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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Milan vence o Genoa e o sonho da Champions League vira realidade

O Milan enfrentou o Genoa pela 25ª Rodada do Campeonato Italiano.

O sonho de classificação para a Uefa Champions League da próxima temporada vai começando a ficar real para o Milan. Neste domingo, a equipe rossonera deu mais um passo em sua recuperação no Campeonato Italiano e venceu, em casa, venceu o Genoa, por 2 a 1, embalando oito jogos de invencibilidade. Mais uma vez, Carlos Bacca, que marcou logo aos dois minutos de partida - foi seu sexto tento nos últimos sete jogos com a equipe. No segundo tempo, o japonês Honda ampliou aos 18, e Cerci, que é ex-rossonero, descontou para o Genoa já nos acréscimos.

O Milan está com 43 pontos, o Rossonero abriu sete pontos de distância da Lazio e se firmou no 6º lugar.

Na próxima rodada o Milan visita o rival Napoli e vice-líder pela 26ª Rodada do Campeonato Italiano.



Milan (4-4-2)

Donnarumma: 8
Como sempre o menino foi muito seguro mais uma vez e não sofreu nenhum perigo na partida.

De Sciglio: 7
Muito, mas MUITO melhor jogando em sua posição de origem que é na lateral direita acertando cruzamentos e muito eficiente tanto na marcação quanto no apoio.

Alex: 7
Desde o Derby o cabeção vem jogando razoavelmente bem, porém lento, mais dentro das opções é o parceiro ideal para jogar ao lado de Romagnoli.

Romagnoli: 8
Aos poucos o zagueiro que chegou com bagagem como novo Nesta vai mostrando seu valor tanto é que o Barcelona esta de olho, eficiente na marcação de longe o melhor zagueiro contratado pós Thiago Silva.

Antonelli: 8
Igual como seu parceiro De Sciglio muito bem no ataque e na defesa, perfeita partida.

Montolivo: 7
O capitão fez uma belíssima partida é o dono do meio de campo do Milan está claro que precisa ir mais ao ataque tanto é que por pouco não deixou seu golzinho.

Bertolacci: 6
Ainda precisa mostrar seu valor, partida regular.

Bonaventura: 9
Esse é o melhor jogador do Milan na temporada, não se esconde chama o jogo é o pé que joga bola. O melhor jogador da partida mais uma vez!

Honda: 8
O Japa jogou como nos tempo de CSKA foi pra cima e fez um GOLAÇO! Pediu sequência de jogos e finalmente começa a render!

Niang: 8
Esse vem me surpreendendo muito, e Sinsa está bancando ele no time e está dando certo. Vem crescendo muito nos últimos jogos agora só falta melhorar um pouco a finalização.

Bacca: 1000
De longe, mais de longe o melhor centroavante que desembarcou em Milanello depois da saída de Ibra, vice-artilheiro isolado do Campeonato (13) gols e tem o melhor aproveitamento de finalização com 50%.

Poli: 6
Entrou no lugar do capitão Montolivo e não comprometeu.

Balotelli: 5
Talvez a nota 5 seja muito para ele, entrou no jogo no final e se quer se apresentou para jogar. Totalmente sem vontade se continuar assim vai perder mesmo seu espaço para Niang e vai ter poucas chances de voltar ao time titular.

Menez: 6
ELE VOLTOU! Menez fez seu retorno no final do jogo, mais claro que ainda está sem ritmo de jogo. Mais uma noticia boa ver Jérémy voltando à equipe e o torcedor torce para fazer uma dupla com Carlos REI Bacca.

PÓS-JOGO:
Após o fim da partida o técnico, Sinisa Mihajlovic foi entrevistado e disse:
Mihajlovic: "Quem não se sacrificar pelo time em campo, não colocará os pés no gramado na outra partida".

Os jornalistas Italianos especulam que isso foi para Mario Balotelli.

FORZA MILAN!

