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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Um final de semana de tirar o fôlego


Show de habilidades, enterradas, lindos arremessos, despedida. A 65ª edição do final de semana das estrelas, que pela primeira vez ocorrera em Toronto, no Canadá, foi sem dúvidas a mais divertida, arrepiante e emocionante dos últimos tempos.

Nas últimas temporadas, os fãs de basquete ao redor do mundo criaram grandes expectativas para o famoso "All-Star Game" e com toda certeza não foram atendidos. Porém na temporada 2015/2016 os jogadores vieram com fome de bola e protagonizaram um dos melhores eventos nos últimos anos.

Na noite de sexta feira, o "morto" confronto entre celebridades ganhou um formato diferente. Jogadores canadenses enfrentaram os norte-americanos e como já de costume, Kevin Hart roubou a cena. Hart foi para o evento apenas como treinador da equipe norte-americana e para surpresa de todos, foi para o vestiário e voltou para quadra pronto pra jogar e com toda sua irreverência roubar a cena.

Apesar da surpreendente aparição, os canadenses venceram a partida por 74x64 sem muitas dificuldades e iniciaram os trabalhos da noite.

E depois de uma partida mais parada, os calouros fizeram questão de agitar a noite com show de enterradas, grandes passes e chuva de arremessos anotando a marca de 311 pontos combinados, com vitória para o time americano por três pontos e prêmio de MVP para Zach Lavine.

Além de Lavine muito bem, tivemos grande participação de Kristaps Porzingis, Jabari Parker e Wiggins,

Raulzinho teve participação discreta e anotou apenas quatro pontos, mas mostrou todo charme de seu jogo com belas assistências.

Se tivéssemos que definir a noite de sábado em uma palavra, com toda certeza seria: espetacular. Desde o "parado" desafio de habilidades, que surpreendentemente rendeu uma disputa legal entre os atletas mais altos e os armadores baixinhos, terminando com vitória do novato Karl-Anthony Towns, de Minessota.

No desafio de três pontos, o óbvio. Os Splash Brothers protagonizaram mais uma vez a grande final, mas dessa vez Curry não foi tão brilhante e Klay Thompson aproveitou para vencer o companheiro e dar o segundo título consecutivo para os Warriors.

E no apagar das luzes, o considerado por muitos "morto" campeonato de enterradas, rendeu um dos melhores momentos de All-Star Game desde Jordan e Wilkins, sem nenhum exagero.


Aaron Gordon e Zach Lavine pareciam estar inspirados nas duas lendas citadas acima. Estenderam a competição em mais três rodadas além das necessárias, e por fim o prêmio ficou com Lavine, que defendia o título da temporada passada e não decepcionou, fechando assim a sequencia de três "títulos" conquistados pelo Minessota Timberwolves no evento.

Por fim, o jogo mais esperado do final de semana. Leste x Oeste combinaram para a maior marca de pontos da história, 369. Westbrook repetiu grandíssima atuação e levou o mais uma vez o prêmio de MVP. Paul George por pouco não quebrou a marca de mais pontos em uma só partida. Porém não teve jeito, a noite era dedicada à Kobe Bryant.

Kobe anotou discretos 10 pontos, mas viu sua conferência vencer sem dificuldades, com 23 pontos de vantagem. O astro do Los Angeles Lakers estava em sua 18ª participação no evento, sendo que atua na liga há 20 temporadas. Entrou em quadra como o jogador mais novo a ser selecionado para o evento, foi MVP em quatro oportunidades e defendendo o título de maior cestinha.

Era uma noite mais que especial para o Black Mamba, que além de ser ovacionado pelo público, ouviu homenagens dos companheiros e de ninguém menos que Magic Johnson, encerrando seu ciclo de participações com chave de ouro e com certeza, já deixando saudades.

Agora a temporada do melhor basquete do mundo segue para sua reta final e as definições começam a surgir desde a briga dos prêmios individuais as vagas para pós-temporada. Quanto ao fim de semana: o mais divertido e bem sucedido em muitos anos, que a temporada nos reserve mais emoções e momentos inesquecíveis como os que vimos nesses três dias.

