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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A grande conquista do Goiatuba

Nessa época nostálgica de rivalidades no início do ano com as competições regionais e estaduais pelo Brasil, é sempre relembrado coisas passadas do nosso futebol para não serem esquecidas, pois afinal de contas, todo time tem sua história, mesmo que esteja completamente esquecido nos dias atuais. Nesse texto especial, conheça o Goiatuba Esporte Clube, o clube que conquistou o Campeonato Goiano de 1992 em pleno Serra Dourada.

Equipe campeã goiana do Goiatuba Esporte Clube em 1992.
Foto: ocuriosodofutebol.com.br
O passado do Goiatuba: 


No estado de Goiás, existem muitos "Azulões" e quando se fala essa palavra, hoje lembraríamos do Crac de Catalão, do Goianésia, da Aparecidense, porém, poucos iam se lembrar do Goiatuba, que já teve seus dias de glórias pra cima dos grandes times do nosso estado. O clube que foi fundado no ano de 1970 por um grupo de desportistas da cidade, queriam alavancar o nome do município no futebol goiano e os primeiros anos poderiam estar escrevendo uma trajetória de sucesso para o novo time do pássaro azul.



Logo no seu primeiro ano, o Goiatuba ganhou um estádio para a cidade que existe até hoje. O Divino Garcia Rosa, mais conhecido como a casa dos "goiatubas", é dado até hoje como um dos mais belos estádios de Goiás e com uma capacidade para 15 mil pessoas. A primeira equipe do Goiatuba logo se sentiu pronta para disputar o seu primeiro torneio, e conseguiu conquistá-lo: a 3ª edição da Taça do Vale da Paranaíba.



O campeonato foi disputado pelas equipes do Bom Jesus, Triângula de Monte Alegre de Minas, Centralina de Minas, Grêmio Buriti Alegre, Vasco de Tupaciguara e o Itumbiara. Nenhum deles foi páreo para o Goiatuba, que levou a taça com 18 pontos ganhos e já formou o seu primeiro artilheiro, o "famoso" Esqueleti, que marcou 14 gols na competição. 


O "Divinão", estádio localizado na cidade de Goiatuba.
Foto: goiasinterior.com.br
A Federação Goiana de Futebol, percebendo que havia clubes em ascensão no interior do estado, resolveu fazer um pequeno torneio em 71 entre Goiatuba, Itumbiara e o América de Morrinhos e o vencedor disputaria o Campeonato Goiano daquele mesmo ano. A equipe do Azulão foi com unhas e dentes para a competição e conseguiu bater o América duas vezes e venceu o Itumbiara fora, que só poderia se classificar para o estadual se vencesse o jogo da volta em Goiatuba.


A decisão ocorreu no "Divinão" com mais de 10 mil pessoas no estádio, e a equipe do Itumbiara começou vencendo por 2 a 0 e podendo tirar a equipe do Azulão da sua tão sonhada classificação, mas com gols de Eduardo e Tino aos 43 e 45 minutos da etapa final, o Goiatuba empatou o jogo por 2 a 2 e conquistou o torneio. Era mesmo a aparência de um time aguerrido e glorioso do interior de Goiás.



O Azulão conseguiu ter uma estréia convincente no Campeonato Goiano e venceu o Goianésia jogando em casa na estréia por 1 a 0, porém, a equipe acabou ficando na lanterna da competição daquele ano. Felizmente, eles conquistaram o bi-campeonato da Taça do Vale da Paranaíba. Já em 72, a equipe cresceu e ocupou a 7ª colocação do estadual e conquistando o Torneio Sul Goiano em cima do Atlético Goianiense.



Em 73, o Goiatuba viveu um outro ano histórico no futebol ficando na 3ª colocação no Campeonato Goiano, vencendo o Quito Colobata por 3 a 0 em seu primeiro amistoso internacional e também aplicando no Miguelópolis, a maior goleada da sua história: 15 a 1. O ano do Azulão foi tão especial que até o Garrincha (Sim, o grande Garrincha), vestiu a camisa da equipe para assistir um amistoso. Infelizmente, a equipe não teve o mesmo desempenho em 74 fazendo uma campanha abaixo do esperado no estadual e em uma partida realizada contra o Flamengo, no que também poderia ser uma das maiores de sua história, acabou perdendo por 6 a 2.


