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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Na liderança isolada

Em seu segundo jogo no Campeonato Carioca, o Vasco foi comandado por Nenê e levou para casa mais uma vitória, dessa vez em cima do America-RJ.

Foto: GE
No primeiro tempo, o Vasco estava devagar e não armava muito, mas aos 15 minutos Madson foi derrubado por Renato dentro da área e o pênalti foi marcado. Nenê foi para cobrança e marcou o primeiro para o Cruzmaltino.

Depois do pênalti, o Vasco relaxou novamente em campo, o América cresceu e teve algumas chances, mas nada que causasse grande preocupação para os vascaínos. O primeiro tempo acabou 1x0 para o CruzMaltino, mesmo sofrendo bastante pressão nos últimos minutos.

Foto: r7.com
A segunda etapa da partida foi mais animada, já que aos 20 minutos a equipe CruzMaltina marcou o segundo com Nenê, que fez jogada individual espetacular e deu um lançamento perfeito dentro da área para Riascos marcar de voleio, sem chances para o goleiro do América-RJ.

Aos 33 minutos, o time da casa descontou com um gol de Leandro Aguiar. Depois de um corte em Luan, o garoto bateu cruzado e Martín Silva não conseguiu defender, 2x1. Para finalizar os gols da noite, o Vasco ainda fez outro. Mais uma vez com ajuda dele, Nenê recebeu um lançamento, achou Rodrigo livre e mandou para ele, que marcou, fechando o placar do jogo em 3x1 para o Vasco da Gama.

Com essa vitória, o Vasco assumiu a liderança isolada com seis pontos. A meta é continuar jogando bem no campeonato e, aos poucos, ir vencendo a crise que há tempos se instalou na equipe. O torcedor já começou a se alegrar e sentir o alívio em ver seu time ganhar novamente.

Na próxima quarta-feira, às 19h30, o time Cruzmaltino enfrentará o Volta Redonda em São Januário. O América jogará contra o Resende, às 17hr, também na quarta-feira, em Édson Passos.

Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)

Ficha Técnica:

Vasco: Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo, Julio Cesar, Julio dos Santos, Mateus Pet (Yago Pikachu), Andrezinho, Nenê, Eder Luis (Jorge Enrique), Riascos (Matheus Índio). Técnico: Jorginho

America-RJ: Felipe Eduardo, Erik, Fábio Brazz, Marcão, Marlon, Muniz Renato (Matías Sosa), Darlan, PH, Marcelinho (Thiago Accioli), Jean (Leandro Aguiar). Técnico: Ricardo Cruz.

Cartões Amarelos: Érik, Fábio Brazz, Darlan (America-RJ). Yago Pikachu, Nenê (Vasco)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães

JEC e Figueira não saem do empate na Arena

Joinville e Figueirense é um jogo que cada vez mais ganha rivalidade, devido aos últimos acontecimentos entre ambos. Jogadas ríspidas, ânimos exaltados, muita reclamação e um bom futebol, ingredientes de um grande clássico no estado de Santa Catarina, que põe em campo 29 títulos estaduais. E ontem não foi diferente, porém, o placar terminou igual; em um jogo pegado, Joinville e Figueirense não saíram do empate na Arena Joinville.

Gustavo Sauerbeck fez uma boa partida.
Foto: Divulgação/JEC

A chuva que vem caindo no estado de Santa Catarina afastou o torcedor do estádio nessas duas primeiras rodadas, tanto que até a torcida do Joinville não compareceu em grande número, pouco mais de quatro mil pessoas foram à Arena para acompanhar a primeira partida do tricolor na em 2016. Antes de começar a dissertar o jogo de ontem (03/02), venho aqui dizer que não vou analisar o desempenho de Célio Amorin, pois está chato bater na mesma tecla, toda vez a mesma coisa. E o que a comissão de arbitragem faz? Nada! Quem sai perdendo com isso são os torcedores, sendo que a única coisa que mantém a vontade de ir ao estádio é o amor pelo clube, mesmo com a arbitragem estragando o espetáculo cada vez mais!