Pedro Henrique  |  @peeedrito17

A culpa é sua, São Januário

Fala, Turma da Fuzarca!!

Quebra-Quebra deles. Ameaça de briga entre as torcidas. Sim, é sua culpa, São Januário.

Por anos conseguiram banir o estádio, construído pelo amor dos torcedores Vascaínos, dos clássicos do Rio de Janeiro, com a velha desculpa de “Lá não tem segurança”. Para tal posição, um questionamento é posto à prática: E nos outros estádios nunca tiveram brigas? Vivemos num Futebol de Paz, onde somente na casa do Cruzmaltino tem “torcedores” brigões. Porque sim, a culpa é sua, São Januário.


Mas todo esforço da mídia em propagar a culpa do estádio foi em vão. São Januário resistiu a todos os problemas na tarde de ontem (14). A bela festa organizada pela torcida do verdadeiro time do povo foi superior à imagem de destruição por partes dos elitistas da Zona Sul.

Chapelaria Nenê
O triunfo já nos acréscimos fez jus à superioridade Vascaína sobre o time tão badalado, que vimos ao longo de todo jogo. Numa partida estratégica e muito pegada, Jorginho venceu o duelo contra Muricy Ramalho, que diferente de muitos elogiou o estádio.

O acerto do treinador da equipe da Colina deu-se pelas duas trocas feitas antes do início do jogo. Marcelo Mattos fechou o meio ajudando na marcação. Jomar supriu muito bem a falta do zagueiro Luan. E que coincidência. Luan causou apreensão entre os Vascaínos na vitória sobre o Volta Redonda ao ser expulso infantilmente, fez com que Jomar jogasse, e após sentir um incomodo, foi substituído pelo Rafael Vaz, autor do único gol da partida, já aos 45’ 2T.

Novamente Nenê foi um dos melhores. Andrezinho foi o melhor, distribuiu canetas e boas jogadas no meio-campo. O sistema defensivo foi taticamente perfeito anulando quase todas as peças do adversário. O problema continua sendo a dupla de ataque Jorge Henrique e Riascos.

Momento arrepiante para Nenê após o jogo
Mais uma vez provamos a capacidade de enfrentar os elitistas da parte considerada nobre da cidade. Assim como lá em 1927, quando construímos São Januário, hoje provamos que podemos mandar nossos jogos no Caldeirão. A maior felicidade de um Vascaíno é estar na nossa casa, e sim, a culpa é sua, São Januário.

Voltem Sempre!

Festa na entrada dos times
Matheus Freitas @_MFreitas9_ // @sitelf (Nova conta do Twitter)

Portuguesa anuncia Ricardinho como novo treinador

A Portuguesa esperou passarem três rodadas – duas delas com resultados ruins baseados em erros – para anunciar seu novo treinador. Trata-se de Ricardinho, ex-meia, que será o novo comandante rubro-verde para a temporada. Seu primeiro compromisso será nesta terça-feira diante do Velo Clube às 20 horas.

Ricardinho foi o escolhido pra suceder Estevam Soares no comando da Portuguesa em 2016
A Lusa passou três rodadas sem treinador. Após a demissão de Estevam Soares, a Portuguesa utilizou o interino Felipe Lucena no cargo e conseguiu uma vitória, um empate e uma derrota. O time encontra-se na 14ª colocação com cinco pontos somados


A Portuguesa buscava um treinador jovem e com novas visões e conceitos de futebol. Contratou Ricardinho, um acerto, pelo menos ao meu ver, da diretoria lusitana. Como treinador, Ricardinho já conquistou a divisão de acesso do Campeonato Paranaense com o Paraná Clube em 2012 e foi campeão pernambucano em 2015, dando base ao time que conseguiria o acesso a elite do Campeonato Brasileiro daquele ano.

Ricardinho ainda foi tricampeão brasileiro, duas vezes com o Corinthians e uma vez com o Santos, participou também de duas Copas do Mundo, fazendo parte do elenco pentacampeão em 2002. Suas principais características em campo eram a visão de jogo e a inteligência para construir jogadas.

