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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Líder? Sim, invicto? Também


Mesmo que não tenha sido uma partida memorável, muito menos com o resultado esperado, não podemos nos esquecer da grande campanha que o Vasco tem feito até aqui. Sem os principais jogadores da equipe, não pode-se dizer que os Cruz Maltinos tropeçaram, apenas sofreram um leve deslize, mas nada que interfira nas ambições da equipe. O time exalava confiança após vencer o clássico contra o Flamengo em casa e arrancar os 3 pontos do Tigres em Xerém.

A partida foi contra o Friburguense, em São Januário, nesta quinta-feira (25). Com time misto e dificuldade na criação, o Vasco foi levando o jogo como pode. Até que Rômulo marcou para o Friburguense aos 25’ do primeiro tempo. O empate veio aos 44’ com cruzamento de Éder Luis e finalização de Riascos.

Na segunda etapa foi que o Vasco virou, novamente com Riascos, de cabeça, mas foi só aos 33’. E aos 37’, de pênalti, Rômulo balançou a rede de Martin Silva.

O próximo confronto é mais um Clássico Carioca, dessa vez contra o Botafogo, às 19h, em São Januário.

Bahia: Início promissor ou fogo de palha?

Eram trinta e cinco minutos da primeira etapa quando parte da torcida do Bahia passou a entoar na vazia Arena Fonte Nova “QUEREMOS JOGADOR! QUEREMOS JOGADOR!” – coro puxado principalmente pela maior organizada do clube. Mais que reflexo pela insatisfação da permanência do time na série B deste ano, o fato demonstra a falta de paciência da torcida neste início de temporada. Ao final da partida, o triunfo de 2 X 0 contra o Confiança consolidou o melhor início de temporada dos últimos 40 anos [pragmaticamente falando] quando o clube conquistou uma sequência de sete partidas vencidas consecutivamente.  Além dos motivos referentes ao ano passado – e justificadamente frustrantes – há razão para tanta impaciência com o time de Doriva?

A minha resposta é que não.

Do time titular ontem, e que tem sido o time base desde a pré-temporada, apenas Róbson, Gustavo e João Paulo estavam no elenco que terminou a série B em 2015. Lomba e Feijão estavam emprestados a outros clubes. Aproximadamente 20 jogadores deixaram o elenco. A renovação é grande. O comando técnico também mudou e assumiu um treinador com modelo e conceitos bem diferentes de Sérgio Soares – que foi o técnico que mais comandou o time temporada passada. Exigir que esse time estivesse pronto menos de um mês após a estreia, que praticasse um futebol agora que dê certeza ao torcedor do acesso que só deve ocorrer em novembro não parece exagero?

Bahia tem mostrado organização e repetição de combinações: Isso é padrão de jogo
Lance do segundo gol com movimentação bastante parecida ao primeiro. Coletividade e ações objetivas  
Bahia enfrenta os mesmos dilemas das principais equipes do futebol brasileiro. Pré-temporada enxuta, calendário exíguo – que desemboca na surreal possibilidade do time jogar no mesmo horário em duas cidades diferentes, viagens complicadas [Campeonato Baiano e Copa do Nordeste exigem grandes deslocamentos] e mesmo assim tem apresentado um baixo índice de lesões musculares [nenhuma grave por enquanto] e é uma das poucas equipes que venceu todas as partidas oficiais que jogou.

Deve haver desconfiança pelo nível do futebol apresentado? Claro. Os adversários ainda não são da estirpe das equipes que o Bahia confrontará nos momentos importantes da temporada. Mas o time demonstrou ótimos aspectos coletivos em determinados momentos das partidas. Ontem, por exemplo, após um primeiro tempo encardido, contra um adversário bem fechado o time mostrou ótima combinação pelo setor direito, explorando a fragilidade de marcação por aquele setor. Os dois gols mostram uma sequência de jogadas encaixadas, o que mostra um padrão, uma forma sistematizada de atuar. Como identifiquei aqui.

A atuação ontem não foi de encher os olhos, mas foi bastante segura. Confiança não ameaçou, Bahia teve posse ofensiva ainda que o volume de jogo não tenha sido arrebatador. As equipes de Doriva tendem a ser reativas, com a vantagem no placar elas buscam administrar o jogo ao invés de sufocar o rival. Muitas vezes isso é arriscado, especialmente quando não conseguem manter a posse de bola, como no domingo passado em que o time quase perdeu uma boa vantagem a cinco minutos do final – independente das lambanças de Jaílson Macedo de Freitas, o controverso árbitro baiano.