Os cinco primeiros minutos foram muito truncados, tanto que o tricolor já tinha um zagueiro pendurado, e a primeira finalização a gol foi alvinegra, onde Clayton bateu de canhota sobre o gol de Agenor. O JEC chegou pela primeira vez aos 7 minutos, em uma cobrança de falta com Gustavo Sauerbeck, mas a bola desviou na barreira e foi pela linha de fundo, passou perto! O gol tricolor não demorou a sair, veio logo aos 11 minutos; Welinton Junior finalizou de fora da área, o goleiro Júnior Oliveira espalmou de uma forma esquisita, e Felipe Alves chegou para conferir, 1x0 JEC! O Joinville cresceu após o gol, o volume de jogo aumentou e as oportunidades de ampliar foram aparecendo, tanto que outra oportunidade boa apareceu seis minutos após o gol, mas dessa vez o arqueiro alvinegro estava ligado.

Felipe Alves marcou seu primeiro gol oficial pelo JEC.
Foto: Divulgação / JEC

Era nítida a falta de criatividade do meio-campo do Figueira, ninguém tinha a capacidade de municiar o tridente ofensivo, enquanto isso o Joinville manteve um bom volume de jogo, mas acabou tomando o empate. Esse empate veio aos 30 minutos, onde Clayton recebeu de Dudu, que girou fácil em cima de Rafael Donato, e colocou a bola no fundo das redes, 1x1! Dois minutos após o gol, William Popp foi expulso e quebrou completamente o ímpeto ofensivo do JEC, que agora se via obrigado a recuar e sair somente no contra-ataque. Ao natural, o Figueira foi quem tomou as ações, e quase chegou à virada, aos 40 minutos, onde Clayton bateu de fora da área, exigindo uma boa defesa de Agenor.

E fim de um primeiro tempo muito bem jogado na Arena, etapa de vários lances perigosos, gols, cartões e entradas fortes. A primeira meia hora de jogo foi dominada pelo JEC, o jogo estava na mão e fazer o segundo gol era questão de tempo, mas o futebol é um esporte imprevisível demais, tanto que em um estalar de dedos (expulsão ridícula de William Popp), o cenário virou completamente.

William Popp estava bem no jogo até ser expulso.
Foto: Divulgação / JEC

O segundo tempo começou igual o primeiro, com muitas faltas, tanto que com 12 minutos de partida, tivemos quatro cartões amarelos e um vermelho, expulsão que foi aplicada em Dudu. O primeiro lance perigoso veio aos 18 minutos, onde Edson Ratinho ajeitou para Mariano Trípodi, que finalizou de primeira e exigiu uma bela defesa de Júnior Oliveira. O furacão deu a resposta no minuto seguinte, onde Bruno Dybal chutou de fora da área e a bola passou perto da trave de Agenor. Outra boa chance pro Figueira apareceu aos 21 minutos, quando Marquinhos Pedroso invadiu a área e bateu para o gol, mas a bola subiu demais. O jogo esfriou, mas um lance de Clayton tratou de esquentar a partida novamente; o bom atacante alvinegro aproveitou um passe errado de Anselmo na meia cancha, e com ela sobre seu domínio, finalizou do meio de campo, exigindo uma bela defesa de Agenor, que estava adiantado, mas teve que voltar rápido, quase um gol de placa na Arena.

Leandro Silva ainda teve uma boa chance no minuto seguinte, mas bateu sobre o gol de Agenor. Logo em seguida, o clube da capital teve um gol bem anulado, e depois disso, nenhum lance mais tão claro de gol, a não ser um cabeceio de Clayton (de fácil defesa de Agenor) e um quase gol de placa de Anselmo, que levou meio time do Figueira, mas faltou caprichar na finalização. E foi isso, fim de papo na Arena, um bom jogo, que deixou explícito algumas carências no JEC.

