foi o destaque, pôde ficar tranquilo, pois a bola custava a chegar à área do Criciúma.

Logo aos 25' a torcida carvoeira pôde comemorar. Róger Guedes aproveitou a falha no corte de Vitor Costa e lançou a bola na área para Giaretta, que marcou de cabeça para o tigre. Giaretta marcou seu segundo gol em seu segundo jogo, se tornando um zagueiro que faz mais que certos atacantes. O confronto prosseguiu e depois de tal lance o Avaí começou a pressionar e a partida se tornou mais acirrada e com mais ataques avaianos, mas nada que não pudesse ser salvo pela zaga ou por Luiz.

Para o segundo tempo, Roberto Cavalo não fez nenhuma alteração na equipe carvoeira. O time que antes jogou mais agressivo voltou mais calmo e com intuito de apenas segurar o placar. Entretanto, após de cerca de meia hora de jogo, o tigre começou a arriscar e jogar com raça, porém com finalizações infelizes. Já o Avaí não conseguiu sucesso e, com poucos chutes a gol, o time avaiano não conseguiu alterar o placar. Fim de jogo para Criciúma 1x0 Avaí.


O jogo de estreia do tigre agradou muito os torcedores, que terminaram o ano de 2015 cabisbaixos e puderam começar 2016 vendo um time com jogadores com um pouco mais de raça e amor à camisa. Isso se deve ao técnico Roberto Cavalo, que tenta passar ao grupo o mesmo amor que ele tinha à camisa em 91.

O que não agradou a muitos foi à segunda camisa do time carvoeiro, assim como a primeira. Um uniforme totalmente diferente do que estavam acostumados a ver.

(Torcida carvoeira após o término do jogo./ Fonte:@OsTigres)
Como já era esperado, a torcida carvoeira se mostrou presente, cantou mais que 90 minutos e nem a chuva pode parar essa loucura.

O próximo confronto do tigre pelo Campeonato Catarinense será nesta quarta (03) contra o Brusque no Estádio Augusto Bauer, e a torcida carvoeira já confirmou presença para empurrar o Criciúma durante mais um jogo.

FICHA TÉCNICA

Local: Heriberto Hulse.
Público: 3.789 torcedores.
Renda: R$ 54.870,00.
Arbitragem: Heber Roberto Lopes, auxiliado por Nadine Câmara Bastos e Rosnei Hoffmann Scherer.
Cartões Amarelos: Róger Guedes, Ezequiel, Barreto e Élvis (CRI) Gabriel (AVA).
Gol: Diego Giaretta, aos 25 minutos do primeiro tempo (CRI).

CRICIÚMA (1)
Luiz; Ezequiel, Raphael Silva, Diego Giaretta, Marlon; Barreto (João Afonso), Dodi, Wellington Saci, Élvis (Alex Santana); Bruno Lopes (Ricardinho), Róger Guedes. Técnico: Roberto Cavalo.
AVAÍ (0)
Renan; Renato, André Santos, Gabriel, Vitor Costa (Paulinho); Judson, Caio Cezar (Lucas de Sá), Diego Jardel; Romulo, Lucas Fernandes (Tauã) e William. Técnico: Raul Cabral.

''Alguns amores matam. O seu me faz viver!''


Letícia Figueredo

AlecPorco desencanta e Palmeiras vence a primeira na temporada

No dia do meu aniversário, a equipe alviverde começou a temporada vencendo pelo Campeonato Paulista contra o Botafogo-SP, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto. 

(Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)
Com bom público no estádio e maioria palmeirense, a equipe alviverde foi a Ribeirão Preto visitar o Botafogo-SP e saiu com uma vitória por 2x0 com gols de Alecsandro e Dudu.

A torcida pegou muito no pé de Alecsandro porque ele não vinha jogando bem, mas o centroavante se redimiu e fez um gol com uma boa ajuda do goleiro Neneca aos 15 do segundo tempo. Dudu ampliou aos 42 para matar o jogo.

O JOGO

Primeiro tempo

No primeiro tempo, as duas equipes jogaram mal e a bola chegou pouco, principalmente na área do Botafogo-SP, já que o Palmeiras deu poucos chutes a gol. Com menos de um minuto, o Verdão teve sua primeira chance em contra-ataque com Gabriel Jesus, mas o atacante acabou desperdiçando e chutando para defesa do goleiro Neneca.