O time enfrentará uma maratona de jogos até o clássico do dia 13/03 e precisará, mais do que nunca, fazer um rodízio inteligente e usar todas as possibilidades do elenco para identificar não só as carências mais imediatas como possíveis soluções. Oportunidade para os jovens mostrarem serviço e provarem que podem ser úteis na temporada. Para a torcida manter a cobrança é sempre salutar – das críticas se constrói o amadurecimento – mas um pouco de paciência não faz mal também. É melhor o time seguir evoluindo aos poucos [e tem margem para isso] do que atingir o ápice muito cedo e desmoronar. O que pavimentou o fracasso do segundo semestre de 2015 não foi o sucesso do primeiro. Foi a insistência em manter um modelo que se esgotou quando o desafio aumentou de nível. A hora de acertar os ponteiros e identificar as fraquezas é agora. Mas a temporada não termina semana que vem.

FICHA TÉCNICA
Bahia x Confiança
Copa do Nordeste - 3ª rodada

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador
Data: 25/02/2016
Horário: 21h30
Árbitro: Denis da Silva Serafim (AL)
Assistentes: Pedro Jorge Santos de Araújo e Wagner José da Silva (ambos de AL)
Cartão Amarelo: Leandro Kível, Wallace Pernambucano, Robson, Gustavo, Caíque, Nei Maruim
Gols: Hernane (2x)

Bahia: Marcelo Lomba; Tinga, Robson, Gustavo e João Paulo; Feijão; Danilo Pires (Gustavo Blanco), Juninho, Luisinho e Edigar Junio (Paulo Roberto); Hernane (Zé Roberto). Técnico: Doriva

Confiança: Rafael Sandes; Caíque, Lucas Rocha, Wallace Sergipano e Izaldo; Elielton (Nei Maruim), Hamilton, Everton (Bibi), Danilo Bala e Wallace Pernambucano (Diego Ceará); Leandro Kivel. Técnico: Betinho

ALEX ROLIM - @rolimpato - #BBMP


No primeiro clássico do ano, Avaí vence Figueirense

Na noite desta quinta-feira (25), Avaí e Figueirense escreveram mais um capítulo na história do único clássico de Santa Catarina. Desta vez, sétima rodada do Campeonato Catarinense. E na Ressacada, quem venceu foi o dono da casa pelo placar de 1x0, com gol solitário de William.

Foto: Marco Favero
Um clássico mexe com o torcedor, mas até momentos antes da partida, grande maioria se via desanimada, com o mínimo de clima que um clássico de verdade como esse merece. Porém, aquela velha máxima do futebol de que 'clássico é clássico e vice-versa' sempre predomina. A bola rolou e as duas torcidas entraram no clima do clássico. Com aquela rivalidade gostosa. Preste atenção, eu disse rivalidade e não selvagerias como alguns marmanjos sem noção acham que é. Mas clássico não é só clima, é também bola rolando. Então vamos aos principais lances!

Logo aos 3 minutos, o Avaí chegou com William. O atacante foi ao fundo e cruzou. Em dois lances, Gatito fez a defesa. Um minuto depois, outra vez o Avaí chegou, só que dessa vez tentando por cima. E novamente Gatito defendeu. Aos 25’, William perdeu chance sem goleiro e pediu pênalti. Ronan Marques da Rosa nada marcou. Aos 32’, chance pro Figueira. Everton Santos dentro da área pegou a sobra. No chute cruzado, a bola passou com perigo rente à trave direita de Renan. Aos 41’, o lance mais perigoso do Figueirense na partida. Dudu fez a finta duas vezes e bateu por cobertura. A bola caprichosamente beijou o travessão. Quase um golaço! No rebote, Everton Santos tentou de cabeça e Renan defendeu. Aos 46’, William girou na área, caiu e pediu pênalti novamente. Como da primeira vez, o juiz mandou seguir e terminou com o primeiro tempo.

