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sábado, 27 de fevereiro de 2016

O mundo dá voltas: São Paulo leva gol de Reinaldo e é derrotado em Campinas

Lateral que "só atrapalhava" o São Paulo foi emprestado e continua atrapalhando. Reinaldo marca e garante a vitória para a Ponte Preta.


Após duas vitórias consecutivas, São Paulo é derrotado pela Ponte Preta no Moisés Lucarelli com gol de Reinaldo (lateral esquerdo são-paulino emprestado para a Macaca).

Mais uma partida do Tricolor onde ele manteve maior posse de bola, porém não a aproveitou. A Ponte Preta apostou em um ataque sem posição fixa e veloz, já o São Paulo deixou Calleri sozinho na área, com Michel Bastos e Wesley nas laterais para acompanhá-lo, porém esses não conseguiam fazer a função que Bauza desejava. O Tricolor teve sua melhor chance com Ganso. Como o gramado com algumas poças, já que choveu muito em Campinas na manhã deste sábado, a bola de uma troca de passes da defesa da Ponte parou na água e Ganso se aproveitou disso. O meia tentou encobrir o goleiro, porém a bola bateu no travessão.

A Macaca reforçava a defesa a cada tentativa do Tricolor, e Lugano e Calleri também tiveram chances de marcar, porém a cabeçada do zagueiro foi para fora e o chute do atacante passou rente a trave. No final da 1ª etapa, Jeferson cruzou na área, Reinaldo bateu rasteiro e abriu o placar para a Ponte Preta.

A 2ª etapa não foi muito diferente da 1ª. Bauza mudou completamente o time, colocando mais dois atacantes - Kardec e Rogério - no lugar de Wesley e Thiago Mendes respectivamente. O Tricolor continuou com maior posse de bola, mas ainda sem efetividade, e teve chances novamente com Lugano, quando o zagueiro cabeceou e a bola passou rente a trave. O time também teve chance com Kardec após tabela com Calleri. 

Nos minutos finais foi um bombardeio na área do mandante, entretanto, por mais que o São Paulo atacasse, a bola não entrava. Muitos erros de finalização e de lançamentos resultaram no 1 a 0 para a Ponte Preta. No final da partida, Ganso resumiu bem a partida: "Tive que voltar para marcar (com as alterações), mas não deu certo. Vamos deixar para o próximo. O empate seria mais justo. Tivemos chances, não fizemos. Eles fizeram"

Com o resultado, o São Paulo continua na vice-liderança do Grupo C com os mesmos pontos da Ferroviária e com um jogo a menos. Já a Ponte Preta vai para a vice-liderança do Grupo B. O Tricolor recebe no Pacaembu, terça-feira (02/03), às 20h30, o Mogi Mirim, pela 3ª rodada do Paulista (jogo foi adiado por causa da partida contra o César Vallejo, pela 1ª fase da Libertadores). Já a Macaca recebe, sábado (05/03), o XV de Piracicaba.

FICHA TÉCNICA
Local: Estádio Moisés Lucarelli, Campinas - SP
Gols: Reinaldo (PON)
Cartões Amarelos: Felipe Azevedo, Clayson e Jeferson (PON); Michel Bastos, Bruno e Mena (SAO)
Arbitragem: Flavio Rodrigues de Souza (SP), auxiliado por Carlos Augusto Nogueira Junior e Luis Alexandre Nilsen (ambos de SP)

PONTE PRETA
João Carlos; Jeferson, Fábio Ferreira, Tiago Alves e Reinaldo; Ferrugem (Nino), Jonas, Elton (Renato) e Clayson; Rhayner (Wellington) e Felipe Azevedo. Técnica: Alexandre Gallo

SÃO PAULO

Denis; Bruno, Maicon, Lugano e Mena; Thiago Mendes (Rogério), Wesley (Kardec), Hudson, Ganso e Michel Bastos (Carlinhos); Calleri. Técnico: Edgardo Bauza

No clássico madrilenho, Atlético leva a melhor

Griezmann fez o único gol do clássico
Foto: www.marca.com
O Atlético conseguiu nessa tarde uma vitória monstruosa contra seu maior rival, o Real Madrid. O único gol de Griezmann foi o suficiente para dar a vitória aos colchoneros, que, com essa vitória, deixam a disputa pela liderança mais emocionante.