A equipe de Ribeirão Preto respondeu aos 11 minutos com bola parada e o Palmeiras perdeu mais duas chances. Aos 25', Alecsandro recebeu na área, mas chutou muito fraco. Aos 32', Robinho cobrou falta para defesa do arqueiro tricolor.

O arqueiro Fernando Prass salvou o Palmeiras nos últimos minutos do primeiro tempo, quando Danilo Bueno escapou da marcação do zagueiro Leandro Almeida e conseguiu bater colocado, mas o goleiro do Verdão mandou para escanteio.

No intervalo, Alecsandro reclamou que não estava recebendo a bola.

Segundo tempo

A segunda etapa começou fraca e, assim como na primeira, quem teve a primeira chance foi o Palmeiras com Dudu. O atacante entrou na área e bateu forte, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos 11', Prass fez grande defesa após falta bem batida por Vitinho.

Alecsandro finalmente abriu o placar para o Verdão aos 15 minutos. Depois de receber cruzamento de Lucas, o centroavante cabeceou e o goleiro Neneca espalmou para o travessão, mas a bola voltou em sua mão e acabou colocando para dentro do gol. Botafogo-SP 0x1 Palmeiras.

O Botafogo ainda teve chances de empatar a partida aos 36', mas Vitor Hugo evitou finalização de Nunes. Aos 42', o Palmeiras fez outro gol depois do lançamento de Robinho para Dudu, que ampliou o placar e marcou o segundo palmeirense.

BOTAFOGO-SP 0 X 2 PALMEIRAS
Data: 31/01/2016
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Competição: Campeonato Paulista (1ª rodada)
Local: Estádio Santa Cruz, em São Paulo (SP)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Auxiliares: Anderson José de Moraes Coelho e Daniel Paulo Ziolli
Cartões amarelos: Mirita e César Gaúcho (Botafogo); Alecsandro e Robinho (Palmeiras)
Gols: Alecsandro, aos 15, e Dudu, aos 42 minutos do segundo tempo.
BOTAFOGO-SP: Neneca; Daniel Borges, Caio Ruan, Mirita e Augusto Ramos; César Gaúcho, Rodrigo Thiesen, Danilo Bueno (Paulinho), Vitinho e Diego Pituca (Serginho); Nunes e Serginho. Técnico: Marcelo Veiga.
PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Vitor Hugo, Leandro Almeida e Zé Roberto (Egídio); Thiago Santos (Roger Carvalho), Arouca, Robinho, Dudu e Gabriel Jesus (Erik) e Alecsandro. Técnico: Marcelo Oliveira.

Luigi Berzoini || @LuigiLouco999

Com grande atuação de goleiro, Metrô vence na largada do Estadual

Depois de quase cinco meses sem jogo oficial, enfim o Metrô voltou aos campos. Na estreia no Estadual 2016, o time "inaugurou" sua nova casa, o estádio João Marcatto em Jaraguá do Sul. O primeiro adversário: Camboriú, time recém-promovido para a Série A do campeonato. Cerca de 600 torcedores se deslocaram para acompanhar o início do trabalho de Valdir Espinosa e comandados.

Com alguns problemas de escalação, devido a não regularização de alguns atletas junto ao BID da CBF, o técnico Espinosa teve que fazer algumas alterações na equipe titular.

Público de 573 pessoas no primeiro jogo como mandante em Jaraguá do Sul.
O jogo começou e quem partiu pra cima foi à equipe visitante. Com os anfitriões meio desligados e lentos, o Cambura perdeu algumas oportunidades de gol, principalmente pelas belas e decisivas intervenções do goleiro Samuel, que fez seu primeiro jogo profissional. O goleiro estava confiante, atento e chamava atenção da sua defesa, que parecia estar perdida e nervosa. Num desses lances, Élton fez falta em Lauro César de frente para a área. Na cobrança, Thoni mandou a bola na trave, assustando o time e a torcida local.

Foi somente aos 20 minutos que o Metrô conseguiu armar uma jogada. Juninho foi lançado na área, finalizou e o goleiro Rodrigo defendeu. No rebote, Beto desperdiçou ao chutar em cima do arqueiro visitante. Cinco minutos mais tarde, após perderem mais duas jogadas, enfim saiu o primeiro e único gol da partida. Em belo cruzamento do lateral direito Iago, PEU cabeceou livre pra abrir o placar pros donos da casa.

