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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O líder caiu pela primeira vez

Mesmo jogando melhor, Paraná perde para o Londrina na volta do VGD.

Na noite de quarta feira, 24/02, o Paraná Clube foi até Londrina enfrentar o time da casa pela 6ª rodada do Campeonato Paranaense. A expectativa era de um grande jogo, com as duas equipes buscando o resultado, e não decepcionou. Apesar da boa atuação o Tricolor pecou nas finalizações e falhou no gol do Londrina, conhecendo sua primeira derrota na temporada.

Foto: Robson Vilela/Folhapress
O JOGO

O primeiro tempo foi bem movimentado, as equipes mostravam muita disposição e o jogo não parava, era lá e cá. O Tricolor era melhor e criava as principais oportunidades. As melhores chances saíram dos pés de Jean, na primeira ele chapelou dentro da área e tocou por cima do goleiro, mas o zagueiro tirou em cima da linha, na segunda o goleiro foi buscar no cantinho o chute de fora.

Apesar da pressão paranista, quem conseguiu chegar lá foi à equipe da casa. Já nos acréscimos Germano cruzou da esquerda, a bola desviou e sobrou para Wellisson, sozinho, completar para o gol. 1 x 0 era o marcador no intervalo de partida.

Na segunda etapa o Londrina abdicou de jogar futebol, se lançou na defesa e abusou do cai-cai. O Paraná novamente dominou o jogo, entretanto esbarrou no goleiro Marcelo Rangel e na péssima pontaria. As principais chances saíram na cabeçada de Toni, onde Rangel fez um milagre (talvez dentro do gol) e conseguiu salvar, e nos chutes de Robson, que também pararam no goleiro. 1 x 0 Londrina placar final.

Com o resultado o Londrina subiu para 5ª colocação com sete pontos. Já o Paraná permanece na 1ª posição com 15 pontos, dois a mais que o vice-colocado JMalucelli (que pode ser ultrapassado por Coritiba e CA Paranaense).

CRÍTICAS

Apesar da festa da “torcida” do Londrina na volta ao Estádio Vitorino Gonçalves Dias, a comissão técnica e a diretoria Tricolor reclamaram muito do estádio. Primeiramente pela grama estar visivelmente mais alta na parte central do gramado, além da iluminação, que além de precária, caiu parcialmente no 2º tempo, e da situação dos vestiários.

O vestiário é pequeno e é um forno. E já passamos da época de deixar o gramado mais alto para prejudicar o adversário. Não tem mais essa malandragem. Tem de parar de querer levar vantagem em tudo”, disse Claudinei Oliveira.

Quando os times menores querem ganhar dos grandes eles apelam. É um velho chavão do futebol, típico dos times de província. Não cortam grama, a iluminação parece de boate e o vestiário é horroroso”, completou o gerente de futebol, Vavá.

FICHA TÉCNICA

Londrina: Marcelo Rangel; Romário, Luizão (Matheus), Silvio e Paulinho; Jumar (Anderson), Germano, Zé Rafael e Rafael Gava; Bruno Batata e Wellisson (Netinho)
Paraná: Marcos; Dick (Nei), Alisson (Lucas Pará), Zé Roberto e Fernandes; Jean, Uchoa, Nadson e Valber; Robson e Lucio Flavio (Toni)

Gols: (LEC) Wellisson 47’/1ºT
Cartão amarelo: (LEC) Jumar e Germano / (PRC) Marcos, Alisson e Robson

PRÓXIMO JOGO

O Tricolor já volta a campo no próximo domingo para o clássico contra o CA Paranaense na Vila Capanema. O Paraná vai em busca de mais uma vitória para se distanciar ainda mais na liderança, enquanto o Paranaense pode assumir a liderança em caso de vitória (no domingo e na quinta feira, já que não jogou pela 6ª rodada ainda).

As equipes já se enfrentaram 93 vezes na história com 26 vitórias tricolores, 29 empates e 38 derrotas. Foram 99 gols marcados e 126 sofridos.

O técnico Claudinei Oliveira pode ter um desfalque já que Lucio Flavio deixou o jogo lesionado. Por outro lado a titularidade de Nei é questão de tempo já que o mesmo vem entrando no 2º tempo de quase todos os jogos. Domingo TODOS OS CAMINHOS LEVAM A VILA CAPANEMA!