Por: @bielmoretti

Leão vence e quase não convence


Apesar da vitória do Remo sobre o São Francisco, o jogo foi literalmente dividido .
Fonte: globoesporte.com/pa
Na ultima quarta feira, 17, o Remo voltou a campo pelo Campeonato Paraense, após uma rodada de folga. Porém, no ultimo domingo, o Leão Azul foi até a Arena da Amazônia para um amistoso contra o Nacional-AM.  O amistoso terminou em um a um, e a equipe amazonense conquistou a taça Leão Forte da Amazônia na disputa dos pênaltis, vencendo por cinco a três. O amistoso estava presente no calendário de preparação do Remo para a temporada de 2016.

De fato, o elenco fez o amistoso com outra postura em campo, diferente do que apresentou na derrota contra o São Francisco. E nesta quarta feira o time manteve a boa postura em campo, mas apenas durante o primeiro tempo.

Na primeira etapa da partida o Leão Azul começou avassalador e de cara abriu vantagem de dois gols no placar. Ciro e Léo Paraíba foram os autores dos gols. O Remo estava bem colocado no jogo e explorava as jogadas pelas laterais com o auxilio do meio de campo com Marco Goiano e Eduardo Ramos.

Já no segundo tempo foi como se um “apagão” tivesse acontecido com o time do Remo em campo. Somente o Parauapebas mandava no jogo, mostrando qualidade nas trocas de passes e indo em busca do gol constantemente. Até que Magno, sem muita dificuldade conseguiu finalmente diminuir a vantagem. O Trem de Ferro continuou em busca do empate, mas o Remo conseguiu ampliar a vantagem com Levy, aos 37 minutos da etapa final.

O Remo venceu a partida, mas o que preocupa a torcida é essa inconstância do time a cada jogo e a cada 45 minutos, como ocorreu neste ultimo confronto. A meu ver, o elenco tem tudo para se entrosar mais ao longo da temporada, porém o Parazão é um campeonato curto, onde não se pode relaxar tanto. O Remo é o líder do grupo A1 com seis pontos, estando à frente apenas pelo critério de desempate. São Francisco e Águia de Marabá estão logo atrás.

Ciro foi um dos destaques da partida e já ganhou o apelido carinhoso de "Ciroc" pela torcida.

PRÓXIMO JOGO
Domingo, 21, o Remo enfrenta o Cametá no Parque do Bacurau.

REMO
Fernando Henrique; Murilo, Ítalo, Max e Levy; Michel, Alisson, Marco Goiano e Eduardo Ramos; Léo Paraíba e Ciro.
SUPLENTES
Douglas Borges, Henrique, Arthur, Yuri, Eicleber, Tsunami, Sílvio, João Victor e Welthon

PARAUAPEBAS
Maycki Douglas; Joãozinho, Airton, Iury e Anderson Pedra; Carlos Alexandre, Danúbio, Bruno Potiguar e Fininho; Magno e Jeferson
SUPLENTES
Jorge Miguel, Getúlio, Wellington, Léo, Daniel, Matheus Moreno, Juninho, Neto e Marlon

@Angel_Caldeira

Televisão destaca clássico bisavô, após 33 anos sem transmissões, e deu vitória americana

America e Bangu, Bangu e America, clássico, sim clássico, e com muita história, são 109 vitórias americanas e 103 do time de Moça Bonita.

O America, sete vezes campeão carioca, é uma equipe conhecida como o time de alguns e o segundo time de todos.

Já o Bangu, time que em 1985 chegou a finalíssima do Brasileiro Série A, também é bicampeão estadual.Os alvirrubros também abrigam juntamente com Vasco da Gama, tem a identidade do clube que lutou pelos negros no futebol brasileiro.

Esta é a primeira vez ,desde 1983, que o clássico mais antigo do país, com 111 anos de história, é transmitido ao público  

Agora vamos à partida

A primeira etapa foi bem equilibrada: o America dominou o meio-campo nos primeiros momentos, até o “Banguzão” se mostrar presente na partida, e em uma falta boba do time rubro, Geraldo fez o 1 a 0 para o time alvirrubro. Após o primeiro gol, o time do Mecão com dificuldades de prender a bola ainda arriscou alguns chutes de fora, mas nada que ameaçasse o goleiro.

No segundo tempo o camisa 10 e referência do Bangu, Almir saiu do campo por problemas musculares, assim fragilizando o Alvirrubro que no momento seguinte, tomou gol de Matías Sosa numa cobrança de falta, até aí, 1 a 1 a partida.