Na volta pro segundo tempo, o técnico estreante Vinícius Eutrópio voltou com Guilherme Queiroz no lugar de Elias que ainda não mostrou a que veio. O Figueira começou até um pouco melhor, trocando passes. Mas não era efetivo em suas tentativas. E foi o Avaí que chegou primeiro com perigo. Aos 16’, Romulo tocou para William. Ele bateu de chapa e a bola passou muito perto da meta defendida por Gatito Fernández. Um minuto depois, Dudu arriscou de longe, mas o chute saiu fraco e sem direção. Aos 33 minutos, Vitor Costa cruzou. A bola desviou em Leandro Silva e Gatito defendeu. Na sobra, William botou para o fundo do gol. Há de se ressaltar que eu não acho culpa alguma de Gatito Fernández esse gol ter saído. Depois do gol, o Figueirense até tentou o empate, mas sem sucesso.

Para o que se estava se esperando, o clássico foi bom. Mas tem aquela pergunta: "Bom pra quem, meu querido?". Bom pro Avaí que venceu o clássico e agora segue o campeonato com mais confiança. Ruim pro Figueirense que agora está há quatro jogos sem somar pontos e preocupa em relação ao rebaixamento.

Ambas as equipes voltam a campo neste domingo, às 19h30. O Avaí vai à Palhoça enfrentar o Guarani; já o Figueirense recebe o Camboriú no Orlando Scarpelli, e em caso de derrota, o alvinegro entrará na zona de rebaixamento.

Ficha Técnica - Avaí 1x0 Figueirense

Data: Quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Horário: 21h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio da Ressacada, Florianópolis, SC
Público e renda: 8.668 presentes; renda de R$ 59.626,00
Arbitragem: Ronan Marques da Rosa (SC); Rosnei Hoffmann Scherer (SC); Thiago Americano Labes (SC)
Gol: William (AVA)

Avaí: Renan, Renato, André Santos, Gabriel, Vitor Costa; Judson, Braga (Renato Junior), Caio Cesar (Iury), Diego Jardel (Lucas Fernandes); Romulo, William | Técnico: Raul Cabral

Figueirense: Gatito, Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves, Rodrigo Biro; Dener, Jefferson (Gustavo Ermel), Ricardinho; Everton Santos (Gabriel Esteves), Dudu, Elias (Guilherme Queiroz) | Técnico: Vinícius Eutrópio

Patrick Silva | @figueiradepre

Coritiba empata no último minuto

Momento do gol do goleiro Wilson
(Coritiba/Divulgação)
Não era o placar que todos esperavam na noite de ontem (25/02). Mas, o jogo contra o Rio Branco terminou em 3 x 3, com um gol do goleiro Wilson aos 50' do segundo tempo, de maneira emocionante e com o Coritiba somando mais um ponto dentro do Campeonato Paranaense.

1ª etapa com dois gols para cada lado

O jogo começou de maneira emocionante, com homenagens para o grande ídolo Alviverde, Dirceu Krüger, que no dia 24 de fevereiro completou 50 anos de funcionário do clube. Saudado pela torcida, o Flecha Loira mostrou todo seu pique no gramado do Alto da Glória emocionando torcedores das mais diversas gerações.

O jogo começou muito movimentado. Já aos 5', a primeira chance do Coxa chegou a arrancar o grito de gol da torcida. Dudu mandou uma bomba que foi para as redes pelo lado de fora.  Mas aí, uma confusão em campo acabou deixando o Coxa atrás no placar. João Paulo tocou para trás e Wilson acreditou que o atleta do Rio Branco havia tocado na bola, e assim, pegou com a mão. Recuo de bola assinalado pelo árbitro, falta em dois toques dentro da pequena área do Coxa. Danilo Rios, do Rio Branco, aproveitou a oportunidade e abriu o placar.

Mas não demorou muito e o Coritiba empatou a partida. Aos 16’, Carlinhos cobrou falta, a bola bateu na barreira e foi para o gol, deixando tudo igual no jogo. O último gol Coxa-branca de falta havia acontecido em 2014, justamente contra o Rio Branco.

Então, o Coritiba tentava a virada. Aos 32’, Dudu roubou a bola e ia fazendo bonito. Na hora do passe, a zaga do Rio Branco tirou o perigo. Mas no minuto seguinte, Rodrigo Jesus fez mais um gol para o Leão da Estradinha.

