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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Em jogo sofrido, Papão se classifica nos pênaltis

(Foto: Mari Malato/DOL)
Na tarde de hoje (28), o Paysandu entrou em campo contra o Águia de Marabá pela semifinal da Taça Cidade de Belém no Mangueirão. O clube alviazul já esperava um jogo complicado, mas na prática foi ainda mais difícil.

O JOGO

(Foto: Mário Quadros/DOL)
Aos 4’ do primeiro tempo, tivemos uma prévia de como seria o jogo. Léo Rosas saiu machucado e acabou sendo substituído. Quatro minutos depois, foi a vez de Capanema sair com o nariz quebrado. Aos 23’ o Águia teve uma falta a seu favor, Flamel fez a cobrança, ninguém do time marabaense apareceu e a zaga do Paysandu afastou. No minuto seguinte, Valdanes chegou com perigo e Emerson tirou a bola, que acabou sobrando para o Joãozinho, mas ele chutou em cima do goleiro alviazul. Aos 26’ Celsinho cobrou escanteio e Lucas, na pequena área, mandou por cima do gol.

Passados nove minutos, formou-se uma confusão quando Crystian e Charles se desentenderam e Celsinho e Edinaldo foram tomar satisfação. E o juiz expulsou os dois da partida. Aos 37’ Raphael Luz recebeu de Fabinho Alves, mergulhou e perdeu grande chance. Três minutos depois, outra confusão, Fabinho Alves foi propositalmente pisado quando estava caído no chão, mas o juiz não quis expulsar. Dado se revoltou, mas o máximo que aconteceu foi um cartão amarelo para Léo Carioca.

(Foto: Mário Quadros/DOL)
No segundo tempo, Dado optou pela mudança de lateral, tirou Crystian e botou Roniery. Aos 3’ Betinho avançou e foi puxado, o juiz sinalizou a falta, mas a cobrança não deu em nada. Seis minutos depois, Fabinho Alves deu cruzamento perfeito, a bola sobrou para Lucas que chutou e a bola bateu no lado de fora da rede. Aos 15’ Betinho perdeu a melhor chance do jogo até o momento quando recebeu de Roniery e chutou cruzado, mas a bola foi para fora.

Gilvan se chocou com o goleiro Colaço e ficou machucado, como as três substituições do Paysandu já haviam sido feitas, o jogador permaneceu no jogo e continuou machucado. Aos 28’ Cearense não conseguiu se antecipar na área e perdeu uma grande oportunidade. Aos 45’ o mesmo recebeu na cara do gol, dominou e chutou cruzado, mas bola saiu.

PÊNALTIS:



O Águia começou as cobranças, Flamel bateu e converteu primeiro pênalti. Leandro Cearense bateu rasteiro e fez o dele. Bernardo também fez o seu. Raphael Luz converteu. No terceiro pênalti do Águia, Emerson defendeu o chute de Joãozinho. Augusto Recife cobrou bem demais e fez o gol. Emerson defendeu o pênalti de Eric. E Lucas marcou o último, classificando o Paysandu.
(Foto: Mário Quadros/DOL)
Palavra colunista: Incontestável a atuação de Emerson e Fabinho Alves. O goleiro pegou dois pênaltis, fez grandes defesas no tempo normal; e o atacante criou muitas oportunidades, deu velocidade ao jogo e tentou de todas as formas fazer um gol ou consagrar alguém. Fora os dois, não há ninguém que não possa ser contestado. Lucas foi bem para quem não joga na sua posição, mas cansou rápido demais. Aliás, o time inteiro demonstrou um cansaço muito cedo. Betinho e Cearense foram equivalentes, os dois foram mal. Tenho de fazer menção honrosa a Gilvan, que aguentou o fim do jogo com problema na costa. Recife não irritou tanto, errou bastante, mas acertou na mesma proporção. Celsinho foi infantil. Dado pecou ao substituir Crystian logo no retorno no segundo tempo, poderia ter esperado mais um pouco. Raphael Luz prendeu muito a bola, se soltasse mais poderia ter se saído melhor e ajudaria mais a equipe.