O jogo:

O Atlético chegou ao estádio Santiago Bernabéu sendo muito criticado, principalmente pela parte ofensiva do time. O clássico tinha um ambiente de decisão para os dois times primeiro por ser um clássico e ninguém quer perder, segundo pela disputa do título, já que o perdedor se complicaria muito na perseguição ao líder.

Para o clássico, Diego Simeone optou por Fernando Torres e Griezmann como dupla de ataque, já no meio a principal mudança foi a volta de Augusto ao time titular. A zaga também teve mudança, já que Giménez entrou no lugar de Savic. O Real Madrid teve alguns pequenos problemas para escalar o time, pois Bale e Marcelo, jogadores importantíssimos pro time, não puderam atuar. 

O jogo começou com os dois times com propostas diferentes dentro do campo. O Real Madrid desde o início foi para cima, sempre buscando abrir o placar. Já o Atlético se defendia com sabedoria e conseguia sair nos contra-ataques com qualidade. Com o passar dos minutos, o Atleti foi se soltando cada vez mais e, aos 10 minutos, Augusto arriscou um chute, mas a bola foi desvia para LINHA DE FUNDO. Esse seria o primeiro aviso dos colchoneros no jogo.

O Real não demorou muito para ter sua primeira chance e, aos 17 minutos, Varane  tentou aproveitar falta cobrada por Toni Kroos, mas a bola por pouco não entrou. Os merengues tiveram mais duas oportunidades de abrir o placar, uma num chute de falta de Cristiano Ronaldo que Oblak conseguiu fazer boa defensa; e, ainda no mesmo lance, Benzema pegou o rebote, mas chutou para fora. 

Nos últimos 15 minutos, o Atlético de Madrid conseguiu controlar melhor o jogo e teve as melhores chances de abrir o placar. Em uma delas, Griezmann recebeu a bola pelo lado esquerdo e, de fora da área, conseguiu um belo chute, mas Keylor Navas evitou o golaço do jogador francês. Não demorou muito para o Atlético de ter outra oportunidade e, aos 42', Koke enganou os marcadores ao fingir que iria cruzar e arriscou um chute, quase surpreende o goleiro do Real Madrid.


O segundo tempo mal havia começado quando Cristiano Ronaldo teve a melhor chance de abrir o placar até então. Só que cinco minutos depois a torcida colchonera teria um motivo para comemorar. Griezmann conseguiu fazer ótima jogada e passou para Felipe, que devolveu para o jogador francês só ter o trabalho de colocar a bola pra dentro da rede.

Depois do gol, o Real Madrid só tinha uma coisa para fazer, que era partir pra cima pra tentar o empate. E, sem dúvidas, eles foram. Os torcedores do Atlético sofreram durante quase todo segundo tempo. 

O Real pressionava muito a defesa do Atlético, mas Godín e Gimenéz conseguiram fazer um ótimo trabalho. Aos 66 minutos, Saúl teve a grande oportunidade de ampliar o resultado, mas Keylor Navas novamente impediu o gol do Atlético.

O Atlético, com muito sofrimento, conseguiu segurar o resultado e saiu com a vitória inesperada do Santiago Bernabéu. O time chegou ao clássico desacreditado e saiu com boas chances de conseguir o campeonato. É claro que é muito cedo pra dizer isso, mas se a equipe jogar o resto da La Liga como jogou hoje, sem dúvida vai dar trabalho ao Barcelona.

Texto escrito por Alzemir Neto, colunista do Atlético de Madrid.

