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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Fred 3 x 3 Defesa do Fluminense



A batata está começando a assar
Foto Rádio Globo
Quando vi que Giovanni seria titular já sabia que o pior estava por vir. Eu poderia até tentar me gabar dessa minha premonição, mas existem algumas coisas que até um cego consegue ver e uma delas é: enquanto dependermos de laterais como Wellington Silva e Giovanni, nada vai dar certo.

Não consigo achar adjetivos para as falhas nos gols que tomamos. Qualquer nome que expresse horror, descrença, raiva e tristeza serão pouco pelo o que senti quando, para usar as palavras de Eduardo Baptista, "coletivamente e defensivamente cometemos erros que custaram caro".

O primeiro gol que tomamos foi de uma saída de bola errada de Giovanni que ficou parado após errar o passe e esperou levar a bola nas costas para depois sair correndo. Marlon tentou cortar a bola num estilo de dar inveja a Gum e foi facilmente batido por Formiga que chegou à cara de Cavalieri e fuzilou. Eu poderia simplesmente dar ctrl+C e ctrl+V na descrição do primeiro gol para falar do segundo. Outra vez nosso lateral-esquerdo saiu jogando errado e deixando uma avenida atrás dele. Marlon ficou andando para trás até que não sobrou opção para o atacante deles que não fosse cruzar para a área para que João Carlos ampliasse. Logo na saída conseguimos uma boa jogada de ataque em que Scarpa assistiu Fred para que ele marcasse o gol que nos colocava de volta para a partida.

Ainda no primeiro tempo o Madureira teve um jogador corretamente expulso. Perdendo e com a vantagem numérica, nosso técnico sacou o limitadíssimo Pierre e colocou Magno Alves no final da primeira etapa e no intervalo tirou Giovanni e pôs Marcos Junior. Essas são as substituições que te fazem pensar: porque MAGNO ALVES e MARCOS JUNIOR são nossas esperanças para VIRAR um jogo contra o MADUREIRA? A culpa é de quem? É da diretoria que dá dois anos de contrato para um cara que gasta todo o salário com tinta para pintar os cabelos brancos dos seus 40 anos? É do técnico que não consegue dar o mínimo de padrão tático à equipe depois de uma pré-temporada de "primeiro mundo" e, num campeonato contra times sem um décimo do nosso poder aquisitivo, precisa colocar esses indivíduos em campo porque a defesa não consegue ter nenhuma organização? Ou é do presidente que só contrata técnico ruim desde 2013? Com certeza, são todas as alternativas anteriores.

Surpreendentemente, conseguimos virar. Graças a Fred, que se tornou nosso terceiro maior artilheiro da história, chegamos ao tão almejado placar de 3 x 2. Insisto em repetir que foi apenas graças ao nosso camisa 9. Os gols não vieram de tabelas envolventes ou jogadas ensaiadas, apenas de pressão desorganizada que contaram com o faro de gol do nosso capitão. Nomes como Diego Souza, Danielzinho e Cícero mal foram lembrados durante a partida.

Diego Souza estreia quando?
Foto: Agencia Esportes
Tudo parecia festa. A torcida em Macaé parece ter se esquecido do show de horrores que presenciou nos primeiros 45 minutos da partida e começou a puxar vergonhosos gritos de olé. Parecem que não conhecem o poder da zaga do Fluminense de entregar jogos ganhos. Aos 44’ da etapa final, o Madureira cobrou falta para a área e a linha de impedimento que tentamos formar foi ridícula, deixando o zagueiro do time adversário sozinho para que empatasse o confronto. Se ao invés de colocar Cícero e Fred no gol para o famigerado rachão (leia a matéria aqui), tivéssemos treinado a saída da zaga para deixar a jogada ilegal, poderíamos ter saído com a vitória.

As perspectivas são ruins para a continuidade da temporada. Espero estar errado quanto ao Eduardo, mas começo a achar que ele não dará jeito no nosso time. Uma vitória contra o Tigres do Brasil é fundamental para reconquistar a torcida.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon 

Corinthians goleia o América-MG e se classifica para a 2ª fase pelo Fut Feminino

O futebol feminino do Corinthians voltou a campo nesta quinta-feira e não decepcionou o torcedor alvinegro que teve como assistir ao jogo dessa vez. Em jogo pela 4ª rodada sendo o terceiro do Corinthians Osasco Audax, as meninas golearam o América Mineiro que só não levou mais gols devido a boa goleira Rubi.

Evelson de Freitas || AllSports
A novidade do Corinthians foi à titularidade da artilheira da equipe Byanca Brasil, e mais uma vez ela deixou o dela no jogo.

