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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Injustiçado e prejudicado, São Paulo estreia com empate na Pré-Libertadores

PRÉ-JOGO

Diante de uma pré-temporada curta e discreta o São Paulo deu inicio a sua jornada de recuperação após um péssimo 2015. O elenco manteve-se quase o mesmo, contando com poucas mudanças para esta primeira fase do semestre de 2016.

Talvez a mais importante tenha sido a saída e aposentadoria do goleiro Rogério Ceni. No ultimo sábado, o Tricolor Paulista estreou contra o Red Bull Brasil pelo Campeonato Paulista e saiu com um empate, resultado que foi considerado péssimo para quem almeja um recomeço diferente.

Contudo, é de Libertadores que a equipe do Morumbi entende bem. O Tricolor é o time brasileiro com maior participação na competição, marcando presença em 18 ocasiões. Porém, para entrar na fase de grupos desse ano ainda é preciso enfrentar o César Vallejo pela pré-libertadores.

Se levar em conta o histórico do clube e de brasileiros nesta fase, o resultado deverá ser satisfatório. O clube Paulista já participou duas vezes e obteve sucesso em ambas. E em outras 17 ocasiões de participações de brasileiros nesta fase, o aproveitamento é de 94%, sendo o Corinthians o único clube eliminado, em 2011 para o Tolima.

PARTIDA:

O jogo começou em um ritmo acelerado logo nos minutos iniciais, o São Paulo demonstrou claramente a superioridade em relação ao adversário durante toda a primeira etapa. Logo aos 10 minutos, em uma boa jogada de Bruno, o lateral direito cruzou e Alan Kardec em uma linda finalização com a cabeça marcou para o Tricolor Paulista. A bola tocou na trave e entrou completamente, porém no lance em seguida saltou para fora das redes.

O arbitro, desatento, não validou o gol prejudicando os visitantes. O time não pareceu se abalar, e em um lance logo em seguida, Ganso realizou uma belíssima finalização e viu a bola parar na trave.

O jogo até então parecia controlado, mesmo com um gol invalidado incorretamente, a equipe do Morumbi controlou a partida do ponto de perspectiva técnico e tático. Contudo, no futebol, quem não faz leva. E na única chance até então na partida, o César Vallejo abriu o placar em um golaço. Um chutão no canto esquerdo do goleiro Denis, sem chances alguma.

Os mandantes pareceram então sentir o gostinho da partida e atacaram veementemente o gol Tricolor em outras boas três ocasiões. Mesmo assim, foi do São Paulo a maior posse de bola, que continuou insistindo nas jogadas laterais e chutes de longe.

No final da primeira etapa, as câmeras mostravam claramente o gol legal anulado do São Paulo. “Do meu ponto de vista, a bola entrou”, finalizou o atacante Alan Kardec. Todo mundo viu, só não o juiz.

Já no segundo tempo, a coisa não foi diferente. O São Paulo continuou a pressionar, às jogadas laterais assustaram frequentemente os mandantes. Bauza optou pela saída do atacante Kardec para a entrada de Calleri, que na primeira boa oportunidade que teve, deixou seu cartão de visita.

O atacante recém-chegado do Boca Junior acertou um belo chute de cobertura sobre o goleiro empatando a partida aos 20 minutos. Sobraria ainda muito tempo para buscar uma reação, entretanto, a equipe peruana insistia em um jogo defensivo chato.

As divididas mais duras tornaram-se frequentes e o clima foi esquentando. No final, o Tricolor bombardeou os mandantes, que resistiu com muita sorte e também um pouco de competência por parte do goleiro. O resultado foi bom para a equipe peruana, onde saiu na vantagem pelo gol mal anulado, e jogará por uma vitória no Pacaembu.

OPINIÃO:

Entra ano e saí ano e a CONMEBOL continua com a administração incompetente e a escalação de árbitros e auxiliares medíocres. O São Paulo saiu de campo hoje prejudicado e que pode, infelizmente, custar sua classificação. A equipe jogará na próxima partida, valendo o jogo da volta, em São Paulo, no estádio do Pacaembu.