Depois do gol, o Coritiba foi atrás do empate novamente. Dudu acertou o travessão em bonito chute de fora de área. Mas nos acréscimos, Walisson Maia enfim empatou a partida. João Paulo bateu o escanteio e o zagueirão prata da casa mandou para as redes de cabeça, mas o árbitro marcou o gol contra de Marcão.

Wilson salva Coritiba da derrota

Para o 2º tempo, o Verdão voltou com Negueba no lugar de Carlinhos. Com 4', Juan cabeceou e Edvaldo fez a defesa. Na sequência, Juninho também tentou o cabeceio, mas sem sucesso. Com 12’, Leandro chutou de primeira e o goleiro do Rio Branco fez mais uma boa defesa.

Kleina então promoveu a entrada de Vinícius no lugar de Guilherme Parede. Com gritos da torcida o chamando de "burro", pois Guilherme Parede vinha produzindo mais que Leandro, que errava tudo que tentava em campo.

Aos 18', um castigo para o Coritiba. Roberto fez o 3º da equipe de Paranaguá.

Abusando das faltas e caindo em campo toda hora para parar o jogo, o Rio Branco ia deixando a torcida Alviverde irritada.

Como o jogo ficou muito tempo parado, o árbitro deu cinco minutos de acréscimos. O Coritiba continuava tentando de todas as formas o empate, que insistia em não sair.

Foi então que aos 49', o zagueiro Juninho se mandou para o ataque, a bola desviou no lateral do Rio Branco e foi para escanteio. Antes da cobrança, o mesmo lateral da equipe de Paranaguá caiu no gramado, e com isso o árbitro deu mais um minuto, além dos cinco que já havia assinalado.

No último minuto, o goleiro Wilson foi para a grande área para tentar o gol. Na cobrança de Thiago Lopes, o goleiro Alviverde subiu de cabeça, a bola bateu em seu ombro, bateu na zaga do Rio Branco e morreu no fundo das redes. Muita comemoração da torcida Coxa-branca e do goleiro, que havia falhado no lance do 1º gol do adversário.

Próxima rodada

Os atletas se reapresentam hoje no CT Bayard Osna. No sábado, os trabalhos voltam ao Couto Pereira antes da viagem para enfrentar o PSTC, em Cornélio Procópio. O jogo da sétima rodada será às 16h de domingo, no Estádio Ubirajara Medeiros.

Homenagens a Krüger

Na quarta-feira (24/02), Dirceu Krüger completou 50 anos de Coritiba. Com direito a estátua para o maior ídolo Coxa-branca. A estátua feita em bronze, reproduzindo um de seus momentos mais espetaculares enquanto atleta do Verdão.

Alguns torcedores puxaram a bandeira do clube que cobria a obra, revelando o Krüger imortalizado posicionado à frente da entrada administrativa do Couto Pereira. Aos poucos a obra de arte, financiada por meio de uma arrecadação coletiva organizada pela nação coxa-branca, foi descoberta, causando uma verdadeira comoção entre os coxas-brancas.

Porém as homenagens não pararam por aí. O Coritiba na quarta-feira, registrou Krüger no Boletim Informativo Diário(BID). O Flecha Loira foi relacionado para a partida, o eterno ídolo coxa-branca esteve presente também no hotel em que o grupo se reuniu e foi de ônibus até o Couto Pereira junto com a delegação e voltou ao gramado do Alto da Glória vestido como atleta, entregou a braçadeira de capitão para Ceará e ainda deu o pontapé inicial da partida entre Coritiba e Rio Branco de Paranaguá.

Assim como na noite anterior, os coxas-brancas idolatraram o Flecha Loira aos gritos de “Olê, olê, olê, olê, olê... Krüger! Krüger!”, emocionando mais uma vez o eterno ídolo coxa-branca.

Ficam aqui meus parabéns para Dirceu Krüger, por tudo que ele realizou dentro do Coritiba em 50 anos como funcionário. Depois de se aposentar, exerceu diversas funções no clube, chegando inclusive a comandar a equipe principal em 185 ocasiões, sendo a primeira vez, em 1979. Como técnico é o 2º que mais comandou a equipe, ficando atrás apenas de Felix Magno. E além da estátua, o Flecha Loira tem um alojamento das categorias de base no Couto Pereira batizado com seu nome.