Logo no inicio as meninas alvinegras deixaram sua marca de que estavam ali para golear a equipe do Coelho. Com menos de cinco minutos de jogo carimbaram a trave e uma boa finalização com defesa da Rubi que trabalhou muito durante todo o jogo.

A zagueira Jana foi de tamanha importância, no primeiro tempo ela fez um gol por estar atenta na jogada depois de uma defesa de Rubi após cabeçada de Nenê, Jana só completou a jogada e abriu o placar. A primeira etapa ficou barata com o placar parcial por 1x0.

O segundo tempo foi bastante movimentado apenas para o Timão que chegava com perigo nas finalizações e Rubi sempre a postos para fazer boas defesas. O número de escanteios para o Corinthians Osasco Audax foi algo incontável, até que Jana ampliou o placar. A zagueira do Timão se mostrou bem as duas vezes que chegou ao campo de ataque.

Ainda era dia dela, Byanca Brasil anotou e colocou números finais na partida: 3x0. A jogadora Adi do América foi expulsa do jogo.

Com o placar favorável o Timão já está classificado para a segunda fase da competição, resta saber se será em primeiro ou segundo lugar. Com sete pontos o alvinegro assume a liderança, já o Coelho está na vice-lanterna do Grupo 2 com três pontos.

O próximo jogo do Corinthians será contra o já eliminado Vasco da Gama quarta-feira dia 17 as 17 horas no Nivaldo Pereira. Já o América Mineiro receberá o Rio Preto no mesmo dia e horário dentro do Mario Guimarães e terá a missão difícil de golear por 4 a 0 para poder avançar de fase e assumir o posto do time paulista.

ISABELA MACEDO || @ismacedo_
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

No clássico de clubes xarás, deu empate


Jogando no Estádio Mário Pessoa, campo neutro, Vitória da Conquista e Vitória empataram de 1 x 1 jogo válido pela 2ª rodada do Campeonato baiano. Marinho batendo falta marcou para o Vitória da capital, enquanto TATU, que ainda perdeu um pênalti, empatou para o Bode.

O JOGO

Primeiro tempo iniciou e houve um equilibro entre as equipes.

O Vitória era mais organizado e tinha mais a posse de bola, mas não conseguia dar velocidade nas trocas de passes e nas transições ofensivas.

Em dois lances rápidos o alviverde foi prejudicado com a marcação de dois impedimentos inexistentes.

Devido ao ímpeto físico, disposição e falta de qualidade técnica individual, não foram criadas jogadas com perigo para os goleiros.

Segundo Tempo

Na segunda etapa, a partida ganhou em emoção.

Logo no início, o alviverde quase abriu o placar depois de um cruzamento de Kleber que Rafael da Granja cabeceou para o gol.

Aos 10 minutos o Vitória abriu o placar em cobrança de falta de Marinho, que viria ser o vilão do gol de empate do ECPP.

Após algumas substituições de Mancini que não surtiram efeito na parte tática, acabou piorando a parte técnica.

O treinador do ECPP interviu e colocou o buliçoso Rayllan que deu outra dinâmica ao jogo.

E com menos de um minuto em campo, o jogador partiu pra cima da zaga e aproveitou a oportunidade para se jogar e cavar falta.

O arbitro assinalou penalidade máxima aos 25 minutos. Na cobrança, Tatu mandou a bola na trave.

Na sequencia do lance Artur colocou Tatu na cara do gol, e ele empatou a partida aos 27 minutos.
Aos 35 minutos houve bola na trave de Fernando Miguel e o goleiro já tinha salvado numa outra defesa arrojada.