Ricardinho terá a missão de fazer com que a Portuguesa conquiste os pontos que deixou de somar em partidas dentro de casa (como aconteceu diante de Juventus e Marília). O ponto mais crucial é: a equipe precisa de reforços pontuais. Um bom goleiro, um lateral esquerdo e um meia atacante são necessários. Além disso, é necessário que a torcida lusitana dê tempo ao tempo e tenha paciência com o treinador recém-chegado o clube.


 Por @eurodriferreira

Caldense: Ataque contra defesa, vitória defensiva

A Caldense passou por maus bocados hoje em Poços de Caldas. O Uberlândia ganhou fora de casa, mostrando o seu único ponto forte: a defesa.


(Fonte: Globo Esporte)
O verdão local impôs o ritmo da partida, fazendo os visitantes ficarem esperando o jogo. Porém, como sempre, os problemas da veterana prevaleceram e os laterais Jefferson Feijão e Rafael Estevam sofreram com os pontas do adversário, tomando várias bolas nas costas e sendo pouco efetivos nas investidas.

Mas, como água mole, pedra dura, tanto bate até que fura, numa jogada pela ponta, Mikael recebeu livre na área e fez o 1 a 0 para o time do Triângulo Mineiro.

A equipe Poços Caldense até tentou, finalizou bastante e fez uma pressão forte, só que o periquito errava muito e o empate não saiu na primeira etapa. No segundo tempo, o tal do empate que se falava realmente não saiu e, de quebra, o visitante ampliou com Caio Dantas, 2 a 0 Uberlândia e salto para a quarta colocação.

Assim a Caldense cai para a décima colocação e enfrenta na próxima rodada o América-MG, no Estádio do Independência.

A briga mal começou e a reação é possível sim.

Arriba Caldense.

Francisco || @BorjaFrancisco_

Linha de Fundo || @siteLF

Jogo ruim, Flamengo pior ainda

Guerrero não jogou bem. (Foto: Flamengo)
Depois da goleada sobre a Portuguesa-RJ na quarta-feira, o Flamengo sabia que tinha um desafio pela frente. Em mais uma das partidas que já começaram antes da bola rolar, o rubro-negro, novamente, entrou em um ritmo péssimo e acabou saindo derrotado com gol aos 45 minutos do segundo tempo.

O clima hostil começou cedo. Com inúmeros relatos de violência entre torcidas por todo Rio de Janeiro, não foi surpresa quando a notícia que “torcedores” rubro-negros haviam depredado o banheiro de São Januário chegou. O bloqueio patético que separava a arquibancada esteve próximo de ser atacado algumas vezes, além de confusões por diversos motivos, desde falta de água, de banheiros e até qualquer bobeira que acontecia. Pois é. Apesar das provocações de Eurico Miranda e das alfinetadas de Eduardo Bandeira de Mello, o jogo em si, ainda que tenha tido um alto número de faltas, não teve nenhuma confusão generalizada, coisa que era esperada até pelos últimos confrontos.

Mancuello teve dificuldades para criar. (Foto: Flamengo)
 Com a bola rolando, o jogo foi feio, daqueles que são difíceis de assistir. Além de muito brigada no meio-campo, a partida era complicada pela falta de qualidade nos passes, nas finalizações e em praticamente tudo. O Flamengo errou demais e teve seus principais jogadores muito nervosos e sem espaço. Já o Vasco acabou se destacando mais nos dois tempos por ter dado mais sustos em Paulo Victor.

O que realmente definiu o jogo acabou sendo Muricy Ramalho. Enquanto Jorginho se movimentava para melhorar seu ataque e acertar os chutes, o comandante do Mais Querido não fazia alterações, deixava os piores jogadores e, quando fez sua única mudança, tirou Marcelo Cirino – o melhorzinho entre os piores – para colocar Everton. A falta de “sangue novo” pesou e muito, o que ficou evidente exatamente pelo gol aos 45’.

Novamente a zaga deixou um espaço gigante e Rafael Vaz ficou completamente sozinho enquanto todos os defensores pediam um impedimento inexistente. De novo Emerson Sheik foi egoísta e não passou a bola de jeito nenhum. Mais uma vez Guerrero começou a sofrer muitas faltas não marcadas ou que foram marcadas contra ele, começou a ficar nervoso e levou mais um cartão por reclamação. Ao contrário das últimas partidas, o primeiro desafio da temporada deu errado.