FICHA TÉCNICA
PAYSANDU: Emerson; Crystian (Roniery), Fernando Lombardi, Gilvan e Lucas; Ricardo Capanema (Ilaílson), Augusto Recife, Raphael Luz e Celsinho; Fabinho Alves e Betinho (Leandro Cearense).Técnico: Dado Cavalcanti
ÁGUIA: Bruno Colaço; Charles, Rodrigão (Marquinho) e Bernardo; Léo Rosa (Robert), Léo Carioca (Erick Lima), Mael, Flamel e Edinaldo; Joãozinho e Valdanes. Técnico: João Galvão
Cartões amarelos: Valdanes (AGU), Léo Carioca (AGU) e Ilaílson (PAY)
Cartões vermelhos: Celsinho (PAY), Edinaldo (AGU), Ilaílson (PAY), Charles (AGU) e Valdanes (AGU)

A vitalidade é a chave para o sucesso


A chave para o sucesso no futebol é uma coisa que poucos tem. Sorte nem tanto, agora eficiência, trabalho e paciência é algo que apenas um time no mundo tem: o Barcelona. Se você assistir o VT do último jogo contra o Arsenal (23), enxergará a veracidade destas palavras. Não existe adversário imbatível, existe adversário que está melhor preparado fisicamente e psicologicamente.

O Barcelona de Luís Henrique vem se reinventando a cada ano que passa, com jogadas espetaculares do MSN e um craque pouco notado, mas com uma inteligência para enxergar o jogo impressionante. Sergio Busquets a cada ano cresce e, se antes com função de apenas marcar, hoje se tornou um dos pilares do meio campo junto a Rakitic.

Luis Enrique vai de pouco em pouco marcando o seu nome na história como treinador do Barcelona. Após conquistar a Copa do Rei, o Campeonato Espanhol e a Liga dos Campeões em seu primeiro ano à frente do clube, ele mantém a grande fase na atual temporada. Prova disso foram os feitos atingidos, como bater as 28 partidas de Guardiola sem perder, já que agora são 34 jogos, igualando o Real Madrid de Leo Beenhakker.

Comparação entre os 100 jogos.

Nova moral, velho roteiro

O Palmeiras tomou um banho nesta tarde de domingo (28) diante da Ferroviária, no Allianz Parque. O banho, porém, não foi apenas da forte chuva que veio do céu paulistano, mas principalmente o "banho de bola" que o time de Marcelo Oliveira tomou dos visitantes. 

O bom futebol do time de Araraquara não é mais segredo para ninguém, especialmente depois do jogo contra o Corinthians. A pontuação da Ferroviária hoje é a segunda maior do campeonato e não é mero acaso - perde apenas para o próprio Corinthians, com 17. 

Ferroviária vence Palmeiras no Palestra
Ferroviária voltou a jogar bem neste domingo.
(Foto: Futebol Interior)
Mesmo assim, Marcelo Oliveira pareceu não se importar com o bom retrospecto do rival e preferiu acreditar que a moral erguida em cima de erros na última quinta-feira seria suficiente para bater um dos melhores times do campeonato. Errou.

Apesar de tudo, o começo não foi ruim. Jean bateu cruzado e Alecsandro quase marcou o primeiro. Logo depois, Zé Roberto apareceu bem, rolou para trás e Robinho obrigou o goleiro Rodolfo a uma defesa incrível.

Gabriel Jesus disputa pelo alto: Verdão voltou a abusar do chutão.
(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
Aos poucos, porém, o time voltou a mostrar os mesmos erros de sempre e o roteiro voltou a se repetir: muito chutão e uma marcação absolutamente perdida. O time de Araraquara chegou a ter uma posse de bola à la Barcelona no primeiro tempo. O Palmeiras simplesmente insistia em uma bola longa que não dava em nenhum resultado e, insistindo em uma opção manjada, devolvia a bola constantemente para a Ferroviária.