Em outro contra-ataque do time da Tijuca, Leandro Aguiar, virou para o America.

Os proletários não desistiram e continuaram a pressionar o time da casa só que o zagueiro Marcão, entrou aos 40 do segundo tempo, e aos 41 fez o terceiro do Mecão. Sacramentando a vitória do “diabo”.

E por fim, mas não menos importante, o meia Magnum descontou de falta para o Bangu.

3 a 2 Mecão, jogo bom e muito parelho.

Sabe-se lá quando veremos este clássico na televisão de novo, sabe-se lá...

(torcedores ícones dos dois times) foto de Rafael Oliveira (Jornal Extra)
Francisco Borja || @BorjaFrancisco_
Linha de Fundo || @SiteLF

Como o "Time de Ouro" húngaro floresceu sobre o autoritarismo

Do ponto de vista da Europa Ocidental, o "Golden Team" húngaro da década de 1950 pode parecer um ponto fora da história. Exótico e extravagante apareceu por trás da cortina de ferro durante os dias mais sombrios da repressão stalinista e pós-stalinista, jogando o futebol que exaltou a habilidade individual e apresentou uma alegria dentro de campo que poucos (se algum) times conseguiram ser capazes de jogar da mesma forma. Após a invasão soviética da Hungria em 1956, o time deixou de existir tão de repente quanto havia chegado.

Golden Team em 1953 - (da esquerda para a direita)
Em pé: Gyula LorantJeno BuzánszkyNándor HidegkutiSandor KocsisJozsef ZakariásZoltan CziborJozsef BozsikLaszlo Budai; Agachados: Mihaly LantosFerenc PuskasGyula Grosics.
Foram os "Mighty Magyars" um contrassenso histórico? Uma celebração da capacidade do espírito individual para manter a sua criatividade e otimismo sob a mais terrível repressão?

Pra mim, essa visão tradicional da equipe cai em dois níveis. Em primeiro lugar, ao não reconhecer como a equipe húngara da década de 1950 se encaixa numa tradição contínua de futebol europeu, com raízes no "Wunderteam" austríaco da década de 1930 e uma influência que atravessa às equipes da década de 1970 do Dínamo de Kiev e Ajax e as seleções brasileiras dos anos 60 e 70, deixando uma ideia de continuidade de uma filosofia de jogo e entendimento do jogo. Em segundo lugar, minimizando o papel do técnico Gustav Sebes, essa visão tradicional não pode explicar as muitas maneiras em que ele fez a equipe bem sucedida por causa de uma "regra socialista".

Quem duvidar da grandeza da Aranycsapat só precisa atropelar algumas de suas conquistas: maior número de gols (27) e média de gols mais elevada por jogo (5,4) em uma única etapa final da Copa do Mundo (ambos em 1954); 31 jogos invictos e apenas uma derrota entre 1950 e 1956 (a infame derrota na final da Copa do Mundo de 1954); campeões olímpicos de 1952, e claro, as famosas vitórias por 6-3 e 7-1 sobre a Inglaterra.

Esse sucesso foi alcançado devido a níveis superiores de força física e técnica, bem como inovações táticas decisivas - três fatores que são diretamente atribuíveis ao técnico Gustav Sebes.

Num cenário de pós-guerra implacável como organizador sindical em Paris, Sebes foi entregue ao controle da seleção pelas autoridades e foi capaz de usar todas as alavancas de poder do Estado para moldar a equipe à sua imagem. Reconhecendo os benefícios de uma seleção que jogaram juntos regularmente (como as seleções italiana e austríaca de 1930), ele garantiu que a maior parte da seleção húngara jogaria no mesmo clube. Quando os clubes de futebol húngaros foram nacionalizados em 1949, Sebes foi imprescindível em garantir que o Honvéd de Budapeste se tornasse o clube do exército, e ele posteriormente comandaria o recrutamento para reunir a maioria dos melhores jogadores disponíveis. Ferenc Puskas e Jozsef Bozsik já estavam no Honvéd, e Sandor Kocsis, Zoltan Czibor, Laszlo Budai, Gyula Grosics foram todos recrutados para o clube.