RESUMO

Foi uma partida que o Vitória teve rendimentos distintos entre o primeiro tempo e o segundo. O jogo em si foi movimentado em ambos os tempos, mas na segunda etapa o Vitória se desorganizou e acabou deixando explícito a falta de qualidade técnica dos atletas. Pois quando o time está organizado, esconde às vezes a falta de qualidade de alguns atletas. Por outro lado, esperar grandes jogos, grandes exibições, dos jogos do Campeonato Baiano com essa infraestrutura, e com o nível dos atletas dos clubes, é querer ver demais. Para esse colunista, é muito cedo para definir ou concluir que essa nova forma de jogar que Mancini esta tentando para 2016, não vai dá certo ou mesmo que não esta dando certo, foram apenas três partidas e vejo um inicio melhor que os anos de 2014 e 2015 em termos táticos e padrão de jogo. O inicio de 2015, por exemplo, o time foi armado por um treinador no 4-2-3-1 para jogar tendo a bola e com jogo posicional, mas na pratica não deu liga e penou. O outro treinador que chegou atuava de maneira reativa, mas covarde e sem nenhuma transição ofensiva. Esse inicio de Mancini está sobrando ousadia para propor o jogo, ainda que as pedras não estejam lapidadas para o total entendimento do 4-2-4. O gol de empate ontem foi fruto de uma bola perdida por Marinho que pegou a defesa de calças curtas, lance muito rápido para culpar posicionamento, era um contra golpe bem claro e todos já avançam para dar opção. Talvez o erro maior seja o não treinamento de transição ofensiva, uma vez que o 4-2-4 que é muito trabalhado dentro do segundo terço do campo, fez com que Mancini ainda não treinasse essa possibilidade. Repito, ainda quero ver mais jogos para poder julgar a forma de jogar do Vitória. Se tiver algum erro ai, é no planejamento. Vou inovar de 4-2-4, então vou contratar jogadores para esse modo de jogo, que eu já vi ele atuando assim em outro clube. Isso não que dizer que jogador de outra posição não possa cumprir outra função, claro que você pode encontrar dentro do grupo, mas isso demanda mais tempo e muito "tentar" e o torcedor não tem paciência para esperar vingar. Tiago Real teve uma leve melhora em sua maneira de atuar, parou de correr atoa, mas é outro que esta guardando vaga no ataque para o atacante de oficio e de qualidade que esperamos que chegue. Alípio por exemplo é atacante de origem, mas seu melhor momento foi como meia extremo e apoiador num tripé pelo lado direito ou esquerdo, aqui voltou a ser atacante, função que se queimou na Europa, ele com esse biótipo não é ara estar no ataque, é para chegar de trás como surpresa.

PS: É limitado demais os árbitros baianos, a competição nem afunilou e os caras erram como amadores. A federação Baiana esta de brincadeira com seus treinamentos e avaliação.

É isso aí Galera!

FICHA TÉCNICA

Vitória da Conquista x Vitória
Campeonato Baiano – 2ª rodada

Local: Mário Pessoa, em Ilhéus
Data: 10/02/2016
Horário: 20h45
Árbitro: Jailson Macedo Freitas
Assistentes: Jucimar dos Santos Dias e Claudio Santos Oliveira
Cartões amarelos: Rafael Granja, Tatu, Artur (Vitória da Conquista) / Ramon,
Diego Renan (Vitória)
Gols: Tatu (Vitória da Conquista) / Marinho (Vitória)

Vitória da Conquista: Carlos; Artur, Silvio, Leandro e Thiago; Maicon, Edimar, Diego Aragão e Kleber (Rayllan); Rafael Granja e Tatu. Técnico: Evandro Guimarães
Vitória: Fernando Miguel; Maicon Silva (Euller), Ramon, Vinícius e Diego Renan; Amaral, Willian Farias, Tiago Real (David) e Alípio (William Henrique); Marinho e Vander. Técnico: Vagner Mancini

Por @AdsonPiedade
Foto: Jacobina noticias

A lei de Nonato desbancou o Goiás

A tão famosa "lei do ex", mas eu prefiro chamar nesse texto de "lei de Nonato", desbancou o Goiás no jogo desse meio de semana. A torcida que estava empolgada com o time, por causa de uma derrota boba e completamente normal, já esbanja seus comentários sem fundamentos, suas ignorâncias e seus pessimismos. Até porque é isso tudo que o Goiás precisa nesse momento, não é mesmo? Patética atitude de alguns "esmeraldinos", porém, mais patética ainda foi à atuação da defesa que teve falhas individuais grotescas.

Nonato vira o nome da partida e acaba com o Goiás.
Foto: Globo Esporte.
Faltou atenção do Goiás no jogo contra o Goianésia no lotado estádio Valdeir José de Oliveira. A defesa, que antes estava passando confiança, já estava mostrando sinais de despreparo nos ataques do Goianésia que eram muito rápidos com Maranhão, Paulo e Nonato. Sim, o famoso Nonato, aquele gordinho já de idade continua comendo a bola nos Campeonato Goiano e conseguiu correr mais que Wesley Matos e David Duarte na partida de ontem. Foi impressionante, porém, lamentável.

Quando já vencíamos por um a zero com mais um gol de Patrick, precisávamos melhorar o sistema defensivo, mas isso não aconteceu. Toda hora era bola para o ataque, que ganhava na corrida e sempre levava perigo. Depois do primeiro gol do Goianésia quando Maranhão pegou a sobra do chute de Nonato, ficamos completamente perdidos em campo. O gordinho só estava começando o seu show na noite, e também tinha sorte, como no segundo gol do Azulão após a bola bater no Renan, bater nele e entrar.