Garrincha usando a camisa do Goiatuba em amistoso realizado no ano de 1973.
Foto: seriezfutebol.com
Os anos se passaram e em 81, o Goiatuba disputou o seu primeiro torneio nacional: a Taça de Bronze, mas acabou sendo eliminado na primeira fase pelo Itumbiara e foi rebaixado pela primeira vez no Campeonato Goiano em 82. A única coisa que o torcedor azulino pode se alegrar naquele ano foi das grandes goleadas que o time aplicou em alguns adversários, como 9 a 1 no Monte Cristo, 9 a 2 no Vila Nova e 8 a 2 em um amistoso contra o Comercial de Ribeirão Preto.


A equipe azulina conseguiu o seu retorno em 84 quando foi campeão da segunda divisão do Campeonato Goiano, e após isso, virou um time coadjuvante na elite do futebol do estado. Em 88, a equipe teve que disputar novamente o seletivo para jogar o estadual, dessa vez, contra o CRAC e a Jataiense, e acabou vencendo novamente garantindo a vaga para o estadual de 89, que faria história mais uma vez terminando na terceira colocação com o artilheiro Bill marcando 13 gols, e em 90, terminou em quarto com mais um goleador: Pirata, que marcou 14 gols naquele ano. E quem diria naquele ano que aquele Pirata estava só no começo de suas glórias com a camisa do Azulão? Talvez só um ou outro.


Equipe do Goiatuba que terminou em terceiro lugar do Goiano em 1989.
Foto: futeboldegoyaz.com.br


O ano da grande conquista:



Até que chegou o ano de 92, que traria ali a maior das honras para o Goiatuba Esporte Clube. A equipe era comandada por Orlando Lelé, ex-jogador de futebol e com várias peças que procurariam fazer história naquele ano. A maioria delas com seus famosos apelidos como os volantes Cachola e Estrela, os atacantes Tornado e Pirata e o goleiro Marolla, que já havia vestido a camisa do Santos. O início do campeonato foi em julho e com 30 cansativos jogos na primeira fase da competição, era difícil prever quem seria o campeão. Só se falava que seria mais um time da capital. Na segunda fase, houve um quadrangular para descobrir os quatro times que brigariam pelo título daquele ano. O Goiatuba sofreu no começo e quase foi eliminado, mas venceu os três últimos jogos e se classificou para o quadrangular final com Atlético, Goiás e Vila Nova.



E foi nessa reta final que a equipe azulina mostrou o seu valor e sua força vencendo todos os seis jogos do quadrangular. Na partida contra o Atlético com o estádio Divino Garcia Rosa lotado, um dos jogos mais emocionantes para o Goiatuba aconteceu graças à um gol aos 41 minutos do segundo tempo marcado pelo artilheiro Pirata após contar com um resvalo 'amigo' do zagueiro André, do Atlético. A torcida toda comemorou muito aquele gol e o atacante artilheiro Pirata, camisa 10, foi ovacionado durante dias, porém o sonho do título começou a surgir nos jogos contra o Goiás e o Vila Nova, em Goiânia.


A partida contra o Goiás foi umas das mais duras já que se tratava do favorito ao título goiano naquele ano, mas o meia Lenílson, um dos grandes destaques do Azulão no campeonato, fez a diferença no jogo marcando dois gols com assistências de Estrela e Cláudio. O Goiás chegou a diminuir com Wilson mas quem saiu vitorioso foi o Goiatuba por 2 a 1 no Serra Dourada. A equipe de Orlando Lelé foi para a partida contra o Vila Nova dependendo apenas de si mesmo para garantir o título inédito.


Com muita garra, o Goiatuba venceu o Goiás em pleno Serra Dourada.
Foto: ocuriosodofutebol.com.br
O Serra Dourada estava diferente na partida contra o Vila Nova. Só Goiatuba ou Goiás poderiam conquistar o Campeonato Goiano daquele ano, e com isso, para o time esmeraldino ser campeão, teria que torcer para uma vitória do rival colorado em cima dos azulinos. É claro que a torcida colorada iria se juntar aos adversários e torcer juntos pelo primeiro título do Goiatuba no estadual, e assim, foi formada naquela noite o "Vilatuba" com as arquibancadas misturadas com as cores vermelhas e azuis.