Os jogadores do Honvéd receberam graus militares, foram sujeitos a um treinamento físico rigoroso em tempo integral e a técnicas dietéticas avançadas para garantir que eles fossem capazes de manter um ritmo elevado durante 90 minutos. Detalhista, Sebes ao se preparar para a partida contra a Inglaterra em 1953 treinou com as bolas mais pesadas que estivesse um uso na Inglaterra e em um campo com as dimensões exatas de Wembley. Sebes também instigou a formação técnica, com a intenção de que seus jogadores teriam um conjunto de habilidades que lhes permitissem jogar em qualquer posição. Era a chave mestra da sua inovação tática - retirar o atacante central de modo que deixaria perplexa a linha defensiva da Inglaterra em 1953 e 1954, embora algum crédito por essa inovação também deve ir para Marton Bukovi, que havia usado uma formação semelhante no MTK FC. Essa expectativa de que os jogadores têm habilidades para jogar em muitas posições diferentes em campo antecipa claramente as filosofias das equipes da década de 1970 do Ajax e Dínamo de Kiev. Enquanto nossos olhos modernos podem ver a exuberância e improvisação do Time de Ouro como antítese da uniformidade stalinista, para Sebes sua equipe estava jogando um "futebol socialista", cada um puxando um peso igual, cada um capaz da jogar em qualquer posição e ninguém com privilégios sobre seus companheiros de equipe.

Mais do que qualquer outra nação do Pacto de Varsóvia, a Hungria realizou o legado do primeiro grande florescimento da cultura do futebol intelectualizado no entre guerras. As ligações diretas podem ser atestadas através de alguns dos jogadores e dirigentes que eram influentes no desenvolvimento do Time de Ouro, como por exemplo, Bela Guttman que popularizou a formação que levou o Brasil a conquistar a Copa do Mundo em 1958, tinha jogado em Viena de 1920 a 1930, e treinou um jovem Ferenc Puskas no Kispest FC em 1947-48 até que ele deixasse o clube após seu estouro como grande jogador.

Na tentativa de entender como o Aranycsapat floresceu é também útil ter uma melhor compreensão das minúcias da política na Hungria entre 1945 e 1956. O comunismo stalinista não chegou completamente formado na Hungria em 1945, em vez disso, o país passou por quatro fases distintas: em primeiro lugar, uma democracia multi-partidarista liderada pela Associação dos Pequenos Agricultores Independentes que durou até 1949; seguido de um período de nacionalizações, repressão e expurgos sob a República Popular da Hungria depois de um período de reformismo que se desenvolveu sob o primeiro-ministro Imre Nagy depois da morte de Stalin em 1953 e que durou até a revolução e subsequente invasão soviética em 1956. A Revolução Húngara de 1956 trouxe a desintegração do Time de Ouro. Quando as tropas soviéticas invadiram a Hungria, a maior parte da equipe estava fora do país para jogar contra o Athletic Bilbao pela primeira fase eliminatória da Taça Europeia. Em vez do regresso ao país, a equipe embarcou em uma turnê de captação de recursos antes que seguissem caminhos separados. Embora banidos do futebol por dois anos, a maioria ressuscitaram suas carreiras na Europa ocidental. Puskas, em particular, achou uma segunda casa no Real Madrid.

Ao longo destas circunstâncias políticas tumultuosas, Sebes foi capaz de fazer uso de todas as vantagens do autoritarismo para criar uma equipe disciplinada e bem treinada, e o próprio Sebes era um socialista convicto que sabia que sua equipe era a mais genuína expressão dos fatores mais positivos de uma filosofia coletivista. Não é preciso muito para ver o Time de Ouro húngaro como representantes da forma mais liberal e pluralista do socialismo que foi por muito um modelo para vários movimentos reformistas na Hungria durante este período, contrariando qualquer ideia de pragmatismo e uniformidade soviética.

Mais uma derrota, mais uma vergonha: Figueirense 1x2 Inter de Lages

Na noite desta quarta-feira (17), o Figueirense recebeu em seu estádio o Internacional de Lages em jogo atrasado da terceira rodada do Campeonato Catarinense. E mais uma tragédia que fazem os olhos dos torcedores arderem aconteceu.