Nonato queria mais e quando marcou o terceiro, ficava claro como o Goiás entrou para o jogo sem foco. Enderson Moreira foi à loucura e para o segundo tempo, fez mudanças significativas como a entrada de Ramires que foi um dos melhores em campo pelo nosso time e fez a bola chegar mais na área. Wagner até conseguiu diminuir o marcador, mas bateu aquela falta de um atacante matador para resolver o jogo.

São necessárias mudanças rápidas para o jogo contra o Atlético: a primeira é passar mais atitude, confiança e força para os zagueiros para não cometer erros individuais e quem sabe, se for o momento, dar uma chance para Anderson Salles estrear de titular. A segunda é cobrar mais atenção na marcação pelas laterais, pois dois dos três gols que tomamos ontem foram pelos lados. Juninho estava completamente apagado em campo.

A terceira e principal coisa é fazer contratações de imediato, como dois atacantes e mais um meia. Ontem sentimos a falta de Daniel Carvalho e jogar com três volantes não ajuda, além de não termos boas opções no banco, pois confiar em Liniker e Arthur para entrar numa partida em que precisamos fazer gols é no mínimo arriscado demais, porém, é o que temos. Nem Edson Junior me agradou. Ainda confio nos garotos do Goiás, mas é preciso de mais opções. É incompreensível que continuem criticando o Carlos, pois ele anda melhorando muito seu potencial.

O jogo de domingo é o grande clássico contra o Atlético Goianiense. É preciso entrar com foco total e não cometer erros bobos, além da torcida fazer a nossa parte e não ficar de 'mimimi' na internet falando besteira. O Goiás não fez um alto investimento esse ano pra ficar ouvindo asneiras desses "analfabetos". Seu lugar no domingo é no Serra Dourada, e na próxima vez que formos encarar o Goianésia, essa lei de Nonato seja esquecida.

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Londrina enfrenta Coritiba na primeira partida decisiva do campeonato

De fato, Londrina e Coritiba têm protagonizado partidas cheias de rivalidade, cada vez mais disputadas e não se pode esperar nada diferente no jogo desta quinta-feira. Nas duas primeiras partidas da temporada ambos os times obtiveram resultado positivo, o que os fez tomar a ponta do campeonato logo em seu início, acompanhados por Paraná Clube e Atlético Paranaense. Outro fator que pode influenciar na partida é o tabu que o Londrina pretende derrubar.

Foto: Divulgação/Site Oficial
O zagueiro Sílvio desfalcará o Tubarão após ter sido expulso contra o Toledo na rodada passada e quem deve assumir seu lugar é o zagueiro Matheus, que fará dupla com Luizão. Matheus e Luizão só jogaram juntos uma vez, contra o Madureira durante a série C de 2015. A missão da defesa londrinense, que além dos dois zagueiros deverá contar com o goleiro Marcelo Rangel e os laterais Romário e Paulinho, é parar o (até o momento) ataque mais forte da competição, que fez sete gols em dois jogos. Com a defesa pré-definida a grande dúvida ficará para o meio de campo, que pode ser escalado com Germano, Jumar, Bidia e Rafael Gava, criando assim um sistema com três volantes, ou ainda pode ser mantido com Germano, Bidia, Rafael Gava e Paulo Roberto.

Em anos passados, os jogos entre Coritiba e Londrina têm sido motivo de polêmicas em relação à arbitragem e lances decisivos, desde penalidade (assinaladas ou não) até gols olímpicos anulados. Fora o fator arbitragem, que pode ou não interferir no resultado, o tabu incomoda: faz 22 anos que o Londrina não vence fora de seus domínios.

Coritiba e Londrina devem ser escalados assim:

Coritiba: Wilson, Reginaldo, Walisson Maia, Juninho e Carlinhos; João Paulo, Amaral, Juan e Negueba; Kléber e Leandro

Londrina: Marcelo Rangel, Romário, Luizão, Matheus e Paulinho; Germano, Bidia, Paulo Roberto (Jumar) e Rafael Gava; Bruno Batata e Wellisson.

A partida será válida pela 3ª rodada do campeonato paranaense de 2016 e acontecerá às 19h30min no Estádio Major Antônio Couto Pereira.

'Claytondependência': Figueirense vai à Palhoça e empata com Guarani

Na noite desta quarta-feira (10), o Figueirense foi até a cidade de Palhoça - o que não é muito longe de Floripa - enfrentar o Guarani. O duelo terminou com o placar de empate por 2x2. Figueira ganhou um ponto ou perdeu dois pontos? Vamos ver!