Texto feito por: @Andreysuldovski

Goleador do Goianão é anulado


Quarta-feira (24), pela segunda rodada, no segundo turno do Campeonato Goiano, o CRAC foi à região do Vale do São Patrício. Enfrentou e venceu o Goianésia por um a zero. Nonato não marcou gol.

O time catalano ocupava a vice-lanterna com cinco pontos, pois vinha de uma sequência ruim: duas derrotas consecutivas, sendo uma dentro de casa, no Estádio Genervino da Fonseca, e a outra para a Aparecidense pelo placar de 2 a 0, na Grande Goiânia.

Na partida contra o camaleão¹, apresentou falhas substancias: ausência de cobertura no setor esquerdo e erro na saída de bola da defesa para o meio-campo, municiando o adversário com o contra-ataque.

Em certa medida, no jogo do estádio Valdeir José de Oliveira², o Leão do Sul resolveu a carência de cobertura na esquerda. Bloqueou bem o fornecimento de passes para o artilheiro do estadual, o Nonato, pois o mesmo não teve êxito, ou seja, não balançou as redes na última noite. Os passes entre defesa e meio-campo foram satisfatórios.

Na etapa final, numa cobrança de escanteio, o zagueiro Fábio Silva fez, aos 4 minutos, o único gol do evento. Com uma defesa eficiente, o clube de Catalão conseguiu evitar as investidas de ataque do Azulão do Vale, sobretudo, as do goleador da competição.

Com o bom resultado, o time celeste vai a oito pontos, sai da zona de rebaixamento e ocupa a 3ª colocação do Grupo A. Todavia, os três pontos não podem apagar a necessidade dos aprimoramentos da saída de bola da defesa para o ataque e da cobertura aos laterais.

Notas:

1- Camaleão: apelido da Associação Atlética Aparecidense-GO.
2- Estádio onde o Goianésia manda jogos.

Pedro Silveira || @PedroSilveira7
Linha de Fundo || @SiteLF

Gritos de burro ecoam no Giulite Coutinho e America empata com o Boavista

Lá no Giulite Coutinho na cidade de Mesquita, o America enfrentou o time do Boavista.

O Mecão começou bem a primeira etapa explorando a velocidade de Leandro Aguiar, mas o goleiro Vinícius impediu toda e qualquer possibilidade do time Rubro marcar no primeiro tempo. Sosa arriscou algumas de fora, só que nada ameaçou o gol do time do Bacaxá.

Pelo lado verde, Romarinho e Leandrão, até tentaram fazer um estrago, mas o goleiro Felipe estava bem demais.

Assim ficou o equilibrado primeiro tempo entre America e Boavista.

Logo no começo da segunda etapa, Leandro Aguiar como dizia a torcida americana, "acaba com o caô": America 1 x 0.

A partir daí, Rodrigo Beckham técnico do Boavista, efetuou duas mudanças. A entrada de Marquinho no lugar de Guilherme Costa e Paulo no lugar de Thiago Silva. Mal havia entrado, Marquinho sentiu a coxa e saiu de campo para a entrada de Paulo Henrique.

A partir destas mudanças o time do Boavista, começou uma grande pressão que resultou em gol: Romarinho! Boavista empatou, 1 a 1.

Logo após o gol sair, o técnico Rubro Ricardo Cruz foi no embalo da galera, substituindo o atacante Renato pelo jovem Gabriel Vasconcelos.

Nada mudou, o Boavista continuou a pressão, mas o goleiro Felipe, estava pegando tudo. A entrada de Ramon no lugar de Darlan no America equilibrou a partida e manteve o time no páreo.

Aos quarenta do segundo tempo Ricardo Cruz efetuou sua última troca, tirou o meia Sosa e colocou, o também meia, Marcelinho.


Nos momentos finais da partida a equipe americana pressionou várias tentativas com Gabriel Vasconcelos e Leandro Aguiar, mas o empate permaneceu, o América somou um pontinho, continua na 4ª colocação, com 8 pontos.

O próximo confronto é contra a Portuguesa, lá no estádio do Luso Brasileiro na Ilha do Governador.