Muricy mandou mal na partida. (Foto: Flamengo)
Agora trocamos um pouco de competição. O Flamengo enfrentará o América-MG na Primeira Liga e terá que ter cuidado. É uma boa oportunidade para colocar Cúellar, fora desse jogo por opção técnica, colocar outras opções para ver o que funciona e até tirar Paulo Victor para dar a Alex Muralha ritmo de jogo. Vamos ver se dessa vez Muricy reagirá aos erros em campo.

Mariana Sá | @imastargirl 

O Nacional de 2016

Após vitórias tranquilas em cima de Fast e São Raimundo, o Nacional enfrentou o Remo na Taça dos Leões, amistoso com cara de jogo oficial.


O JOGO:

Logo nos primeiros segundos, o Remo abriu o placar com Ciro em falha de Roberto Dias, sem chances para o goleiro. Já no ataque seguinte, Wanderley puxou o contra-ataque, tocou pra Álvaro cruzar e Rodrigo Dantas só completar. 1x1 e um baita início de jogo.


No decorrer do primeiro tempo houve só mais uma ótima oportunidade, onde Álvaro deixou Charles na cara do gol, que por pouco não virou o jogo. Contudo, o Nacional era quem tinha volume de jogo e chegava com frequência ao ataque, porém faltava o passe final pro time ampliar. O Remo procurava marcar a partir do seu campo, liberando Eduardo Ramos pra ajudar Ciro no ataque, todavia, faltavam jogadores livres pra ajudar no ataque. Muito pouco praa 45 minutos.

O segundo tempo foi morno, o Remo trocou quase toda equipe e, depois dos 20 minutos, o Nacional fez a mesma coisa. As equipes pareciam satisfeitas com empate e pouco arriscavam. Por ser início de temporada, havia uma cautela por parte dos jogadores em se doar tanto. Até que, por volta dos 30/35 minutos finais, o time da casa começou a bombardear o visitante com chutes de falta de Osvaldir e a dupla Rafael Silva e Thiaguinho, mas Fernando Henrique garantiu o 1x1.

Nos pênaltis, vitória por 5x3 do Leão Manauara, com Roberto pegando pênalti de Léo Paraíba.

SOBRE O TIME NACIONALINO:

Bem, após a vergonhosa campanha de 2015, o time se reformulou quase 100%, ficando apenas os atacantes Wanderley e Verçosa; e o meia Raílson.

Falando no time de 2016, parece-me, após três jogos, mais bem equilibrado, leve e, acima de tudo, bem treinado. Heriberto Leão já conseguiu dar um padrão ao time. Ponto positivo.

O goleiro ainda não foi testado de verdade, mas parece seguro e defendeu até um pênalti. 

Nas laterais: O lateral direito Osvaldir é técnico, bate muito bem na bola, tem boa velocidade e bom cruzamento. Já o esquerdo... Radar deixa vários espaços atrás, procura sempre inventar em alguma jogada simples e procura o meio SEMPRE ao invés da linha de fundo. Rodrigo Fernandes parece ser mais sério, fazendo o simples. Em três jogos, não chegou a jogar 30 minutos. Nego se contundiu.

Sobre a zaga: Victor é rápido, ótimo desarme e ótimo cabeceio. Zagueiro de Série B. Fabiano é o cara que dá a segurança, bom bote, experiente e bom no jogo aéreo. Roberto Dias falhou no primeiro gol hoje, mas pareceu bem leve e ótimo nos desarmes.

Os volantes, até agora, impressionaram. Cal é um cão de guarda; Osmar é quem faz o time funcionar, com passes e inversões e ainda marca muito bem, só peca em alguns momentos na lentidão; Hércules também é muito firme na marcação (até demais); e Eusébio parece ter qualidade, infiltrando e com bom passe, porém de vidro.