A Libertadores é uma competição gigante, e responsável por ser palco de grandes conquistas e partidas inesquecíveis. Porém, é administrada por uma instituição muito incompetente. Jamais, esta competição, tão adorada por nós brasileiros, será se quer um reflexo da Champions League.

FICHA TÉCNICA:

Local: Mansiche, Trujillo, Peru.
Publico: não divulgado.
Renda: não divulgado.
Arbitragem: Roddy Zambran, Luis Vera e Juan Macias.

CÉSAR VALLEJO:
Libman, Requena, Riojas, Cardoza, e Emilio Ciucci; Quinteros (Juan Morales), Millan, Alejandro, Montes (Luis Perrea) e Chávez. Técnico; Franco Navarro.

SÃO PAULO:
Denis; Bruno, Rodrigo Caio, Breno e Mena; Hudson e Thiago Mendes (Wesley); Michel Bastos, Ganso e Centurión (Carlinhos); Alan Kardec (Calleri). Técnico; Edgardo Bauza.


Londrina supera Toledo e vence a segunda no paranaense

O Londrina enfrentou o Toledo nesta segunda rodada do paranaense e mais uma vez venceu a partida que bem como a primeira foi disputada em Arapongas. Mas desta vez o jogo reservou fortes emoções para o torcedor que compareceu e apoiou o Tubarão.

Foto: Divulgação/Site Oficial
Logo no primeiro minuto, Rafael Gava cruzou para Bruno Batata que cabeceou pra fora. Este lance dava indícios de um domínio total da equipe mandante, mas em boa parte da primeira etapa o que se viu foi o Londrina tentando progredir e sendo barrado na bem armada linha de defesa do Toledo que não saía de seu campo de defesa para criar, somente em contra ataques que em sua maioria foram impedidos com faltas do jogadores alvicelestes. Nos lances de bolas paradas geradas pelas faltas cometidas o aproveitamento era baixíssimo, a prova disso é que o primeiro bom lance do Toledo apareceu somente aos 22 minutos.

Por mais que a defesa resistisse, uma hora o Londrina encontraria uma brecha e tentaria o seu gol. Brecha essa que foi encontrada por Rafael Gava, invadindo a área sem bola e sendo derrubado ao dominá-la. Bruno Batata com calma e experiência converteu a cobrança e abriu o placar aos 39 minutos. A partida voltou a ficar truncada e agora o Londrina só movimentava a bola em sua intermediária, esperando por uma bobeira do adversário. Após uma cobrança de escanteio e finalização torta de Paulo Roberto, o Toledo tentou sair jogando e acabou desarmado na intermediária de seu campo de defesa; a jogada chegou a Rafael Gava que cruzou a bola para Bruno Batata, o seu corte para a perna direita e o carrinho do adversário, mais uma vez pênalti para o Tubarão. Batata assumiu a responsabilidade e converteu. Fim de primeiro tempo e um placar favorável para equipe da casa.

No retorno para a etapa complementar Rodrigo Cascca decidiu mexer: entrou Murilo para a saída de Leonel. Foi de Murilo o primeiro lance de perigo do segundo tempo, o meia cobrou o escanteio fechado que parou nas mãos de Marcelo Rangel. Mais uma vez Cascca fez uso de seu elenco e trocou Ramon por Tetê. O jogou ainda estava apertado e preso na intermediária, se vendo na difícil tarefa de empatar e virar a partida, o técnico do Toledo trocou mais uma vez, ao gramado veio Dodô que entrou na vaga de Fábio Gomes. Aos poucos as substituições surtiam efeito, mas isso não impedia que o Londrina buscasse a ampliação do placar, e o torcedor se viu muito perto desta ampliação quando Luizão finalizou e obrigou Fabrício a fazer uma grande defesa, no contra-ataque deste mesmo lance Rafael Bastos quase colocou a "lei do ex" em prática ao invadir a área e finalizar, obrigando Marcelo Rangel a sujar seu uniforme e praticar a defesa. E se as substituições aos poucos faziam efeito, aos poucos o Toledo começava a gostar da partida.