Alívio para os mandantes, ducha de água fria pros visitantes. Mas o Camboriú queria mostrar uma rápida reação e, no lance seguinte, quase empatou a partida em lance perdido por Thoni. Após o gol, o jogo ficou equilibrado, com as duas equipes tentando mudar o placar. Peu, novamente, tentou de bicicleta, sem sucesso. Logo depois, a figura de Samuel apareceu novamente. Após defesa parcial, no rebote, o atacante Cadu parou em grande defesa do arqueiro verde em lance dentro da pequena área. Final de 1º tempo, Metrô 1x0 Cambura.

Jogadores comemoram o gol de Peu (8), o único do jogo.
 Foto: Sidnei Batista/Assessoria CA Metropolitano
Para o 2º tempo, o técnico Espinosa largou mão do jovem Beto, que nada fez na partida, e colocou Zé Lucas, jogador bastante criticado pela torcida verde. A segunda etapa começou morna, com as equipes tentando atacar, mas sem nenhum sucesso. As investidas do tricolor da baixada eram pelo lado direito, onde o defensor Juninho demonstrava falta de fôlego e deixava um bom espaço para atacar. Já pelo lado verde, a busca pelo segundo gol vinha pelo lado direito, já que o lateral Iago estava melhor fisicamente e tinha mais liberdade.

O jogo ficou enrolado, mas com as duas equipes tentando finalizar para o gol. Os dois times tiveram boas chances de marcar em cobranças de faltas, mas ambas desperdiçadas. Peu tentou novamente de bicicleta, mas não teve sucesso. Aos 35’, após falta forte em Peu, Eurico levou o segundo amarelo e acabou sendo expulso, deixando os visitantes em desvantagem numérica e dificultando a chance do time chegar ao empate.

O Metrô, mesmo com um a mais, abdicou de atacar devido ao cansaço da equipe e deixou a Cambura dar seu último e fraco gás em busca do empate. Aos 46’, o Camboriú teve uma ótima chance de igualar o marcador em uma cobrança de falta, mas, mais uma vez, Samuel não deixou passar e espalmou para escanteio. Na cobrança, Thoni conseguiu finalizar, mas Samuel fez sua última e decisiva defesa. Final de jogo em Jaraguá do Sul. Metropolitano 1x0 Camboriú.

Goleiro Samuel foi o grande destaque do Metrô, fazendo grandes defesas em seu 1º jogo como profissional. 
Foto: Sidnei Batista/Assessoria CA Metropolitano
A estreia só foi boa por um motivo: os três pontos. O time fez o dever de casa, venceu um jogo direto, mas não chegou nem perto de convencer os quase 600 torcedores. O goleiro Samuel foi o destaque alviverde com, pelo menos, três grandes defesas. O sistema defensivo não foi bem, principalmente pelo lado esquerdo, onde Juninho parece que voltou ontem de férias. Já os jogadores que se destacaram foram o volante Medeiros, o atacante Peu e, claro, Samuel. Com algumas peças ainda pra estrear e regularizar, e algumas especulações de reforços, o time ainda vai mudar.

Hoje sentiram a falta de ritmo e de entrosamento, já que a equipe cometeu algumas falhas que, contra um time mais qualificado, poderiam ser fatais. Acredito no potencial desses jogadores e, principalmente, no técnico, que está conseguindo lidar muito bem com esse elenco jovem. Veremos como vai ser. O segundo episódio dessa saga está marcado para 5ª Feira (04/02) às 19H30, contra o Avaí em Palhoça, na grande Florianópolis. O jogo não será na Ressacada devido ao gramado, que ainda está sendo trocado. Já o Camboriú tenta se recuperar no Estadual contra a Chapecoense, em Camboriú, na 4ª feira.

Ficha Técnica

METROPOLITANO 1x0 Camboriú

Estádio: João Marcatto, Jaraguá do Sul.
Data: 31/01/2016
Horário: 17 horas.
Arbitragem: Leandro Messina Perrone, auxiliado por Alex dos Santos e Maira Americano Labes.
Público: 573 torcedores
Renda: $8.850,00
Cartões Amarelos: Iago (Metropolitano); Alessandro, Victor Hugo, Eurico (Camboriú)
Cartão Vermelho: Eurico (Camboriú)

Metropolitano: Samuel; Igor (Thiago Ryan), William Rodrigues, Élton, Juninho; Medeiros, Harrison, Diego Souza (Radsley), Bruninho; Peu, Beto (Zé Lucas). Técnico: Valdir Espinosa

Camboriú: Rodrigo Rocha; Thoni, Alessandro Lopes, Victor Hugo, Badé; Eurico, Duda, Chiquinho (Marcelo Quilder), Serginho Paulista; Cadu (Thiago Silva), Lauro César (Thiago Baiano). Técnico: Rony Aguillar

VOU COM ELE ATÉ O FIM!