Provável Paraná: Marcos; Dick (Nei), Alisson, Zé Roberto e Fernandes; Jean, Uchoa, Nadson e Valber; Robson e Lucio Flavio (Toni)

Fellipe Soares | @_FellipeS
#PRaCima

Um ano da era Dado Cavalcanti no Paysandu

Dado em sua estréia pelo Paysandu. Fonte: Globo Esporte.com
Hoje, 25 de fevereiro de 2016, o Pernambucano Luís Eduardo Barros Cavalcanti, mais conhecido como Dado Cavalcanti, completa um ano no comando do Paysandu Sport Club, um verdadeiro feito diante da realidade do futebol paraense e brasileiro, feito este que aconteceu pela última vez na época de ouro Bicolor de 2001 a 2003 com o eterno Givanildo Oliveira, que comandou o clube de suíço de 2000 a 2002 com grandes glórias.

Antes de Dado, com Sidney Moraes, o clube vivia um momento ruim, eliminado ainda na fase de grupos do primeiro turno do Parazão e jogando um futebol de qualidade duvidosa e levando muito sufoco nos jogos, mesmo ganhando do Santos do Amapá na Curuzu e se classificando para a próxima fase da Copa Verde, Sidney não resistiu à pressão da torcida e foi demitido. Para seu lugar Dado chegou ao clube, sob desconfianças da torcida, pois não tinha apresentado uma boa temporada de 2014 no Náutico e vinha de demissão no Ceará, mesmo assim, a diretoria acreditou no jovem técnico de 34 anos que vem da nova safra de técnicos do país.

A era dado no Paysandu se iniciava, e começou complicada, apesar da larga vitória sobre o Nacional do Amazonas por 4x1 onde o clube jogou bem e de forma eficiente, entretanto, o clube engatou duas derrotas seguidas sendo uma delas em casa contra o Parauapebas na Curuzu quando o time perdeu por 3x1 e a pressão só aumentava, chegou o clássico rei da Amazônia, muitos diziam que caso perdesse Dado já seria demitido pois o Paysandu seria novamente eliminado, mas o bicolor jogou bem e ganhou do rival Remo por 3x1 e logo em seguida ganhou novamente o rival na Copa Verde por 2x0 e goleou o São Francisco por 9x0, nesse momento toda pressão sobre o técnico bicolor se dissipou e tudo caminhava bem... Chegou o segundo RexPa da Copa Verde, o Paysandu já contava com a classificação, e Dado cometeu um erro gravíssimo ao colocar Leleu como titular e o time acabou perdendo por 2x0 e foi eliminado nos pênaltis e logo em seguida perdeu o título do segundo turno novamente para o rival. Este foi o momento chave para que Dado completasse esse ano no comando Bicolor, toda a torcida queria a cabeça do técnico Bicolor, a imprensa criticava e dava como certa sua demissão, mas a diretoria surpreendeu a todos, e decidiu pela manutenção de Dado Cavalcanti para a disputa da série B.

Dado no comando bicolor na série B. Foto via ASCOM/Paysandu
Na série B, Dado mostrou seu potencial, com as eliminações teve 15 dias para contratar e formar um novo elenco mais forte para a disputa, e deu certo, o Paysandu não conseguiu o acesso, mas formou um grande time que passou 11 rodadas no G4, brigando pelo acesso até as ultimas rodadas, e terminando na 7ª posição. Um time que mostrou para o Brasil novamente a força do Paysandu em Belém, voltamos a ser temidos e respeitados em casa e fora de casa jogávamos de forma inteligente e conquistávamos muitos pontos, um bom elenco, faltavam algumas peças de reposição e o time apresentava algumas deficiências sim, mas jogava de acordo com suas qualidades e deficiências, inteligentemente, onde os criticados três volantes faziam uma boa cobertura da defesa e saiam em velocidade para o contra ataque, os dois laterais tinham total liberdade para avançar com a cobertura de Ricardo Capanema, Leandro Cearense fazia o pivô e chamava a marcação enquanto o outro atacante Aylon ou Wellington Júnior se movimentavam mais pelas alas, todo o time marcava e corria raça e entrega não faltou de boa parte dos jogadores, faltou o meia de qualidade para cadenciar o jogo e trabalhar a bola com qualidade para o tão sonhado acesso vir, entretanto, Dado errou algumas vezes ao demorar a substituir no time e na insistência em certos jogadores, e no excesso de contratações no decorrer da competição.