Foto: Marco Favero / Agencia RBS
A partida em Palhoça foi uma partida muito boa de ver. O todo modesto Guarani de Palhoça do excêntrico técnico Sergio Ramirez, mostrou que nesse campeonato o objetivo do clube não é somente se livrar do rebaixamento. Eles desejam uma vaga na Série D do Brasileirão. O Figueirense fez um bom jogo. Não foi aquele primor todo que o torcedor espera, mas fez um jogo bem disputado. As deficiências ainda estão claras. Não há meio-campo; goleiro ainda é uma tremenda incógnita; e por fim, o treinador é fraco. Torcedor alvinegro agradeça todos os dias pelo Clayton ainda estar aqui. Ele é praticamente a salvação da lavoura. Mas agora vamos aos principais lances da partida disputada no Estádio Renato Silveira.

As duas equipes foram bem incisivas durante o começo de partida. Queriam o gol. A primeira chance mais clara do Figueirense foi aos 12 minutos quando Everton Santos sem marcação soltou uma traulitada de fora da área e assustou o goleiro Thiago. Aos 17’, falta pro Guarani. Alex Maranhão levantou na área, Diego subiu sozinho e cabeceou para o fundo das redes. Amigo, quer fazer gol no Figueirense? Cruza bola na área que é sucesso. Aos 23’ o empate chegou. A zaga do Guarani deu bobeira, Clayton aproveitou, bateu e fez. Credo, é o dono do time! Aos 34’, ele de novo. Clayton entrou sozinho na área, mas dessa vez o goleiro do Bugre saiu bem e fez a defesa. Em seguida, Clayton - mais uma vez - soltou uma patada de fora da área e o goleiro Thiago fez uma belíssima defesa. Aos 38’, uma leve pressão do Guarani. Um bate e rebate ferrenho dentro da área, a bola sobrou pra Adriel que bateu rasteiro, mas lá estava Gatito Fernández para defender com os pés.

Logo no início da segunda etapa, uma minicena lamentável foi esboçada. Hélio Paraíba e Bruno Alves se estranharam. O zagueiro alvinegro deu meio que um tapa misturado com empurrão, a auxiliar Nadine Câmara Bastos viu e avisou o árbitro. Não deu noutra. Bruno Alves acabou sendo expulso e corretamente diga-se de passagem. Há de se ressaltar também que o atleta do Guarani deu aquela velha valorizada, mas a expulsão foi justa sim. Ainda nesse lance, também foram expulsos o preparador físico do Figueirense, Marcos Seixas, e o técnico Sergio Ramirez do Guarani. E veja só você... Ramirez para assistir o restante do jogo e orientar a equipe, subiu no telhado do estádio. O futebol é maravilhoso!

Mas o jogo seguiu, né! Aos 13 minutos, Bruno Dybal cobrou uma falta frontal e a bola beijou o travessão. Aos 26’, Clayton fez a jogada toda, rolou para Everton Santos que chegou batendo seco e rasteiro pro fundo do gol. Virada do Figueira! Aos 29’, uma confusão na área do Guarani. Um chuta daqui, chuta de lá... E o goleiro do Guarani salvou milagrosamente o que seria o terceiro gol do Figueirense. Logo em seguida, deixaram Alex Maranhão sozinho. Ele viu que dava pra chutar e chutou lá do meio da rua. A bola foi e só parou nas redes. Empate do Bugre palhocence! Aos 38’, o último lance de perigo extremo. Gatito fez uma boa defesa em um cabeceio do jogador do Guarani que tinha endereço certo.

O Figueirense agora volta a campo no próximo sábado (13), às 17h, contra o Criciúma, no Scarpelli.

Ficha Técnica - Guarani de Palhoça 2x2 Figueirense

Data: 10 de fevereiro de 2016
Horário: 21h45 (horário de Brasília)
Local: Estádio Renato Silveira, Palhoça, SC
Público presente: 1.575 torcedores
Arbitragem: Rodrigo D'Alonso Ferreira (SC); Nadine Schramm Câmara Bastos (SC); Henrique Neu Ribeiro (SC)
Gols: Diego e Alex Maranhão (GUA); Clayton e Everton Santos (FIG)

Guarani de Palhoça: Thiago Rodrigues, Dema, Baggio, Vagno, Capa; Diego (Jackson), Juliano, Adriel, Alex Maranhão; Naldo (Izak), Hélio Paraíba (Thiago) | Técnico: Sergio Ramirez

Figueirense: Gatito, Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves, Marquinhos Pedroso; Dener (Nirley), Jackson Caucaia, Bruno Dybal (Jefferson); Clayton, Everton Santos, Guilherme Queiroz (Gabriel Esteves) | Técnico: Hudson Coutinho

Patrick Silva | @figueiradepre

Veranópolis x Grêmio: lesões, invencibilidade e liderança

Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA
O Grêmio ainda não sabe o que é perder em 2016. Seja pelo Gauchão ou pela Primeira Liga, com time titular, reserva ou misto, o Tricolor ainda não sentiu o gosto amargo de uma derrota na atual temporada. Foram cinco jogos, quatro triunfos e um empate. A vítima da vez foi o Veranópolis. Na noite de ontem (10/02), o Grêmio foi até o estádio Antônio David Farina e, com gol de Bobô, venceu pelo placar mínimo e mostrou que, para os gremistas, de cinzenta a quarta-feira não teve nada.