Frederico Kuhnen |@fred_metro2002

Linha de Fundo | 

Raposa para na retranca do URT e empata no Mineirão

O Campeonato Mineiro se iniciou e a Raposa estreou mais um campeonato com empate, dessa vez um sem gols. Na partida de ontem o Cruzeiro foi seu próprio adversário e não obteve sucesso.

                       


O time do povo foi superior do inicio ao final do jogo, porém o URT veio com um o objetivo de empate e, desse modo, montou um bloqueio defensivo quase impossível de infiltrar. Já é possível imaginar como foi os 90 minutos da partida.

O Cruzeiro tem a chance de se recuperar contra a Tombense, a partida acontecerá no Estádio Soares de Azevedo, em Muriaé-MG, na quarta-feira às 19h30.

Sobre o jogo:

A torcida celeste deu um show ontem no Mineirão antes mesmo da partida começar, cantando sem parar. Com o apoio da total da maior torcida de Minas, a Raposa foi pra cima do URT com todas as suas forças.

Os primeiros 15 minutos foram de reconhecimento das equipes e não houve nenhuma chance clara de tirar o zero do marcador.

As jogadas do time de Belo Horizonte se resumiam em Alisson e Willian, e foi dos pés de Alisson a primeira chance celeste, quando, aos 17 minutos, o atacante arriscou de fora da área e mandou a bola sobre o gol. Logo em seguida, Gabriel Davis levou perigo ao gol de Fábio. O Cruzeiro tentou com Arrascaeta, porém parou na boa defesa do goleiro do URT.
                                                
                               

Aos 21 minutos, Mayke foi à linha de fundo e fez um cruzamento para Willian Bigode, que tentou, mas foi interrompido pelos jogadores de Pato de Minas. Já era de esperar uma boa partida do atacante Willian, que, em ótima cobrança de falta, acertou o travessão do goleiro Follmann.

Aos 32 minutos, teve a parada técnica obrigatória e logo após os três minutos o jogo voltou ao normal, porém o ritmo dos atletas foi diminuindo e a primeira etapa acabou.

Segundo tempo:

Na etapa final, a Raposa passou a explorar mais as laterais do campo, criando assim melhores oportunidades de finalização. Aos 7 minutos, Henrique recebeu pela esquerda e cruzou da melhor maneira para Alisson, que, de cabeça, acertou no canto do gol obrigando Follmann a fazer boa defesa.

A equipe de Ademir Fonseca manteve sua postura defensiva e apostou nos contra-ataques. A tarefa da Raposa de achar uma brecha na defesa estava difícil, então somente trocava passes e controlava a partida.

Deivid queimou as três alterações de uma vez só, colocando Gabriel Xavier, Sánchez Miño e Douglas Coutinho no lugar de Willian, Alisson e Arrascaeta. Apesar de o técnico apostar em suas mudanças, quem assustou primeiro foi o URT aos 23 minutos, quando Alexsandro entrou na área e dividiu com Fábio.

Aos 35 minutos, Fabrício, em jogada individual, de um passe para Marcos Vinicius, que passou pelo marcador e, sem opção, cruzou rasteiro.

                             

Cruzeiro teve uma última chance de abrir o placar na Toca III aos 43 minutos, quando Ariel Cabral recebeu de Sánchez Miño, driblou o zagueiro e chutou forte com a perna esquerda, mas o goleiro Follmann mandou para escanteio.