Dado e sua comissão técnica. Foto via ASCOM/Paysandu
Em 2016, a diretoria premiou o bom trabalho do treinador Bicolor e manteve sua permanência até o fim do ano, pela primeira vez Dado Cavalcanti teve como iniciar seu trabalho desde a pré-temporada, e contratando os jogadores de acordo com suas convicções. Hoje, o Paysandu encontra-se invicto no Campeonato Paraense com quatro jogos, melhor ataque com 12 gols, e a melhor defesa sofrendo apenas três gols sofridos, um time que joga de forma ofensiva, se movimentando muito e em velocidade, tendo enfim um 10 para dar qualidade às jogadas que é Celsinho, o time joga de forma fluente e bonita, apresentando apenas uma fraqueza na defesa que pode ser solucionada com a volta de Gualberto ao time.

Veja os dados atualizados de Dado Cavalcanti no comando Bicolor:
61 Jogos
30 vitórias
12 empates
19 derrotas
Gols pró: 96
Gols contra: 64
103 pontos conquistados em 183
Aproveitamento de 55,7%

Contudo, Dado Cavalcanti, mostrou ser um grande técnico no comando bicolor, transformou o time bicolor em 2015 e formou um bom time até o momento em 2016, errou em alguns momentos, mas faz parte do risco da profissão, mostrou inteligência nos seus discursos e formas de jogo, mas maturidade também para assumir seus erros e tentar corrigi-los, nesse um ano de Papão, o treinador mostrou suas qualidades e que pode sim fazer uma grande história no bicolor paraense com muitos títulos e glórias, que Dado continue seu bom trabalho a frente do Paysandu, e nos leve a conquistar nossos objetivos esse ano e assim escreva seu nome na história do maior clube do norte. Boa sorte Dado e parabéns!!!

Eduardo Maya || @EduMaya7

Classificado, Botafogo vence clássico vovô com a garotada se destacando

Assim como o Fla-Flu do último domingo (21) realizado fora do Rio de Janeiro, Botafogo x Fluminense, válido pela 6ª rodada do Carioca, aconteceu em Cariacica, cidade do Espírito Santo, na noite desta quarta (24). Diante de pouco mais de 10 mil torcedores, o Glorioso fez sua melhor apresentação no ano e, sem dificuldades, derrotou o Tricolor com gols dos jovens Gegê e Ribamar, ambos da base botafoguense. A vitória maiúscula do Alvinegro classificou a equipe para a próxima fase do estadual antecipadamente. Líder do grupo B com 18 pontos e 100% de aproveitamento, o Botafogo agora se prepara para mais um clássico, dessa vez contra o Vasco, domingo (28), em São Januário.

O JOGO

O primeiro tempo do Botafogo foi impecável. Logo aos 3 minutos, o Alvinegro teve a chance de abrir o placar em boa jogada. Gegê recebeu na entrada da área, girou e chutou. A bola passou ao lado do gol. O Fluminense respondeu pouco tempo depois, aos 5'. Gustavo Scarpa enfiou a bola para Osvaldo, mas Jefferson, atento, chegou antes. No minuto seguinte, o Botafogo fez 1 a 0. Diogo Barbosa, pela esquerda, cruzou na cabeça de Gegê, que empurrou para o fundo da rede. 

Gegê comemora o primeiro gol do jogo (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
Aos 16 minutos, o árbitro viu falta de Joel Carli, que teve camisa puxada por Osvaldo. Segundos depois, de fora da área, o atacante chutou de primeira e tirou tinta do gol de Jefferson, que apenas olhou. Mas aos 23', o Botafogo tratou de ampliar o marcador. Luis Ricardo cruzou da direita e Ribamar, de primeira, pegou bonito na bola e fez o segundo gol. Foi o primeiro do jovem atacante atuando no time profissional.

Autor do segundo gol, Ribamar fez bom jogo (Foto: Vitor Silva/ SS Press/ Botafogo)
Aos 33', Luis Ricardo salvou o Botafogo ao mandar para escanteio bola chutada por Cícero. Aos 40', Jefferson se esticou para afastar qualquer perigo. Dessa vez em cruzamento venenoso de Gustavo Scarpa, que tinha endereço certo. E foi só. A etapa inicial chegou ao fim aos 46'.

