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sexta-feira, 4 de março de 2016

Matheus Vidotto e Luciano são convocados para a Seleção Olímpica

Na tarde desta sexta-feira (04), a CBF divulgou os convocados para a Seleção Olímpica. O técnico Rogério Micale chamou 23 atletas para dois amistosos preparatórios para as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Matheus Vidotto, formado no Terrão do Corinthians. Foto: Daniel Augusto Jr.
O Corinthians marcou presença na lista com o goleiro Matheus Vidotto e o atacante Luciano. Vidotto atuou em dois jogos como titular na atual edição do Paulistão, contra São Bento e Oeste. Luciano voltou ao time após grave lesão no joelho na partida contra a equipe de Sorocaba.

O atacante, camisa 18 do Corinthians, defendeu a Seleção Brasileira no Pan-Americano do Canadá, em agosto do ano passado. Já o goleiro, formado no Terrão, chegou a ser convocado por Felipão, em 2013, para um amistoso contra a seleção da Bolívia.

A Seleção Olímpica se apresenta no próximo dia 20, em Vitória, no Espírito Santo. No dia 24 faz um amistoso contra a Nigéria, em Cariacica, e no dia 27 enfrenta a África do Sul, em Maceió. 

Debaixo de muita chuva, Figueira derrota Metropolitano


Na noite desta quinta-feira (03), o Figueirense foi até Jaraguá do Sul enfrentar o Metropolitano pela última rodada do turno do Campeonato Catarinense. E finalmente a famigerada vitória veio. Com gol de Leandro Silva, o Figueira conquistou os 3 pontos e pulou para a sexta posição.

Entrando em campo com a corda no pescoço pois figurava a zona de rebaixamento, o Figueirense necessitava urgentemente de uma vitória contra o Metropolitano para sair do "Z-2" e também para dar um novo ar de alívio pelos arredores do Orlando Scarpelli. O Metropolitano, ainda sem técnico e com Léo Moura em campo, também necessitava da vitória pois estava cada vez mais aproximava-se da temida zona da degola. Poderia ser um jogo bom pela necessidade dos dois times, mas foi mais uma "pelada" do poderosíssimo "Catarinão". Os lances de perigo às metas foram poucos, mas veja quais foram. Vamos aos lances:

Aos 18 minutos, lançamento feito para o ataque do Figueirense. Gabriel Esteves tentou dominar, a bola escapou e sobrou para Everton Santos que bateu pro gol. A bola iria entrando mas o zagueiro tirou praticamente em cima da linha. Aos 37', outra boa chance para o Figueira. Dentro da área, Everton Santos pegou o rebote após saída ruim do goleiro e chutou em cima da zaga. Aos 40', Rainha acelerou na corrida e da entrada da área bateu. A bola passou com perigo, assustando Gatito Fernández.

Já na segunda etapa, aos 18 minutos, o gol da partida. Falta pro Figueirense, Ricardinho fez a cobrança e Leandro Silva escorou de cabeça pro fundo das redes. E, por fim, aos 28' o último lance capital. Everton Santos, caído, bateu pro gol e quase marcou o segundo pro Figueira.

O Figueirense volta a campo no domingo, às 18h30, contra o Brusque no Estádio Augusto Bauer. Figueira para essa partida deve ter a estreia de Dodô e a volta de Carlos Alberto após lesão, mas não poderá contar com Leandro Silva e Marquinhos, que receberam o terceiro cartão amarelo.

Ficha Técnica - Metropolitano 0x1 Figueirense

Data: 03 de março de 2016
Horário: 19h (horário de Brasília)
Local: Estádio João Marcatto, Jaraguá do Sul, SC
Público e renda: 228 presentes; 184 pagantes; renda de R$ 2.280,00
Arbitragem: Rodrigo D'Alonso Ferreira (SC); Eder Alexandre (SC); Thanara Pryscilla Rosa (SC)
Gol: Leandro Silva (FIG)

Metropolitano: Alex, Iago, William, Elton, Juninho; José Lucas, Pink (Ramon), Harrison (Tiaguinho), Léo Moura; Peu, Rafinha (Téssio) | Técnico: Caco Espinosa - interino

Figueirense: Gatito, Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves, Rodrigo Biro (Marquinhos Pedroso); Jackson Caucaia (Dener), Jefferson, Ricardinho (Bady); Everton Santos, Dudu, Gabriel Esteves | Técnico: Vinícius Eutrópio

Patrick Silva | @figueiradepre

À la 2015: Palmeiras faz jogo louco e conta com Prass para vencer

A primeira vitória palmeirense em casa não poderia ter mais a cara do Marcelo Oliveira e do seu Palmeiras-15. Teve uma exibição excelente nos primeiros quarenta e cinco minutos, mas também um time horroroso e forçando um chutão que teima em não funcionar. Ah, e claro, teve Prass como herói, como não poderia deixar de ser.