Apesar de criar pouco, a Ferroviária tocava a bola com muita propriedade e tentava, com paciência, envolver a bagunçada defesa alviverde - uma tarefa relativamente simples, convenhamos. Essa tarefa acabou facilitada por Gabriel Jesus, que fez falta boba convertida por Fernando Gabriel: 1x0.

Fernando Gabriel apenas observa sua cobrança de falta que abriu o placar no Allianz Parque.
(Foto: Globo Esporte)
O intervalo não foi bem aproveitado pelo alviverde e o começo de segundo tempo foi muito parecido com o primeiro. A Ferroviária teve outra chance clara de gol antes de ver Cristaldo, que acabara de entrar, empatar. É inegável a estrela que tem esse argentino. 1x1.

Na base da empolgação da torcida, o Palmeiras passou a fazer alguma pressão sobre a Ferroviária, mas o time do interior seguia tocando melhor a bola e aproveitando bem os contra-ataques. 

Ao contrário do que costuma acontecer, não houve cera exagerada ou conformismo com o empate fora de casa por parte dos visitantes, que acabaram premiados: em contra-ataque rápido nos acréscimos, veio o segundo gol e fez maior justiça, premiando o bom desempenho da Ferroviária.

Cristaldo voltou a mostrar sua estrela e marcou no seu primeiro toque na bola.
(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
PONTO TÁTICO: Daria para fazer um texto explicando o melhor desempenho da Ferroviária, mas boa parte dela se passa pelo posicionamento de Rafael Miranda. O meia vai buscar o jogo na zaga e articula a saída como um terceiro zagueiro. A estratégia estimula a marcação pressão do adversário e faz o rival expor sua defesa. O time tem uma noção tática e de posicionamento impressionantes, ajudados pela bagunça que é o Palmeiras de Marcelo Oliveira.

O DESTAQUE: a exposição da defesa é assustadora, mas Roger Carvalho entrou sob forte desconfiança e continua se destacando nos desarmes. Ele foi um dos responsáveis pelo placar não ser pior, ainda que tenha pecado nos lançamentos.

BOLA MURCHA: ainda que não tenha características de armador, muito da falta de bola no chão do Palmeiras deve-se a Robinho. O meia, que deveria trabalhar melhor a bola, é dos que mais tentou a bola longa hoje e atrapalhou a criação alviverde. Marcelo Oliveira é grande responsável por essa falha.

Remo vence nos pênaltis e está na final

No ultimo sábado, 27, Remo e Independente se enfrentaram valendo a vaga para final da Taça Cidade de Belém.

Remo e Independente se enfrentaram de igual pra igual na tarde de ontem
Fonte: globoesporte.com/pa
O inicio da partida foi digna de uma semifinal. O Remo começou quase marcando o primeiro gol de cara com Ciro. O Leão apresentava um forte meio campo e o Independente explorava bem as laterais. O jogo estava equilibrado e aberto, cheio de chances para ambos os lados. Aos 41 minutos, Eduardo Ramos abriu o placar para o Remo. O Independente deixou tudo igual após três minutos, com Monga.

O segundo tempo veio com chuva e o gramado ficou bastante encharcado. As tentativas de gol ficaram mais escassas e os times mais cautelosos. O Independente conseguiu pressionar um pouco mais nos últimos dez minutos da partida, porém a disputa da vaga se definiu nos pênaltis.

O Independente foi o primeiro nas cobranças e desperdiçou com o Rubram, que chutou pra fora. Eduardo Ramos, pelo Remo, também desperdiçou a chance chutando em cima do goleiro. Chaveirinho também perdeu a cobrança. (Que show de horror!). Ciro marcou o primeiro gol, e Monga deixou tudo igual. Yuri fez o gol para o Remo e Fernando Henrique defendeu o chute de Ângelo.  Murilo fez o gol que colocou o Remo na decisão da Taça Cidade de Belém: 3 a 1.