O Veranópolis entrou determinado a conseguir a primeira vitória no Gauchão. Após perder na estreia para o Glória, e ficar no empate sem gols com o Novo Hamburgo, o técnico Luís Carlos Winck decidiu mexer no sistema ofensivo da equipe. Além disso, o time titular do VEC contou também com dois velhos conhecidos gremistas: o lateral Lúcio e o volante Felipe Guedes.

O Grêmio foi a campo com time praticamente todo reserva, já pensando na estreia da Libertadores. O meia Giuliano, que volta de lesão, foi o único titular que entrou em campo, para recuperar o ritmo de jogo. A novidade ficou por conta do zagueiro Fred, que estreou com a camisa tricolor, e do atacante Braian Rodriguez, que estava fora dos planos tricolores e voltou a ser relacionado em um jogo.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA
No começo da partida, o Grêmio encontrou muitas dificuldades, principalmente pela falta de entrosamento do time reserva, que treinou apenas duas vezes durante a semana e não conseguiu ter a mesma dinâmica que os titulares costumam mostrar. Assim, quem começou propondo o jogo foi o time mandante.  No entanto, o Veranópolis foi surpreendido com dois atletas lesionados até os 15 minutos: saíram Lúcio e Whashington, entraram Massari e Júlio Madureira. Apesar disso, os donos da casa seguiram contendo os avanços gremistas e tentavam chegar ao ataque, mesmo não levando perigo.

Aos 28 minutos da primeira etapa, o Grêmio chegou com efetividade pela primeira vez, com Lincoln. Após bom passe de Giuliano, o garoto tocou por cobertura e acertou a trave. Aos 36 minutos, foi a vez de Lincoln retribuir o presente e dar ótimo passe para Giuliano, que se livrou de dois marcadores e chutou sobre o gol de Léo Rodrigues. Aos 41 minutos, foi a vez do Grêmio realizar uma alteração por lesão: Moisés, o terceiro volante gremista a se lesionar nesse começo de ano, torceu o joelho direito após lance com Zambi. Apesar de estar mal na partida, foi do Tricolor a melhor chance de gol.

O Grêmio precisou de apenas cinco minutos no segundo tempo para definir o placar da partida. Lincoln serviu grande bola para Bobô, dentro da área, que conseguiu desviar do goleiro e balançou a rede. Pouco depois, o treinador do Veranópolis foi obrigado a realizar a sua última substituição, a terceira por lesão, desta vez de Leonardo Dagostini. Aos nove, Fernandinho quase ampliou em um chute forte. Na frente do marcador, o técnico Roger preferiu não arriscar novas lesões de jogadores importantes e colocou jovens em campo. O Veranópolis até tentou empatar a partida, mas a falta de qualidade técnica era visível. Bobô ainda teve chance de marcar o segundo, mas não o fez.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA
Após um fraco primeiro tempo, o técnico Roger corrigiu alguns erros da equipe, principalmente dos volantes, que estiveram muito estáticos, e logo no início da etapa complementar o Grêmio conseguiu marcar o gol da vitória. A partir daí, o único trabalho necessário foi administrar o resultado. O grande destaque da partida foi o jovem Lincoln, que possui uma exímia qualidade técnica e leveza em campo. Giuliano fez ótimo jogo, para um atleta recém-voltado de lesão. O estreante Fred também não decepcionou e deverá ocupar a vaga que vem sendo de Kadu na equipe titular.

A vitória mantém o Grêmio na liderança do campeonato, ao lado do Juventude – ambos com nove pontos e cinco gols de saldo –, contudo, o Tricolor segue na ponta pelo número de cartões amarelos. O Veranópolis permanece na 11ª colocação, com apenas um ponto.

O Grêmio volta a campo já na próxima sexta-feira contra o São José, na primeira partida pelo Gauchão jogada na Arena, às 19h30. O Veranópolis viaja no domingo para Erechim, onde enfrenta o Ypiranga, às 18h.