Torcedores do Vila e Goiatuba se unem nas arquibancadas do Serra Dourada.
Foto: youtube.com
Antes da partida, os jogadores se ajoelharam nos vestiários do Serra Dourada e celebravam a fé que os mantinha unidos, com uma ajuda do massagista folclórico do Goiatuba conhecido como 'Sombra'. E parece ter dado certo. Logo no início do jogo, a bola foi dividade entre o lateral Cláudio e o goleiro do Vila Nova, e caiu nos pés do destemido Pirata, que colocou a bola no fundo das redes. Era o gol que o Azulão precisava para levantar a taça, e quando no segundo tempo, Luisinho chutou para a rede após linda jogada individual, a festa estava garantida. Era o gol do título e da vitória. O gol da gloriosa campanha do Goiatuba.



A campanha da torcida e dos funcionários: "Todos por Goiatuba". A comemoração tomou conta das ruas da cidade com a população saindo nas ruas para aplaudir os jogadores em uma bela carreta à caminho do estádio Divino Garcia Rosa, onde os jogadores amostraram o seu troféu, respiraram aliviados e bandeiras comemorativas eram vistas de longe. 

Torcedores e jogadores comemoram no estádio Divino Garcia Rosa.
Foto: ocuriosodofutebol.com.br
Após aquele título, o Goiatuba não só virou destaque no estado, mas também no Brasil. A equipe apareceu em vários telejornais e revistas do ano e participou no ano seguinte de competições importantes como a Copa do Brasil, onde foi eliminado logo na primeira fase pelo Ceará e também a Série B do Campeonato Brasileiro. No Goiano, acabou terminando na 5ª colocação mas Lenílson foi o artilheiro com 21 gols.

O Azulão estava perto de se tornar uma grande equipe do nosso estado. Disputando de igual para igual com as equipes da capital, formando sempre grandes jogadores e artilheiros. Parecia inimaginável que o time sumiria do mapa nos dias de hoje, mas infelizmente, aconteceu.

O Goiatuba teve destaque na famosa revista "Placar" após o título.
Foto: seriezfutebol.com
A queda brutal do Goiatuba:

No ano de 95, o futebol foi ganhando novos rumos e ficava claro que os times teriam de mudar para ir conquistando seu espaço no futuro, mas após a renúncia do presidente Buró, e o clube começou a passar por muitas dificuldades. Em 96, acabou sendo o lanterna do estadual e foi rebaixado com um elenco caro. Na Série B do Brasileiro, o clube não fez uma boa campanha e também foi rebaixado, porém graças ao "Caso Ivan Mendes", o Azulão permaneceu na Série B, mas com um elenco fraco em 97, o time acabou sendo rebaixado novamente com uma campanha ridícula de apenas 2 pontos em 8 jogos disputados. Foi a última participação do clube azulino na segunda divisão nacional, ao menos, o clube conseguiu vencer a divisão inferior do Goianão.

A crise era grande no Goiatuba. Por razões desconhecidas, o clube não disputou a Série C do Brasileirão em 98 e só retomou a disputar a competição nacional em 2003, mas fez outra campanha ruim terminando em 89º lugar com 93 times em disputa. Naquele mesmo ano, voltou a ser rebaixado para a segunda divisão do estadual, mas conseguiu um retorno imediato no ano seguinte.

Em 2005, tentou conquistar novamente a vaga para disputar a Série C, mas por pouco ficou não conseguiu e no ano seguinte, foi rebaixado mais uma vez para a segunda divisão do Campeonato Goiano e nunca mais conseguiu voltar para a primeira divisão. Em 2008, sofrendo uma goleada esmagadora da Aparecidense por 6 a 0 em casa, foi rebaixado para a terceira divisão do estadual. 

Tentou inúmeras vezes voltar a se destacar no futebol do estado, inclusive se unindo à um um novo clube da cidade, a Associação Atlética Goiatuba, no ano de 2010, mas também sem sucesso. Hoje o clube é licenciado, mas corre grandes riscos de fechar as portas.