Roberto, Fabiano, R. Dantas, R. Dias / Radar, Osmar, Charles, Cal, Osvaldir e Álvaro.
Na "meiúca", Álvaro é o pilar desse time: passes, visão de jogo, dribles e movimentação; Charles dispensa comentários; Hugo também tem muita categoria, ótimo passe e inteligência. No lado de campo, Thiaguinho, Sandrinho e Rafael Silva são excelentes, mesclando rapidez e com ousadia.

Na referência, Rodrigo Dantas briga com os marcadores e a bola também; Wanderley é finalizador e ainda sabe jogar pelos lados; Verçosa é apenas "ok", aproveitando suas chances quando recebe.

Basicamente é isso. O próximo compromisso do time é contra o Santos do Amapá, na Copa Verde.

Abraço, @gabrielantony_

100%, líder e embalado

Mais líder do que nunca, Tricolor sofre, mas também despacha o Rio Branco


Na noite de domingo, 15/02, o Paraná Clube recebeu o Rio Branco na Vila Capanema pela 4ª rodada do Campeonato Paranaense. Em lados opostos da tabela, o Tricolor buscava a quarta vitória na competição para continuar 100% e virar o líder isolado da competição. Já o Rio Branco vinha de três derrotas consecutivas, a última delas de virada para o CA Paranaense.

Jogadores comemoram mais um gol de Lucio Flavio
Foto: Antônio More/Gazeta do Povo
O JOGO

Como esperado, o Paraná contava com o apoio da torcida para ir pra cima do Rio Branco. Já o Leão se defendia como podia e buscava uma bola nos contra ataques. No entanto, o time de Claudinei Oliveira esbarrava na ansiedade e não conseguia criar chances claras de gol. As melhores oportunidades do primeiro tempo saíram dos pés de Robson e nos cruzamentos de Fernandes. 0 x 0 era o marcador no intervalo de jogo.

O segundo tempo já teve outra cara. A conversa com o treinador no intervalo rendeu resultados e o time paranista começou a levar perigo à meta defendida por Edvaldo. A primeira bola perigosa foi de Uchoa batendo de fora, rente ao poste. Na sequência, Nadson recebeu dentro da área, limpou o lance e exigiu grande defesa do goleiro. A chance mais clara veio com o zagueiro artilheiro Luis Felipe, que acertou a trave depois de cobrança de escanteio.

O primeiro gol paranista surgiu de uma bela jogada entre Nadson e Fernandes, quando o árbitro viu toque de mão do zagueiro Alisson do Rio Branco, que foi expulso pelo segundo amarelo. Lucio Flavio, vice artilheiro do campeonato, foi para a cobrança e guardou de cavadinha. Pra completar a noite, já nos acréscimos, Robson recebeu pela esquerda, cortou o zagueiro pro meio e bateu no canto, dando números finais a partida. Paraná 2 x 0 Rio Branco.

Com o resultado, o Tricolor lidera a competição isolado com 12 pontos e iguala seu melhor início de campeonato da história. Já o Rio Branco amarga a quarta vitória consecutiva e ocupa a lanterna.

DESTAQUES

‘Clean Sheet’ – pela primeira vez na competição, o time paranista não sofreu gols no jogo.

Alisson – após começar o ano meio inseguro, o zagueiro paranista foi muito bem contra o Rio Branco.

Fernandes – apesar de ter se destacado como volante na Série B 2015, o jogador se reencontrou na lateral esquerda e vem fazendo excelentes partidas.

Lucio Flavio – mantendo a boa fase, o atacante deixou o dele e encostou em Kleber (Coritiba) pela artilharia do campeonato.

FICHA TÉCNICA
Paraná – Marcos; Dick (Nei), Luis Felipe, Alisson e Fernandes; Jean, Uchoa (Tony), Nadson (Vilela) e Valber; Robson e Lucio Flavio
Rio Branco – Edvaldo; Lito, Alisson, Marcão e Henrique (Ralph); Paulo Henrique, Marcos Paulo (João Paulo), Danilo Rios e Diogo; Ratinho e Douglas (Eberson)
Gols – (PRC) Lucio Flavio 27’/2ºT e Robson 48’/2ºT
Cartão Amarelo - (PRC) Jean e Lucio Flavio
(RBR) Alisson, Paulo Henrique e João Paulo
Cartão vermelho – (RBR) Alisson

PRÓXIMO JOGO
O Tricolor só volta a entrar em campo no próximo sábado contra o Toledo, na Vila Capanema. Em busca da quinta vitória e do melhor início de campeonato da história, o Paraná deve ter parada dura contra, já que o adversário vem de vitória diante do Coritiba por 3 x 2.