REMO
Fernando Henrique; Murilo, Max, Ítalo e João Levy; Michel, Alisson, Marco Goiano e Eduardo Ramos; Léo Paraíba e Ciro
SUPLENTES
Douglas, Igor João, Henrique, João Victor Severino, Edicléber, Yuri, Arthur, João Victor e Welthon.

INDEPENDENTE
Alencar Baú; Leandrinho, Rubram, Ezequias e Jaquinha; Dudu, Billy, Fabrício e Alexandre; Ângelo e Monga.
SUPLENTES
Paulo Victor, Pedro Balú, Ivson, Cristovam, Leandro José, Bilú, Wendel, Leandro Rodrigues, Chaveirinho e Daniel

PROXIMO JOGO

E teremos RExPA na decisão da Taça Cidade de Belém. Sim, e por isso eu enrolei para fazer este texto. Estava aguardando o resultado do jogo entre Paysandu x Águia. Mentira, mas eu acho que poderia usar isso como desculpa. O jogo foi decidido nas disputas de pênalti também, e o Paysandu venceu por 4x2.

Remo e Paysandu se enfrentam no dia 06 de março no Estádio Olímpico do Pará.

Era pra ser bonito, mas foi feio

Tudo que se esperava desse Goiás e Vila Nova no final de semana eram um bom público verde nas arquibancadas do Serra Dourada e uma vitória fácil e "favorável" como achávamos que o Rafhael Lucas iria fazer, porém, a festa foi só da torcida, pois no campo o futebol do Goiás não apareceu e um empate veio. Não foi algo preocupante, porém, chato e feio já que 90% do torcedor esperava um massacre. O resumo da má atuação do Verde na partida de hoje se resumiu em: falta de Carlos no ataque e banco de reservas fraquíssimo.

Goiás e Vila não saem do zero no segundo clássico do ano.
Foto: Globo Esporte.
Saímos vitoriosos na questão do público, como já era esperado. A imprensa pode falar o quanto quiser, mas colocamos o dobro de torcedores no clássico de nosso mando e está provado (como se fosse uma novidade) que a nossa torcida é bem maior que a colorada. Quero ver agora qual vai ser o argumento fútil que os "comentaristas" de futebol das rádios e televisões vão inventar agora. Tudo bem que a meta dos 20 mil não foi alcançada, porém, é difícil por esse público num campeonato ruim em todos os aspectos e sem emoções.

Sobre o jogo, ouvi muitos comentários dizendo que o Vila jogou bem. Acho que quem fala isso devia parar de falar de futebol, pois os dois times tiveram uma postura ridícula em campo, sobretudo, o Goiás. Poucas chances a gol surgiram nos dois lados. Daniel Carvalho estava apagado, assim como Wagner, Suelinton, Wendel, Rafhael Lucas e outros, que nem sequer sabiam o que estavam fazendo em campo.

O jogo foi tão ruim que o melhor jogador da partida foi o goleiro Wagner Bueno, do Vila, pelas três defesas importantes que fez no começo do primeiro tempo. Nenhum jogador de linha deles fez algo interessante e uma atuação de tirar o chapéu, pelo contrário, só chamaram a atenção jogando água em cima do Patrick no intervalo do jogo porque não aguentam provocações. O que esperar de um clube tão pequeno como esse?

A expulsão injusta de Carlos no jogo passado prejudicou muito o Goiás nesse jogo, que perdeu velocidade no ataque. O banco poderia fazer a diferença, porém, as opções que nos vieram foram Liniker, Arthur e Léo Sena. Em resumo, jogadores fracos. O primeiro deles citado se acha muito craque de bola, mas tentava resolver tudo sozinho, sempre perdia a bola e chegamos à conclusão que futebol não é pra ele, e sim, a baladinha de sempre.