O Alvinegro retornou para o segundo tempo sem alterações. O Fluminense cresceu, chegando com mais facilidade à área do Botafogo. Aos 4 minutos, Diego Souza invadiu a área, driblou o zagueiro e quando preparava o chute foi desarmado por Diogo Barbosa. Aos 17', Gerson tocou para Diego Souza na área, que preferiu tocar para Fred, em posição de impedimento. Caso o meia tivesse optado pela finalização, o Fluminense fatalmente diminuiria.

Apático no jogo e perdendo várias bolas, Luis Henrique foi substituído por Neilton aos 21 minutos. Ricardo Gomes parece ter lido a sugestão da torcida nas redes sociais. Aos 22', lance esquisito. Diogo Barbosa mandou para escanteio, mas quase fez gol contra. Jefferson se esticou todo para evitar. Aos 31', Ricardo Gomes promoveu outra alteração: saiu Gegê, entrou o uruguaio Salgueiro, principal contratação para o ano. Aos 34', Rodrigo Lindoso arriscou de longe e a bola passou por cima do gol de Diego Cavalieri. Aos 39 minutos, o Botafogo construiu excelente jogada com uma envolvente troca de passes, no entanto, Salgueiro não finalizou muito bem. Aos 43 minutos, Bruno Silva recuou mal e obrigou Joel Carli a cometer falta em Fred. Falta perigosa para o Fluminense. Por sorte, Diego Souza isolou a bola. O jogo chegou ao fim aos 48'. Vitória maiúscula do Botafogo.

OBSERVAÇÕES

O primeiro tempo do Botafogo foi espetacular. De longe a melhor atuação da equipe na temporada. Que mantenha o ritmo!

Joel Carli foi o melhor jogador da partida. Seguro e demonstrando experiência, ganhava TODAS as bolas aéreas. Ribamar também se destacou no jogo. Foi presenteado com o belo gol.

Apesar de não ter encontrado dificuldades para vencer, o Botafogo teve inúmeras oportunidades de fazer o terceiro gol e matar logo o jogo.

O time cresceu sem Gervasio Nuñez, hoje no banco. Surpreendentemente, o questionado Gegê, um dos melhores jogadores do time na temporada, é atualmente titular absoluto.

Botafogo 100% e classificado. Moral para a garotada, que ganha cada vez mais chances no time.

Que uniforme lindo esse do Botafogo sem patrocínio estampado, hein!? 

Em detalhe, o manto botafoguense (Foto: Vitor Silva/SS Press/ Botafogo) 
FICHA DO JOGO

Botafogo 2
Jefferson, Luis Ricardo, Joel Carli, Emerson, Diogo Barbosa; Airton, Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Gegê (Salgueiro), Ribamar, Luis Henrique (Neilton). Técnico: Ricardo Gomes.

Fluminense 0
Diego Cavalieri, Wellington Silva, Henrique, Renato Chaves, Gustavo Scarpa; Pierre (Edson), Douglas (Gerson), Cícero, Diego Souza; Osvaldo (Felipe Amorim), Fred. Técnico: Eduardo Baptista.

Estádio: Kléber Andrade (ES).
Árbitro: Grazziani Maciel Rocha (RJ).
Assistentes: Luiz Claudio Regazone (RJ) e Diogo Carvalho Silva (RJ).
Gols: Gegê (6' do 1º T), Ribamar (23' do 1º T).
Cartões amarelos: Joel Carli, Bruno Silva e Ribamar (Botafogo); Pierre e Gerson (Fluminense).
Público: 11.338.
Renda: R$ 591.720,00.

Por: Gabriel De Luca (@biel_dluca). 

Três pontos e vários cartões em Aparecida

Em um jogo que serviu como um "termômetro" para a torcida do Goiás para o clássico de domingo contra o Vila Nova, o Verdão derrotou a Aparecidense no estádio Anibal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia. A partida não foi fácil, mas com técnica, calma, competência e outros vários ingredientes que Enderson deu ao time, saímos com os três pontos e liderando tranquilamente o nosso grupo. Maior que isso, foi só o número de cartões que tivemos no jogo.

Rafhael Lucas marcou mais um gol e é um dos artilheiros do Goianão.
Foto: Globo Esporte.
Ao todo foram 10 cartões no jogo. Tivemos oito amarelos e dois vermelhos. Uma partida muito pegada como já se esperava, afinal, se tratavam dos dois últimos finalistas da competição. O Goiás, como sempre, tomou as iniciativas no início do jogo, mas sem um lance de chamar a atenção. Apesar disso, o primeiro gol não demorou muito para sair: da inteligência de Daniel Carvalho que bateu rápido a falta, para os pés de Juninho que foi rápido e mandando para o cara que sabe fazer gols: Rafhael Lucas, que já é o artilheiro do Goianão com quatro gols ao lado de Nonato.