Na história são somente nove confrontos entre as equipes, sendo cinco vitórias paranistas e quatro empates. O tricolor marcou 15 gols e sofreu apenas 7.

O técnico Claudinei Oliveira vai ter que alterar pelo menos uma peça do time, já que perdeu Jean, suspenso pelo terceiro amarelo. Há a possibilidade de Fernandes compor o meio campo e outro lateral entrar na posição, mas isso só descobriremos durante a semana.

Provável Paraná: Marcos; Dick (Nei), Luis Felipe (Zé Roberto), Alisson e Fernandes; Uchoa, Zé Vitor (Vilela), Nadson e Valber; Robson e Lucio Flavio

Fellipe Vicentini | @_FellipeS
#PRaCima

Cruzeiro supera forte marcação do Tupi e vence

Em uma partida sem muitas emoções, a Raposa venceu o Tupi com gol de Élber no segundo tempo após bela jogada de Arrascaeta. O Cruzeiro assumiu o segundo lugar no Campeonato Mineiro com sete pontos.


O próximo compromisso da equipe celeste será contra o Fluminense, quando o time fará seu segundo jogo pela Primeira Liga, às 19:30 na quarta-feira (17).

Sobre o jogo:

As primeiras boas oportunidades de abrir o placar no primeiro tempo foram da equipe estrelada. Aos 4 minutos, Mayke fez jogada pela direita e tocou para Henrique, porém o volante atrasou e Rafael Silva não conseguiu completar a jogada.

Os times procuravam conhecer o seu adversário. De um lado, o Tupi explorou os contra-ataques, do outro, a Raposa encontrou dificuldades para armar suas jogadas e finalizar ao gol.

                        
O Tupi chegou a assustar o goleiro Fábio aos 30 minutos, quando Vinícius Kiss recebeu pela direita e bateu para o gol com perigo. A resposta do Cruzeiro veio aos 34 minutos, em lançamento de Mayke para o lateral Fabrício, que cruzou rasteiro para a área e Rafael Silva chutou, mas sem sucesso. Após a parada técnica, os times trocavam passes, mas sem nenhum lance de perigo.

Segundo tempo:

O foco para a etapa final era, sem dúvida, a vitória e, pensando nisso, o Cruzeiro voltou com uma postura diferente. Aos 9 minutos a Raposa marcou com Sánchez Miño, mas o árbitro marcou impedimento inexistente. Aos 15', em boa jogada pela esquerda, Fabrício cruzou para a área e o meia Marcos Vinicius chutou do lado direito do goleiro Glaysson.

O time comandado por Deivid quase abriu o marcador aos 21 minutos em um grande cruzamento de Élber, que entrou muito bem no jogo. Ele cruzou para Fabrício cabecear na trave e, no lance seguinte, os papéis se inverteram e Élber acabou arriscou da pequena área.


O gol cruzeirense estava maduro e era óbvio que era questão de tempo até acontecer. Aos 28 minutos, Alisson tabelou com Arrascaeta, o uruguaio arrancou, ganhou do zagueiro, passou pelo goleiro e cruzou para área para Élber completar de cabeça para o fundo das redes. Aos 44', o Cruzeiro teve uma última chance de ampliar o resultado em ótima jogada de Élber pela direita, mas não conseguiu. 