Falando agora de atuações individuais, Anselmo destoa do restante, é muita qualidade, nem temos muito que dizer, simplesmente jogou muito. Gustavo Sauerbeck é outro que merece destaque, fez uma grande partida enquanto estava com fôlego, finalizando, buscando jogadas individuais, procurando articular as jogadas e demonstrando raça. William Popp estava bem até ser expulso, Agenor como sempre segurando as pontas lá atrás e Felipe Alves demonstrando muita entrega tática, mas que precisa melhorar tecnicamente ainda. O Joinville “entregou a paçoca” algumas vezes na partida, com erros ridículos na saída de bola, e nossos laterais deixando muito espaço no costado, fazendo com que ali seja a mina de ouro do adversário. Sobre as carências, precisamos pra ontem de um lateral esquerdo e um lateral direito, estamos mal servidos nesses dois setores, um zagueiro canhoto também seria interessante, para ajeitar nosso miolo de zaga.

Confira abaixo a ficha técnica da partida:

JOINVILLE 1x1 FIGUEIRENSE

Local: Arena Joinville, Joinville (SC);
Público e renda: 4.650 pessoas, para uma renda de R$ 59.690,00;
Arbitragem: o apito foi comandado por Célio Amorin, que foi auxiliado por Carlos
Berkenbrock e Eli Alves;
Cartões amarelos: Mário Sérgio (JEC), Bruno Aguiar (JEC), Rafael Donato (JEC), Diego (JEC) e William Popp (JEC) | Leandro Silva (FIG), Yago (FIG), Clayton (FIG) e Dudu (FIG);
Cartões vermelhos: William Popp (JEC) | Dudu (FIG); 
Gols: Felipe Alves (JEC) | Clayton (FIG). Confira os gols da partida clicando aqui;
JOINVILLE: Agenor | Mário Sérgio (Edson Ratinho), Bruno Aguiar, Rafael Donato e Diego | Naldo (Danrlei), Anselmo, William Popp e Gustavo Sauerbeck | Welinton Júnior (Mariano Trípodi) e Felipe Alves | Paulo César Gusmão;
FIGUEIRA: Júnior Oliveira | Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves e Marquinhos Pedroso | Dener, Jackson Caucaia e Yago (Druno Dybal) | Dudu, Éverton Santos (Guilherme Queiroz) e Clayton | Hudson Coutinho.

Com a bola Anselmo, o melhor em campo!
Foto: Divulgação / JEC

O tricolor volta a campo no próximo sábado, para enfrentar outro tricolor, o Criciúma. Mais um clássico pela frente, onde não vamos contar com Agenor e William Popp; o arqueiro do JEC ficará de 4 a 6 semanas tratando uma lesão na mão esquerda, já William, irá cumprir suspensão automática. De acordo com as circunstâncias, o empate não foi um resultado ruim, e até digo que outro empate no sul do estado está de bom tamanho, mas, ultimamente o nosso histórico jogando no majestoso é bom, temos que entrar para buscar o resultado positivo, e time que entra para empatar, perde.

No duelo entre os leões, o Remo tropeçou


Na noite desta quarta-feira (3), o São Francisco recebeu no Colosso do Tapajós, o Remo. O time do interior mostrou superioridade durante quase toda partida e venceu por um a zero o ainda líder do grupo A1.

Durante o inicio do jogo, o leão azul se mostrou mais organizado e dominava o jogo, mas, logo após os vinte primeiros minutos, o São Francisco teve a primeira chance de marcar e desde então se mostrou mais ofensivo em campo.

Ao longo do primeiro tempo o ritmo do jogo permaneceu quase o mesmo, mas com a notória falta do forte meio de campo do Remo, composto por Eduardo Ramos e Marco Goiano, que trocavam bastantes passes, mas dessa vez não mostravam diferencial algum. E, diferentemente do jogo passado, o atacante Ciro quase não assustou o goleiro do São Francisco, Paulo Rafael.