Sim, companheiros! Com a inovação de colocar Hudson Coutinho como interino após demitir o mesmo, o Figueirense foi derrotado em casa pelo todo poderoso Inter de Lages. Sem querer desmerecer a vitória do clube serrano, mas nunca que o Figueirense pode perder pro Inter de Lages. Ainda mais jogando em casa. Mas sem mais delongas, vamos aos principais lances dessa vergonha.

O jogo foi chato. Nem pelo motivo do Figueira ter perdido, mas por que foi chato mesmo. Aos 2 minutos, Bruno Dybal cruzou e Marquinhos quase aproveitou de cabeça. Aos 7’, começou o sofrimento. Escanteio pro Inter de Lages. No cruzamento, Petterson cabeceou e abriu o placar no Scarpelli. Na atual temporada, foram três gols sofridos por bola aérea. É pouco, mas meu amigo, bola na área do Figueirense é tão perigoso quanto você mexer com o Estado Islâmico. Aos 16’, Dybal cruzou pela direita, Marquinhos mandou cabeceio firme, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos 18’, Yago soltou o pé de fora da área e a bola passou perto do gol, assustando o goleiro Neto Volpi. Dois minutos depois, Clayton cruzou para Leandro Silva chegar cabeceando e quase empatar. Aos 37’, Isac cobrou falta e a bola levou perigo à meta de Gatito. Um minuto depois, o empate. Clayton lançou Rodrigo Biro, ele fez o cruzamento na área e Leandro Silva empurrou para o fundo das redes.

Na segunda etapa, aos 2 minutos, Leandro Silva cruzou para Everton Santos que quase marcou a virada. Aos 13’, Michel Schmöller, ex-Figueirense, cobrou falta com força e obrigou Gatito Fernández a fazer uma bonita defesa. Aos 19’, Clayton chutou colocado da entrada da área e Neto Volpi defendeu. Aos 26’, Gabriel do Inter tentou o chute, mas foi travado na 'hora H'. Aos 31’, Gabriel cruzou rasteiro, a bola passou por todo mundo, e Isac, impedido, empurrou pro gol e colocou o Inter novamente na frente do placar. Aos 39’, Henrique cruzou, Clayton subiu, cabeceou e quase empatou a partida. Fim de jogo, vitória merecida do Inter de Lages, e vaias para o Figueirense ainda mais merecidas.

Senhoras e senhores. Leitoras e leitores. O Figueirense hoje é uma completa várzea. A começar pela diretoria que diz estar "fechado o ciclo de contratações". Fechado o ciclo de contratações é uma pinoia. Pode parecer repetitivo, mas nós não temos time! E um clube que não tem time no mínimo decente, não pode dizer que não vai mais contratar. Se alguém da diretoria do Figueirense ler isso, o que é improvável, eu deixo uma pergunta: O que fizeram com o dinheiro da venda do Alex Muralha? Não é possível que o Figueirense não tenha a capacidade de ir no mercado e buscar um meia bom. Outra coisa a ser falada, é que, por favor, não tentem justificar a ruindade do time do Figueirense falando de erros de arbitragens. Também chega de passar a mão na cabeça de jogador medíocre que não acrescenta em nada ao time. Eu só peço uma coisa: Pelo amor de Deus, salvem o Figueirense!

Ficha Técnica - Figueirense 1x2 Inter de Lages

Data: Quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis, SC
Público e renda: 4.170 pagantes; 4.412 presentes; renda de R$ 45.726,00
Arbitragem: Leandro Messina Perrone (SC); Helton Nunes (SC); José Roberto Larroyd (SC)
Gols: Leandro Silva (FIG); Petterson e Isac (INT)

Figueirense: Gatito Fernández, Leandro Silva (Henrique), Marquinhos, Bruno Alves, Rodrigo Biro; Jackson Caucaia, Jefferson, Yago (Dudu), Bruno Dybal (Guilherme Queiroz); Clayton, Everton Santos | Técnico: Hudson Coutinho - interino

Inter de Lages: Neto Volpi, Weriton (Douglão), Cristian, Petterson, Carlos; Parrudo, Michel Schmöller, Fernando (Gustavo); Gabriel, Romarinho (Valdo Bacabal), Isac | Técnico: Waguinho Dias

Patrick Silva | @figueiradepre

Tricolor soube aproveitar as "chances" e superou a Raposa no Mineirão

Na noite de quarta-feira (17), o Cruzeiro e Fluminense se enfrentaram no Mineirão em partida válida pela segunda rodada da Primeira liga, e apesar da Raposa abrir o marcador logo aos 4 minutos, à partida foi encerrada com vitória carioca: 4X3.