É óbvio que precisamos de reforços, e acredito que eles possam fazer a diferença. Cléo já está treinando com o elenco esmeraldino, Jhon Cley já está em Goiânia para assinar contrato. Cassiano ainda não está confirmado, mas está próximo. São nomes que vão nos ajudar, mas não adianta jogar uma partida ruim e querer a cabeça de todos os jogadores como boa parte da torcida faz. Vamos ter consciência, torcida!

Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf
Linha de Fundo || @SiteLF

Com Olívio fechando o placar, CRB vence e está quase classificado em seu grupo

Foi um jogo especial. Aberto, com jogadas de efeito, bola na trave e belos gols. O clássico entre CRB e ASA empolgou os torcedores que foram ao Estádio Rei Pelé. Os regatianos riram por último. Mesmo mexido, o time fez sua melhor exibição no Alagoano e venceu neste domingo por 3 a 1. Os gols da partida foram marcados por Jorginho (contra), Luidy e Olívio, para o Galo, com Rafael descontando.


RESUMO DA PARTIDA

Mesmo com elenco recheado de reservas e garotos da base, o CRB conseguiu vencer o Asa com sua principal arma na temporada, o contra-ataque.

O jogo foi bem movimentado no primeiro tempo, tivemos três gols na primeira etapa. O primeiro gol da partida, aconteceu em cobrança de falta do jogador Dakson, bola levantada na área e Jorginho do Asa, fez gol contra, empurrando a bola para as redes de cabeça. Jussani falhou feio após cruzamento da esquerda, Elton dominou e acionou Rafael, que tirou Bruno da jogada com um toque sutil, era o primeiro gol do Asa na partida. O jogador da base do Galo, Luidy já infernizava a defesa alvinegra, foram duas finalizações com perigo, e na terceira em um contra-ataque rápido, ele recebeu, pedalou frente à defesa do Asa dentro da grande área, puxou para a esquerda e finalizou, era o segundo gol do CRB.

No segundo tempo, o CRB apostou em se defender e jogar no contra-ataque, Maranhão perdeu muitos gols na etapa complementar, teve varias chances de ampliar o placar, mas não conseguia acertar o alvo. Olívio que pela terceira vez seguida, foi o melhor em campo entre os jogadores do CRB com desarmes precisos e marcando muito bem lhe renderam mais uma vez uma boa partida na temporada. Olívio em contra-ataque recebeu de Maranhão com belo toque, e tocou no canto direito do goleiro alvinegro.

O CRB se deu bem nos dois confrontos com o ASA no Alagoano. Venceu em Arapiraca por 2 a 1 e no Rei Pelé por 3 a 1. Esses resultados ajudaram o time a disparar na liderança do Grupo B, agora com 16 pontos. A diferença para o segundo colocado, o Coruripe, é de seis pontos.

O Galo agora vai enfrentar o América em Natal na quarta-feira pela Copa do Nordeste, desta vez irá com força máxima.

BOLETIM FINANCEIRO

Público pagante: 4.072
Público não pagante: 634
Crianças: 428
Mulheres: 1.908
Sócios: 333
Total de público: 7.042
Renda: R$ 56.186,00

"Peléverton Maradona" salva, e a Caldense ganha do Tricordiano

O time da Caldense enfrentou o Tricordiano dentro da sua casa, no primeiro jogo da história entre os dois clubes.

(foto: @daemonlucas, setorista da Caldense no Globo Esporte)
A torcida da Caldense prometia marcar presença e fazer a habitual bonita festa para os jogadores que mais do que nunca precisavam deste apoio para afastar a má fase e mudar o rumo da Veterana no campeonato. A expectativa era só a vitória e de preferência uma vitória convincente.

Na primeira etapa a Veterana dominou o jogo, várias tentativas em bolas paradas com Ewerton Maradona e de cabeça com Rafamar. Porém, o goleiro Marcão do Tricordiano estava incrível e defendeu tudo que lhe era possível.