No segundo tempo, o técnico Leston decidiu colocar o atacante Léo Paraíba no lugar do lateral João Victor. E, novamente, diferente do que ocorreu na partida contra o Águia de Marabá, onde entrada do jogador ajudou o Remo com mais movimentação no meio de campo pra frente, mesmo com a mudança no time azulino o São Francisco seguiu melhor em campo e pressionando.

O atacante Buiú, aos vinte e três minutos, marcou para o time do interior e a partida ficou um pouco mais aberta. Remo tentou reagir, mas o São Francisco não recuou e o placar não se alterou.

No grupo A1, Remo, São Francisco, Paraupebas e Águia de Marabá estão com três pontos cada, porém o Remo segue sendo o líder do grupo por conta do saldo de gols.

São Francisco aproveitou a oportunidade de ser o dono da casa e venceu o Remo por 1x0. Fonte: globoesporte.com/pa
REMO
Fernando Henrique; Levy, Max, Henrique e João Victor; Chicão, Michel, Yuri, Eduardo Ramos e Marco Goiano; Ciro.
SUPLENTES
André, Italo, Arthur, Alisson, Edicleber, Leo Paraíba e Welthon.

SÃO FRANCISCO
Paulo Rafael, Andrey, Carlinhos Rocha, Perema e Andrelino; Allan Peterson, Juninho, Ricardinho (Elielton) e Samuel; Buiu e Guilherme Neves.
SUPLENTES
Sandrinho, Guilherme, Mocajuba, Helinho, Ted, Riquelme, Rodrigo Santarém e Lukinha.

PRÓXIMO JOGO
O Remo folga essa semana e volta a entrar em campo no dia 17, quarta feira, contra o Parauapebas no Estádio Olímpico do Pará. No domingo, 14, o Remo terá um amistoso contra o Nacional-AM na Arena da Amazônia. Esse jogo faz parte da programação de preparação do elenco para a temporada de 2016.

NOVA ARMADURA AZULINA

Também nesta quarta feira (3), em Belém, tivemos o lançamento de um dos uniformes mais lindos do mundo. A torcida azulina compareceu em grande número para acompanhar em primeira mão a nova linha de camisas do Leão azul, o mais querido.

A camisa número um veio com um design simples. É simplesmente linda, toda em azul marinho e homenageando o aniversário de 400 anos da cidade de Belém. A camisa número dois veio na cor pérola e promete ser a sensação entre os torcedores. No detalhe das camisas, as cinco estrelas brancas que representam o pentacampeonato e a estrela dourada que faz alusão ao título brasileiro da Série C estão mantidas.

Novo manto azulino para a temporada de 2016: simplicidade e beleza.
Fonte: Página da UMBRO

Cam Newton: de novato promissor à destaque do Panthers


Quando tinha nove anos, Cam Newton viu Peyton Manning ser draftado pelo Indianapolis Colts e dar seus primeiros passos em direção a uma carreira que seria extremamente completa. Agora, dezessete anos depois, o camisa um do Carolina Panthers enfrenta aquele que, como ele, lutou pela merecida vaga no Super Bowl 50.

Newton sabia que o Panthers contava e muito com ele quando foi selecionado como primeira escolha geral do Draft de 2011. Apesar das diversas conquistas no College – ganhou o Heisman Trophy por ser o que mais se destacou no campeonato universitário e foi campeão nacional – o garoto sempre soube que precisava ser mais do que isso.

Assim como todo destaque do College, Cam Newton tinha ciência que, ao mesmo tempo em que podia ser o próximo Peyton Manning, também existiam inúmeras variáveis. Ser destaque na universidade ou no Combine nunca foi garantia de uma carreira de sucesso – como mostra Tom Brady, escolha 199 do Patriots.

Já em seu primeiro ano, o QB novato do Carolina Panthers quebrou diversos recordes, incluindo o de Peyton Manning de mais jardas lançadas no jogo de estreia, e ficou indiscutivelmente com a titularidade da posição. Em 2011, o Panthers saia de uma campanha de 2-14 na temporada anterior para uma de 6-10. Newton ainda foi eleito o melhor rookie e foi indicado ao Pro Bowl.