Se o Londrina tentava se organizar, precisava de alguma alteração. Foi então a vez de Tencatti movimentar seu elenco e trazer Oliveira ao campo, para a entrada deste, Wellisson teve de sair. A substituição não surtiu o efeito desejado e a equipe visitante continuava a perseguir o gol que diminuiria o placar. A equipe comandada por Claudio Tencatti foi conseguir levar perigo somente aos 30 da segunda etapa, quando Paulinho tentou o corte no goleiro Fabrício. E mais uma vez o jogo começou a complicar para o lado do Londrina, mais uma vez o técnico alviceleste mexeu tentando mais dinamicidade a suas ações ofensivas: entrou Anderson, na vaga de Jumar. Outra substituição que não colaborou para a melhora da partida do lado mandante. A equipe visitante continuava atacando e obrigando cada vez mais o goleiro do Londrina a praticar defesas difíceis, e se a situação não era boa para o Londrina, iria piorar com a expulsão do zagueiro Sílvio. A expulsão forçou Tencatti a tirar um dos destaques da partida para a entrada de um zagueiro: veio Matheus, e foi Rafael Gava. Apesar de ficar com um a menos dentro das quatro linhas, a equipe resistiu e saiu vitoriosa pra manter o aproveitamento.

Destaques:

Positivos: Bruno Batata e Rafael Gava sem sombra de dúvidas demonstraram grande entrosamento e suas qualidades individuais, desde a movimentação no meio para a criação de jogadas (Gava), até a calma para converter penalidades em partidas complicadas (Batata). Cabe também o destaque ao goleiro Marcelo Rangel, que conquistou a vaga de titular no time após o ídolo da torcida do Londrina (Vitor) anunciar que por sua religião, não iria trabalhar (isto envolve treinar, jogar e até mesmo se concentrar) aos sábados; Marcelo Rangel tem feito bem o papel de camisa 1 do Tubarão e esta partida foi uma demonstração de que ele está preparado pra assumir a primeira camisa do Londrina.

Negativos: Pode pontuar-se como destaque negativo a expulsão do zagueiro Sílvio (que fará falta na partida contra o Coritiba pela terceira rodada). Mas pode ser citado também o caso do volante e capitão da equipe, Germano; que estava suspenso para a primeira partida (devido a uma suspensão na partida de volta contra o Coritiba nas semifinas de 2015) e jogou, devido a isto o Londrina pode perder até seis pontos (as duas vitórias conquistadas até aqui).

Ficha técnica:

Londrina: Marcelo Rangel; Romário, Silvio (expulso), Luizão e Paulinho; Bidía, Jumar (Anderson), Rafael Gava (Matheus) e Paulo Roberto; Wellisson (Oliveira) e Bruno Batata. Técnico: Claudio Tencati.

Toledo: Fabrício; Diego Tavares, Felipe, Júnior Maceió e Ramon (Tetê); Evandro, Fábio Gomes (Dodô), Leonel (Murilo), Rafael Bastos e Tácio; Eduardinho. Técnico: Rodrigo Cascca

Próxima partida:
Coritiba x Londrina
11/02 - 19h30
Couto Pereira

Muchas Gracias, El Cabezón

Mais que um ÍDOLO, a encarnação de todos os colorados em campo!
Não venho aqui para escrever simplesmente sobre a sua saída, pois sabíamos que esse dia iria chegar, mas sim por tudo que ele representou no Inter. Ele não foi só um jogador bom, o maior camisa 10 da história do futebol colorado. Infelizmente a história de D'Alessandro no Inter teve um fim.

