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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Wilson para Manning: “Você me inspirou a amar o jogo”


Depois do Super Bowl 50, Peyton Manning disse que ainda não resolveu se essa foi ou não sua última temporada na Liga. Apesar de dizer que não tomará decisões levado pela emoção, muitos acreditam que é difícil que o quarterback volte no ano que vem, até pela idade avançada e por poder se aposentar da melhor forma possível.
Assim como os fãs do futebol americano pelo mundo, Russell Wilson tem muitas lembranças incríveis de Manning. Com uma grande carreira e um Super Bowl conquistado, quando bateu exatamente Peyton, o QB do Seahawks não estaria onde está sem a ajuda de sua principal inspiração. Wilson colocou, em uma carta emocionante, suas palavras de admiração pelo camisa 18 do Broncos:
De todas as vitórias até as poucas derrotas difíceis. Das 71.000 jardas e todos os touchdowns até as poucas interceptações.
De todos os encontros até os treinos difíceis, às memórias, o sangue, suor e as lágrimas.
De todos os Pro Bowls aos vários MVPs, até os dois troféus Lombardi. De todos os seus companheiros de equipe, todos os seus oponentes, todos os seus fãs.
Do azul e branco ao azul e laranja...
Xerife,
Se isso é tudo, há um momento que nunca esquecerei.
Primeiro ano do ensino médio (10th grade). Louisiana. Em seu campo de treinamento de quarterbacks.
Você inspirou a criança de verde.
Você me inspirou a trabalhar duro. A ser disciplinado. A ser respeitoso. A anotar tudo.
Você me inspirou a amar o processo. A amar o suor. A amar as lágrimas.
Mas acima de tudo...
Você me inspirou a amar o jogo.
Obrigado, Peyton.
Se isso for tudo,
Obrigado”.
 Se Manning vai se aposentar ainda não sabemos. Entretanto, o jogador deixa um legado de inúmeras glórias individuais, títulos e dois Super Bowls, um em cada franquia que passou. Peyton também deixa para trás a melhor herança que um atleta pode querer: uma história brilhante que é e será inspiração para as gerações que virão.

Mariana Sá || @imastargirl 

Comissão de frente nota 10: Ataque resolve e Figueira vence o Galo


Neste domingo (3), Figueirense e Atlético-MG fizeram um dos dois jogos isolados da segunda rodada da Primeira Liga. O placar terminou em 2x1 para o alvinegro catarinense.

Nesse Carnaval, os blocos de Figueira e Galo foram à passarela do Orlando Scarpelli com times mistos. O Figueirense poupava oito titulares, dentre eles o melhor jogador do elenco: Clayton. A partida em que confesso, não esperava absolutamente nada, foi uma boa partida de ser assistida. Os reservas dos dois queriam mostrar serviço e cavar aquela vaguinha no titular. O que melhor aproveitou essa chance foi Guilherme Queiroz. O atacante do Figueira teve uma boa participação lá na frente, mostrando vontade e 'fome de gol'.

O jogo começou com as duas equipes se estudando um pouco. Aos dez minutos, a bola sobrou para Guilherme Queiroz, ele bateu bonito de fora da área mas o chute saiu pela linha de fundo assustando o goleiro Victor. Logo três minutos depois, de novo ele, Guilherme Queiroz chutou para o gol, a bola bateu no braço de Edcarlos e o árbitro Leandro Pedro Vuaden marcou pênalti. Na cobrança, Dudu abriu o placar e foi comemorar com a famosa dança da metralhadora. Meu Deus!

Depois do gol, o Figueirense diminuiu um pouco o ímpeto forte que fazia em cima da defesa mineira. O Galo que não é bobo, foi para cima. Hyuri chegou até a igualar o placar da partida, porém o auxiliar apontou o impedimento no lance. Mas, aos 37 minutos o empate havia de chegar. Dátolo cobrou escanteio e Eduardo subiu sozinho para mandar a bola para o fundo do gol. Bola aérea na área do Figueirense é um Deus nos acuda. Sempre? Sim, sempre. Aos 43, mais um lance de perigo contra a meta catarinense. Patric dominou dentro da área e chutou. A 'redonda' passou rente ao poste do estreante Gatito Fernández. O Figueirense só voltaria a levar perigo ao gol defendido por Victor, aos 45 minutos em um contra-ataque iniciado por Dudu em que a bola sobrou livre para o lateral-direito Henrique. Da entrada da área ele chutou mas foi travado pela zaga.