Nos anos seguintes, o QB foi se estabilizando na posição e começou a levar Carolina para outro patamar. Com a evolução no elenco, vieram mais vitórias, um time melhor e campanhas bem diferentes. Newton continuou quebrando recordes, crescendo e se destacando.

Até que chegamos em 2015. Depois de duas eliminações nos playoffs, o Panthers já havia mostrado que queria mais. Antes do início da temporada, muitos apostavam nos times de sempre, mas alguns já sabiam que não podiam deixar de lembrar-se da evolução da franquia. Desta forma, Carolina foi, semana após semana, derrotando cada adversário, destruindo cada obstáculo e, perdendo apenas para o Atlanta Falcons na semana 16, chegou aos playoffs como grande potência.


Cam Newton chega ao Super Bowl como grande favorito ao MVP da temporada. Sendo a grande liderança e base do Carolina Panthers, o QB lança bem, pensa rápido e, quando não tem recebedores disponíveis, corre sem medo para avançar jardas e até marcar touchdowns. Se dependesse apenas de seus números, Cam já poderia levar o troféu para casa: ele teve 636 jardas em 132 tentativas e marcou dez TDs corridos. Além disso, as estatísticas são excelentes e o desempenho é quase perfeito sempre.

É claro que é impossível dizer quem vencerá o duelo. De um lado, um Denver Broncos mais motivado do que nunca e um Manning que quer encerrar sua carreira da melhor forma possível. Porém, do outro há uma equipe que joga junto, que faz um estrago defensivo e ofensivo e que, acima de tudo, tem um talentoso QB para guiá-la.

Mariana Sá | @imastargirl 

Cruzeiro reage e consegue virada fora de casa sobre a Tombense

Em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Mineiro, a Raposa foi a Muriaé enfrentar a Tombense e, apesar de começar com desvantagem do placar, o Cruzeiro soube reagir e conquistou sua primeira vitória na competição, conseguindo a virada com Alisson e Rafael Silva. O gol adversário foi marcado por Paulo Otávio.

                       

Após o triunfo celeste, a Raposa chegou à marca de quatro pontos e assumiu a liderança provisória do Campeonato Mineiro. O próximo desafio do time celeste no estadual é no dia 14 de fevereiro contra o Tupi, no Mineirão, às 17hrs.

Sobre o jogo:

Com algumas mudanças na equipe celeste, a Raposa iniciou a partida pressionando o time da casa, e primeira chance de abrir o marcador foi cruzeirense. Alisson recebeu pela esquerda e cruzou para Sánchez Miño, que finalizou para fora.

A Tombense teve a oportunidade de marcar com Daniel Amorim, que recebeu lançamento de Gelson pela esquerda e cruzou para boa defesa de Fábio. Outra chance do time da casa foi com Paulo Conrado, mas esta foi parada na defesa cruzeirense.

                                   

A partida estava movimentada e com chance de gols para os dois lados. Aos 14 minutos, o Cruzeiro fez boa troca de passes na zaga e Mayke cruzou para Miño finalizar de letra para fora.

O time do povo pressionava a saída de bola da equipe da Tombense, porém, aos 19 minutos, Paulo Otávio abriu o placar para o time mandante. Em jogada individual pela intermediária, o jogador finalizou de fora da área e a bola acertou no ângulo direito do gol.

Depois do gol da Tombense, o ritmo da partida diminuiu, a Raposa procurava espaço para efetuar suas jogadas e o adversário aguardava os contra-ataques. No primeiro tempo o time da casa teve cinco finalizações, enquanto o Cruzeiro teve apenas uma.

A equipe de Belo Horizonte teve a oportunidade ir para o intervalo com o empate. Aos 41 minutos, em jogada ensaiada na cobrança de escanteio, houve a tentativa de passar a bola para Gabriel Xavier, mas sem sucesso.