                                              @Paulinha_CEC


CRUZEIRO 1x0 TUPI
3ª rodada do Campeonato Mineiro


Data: 14/02/2016 (domingo)
Local: Mineirão, Belo Horizonte-MG
Árbitro: Wanderson Alves de Souza
Público: 9.102 pagantes
Renda: R$ 244.317,00
Gol: Élber aos 28 minutos do segundo tempo

Cruzeiro: Fábio; Mayke (Fabiano), Dedé, Manoel e Fabrício; Henrique, Ariel Cabral (Élber), Marcos Vinícius (Arrascaeta), Sánchez Miño e Alisson; Rafael Silva
Técnico: Deivid

Tupi: Glaysson, Osmar, Sidimar, Fabrício Soares e Thiago; Vinícius Kiss, Filipe Alves, Recife (Romário) e Rafael Jataí; William Kozlowski (Ygor) eMichel Henrique (Michel Douglas)
Técnico: Ricardo Drubscky

Cartões amarelos: Ariel Cabral e Henrique (Cruzeiro); Fabrício Soares (Tupi)

Lobo goleia Pantera e garante classificação antecipada

Torcida alviazul comparece no Colosso do Tapajós. (Dominique Cavaleiro/ GloboEsporte.com)
O Paysandu voltou aos gramados para enfrentar o São Raimundo no Colosso do Tapajós. E os donos da casa deixaram o visitante mandar. Com placar elástico, o Papão não só permaneceu 100% na competição, como também se classificou para a próxima fase.

O JOGO

Um primeiro tempo parcialmente morno. A primeira chance só chegou aos 19’, quando Roniery fez jogada pela direita e cruzou para área, mas a zaga alvinegra tirou. Quase dez minutos depois, o São Raimundo respondeu, Jefferson cobrou escanteio e Carlinhos cabeceou com muito perigo. Aos 33’ o Paysandu fez um gol legitimo com Raphael Luz, mas o bandeira assinalou impedimento. Mas no final da primeira etapa, aos 48’, Lucas abriu o placar quando, após falta cobrada, o volante (improvisado como lateral) subiu mais alto que todo mundo e mandou para o fundo da rede.

(Foto: Dominique Cavaleiro)
Na segunda etapa os times voltaram melhores. O Paysandu só precisou de 17 minutos e da entrada de Betinho para abrir o placar. Dois minutos após a sua entrada, o centro-avante alviazul recebeu passe de Raphael Luz, ajeitou e mandou para o gol, fazendo 2x0. Quatro minutos depois, o clube da casa respondeu, Jefferson Monte Alegre recebeu a bola e, livre de marcação, tirou do alcance de Emerson e mandou para o gol.

Aos 25’ outro gol. Celsinho cobrou falta e Raphael Luz de cabeça fez o seu. O jogo ainda tinha espaço para mais gols e aos 43’ o São Raimundo fez o segundo com Jefferson Monte Alegre, que de falta diminuiu na falha de Emerson. No minuto seguinte, Bruno Veiga recebeu pela esquerda e mandou um chutaço no ângulo. E aos 47’ Celsinho tabelou, ganhou na entrada da área e fechou a goleada do Paysandu por 5x2.


Palavra da colunista: Apesar do placar animador, há um alerta a ser ligado. Como os próprios jogadores reconheceram, ainda existem erros para serem corrigidos e um deles é justamente a defesa. Não falo de Emerson, apesar do mesmo ter falhado hoje. A zaga anda pecando demais, falhando em lances fáceis e isso ainda pode prejudicar muito a equipe.

FICHA TÉCNICA:

São Raimundo: Carlão; Marcus Vinicius, Wanderlan, Edilson Belém e Renato Carvalho (Bilau); Sandro, Ramon, Jefferson Monte Alegre e Thiago; Charles (Manoel) e Carlinhos (Vinicius). Técnico: Samuel Cândido
Paysandu: Emerson; Roniery, Pablo, Gilvan e Lucas; Ilailson, Augusto Recife, Raphael Luz (Ricardo Capanema) e Celsinho; Leandro Cearense (Betinho) e Fabinho Alves (Bruno Veiga). Técnico: Dado Cavalcanti

Árbitro: Edeval Augusto Figueiredo (PA)
Assistentes: Wanderson Damião dos Santos (PA) e Silvério Ferreira Pinto (PA)
Cartão Amarelo: Charles, Marcus Vinicius, Ramon e Thiago (SRA) ; Celsinho, Roniery e Gilvan (PSC)
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