Equipe do Goiatuba no ano de 2008 disputando a segunda divisão estadual.
Foto: fabioegito.blogspot.com

Sabe o que é o mais legal no nosso futebol? Saber reconhecer das nossas raízes e das nossas histórias, os clubes que um dia fizeram história. Mesmo hoje 'acabado' e deixado de lado assim como o grande estádio Divino Garcia Rosa, o Goiatuba teve suas glórias e nunca será esquecido pois terá seu nome no mural dos campeões goianos destacado no ano de 1992. Torço muito para que o futebol goiano cresça e clubes como o Azulão do Sul voltem a ser reconhecidos e respeitados como antigamente, isso vale para o gigante Goiânia Esporte Clube também. Encerro essa matéria com um dos hinos mais legais que já ouvi, com um ritmo suave e animado, com a cara do interior de Goiás. 

"Sou Goiatuba até morrer...
Trago azul no coração...
Jogando sempre pra vencer...
Buscando ser um campeão..."

"Eterno azul como infinito...
Lutar é tua tradição...
Teu nome sempre foi meu grito...
É Azulão, é Azulão..."

"De norte à sul...
És um aldaz...
És o orgulho...
Do esporte em Goiás..."





Matéria feita por Wagner Oliveira em homenagem ao Goiatuba Esporte Clube.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

O final de semana mais estrelado do mundo!


Como já é tradicional no mês de fevereiro, os fãs da NBA no mundo inteiro, irão acompanhar o esperado "final de semana das estrelas" que acontecerá entre os dias 12 e 14 em Toronto, no Canadá. Será a primeira vez na história, que o evento ocorrerá fora dos Estados Unidos.

O primeiro dia é marcado por um confronto de celebridades dos mais diversos segmentos e em anos anteriores, já contou com as presenças do rapper Snoop Dogg, o badalado Justin Bieber, Ansel Elgort (ator de "A Culpa é das Estrelas"), entre vários outros artistas e personalidades. E este ano, o evento terá entre diversas celebridades, o tenista Milos Raonic, que ocupa a 13ª colocação no ranking da ATP.

Logo em seguida, acontece o movimentado jogo dos calouros e "segundo anistas", que agora tem formato onde os atletas norte-americanos, enfrentam uma seleção formada apenas por estrangeiros. Confira a lista:

Seleção norte-americana:

Jordan Clarkson | Lakers
Rodney Hood | Jazz
Zach LaVine | Timberwolves
Nerles Noel | 76ers
Jahlil Okafor | 76ers
Jabari Parker | Bucks
Elfrid Payton | Magic
D´Angelo Russell | Lakers
Marcus Smart | Celtics
Karl-Anthony Towns | Timberwolves

Seleção do mundo:

Bojan Bogdanovic | Nets
Clint Capela | Rockets
Mario Hezonja | Magic
Nikola Jokic | Nuggets
Raul Neto | Jazz *
Kristaps Porzingis | Knicks
Dwight Powell | Mavericks
Andrew Wiggins | Timberwolves 


E neste ano, teremos a ilustre presença do armador brasileiro Raul Neto, que faz sua temporada de estreia na NBA, pelo Utah Jazz e será o primeiro representante brasileiro em 65 edições do evento.

Já no sábado, temos os desafios de habilidades. Primeiro, uma competição pouco animada de habilidades básicas, o disputado torneio de três pontos e por fim, o famoso torneio de enterradas, que sempre nos reserva grandes jogadas e momentos memoráveis, como na temporada passada com Zach LaVine. Confira as listas dos participantes:

Torneio de Habilidades:

Patrick Beverley | Rockets
DeMarcus Cousins | Kings
Anthony Davis | Pelicans
Draymmond Green | Warriors
C.J. McCollum | Blazers
Karl-Anthony Towns | Timberwolves
Isaiah Thomas | Celtics
Jordan Clarkson | Lakers

Torneio de três Pontos:

J.J. Redick | Clippers
Chris Bosh | Heat
Stephen Curry | Warriors
James Harden | Rockets
Klay Thompson | Warriors
Khris Middleton | Bucks
Kyle Lowry | Raptors
Devin Booker | Suns

Torneio de Enterradas:

Aaron Gordon | Magic
Zach LaVine | Timberwolves
Andre Drummond | Pistons
Will Barton | Nuggets


Nesta temporada, teremos as participações dos "gigantes do garrafão" no torneio de habilidades. Em meio a vários armadores, Davis e Cousins terão que se desdobrar para superar os "baixinhos habilidosos" e pode deixar a competição mais interessante.