Muitas coisas fazem dele um jogador diferente, tanto dentro como fora de campo, toda a sua dedicação a instituições carentes, mas isso no momento eu quero deixar de lado. D’ale se tornou a personificação de um Colorado, era o “Homem Grenal”, “Homem Libertadores” era o espírito aguerrido de todos os colorados que já entraram no Beira Rio. Nunca vou me esquecer dele na Bomboneira colocando o dedo na cara de todos em 2008, ou quando ele queria bater no William na final da Copa do Brasil em 2009. Sim, ele era pequeno, mas se fazia grande dentro do campo, se tornou mostro em momentos difíceis, tanto que hoje é comparado a Fernandão e Falcão, e sinceramente, ele foi o maior jogador do Inter, o que mais sofreu criticas, o que mais comemorou, o que mais “desrespeitou” o coirmão, o que mais reclamou, o que mais santificou o manto colorado. Se o Inter tem no seu marketing ser o clube que é campeão de tudo é graças a esse castelhano.

Hoje a sua saída dói muito, dói no coração e dói na alma, pois ele foi o jogador que eu vou contar para meus filhos e netos, pois ele é o maior jogador que eu vi jogar com a camisa colorada. Hoje eu me lembro de cada lance seu, cada caneta, cada gol no Victor, cada flauta que você sabiamente soube dar, cada “La Boba”, cada música que você cantava com a torcida. D’ale, tu é mais que amado, mais que idolatrado pelos colorados, sua grandeza se vê no ódio e respeito que os gremistas tem pela tua pessoa. Guardo de ti muitas lembranças e emoções, felizes e tristes, mas agradeço muito por ter vestido a camisa colorada e honrar ela por mim.

Segue teu rumo Cabezón, tenho certeza que sua alma é colorada, o Inter nunca mais será o mesmo depois do que tu fizeste.

Muito Obrigado Eterno Colorado!!!

D'alessandro, e D'ale, e D'ale, D'alessandro!!!!

Ismael Schonardie|@Ismahsantos

Gol de estreante decreta vitória suada do Botafogo

Com certa dificuldade e um futebol aquém do esperado, o Botafogo venceu sua segunda partida no Carioca. Com gols de Gegê e Damían Lizio, o Glorioso bateu a Portuguesa e lidera o grupo B da competição com 6 pontos. O próximo jogo do Botafogo acontece na quarta (10), às 19h30. O adversário é o Macaé.

O JOGO

A partida foi tecnicamente fraca e venceu quem errou menos, no caso, a equipe do Botafogo. E não foram poucos os erros. O Glorioso não parecia muito inspirado e tentava abrir o placar através de jogadas despretensiosas. Até que aos 10 minutos, o Botafogo teve a chance de fazer 1 a 0. Luis Ricardo levantou a bola na área e Alan Miguel desviou com o braço. Pênalti marcado. O próprio Luis Ricardo cobrou, mas mandou a bola para fora ao tentar tirar demais do goleiro Márcio. Aos 21 minutos, o Botafogo teve outro pênalti a seu favor, esse ainda mais escandaloso. Diego Barbosa cruzou e Pessanha, com os braços abertos, cometeu penalidade, porém, a arbitragem nada marcou.

Aos 23', poucos instantes após a parada técnica, Gegê, de fora da área, arriscou para defesa do goleiro da Portuguesa, que não quis saber de brincadeira. Lance perigoso. O Glorioso tinha a posse da bola, mas encontrava dificuldades para criar jogadas que pudessem se transformar em chances reais de gol. Depois de muitos erros de passe e com a Portuguesa saindo de seu campo defensivo, o Botafogo enfim acordou. Aos 42', o questionado Gegê marcou um golaço. O meia recebeu a bola, mas foi interceptado. A bola, porém, continuou com o jogador, que chutou de fora da área e mandou no canto direito de Márcio, sem chances para o goleiro. Botafogo 1 a 0.  Sem acréscimos, o primeiro tempo chegou ao fim.

Para o segundo tempo, o Alvinegro voltou o mesmo. Aos 3 minutos, Gegê, bem participativo no jogo, deu belo passe para Luis Henrique, que desperdiçou. O ritmo do Botafogo caiu, que viu a equipe da Portuguesa crescer na partida. Aos 18', de cabeça, Rafael Paty, após boa jogada de Belarmino, empatou o jogo. O treinador Ricardo Gomes imediatamente tratou de fazer alterações na equipe. Saíram Diego e Luis Henrique para as entradas de Damían Lizio e Ribamar, respectivamente.