FICHA TÉCNICA:

VERANÓPOLIS: Léo; Igor, Leonardo (Admilton), Micael e Lúcio (William Massari); Felipe Guedes, Wilian Favoni, Washington (Júlio Madureira) e Zambi; Márcio Jonatan e Lê. Técnico: Luís Carlos Winck.

GRÊMIO: Bruno Grassi; Wesley, Bressan, Fred e Marcelo Hermes; Edinho, Moisés (Kaio), Lincoln, Giuliano (Tontini) e Fernandinho (Batista); Bobô. Técnico: Roger Machado

ARBITRAGEM: Jean Pierre Lima;
AUXILIARES: José Javel Silveira e José Eduardo Calza.
GOL: Bobô (GRE).
CARTÕES AMARELOS: Wilian Favoni (VEC); Moisés e Tontini (GRE).


Janaína Wille | @janainawille

Tupi: O campeão voltou

(Foto: Ernesto Carriço/Fluminense FC)
Após cinco anos longe do Tupi, Ricardo Drubscky, está de volta ao alvinegro. Antes das passagens por clubes como Atlético-PR, Joinville, Vitória, Goiás e Fluminense, o treinador já comandou clube em outra oportunidade. Em 2011, pelo Galo Carijó, o técnico foi Campeão Brasileiro da Série D e tem o carinho do torcedor.

A diretoria do Tupi agiu rápido, após a demissão de Junior Lopes - que não resistiu às derrotas para América-MG e Uberlândia no estadual - anunciando o novo treinador ainda no domingo (07). O experiente treinador, que estava desempregado, terá a missão de fazer a equipe reagir no estadual - o Tupi é lanterna do Campeonato Mineiro e não pontuou na competição. Ainda em 2016, o alvinegro terá a disputa da Série B, no segundo semestre.

A estreia oficial do treinador será no próximo domingo (14), às 17h00, pelo Campeonato Mineiro, contra o Cruzeiro em Belo Horizonte.

"GalZidane" Decisivo!

O CRB sofreu, esquentou a cabeça da torcida, mas conquistou a quarta vitória no Campeonato Alagoano. Nesta quarta, no Rei Pelé, o CSE entrou em campo com uma estratégia definida: jogar fechado e partir nos contra-ataques. Chegou a criar boas oportunidades, acertou a trave e assustou.  Perdeu no detalhe. O Galo, que teve amplo domínio do jogo, venceu por 1 a 0 com um gol de Galdezani aos 41 do segundo tempo. O lance foi chorado - a bola ainda bateu na zaga antes de entrar -, mas valeu a liderança isolada do Grupo B. São 12 pontos conquistados.

Um dos destaques do jogo, Galdezani valorizou a atuação do CRB contra um adversário bem montado. Ele fez o gol ao aproveitar um rebote na entrada da área do CSE.

- Foi importante hoje. Precisávamos dessa vitória, depois da nossa última rodada. Jogo truncando e a bola sobrou ali para fazermos o gol. Nosso time está bem, está trabalhando bem a bola. Esse rodízio aí é bom para dar oportunidade a todos - comentou o volante do Galo, que marcou o segundo gol no Campeonato Alagoano.

CRB x CSE, no Rei Pelé (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)
O CRB chega a 12 pontos e mantém a liderança do Grupo B. Com apenas dois, o CSE segue na lanterna do A. Sábado, o Galo estreia no Nordestão fora de casa, contra o Estanciano/SE. O Tricolor só joga pelo Alagoano dia 21, em casa, com o Ipanema.

Jefferson faz milagre e Botafogo vence a terceira seguida no Carioca

O estádio Los Larios, em Xerém, recebeu o jogo Botafogo x Macaé, válido pela 3ª rodada do Campeonato Carioca, na noite desta quarta-feira de cinzas (10). Sob o forte calor, o Glorioso derrotou o Alvianil por 1 a 0 e garantiu a terceira vitória seguida na competição. O resultado, no entanto, não enganou. O triunfo só foi possível graças ao goleiro e ídolo Jefferson, que fez importantes defesas. O próximo jogo do Alvinegro acontece no sábado, dia 13, às 19h30. O adversário é o Resende.

O JOGO

Com apenas 1 minuto de jogo, o árbitro assinalou pênalti para o Botafogo. Renan Fonseca fez belo lançamento para Gegê, que invadiu a área e foi derrubado por Gedeílson. Aos 3', Gervasio Nuñez cobrou com categoria e abriu o placar. Segundo gol de 'Yaca' com a camisa do Glorioso. 