Outro jogador que se destacou, mas pra variar, ninguém fez questão de ver, foi o goleiro Renan. A Aparecidense sempre levava perigo nas bolas aéreas e também nas cobranças de falta, mas foi onde o maior goleiro que já tivemos fez o que pode para ajudar e salvar nosso time. Wagner teve uma atuação "apagada", porém, Wendel entrou bem no jogo e deu uma assistência para o gol de Liniker, que finalmente fez algo de útil. Atuação brilhante teve o lateral Juninho, correndo muito e também dando assistência.

A defesa foi bem com Anderson Salles e Alex Alves, mas ainda traz algumas preocupações. Só não entendi a expulsão do atacante Carlos, que de acordo com os comentaristas, deu uma cotovelada no jogador da Aparecidense, mas será? Teria de ver o lance novamente, porém se não for verdade, não me surpreenderia que foi uma tentativa arbitragem colorada para prejudicar o seu rival no próximo jogo. Estamos de olho, FGF.

Com a vitória de hoje, não tem motivos para o torcedor ir ao Serra Dourada no domingo. Agora é a vez da torcida única esmeraldina, e é hora de destruir os "mitos" criados pela imprensa e pela torcida freguesa. Seu lugar é na arquibancada, torcedor!

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

No duelo alviverde, Chapecoense goleia Metrô e se aproxima do título do turno


Thiego vive noite de artilheiro e deixa Chapecoense muito próxima do título. (Foto: Flickr Chapecoense)
Quem vai parar o índio do Oeste? Invicta na competição, a Chape entrou em campo no inicio da noite desta quarta-feira (24), com a chance de abrir cinco pontos de vantagem do vice-colocado Criciúma. E assim como no jogo diante do Figueirense, em um jogo de ataque contra defesa, o Verdão do Oeste aproveitou melhor, e com dois gols do zagueiro Thiego e um contra de Luan, garantiu o 3x0, ficando muito próximo do titulo do turno e da vaga na grande final do Catarinense.

Para a partida, o treinador Guto Ferreira teve apenas um desfalque, Gimenez que segue entregue ao departamento médico, assim repetiu a mesma formação da vitoria sobre o Figueira no último domingo.

O JOGO

A partida iniciou com a Chapecoense partindo para cima, e logo no primeiro minuto, Gil cruzou e o zagueiro Luan tentou cortar, mas pegou mal e mandou para o fundo das redes, abrindo o placar na Arena Condá. Após o gol, a pressão da Chape só aumentou, com 8 minutos Cleber Santana cobrou falta, passando raspando e assustando o goleiro Everton. Aos 9 minutos foi à vez de Maranhão assustar, o atacante entrou na área e chutou, a bola desviou na zaga, passando perto da meta.

O Metrô assustou aos 14 minutos, Pink arriscou de fora da área, mas Danilo ligado fez boa defesa em dois tempos. A Chape ampliou ainda no primeiro tempo, aos 19 minutos em cobrança de falta de muito longe, Thiego chutou forte e sem chances para Everton, marcando um golaço e marcando o 2x0 no placar. Aos 44 foi à vez de Bruno Rangel marcar, após bela jogada de Maranhão, Ananias chutou e a bola sobrou para o atacante do Verdão, que empurrou para o fundo das redes, mas o bandeira já assinalava impedimento, anulando o terceiro gol.

O Metropolitano voltou para a segunda etapa com duas alterações, Pink e Ricardo Lima deixaram o gramado para entradas dos atacantes Tiaguinho e Matheus. Com a bola rolando pouca inspiração ofensiva das duas equipes. Aos 20 minutos, Guto Ferreira promoveu a estreia do Uruguaio Martin Alaniz.

Aos 24 minutos em cobrança de escanteio, Luan subiu mais que a zaga e cabeceou rente a trave, assustando o goleiro Danilo. A Chape só conseguiu assustar aos 33 minutos, quando Martin cruzou e Rafael Lima de cabeça obrigou Everton fazer ótima defesa. Aos 35’ o atacante Uruguaio quase marcou um golaço, após ser lançado, invadiu a área e deu um toque por cima do goleiro do Metrô, na finalização a bola subiu demais, se perdendo em tiro de meta.