A segunda etapa começou com o Figueirense em cima. Logo aos dois minutos Guilherme Queiroz soltou a bomba de perna direita mas a bola foi de fácil encaixe para o arqueiro atleticano. Na sequência, Dodô levou perigo com um chute que acertou o travessão de Gatito Fernández. Aos 8 minutos, Dener fez um lindo corte no meio-campo e lançou Guilherme Queiroz. O atacante brigou pela bola com Edcarlos, foi ao fundo e pôs a bola nos pés do estreante Gabriel Esteves. Ele livre chutou e colocou o Figueira de novo na frente do placar. Aos 21, Rodrigo Biro que fez uma estreia bem aceitável, fez o passe para Dudu. Ele saiu cara a cara com Victor, mas o chute foi alto demais e tomou caminho via linha de fundo. Aos 40, Carlos Cesar chutou bem, mas Gatito Fernández estava lá para espalmar a bola. Bela defesa do goleirão alvinegro! Aos 46, o último lance relevante da partida. A zaga mineira errou e a bola sobrou para Guilherme Queiroz. O atacante chutou rasteiro e a bola passou tirando tinta da trave.

E foi isso! Boa vitória do Figueirense que pela Primeira Liga só volta a campo contra o Flamengo, em março. Mas quarta-feira o alvinegro do Estreito enfrenta o Guarani de Palhoça, fora de casa, às 21h45 em partida válida pelo Campeonato Catarinense.

Ficha Técnica - Figueirense 2x1 Atlético-MG

Data: 8 de fevereiro de 2016
Horário: 17h (horário de Brasília)
Local: Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis, SC
Público e renda: 3062 pagantes; 3294 presentes; renda de R$ 41708,00
Arbitragem: Leandro Pedro Vuaden (RS); José Javel Silveira (RS); Júlio Rodriguez dos Santos (RS)
Gols: Dudu e Gabriel Esteves (FIG); Eduardo (CAM)

Figueirense: Gatito Fernández, Henrique, Nirley, Bruno Alves, Rodrigo Biro (Henrique Trevisan); Dener (Jayme), Luan (Gabriel Esteves), Jefferson, Bruno Dybal; Dudu, Guilherme Queiroz | Técnico: Hudson Coutinho

Atlético-MG: Victor, Patric, Jesiel, Edcarlos, Mansur (Carlos Cesar); Lucas Cândido, Eduardo, Dátolo (Henrique); Hyuri, Luan, Pablo (Dodô) | Técnico: Diego Aguirre

Patrick Silva | @figueiradepre

Na estreia de Léo Moura, Metrô empata em casa com Brusque

Depois da vergonhosa derrota por 4x0 para o Avaí na última quinta-feira (4), o Metrô teve pouco tempo para se preparar para o clássico diante do Brusque em Jaraguá do Sul. Com a fraca atuação, a indicação era de que o técnico Espinosa faria algumas mudanças no time titular. Até pelo fato que vários jogadores tiveram o nome divulgado no BID apenas para a terceira rodada. Entre eles, a grande contratação, Léo Moura e o atracante Rafinha. A ineficiência do setor defensivo mostrava que lá também haveria mudanças, principalmente na lateral esquerda, onde Juninho, nos dois primeiros jogos teve atuação muito abaixo da crítica.

                     Metrô e Brusque voltaram a se enfrentar depois de quase 2 anos.
                                Foto: Sidnei Batista/Assessoria CA Metropolitano


Defesa anula Newton e Denver Broncos conquista o Super Bowl 50


No jogo mais esperado da temporada, o Super Bowl 50 foi como era esperado: com ingredientes perfeitos para uma partida sensacional, a partida teve uma disputa acirrada e muitos motivos para contar os dias até à volta da NFL, já que Carolina Panthers e Denver Broncos deram ao fã do futebol americano a despedida ideal.

O JOGO:

A primeira campanha de Denver foi muito boa, já que Peyton Manning leu bem a defesa e executou jogadas velozes, conquistando muitas jardas rapidamente. A equipe avançou até a linha de 20 do campo de ataque, mas o Panthers soube parar os corredores e o Broncos ficou só no FG. Com 6 minutos no relógio, Carolina tinha uma terceira descida pra 10 jardas do lado da própria endzone quando Cam Newton demorou a passar a bola, sofreu um grande sack de Von Miller, um fumble, o Broncos recuperou e retornou para o TD, deixando o 10x0 no placar.