Comemoração de 'Yaca', autor do gol da vitória. (Foto: Vitor Silva/SS Press/ Botafogo)
O Alvinegro era melhor na partida e seguia pressionando o Macaé. Ampliar o placar parecia questão de tempo. Tanto que aos 11 minutos, Diogo Barbosa fez boa jogada individual pela esquerda e serviu Gegê, que caprichou no cruzamento. Gervasio Nuñez, livre, cabeceou de forma estranha para fora. Boa oportunidade do Botafogo.

O Macaé passou a arriscar mais e tentava se soltar no jogo. Aos 30 minutos, Airton cometeu falta e foi substituído por Fernandes. Logo no início da partida, ele havia se lesionado. Ao que tudo indica, foi uma torção no tornozelo. Minutos depois, aos 34', Gegê arriscou de fora da área e mandou a bola no travessão. Quase o 2 a 0. Aos 36', mais Botafogo. Dessa vez, Ribamar apostou corrida e tentou colocar a bola no canto do goleiro, que fez boa defesa. Boa finalização do jovem. Quando o primeiro tempo parecia terminar sem outro lance de perigo, eis que aos 46', já nos acréscimos, o Macaé quase empatou a partida. Em ótima triangulação, Bruno Luiz, sozinho na cara do goleiro Jefferson, teve a chance de fazer o gol. Mas o ídolo botafoguense, fazendo jus à fama de melhor goleiro do Brasil, parou o atacante e evitou o que seria o empate. No rebote, Wagner Carioca mandou para fora. Ufa! 

O milagre de Jefferson rendeu até arte nas redes sociais (Foto: Twitter Botafogo Oficial)
Sem alterações para o segundo tempo, o Botafogo voltou completamente desligado. O Macaé foi amplamente superior durante os 45 minutos finais. Aos 9 minutos, Jefferson foi obrigado a fazer outra importante defesa. Após rebote dentro da área, Matheus Cambuci pegou de primeira e chutou. O melhor goleiro do Brasil, bem posicionado, fez a defesa. Aos 15', Marquinho driblou Renan Fonseca dentro da área e finalizou. A bola, por sorte, carimbou o travessão. Sem nenhuma criatividade, o Botafogo não sabia o que fazer com a bola, o que acabou deixando a torcida impaciente. Aos 20 minutos, Ricardo Gomes aproveitou a parada técnica para fazer mais uma alteração na equipe: saiu Gervasio Nuñez para a entrada de Leandrinho. O jogo ficou morno, com os dois times errando em demasia. Aos 35', terceira e última modificação no Glorioso: Lizio, sumido na partida, deu lugar ao jovem Luis Henrique.

Somente aos 42 minutos o Botafogo teve chance clara de fazer o gol. Luis Henrique e Diogo Barbosa tabelaram dentro da área. O lateral ficou cara a cara com o goleiro Willian Alves, que conseguiu defender. Aos 49', o Macaé quase arrancou a igualdade no marcador. Dieguinho cruzou e quase encobriu Jefferson. Aos 51', fim do sufoco. Botafogo 1 a 0 sofrido.

OBSERVAÇÕES

O Botafogo terminou o jogo com SEIS jogadores da base. Apostas ou falta de opção?

Gegê é hoje o jogador mais lúcido do elenco. O problema é que quando o rendimento dele cai, o do Botafogo também. Preocupante.

O clube precisa desesperadamente de um atacante, ou dois, quem sabe até três. Fato é que, com Luis Henrique e Ribamar, não dá. Sassá e Neilton, os outros atacantes do elenco, ainda estão no departamento médico.

Apesar do 100% no Carioca, as atuações estão deixando a desejar.

Senti falta do jovem lateral Diego.

FICHA DO JOGO

Botafogo 2
Jefferson, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson, Diogo Barbosa; Airton (Fernandes), Rodrigo Lindoso, Gegê, Damían Lizio (Luis Henrique), Gervasio Nuñez (Leandrinho); Ribamar. Técnico: Ricardo Gomes.

Macaé 1
Willian Alves, Gedeílson, Matheus Cambuci, Thiago Cardoso, Dieguinho; Dos Santos, Wagner Carioca (Evandro), Luís Mário, Marquinho; Pipico, Bruno Luiz. Técnico: Toninho Andrade.

Estádio: Los Larios (RJ).
Árbitro: Alexandre Tavares de Jesus (RJ).
Assistentes: Luiz Antônio Oliveira (RJ) e Thiago Rosa de Oilveira (RJ).
Gol: Gervasio Nuñez (3' do 1º T).
Cartões amarelos: Emerson, Airton e Rodrigo Lindoso (Botafogo), Matheus Cambuci e Dieguinho (Macaé).
Público: 1.278.
Renda: R$ 20.060,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 
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