@Paulinha_CEC

CRUZEIRO 0 X 0 URT

Motivo: 1ª rodada do Campeonato Mineiro
Data: 31/01/2016 (domingo)
Local: Mineirão, Belo Horizonte-MG
Árbitro: Gabriel Murta Maciel
Assistentes: Pablo Almeida Costa e Magno Arantes Lira
Público: 15.397
Renda: R$ 428.073,00
Cartões amarelos: Fabrício (Cruzeiro); Fábio Santos e Balotelli (URT)

Cruzeiro: Fábio; Mayke, Dedé, Manoel e Fabrício; Henrique, Ariel Cabral, Marcos Vinícius, Arrascaeta (Gabriel Xavier) e Alisson (Sánchez Miño); Willian (Douglas Coutinho)
Técnico: Deivid

URT: Follmann; Alex Murici (Pierre), Mauro Viana, Robinho e Fabinho; Leandro, Ramos, Carlos Magno (Kelvin) e Gabriel Davis; Baloteli e Fábio Santos (Alexsandro)
Técnico: Ademir Fonseca


TRÁ TRÁ TRÁ: Bahia metralha fantasma da estreia

O torcedor do Bahia já estava acostumado: Estreia em Campeonato Baiano era sinônimo de sofrimento e mau futebol. Pelo menos tinha sido assim nas últimas cinco temporadas – inclusive com duas derrotas no bicampeonato 2014/2015. Ontem supersticiosos e pessimistas logo se sobressaltaram aos cinco minutos: Bola esticada pelo goleiro Tigre, defesa adiantada e lado esquerdo mal posicionado, saída atabalhoada de Lomba e pênalti convertido por Nino Guerreiro. Um a zero para Juazeirense no Metropolitano de Pituaçu quase vazio.

Apesar da desvantagem, o time de Doriva não se desorganizou. Conseguiu pressionar a equipe interiorana mantendo a bola no campo de ataque, ainda que com alguma dificuldade para infiltrar e finalizar. Time mostrava coordenação no meio-campo e ataque, mas pecava nas opções para concluir: Luisinho não conseguia vantagem pela direita e Edigar Junio arriscou dois chutes em momentos que o passe parecia melhor opção. A movimentação de Hernane abria espaços, mas apenas Danilo Pires aproveitava os espaços criados. Mesmo sem um ritmo forte o Esquadrão seguiu pressionando e teve ótimas chances em bola parada com Juninho e Danilo. O empate só viria no final da primeira etapa em nova escapada de Danilo dentro da área, que acabou abalroado pelo zagueiro de forma destrambelhada. Segundo amarelo e expulsão, bola na cal. Gol de Hernane Brocador que comemorou com a coreografia do verão baiano: A metralhadora da banda Vingadora. Antes do apito que encerrou o primeiro tempo, a defesa vacilou e quase o Cancão de Fogo recuperou a vantagem – a bola chocou-se com o poste.

No ritmo do verão baiano: Jogadores dançam o hit da banda Vingadora                                          Foto: Felipe Oliveira
Com a vantagem numérica o técnico Doriva ousou no intervalo: Tirou o volante Paulo Roberto – novamente discreto – e colocou o meia Rômulo no jogo. Danilo foi recuado para função de volante e o time manteve a estrutura anterior de 4-1-4-1 na fase defensiva. A equipe passou a ser mais incisiva no jogo e Edigar Junio desperdiçou boa oportunidade em tabela com o próprio Rômulo aos 2 minutos. Na cobrança ensaiada de escanteio, João Paulo colocou a bola com perfeição na cabeça de Edigar que cabeceou na trave e aproveitou o rebote para, enfim, finalizar com perfeição. Primeiro gol do atacante com a camisa tricolor.

A partir daí o Bahia passou a empilhar chances desperdiçadas. A mais clara com Luisinho, livre de marcação, após lindo corta-luz de Hernane. Na cobrança do tiro de meta, quase um replay do lance do primeiro tempo: Chutão de Tigre, lado esquerdo da defesa mal posicionado e Ebinho levando vantagem na velocidade. Só que dessa vez Lomba não saiu da meta e o atacante da Juazeirense fuzilou o arqueiro quase da pequena área. Empate em 2 a 2 e apreensão nas arquibancadas. Mas ainda faltavam 30 minutos de jogo.

Bahia seguiu pressionando para recuperar a vantagem. O time conseguia avançar bem, especialmente pela direita onde o lateral Hayner aparecia como boa opção e dava sequência às jogadas. Rômulo também arriscava muitos chutes de fora da área, até que encontrou uma brecha na defesa e deixou Luisinho em condições de marcar. No entanto ele preferiu servir o artilheiro Hernane, que finalizou sem goleiro para recuperar a vantagem tricolor. Sem comemoração devido às câimbras, Hernane deu lugar a Zé Roberto.