No início do segundo quarto, o ataque de Carolina começou a funcionar melhor e, apesar da defesa do Broncos seguir fazendo um trabalho fantástico, Cam Newton conseguiu avançar jardas importantes, inclusive com ele mesmo saindo para as corridas, e J. Stewart, que se lesionou no fim do primeiro período mas conseguiu retornar, pegou a bola na cara da endzone e pulou por cima do bloqueio inteiro para marcar o TD, colocando 10x7 no marcador. A partida seguiu muito disputada e os sistemas ofensivos sofreram com o forte desempenho defensivo adversário. Depois de uma campanha horrível do Panthers, a franquia chutou um bom punt, mas houve uma confusão na recepção e o Broncos conseguiu um retorno espetacular. Depois de algumas tentativas, o time teve que ficar apenas no FG, deixando a vantagem maior.


Com 4:23 no relógio, Peyton Manning estava praticamente no meio do campo e lançou mal a bola, mandando direto nos braços do jogador de Carolina. Foi a primeira interceptação do QB em quatro jogos. Entretanto, a campanha não resultou em nada. O jogo seguiu bastante disputado, com boas jogadas ofensivas e defensivas, mas as duas franquias não conseguiam pontuar. O que chamou atenção no primeiro tempo foi a quantidade de faltas principalmente de Denver, que perdeu diversas jardas importantes. O Panthers até teve a posse de bola e boa posição no fim, mas não avançou e os times foram para o intervalo com 10x7 no placar.

Já no início do terceiro quarto, Carolina manteve o ritmo forte do segundo período e avançou muito bem, mas parou na defesa e ficou com a tentativa de FG de 44 jardas, mas o kicker conseguiu acertar na trave e perdeu a chance de diminuir a desvantagem para três pontos. Já do outro lado, McManus não cometeu o mesmo tropeço e chutou bem o field goal de 33 jardas, deixando o marcador com um bom 16x7. Quando voltava a atuar bem e a fazer boas jogadas, Cam Newton lançou bola longa direto na defesa adversária, sofrendo a interceptação. Na continuação do lance, o Broncos ainda sofreu um fumble, mas foi recuperado e a posse seguiu com Denver, impedindo que o placar fosse alterado.

O último período teve um fumble de Manning logo no início, o que fez Carolina ter mais uma oportunidade de se aproximar do placar. A franquia avançou bem e chegou perto, mas teve dificuldade para passar da fortíssima defesa adversária e parou no field goal, ficando a um TD do empate. Com 4:30 no relógio, Cam Newton foi engolido novamente pelos defensores de Denver, sofreu fumble e colocou mais um turnover na conta. O resultado disso foi um touchdown corrido de CJ Anderson seguido por conversão de dois pontos, que deixou o placar com um sonoro 24x10.

Durante os últimos minutos, a partida seguiu com um Carolina Panthers extremamente nervoso e que errou muito, e o Broncos apenas controlando o relógio e esperando o apito final. Depois de chegar quase invicto, o Panthers não resistiu e desabou diante da muralha de Denver, que levou o Super Bowl 50 por um placar de 24x10.


ANÁLISE:

A final foi extremamente interessante em todos os sentidos. Para Carolina, a grande dificuldade ficou por conta da grande dificuldade de Cam Newton para trabalhar as jogadas, já que a proteção falhou demais diante da forte defesa do Broncos. O ataque de Denver, além de ter um Manning que tem uma visão de jogo extraordinária e CJ Anderson muito bem, ainda achou bons espaços no campo e conseguiu avançar, mas foi cauteloso em excesso.

O maior problema foram as faltas e turnovers. As duas franquias acabaram perdendo diversas jardas com isso, incluindo lances muito simples que acabaram sendo dificultados. Tudo isso só deixou o confronto ainda mais emocionante e disputado.

No fim, ganhou a experiência. Apesar da incrível temporada de Carolina, a franquia não conseguiu evoluir bem, driblar os erros e pecou demais. O Denver Broncos seguiu o mandamento de que "ataques ganham jogos, defesas ganham campeonatos" e destruiu nesse setor, que pode deixar a conquista na conta de cada um. Von Miller foi MVP da final e Peyton Manning deixa a NFL com mais um anel e encerra sua carreira em grande estilo.

Mariana Sá || @imastargirl 
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