Aos 29', Gervasio Nuñez, apagado no jogo, tirou tinta do travessão e quase virou para o Botafogo. Pouco tempo depois, mais precisamente aos 31', Gegê, outra vez de fora da área, obrigou o goleiro Márcio a mandar para escanteio. Aos 34', em bela jogada construída, 'Yaca' teve outra oportunidade, essa muito mais clara. Após troca de passes veloz, Nuñez finalizou de letra e desperdiçou o que seria o gol da vitória. O argentino tinha a opção de chutar por cima ou até mesmo de tocar a bola, mas foi relapso.

Lizio sai do banco e faz o gol da vitória (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)

Quando o jogo parecia se encaminhar para o empate, Lizio, que havia entrado minutos antes, fez o gol salvador aos 40' da etapa final. Gegê viu Diogo Barbosa passando em velocidade e tocou. O lateral cruzou rasteiro para o boliviano, que encheu o pé e estufou as redes da Portuguesa. Botafogo novamente à frente. No minuto seguinte, Gervasio Nuñez, que ao contrário da estreia, não foi muito bem na partida, foi substituído por Marcinho, jovem promessa da base. Aos 48', apenas administrando o resultado, o jogo chegou ao fim. Botafogo 100% no Carioca.

OBSERVAÇÕES

Desde os 12 anos de idade no clube, Gegê vem recebendo oportunidades na equipe principal. Por mais que seja um jogador questionado, é inegável o esforço que vem fazendo para retribuir a confiança de Ricardo Gomes. Atuou bem na estreia do Botafogo no Carioca e nessa partida também. Fez o gol (comemorou com certo tom de desabafo para os críticos) e participou do gol de Lizio. Acho que vale dar um crédito ao jogador, que ainda é jovem, mas mostra ter potencial. Não é justo apenas vaiá-lo.

Gegê vem fazendo bons jogos (Foto: André Durão)


Assim como Nuñez, Lizio já estreou fazendo gol. Bom sinal!

Luis Ricardo cobrou o pênalti e eu sinceramente não entendi nada. O Botafogo não tem batedor oficial? É hora de determinar isso já.

FICHA DO JOGO

Botafogo 2
Jefferson, Diego (Damían Lizio), Renan Fonseca, Emerson, Diogo Barbosa; Airton, Rodrigo Lindoso, Luis Ricardo, Gervasio Nuñez (Marcinho), Gegê; Luis Henrique (Ribamar). Técnico: Ricardo Gomes.

Portuguesa 1
Márcio, Belarmino (Adriano), Pessanha, Allan Miguel, Diego Maia; Silvano, Cássio (Gilcimar), Victor Hugo, Alex Carioca; Rafael Paty (William), Allan. Técnico: Gaúcho.

Estádio: São Januário (RJ).
Árbitro: Luis Antonio Silva dos Santos (RJ).
Assistentes: Rodrigo Corrêa (RJ) e Rafael Rosa (RJ).
Gols: Gegê (42' do 1º T), Paty (18' do 2º T), Damían Lizio (40' do 2º T).
Cartões amarelos: Belarmindo, Pessanha, Allan Miguel e Cassio (Portuguesa).
Público: 1.477.
Renda: R$ 27.850,00.

Por: Gabriel De Luca(@biel_dluca). 

Aquecimento para o Super Bowl 50: Com fim disputado, Ravens vence 49ers e leva SB XLVII


Durante a temporada, o Linha de Fundo fez a cobertura das dezessete semanas da temporada regular, contou cada detalhe dos playoffs e se prepara para nosso primeiro Super Bowl. Para aquecer os torcedores e preparar os fãs da NFL para mais uma final cheia de emoção, preparamos uma semana especial para os leitores.