Palmeiras esse que gosta também dos grandes jogos e entrou em campo disposto a fazer mais uma daquelas partidas que marcaram a campanha da Copa do Brasil. Foi um primeiro tempo tão bom que, por vezes, fez os mais de trinta e seis mil palmeirenses esquecerem que o adversário era o líder do campeonato argentino e que não perdia uma partida desde novembro.

Cristaldo comemora seu gol: raça argentina e gingado brasileiro.
(Foto: Globo Esporte)
Com Cristaldo na vaga de Alecsandro, o ataque ganhou mobilidade e vontade. Tocando a bola como ainda não se tinha visto em 2016, o Verdão envolveu bem demais o time argentino e pouco possibilitou ao rival. Melhor ainda, criou chances aos montes para marcar. 

Dudu e Robinho desperdiçaram as primeiras boas oportunidades e mostraram certa fragilidade na defesa argentina que acabou muito bem aproveitada por Cristaldo, que teve a raça argentina para disputar a bola e um gingado bastante brasileiro para matar o goleiro e ficar com o gol escancarado para fazer explodir o Allianz Parque. 1x0.

Tão inexplicável quanto o primeiro tempo superior do Palmeiras foi a volta para o segundo tempo - volta essa que simplesmente não aconteceu. O Rosário voltou pressionando e o Palmeiras das decisões deu espaço para o atual Palmeiras dos chutões. A bola batia e voltava indicando que o gol de empate parecia questão de tempo.

Ele virou uma certeza quando Robinho deu um carrinho bobo e viu o juiz assinalar pênalti para os argentinos. Foi quando voltou a brilhar o herói alviverde: Prass saltou e fez uma defesa espetacular, salvando o Palmeiras de levar o empate, como salvara em 2015 em tantas outras vezes.

Vitor Hugo foi o único jogador de linha a se salvar na atuação desastrosa do segundo tempo.
(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
O estádio inflamou de uma maneira que a certeza do gol de empate quase virou convicção de que o Verdão acordaria para o jogo. Não foi o que aconteceu. Prass seguiu fazendo milagres e, quando nem ele salvou, a sorte entrou em campo e fez a bola por cobertura bater na rede de cima.

A cada lance desperdiçado pelos argentinos, o "cheiro de empate" se convertia em "hoje é nosso". Se Marcelo foi mais uma vez patético na beira do gramado, Prass evitou de todas as formas o gol dos visitantes e permitiu que no único contra-ataque certo em todo segundo tempo, o verdão matou o jogo com Allione.

Allione entrou e garantiu a vitória alviverde.
(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
O Palmeiras dos chutões conseguiu, ao menos no resultado, ser por hora o Palmeiras das decisões. Pouco demais para quem deseja ter vida longa na competição, ainda que o adversário colabore nas dificuldades do jogo.

PONTO TÁTICO: A vida de Marcelo Oliveira parece cada dia mais curta no comando do Palmeiras. Absolutamente perdido, foi incapaz de perceber as jogadas forçadas no veterano Zé Roberto e a perda do meio-campo. As alterações não fizeram nenhum efeito e Marcelo tomou mais um baile tático, muitas vezes mostrando sem saber o que fazer.


Prass voltou a salvar o Palmeiras em jogo decisivo.
(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
O DESTAQUE: não podia ser outro que não o cada vez mais ídolo Fernando Prass. Gigante debaixo das traves, defendendo até pensamento, gigante fora dele ao representar as cores do Verdão com muita propriedade.

BOLA MURCHA: uma série de faltas mal batidas e o pênalti cometido pesam muito contra Robinho, ainda mais considerando que o meia do Palmeiras deveria ser o responsável por ajudar a controlar o jogo no momento da pressão. Não criou rigorosamente nada no segundo tempo e deixou espaços na marcação.

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