A Caldense impedia todas as ações do Tricordiano no meio campo, Michel Benhami, Marcel e Álvaro tocavam bem a bola, mas abusaram da aposta na velocidade de Jefferson Feijão para um cruzamento certeiro na cabeça do Rafamar. No setor defensivo Marcelinho e Paulão neutralizaram totalmente o atacante Leandro Love e o meia Diogo Capela, apesar do domínio da Caldense o primeiro tempo ficou no zero a zero.

No início do segundo tempo, o time de Três Corações reagiu alçou diversos cruzamentos perigosos na área dos verdes, mas o goleiro reserva Neguet estava atento.

Do início da segunda etapa até mais ou menos o décimo minuto do segundo tempo, o Tricordiano começou a fazer pressão, explorando a normal falta de marcação do “ala” Jefferson Feijão e de Rafael Estevam, que não vinha fazendo uma boa partida.

Aos 9’ do segundo tempo, na Caldense, Marcinho entrou no lugar de Álvaro, o melhor meia da equipe na primeira parte da partida. Álvaro saiu aplaudido e o treinador Gian Rodrigues ouviu gritos de burro do torcedor verde. Mudança também no Tricordiano saiu Preto Costa lesionado e entra o também zagueiro Nilo.

Em uma reposição de bola do Tricordiano, aos 15 minutos, a Caldense não se recompôs e os homens de Três Corações aproveitaram e fizeram o 1 a 0.

Aos 20’, cabeçada de Rafamar, e o meia Bruno Moreno tirou a bola de cima da linha com as mãos e foi expulso. Pênalti. Na marca da cal: Ewerton Maradona! A Veterana empatou em 1 a 1.

Logo após a penalidade saiu o atacante Juninho e entrou o meia Marquinhos na equipe de Três Corações.

Mal recomeçou o jogo e aos 26 minutos Tiago Azulão cruzou e o centroavante só teve o trabalho de testar para o fundo da rede. Rafamar virou para 2 a 1 Veterana. A partir deste momento, a Caldense começou a pressionar e fazer o que queria com o time do Tricordiano, que estava com um a menos e jogando com menor apoio de sua torcida.

O autor do segundo gol saiu contundido e entrou o também atacante Edu da Silva, para dar uma movimentação maior aos verdes de Poços de Caldas. Já na equipe do Tricordiano saiu o lateral apoiador Júnior Lemos e entrou o meia defensivo Marcinho, para segurar a equipe que estava com um a menos.

Enquanto no campo a Caldense dominava o jogo, no banco de reservas o meia Álvaro recebeu um amarelo por ir reclamar com o bandeira de uma falta não marcada em Ewerton Maradona, como já tinha cartão amarelo quando estava em campo, foi expulso. Rogério Maranhão reclamou da expulsão do meia Álvaro e também foi advertido com um amarelo. Também oriundo do banco, aos 36 minutos, o zagueiro Marques entrou no lugar do lateral Jefferson Feijão que estava mal na partida.

Aos 41 minutos Gerson, lateral do Tricordiano, fez falta e tomou o seu segundo amarelo. O time de Três Corações fica com nove em campo, os comandados de Josué Teixeira deixaram diversas lacunas possibilitando que em uma jogada do recém-entrado Edu da Silva. Ewerton Maradona fechou a conta do placar pouco antes do arbitro encerrar a partida. A Veterana conseguiu sua segunda vitória no campeonato, 3 a 1 em Poços de Caldas. A próxima partida é contra o Cruzeiro, também no Ronaldão.

Antes do jogo a esperança era de não só a vitória, mas uma vitória que convencesse o torcedor. Hoje os atletas estão de parabéns, por que depois do gol, acordaram para o jogo e viraram a partida com toda a maestria esperada da equipe. Não só venceram como convenceram.
Arriba Caldense!