No último texto do “Aquecimento para o Super Bowl 50”, lembraremos uma final que envolveu dois times já eliminados na temporada 2015/16. Baltimore Ravens e San Francisco 49ers disputaram o título em 2013 e protagonizaram uma final épica.

AS CAMPANHAS:

As duas franquias não tiveram uma temporada regular tão exemplar e digna de finalistas. O Ravens chegou com 10–6 aos playoffs, enquanto o 49ers tinha no currículo um 11–4–1. No Mercedes-Benz Superdome, em New Orleans, as duas equipes chegaram dispostas a brigar pelo título.


O Baltimore Ravens teve uma campanha que oscilou muito. Perdendo para Eagles, Texans, Steelers, Redskins, Broncos e Bengals, a franquia teve dificuldades até em alguns jogos que venceu. Diferente do que acontece nos playoffs, Joe Flacco não conseguiu manter uma regularidade e isso também dificultou. Na pós-temporada, o Ravens bateu Colts, Broncos e Patriots.

Já o 49ers, apesar de não fazer uma campanha sensacional, conseguiu vencer bem até os adversários mais difíceis. Na melhor fase de Colin Kaepernick, a franquia de San Francisco superou as expectativas ao chegar aos playoffs, perdendo apenas para Vikings, Giants, Seahawks e Rams, com quem também empatou. Conseguindo a bye-week na semana de wild card, o time enfrentou Packers e Falcons antes de garantir a vaga na grande final.

O JOGO:

Antes mesmo de começar, o confronto já tinha seus atrativos especiais. Pela primeira vez na história, dois irmãos se enfrentavam pelo título – Jim, pelo 49ers, e John, pelo Ravens, Harbaugh. Além disso, a franquia de Baltimore deu adeus a uma lenda. Ray Lewis, um dos maiores linebackers que a Liga já viu, fez seu último jogo naquele dia. Outro fato positivo era que nenhum deles havia perdido um Super Bowl – os corvos venceram o único disputado e San Francisco os cinco que chegou.


Logo no início, Flacco conseguiu conexão com Anquan Boldin para abrir o placar. Tentando não sair tão atrás, o 49ers conseguiu avançar jardas e chegaram à área de field goal, acertando e deixando o marcador com 7x3. Quando começou o segundo quatro, a franquia de San Francisco se encontrava bem próxima a endzone, porém LaMichael James sofreu um fumble e a bola foi recuperada pelo adversário, que correu bem e terminou a campanha conseguindo mais um touchdown. Ampliando a vantagem ainda mais, o Baltimore ainda conseguiu mais um touchdown com Jacoby Jones, que recebeu um passe de 56 jardas sensacional de Joe Flacco. Antes do intervalo, o 49ers ainda colocou mais três pontos no placar, deixando em 21x6.

Na volta do intervalo, mais uma freada em San Francisco. Logo no kickoff, Jacoby Jones pegou a bola no fundo de sua endzone e correu 109 jardas direto em direção ao outro lado, colocando um maiúsculo 28x6 no marcador. O início foi tão louco que a luz no Superdome acabou e, após 36 minutos, a partida voltou com um 49ers bem diferente. A franquia conseguiu dois touchdowns seguidos, além de um field goal. O placar ficou em 28x23.

No início do último quarto, o Ravens resolveu tentar reagir, mas ficou apenas no field goal. Sabendo exatamente de quanto precisava, o 49ers saiu em busca dos pontos e, com corrida de 15 jardas de Kaepernick, a franquia ficou próxima do empate, mas falhou na conversão de dois pontos e manteve o 31x29. Na sequência, Baltimore conquistou mais três pontos com Justin Tucker.


O 49ers tinha cinco minutos no relógio, mas não conseguiu passar de jeito nenhum pela defesa adversária. Sabendo que precisava gastar tempo, o Ravens segurou bastante enquanto defendia e agiu lentamente no ataque. Faltando muito pouco, Baltimore fez uma aposta estranha e, para zerar de vez o cronômetro, permitiu um safety, mas era tarde demais. No fim, o placar ficou em 34x31 e o troféu voltou para Maryland.