E por fim, no domingo ocorre o evento mais esperado pelo público, o grande "Jogo das Estrelas". Um confronto entre os melhores da Conferência Leste, contra os da Oeste. Os quintetos titulares foram definidos por votação popular e os reservas, por comissários da própria NBA. Confira as listas de ambas as Conferências:


Titulares Oeste:

Kobe Bryant | Lakers
Stephen Curry | Warriors
Kevin Durant | Thunder
Kawhi Leonard | Spurs
Russell Westbrook | Thunder

Reservas:

Draymmond Green | Warriors
Klay Thompson | Warriors
Chris Paul | Clippers
James Harden | Rockets
DeMarcus Cousins | Kings
LaMarcus Aldrigde | Spurs
Anthony Davis | Pelicans


Titulares Leste:

Carmelo Anthony | Knicks
Paul George | Pacers
LeBron James | Cavaliers
Dwyane Wade | Heat
Kyle Lowry | Raptors

Reservas:

Jimmy Butler | Bulls
John Wall | Wizzards
Andre Drummond | Pistons
Chris Bosh | Heat
Demar DeRozan | Raptors
Paul Millsap | Hawks
Isaiah Thomas | Celtics


Será a última participação do ala-armador Kobe Bryant em um All-Star Game. O jogador que anunciou sua aposentadoria no início da temporada, já entrou em quadra no evento em outras 17 oportunidades, sempre representando os Los Angeles Lakers e certamente, receberá diversas homenagens, como já vem acontecendo por onde o craque tem passado.

O evento marca o início da reta final da temporada regular, com todas as vagas de playoffs sendo aos poucos preenchidas. Muitas equipes ainda lutam por melhores posições e muitas, por uma sonhada classificação para a pós-temporada e você acompanha tudo aqui, no Linha de Fundo.

Pedro Henrique || @peeedrito17

Bragantino entra desligado e tropeça contra Penapolense

Bragantino e Penapolense fizeram um jogo bastante movimentado em Bragança Paulista, em jogo válido pela terceira rodada da série A2. O equilíbrio surpreendeu aos pouco mais de cinco mil pagantes presentes ao estádio, pois o time de Penápolis vinha de duas derrotas.

Aparentemente, o espírito de pré-jogo das arquibancadas passou para o gramado. Absolutamente bagunçado e desconexo do jogo, o Braga começou errando muito e propiciando bons ataques para o time visitante.

Léo Condé teve seu primeiro tropeço no comando do Bragantino.
(Foto: Futebol Interior) 
Em menos de dez minutos foram três boas chances criadas pelo Penapolense através da marcação pressão que complicava muito a lenta saída de bola do Massa Bruta. A sorte ajudou o time de Bragança até 13 minutos, quando nem ela, nem Felipe impediram o cabeceio de Rodrigo Souto (aquele!). 1x0.

Mesmo mal no jogo, não demorou para o Braga conseguir seu gol de empate. Jobinho foi lançado em velocidade, do jeito que gosta, e teve tempo para dominar, cortar e finalizar com categoria para empatar a partida.

A torcida, porém, mal teve tempo para se animar com o empate. Quatro minutos depois, Fio apareceu bem entre os zagueiros do Massa Bruta e desviou cruzamento para colocar o time de Penápolis na frente outra vez. O Braga sentiu o golpe e pouco produziu nos minutos finais da primeira etapa.

Lincom voltou a marcar de pênalti em empate por 2x2.
(Foto: Futebol Interior)
Léo Condé deve ter falado grosso no vestiário. O Bragantino voltou ligado e pressionando muito nos primeiros minutos do segundo tempo. Não tardou a conseguir o empate em cobrança de pênati de Lincom com dez minutos.

Restavam trinta e cinco minutos para buscar o gol da virada e o Bragantino tratou de colocar muita pressão contra os visitantes. Samuel fez duas defesas importantes e também contou com a má pontaria de Léo Jaime e Lincom para segurar o empate.

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