Francisco Borja || BorjaFrancisco_
Linha de Fundo || @SiteLF

UFC Londres: O retorno de uma lenda

Foto: Combate.com
O UFC Londres marcou a volta de Anderson Silva ao octógono depois de 13 meses afastado do ringue pelo polêmico caso de doping. Anderson agora volta a lutar e, mesmo saindo derrotado, mostra que todos nós vamos cair um dia, mas só dependemos de nós mesmo para nos reerguermos novamente.

Com os cards compostos de vários europeus, o UFC Londres não foi uma edição tão empolgante, já que apenas três lutas não terminaram por pontos.

Card preliminar

David Teymur x Martin Svensson
Teymur controlou os espaços no octógono e foi superior na luta desde o início. No segundo round justificou sua superioridade, vencendo Svensson por nocaute técnico com 1m26s.

Teemu Packalen x Thibault Gouti
Em duelo rápido, Packalen não tomou conhecimento do adversário e aplicou um mata-leão em Gouti, encerrando o combate com apenas 25 segundos do primeiro round.

Daniel Omielanczuc x Jarjis Danho
Com início parelho, o duelo entre os pesos pesados não chegou ao fim dos três rounds de fato. Omielanczuc logo impôs seu jogo e acertou um golpe na região genital de Danho, que não conseguiu retornar para luta. Como 2/3 do combate já haviam passado, os juízes o analisaram até a sua interrupção (1m19s do 3° round) e decretaram a vitória do polonês Omielanczuc por pontos.

Norman Parke x Rustam Khabilov
O russo Khabilov dominou as ações do embate nos dois primeiros rounds. Parke esboçou uma reação no segundo round mas só no terceiro conseguiu efetividade em seus golpes, porém Khabilov  já tinha aberto uma boa vantagem e administrou bem vencendo por pontos.

Bradley Scott x Krzysztof Jotko
Mesmo lutando em seus domínios, Scott não conseguiu emplacar seu estilo de jogo e foi facilmente dominado pelo polonês Jotko, que venceu por decisão unânime dos juízes.

Arnold Allen x Yaotzin Meza
Meza foi literalmente salvo pelo gongo. Allen foi superior à luta toda e chegou a nocautear o adversário no final, porém o gongo já havia soado. Os juízes não tiveram problemas em anotar um triplo 30-27 para Allen.

Scott Askham x Chris Dempsey
Askham e Dempsey travaram um bom duelo. A luta logo ficou quente e Askham acertou uma boa combinação de jab e um chute, que resultaram em nocaute no final do primeiro round (4m45s). A vitória rendeu a Askham o bônus de performance da noite.

Davey Grant x Marlon Vera
Em combate repleto de trocação, Grant e Vera travaram bom duelo. Vera, que foi penalizado em um ponto por ter segurado a parte interna da luva de Grant, perdeu os três rounds. O triplo 30-26 garantiu a vitoria de Grant.

Mike Wilkinson x Makwan Amirkhani
Fechando o card preliminar, Wilkinson e Amirkhani travaram um duelo com muito estudo e poucas ações. Mais uma luta que foi para a mão dos juízes, que deram vitória para Amirkhani por decisão unanime.

Card Principal

Francisco Rivera x Brad Pickett
Em luta sem grandes emoções, Rivera começou melhor, mas logo perdeu o fôlego e viu Pickett igualar as ações. O duelo seguiu equilibrado até o final. Com algumas contestações, os juízes marcaram vitoria de Pickett por decisão dividida.

Tom Breese x Keita Nakamura
O inglês Tom Breese entrou como o grande favorito na luta, além de lutar em casa, Breese ainda entraria no octógono com um cartel invicto. Nakamura não ofereceu muita resistência e foi dominado por Breese que usou de sua maior envergadura para manter sua vantagem, dominante tanto em pé quanto na luta de solo Breese venceu por decisão unanime sem grandes dificuldades.