Segundo tempo:

Para a etapa final, o time estrelado voltou com uma proposta ofensiva de jogo e algumas substituições foram feitas, como Marcos Vinicius e Élber nos lugares de Ariel Cabral e Gabriel Xavier.

                                      

A soberania cruzeirense deu resultado aos 6 minutos, quando o atacante Alisson empatou o jogo. Em uma boa jogada pela esquerda, Marcos Vinicius cruzou para Alisson e o zagueiro Matheus rebateu na perna do atacante estrelado, ele chutou e a bola entrou no canto superior direito do gol.

O empate não era suficiente para o time comando por Deivid e, desse modo, com faro de gol, a Raposa foi superior durante toda etapa final.

Aos 11 minutos foi à vez da Tombense aparecer no jogo com Paulo Conrado, que recebeu na entrada da área e chutou perigosamente no canto esquerdo do goleiro Fábio. Nos minutos seguintes, a partida ficou equilibrada, com troca de passes próximos ao meio-campo. Aos 28', Fábio fez boa defesa após Paulo Conrado finalizar no canto direito do goleiro celeste.

A virada celeste veio aos 42 minutos, quando Marcos Vinicius faz uma brilhante infiltração para Rafael Silva finalizar livre no meio do gol defendido por Darley e concretizar o triunfo do Cruzeiro.

@Paulinha_CEC

TOMBENSE 1 X 2 CRUZEIRO

Motivo: 2ª rodada do Campeonato Mineiro
Data: 03/02/2016 (quarta-feira)
Local: Estádio Soares de Azevedo, em Muriaé-MG
Público: 3563 pagantes
Renda: R$140.790,00
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira
Assistentes: Celso Luiz da Silva e Marconi Helbert Vieira
Cartões amarelos: Matheus (Tombense); Bruno Rodrigo, Ariel, Marcos Vinicius (Cruzeiro)

Gols: Paulo Otávio, aos 19 minutos do primeiro tempo; Alisson, aos seis, e Rafael Silva, aos 42 minutos do segundo tempo

Tombense: Darley; Lucas, Silvio, Matheus e Paulo Otávio; Jean Batista, Rodney (Rodrigo Dias), Gelson (Joílson) e Caio; Paulo Conrado e Daniel Amorim (Teco). Técnico: Pingo

Cruzeiro: Fábio; Mayke (Fabiano), Bruno Rodrigo, Manoel e Fabrício; Henrique, Ariel Cabral (Marcos Vinicius), Sánchez Miño, Gabriel Xavier (Élber) e Alisson; Rafael Silva. Técnico: Deivid


Garotada salvadora do Goiás

Com um show da maior torcida do Centro-Oeste ontem no nosso pequeno, mas amável Estádio da Serrinha, o Verdão conseguiu vencer a Aparecidense no sufoco e segue invicto no Campeonato Goiano dessa temporada. Foi o primeiro encontro da torcida em um jogo oficial com o novo time esmeraldino e, por mais que muitos esperassem ver as grandes atuações dos novos reforços, foram os garotos do Goiás que fizeram a diferença e garantiram o triunfo.

Murilo (na foto) foi o autor do gol da vitória do Goiás.
Foto: Globo Esporte.
Na Serrinha só se via o entusiasmo dos jogadores, comissão técnica e da torcida pela partida. A empolgação era tanta que fizeram até sorteio para presentear torcedores com a nova camisa do Goiás feita pela Dry World (que até agora tem dado sorte). Porém, o mais impressionante para mim no jogo foi que o placar foi definido por atletas que sofreram muita pressão no último ano, com duras críticas e que tinham um futebol decaído, mas ontem o jogo virou.

Os primeiros lances foram todos do Goiás e saiam muito pelo meio de campo com Wagner, Patrick e Daniel Carvalho, que, para mim, foi o melhor jogador da partida. O atacante Rafhael Lucas só estava esperando a bola para marcar, mas a zaga da Aparecidense estava forte e as dificuldades apareceram.