O time tricolor passou a mostrar sinais de cansaço e não conseguiu ampliar a vantagem, mantendo o clima de suspense até o final. João Paulo pediu substituição e Mário entrou na partida, mostrando tranquilidade quando acionado. Time segurou o triunfo e quebrou esse jejum que perdurava desde 2010. É aguardar para ver se o final também será tão feliz quanto o início.

Ficha técnica: Juazeirense x Bahia
Campeonato Baiano – 1ª rodada

Local: Metropolitano de Pituaçu, em Salvador
Data: 31/01/2016
Horário: 16h
Árbitro: Diego Pombo Lopez (BA)
Assistentes: Adailton José Jesus da Silva (BA) e Marcus Welb Rocha de Amorim (BA)
Cartão Amarelo: Marcelo Lomba, Ricardo Braz (2x), Tigre, Luisinho, Nino Guerreiro, Fernandinho, Emerson, Hayner
Cartão Vermelho: Ricardo Braz
Gols: Nino Guerreiro, Hernane (2), Ebinho

Juazeirense: Tigre; Alex, Braz, Emerson e Fernandinho; Naldo, Capone e Manteiga (Rodrigo); Ebinho, Willian Carioca (Elvis) e Nino Guerreiro (Sassá). Técnico: Sérgio Araújo.

Bahia: Marcelo Lomba; Hayner, Robson, Gustavo e João Paulo (Mário); Paulo Roberto (Rômulo); Danilo Pires, Juninho, Luisinho e Edigar Junio; Hernane Brocador (Zé Roberto). Técnico: Doriva.

ANÁLISE: A equipe de Doriva mostrou as virtudes e defeitos que apresentara no amistoso de pré-temporada e nos jogos-treinos. O meio-campo e ataque, totalmente reformulados, mostraram um bom repertório, ainda que visivelmente o desentrosamento e o início de temporada façam que a intensidade nas transições seja comprometida. A defesa – composta basicamente de remanescentes de 2015 é que não inspira confiança. Na lateral direita Hayner ganhou a posição de Cicinho com autoridade – ratificada pela boa atuação neste domingo. A dupla de zaga não se entende e tem dificuldades por jogar avançada [Doriva não abre mão de ter um time compacto], o que tem exposto as deficiências técnicas e a falta de velocidade do lado esquerdo na recomposição – João Paulo e Gustavo permitiram duas vezes que Ebinho saísse na cara de Lomba apenas na velocidade. Além de Hernane – destaque não apenas pelos gols, mas pela movimentação inteligente – vale ressaltar a grande partida de Danilo Pires que dominou o meio-campo jogando tanto como meia interior como volante no 4-1-4-1 desenhado por Doriva. Juninho esteve bastante discreto, algo que não havia acontecido na pré-temporada. Edigar Junio evoluiu bastante, aparecendo mais na área, encostando-se a Hernane e fazendo bem a diagonal para o gol. Luisinho lutou bastante e movimentou-se a contento, mas não tomou boas decisões no jogo – exceto no lance do terceiro gol. Desperdiçou uma chance que poderia ter custado o triunfo.  Entre os substitutos vale destacar Rômulo que criou duas oportunidades claras de jogo e teve uma boa finalização, ainda que tenha abusado dos chutes de fora da área. A análise fica um pouco comprometida pelo fato do adversário atuar mais de um tempo em desvantagem numérica, porém é de se esperar evolução até o dia 11/02 quando a equipe volta a atuar novamente em Salvador, mas dessa vez na Arena Fonte Nova contra o Flamengo de Guanambi. Um novo triunfo deixaria a classificação bem encaminhada – já que oito dos 12 participantes avançam de fase.

Alex Rolim -  @rolimpato #BBMP

Coritiba estreia com goleada no Paranaense

Jogadores comemorando o 1º gol marcado por Kléber
(Coritiba/Divulgação)
Na noite de sábado, o Coritiba estreou no Campeonato Paranaense. O Verdão iniciou com o pé direito ao golear a equipe do Cascavel pelo placar de 4x0. Porém, mesmo com o bom resultado, a equipe Alviverde continua demonstrando deficiência na criação das jogadas.