Quando tudo se encaminhava para o final em 2x0, após bela jogada, Dener cruzou, Thiego aproveitou e se antecipou a zaga e desviou para o fundo das redes, marcando seu segundo gol e o terceiro do Verdão na partida, fechando o placar.

Com o resultado, o Verdão do Oeste se aproximou ainda mais do título simbólico do primeiro turno, que garante vaga na grande final. Faltando duas partidas, a Chape precisa apenas de dois pontos para garantir o título.

Na próxima rodada, a Chape viaja até o norte do estado, aonde no domingo (28), enfrentará na Arena Joinville, o JEC, ás 17h. Já o Metrô viaja a Criciúma, quando mesmo dia e horário enfrenta o Tigre no Heriberto Hulse.

FICHA TÉCNICA

Local: Arena Condá, em Chapecó.
Público: 5.826 torcedores.
Renda: R$ 60.100,00.
Arbitragem: Brulio da Silva Machado, auxiliado por Carlos Felipe Schimidt e Alexandre Bittencourt.
Cartões Amarelos: Thiego e Gil (CHA); Elton (MET)
Gols: Luan (contra), a 1 minuto e Thiego aos 19 do primeiro tempo e aos 43 do segundo tempo.

CHAPECOENSE (3)
Danilo; Gil, Neto (Rafael Lima), Thiego, Dener; Josimar, Cleber Santana, Lucas Gomes; Maranhão (Martin Alaniz), Ananias, Bruno Rangel (Kempes). Técnico: Guto Ferreira.

METROPOLITANO (0)
Everton; Iago Soares, Luan, Ricardo Lima (Matheus), Elton, Juninho; Zé Lucas, Pink (Tiaguinho), Ramon; Harrison, Peu. Técnico: Valdir Espinosa.

Marcelo Weber || @acfmarcelo
Linha de Fundo || @SiteLF

Em duelo de invictos, Corinthians e São Bento ficam no empate

Na noite desta quarta-feira (24), o Corinthians foi até o Estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba, enfrentar o São Bento em jogo válido pela 6ª rodada do Campeonato Paulista. Dois dos ainda invictos no torneio, as equipes colocaram sua invencibilidade a prova.


Tite escalou um time alternativo com os novos reforços de 2016 em campo, Willians, Giovanni Augusto, Guilherme, André e Balbuena começaram entre os titulares. No lado sorocabano, os donos da casa contaram com a experiência de Edno e Morais, dois ex-Corinthians.

No primeiro tempo, os novos reforços do Timão não renderam o esperado. Aos 21 minutos o São Bento chegou ao seu gol depois de uma cobrança de falta. A zaga Corintiana afastou a bola, mas ela sobrou para Rossi bater, um desvio em Guilherme Arana tirou qualquer chance de Matheus Vidotto evitar o gol dos donos da casa.

Depois do gol, o São Bento recuou e deu campo para o Corinthians, mas os comandados de Tite não conseguiram criar nenhuma chance clara de gol. Sem muitas emoções, a etapa inicial terminou com vitória parcial do time de Sorocaba.

Na etapa complementar, Tite colocou Rodriguinho na vaga de Maycon para tentar ter mais posse de bola no meio de campo. A estratégia não surtiu muito efeito e o técnico Corintiano mudou de novo aos 12 minutos, Lucca entrou no lugar de Romero.

Agora com a bola, mas sem conseguir chances claras de gol, Tite foi ousado e tirou Willians para promover a volta de Luciano, sem jogar a seis meses. O Corinthians ficou bastante ofensivo em campo com três meias e três atacantes.

A estratégia ofensiva só deu resultado aos 44 minutos da etapa derradeira. Edilson cruzou uma bola da direita, a zaga do São Bento desviou parcialmente e a bola sobrou para André. O camisa 9 dominou e com um belo arremate no ângulo, empatou o jogo para o Timão, dando números finais a partida.

Com o empate, o São Bento permaneceu líder do Grupo A com 10 pontos e o Corinthians líder do Grupo D com 14. Na próxima rodada, o São Bento vai até a cidade de Diadema enfrentar o Água Santa, no sábado (27), às 15h. Também no sábado, às 21h, o Corinthians recebe o Oeste de Itápolis na Arena, em Itaquera.
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