A mudança que o Goiás fez na escalação foi tirar o garoto Carlos, que ainda é alvo de muitas críticas da torcida, para a entrada do volante Wendel, novo capitão da equipe. Mudança boa? Na minha visão, teve um lado ruim e bom nisso. A parte agradável foi ver que Wendel entrou bem em campo com a camisa esmeraldina, sabendo ajudar o sistema defensivo e mostrando que pode ser um grande capitão, até melhor que Renan, pois é complicado ter um goleiro como líder em campo sendo que ele não consegue o contato com a maior parte dos jogadores na hora do jogo. Em minha opinião, Enderson acertou nessa troca.

Jogadores do Goiás comemoram o gol da vitória no final do jogo.
Foto: Site Oficial do Goiás E.C
O lado ruim nisso, e que só percebemos quando o jogo terminou, foi à falta que um jogador de velocidade como o Carlos fez na partida. Ainda que não tenha a mesma qualidade que Bruno Henrique, ele fez a diferença quando entrou, assim como o Liniker, que conseguiu trazer o jogo de volta para o meio de campo, e Murilo, que fez o gol da vitória.

É impressionante como Enderson Moreira conseguiu armar seu jeito de jogo de uma forma perfeita e que fizesse os garotos que vieram da base jogarem bem, sabendo lidar com a pressão e, aos poucos, conquistando o seu espaço no clube. Se o nosso treinador conseguir salvar Felipe Macedo já pode ser considerado um "milagroso".

Com a vitória, somos líderes do Grupo A com seis pontos e a próxima partida também é de grande expectativa, com casa cheia, na manhã de sábado contra a Anapolina. O clube espera continuar recebendo o retorno da torcida, e nós, torcedores eufóricos e esperançosos, esperamos um retorno desses grandes atletas.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @linhadefuundo

Joinville e Figueirense ficam só no empate

Na noite desta quarta-feira (03), o Figueirense foi até Joinville enfrentar o time da casa por mais uma rodada válida pelo Campeonato Catarinense. A partida realizada no Estádio Municipal terminou empatada pelo placar de 1x1.


"O couro comeu na casa do Noca". É, Joinville e Figueirense trataram de descer o sarrafo nesse jogo. Foram tantos cartões amarelos que perdi até a conta. Mas não pense que não teve futebol. Teve sim.

Aos 7 minutos, Gustavo Sauer bateu falta perigosa. A bola desviou na barreira e saiu pela linha de fundo, assustando o goleiro Junior Oliveira. Nesse momento, o Joinville mostrava querer mais o gol e ele saiu. Aos 11', após um chute de fora da área, Junior Oliveira todo atrapalhado rebateu a bola muito mal e Felipe Alves só aproveitou para empurrar a bola para o fundo das redes.

Vendo que já estava perdendo, o Figueirense tinha que ir pra cima, né?! Foi, mas o gol não saía. Mas não demorou muito, pois aos 32 minutos Clayton recebeu dentro da área, girou sobre a marcação e encheu o pé fuzilando o goleiro Agenor. Com o gol, o Figueira cresceu ainda mais na partida após a expulsão de William Popp. Aos 40', o garoto Clayton fez jogada, bateu para o gol e Agenor fez uma baita defesa.

Na segunda etapa o Figueirense foi soberano na partida mesmo com a expulsão de Dudu logo no início. O único lance perigoso do time do Norte foi aos 18 minutos, quando Mariano Trípodi chutou forte para a bela defesa – no susto, será? – de Junior Oliveira. Aos 20', Bruno Dybal pegou a sobra e bateu rasteiro com perigo, mas a bola passou tirando tinta da trave. Um minuto depois, Everton Santos fez o passe, Marquinhos Pedroso recebeu a criança certinho dentro da área, era só bater e correr para o abraço, mas ele chutou e praticamente marcou um Field Goal. Aos 28', o lance mais impressionante da partida. Após falha na de Anselmo, Clayton recebeu no meio-campo, viu Agenor adiantado, girou e bateu de costas para o gol. A bola ia encobrindo o goleiro joinvilense, mas o cara se esticou tanto pra pegar essa bola que ele cresceu uns cinco centímetros só nesse lance. Quase um golaço histórico. E o Clayton joga demais. Pelo amor de Deus, que absurdo esse cara.