Ficha Técnica:

Real Madrid 0 x 1 Atlético de Madrid

Escalação:

Real Madrid:
Keylor Navas; Carvajal, Varane, Sérgio Ramos, Danilo; Modric, Toni Kroos, Isco (Jesé); James (Vázquez), Cristiano Ronaldo, Benzema (Mayoral).
Treinador: Zinedine Zidane

Atlético de Madrid:Oblak; Juanfran, Godín, Gimenéz, Felipe Luís; Koke, Augusto (Kranevitter), Gabi, Saúl, Fernando Torres (Correa), Griezmann.
Treinador: Diego Pablo Simeone

Twitter:
Alzemir Neto: @NeetoMoraes96
Linha de Fundo: @SiteLF

Por que os ingleses decepcionam em torneios continentais?

A Premier League é considerada, por alguns, a melhor e mais equilibrada competição da Europa – se não do mundo – e conta com jogadores e treinadores do primeiro escalão. A liga que movimenta mais dinheiro no futebol, onde os clubes contratam os jogadores que quiserem.  No entanto, os times ingleses têm desapontado nas competições continentais. Então, se têm a liga mais forte e com alguns dos melhores jogadores do mundo, qual seria o motivo dos constantes fracassos?

Kompany frustrado com a eliminação do Manchester City.
  • EQUILÍBRIO ENTRE OS TIMES:
O primeiro fator que ajuda a explicar esse fracasso em competições europeias é justamente o equilíbrio da Primeira Liga Inglesa. A Premier League é a única competição na Europa que o último colocado pode dar trabalho ao líder e tem chances de ganhar a partida, e é a única que sempre tem entre 5 e 6 times apontados como favoritos ao título.

O campeonato que tem mais surpresas na tabela é justamente o Inglês.  Quem apostaria no Leicester liderando a competição com 5 pontos na frente do 2º colocado quando a temporada começou? Quem imaginaria que o atual campeão ficar mais perto da zona de descenso do que da zona de classificação para a Liga dos Campeões?

Jamie Vardy comemorando o gol sobre o Manchester United
Gigantes como Liverpool e Manchester United correm sério risco de perderem uma vaga em alguma competição europeia para times como Southampton e West Ham, que brigam por elas. Fatos como esses só são vistos no campeonato Inglês. Sendo assim, os times não podem se dar ao luxo de poupar jogadores, como os outros da Europa podem fazer.

Bayern sendo campeão alemão mais uma vez.
Em nenhuma outra grande liga da Europa se vê tanto equilíbrio. Na Espanha nenhuma equipe é páreo para os times de Madrid (Real e Atlético) e para o Barcelona, além de ser um campeonato menos intenso e menos pegado. No Alemão só o Bayern é favorito e sempre confirma esse favoritismo; além de ser o mais rico – o que faz uma baita diferença. Os times medianos, apesar de terem bons jogadores, não conseguem competir com os reservas dos bávaros.

O mesmo se aplica a Ligue 1 e a Série A italiana, que já foi uma das melhores ligas do mundo. Em todas essas competições, times de pequeno e médio porte não têm chances contra as "potências" (Bayern, Juventus, Barcelona, Real Madrid e Atlético de Madrid).

Além do equilíbrio do campeonato, tem a intensidade dos jogos. A Barclays Premier League é a competição de maior intensidade do mundo, com os jogadores correndo pelo campo o tempo todo e um jogo muito pegado, com entradas fortes e muito contato físico. Isso faz com que aumente o cansaço, o que acaba causando necessidade de um aumento no tempo de recuperação - que, infelizmente, não é possível por conta do calendário apertado.
  • CALENDÁRIO:
Se tratando de calendário, a Inglaterra parece o Brasil: várias competições para se disputar e muitos jogos a se fazer durante a temporada. Barclays Premier League, Copa Capital One,  FA Cup, Copa Comunity Shield,  Recopa da Inglaterra e ainda uma possível competição continental são os torneios que preenchem o ano apertado para as equipes da terra da Rainha. Nenhuma outra liga do velho continente tem tantas competições assim.