Mariana Sá | @imastargirl 

No primeiro Clássico das Emoções, Náutico vence e começa o ano com o pé direito

Na noite da segunda-feira (01/02/2016) começou o Campeonato Pernambucano 2016 para o Náutico. O timbu começou em casa contra um de seus rivais, o Santa Cruz. O Santa era tido como o favorito para a partida, mas em clássico não existe favoritismo e quem acerta os detalhes, é mais inteligente e eficiente sai com a vitória. Jogando em casa, o Náutico fez um ótimo jogo e venceu por 2x0, gols de Ronaldo Alves e Bergson.

Os times prontos para a partida
O primeiro tempo foi pegado, muitas faltas e poucas chances de gol. Foram seis amarelos só na primeira etapa, quatro para o Santa e dois para o Náutico. O cobra começou com a posse de bola, mas esbarrava na defesa bem postada do timbu, depois dos 20 minutos o tricolor diminuiu o ritmo do jogo dele e começou a deixar o Náutico tomar conta. Na velocidade de Bergson e Roni, os atacantes infernizavam a defesa adversária, contudo não tiveram eficiência para abrir o placar. A melhor chance foi com Bergson, após cruzamento de Rafael Pereira, o atacante apareceu sozinho na segunda trave e cabeceou em cima do goleiro tricolor, se tivesse dominado teria mais chance de abrir o placar.

Ronaldo Alves, o zagueiro artilheiro do timbu comemorando seu gol
O segundo tempo começou elétrico e com grande falha da zaga tricolor, Roni na velocidade invadiu a área e foi derrubado pelo meio campo João Paulo dentro da área, pênalti para o timbu. O cobrador oficial, o zagueiro Ronaldo Alves, deslocou o goleiro e GOOOOL para o timbu, abrindo o placar logo no primeiro minuto da etapa complementar. Quatro minutos depois, o zagueiro tricolor Alemão deu um grande vacilo e deixou a bola com Bergson que saiu de frente com o goleiro adversário, mas perdeu uma grande chance de ampliar o placar chutando para fora. Depois do gol e de quase ampliar, o Náutico recuou e diminuiu a intensidade de seu jogo, o Santa tentou passar pela defesa alvirrubra que estava muito bem no jogo e quando conseguia passar, o goleiro Rodolpho fez grandes defesas. Na falta de João Paulo o goleiro alvirrubro se esticou jogando para escanteio e em um belo chute de Raniel que ia no ângulo, o goleiro do timbu fez uma belíssima defesa. Bergson ganhou na velocidade de Alemão e ficou de cara com Tiago Cardoso, mais uma vez chutou para fora e perdeu a terceira chance clara de gol. Aos 41', GOOOOOL de Bergson. O atacante interceptou o passe tricolor e foi para cima, ganhou na velocidade e na quarta chance não desperdiçou, chutou forte e sem defesa decretando a vitória.

Elenco alvirrubro comemorando gol de Bergson
O Náutico jogou bem, venceu a primeira partida oficial e começa o ano com o pé direito. Agora nos resta acreditar para esse ano ser melhor. O timbu volta ao campo nessa quinta-feira (04/02/2016) contra o Central no Lacerdão, às 20h30min (horário de Brasília).

Náutico: Rodolpho; Rafael Pereira, Ronaldo Alves, Fabiano Eller e Gastón Filgueira; Elicarlos, Rodrigo Souza, Caíque Valdívia, Bergson e Roni; Daniel Morais. Técnico: Gilmar Del Pozzo.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Vitor, Alemão, Danny e Tiago Costa; Wellington, Daniel Costa, João Paulo, Raniel e Lelê; Grafite. Técnico: Marcelo Martellote

Árbitro: Emerson Luiz Sobral
Assistentes: Fernanda Colombo Uliana e Albino de Andrade Albert Junior

Público: 9.296
Renda: R$ 248.610,00

Saudações Alvirrubras

Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus
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