Os gols do Maior de Minas foram marcados por Rafael Silva que alcançou a trinfo de marcar em todos os quatros jogos disputados e Arrascaeta. O time do Fluminense conseguiu a vitória com Diego Souza e Gustavo Scarpa.

                               

O próximo desafio do Time do Povo na competição nacional será dia 09 de março contra o Atlético-PR na Toca III, ás 19h30min, mas nos estaduais a Raposa enfrentará o time Tricordiano, neste sábado, ás 19h30min, na Arena do Jacaré.

Sobre o jogo:

O inicio da partida foi de reconhecimento das equipes, troca de passes foi o objetivo de achar espaço na área defensiva do adversário, desse modo o jogo ficou equilibrado nos minutos iniciais. Na primeira oportunidade celeste, o time estrelado abriu o placar com apenas 4 minutos de jogo.

Arrascaeta recebeu pela intermediária do campo de ataque de Miño, infiltrou para Rafael Silva dentro da área, que driblou o goleiro do Fluminense e mandou para o fundo das redes.

Perdendo o jogo, o Fluminense começou a correr atrás do prejuízo e aos 12 minutos respondeu com Wellington Souza, que lançou para Diego Souza na entrada da área, que passou de primeira para Cícero que finalizou rasteiro para fora.

A postura ofensiva mineira estava dando trabalho para o adversário, e aos 23 minutos, Alisson recebeu passe de Arrascaeta pela intermediária do ataque e chutou chapado no alto para fora.

O empate tricolor veio com um lance bastante polêmico, aos 26 minutos, Diego Souza recebeu pela esquerda, cruzou e Fabiano interrompeu a jogada, o árbitro Francisco Paula interpretou o lance como falta e assinalou para marca do pênalti e Diego Souza não desperdiçou a oportunidade.

O jogo era eletrizante, aos 31 minutos, Arrascaeta cruzou, a bola rebateu no marcador e sobrou para o zagueiro Dedé, que finalizou para o goleiro tricolor fazer boa defesa, em seguida Manoel chutou para fora.

O segundo gol do Fluminense veio aos 34 minutos, Wellington recebeu passe de Gustavo Scarpa pela direita, avançou para a área e cruzou para Diego Souza chutar de primeira para o gol.

Aos 37 minutos, Diego Souza infiltrou Scarpa pela intermediária do ataque carioca, que entrou na área e chutou forte, a bola bateu no travessão e entrou para o gol.

Empurrado pela Maior torcida de Minas, a Raposa conseguiu fazer seu segundo gol com Rafael silva novamente, Fabiano recebeu passe de Arrascaeta pela direita, cruzou na medida pra Rafael cabecear e balançar as redes no Gigante da Pampulha.

Segundo tempo:

Logo nos primeiros dois minutos, do segundo tempo Diego Souza recebeu lançamento de Douglas Augusto dentro da área, dominou, limpou o marcador e chutou, a bola foi rebatida para escanteio.

A Raposa estava farejando o terceiro gol, e visando o empate o técnico Deivid fez apostou no garoto Élber que entrou no lugar de Sánchez Miño, aos 20 minutos da etapa final Élber brilhou, avançou para a ponta direita e cruzou para Arrascaeta chutou no canto direito do goleiro do Fluminense.

                                    

A felicidade cruzeirense infelizmente durou pouco tempo, quando aos 23 minutos é marcado o segundo pênalti para os tricolores, Douglas Augusto chutou no meio do gol, Fábio rebateu, tentou recuperar a bola e cometeu em Felipe Amorim após o rebote, e o juiz novamente interpretou com penalidade máxima e Diego Souza fez nova cobrança de pênalti e não desperdiçou, chutando forte no meio do gol.