O equilíbrio da competição aliado ao calendário apertado só faz aumentar  o desgaste dos jogadores, o que causa mais lesões e queda de rendimento em alguns jogos. O famoso rodízio de elenco fica ainda mais complicado de se fazer quando se tem um limite de jogadores a serem inscritos.

Limite de jogadores? Sim. Cada competição europeia possui uma regra diferente sobre inscrição da equipe, porém, na Barclays Premier League, as inscrições são bem mais restritas que a La Liga BBVA,  Ligue 1, Bundesliga, entre outras competições europeias. No próximo tópico, as regras ficarão um pouco mais fáceis de serem compreendidas.
  • RESTRIÇÃO À INSCRIÇÃO DE JOGADORES:
A regra de inscrição de jogadores na Inglaterra é bem restritiva e é criticada pelos clubes. Ela diz que cada clube terá direito a inscrever no máximo 25 jogadores; entretanto, desses 25 atletas, 8 têm que ser formado no país – não necessariamente ter nascido na Inglaterra, mas sim jogado durante 3 anos antes de completar 18 – e dos oito que são formado no país, ao menos 4 tem que ser formado na base do clube. Jogadores com menos de 21 anos não precisam ser inscritos.

Embora os principais campeonatos da Europa tenham uma regra parecida - apenas a Italiana é igual a do Inglês - a Inglaterra tem um detalhe que complica ainda mais. Mas antes de falar dele, vamos entender um pouco a regra de cada uma das principais ligas:
  • Campeonato Alemão:
 Número de jogadores ilimitado, sendo que cada time tem que ter no mínimo 12 alemães no elenco. Além disso, precisa contar com 8 jogadores formado no país; desses  8,  4 tem que ser formado no clube.
  • Campeonato Espanhol: 
Cada clube tem que inscrever  no máximo 25 jogadores;  sendo que desses  25, no máximo 3 jogadores que não tem nacionalidade de algum país da União Europeia*.
  • Campeonato Francês: 
Número de jogadores ilimitado por clube,  porém cada equipe pode contar com no máximo 5 jogadores nascido fora da União Europeia*.
  • Campeonato Italiano: 
Mesma regra do Campeonato Inglês.

*Os jogadores podem tirar nacionalidade europeia para “abrir” mais uma vaga no time.

Enquanto os times alemães e franceses têm mais liberdade para montar o elenco – visto que não tem limite de jogadores – e o espanhol pode escolher entre os melhores do  mundo sem se preocupar com nacionalidade e formação, os ingleses e Italianos podem escolher, “livremente”, apenas 17  jogadores. Os outros 8 ficam limitados à regra, porém, tem uma coisa que torna a montagem dos elencos ingleses ainda pior, é hora de falar daquele detalhe.

Para um jogador estar apto a defender um clube da Premier League, ele precisa de uma licença de trabalho. É ai que está essa dificuldade. Para ter essa licença o jogador precisa ter nacionalidade europeia, caso contrário ele só conseguirá a licença se fizer uma quantidade de jogos pela seleção de seu país, não necessariamente a principal. Ou seja, os times ingleses são muito limitados na hora de escolher os reforços, o que dificulta ainda mais na montagem do elenco.

Uma liga equilibrada e intensa com um calendário recheado de jogos  aliado a um elenco limitado em quantidade de  jogadores, causa um desgaste absurdo. Para diminuir esse  desgaste e evitar uma possível lesão, os treinos no meio da temporada são bem mais leves. Com um  nível de treino mais baixo as equipes inglesas acabam ficando menos preparadas que os demais times da Europa, o que os tornam ligeiramente favoritos a um fracasso.

TEXTO PRODUZIDO POR:

LEO FERNANDES || @leo_fernandes_9
JOÃO PEDRO BELLIZZI || @joaobellizzi
LINHA DE FUNDO || @SiteLF

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