O Figueirense volta a campo no próximo domingo, às 17h, no Scarpelli, contra o Atlético-MG pela Primeira Liga.

Ficha Técnica - Joinville 1x1 Figueirense

Data: Quarta-feira, 03 de fevereiro de 2016
Horário: 21h45 (horário de Brasília)
Local: Arena Joinville, Joinville, SC
Público e renda: 4.650 presentes; renda de R$ 59.690,00
Arbitragem: Célio Amorim (SC); Carlos Berkembrock (SC); Eli Alves (SC)
Gols: Felipe Alves (JEC); Clayton (FIG)

Joinville: Agenor, Mario Sergio (Edson Ratinho), Bruno Aguiar, Rafael Donato, Diego; Naldo (Danrlei), Anselmo, Gustavo Sauer; William Popp, Welinton Júnior (Trípodi), Felipe Alves | Técnico: PC Gusmão

Figueirense: Junior Oliveira, Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves, Marquinhos Pedroso; Dener, Jackson Caucaia, Yago (Bruno Dybal); Clayton, Dudu, Everton Santos (Guilherme Queiroz) | Técnico: Hudson Coutinho

Patrick Silva | @figueiradepre

Peixe vence a primeira


Nesta quarta feira (03/02), o Peixe foi a Campinas encarar a reformulada Ponte Preta e, enfim, venceu a primeira partida pelo Paulistão 2016 sem muitas dificuldades e assumiu a liderança do grupo A.

O técnico Dorival Jr. repetiu a escalação da partida de estreia contra o São Bernardo e, ao contrário do primeiro jogo, o Peixe achou o entrosamento logo de cara e abriu o placar aos 9 minutos com o artilheiro Ricardo Oliveira após bom cruzamento de Gabriel.

Com o bom ritmo mantido, o Peixe dobrou o marcador aos 37 minutos em pênalti sofrido por Lucas Lima em jogada individual e convertido por Gabigol, que chegou a seu segundo gol em dois jogos na competição.

Já na segunda etapa, a Ponte se encontrou em campo e apareceu no ataque com boas chances, mas todas pararam em Vanderlei. O goleiro do Peixe mais uma vez teve ótima partida, indo muito bem quando era exigido.

No mais, pelo lado do Santos houve apenas uma boa chance com Paulinho, que carimbou a trave e deixou o campo para entrada de Patito Rodriguez, que (ainda vive) não conseguiu se provar mais uma vez.

Na próxima rodada, o Peixe encara o Ituano no sábado de Carnaval, às 11h, dentro da Vila Belmiro. Já a Ponte vai buscar a primeira vitória no campeonato apenas na quarta feira, contra o Linense, às 19h30.

FICHA TÉCNICA:
PONTE PRETA 0 x 2 SANTOS
Local: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 3 de fevereiro de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Fausto Augusto Viana Moretti
Renda: R$ 100.535,00.
Público: 7.004 torcedores.

Cartões Amarelos:
PONTE PRETA: Eurico, Rhayner, Alexandro, Jeferson, Jonas.
SANTOS: Paulinho, Lucas Lima, Lucas Veríssimo.

GOLS: SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 9 minutos, e Gabriel, aos 37 minutos do 1T.

PONTE PRETA: João Carlos; Nino Paraíba, Tiago Alves, Ferron e Gilson (Jeferson); Eurico (Jonas), Elton, João Victor, Clayson (Rhayner) e Felipe Azevedo; Alexandro. Técnico: Vinícius Eutrópio
SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo e Zeca; Renato, Thiago Maia (Alison) e Lucas Lima; Paulinho (Patito Rodriguez), Gabriel (Vitor Bueno) e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
Pedro Henrique  |  @peeedrito17
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