O primeiro tempo iniciou-se extremamente sonolento. Aos 10' foi dado o primeiro chute, porém Kléber mandou longe da meta do Cascavel. Aos 17' Carlinhos invadiu a área pela esquerda e cruzou, a zaga cascavelense afastou a bola antes de chegar em Leandro.

Aos 23', o primeiro pênalti a favor do Coritiba. Leandro invadiu a área pela direita e cruzou para Kléber Romarinho deu uma carga no centroavante Alviverde em lance muito infantil e o árbitro assinalou pênalti corretamente. Na cobrança, Kléber deslocou o goleiro e abriu o marcador. Aos 27' o Coritiba quase aumentou com Leandro. Quatro minutos mais tarde, Juninho completou de cabeça um cruzamento na área após cobrança pelo lado esquerdo. Aos 36' Juan recebeu na entrada da área e soltou a bomba, porém o goleiro Fernando fez ótima defesa. O Cascavel quase empatou aos 43' após uma grande falha de Carlinhos, Kanu saiu cara a cara com Wilson, que fez uma grande defesa. Final da 1ª etapa de um placar de 1x0 muito desanimador.

O 2º tempo iniciou da mesma forma do primeiro. O Coritiba tinha a posse de bola, porém não criava nada. O primeiro lance de perigo foi do Cascavel. Aos 10', Júlio César aproveitou falha de Ceará e disparou sozinho, na entrada da área ele chutou e Wilson fez boa defesa novamente. Aos 16', Leandro teve a chance de aumentar o placar para o Coritiba, porém se enrolou na hora de chutar para o gol e desperdiçou uma grande chance. Aos 19' Ceará desceu pela direita, quando todos esperavam o cruzamento na área, o lateral Alviverde bateu cruzado direto para o gol, obrigando Fernando a fazer boa defesa, que mandou para escanteio. Na cobrança, Juan levantou e Amaral cabeceou para outra boa defesa do arqueiro adversário.

Aos 25' Fernando Nunes cometeu pênalti infantil em Juan, que sairia com bola e tudo pela linha de fundo. Na cobrança, ele mesmo bateu e fez o 2º gol Alviverde. Aos 34' é marcado o 3º pênalti a favor da equipe Coxa-branca. Carlinhos cruzou da esquerda e Henrique interceptou o lance com o braço. Dudu foi para a cobrança e converteu, assim marcado o terceiro gol a favor do Coritiba, que nessa altura mandava no jogo e tinha grande domínio das ações dentro de campo.

Aos 38', após boa jogada entre Vinícius e Dudu, quase saiu o 4º gol Alviverde. O camisa 27 pegou a bola de primeira e chutou forte, obrigando o goleiro do Cascavel a fazer grande defesa e assim evitando o que seria o segundo gol do prata da casa, que retornava a jogar no Couto Pereira após voltar de empréstimo para o Criciúma. No último lance de perigo do jogo, saiu o quarto gol. João Paulo roubou a bola no meio campo e acionou Kléber. O camisa 83 percebeu o posicionamento do goleiro e apenas deslocou o mesmo para assim dar números finais a partida. Um 4x0 que mostrou claramente a fragilidade do adversário e que vários problemas precisam ser corrigidos pelo lado Coxa-branca.

Pelo que foi dito pelo diretor Valdir Barbosa, o Coritiba deve buscar mais quatro reforços, sendo um zagueiro, um lateral-esquerdo, um camisa 10 e um camisa 9. De acordo com uma matéria publicada pela jornalista Nadja Mauad no final de semana, o Coxa estaria em negociações avançadas com o meia Luciano Acosta, de 21 anos que pertence ao Boca Juniors. Ainda na mesma matéria é dito que restam apenas detalhes em relação ao salário que o jogador irá receber.

Outro nome especulado é do atacante paraguaio Jorge Ortega, de 24 anos que atua pelo Sportivo Luqueño, equipe que eliminou o Atlético Paranaense da última Copa Sul-Americana. No jogo da eliminação, inclusive, Ortega fez um belíssimo gol, dando dois chapéus nos zagueiros rivais e tocando por cima de Wéverton. Nessa semana deveremos ter algumas definições referentes a contratações por parte da equipe Alviverde.

O Coritiba retorna a campo na quarta-feira (03/02), em seu retorno a Foz do Iguaçu, quando enfrentará a equipe local pela 2ª rodada do Paranaense 2016.

Valeu Coxa!

Texto feito por: @Andreysuldovski
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