Ficha Técnica:

America RJ
Felipe, Erick, Marcão, Fábio Braz, Marlon, Darlan (Ramon), PH, Muniz, Matías Sosa (Marcelinho), Leandro Aguiar (1), Renato (Gabriel Vasconcelos). Técnico: Ricardo Cruz

Boavista:
Vinícius, Thiaguinho, Victor, Anderson Luiz, Davi, Júlio César, Douglas Pedroso, Thiago Silva (Paulo), Romarinho (1), Guilherme Costa (Marquinho), Leandrão. Técnico: Rodrigo Beckham

Publico: 1100 pessoas
Renda: 7000 Reais
Arbitragem: Arbitro: Phillip Georg Bennet, Primeiro auxiliar: Dilbert Pedrosa Morais e Segunda auxiliar: Andréa Izaura Maffra Marcelino.

Francisco Borja || BorjaFrancisco_
Linha de Fundo || @SiteLF

Desencantou: Palmeiras goleia XV e volta a vencer

Vinte e cinco dias se passaram desde a última vitória do Palmeiras neste ano. É verdade que foi apenas uma derrota nesse período, mas os quatro empates incomodaram bastante o sono e o cargo de Marcelo Oliveira que, enfim, poderá dormir tranquilo: as pazes com a vitória vieram com uma goleada e uma boa atuação.

Não foi um show de bola, mas houve uma clara melhora do time dos últimos jogos confirmando a evolução, ainda que pequena, do alviverde. É bem verdade que a fragilidade da defesa do XV de Piracicaba ajudou muito, mas o chutão diminuiu, assim como caíram os buracos da defesa.

O começo de jogo foi muito bom. Gabriel Jesus teve boa chance logos nos primeiros movimentos, assim como Alecsandro. O XV respondeu com Rivaldinho. Aos poucos, porém, a partida foi ficando muito marcada e pouco jogada, resultando em um jogo chato.

A animação do jogo voltou graças a um lance polêmico: em jogada de Magrão com Rivaldo, a bola bateu no braço de Roger e gerou muita reclamação por parte dos mandantes. Esse foi apenas o primeiro de alguns lances polêmicos da complicada arbitragem. Enquanto isso, Vitor Hugo aproveitou uma bobeira da zaga e abriu o placar no Barão de Serra Negra.

Vitor Hugo voltou a marcar e abriu caminho para a goleada alviverde.
(Foto: Globo Esporte)
O segundo tempo foi muito melhor e já começou emocionante para as duas torcidas: aos dois minutos Gabriel Jesus aproveitou passe de Alecsandro e marcou o segundo gol alviverde. Três minutos depois, porém, Rivaldinho chutou firme e a bola desviou em Vitor Hugo, matando Prass. 2x1.

O jogo que parecia tranquilo complicou. O gol animou a torcida do XV e o Nhô Quim fez uma boa pressão, ainda que sem levar muito perigo ao gol de Prass. Lucas ainda poderia ter sido expulso em falta pela direita. Se o gol de empate amadurecia, uma bobeira da zaga alvinegra deixou a bola nos pés de Alecsandro e ele não perdoou: 3x1.

Com dois gols e ótima atuação, Gabriel Jesus foi decisivo.
(Foto: Globo Esporte)
Pouco depois veio o golpe final. Em mais uma bela assistência de Robinho, Gabriel Jesus apareceu livre, dominou, viu o goleiro adiantado e deu um toque por cobertura, marcando um golaço em Piracicaba. Valeu o ingresso!

Ainda poderia ter saído o quinto se o mesmo Gabriel Jesus tivesse sido fominha e não tivesse tocado para Dudu, gerando outro erro de arbitragem ao assinalar impedimento (em lance difícil, diga-se). Ainda teve tempo para em outro lance polêmico, desta vez a favor do Verdão, e Prass evitar o segundo dos alvinegros, já nos acréscimos.

DESTAQUE: com um golaço e outras boas participações no jogo, não poderia ser outro que não Gabriel Jesus. Com ótimo segundo tempo ele provou que o banco fez bem e foi decisivo.

BOLA MURCHA: não foi uma partida ruim tecnicamente, mas Lucas volta a ser o destaque negativo. A falta na lateral poderia ter rendido um cartão vermelho que complicaria muito o jogo na etapa final. Marcelo percebeu e sacou o jogador.
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