Gegard Mousasi x Thales Leites
Esperava-se uma luta equilibrada com vantagem para Thales no chão e Mousasi na trocação. Não foi o que aconteceu. Irreconhecível Thales teve todas as suas ações frustradas, Mousasi logo tomou conta da luta controlou bem a distância e castigou o brasileiro com vários jabs. Com três rounds bem parecidos Mousasi venceu sem grandes problemas por decisão dos juízes, triplo 30-27.

Anderson Silva x Michael Bisping
Em luta bastante equilibrada Bisping venceu Anderson Silva. Bisping começou melhor procurou mais a luta e acertou vários golpes contundentes. Anderson que se recuperou teve oportunidade para acabar com a luta em alguns momentos, mas não fez, no fim os árbitros por decisão unânime marcaram 48-47 em favor do inglês.

Muitos culpam Anderson pelo excesso de confiança que as vezes parece menosprezo com seus adversários. Mas esse sempre foi o estilo de luta de Spider, estilo esse que foi o responsável pela popularização do esporte no país, quando Anderson entra no octógono ele mostra porque é "ARTE" marcial. Ele tinha tudo para desistir desde criança quando por ironia do destino abandonou o sonho de ser jogador de futebol para lutar taekwondo até o caso do doping que pra muitos manchou uma historia de superação, sei que às vezes Anderson não parece humano (como na "luta do século" onde ele acertou aquele chute perfeito em Belfort ou naquela luta contra Forrest Griffin que depois de um show de esquivas conseguiu nocauteá-lo com um jab), mas ele é humano, e humanos são passíveis de erros, aliás humanos erram e muito, mas Anderson é a prova viva de que se temos um sonho, um objetivo, uma vontade devemos lutar para alcança-los, vamos cair várias e várias vezes mas vamos nos reerguer e vamos voltar, podemos até não vencer mas não vamos desistir.

Ele voltou, eu voltei e nós sempre voltaremos...

Foto: Divulgação/ internet
Por: Marcilio Viana

Haja coração: Novamente com gol no final, Corinthians vence em Itaquera

A noite de sábado (27) foi de futebol na região de Itaquera, em São Paulo, já que Corinthians e Oeste se enfrentaram em partida válida pela 7ª rodada do Campeonato Paulista. O Timão defendeu a invencibilidade no torneio e um histórico amplamente superior nos confrontos contra o time de Itápolis, até então sete jogos e sete vitórias alvinegras.


Tite escalou um time bem próximo do que ele considera o ideal, já que os novos reforços Guilherme, Giovanni Augusto e André começaram o jogo na equipe titular. Porém, sem muita inspiração, o time de Itápolis contou com a experiência do veterano Marcelinho Paraíba.

No primeiro tempo o Corinthians manteve bem a posse da bola, mas o goleiro do Oeste quase não teve trabalho. A equipe do interior soube fechar bem os espaços para garantir o zero a zero no placar nos primeiros 45 minutos.

A volta ao jogo depois do intervalo não foi diferente. Sem inspiração, Tite foi obrigado a mexer no time e Romero e Luciano entraram em campo para tentar dar mais ofensividade a equipe. Danilo também foi para o jogo na esperança de que, com sua experiência, o Timão conseguisse abrir o placar.

O cardiologista da Fiel terá que estar em dia esse ano, já que mais uma vez o time só chegou ao gol nos minutos finais do jogo. Aos 46 minutos, Uendel foi até a linha de fundo e cruzou, a bola chegou a Rodriguinho, que acertou um belo chute de primeira para finalmente tirar o zero do placar.

Com a vitória, o Timão chegou aos 17 pontos na liderança isolada do Grupo D. O Oeste ficou com cinco pontos na lanterna do Grupo A. O próximo compromisso do Corinthians será na quarta-feira (02), às 21h45, diante do Santa Fé, da Colômbia, pela Copa Libertadores, na Arena.
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