O time comando por Deivid buscou a todo vapor o empate, porém estava quase impossível furar o bloqueio defensivo dos cariocas, Alisson e Pisano entraram para dar velocidade na partida, mas não adiantou muito e desse modo a Raposa conseguiu sua primeira derrota do ano.

@Paulinha_CEC

FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO-MG 3 X 4 FLUMINENSE

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 17 de fevereiro de 2016 (Quarta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Francisco de Paula Silva Neto (RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno (RS)
Público: 21.118 pagantes
Renda: R$ 400.748,00

Cartões Amarelos: Marcos Júnior, Giovanni, Diego Cavalieri e Pierre (Fluminense); Fabrício e Fábio (Cruzeiro)

GOLS:
CRUZEIRO: Rafael Silva aos 4 minutos e aos 43 minutos do primeiro tempo; De Arrascaeta aos 20 minutos do segundo tempo
FLUMINENSE: Diego Souza, de pênalti, aos 28 minutos, Diego Souza aos 34 minutos, Gustavo Scarpa aos 37 minutos do primeiro tempo; Diego Souza, de pênalti, aos 25 minutos do segundo tempo

CRUZEIRO: Fábio, Fabiano, Dedé, Manoel e Fabrício; Henrique, Marcos Vinícius, Sánchez Miño (Elber) e Ariel Cabral (Pisano); Alisson e Rafael Silva (Vinícius Araújo). Técnico: Deivid

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Henrique, Marlon e Giovanni; Pierre, Douglas (Edson), Cícero e Gustavo Scarpa (Osvaldo); Marcos Junior (Felipe Amorim) e Diego Souza. Técnico: Eduardo Baptista

Com todos os ingredientes de Libertadores, Corinthians estreia com vitória

Na noite da última quarta-feira (17), o Corinthians foi até El Salvador, no Chile e derrotou o Cobresal pelo placar mínimo em partida válida pela primeira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores.

Jogo ficou paralisado durante 15 minutos por falta de energia. Foto: Daniel Augusto Jr.
Em um jogo que teve de tudo, menos futebol, o Timão teve muitas dificuldades para conquistar os três pontos contra o atual campeão do Torneio Clausura Chileno. O gol da vitória só saiu no apagar das luzes, aos 46 minutos da etapa complementar.

O apagar das luzes, inclusive, aconteceu literalmente aos 12 minutos de jogo no primeiro tempo. Uma queda de energia no estádio El Cobre deixou o jogo paralisado por pouco mais de 15 minutos. A etapa inicial terminou com 65 minutos marcados no cronômetro.

Corinthians e Cobresal apresentaram um futebol burocrático de muita correria e pouca técnica. Chances claras de gol foram quase nulas e o clima de Libertadores deu o tom da partida, com muitas faltas e jogadas mais fortes.

Em uma das jogadas fortes da partida, o goleiro Corintiano Cássio chegou a ficar desacordado depois de uma pancada forte na cabeça. Mas passados alguns minutos, Cássio se recuperou e continuou na partida. Pouco depois, foi à vez de o atacante Benitez sofrer uma forte lesão, o jogador fraturou o braço depois de uma queda e teve que deixar a partida.

Lucca fez a jogada do gol corinthiano. Foto: Marcelo Hernandez
Quando parecia que as duas equipes estavam conformadas com o 0 a 0, o Corinthians teve um escanteio a seu favor já nos acréscimos da etapa final. Lucca cobrou, a bola foi afastada pela zaga chilena, mas voltou para o camisa 30, que fez boa jogada pela direita e cruzou forte rasteiro para a área. O zagueiro Miguel Escalona tentou cortar, mas acabou mandando contra a própria meta, abrindo o placar e deixando o Cobresal sem tempo para uma reação.

Com a vitória, o Corinthians assumiu a liderança do Grupo 8 da competição com três pontos. Cerro Porteño e Santa Fé, que empataram em 0 a 0 na primeira rodada somam um ponto cada e o Cobresal é o lanterna do grupo sem nenhum ponto.

O Timão volta a campo no próximo domingo (21), às 19h30, quando enfrenta a Ferroviária pela 5ª rodada do Paulistão, na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara.  Pela Copa Libertadores, o próximo compromisso será no dia 02/03, contra o Santa Fé, na Arena Corinthians.
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